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Little Tomodachi (ともだち)

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27
Abr22

Anunciadas as seis escritoras finalistas do Women's Prize for Fiction

Niel Tomodachi

Louise Erdrich, Elif Shafak, Maggie Shipstead, Ruth Ozeki, Meg Mason e a romancista estreante Lisa Allen-Agostini são as finalistas do Women's Prize for Fiction, hoje anunciadas, representando um total de seis países.

Anunciadas as seis escritoras finalistas do Women's Prize for Fiction

júri do Prémio anunciou hoje os romances finalistas escolhidos a partir da 'longlist' de 16 títulos, anunciada em março, e que já tinha sido apurada de entre 175 submissões a concurso para o prémio que distingue anualmente a melhor obra de ficção escrita por mulheres.

A 'shortlist' deste ano engloba uma série variada de temas, que inclui a pertença e identidade, o poder da natureza, o fardo da história, a liberdade pessoal, a irmandade, doenças mentais, fantasmas, violência de género, a oportunidade de renovação.

Trata-se de romances que fornecem também cenários globais, que vão da Antártida a Montana e do Chipre a Trinidad e Tobago, destacou o júri.

"Fomos brindadas com uma qualidade extraordinariamente elevada de submissões este ano, o que tornou particularmente difícil a redução da lista de 16 para seis romances, mas a lista final contém uma variedade maravilhosa de histórias, assuntos, cenários e autores, desde a experiência de uma mulher nativa americana numa livraria assombrada, a uma aviadora precoce na Antártida", destacou Mary Ann Sieghart, presidente do júri.

Um romance é narrado por uma árvore, outro por um livro, alguns são engraçados, outros tristes e, por vezes, as duas coisas combinadas no mesmo livro, acrescentou, afirmando que o "único problema agora será identificar o vencedor entre estes seis brilhantes romances".

Um dos romances que mais tem prendido a atenção nesta edição do Women's Prize for Fiction é 'The Island of Missing Trees' (editado em Portugal no mês passado pela Presença com o título 'A ilha das árvores desaparecidas'), da escritora turca-britânica Elif Shafak, autora multipremiada e repetente na corrida a este prémio.

Também Louise Erdrich se tem destacado, não só por já ter recebido vários prémios, mas por ser considerada umas das mais talentosas escritoras da atualidade e uma das mais importantes dos Estados Unidos, que concorre agora com o romance 'The Sentence'. A autora, que cresceu no Norte Dakota entre comunidades de origem norte-europeia e nativos-americanos Ojibwa, na base de algumas das suas personagens, tem publicados em Portugal livros como 'Pegadas' e 'A rainha da beterraba' (Dom Quixote) e 'Vida de sombras' e 'A casa redonda' (Clube do Autor).

Outra autora que se tem destacado é a norte-americana Maggie Shipstead, cujo romance finalista 'Great Circle' chegou também à 'shortlist' do Prémio Booker do ano passado. Da autora, está publicado em Portugal o romance 'Deslumbra-me' (Jacarandá).

A par com estas autoras consagradas concorre um romance de estreia, 'The Bread the Devil Knead', de Lisa Allen-Agostini, escritora de Trinidad e Tobago.

A neozelandesa Meg Mason, com o romance 'Sorrow and Bliss', e a americana-canadiana Ruth Ozeki, com 'The Book of Form and Emptiness', completam a lista final.

Para trás ficaram outros quatro romances que marcam a estreia das suas autoras: 'Build Your House Around My Body', de Violet Kupersmith, 'Careless', de Kirsty Capes, 'The Final Revival of Opal & Nev', de Dawnie Walton, e 'The Paper Palace', de Miranda Cowley Heller.

As outras escritoras da 'longlist' que não chegaram à final são Leone Ross ('This One Sky Day'), Catherine Chidgey ('Remote Sympathy'), Rachel Elliott ('Flamingo'), Charlotte Mendelson ('The Exhibitionist'), Morowa Yejidé ('Creatures of Passage') e Lulu Allison ('Salt Lick').

Além de Mary Ann Sieghart, fizeram ainda parte do painel de jurados a jornalista e editora premiada Lorraine Candy, a romancista e jornalista Dorothy Koomson, a autora e jornalista literária premiada Anita Sethi, e a jornalista, radialista, 'podcaster' e autora Pandora Sykes.

No ano passado, o prémio foi atribuído ao romance 'Piranesi', de Susanna Clarke, entretanto editado em Portugal pela Casa das Letras.

Dirigido pela romancista Kate Mosse, o Women's Prize for Fiction tem por objetivo reconhecer a ficção escrita por mulheres em todo o mundo.

Criado em 1992, em Londres, por um grupo de homens e mulheres jornalistas, críticos, agentes, editores, bibliotecários e livreiros, o prémio foi uma resposta ao facto de, no ano anterior, a lista de finalistas do prestigiado prémio literário Booker não ter incluído uma única mulher.

Em 1992, apenas dez por cento das finalistas ao Booker Prize tinham sido mulheres.

A residência ou o país de origem não são critérios de elegibilidade para o Women's Prize for Fiction, que celebra a criatividade feminina.

A vencedora, que será anunciada a 15 de junho, recebe um prémio monetário no valor de 30 mil libras (perto de 33 mil euros).

 

14
Mar22

Romance de Elif Shafak nomeado para o Costa e Women's Prize em Portugal

Niel Tomodachi

O livro 'The island of missing trees', da escritora turco-britânica Elif Shafak, finalista do Prémio Costa e que se encontra entre os semifinalistas do Women's Prize for Fiction 2022, chega às livrarias portuguesas no dia 16 de março.

Romance de Elif Shafak nomeado para o Costa e Women's Prize em Portugal

De acordo com a editorial Presença, que publica a obra da autora em Portugal, o mais recente romance de Elif Shafak vai ser lançado no mercado português com o título 'A Ilha das Árvores Desaparecidas'.

A história passa-se na ilha de Chipre durante o ano de 1974.

Dois adolescentes, de dois lados opostos de uma terra dividida, encontram-se numa taberna, o único lugar, naquela cidade a que chamam casa, em que Kostas, grego e cristão, e Defne, turca e muçulmana, se podem encontrar secretamente e esquecer os problemas do mundo.

Naquele refúgio, bem ao centro, cresce uma figueira que testemunha tudo: os silêncios e as confissões, a felicidade dos encontros, a melancolia das partidas, o início da guerra civil, a destruição da cidade e a separação de Kostas e Defne.

Passam vários anos e a narrativa salta para Londres, onde vive Ada, que nunca conheceu a ilha onde nasceram os seus pais, e tem muitas perguntas sem resposta, sobre a história da sua família.

A única coisa que a liga à terra dos pais é a 'Ficus carica' que cresce no jardim de sua casa.

Segundo a editora, esta é a história de um amor proibido, num cenário de raiva e violência, mas é também a história que dá voz às gerações passadas, tantas vezes silenciadas pelos conflitos.

'A ilha das árvores desaparecidas' é finalista do Prémio Costa, na categoria Romance, e é um dos 16 semifinalistas do Women's Prize for Fiction, anunciados esta semana.

Elif Shafak já esteve por duas vezes entre os finalistas do Prémio Booker, com 'A bastarda de Istambul', que a Presença vai reeditar, e com o romance '10 minutos e 38 segundos neste mundo estranho', que também esteve nomeado para o Prémio Literário Internacional de Dublin.

Elif Shafak é uma escritora multipremiada que conta com 19 livros publicados, entre os quais 12 romances, traduzidos para 55 línguas.

Doutorada em Ciência Política, deu aulas em várias universidades na Turquia, nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, nomeadamente em Oxford, onde é 'honorary fellow', e tem também um doutoramento em Humanidades, pelo Bard College.

Vice-presidente da Royal Society of Literature, Elif Shafak foi considerada pela BBC uma das mais influentes e inspiradoras mulheres da atualidade.

Defensora dos direitos das mulheres, LGBTQ+ e da liberdade de expressão, foi distinguida com a medalha de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras de França.

 

29
Abr21

Anunciadas as seis escritoras finalistas para o Women's Prize for Fiction

Niel Tomodachi

Duas escritoras britânicas, duas norte-americanas, uma barbadiana e outra ganense-americana são as seis finalistas do Women's Prize for Fiction hoje anunciadas pela presidente do júri, a inglesa Bernardine Evaristo, vencedora do Prémio Booker em 2019.

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Piranesi', o segundo romance da britânica Susanna Clarke, publicado 16 anos após o premiado 'Jonathan Strange e Mr. Norrell', com que conquistou o Prémio Hugo e o Prémio Revelação dos livreiros britânicos, em 2005, é um dos finalistas a prender desde já a atenção da crítica. Igualmente finalista dos prémios Costa e Hugo, o romance investe numa personagem de mistério, Piranesi (nome comum ao do arquiteto italiano do século XVIII), que obsessivamente anota toda a informação da casa labiríntica onde habita.

O tema dos gémeos continua presente na fase final desta edição do Women's Prize for Fiction, em dois dos seis romances candidatos ao prémio: "The vanishing half", da norte-americana Brit Bennett, em que uma de duas irmãs idênticas, oriundas de uma comunidade negra, constrói uma nova identidade como pessoa branca, e "Unsettled Ground", da britânica Claire Fuller, que segue dois gémeos de 51 anos, que ainda vivem com a mãe.

Dois romances de estreia passaram também à lista de finalistas: "No One Is Talking About This", da norte-americana Patricia Lockwood, sobre o cruzamento entre as vidas real e 'online' de uma mulher, e "How the One-Armed Sister Sweeps Her House", de Cherie Jones, de Barbados, um conto de homicídio, abuso e violência.

A lista de finalistas encerra com "Transcendent Kingdom", da ganense-americana Yaa Gyasi, que segue a descoberta da história familiar de uma mulher, depois de a dependência de opiáceos destruir a vida do seu irmão.

Pelo caminho ficaram a escritora transgénero norte-americana Torrey Peters, com o seu romance de estreia, "Detransition, Baby", a consagrada autora escocesa Ali Smith, candidata com o último volume da tetralogia sobre as estações, "Summer", e a comediante britânica Dawn French, com o seu livro "Because of you", que lança um olhar sobre a maternidade.

As restantes autoras que não chegaram à fase final são as norte-americanas Raven Leilani, com "Luster", e Avni Doshi, com "Burnt Sugar", que foi finalista do Prémio Booker 2020, as irlandesas Naoise Dolan, com "Exciting Times", e Kathleen McMahon, com "Nothing But Blue Sky", e a britânica Clare Chambers, com "Small Pleasures".

"A elaboração de uma lista longa de dezasseis livros foi relativamente fácil, em comparação com a seleção de seis romances, o que exige mais consenso", disse a presidente do júri, Bernardine Evaristo, referindo-se à 'lista longa' anunciada em março, e da qual saíram agora as seis finalistas.

"Infelizmente, tivemos de perder livros excecionais que adorámos. No entanto, com esta lista restrita, estamos entusiasmados por apresentar uma gloriosamente variada e tematicamente rica exploração da ficção feminina no seu melhor. Estes romances vão levar o leitor de uma Grã-Bretanha rural, esquecida, para o centro de uma comunidade em Barbados; do interior agitado dos meios de comunicação social para o interior de uma família assolada pelo vício e a opressão; de uma questão racial na América, para um labirinto mental de dimensões inauditas", prosseguiu a autora de "Rapariga, Mulher, Outra", com que ganhou o prémio Booker.

"A ficção das mulheres [escritoras] desafia a categorização e os estereótipos, e todos estes romances confrontam-se com as grandes questões da sociedade, expressas através de histórias emocionantes. Sentimo-nos apaixonados por estes enredos, e esperamos que os leitores também fiquem", concluiu Evaristo, no termo do anúncio das finalistas, feito hoje ao final da tarde.

Do painel de jurados fazem ainda parte a escritora e jornalista Elizabeth Day, a apresentadora de televisão e rádio Vick Hope, a colunista Nesrine Malik e a apresentadora Sarah-Jane Mee.

No ano passado, o prémio foi atribuído ao romance "Hamnet", da irlandesa Maggie O'Farrell.

A vencedora será anunciada a 7 de julho.

Dirigido pela romancista Kate Mosse, o Women's Prize for Fiction tem por objetivo reconhecer a ficção escrita por mulheres em todo o mundo.

Criado em 1992, em Londres, capital britânica, por um grupo de homens e mulheres jornalistas, críticos, agentes, editores, bibliotecários e livreiros, o prémio foi uma resposta ao facto de, no ano anterior, a lista de finalistas do prestigiado prémio literário Booker não ter incluído uma única mulher.

Aliás, em 1992, apenas dez por cento das finalistas ao Booker Prize tinham sido mulheres.

A residência ou o país de origem não são critérios de elegibilidade para o Women's Prize for Fiction, que celebra a criatividade feminina.

A vencedora recebe um prémio monetário no valor de 30 mil libras (perto de 33 mil euros).

 

12
Mar21

Women's Prize for Fiction. Autora transgénero nas candidatas pela 1.ª vez

Niel Tomodachi

Uma escritora transgénero, Torrey Peters, figura pela primeira vez na lista de candidatas ao Women's Prize for Fiction, ao lado da já premiada escritora escocesa Ali Smith e da comediante britânica Dawn French.

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'longlist' do prémio literário que anualmente distingue ficção escrita por mulheres em todo o mundo foi anunciada pela organização e revela a presença, pela primeira vez entre as finalistas, de uma autora transgénero.

Torrey Peters concorre com "Detransition, Baby", o seu romance de estreia, que segue uma mulher 'trans', Reese, a sua antiga parceira Amy, agora Ames, que fez um processo de destransição, e uma mulher 'cis', Katrina, com quem Ames tem tido um caso, e que está grávida. "Uma comédia moderna de costumes", como o descreveu Elizabeth Day, um dos membros do júri, segundo o jornal The Guardian.

A nomeação de Torrey Peters surge depois de os organizadores terem esclarecido em 2020 que o prémio era aberto a todas as mulheres, sejam elas "mulheres cis [que se identificam com o género de nascença], mulheres transgénero ou qualquer pessoa que seja legalmente definida como mulher ou do sexo feminino".

"É um prémio para as mulheres, e as mulheres 'trans' são mulheres, portanto ...", esclareceu a presidente do júri, a escritora Bernardine Evaristo.

A necessidade deste esclarecimento deveu-se ao facto de Akwaeke Emezi, que se identifica como pessoa não binária, e que foi nomeada para o Women's Prize em 2019, ter afirmado que não iria submeter os seus futuros livros ao prémio, porque os organizadores pediram informações sobre o seu sexo, tal como definido "por lei".

Torrey Peters concorre com autoras já consagradas como Ali Smith, candidata com o último volume da tetralogia sobre as estações, "Summer", e com a comediante tornada romancista Dawn French, e o seu livro "Because of you", que lança um olhar sobre a maternidade.

"Piranesi", primeiro romance de Susanna Clarke desde "Jonathan Strange e Mr. Norrell", também faz parte da lista, assim como "The Golden Rule", de Amanda Craig, que abre com duas mulheres a conspirar para matar os maridos uma da outra.

O tema dos gémeos também está presente na edição deste ano, em que concorrem "The vanishing half", de Brit Bennett, em que uma de duas irmãs idênticas oriundas de uma comunidade negra constrói uma nova identidade como pessoa branca, "Unsettled Ground", de Claire Fuller, que segue um par de gémeos de 51 anos que ainda vivem com a mãe, e "Consent", de Annabel Lyon, em que uma mulher estudiosa põe a sua vida em suspenso quando a sua irmã gémea é ferida num acidente.

Da 'longlist' constam outros cinco romances de estreia: a autora irlandesa Naoise Dolan, com "Exciting Times", no qual uma jovem irlandesa vai para Hong Kong e se apaixona por um homem e uma mulher, Avni Doshi, com "Burnt Sugar", livro que foi finalista do Prémio Booker 2020, Patricia Lockwood, com "No One Is Talking About This", sobre o cruzamento entre as vidas real e 'online' de uma mulher, Raven Leilani, com "Luster", sobre a relação de uma mulher negra de 23 anos com um homem branco de meia-idade casado, e Cherie Jones, com "How the One-Armed Sister Sweeps Her House", um conto de homicídio, abuso e violência, em Barbados.

Os três candidatos que completam a lista de finalistas são "Small Pleasures", de Clare Chambers, sobre uma jornalista que cobre a história de um aparente nascimento virgem na década de 1950, "Transcendent Kingdom", de Yaa Gyasi, que segue uma mulher que conhece a sua história familiar depois de a dependência de opiáceos destruir a vida do seu irmão, e "Nothing But Blue Sky", de Kathleen McMahon, no qual um homem reflete sobre os seus 20 anos de casamento, após a morte súbita da mulher.

A organização do prémio destaca que a lista deste ano homenageia uma gama de géneros e temas que vão da família à maternidade, passando pela pobreza rural e isolamento, a dependência, a identidade e pertença, raça e classe, dor e felicidade, velhice e vida posterior.

Os romances abrangem também uma série de cenários globais diferentes, do Sul de Londres ao Sul profundo, Gana, Hong Kong, Barbados, Brooklyn e um reino de fantasia.

Seis dos finalistas são de autoras britânicas, cinco são norte-americanas, duas são irlandeses, uma canadiana, outra barbadiana e uma ganense-americana.

"Lemos tantos romances brilhantes para o prémio deste ano e tivemos uma sessão de julgamento enérgica onde discutimos as nossas paixões, opiniões e preferências. Infelizmente, tivemos de deixar ir alguns livros muito meritórios, mas estamos confiantes de que escolhemos dezasseis romances de destaque que representam uma gama verdadeiramente vasta e variada de ficção feminina que reflete múltiplas perspetivas, estilos narrativos e preocupações", disse Bernardine Evaristo.

A presidente do júri, autora de "Rapariga, Mulher, Outra", com que ganhou o prémio Booker, acrescentou: "Estes romances fascinaram, comoveram, inspiraram e desafiaram-nos".

Do painel de jurados fazem ainda parte a escritora e jornalista Elizabeth Day, a apresentadora de televisão e rádio Vick Hope, a colunista Nesrine Malik e a apresentadora Sarah-Jane Mee.

No ano passado, o prémio foi atribuído ao romance "Hamnet", da irlandesa Maggie O'Farrell.

A lista de finalistas deste prémio, composta por seis obras, será conhecida no dia 28 de abril, e a vencedora será anunciada a 7 de julho.

Dirigido pela romancista Kate Mosse, o Women's Prize for Fiction tem por objetivo reconhecer a ficção escrita por mulheres em todo o mundo.

Criado em 1992, em Londres, capital britânica, por um grupo de homens e mulheres jornalistas, críticos, agentes, editores, bibliotecários e livreiros, o prémio foi uma resposta ao facto de, no ano anterior, a lista de finalistas do prestigiado prémio literário Booker não ter incluído uma única mulher.

Aliás, em 1992, apenas dez por cento das finalistas ao Booker Prize tinham sido mulheres.

A residência ou o país de origem não são critérios de elegibilidade para o Women's Prize for Fiction, que celebra a criatividade feminina.

A vencedora recebe um prémio monetário no valor de 30 mil libras (perto de 33 mil euros).

 

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