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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

26
Jul22

O Pai Natal vai ficar mais perto. E nós é que vamos a casa dele

Niel Tomodachi

Quem nunca sonhou com a terra do Pai Natal? Pois vai ficar mais próxima com novas ligações da Air France à Finlândia e à Noruega, a partir de Paris.

A companhia aérea francesa quis que os primeiros destinos do seu programa de inverno fossem de sonho. E o sonho é quente, mas também pode ser frio, como em Kittilä, Tromsø e Rovaniemi.

Os três destinos ficam acima do Círculo Polar Ártico, numa região conhecida como Lapónia, a casa do Pai Natal. Lagos, florestas, montanhas, pesca no gelo, passeios de trenó, sauna ao ar livre e auroras boreais fazem companhia a São Nicolau no marketing da região.

Depois de inaugurar a rota Paris-Charles de Gaulle – Rovaniemi, na Finlândia, em 2021, a Air France alarga a oferta para a Lapónia com duas novas ligações para destinos facilmente alcançáveis a partir de Lisboa ou do Porto via França.

A 10 de dezembro de 2022 é inaugurada a rota para Kittilä, na Finlândia, com voos todas as quintas-feiras a sair de Charles-de-Gaulle às 10h05 e a chegar ao destino às 14h50 locais. No regresso aterra em Paris às 18h30.

No mesmo dia será lançada a rota Paris-Tromsø, na Noruega, com um voo semanal à quinta-feira, com partida de Charles-de-Gaulle às 8h20 (11h50 no local) e chegada de regresso às 16h25.

Para quem quiser ir diretamente ao Pai Natal, a companhia vai reforçar a ligação a Rovaniemi, prometendo até um voo diário durante as férias de Natal e Fim de Ano.

A rota foi inaugurada no ano passado e teve um sucesso que justifica a sua retoma a partir de 27 de novembro, com partida às 10 horas de Charles-de-Gaulle e chegada de regresso às 18.

Para quem preferir o calor, a companhia aérea relança a partir de 22 de outubro um serviço entre Pointe-à-Pitre (Guadalupe) e Montreal (Canadá), com dois voos por semana.

 

01
Jul22

Nesta velha linha férrea do Douro, o caminho faz-se a pé — com paisagens incríveis

Niel Tomodachi

Feita em 1887, ficou sem circulação em 1985. No ano passado estreou-se como percurso pedestre junto à fronteira portuguesa com Espanha.

O último comboio passou por estes carris há 37 anos. A preciosa linha ferroviária, após os seus tempos áureos, ficou ao abandono. Só ocasionalmente era visitada por exploradores mais curiosos. Em 2021, porém, tudo mudou. O caminho de ferro criado para estabelecer a ligação entre Porto e Salamanca voltou a ser explorado. Sem comboios, mas com turistas.

O percurso pela linha construída entre 1883 e 1887 começa do outro lado da fronteira e dá uma nova vida à infraestrutura. O Camino de Hierro, ou Caminho de Ferro em bom português, tem uma extensão de 17 quilómetros que foram reaproveitados pelo Turismo de Salamanca, que conseguiu reanimar a rota. O caminho de ferro original foi, aliás, uma espécie de obra conjunta e cujos impulsionadores, explica a organização, foram o Sindicato dos Bancos do Porto e a Associação de Comerciantes local, com o objetivo de fortalecer a ligação entre a cidade e Salamanca.

“Henry Burnay e Ricardo Pinto da Costa formaram a Companhia do Caminho de Ferro de Salamanca e encarregaram-se da construção da linha e da sua exploração inicial. O afinco que Ricardo Pinto da Costa pôs no impulso deste projeto valeu-lhe a nomeação de Conde de Lumbrales”, revela a empresa espanhola sobre a história do percurso.

Construir a rota não foi uma tarefa fácil, sobretudo por causa do terreno acidentado da região. Consta que chegaram a trabalhar na obra mais de dois mil trabalhadores.

Chamavam-lhe “o caminho de ferro impossível” que só conseguiu ultrapassar os vales e montes do Parque Natural das Arribas do Douro graças a um total de vinte túneis e dez pontes, uma delas com traços da escola de Gustave Eiffel.

O percurso arranca da antiga estação de La Fregeneda e dirige-se rumo à fronteira com Portugal. É nessa localidade que está a receção e o ponto a partir do qual se equipam e se preparam os caminhantes — este não é um trilho como os outros.

O objetivo passa por completar o percurso que começa em La Fuente de San Esteban e termina em Barca d’Alva, já em território português. Dos 17 quilómetros totais de linha, quatro deles são feitos na penumbra dos túneis. O mais longo é logo o primeiro, com 1,5 quilómetros — há ainda um com um formato curioso, o terceiro, em forma de u, que alberga uma das maiores colónias de morcegos da Península Ibérica. O percurso acompanha na sua maioria o rio Águeda, até chegar finalmente ao Douro.

Para o realizarem com sucesso, os exploradores devem carregar consigo um colete refletor, uma lanterna e água. Nos túneis, recomenda-se que caminhem sempre pelo meio da velha linha. Não é um percurso fácil. Estima-se que dure em média cerca de seis horas a percorrer, de La Fregeneda à fronteira com Portugal.

Recuperar a linha foi um processo difícil. Só lhe foi reconhecido o estatuto de Bem de Interesse Cultural em 2000 e foi preciso esperar mais de 20 anos até que fosse encontrado um novo uso. Por essa altura, já a natureza havia tomado conta da infraestrutura que, mais de cem anos antes, tanto custara a construir.

“Era uma selva. Em alguns dos sítios nem se conseguiam ver as vias”, explica ao “El Mundo” Maribel Bartol, técnica da província de Salamanca e uma das impulsionadoras do projeto. Foram necessários três anos para recuperar a linha que, nos primeiros meses, recebeu uma média de 145 visitantes por dia.

Já Javier Harcía Hidalgo, responsável pelo Turismo na região de Salamanca, revela que no primeiro ano, o Camino de Hierro recebeu um total de 27 mil visitantes e, desses, perto de 10 por cento eram portugueses.

O êxito recente contrasta com a lenta degradação a que a ferrovia sofreu nos anos 80. Com o aumento do uso do carro e a construção de novas autoestradas, o recurso ao comboio foi sendo colocado num segundo plano. A exploração das linhas do Douro deixou de ser rentável.

A Renfe decidiu encerrar a operação em 1985. Em Portugal, o troço de 28 quilómetros entre o Pocinho e Barca d’Alva deixou de explorado em 1988. Desde lado da fronteira há, no entanto, planos para a reabertura da linha, num investimento que poderá rondar os 75 milhões de euros.

Entretanto, do lado espanhol, quem quiser pode ir à descoberta das paisagens maravilhosas do Douro através de um caminho único, seguindo os carris. O bilhete tem um preço de oito euros e, no final dos 17 quilómetros, não se preocupe: o regresso é assegurado pelas carrinhas da organização.

 

28
Jun22

Os melhores destinos LGBTI+ na Europa

Niel Tomodachi

Eis uma lista com as dez melhores cidades.

Saiba quais são os melhores destinos LGBTI+ na Europa

Viajar enquanto pessoa parte da comunidade LGBTI+ não precisa de ser uma experiência difícil porque existem muitas cidades europeias que recebem todos de braços abertos. O The Guardian criou uma lista com as dez melhores mesmo a tempo de celebrar o Pride. 

 

Malta

O primeiro destino na lista é Malta, pioneira, na União Europeia, na proibição de terapias de conversão. O The Guardian recomenda duas cidades: Valeta e Rabat. O Monaliza Lounge, um drag bar e o Number 11, um boutique hotel só para adultos, são algumas das sugestões. Por lá o Pride celebra-se durante uma semana entre 7 e 17 de setembro.  

 

Irlanda

A seguir vem a Irlanda que, em 2015, se tornou no primeiro país a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo através de referendo nacional. Segundo o meio de comunicação é em Dublin que o espírito de inclusão se sente mais. Por lá, o Pride celebra-se até ao fim do mês, mas o artigo menciona outras coisas como a Gutter Bookshop, cujo nome remete para uma citação de Oscar Wilde e a Farrier & Draper, onde se organiza, todas as semanas uma 'big gay disco'. 

 

Dinamarca

A terceira posição é ocupada pela Dinamarca, mais concretamente Copenhaga, que é chamada, pelos locais, 'o bairro LGBTQ+ da Escandinávia'. O The Guardian sugere um brunch no Oscar bar and cafe, antes de uma cerveja num dos bares gay mais antigos da Europa, o  Centralhjornet. O Pride acontece em agosto (15 a 21) e o MIX Copenhagen LGBTQ Film Festival, vai de 21 a 30 de outubro. 

 

Edinburgo

Edinburgo é, segundo o autor do artigo, uma escolha clássica e segura para pessoas LGBTQ+. Glasgow é a cidade a visitar graças aos seus "bairros diversos". Pode sentar-se e beber uma cerveja no bar gay mais antigo da cidade, o The Waterloo, ou divertir-se no Underground, que tem noites de karaoke e de atuações de drag.

 

Itália 

Apesar de Itália não ser um dos países mais progressivos da Europa, o autor abriu uma exceção para Milão, onde se encontram muitos casais do mesmo sexo. Em Porta Venezia encontra diferentes negócios 'queer' como o restaurante Leccomilano, o Bar Basso e cafe-bar Blanco. O Pride acaba dia 2 de julho com uma parada gay. 

 

Reino Unido

Em Birmingham, o Pride festeja-se nos dias 24 e 25 de setembro, antes disso são muitos os eventos na agenda para um verão LGBTQ+. A cidade inglesa conta com uma 'Gay Village', em Hurst Street com muitos bares e cafés. O restaurante Topokki ou o bar lésbico The Fox são algumas sugestões. 

 

Grécia

As ilhas do Mediterrâneo são, segundo o The Guardian, uma espécie de 'lugar seguro' para os viajantes LGBTQ+. Mykonos acolhe, anualmente, um festival de dança gay, chamado XLSIOR, que este ano acontece entre 17 e 24 de agosto. Alguns dos hotspots da ilha são o restaurante Jackie O, os bares Porta ou Kastro’s e o hotel Super Paradise. 

 

Finlândia 

A Finlândia é a terra natal de um conhecido 'herói gay': o Tom of Finland. O artista revolucionou o país, durante a década de 70, quando a homossexualidade era ilegal. O The Guardian aconselha uma ida a Helsínquia onde o Pride se festeja entre 27 de junho e 3 de julho. Descubra sítios como o Street Pride ou o Kvääristö, um local pensado para mulheres 'queer', transgénero ou pessoas não-binárias.

 

Bélgica 

É um dos países que mais protege as pessoas LGBTQ+ e, por isso, merece lugar nesta lista. Apesar de Bruxelas ser a 'capital queer', o The Guardian recomenda uma visita à Antuérpia, uma cidade muito inclusiva. O roteiro de paragens obrigatórias passa pela única livraria LGBTQ+ da região, a Kartonnen Dozen e o club de fetiches The Boots. As celebrações do Pride estão marcadas para os dias entre 10 e 15 de agosto. 

 

Espanha

A capital de Espanha é a cidade do país é a que melhor recebe pessoas LGBTQ+. Em Madrid o orgulho gay é comemorado entre 1 e 10 de julho e é o segundo maior do mundo, ficando apenas atrás de São Francisco, nos Estados Unidos. O Chueca, é o bairro gay de Madrid. Lá pode assistir a espetáculos de drag no LL Bar e comer no Mercado San Antón.

 

28
Jun22

O país que proibiu nadar e mergulhar para proteger um tesouro

Niel Tomodachi

A ilha de Hon Mun, no Vietname, é conhecida pelas suas praias paradisíacas, frequentadas por milhares de turistas. A partir de agora, é expressamente proibido nadar e mergulhar naquelas águas.

A razão é simples. O Governo vietnamita pretende proteger o já de si muito danificado recife de coral lá existente, o que para muito contribuiu a grande procura por parte de mergulhadores.

“Queremos avaliar as condições da área sensível do recife para que possa ser levado a cabo um plano adequado a fim de decretar a área de conservação do mar”, explicaram as autoridades locais.

Cerca de 60% do mar costeiro em Hon Mun estava coberto por corais vivos em 2020. Descobertas recentes mostraram que o valor diminuiu para menos de 50%.

A pesca ilegal, dragagens e construções de parques industriais foram também fatores que contribuíram para o drama ambiental.

Com mais 3200 quilómetros de costa, o Vietname tem tomado medidas alargadas de proteção ambiental, mesmo que choquem com a não escondida busca por receitas turísticas.

Os recifes de coral em todo o Sudeste Asiático foram fortemente atingidos pelo aquecimento global.

A sua degradação, diz a comunidade científica, pode ter efeitos devastadores ambientais e económicos.

O Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas alertou que 4,5 milhões de pessoas na Ásia e na região do Oceano Índico podem ser afetadas por recifes danificados.

 

28
Jun22

O antigo caminho de ferro que é dos trilhos pedestres mais espetaculares da Europa

Niel Tomodachi

O percurso de 17 quilómetros começa na antiga estação de La Fregeneda, em Salamanca, e termina na fronteira com Portugal.

Inaugurada em 1887, há mais de 100 anos, a linha férrea unia a cidade de Fregeneda, em Espanha, e Barca d’Alva, em pleno Parque Natural das Arribas do Douro. Desativada em 1985 devido à elevada degradação das pontes e túneis, esta ligação chegou a ser considerada uma das grandes obras da engenharia ferroviária da Península Ibérica. E desde 2021 que um dos troços pode ser percorrido através de um extraordinário trilho pedestre.

O percurso chama-se Camino de Hierro (Caminho de Ferro), também conhecido como Rota dos Túneis e estende-se ao longo dos últimos 17 quilómetros da antiga linha férrea. É um verdadeiro desafio para quem tem medo de alturas. Atravessa 20 túneis, dez pontes metálicas e grande parte do caminho segue pelo vale do Rio Águeda, onde poderá avistar ravinas e rochedos. Um dos túneis — possivelmente o mais desafiante — tem 1.540 metros de extensão.

A Rota dos Túneis tem início na paragem de Valdenoguera, na antiga estação de La Fregeneda e termina no cais fluvial de Vega Terrón, na fronteira com Portugal. Ao longo do percurso, não faltam paisagens panorâmicas e as falésias íngremes do Parque Natural das Arribas do Douro.

O trilho pode ser feito na sua totalidade, com uma duração prevista de seis horas, mas também é possível fazer um trajeto mais curto, percorrendo apenas oito quilómetros até ao terceiro túnel, que deverá demorar cerca de três horas e meia. 

Para percorrer este icónico trilho pedestre, terá que reservar um bilhete online com antecedência, dado o limite diário de entradas. Os bilhetes custam 8€ e incluem seguro para os aventureiros, que têm assistência médica ao longo do percurso, e uma lanterna para percorrer os túneis escuros.

A viagem de autocarro que leva os visitantes ao ponto de partida também está incluída no bilhete. Os autocarros partem do cais fluvial Vega Terrón, mesmo ao lado da ponte que liga Espanha a Portugal.

Por estar inserido no Parque Natural das Arribas do Douro, os horários de acesso ao trilho podem ser restritos e variam de acordo com a época do ano. Isto porque um dos túneis da rota também é casa de uma das maiores colónias de morcegos da Península Ibérica e não podem serem incomodados pelos caminhantes na época da reprodução, que decorre entre maio e agosto. Se o túnel estiver aberto ao público, há duas coisas que são estritamente proibidas: fazer barulho e apontar a lanterna ou qualquer outra luz aos morcegos.

Devido às altas temperaturas registadas durante os meses de verão nesta região, o percurso não é muito recomendado durante a época alta por ter uma enorme exposição solar.

 

Como lá chegar

Por estar relativamente perto da fronteira — a pouco mais de 100 quilómetros — uma das melhores opções é ir de carro até à antiga estação de La Fregeneda. Ao chegar ao destino, tem estacionamento disponível e gratuito. A viagem dura cerca de uma hora. 

Se não quiser levar o carro, outra alternativa é apanhar um avião até Madrid, que é o aeroporto mais perto, e apanhar um comboio até Salamanca. Encontra bilhetes de ida a partir de 15€, com partida de Lisboa e Porto.

Já no aeroporto, pode apanhar um comboio até Salamanca, numa viagem que dura quase três horas e custa 18€. Depois só precisa de apanhar um autocarro que pára mesmo em frente da antiga estação. A viagem custa 8€ e dura uma hora e meia.

 

23
Jun22

A floresta que inspirou o filme “O Meu Vizinho Totoro” pode ser transformada numa reserva natural

Niel Tomodachi

A cidade japonesa de Tokorozawa lançou uma campanha de crowdfunding para preservar a área onde existem cerca de 7 mil árvores.

Poucos filmes de animação são tão adorados por públicos de diferentes idades como “O Meu Vizinho Totoro”. Lançado em 1988 pelo Studio Ghiblio filme de animação japonês conta a história de duas irmãs que se mudam para o campo para ficar mais perto do hospital onde a mãe está internada. É lá que conhecem os Totoros, criaturas místicas e alegres que só podem ser vistas por miúdos e que proporcionaram aventuras mágicas às duas irmãs.

Apesar de toda a fantasia presente no filme, escrito e dirigido por Hayao Miyazaki, certos pormenores do mundo mágico de “O Meu Vizinho Totoro” foram inspirados em locais verdadeiros. É o caso da floresta de Kaminoyama, na cidade de Tokorozawa, localizada nos arredores de Tóquio, no Japão.

Para preservar esta área, a cidade japonesa lançou uma campanha de crowdfunding para ajudar a comprar um terreno de 3,5 hectares para criar a “Floresta do Totoro”, ao custo de cerca de 18 milhões de euros. 

“Esta área é um dos lugares que o diretor Miyazaki usou como inspiração”, disse um porta-voz da cidade à agência France Press. O objetivo é transformar a icónica floresta, onde existem cerca de sete mil árvores, numa reserva natural.

A cidade de Tokorozawa está a pedir uma contribuição de cerca de 176 euros para a reserva. Como recompensa e agradecimento, os doadores recebem placas criadas pelo estúdio de animação que criou o filme. De acordo com a agência noticiosa, as doações vão cobrir apenas uma parte dos fundos necessários para comprar o terreno.

 

15
Jun22

Avião da Lufthansa veste-se com as cores do arco-íris para celebrar o Mês do Orgulho

Niel Tomodachi

O “Lovehansa” vai sobrevoar os céus da Europa durante os próximos meses com os tons da bandeira LGBTQIA+.

Em junho comemora-se a luta pelos direitos civis e contra a discriminação para com os membros da comunidade LGBTQIA+, sendo também conhecido como o Mês do Orgulho (ou Pride Month). A companhia aérea Lufthansa não quis deixar de assinalar a efeméride e vestiu uma das suas aeronaves a rigor. Durante os próximos seis meses, um dos aviões da companhia aérea vai sobrevoar os céus com um novo nome e novas cores.

O Airbus A320neo com o registo D-AINY deixou cair a marca Lufthansa e passou a intitular-se de “Lovehansa”, como forma de celebrar este Mês do Orgulho. As letras da palavra “love” (amor) destacam-se por terem as cores do arco-íris, que simboliza a bandeira do Orgulho LGBTQIA +.

Para partilhar o amor com todos os viajantes, também existem corações com as várias cores da bandeira sobre as asas do avião. O interior é igualmente colorido, com as filas dos assentos divididas por cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e roxo. 

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“A Lufthansa é uma companhia que representa abertura, diversidade e compreensão. Com a pintura especial ‘Lovehansa’, a empresa está a enviar um sinal claro e a torná-lo parte importante da sua cultura corporativa, de forma proeminente e visível para o mundo exterior”, explicam em comunicado. 

O primeiro avião com as cores do arco-íris levantou voo no dia 10 de junho, em direção a Billung, na Dinamarca. No entanto, não será a sua última viagem. O “Lovehansa” vai manter-se colorido durante os próximos seis meses, durante os quais fará diversos voos da companhia aérea.

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04
Jun22

Vasco M3: o tradutor de voz eletrónico que vai salvar todos os viajantes

Niel Tomodachi

Há mais de 70 idiomas disponíveis, desde o mandarim ao norueguês, e tem Internet gratuita e ilimitada. Já pode comunicar com 90 por cento da população mundial.

As barreiras linguísticas podem ser um enorme desafio para quem viaja para outros países, principalmente quando o inglês não é a língua oficial. Para salvar qualquer viajante que queira conhecer o mundo, a Vasco Electronics, uma empresa de origem polaca que abriu recentemente um escritório em Braga, desenvolveu um gadget que vai querer levar em todas as viagens. 

Chama-se Tradutor Vasco M3 e, apesar de não ser uma pessoal real, é a melhor companhia que alguém poderia ter. Com mais de 70 idiomas e Internet gratuita e interminável ‒ que é necessária para a tradução ‒, este mecanismo permite comunicar com 90 por cento da população mundial, nos locais mais exóticos e distantes do mundo. 

“Compacto e ergonómico, o revolucionário tradutor de voz Vasco M2 cabe no bolso dos viajantes mais informais”, dizem os autores. O aparelho tem um cartão SIM integrado, que permite ter Internet gratuita em quase 200 países.

O funcionamento é bastante simples. Assim que se liga o dispositivo, só precisa de escolher duas línguas e a tradução é feita instantaneamente, “mesmo nas regiões mais remotas do planeta”. O Vasco M3 tem dez motores de tradução diferentes e conta ainda com uma precisão de 96 por cento.

“Desde o indonésio ao mandarim, passando pelo grego ou pelo norueguês, os idiomas são rigorosamente reproduzidos por uma voz nativa, e a tradução atende a regionalismos e expressões idiomáticas”, acrescenta a Vasco Electronics.

O dispositivo foi pensado para todas as idades, até mesmo para os utilizadores mais velhos que não estão habituados às novas tecnologias. Só tem dois botões centrais para traduzir e outros dois botões laterais para ligar, desligar, bloquear e desbloquear. 

O tradutor Vasco M3 custa 269€. Está à venda nas lojas da iServices e no site da Vasco Eletronics.

 

20
Mai22

Esqueça os hotéis. Pode dormir neste moinho de vento por apenas 54€

Niel Tomodachi

O Casal do Moinho foge aos padrões tradicionais de alojamento. Tem sido um sucesso entre os casais no AirBnB.

Já lá vai o tempo em que os moinhos serviam apenas para transformar a energia eólica noutro tipo de energia. Agora, também são utilizados como alojamento e procurados por casais que querem fazer uma escapadinha romântica no meio da natureza. 

No AirBnB há inúmeros alojamentos insólitos que nos dão vontade de sair da zona de conforto e de fugir aos hotéis tradicionais, sobretudo agora com a nova atualização do site. E por que não passar uma noite dentro de um moinho?

A 40 minutos de Lisboa, há um espaço deste género que tem sido um sucesso na plataforma. Com um jardim, uma piscina exterior sazonal e vista para o lago, o Casal do Moinho é uma casa de férias fora do comum. Fica em Enxara do Bispo, em Mafra, e tem uma pontuação de 4,80 estrelas em cinco no AirBnB. O moinho de vento foi restaurado para oferecer todas as condições necessárias para uma experiência única no meio de uma beleza rural natural.

Situado num planalto no interior de Portugal, dentro do moinho há uma cozinha com micro-ondas, um frigorífico e uma chaleira. O alojamento tem ainda uma casa de banho com chuveiro, um quarto com uma cama e um espaço comum com um sofá-cama. Dá para quatro hóspedes e o preço é bastante amigável: só custa 54€ por noite, mais a taxa de serviço.

Durante o dia, pode aproveitar para fazer uma caminhada até ao cimo da Serra do Socorro. As redondezas do moinho estão cheias de jardins floridos e um pequeno lago de peixes e tartarugas. 

Os hóspedes têm livre acesso à piscina exterior e às espreguiçadeira. De manhã, quando acordam, recebem um pequeno-almoço continental.

 

11
Mai22

As melhores escapadinhas para descobrir os campos floridos em Portugal

Niel Tomodachi

Longe da confusão da cidade e no meio da natureza existem vários Airbnb perfeitos para aproveitar os dias longos da primavera.

A primavera é sinónimo do desabrochar das flores e dos longos dias de sol com temperaturas amenas. É, portanto, a altura perfeita para uma escapadinha romântica no meio da natureza, onde o barulho ensurdecedor da cidade é substituído pelo chilrear dos pássaros.

Com a chegada do mês de maio, os campos no interior de Portugal estão ainda mais bonitos, proporcionando um verdadeiro espetáculo de cor e aromas. Se quer aproveitar os dias mais longos mas não sabe onde, existem uma série de alojamentos que pode encontrar na plataforma Airbnb e que são perfeitos para desfrutar dos campos floridos de maio. De norte a sul do País, e sem esquecer as ilhas, encontra várias opções para aproveitar a primavera na sua máxima beleza.

A primeira sugestão são as cabanas na Villa Campus, em Santarém, uma autêntica eco-experiência, onde pode também aproveitar várias atividades como percursos pedestres e provas de vinho. Com uma cama e um sofá cama duplo, uma piscina partilhada e uma área de entrada reservada com um banco, cadeiras e mesas, não precisa de muito mais para aproveitar estes dias de férias. 

O alojamento proporciona um conjunto de rotas e experiências, disponibilizando um mapa com vários percursos que o levam a descobrir o rio Alviela e o aqueduto de água que vem da barragem de Castelo de Bode para Lisboa. Cada uma das noites tem um custo de 123€, com as taxas de limpeza e de serviço já incluídas.

Outra opção de escapadinha no meio da natureza é o retiro de paz na montanha, em Vinhais, Bragança. Uma casa de campo restaurada, situada numa antiga aldeia abandonada, onde encontrará o conforto necessário para um convívio com amigos. Com uma varanda com uma vista incrível para a montanha, este alojamento tem com dois quartos, uma casa de banho, uma sala acolhedora e uma cozinha totalmente equipada. A estadia mínima é de três noites, que acabam por custar, no total, 305€, já com a taxa de limpeza e de serviço.

Quando se fala em passar a noite em plena natureza, é impossível deixar de fora a ilha de São Miguel, nos Açores. Mesmo ao lado de uma lagoa vulcânica, nas Sete Cidades, Ponta Delgada, poderá reservar uma casa rústica com uma arquitetura de raiz tipicamente açoriana. Os hóspedes têm acesso a todas as áreas da casa e jardim e ainda podem usufruir das bicicletas e caiaques disponibilizadas pelo alojamento. Com três quartos, uma sala de estar e de jantar, uma cozinha totalmente equipada e um quintal, a estadia mínima é de três noites (381€).

 

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