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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

23
Jan22

ONG vai enviar 10 mil estojos escolares para a Guiné-Bissau

Niel Tomodachi

Cerca de dez mil estojos escolares seguem quarta-feira de barco para a Guiné-Bissau para serem entregues aos alunos de Catió apoiados pela Organização Não Governamental (ONG) Rota dos Povos, disse hoje à Lusa David Freitas, voluntário daquela organização.

ONG vai enviar 10 mil estojos escolares para a Guiné-Bissau

"A ideia surgiu como forma de aproveitar oportunidades, neste caso trabalhando a área da sustentabilidade ambiental, desafiando os alunos das escolas portuguesas a fazer à mão 10 mil estojos para oferecer aos alunos de Catió", explicou.

"Depressa" o projeto recebeu mais "boas vontades", aproveitando-se, inclusive, "quem estava em casa por causa da covid-19", revelou a também voluntária Carolina Lopes, num armazém a viver horas e grande azáfama para carregar o contentor em cima do camião, lá fora, no parque de estacionamento.

"Percebemos que havia pessoas na comunidade dispostas a ajudar e houve quem fizesse milhares", continuou, indicando, ao seu lado, uma delas, Teresa Gonçalves.

À Lusa, a sénior explicou que quando estava em quarentena foi "desafiada por uma amiga e como estava em casa, sem ter que fazer" decidiu ajudar, fazendo "50 de cada vez". "Foi desde março de 2021 e se houver mais cá estamos para ajudar", acrescentou.

Segundo David Freitas, do "kit do estojo feito com materiais sustentáveis faz parte uma caneta, um lápis, uma borracha e um caderno".

"Este ano queremos entregar diretamente às crianças, oferecer-lhes algo que é para ficar na sua posse e não para ser partilhado pela escola", completou Carolina antes de mencionar que o projeto conseguiu "patrocínio para fechos, botões e etiquetas", um detalhe importante para os promotores que quiseram, assim, "potenciar o sentimento de pertença aos alunos que os vão receber nele escrevendo o seu nome".

Muitos deles feitos de "tecido reaproveitado seja de particulares ou de empresas, a maior parte dos estojos chegou das 30 escolas de Viana do Castelo, Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos e cujos alunos ajudaram na conceção", referiu.

Susana Antunes é uma das responsáveis da ONG que há 20 anos começou por ser "uma associação, também, para passeios de mota" e que, na última década, fruto de se ter dedicado "a fins humanitários", acabou por centrar a sua "atividade na ajuda exclusiva à população de Catió, no sul da Guiné-Bissau", descreveu o local para onde se destina a carga.

"É o sítio onde o mundo acaba, uma das zonas mais desfavorecidas da Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo, onde falta tudo", disse.

Susana Antunes elencou sobre a atividade desenvolvida em Catió na última década, a "capacitação de professores locais e o equipar de escolas, que na maioria são comunitárias e construídas pelos pais das crianças", potenciando ainda a capacidade para "converter material substituído nas escolas portuguesas em ajuda para quem mais precisa".

"Tudo somado, foram 210 salas de aula em 49 escolas que conseguimos equipar", disse enquanto apontava para um canto do espaço que detêm em Santa Cruz do Bispo onde se acumulam mais cadeiras e outro material.

Pelo meio, acrescentou a responsável, foram também feitas cinco bibliotecas, apoiaram o hospital e criaram um orfanato.

Voltando à carga prestes a seguir viagem a partir do porto de Matosinhos, a responsável disse ser "o 27.º contentor de 40 pés enviado para a Guiné-Bissau na última década", num investimento de tempo e de recursos, agravada pelo peso da covid-19 no comércio naval e "que fez o preço dos contentores subir quatro ou cinco vezes".

"Foi muito difícil conseguir este contentor, porque não foi possível obter o desconto por sermos organização humanitária e vai ficar muito caro, pois ao transporte acrescenta-se o desalfandegar e levar até ao destino", explicou Susana Antunes, também ela com viagem marcada para aquele país, para "supervisionar e acompanhar a entrega dos estojos aos 10 mil alunos" que apoiam em Catió.

 

05
Dez21

Voluntariado cresceu 30% em Portugal este ano

Niel Tomodachi

Há cerca de 8.500 pessoas inscritas nas plataformas geridas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social. 71% dos voluntários são mulheres.

Covid-19: Voluntariado cresceu 30% em Portugal este ano

O voluntariado cresceu em Portugal cerca de 30% em 2021, apesar da pandemia de covid-19, sendo 71% dos voluntários mulheres, de acordo com os dados divulgados este domingo, data em que se assinala o dia internacional.

Em comunicado, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social avança que, este ano, a "sociedade civil deu continuidade à participação que marcou o ano de 2020, mostrando a sua disponibilidade para participar e dar resposta às necessidades e desafios identificados nos diferentes territórios".

De acordo com a nota, divulgada no Dia Internacional do Voluntariado, o número de voluntários inscritos nas plataformas geridas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) registou um crescimento de mais de 26,6% ao longo de 2021, fixando-se agora em praticamente 8.500 pessoas inscritas.

Dos registos nas plataformas de voluntariado, 27% são pessoas entre os 15 e os 24 anos, seguidos dos 25-34, com 25%, sendo o sexo feminino aquele com mais disponibilidade para participar em ações: 71%.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é aquela que detém maior número de voluntários (46,7%) e foi a que mais cresceu face a 2020 (mais 27%). Segue-se depois a região Norte, com 23% de pessoas inscritas, mais 17% face ao período homólogo.

Segundo os dados, 38% dos inscritos são trabalhadores e 24% estudantes, 43% disponibiliza-se para fazer voluntariado quatro ou mais horas por semana.

A ação social, cívica e cooperação para o desenvolvimento são as atividades mais procuradas por aqueles que fazem voluntariado.

A Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) criou ferramentas para identificar as iniciativas de voluntariado de Norte a Sul do país, com o mapeamento das ações de solidariedade, movimentos e plataformas, criadas para dar resposta a situações e pessoas com necessidades de apoio.

Em 2021 celebra-se os 10 anos do Ano Europeu do Voluntariado (EYV) onde foi criada a PAVE - a Agenda Política do Voluntariado na Europa, que estabeleceu recomendações para um quadro político europeu mais eficiente e ativo no apoio e promoção do voluntariado.

Dez anos depois, pretende-se estabelecer as bases para a construção de um Plano para o Voluntariado Europeu 2030: o Blueprint for European Volunteering 2030, segundo pode ler-se na nota.

 

29
Out21

INSCRIÇÃO COMO VOLUNTÁRIO PONTUAL - PEDITÓRIO DE 2021

Jogue em equipa com o melhor do mundo

Niel Tomodachi

Peditório nacional: de 29 de outubro (6ªfeira) a 1 de novembro (2ª feira)

Desenvolvido anualmente e em contexto de voluntariado, o peditório de rua da Liga Portuguesa Contra o Cancro representa, não só, a principal fonte de financiamento da Instituição na sua relação com a comunidade, mas sobretudo o garante da sustentabilidade das atividades que promove no âmbito dos seus 4 eixos de missão: o apoio ao doente oncológico e cuidadores, a promoção da saúde, a prevenção do cancro e o estímulo à formação e investigação em oncologia.

Mais uma vez, este peditório nacional é apadrinhado por Cristiano Ronaldo, que apela ao voluntariado pontual no Peditório, convidando-o a juntar-se a esta causa, com o objetivo de fazer da luta contra o cancro um exemplo nacional de entreajuda e de solidariedade.
 
A participação pode ser feita à medida da sua disponibilidade, podendo ocorrer durante os 4 dias ou apenas num período de algumas horas.

Após a submissão do formulário, a sua candidatura será remetida para o Núcleo Regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro do local onde pretende desenvolver o peditório, o qual entrará em contacto oportunamente a fim de lhe prestar as informações necessárias.
 
Os doentes oncológicos continuam a precisar de nós. Ajude-nos a ajudar. Inscreva-se como voluntário do Peditório da Liga e “jogue em equipa com o melhor do mundo”.

Porque o nosso apoio cresce na medida da esperança que nos atribui, desde já, o nosso muito obrigado!

 

https://www.ligacontracancro.pt/

 

02
Ago21

Camp In: mais de 350 voluntários vão recuperar casas durante o verão

Niel Tomodachi

Este projeto da associação Just a Change pretende reabilitar mais de meia centena de espaços em pobreza habitacional.

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A associação Just a Change, que se dedica a reabilitar casas em situações precárias, volta a unir esforços para dar uma nova vida a vários lares em Portugal. Todos os anos, centenas de voluntários arregaçam as mangas e transformam espaços para outras pessoas terem melhores condições habitacionais. Na verdade, desde 2010 já reabilitaram mais de 220 casas e 65 instituições, com impacto em mais de 4700 pessoas, em diferentes recantos do País.

Segundo dados desta organização, mais de 60 mil portugueses vivem sem água canalizada nem saneamento e mais de 30 mil não têm eletricidade em casa. Por isso, é que o projeto Camp In vai embarcar na sua sétima edição e criar onze campos de verão, entre julho e agosto, para recuperar mais de cinquenta casas particulares, onde habitam cerca de cem pessoas no total.

As inscrições abriram em maio e como se candidataram centenas de jovens, rapidamente ficaram completas. Esta iniciativa vai ter lugar em vários concelhos de Portugal, contando não só com a ajuda de voluntários, mas também com o apoio de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, de empresas de construção e fornecedores locais, de empresas parceiras e das várias comunidades de cada região.

Os onze campos de verão deste ano vão ocorrer nas seguintes datas e locais: Óbidos, de 4 a 18 de julho; Sever de Vouga, 4 a 18 de julho; Faro, 11 a 25 de julho; Loulé, 11 a 25 de julho; Sever do Vouga (segundo projeto), 25 de julho a 8 de agosto; Alandroal, 25 de julho a 8 de agosto; Portimão, 1 a 15 de agosto; Lagoa, 1 a 15 de agosto; Vila Pouca de Aguiar, 15 a 29 de agosto; Tondela, 15 a 29 de agosto; e Torres Vedras, 12 a 26 de setembro.

O processo de recuperação e reabilitação passa essencialmente pela construção de telhados integrais, casas-de-banho de raiz e instalação de sistemas de água quente. Além da melhoria das condições habitacionais, as obras vão passar ainda pela instalação de painéis fotovoltaicos, não só para uma maior eficiência energética, como para garantir conforto aos habitantes. 

De acordo com a associação, mobilizar jovens como voluntários traz um novo alento a zonas do país com uma população predominantemente idosa e assegura uma enorme preocupação e fortes laços de amizade com quem estão a ajudar. Também o apoio da comunidade envolvente facilita a utilização de recursos locais e potencia uma maior ligação e proximidade. 

Algo inovador deste projeto é a integração da pessoa e/ou da família no processo de recuperação da habitação. Este envolvimento traz consigo esperança e alegria, já que segundo a organização: “reabilitar uma casa é uma oportunidade para a reconstrução de uma vida”.

 

22
Jul21

Sempre quis ser voluntário? Vem aí uma viagem-aventura solidária aos Açores

Niel Tomodachi

O tema é a proteção do património e do ambiente. Acontece no final de setembro e a experiência promete ser inesquecível.

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Se sempre quis experimentar a sensação de ser voluntário — de viajar, não como mero turista mas dando um contributo para as comunidades locais, integrando-se, ajudando no que é preciso — esta pode ser a sua oportunidade. Até porque esta aventura não o leva a locais remotos do planeta que pode, ao início, ter hesitação em explorar; mas sim ao arquipélago dos Açores.

A AMI vai ter mais uma aventura solidária este ano e, por causa da pandemia, é mais perto de casa do que o costume. A Aventura Solidária é um projeto da associação que permite a colaboração direta dos participantes na vida das comunidades locais. É uma oportunidade para apoiar financeiramente uma causa ou um projeto e trabalhar diretamente nas soluções para os problemas identificados, tal como explica a AMI à NiT.

Devido à pandemia, os programas da missão Aventura Solidária no Senegal, Guiné-Bissau e Brasil, estão suspensos desde março de 2020. Porém, o dinamismo do projeto mantém-se e a associação decidiu assim criar uma nova iniciativa com enfoque no património nacional e na proteção do ambiente.

O programa Biodiversidade Açores tem como objetivo financiar e promover a participação em projetos ambientais na ilha de São Miguel, em parceria com associações locais, ajudando ao mesmo tempo a revitalizar a economia local.

A data da viagem é entre 26 de setembro e 2 de outubro 2021 e atenção que as vagas são limitadas. O programa inclui a estadia de uma semana em São Miguel, em pensão completa; o seguro de acidentes pessoais e de assistência em viagem; atividades de voluntariado e visitas na região; o acompanhamento de especialistas em missão AMI e o donativo ao projeto. Não inclui os bilhetes de avião e bebidas extra. 

Quanto ao custo, explica a AMI, tratando-se de um projeto desenvolvido em conjunto com Organizações Não Governamentais parceiras que realizam o seu trabalho junto de comunidades desfavorecidas, torna-se necessário um apoio/donativo para a sua concretização.

O valor da Aventura Solidária aos Açores é de 900£, dos quais 150€ representam o donativo que será aplicado ao projeto a apoiar. Desta forma, o Aventureiro cofinancia um projeto específico, tendo depois a oportunidade de o conhecer pessoalmente.

O valor referente ao financiamento (ao qual corresponderá a emissão de recibo de donativo dedutível nos impostos, majorado em 40 por cento) destina-se à realização do projeto local, no qual os Aventureiros vão participar.

Todas as informações bem como o pedido de inscrição podem ser feitos online.

 

20
Jan21

"Arriscar - O Poder do Voluntariado"

Niel Tomodachi

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"Arriscar - O Poder do Voluntariado" é o primeiro livro de Luís Lobo, o jovem fundador da Associação Arriscar.

Na realidade o livro divide-se em dois. No primeiro, o escritor, através das suas experiências de voluntariado, apresenta dicas e sugestões para se ser um melhor voluntário e uma pessoa mais consciente. No segundo, oferece ao leitor um diário em branco para este ir preenchendo durante as suas experiências e aventuras.

O livro relata todos os passos anteriores à sua partida para Cabo Verde em 2017, algumas aventuras durante a estadia na ilha da Boa Vista e os frutos da experiência internacional, desde a fundação da Associação Arriscar e a integração em vários projetos de voluntariado nacional.

Refira-se, também, que o livro conta com o prefácio de Mariana Monteiro, a atriz que ficou conhecida na série juvenil “Morangos com Açúcar” e que também integrou, em 2017, um projeto de voluntariado internacional, em Moçambique.

O autor refere ainda que “o livro aparece numa altura em que existe um maior fluxo de voluntariado, principalmente internacional, superior à formação oferecida aos voluntários”, acrescentando ainda que, “é um excelente livro para as férias de verão e ótimo para oferecer a amigos e familiares aventureiros”.

Parte do valor do livro reverte a favor de 3 associações: a Associação de Voluntariado Arriscar, a Associação "Para Onde?" e a Associação "O Meu Lugar no Mundo".

 

Comprar

 

13
Mai20

“Vizinho Amigo” está a chamar voluntários para se juntarem à equipa

Niel Tomodachi

A iniciativa lançou um vídeo para apelar à solidariedade dos jovens e para ajudar quem mais precisa.

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O “Vizinho Amigo” nasceu do trabalho de 15 jovens universitários que, unidos pela vontade de ajudar quem mais precisa, criaram um projeto que vai entregar comida e bens essenciais aos grupos de risco e aos que estão mais vulneráveis à Covid-19.

O projeto, já conta com voluntários espalhados por todo o País, lançou um novo vídeo para apelar a que cada vez mais jovens se juntem aos mais de seis mil voluntários que já se encontram inscritos. É através da voz de Eduardo Rêgo — dos documentários do programa BBC Vida Selvagem — que é lançado o desafio de juntar-se à equipa que, para além de alimentos, faz chegar medicamentos e produtos aos grupos de risco, perto das sua área de residência.

Pedro Barroso é o embaixador do “Vizinho Amigo” que, para além de contar com 15 parcerias diretas com algumas Juntas de Freguesia do País, presta apoio a mais de mil pessoas e está presente, não só em Portugal, como no Brasil, no Chile e na América do Sul.

As inscrições para o projeto são feitas através do formulário, que está disponibilizado nas páginas oficiais de Instagram e Facebook do projeto que, além do apoio de Pedro Barroso, conta com mais dois embaixadores: Ricardo Araújo Pereira e João Jonas.

 

07
Abr20

O projeto que junta voluntários a instituições de idosos que precisam de ajuda

Niel Tomodachi

O COmVIDas quer organizar uma rede de entreajuda para apoiar quem mais precisa — e o projeto cria essa rede de contactos.

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O caos que a pandemia do novo coronavírus está a lançar no País tem vindo a ser controlado com a incrível capacidade de entreajuda da população portuguesa. Durante este período já nasceram vários projetos de apoio a grupos de risco, que juntam voluntários no combate e prevenção da Covid-19.

COmVIDas é um deles. A iniciativa pretende unir instituições de idosos que precisam de apoio a todas as pessoas que queiram e possam ajudar. No fundo, o objetivo é criar uma rede de voluntários capazes de ajudar, de forma segura e responsável, as instituições de apoio aos idosos de todo o País, para lhes garantir a melhor qualidade de vida neste momento de emergência nacional.

O projeto, criado por um grupo de estudantes universitários e profissionais, vai servir de intermediário entre quem quer ajudar e quem precisa desse auxilio. Isto significa que serão sinalizadas as instituições de apoio aos idosos com maiores necessidades e, perante isso, criadas equipas de voluntários. Seja voluntário ou responsável por uma destas instituições, o primeiro passo para garantir esta entreajuda é inscrever-se através do site do COmVIDas. 

Os responsáveis pela área de voluntariado gerem todas as candidaturas recebidas e as suas informações essenciais (condições de saúde, disponibilidade, área de formação, entre outras). Depois, selecionam e montam, de forma rigorosa, equipas de voluntários capazes de ajudar as instituições.

Apesar de ser necessária ajuda não especializada, é dada prioridade a voluntários que sejam estudantes ou profissionais de medicina, enfermagem ou outras áreas de cuidados de saúde.

Há ainda uma equipa do COmVIDas a gerir as candidaturas de instituições que precisam de apoio voluntário. O objetivo é coordenar com cada uma das instituições um plano de ação e um protocolo específico de atuação, para que se consiga responder às maiores necessidades – seja de recursos humanos, material de proteção, formação na área da psicologia ou de segurança na saúde.

Através do site do projeto é possível ainda fazer donativos de materiais de proteção (como máscaras, luvas, viseiras, roupa e gel); de apoio financeiro para comprar equipamentos de proteção individual, alimentação e pagar deslocações; ou de casas para que os voluntários possam estar em isolamento durante e após a sua missão. 

“Tudo começou no domingo, dia 29 de março, quando recebemos uma mensagem a pedir ajuda para um lar no interior. Surgiram muitas dúvidas, a necessidade de formação em segurança na saúde e algumas dificuldades logísticas. Por outro lado, apareceram logo muitas pessoas a querer aderir ao pedido de apoio. Em menos de 24 horas, reuniram-se cem voluntários dispostos para arrancar em missão”, explicam os responsáveis em comunicado.

04
Mar20

Associação precisa de voluntários para dar colinho a bebés

Niel Tomodachi

Centro de apoio criou um apelo no Facebook onde pede pessoas com disponibilidade para dar mimo. A resposta foi avassaladora.

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Pegar num bebé, dar-lhe colo e mimo, acalmá-lo e fazê-lo sentir o calor e contacto humano, conversar com ele e garantir que ele ouve a nossa voz: tudo isto são das coisas mais simples e mais importantes que acontecem nos primeiros meses e até anos de vida de uma criança, tal como têm defendido sucessivamente vários especialistas em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, existe mesmo a figura de acarinhadores ou abraçadores de bebés em alguns hospitais e centros de acolhimento: pessoas, normalmente voluntárias, que são treinadas ou recrutadas para falarem com os bebés, segurá-los, falar, cantar, pegar — quando as famílias não o podem fazer, ou não existe família que o faça.

Agora, em Torres Vedras, um pedido de uma associação está-se a tornar absolutamente viral, por ser tão simples e no entanto essencial: o Centro de Acolhimento Temporário Para Crianças em Risco (CAT) Renascer, desta região do distrito de Lisboa, está a precisar de “Voluntários para Colinho”.

O pedido é feito numa partilha de Facebook que teve, em poucos dias, mais de oito mil partilhas e milhares de comentários por parte de pessoas interessadas em ajudar, ou apenas a tirar dúvidas.

Conforme explica na sua publicação, este CAT tem atualmente em sua casa três bebés, com menos de seis meses, “a precisar de muito colinho, estimulação e tempo só para eles”.

Para ser voluntário de colinho só precisa de ter mais de 18 anos; ter disponibilidade duas a três horas por semana, durante o fim de semana ou de segunda a sexta-feira no período da tarde; e finalmente, “ter muitos miminhos para dar”.

Sendo este um trabalho totalmente voluntário, o centro oferece apenas um seguro além, claro, da oportunidade incrível de ajudar bebés da maneira mais recompensadora possível.

O Centro de Acolhimento Temporário Para Crianças em Risco Renascer, em Vale Rosas, diz ser uma resposta social do Centro Comunitário de Torres Vedras, destinado a acolher crianças dos 0 aos 12 anos em situação de perigo.

“São muitas vezes crianças privadas do meio familiar, vítimas de violência, negligência ou maus tratos, provenientes de famílias cuja situação exija apoio transitório que permita a estabilização de vida familiar”, explica-se na sua página.

O CAT Renascer pressupõe o acolhimento temporário até 6 meses podendo, no entanto, prologar-se de acordo com as características de cada criança e a definição do seu projeto de vida, é ainda explicado. No total, o Renascer tem a capacidade para 12 crianças.

Nos milhares de comentários, pessoas de literalmente todo o País elogiam a iniciativa e lamentam apenas não o poderem (ou não saberem como) fazer noutros locais: Coimbra, Guimarães, Porto, Lisboa, Algarve, são apenas algumas das zonas referidas.

Nas respostas à publicação, há também quem se voluntarie para ir propositadamente de Lisboa dar colinho aos bebés, outros pedem instruções para dar roupa ou bens e até para fazer doações através do IRS.

A quem levanta receios sobre a escolha dos voluntários, o CAT esclarece que todo o processo de selecção será feito com todo o cuidado e dentro da legalidade que a situação o exige, sendo a dado ponto necessária, por exemplo, a apresentação de documentos como o registo criminal.

 

Source: https://nit.pt/

31
Jan20

Procura um programa de voluntariado? Que tal dois meses nas Bahamas?

Niel Tomodachi

O desafio parte da plataforma Airbnb e consiste em dois meses de voluntariado num paraíso nas Bahamas. Vão ser cinco os escolhidos. Saiba se cumpre os requisitos.

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Os participantes vão integrar-se em três destinos Andros, Exumas e Eleuthera. Em Andros, onde fica o terceiro maior sistema de recifes do mundo, os participantes vão trabalhar com a fotógrafa subaquática e de viagens, Katie Storr, para criar um programa de restauração de recifes de coral no North Marine Park.

Já em Exuma, vão trabalhar com o mergulhador Andre Musgrove para replicar o ecossistema The Exuma Cays Land e Sea Park noutras águas.

E, em Eleuthera, os participantes aprenderão técnicas de propagação de árvores nativas e criarão uma quinta de chá de arbustos.

A experiência vai decorrer durante os meses de Abril e Maio. O projecto criado pela Airbnb e o Bahamas National Trust, uma Organização Não Governamental local que protege 32 parques nacionais, vai dar a oportunidade a cinco participantes provenientes de qualquer parte do mundo.

O objectivo é apoiar indústrias, como a pesca sustentável, das ilhas e preservar os recursos naturais, como parques nacionais, ao mesmo tempo que se conhecem lugares deslumbrantes e com algumas das águas mais límpidas do planeta.

Os candidatos devem ter mais de 18 anos, um nível bom de inglês, e preencher o formulário de candidatura. Os participantes serão anunciados no dia 25 de Março.

 

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