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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Set22

Crise alimentar agrava-se na Somália com 513 mil crianças em malnutrição

Niel Tomodachi

A crise alimentar está a agravar-se na Somália, onde a fome pode ser em breve declarada em zonas do centro e sul e onde mais de 513 mil crianças sofrem já de malnutrição severa, anunciou hoje a Unicef.

Crise alimentar agrava-se na Somália com 513 mil crianças em malnutrição

estimativa, apresentada pelo porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), James Elder, é 33% maior do que há uma semana, quando a agência da ONU advertiu que pelo menos 730 crianças morreram de malnutrição no país desde o início do ano, cifra que poderá disparar nos próximos meses.

Elder recordou que na fome de 2011 no mesmo país do Corno de África, que causou a morte de 260.000 pessoas (muitas delas crianças), os menores com malnutrição severa eram "apenas" 340.000, pelo que a magnitude da catástrofe nos próximos meses poderá ser enorme.

Também o Programa Alimentar Mundial (PAM), outra agência das Nações Unidas, alertou hoje que a crise atual poderá ser mais grave do que a fome de 2011, estimando que cerca de 6,7 milhões de pessoas no sul da Somália poderão sofrer de insegurança alimentar crítica entre outubro e dezembro, e cerca de 300.000 pessoas poderão ser vítimas de fome no sul do país.

"Não podemos esperar que seja declarada a fome para atuar, metade das pessoas que morreram em 2011 perderam a vida antes da declaração oficial", disse o representante do PAM na Somália, El-Khidir Dalum, em Genebra.

Já na semana passada a ONU avisou que a declaração de fome na região de Bay (sul do país) a partir do próximo mês é quase inevitável.

"Há crianças a morrer e muitos centros de assistência estão cheios, pelo que há menores em estado crítico que têm de ser tratados no terreno", disse o porta-voz da Unicef numa conferência de imprensa em Genebra.

James Elder acrescentou que as crianças com sintomas de malnutrição correm um risco 11 vezes maior de morrer de diarreia ou sarampo, doenças de que houve surtos no país já este ano.

Os casos suspeitos de cólera ou diarreia aguda em crianças na Somália entre janeiro e julho foram 8.400, e os de sarampo foram 13.000, dos quais quatro em cada cinco eram crianças menores de cinco anos.

"Mais de meio milhão de crianças correm o risco de sofrer uma morte que é evitável, um número de pesadelo que ainda não contabilizámos este século", afirmou o porta-voz, sublinhando que apenas 3% dos fundos solicitados pela Unicef para ajudar famílias no Corno de África foram entregues.

A Somália sofre atualmente a sua terceira seca em apenas uma década, e a atual, com quatro temporadas consecutivas sem chuvas e uma quinta a chegar, poderá ser pior do que as de 2011 e 2016, segundo estimativas da Oficina de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU.

À ausência de chuva acrescem décadas de conflito, deslocamentos populacionais massivos e, este ano, um forte aumento dos preços dos cereais e outros alimentos básicos devido à guerra na Ucrânia.

 

30
Jun22

Crise alimentar provocou subnutrição grave a "uma criança a cada minuto"

Niel Tomodachi

A crise alimentar mundial já provocou subnutrição grave a mais de 260 mil crianças desde o início deste ano, o que se traduz em "uma criança a cada minuto que passa", revelou, esta quinta-feira, a UNICEF.

A UNICEF aponta a "guerra na Ucrânia e alterações climáticas" como principais responsáveis

O Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) aponta a "guerra na Ucrânia e alterações climáticas" como principais responsáveis devido à "escalada no preço dos alimentos e dos tratamentos terapêuticos".

"Desde o início do ano, a escalada da crise alimentar global levou a que 260 mil crianças adicionais viessem a sofrer perda de peso severa em 15 países afetados pelo impacto desta crise de forma particular, inclusive no Corno de África e na região do Sahel", especificou a organização, em comunicado.

Além disso, alerta a UNICEF, "o aumento dos preços dos alimentos" devido à guerra, "os cortes orçamentais provocados pela pandemia de covid-19 (RTUTF)" e também "a seca extrema em muitos países fizeram disparar a necessidade de Alimento Terapêutico Pronto a Usar", cujo custo deverá sofrer um "aumento de 16% nos próximos seis meses".

"Atualmente, pelo menos 10 milhões de crianças que se encontram gravemente subnutridas, ou duas em cada três, tão têm acesso ao tratamento mais eficaz, através do Alimento Terapêutico pronto a Usar", uma pasta à base de amendoim enriquecido com nutrientes, destacou o gabinete das ONU.

Além disso, o amento do preço do RTUTF em "cerca de 16% durante os próximos seis meses poderá significar que mais de 600 mil crianças fiquem sem acesso a este tratamento salva-vidas".

Por isso, a UNICEF Portugal lançou um apelo para "sensibilizar e angariar fundos que permitam o acompanhamento de crianças e das suas famílias", num "esforço para salvar vidas diariamente".

Nesse sentido, a organização apela para a disponibilização de "um pacote financeiro na ordem dos 1,2 mil milhões de dólares" para aplicar em "serviços e cuidados de nutrição essenciais para evitar milhões de mortes infantis" nos países mais afetados pela crise alimentar e "responder às necessidades imediatas das crianças que sofrem de subnutrição grave".

 

09
Jun22

Livraria Lello lança nova versão de “O Principezinho” para ajudar a Ucrânia

(Nós já temos o nosso e tu?)

Niel Tomodachi

É uma das histórias mais bonitas de sempre, corre mundo e atravessa gerações, cria impactos e muda mentalidades com as suas mensagens. Como por exemplo “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”, entre tantas outras. Falamos de “O Principezinho”.

E porque o essencial por vezes é mesmo ajudar e apoiar quem mais precisa, a Livraria Lello, no Porto, lançou uma iniciativa: a obra icónica de Antoine de Saint-Exupéry ganhou uma nova versão em ucraniano, feita por cidadãos do país que se encontra em guerra há mais de três meses. E esta versão, ou as suas vendas, vão precisamente para a UNICEF e daí serão canalizadas para ajudar as crianças vítimas deste conflito.

Segundo adianta o canal de notícias da Câmara do Porto, a iniciativa insere-se na campanha solidária “Livraria Lello X UNICEF – READ FOR UKRAINE”. Assim, e por cada exemplar deste “маленький принц”, à venda na livraria ou online, dez euros revertem para o apoio às crianças da guerra.

 

14
Mai22

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef

Niel Tomodachi

Por cada exemplar vendido no âmbito da iniciativa 'Livraria Lello X UNICEF - READ FOR UKRAINE', dez euros serão dados à Organização. 

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef

Livraria Lello, no Porto, editou 'O Principezinho', obra de Antoine de Saint-Exupéry, em língua ucraniana e irá doar parte do valor da venda do livro à UNICEF para ajuda às crianças da Ucrânia. Por cada exemplar vendido no âmbito da iniciativa 'Livraria Lello X UNICEF - READ FOR UKRAINE', dez euros serão dados à Organização. 

"Ciente de que um livro pode ser uma poderosa arma do bem e o refúgio ideal para uma realidade demasiado difícil de enfrentar, a Livraria Lello editou uma das obras mais vendidas da sua coleção de clássicos da Literatura, 'O Principezinho', em ucraniano", explica a livraria no site oficial.

"A tradução, paginação e revisão da obra ficaram a cargo de profissionais ucranianos, que fizeram o trabalho enquanto viviam, na primeira pessoa, a escalada do conflito", é ainda referido. 

 

Mas como contribuir? 

  • A partir de 28 de abril – Pode adquirir o livro (pré-venda) na loja online da Livraria Lello, por 15,90€. Serão doados 10€ à UNICEF e um exemplar de 'O Principezinho' em ucraniano ser-lhe-á enviado, a partir do dia 24 de maio;

 

  • A partir de 24 de maio – Poderá adquirir o livro na Livraria Lello ou na loja online, por 15,90€ e 10€ serão doados à UNICEF.

 

Notícias ao Minuto

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef© Livraria Lello

13
Mai22

“Find your light”: a nova conta da Pandora brilha no escuro — é linda

Niel Tomodachi

A marca de joalharia estabeleceu uma parceria com a UNICEF e criou uma peça única com um objetivo solidário.

Quando falamos nos nossos sonhos, independentemente da idade, os nossos olhos revelam a importância que têm para nós. Quando são os miúdos que sonham com um mundo que ainda lhes cabe na palma da mão, os olhos deles brilham de forma ainda mais intensa.

Num lançamento em colaboração com a UNICEF, a Pandora lançou uma conta pendente que procura ajudar menores carenciados a manter esse brilho no olhar.

A Pandora Glow-in-the-dark Lightbulb, em prata 925, é “uma lâmpada de vidro azul que brilha no escuro e ganha vida ao refletir luz durante todo o dia e noite”, diz a marca em comunicado. É uma narrativa simbólica, com base num futuro luminoso, mas com uma estética que chega a todas as mulheres de forma bem tangível.

Conta com a gravação “Find your light”.
 
 

Por se tratar de uma conta solidária, 15€ do valor de cada venda vão ser doados à campanha Charms for Change, da UNICEF. Na base, está a missão conjunta da ONG e da marca com o objetivo de garantir que as futuras gerações têm acesso a oportunidades que lhes permitam realizar os seus sonhos.

A novidade está disponível no site da Pandora, assim como nas lojas físicas. Esta conta pendente custa 59€.

 

16
Mar22

Quase uma criança refugiada a cada segundo desde o início da guerra na Ucrânia, alerta UNICEF

Niel Tomodachi

Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, diz estarem a sair 70 mil crianças refugiadas por dia da Ucrânia e devido à guerra e invasão russas. "Tal significa, a cada minuto, 55 crianças a fugir do país", diz responsável. Entidades alertam para a violenta desproteção e risco de tráfico

Ukrainian refugees arrive in Prague

Os dados alarmantes foram apresentados esta terça-feira, 15 de março, em comunicado, pelas Nações Unidas. “Todos os dias, nos últimos 20 dias, na Ucrânia, mais de 70 mil crianças tornaram-se refugiadas. Tal significa, a cada minuto, 55 crianças a fugir do país”, disse James Elder, porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância, a UNICEF.

Números de um êxodo que ascende, ao vigésimo dia de guerra após a invasão da Rússia, a cerca de 1,5 milhão de crianças. O porta-voz da Organização Internacional para as Migrações (OIM) vincou: “Chegámos agora a marca de três milhões em termos de movimentos de pessoas da Ucrânia para países vizinhos. E entre essas pessoas há cerca de 157.000 cidadãos de países terceiros”, alertou Paul Dillon, citado no mesmo comunicado.

Numa fuga marcada sobretudo por mulheres e crianças – os homens dos 18 aos 60 anos têm ficado em território para lutar –, as preocupações do tráfico e violência disparam e convocam todas as atenções.

James Elder alertou que os jovens são vítimas dos traficantes, quando chegam a novos ambientes desconhecidos. “Para dar uma ideia, na fronteira que eu costumava visitar – Medyka, a principal entre Polónia e Ucrânia – eram dezenas de pessoas em volta de autocarros e miniautocarros que gritavam nomes de capitais – ou pelo menos, assim era há uma semana – e as pessoas entravam neles”, descreveu.

“A grande maioria, é claro, são pessoas com intenções maravilhosas e de grande generosidade, mas não há dúvida, dado o que entendemos do tráfico na Europa, que essa continua sendo uma questão muito, muito grave”, alertou o porta-voz da UNICEF.

Por cá, pela moda nacional, os alertas da UNICEF ouviram-se alto e bom som. Ainda antes do desfecho da apresentação da coleção do designer Gonçalo Peixoto, representante do Fundo das Nações Unidas tomou o microfone e o espaço do Hub Criativo do Beato, em Lisboa, para apelar à ajuda humanitária urgente deste conflito. “Existem cerca de sete milhões e meio de crianças na Ucrânia, um milhão já saiu do seu país. As restantes permanecem em situação de emergência”, descreveu. “A UNICEF está no terreno a prestar auxílio, ajudando as unidades de saúde locais com equipamento cirúrgico, medicamentos, kits de parto, tudo o que é necessário numa situação destas. Estamos a fazer fornecimento de água, já que há mais de três milhões de pessoas na Ucrânia sem acesso a água e saneamento. Temos técnicos no terreno para tratar destas falhas, mas quando não é possível avançam tanques de água e quando isso também não é possível avança a distribuição de água engarrafada”, afirmou.

Uma ajuda que se exerce também do lado de fora das fronteiras desta guerra. “Estamos a trabalhar na proteção infantil com pontos azuis móveis ao longo das rotas de evacuação, que ajudam as famílias, dão indicações, informam sobre o que esperar do outro lado das fronteiras, e também estamos a fazer o acompanhamento e identificação das crianças que estão perdidas”, vincou a responsável.

Num pedido de ajuda que vai para lá do fim da ModaLisboa – onde a UNICEF esteve presente a recolher donativos – a angariação prossegue na conta de Instagram e que pode aceder aqui. “Lembrem-se que uma criança que vive num contexto de guerra só conhece o hoje, não sabe o que é o amanhã. Por isso é urgente ajudar. Há pessoas que não sabem, mas UNICEF depende 100% de donativos e, portanto, todas as contribuições são muito importantes”, afirmou.

08
Dez21

Unicef pede 8,3 milhões de euros para crianças em risco no mundo

Niel Tomodachi

Organismo internacional pede reforço de mais de ¼ das verbas face ao ano passado e para apoiar programas urgentes e essenciais que atingem 177 milhões de crianças vítimas de crises humanitárias e pandemia

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Unicef lançou esta terça-feira, 7 de dezembro, um apelo de financiamento de emergências no valor de 9,4 mil milhões de dólares (8,3 milhões de euros. O Fundo das Nações Unidas para a Infância quer poder apoiar programas essenciais para mais de 177 milhões de crianças afetadas por crises humanitárias e pela pandemia global.

Os fundos deverão alcançar um total de 327 milhões de pessoas, incluindo crianças, que precisam de ajuda em 145 países e territórios em 2022, indica a Unicef .

O apelo é superior ao do último ano em 24%, uma vez que as necessidades humanitárias continuam a aumentar, refere. “Milhões de crianças em todo o mundo estão a sofrer os impactos de conflitos, de eventos climáticos extremos e da crise climática”, salientou a diretora executiva da Unicef, Henrietta Fore, citada num comunicado da organização.

Lembrando que são as crianças as mais afetadas em situação de crise, Henrietta Fore reforçou a necessidade de as ajudar urgentemente.

“À medida que a pandemia da covid-19 se aproxima do seu terceiro ano, a situação destas crianças agrava-se devido à instabilidade das economias e ao aumento da pobreza e da desigualdade”, alertou.

O apelo inclui dois mil milhões de dólares (cerca de 1,77 mil milhões de euros) para resposta da Unicef no Afeganistão, onde 13 milhões de crianças precisam de ajuda humanitária urgente.

Estas incluem um milhão de crianças com subnutrição aguda grave, numa altura em que o sistema de saúde do país está à beira do colapso.

O apelo para o Afeganistão é o maior de sempre do organismo das Nações Unidas para um único país.

Vão ser ainda atribuídos mais 933 milhões de dólares (cerca 826 milhões de euros) ao Acelerador de Ferramentas Covid-19 (ACT-A), um esforço global para acelerar o desenvolvimento, produção e acesso equitativo a testes, tratamento e vacinas contra o novo coronavírus SARS-CoV-2.

A Unicef lembrou que a pandemia continua a “criar disrupções na educação, saúde, nutrição e bem-estar das crianças em todo o mundo”.

“A Unicef irá precisar adicionalmente de 909 milhões de dólares [cerca de 805 milhões de euros] para a crise dos refugiados na Síria, 334 milhões de dólares [cerca de 295 milhões de euros] para a crise na Síria, 484 milhões de dólares [cerca de 428 milhões de euros] para a resposta no Iémen e mais de 356 milhões de dólares [cerca de 315 milhões euros] para programas na República Democrática do Congo”, adianta o Fundo das Nações Unidas para a Infância.

A Unicef acrescenta que vai necessitar de 351 milhões de dólares (cerca de 311 milhões de euros) para continuar a salvar vidas na Etiópia, onde 15,6 milhões de crianças precisam de ajuda humanitária. Violentos conflitos forçaram à deslocação de centenas de crianças no norte deste país africano.

“O apelo de financiamento deste ano, o maior de sempre da Unicef, surge também num contexto de escalada de conflitos que têm conduzido milhões de crianças e as suas comunidades para o precipício. Os ataques a crianças que vivem em países em conflito, incluindo ataques a infraestruturas civis críticas para a sobrevivência das crianças, prosseguem a um ritmo alarmante”, sustenta o organismo.

De acordo com a Unicef, em 2021 foram confirmadas cerca de 24 mil violações graves contra crianças, ou seja, 72 violações por dia.

“Também as alterações climáticas estão a agravar a dimensão e a intensidade das emergências. O número de catástrofes relacionadas com o clima triplicou nos últimos 30 anos. Hoje, mais de 400 milhões de crianças vivem em zonas de vulnerabilidade hídrica elevada ou extremamente elevada”, é acrescentado.

Como parte da Ação Humanitária para as Crianças (Humanitarian Action for Children), a Unicef planeia alcançar no próximo ano 7,2 milhões de crianças com tratamento para subnutrição aguda grave; 62,1 milhões de crianças com vacinação contra o sarampo; 53,4 milhões de pessoas com acesso a água potável; 27,9 milhões de crianças e prestadores de cuidados com acesso a serviços de saúde mental e apoio psicossocial.

Está ainda previsto o apoio a 21,3 milhões de crianças e mulheres vítimas de violência de género, através de acções de mitigação ou prevenção de risco ou respostas de intervenção; 51,9 milhões de pessoas através da criação de canais seguros e acessíveis, junto de trabalhadores humanitários, para a denúncia de exploração e abuso sexual; 77,1 milhões de crianças com educação formal ou não formal, incluindo a aprendizagem precoce; e 23,6 milhões de agregados familiares a necessitar de assistência financeira.

Lusa

 

06
Dez21

Esta é a canção de Natal pela qual todos esperávamos: ouça o novo single dos ABBA

Niel Tomodachi

“Little Things” sai do mais recente trabalho, “Voyage”. Todos os lucros conseguidos vão para o fundo global da UNICEF.

"Little Things” é o mais recente single saído de “Voyage”, o último álbum dos ABBA lançado a 5 de novembro. É uma canção de Natal e com uma vertente solidária. Todo o dinheiro conseguido com este trabalho reverte a favor do fundo global para a proteção à criança da UNICEF.

Com a música chegou um vídeo que já foi visto por mais de 900 mil pessoas. “Esta é a primeira música de Natal dos ABBA, e nenhuma música de Natal estaria completa sem um vídeo festivo”, descrevem na página YouTube.

O videoclipe foi realizado por Sophie Muller. Recorre à ideia dos concertos virtuais que a banda já tem marcados para o próximo ano. É um grupo de crianças que o protagoniza durante quase quatro minutos.

O álbum “Voyage” chegou com 10 novas músicas da banda. Além das recentes, as músicas mais conhecidas do grupo vão fazer parte do espetáculo ao vivo que está marcado para o final de maio em Londres. Os bilhetes foram colocados à venda em setembro e esgotaram em poucas horas.

Para estes concertos vistuais foi feita uma parceria com a Industrial Light & Magic, uma empresa de George Lucas.

 

01
Dez21

VIH infeta uma criança a cada dois minutos no mundo

Niel Tomodachi

Pelo menos 310 mil crianças foram infetadas com o VIH em 2020

A cada dois minutos, uma criança é infetada com VIH no mundo, alertou esta segunda-feira a Unicef, que avisa que a pandemia de covid-19 está a aprofundar as desigualdades que caracterizam a epidemia de sida.

Segundo um relatório divulgado hoje pelo Fundo das Nações Unidas para a infância (Unicef), pelo menos 310 mil crianças foram infetadas com o VIH em 2020, ou seja, uma em cada dois minutos.

Outras 120 mil crianças morreram de causas relacionadas com a sida durante o mesmo período, ou seja, uma em cada cinco minutos.

No relatório adverte-se que a pandemia de covid-19 está a aprofundar as desigualdades que conduziram à epidemia da sida, colocando crianças vulneráveis, adolescentes, mulheres grávidas e mães lactantes em risco acrescido de faltarem a serviços de prevenção e tratamento do VIH que salvam vidas.

"A epidemia do VIH entra na sua quinta década no meio de uma pandemia global que tem sobrecarregado os sistemas de saúde e restringido o acesso a serviços que salvam vidas. Entretanto, o aumento da pobreza, as questões de saúde mental e os abusos estão a aumentar o risco de infeção de crianças e mulheres", disse a diretora executiva da Unicef, Henrietta Fore, citada num comunicado da organização.

A responsável alerta que se não se aumentarem os esforços para resolver as desigualdades por detrás da epidemia do VIH, agora exacerbadas pela covid-19, mais crianças serão infetadas pelo VIH e mais crianças perderão a sua luta contra a sida.

Segundo o relatório, duas em cada cinco crianças infetadas com o VIH em todo o mundo não sabem que o estão e pouco mais de metade está a receber tratamento antirretroviral (TARV).

No documento refere-se que muitos países registaram perturbações significativas nos serviços de VIH devido à covid-19 no início de 2020.

Os testes de despistagem do VIH em países de elevada carga diminuíram entre 50 e 70% e as indicações de tratamento para crianças com menos de 14 anos diminuíram entre 25 e 50%.

Os confinamentos contribuíram para o aumento das taxas de infeção devido a picos de violência baseada no género, acesso limitado a cuidados de acompanhamento e esgotamento de bens essenciais, acrescenta-se no relatório.

Em 2020, a África subsaariana foi responsável por 89% das novas infeções pediátricas por HIV e 88% das crianças e adolescentes que vivem com o vírus no mundo estão naquela região.

Cerca de 88% das mortes de crianças relacionadas com a sida ocorreram na África subsaariana, conclui-se ainda no relatório.

Além disso, 15,4 milhões de crianças perderam um ou ambos os pais devido a causas relacionadas com a sida no ano passado, três quartos das quais (11,5 milhões) vivem na África subsaariana.

 

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