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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

28
Jul21

Esta marca portuguesa de roupa infantil lançou uma linha para apoiar a Ajuda de Berço

Niel Tomodachi

Por cada peça de roupa vendida, a Maria Concha vai doar 5€ para apoiar bebés e crianças que necessitam de cuidados especiais.

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No início do mês, a marca portuguesa Maria Concha lançou uma coleção cápsula solidária em conjunto com a arquiteta Tânia Martins, criadora da Homestories, em que uma percentagem das vendas reverte a favor da Ajuda de Berço.

Por cada peça vendida da nova coleção, 5€ destinam-se a ajudar a associação de solidariedade social a construir a Casa Nova, no bairro de Benfica, em Lisboa. Este novo espaço de prestação de cuidados especiais, construído no âmbito da campanha “Dê casa ao coração”, materializa a vontade de dar casa a aconchego a bebés e crianças com doenças crónicas ou agudas que necessitam de cuidados especiais.

Tânia Martins desenhou a Caring Collection com propostas de verão, feitas de tecidos leves e frescos, pensados para o conforto dos miúdos aproveitarem o melhor da estação: passeios à beira-mar, piqueniques nos jardins, sestas à sombra das árvores e muitas brincadeiras com a família e os amigos.

Esta linha é composta por quatro peças feitas em Portugal. Jardineiras para meninos e meninas dos 18 meses aos 6 anos; um vestido dos 2 aos 8 anos; e uma camisa com capuz dos 2 aos 12 anos. Já os tecidos são, principalmente, feitos de algodão orgânico e linho.

 

Todas as peças da Maria Concha são feitas à mão. Os tons para esta coleção caracterizam-se principalmente pelo bege e branco.

A Maria Concha é uma marca portuguesa de confeção de roupa infantil dos 6 meses aos 12 anos. Foi criada há 10 anos para oferecer peças de qualidade, com uma estética intemporal. A produção é nacional e os tecidos são, sobretudo, feitos 100 por cento de algodão e algodão orgânico. As coleções lançadas ao longo do ano vão desde peças para ocasiões mais especiais a propostas de praia.

Tânia Martins, a arquiteta convidada, é mãe de duas meninas e criadora da Homestories, uma marca própria onde as obras combinam com finais felizes. Agora, uniram-se para apoiar a Ajuda de Berço, um centro de acolhimento temporário para bebés e crianças dos 0 aos 12 anos, vítimas de situação de risco ou abandono, em regime de permanência. Foi criada em 1998 e já acolheu mais de 378 bebés.

As propostas da Caring Collection estão à venda na loja online da Maria Concha. 

 

06
Jun21

Estas garrafas de vinho solidárias ajudam os artistas afetados pela pandemia

Niel Tomodachi

Cultura, Vinho & Amigos é uma iniciativa da Quinta da Pacheca, cujos fundos revertem para a União Audiovisual.

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O setor da cultura é certamente um dos mais afetados pela pandemia, que enfrentou largos meses sem espetáculos ou com plateias parcialmente reduzidas. Um fator que diminuiu significativamente o rendimento de centenas de famílias em Portugal, de artistas a pessoal técnico.

A pensar nisto, a Quinta da Pacheca criou uma iniciativa de venda de alguns vinhos selecionados, cujos lucros das vendas reverterão inteiramente para a União Audiovisual. Por cada garrafa vendida, parte do valor irá parar às famílias em dificuldades.

Cultura, Vinho & Amigos é a iniciativa que pretende ajudar os artistas afetados pela pandemia, sendo que pode consultar as opções disponíveis — e, se quiser, encomendar — online. A estrela é o novo Pacheca Reserva Tinto 2019 UA, um vinho com cor rubi jovem, aroma muito frutado e notas de amoras, ameixas e chocolate, criado de propósito para a ocasião. 

Esta semana, o governo anunciou que não prevê prolongar apoio social para profissionais da Cultura. Em relação aos apoios atribuídos, um primeiro balanço revela que, apenas em março deste ano, foram solicitados 5.151 pedidos de apoio extraordinário neste setor.

 

23
Mai21

Este bebé nasceu com uma doença genética rara — e precisa da sua ajuda

Niel Tomodachi

Chama-se Lucas Gabriel e tem 8 meses. Sofre de atrofia muscular espinhal, uma patologia que pode ser fatal.

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Lucas Gabriel tem apenas oito meses, mas desde que nasceu, tem estado sempre a entrar e a sair de hospitais. O bebé foi diagnosticado com atrofia muscular espinhal, uma doença genética rara e potencialmente fatal. Para conseguir dar resposta às muitas terapias que o pequeno precisa, os pais lançaram um apelo desesperado a todos os portugueses, para que contribuam para uma angariação de fundos que foi criada com o objetivo de reunir 10 mil euros que vão suportar as suas despesas de saúde e que podem fazer toda a diferença na vida deste bebé.

O objetivo, explica a mãe, Carla Teixeira, é “arrecadar dinheiro para as terapias do Gabriel, para tudo o que ele vai precisar”. A campanha de angariação de fundos, através de crowdfunding, está a decorrer no site da GoFundMe. Até ao momento, foram já doados 593 euros. 

Para ajudar a divulgar o caso, a mãe do bebé criou uma página de Facebook, onde vai publicando atualizações sobre o estado de saúde do pequeno Gabriel. 

Carla Teixeira conta que, quando nasceu, Gabriel era “aparentemente um bebé saudável”. No entanto, um mês depois, os pais começaram a aperceber-se que “ele não mexia como os outros bebés”. Foi em novembro de 2020 que chegou o diagnóstico mais temido: atrofia muscular espinhal. Esta é, explica a mãe num post, “uma doença rara, genética, progressiva e, muitas vezes, fatal”, que interfere “na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurónios motores”, levando à perda de força muscular, da capacidade de engolir ou mesmo de respirar. 

Além da campanha de angariação de fundos, a mãe utiliza a página do Facebook para tentar vender pequenos objetos, como canetas ou ambientadores de carro, já que todos os euros contam nesta batalha pela saúde do pequeno Gabriel.

Também foi aberta uma conta solidária para receber donativos e os pagamentos desses artigos: Nome – Lucas Gabriel; NIB: 0033-0000-45625208964-05; Iban:PT50-0033-0000-45625208964-05; MB Way: 915 266 580, 911 114 570.

 

20
Mai21

Leonardo DiCaprio doou 35 milhões de euros para ajudar a salvar as ilhas Galápagos

Niel Tomodachi

A doação ajudará a renaturalizar a ilha e a salvar diferentes espécies em perigo.

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O ator e ambientalista Leonardo DiCaprio anunciou uma doação de 43 milhões de dólares (aproximadamente 35 milhões de euros) para o começo de operações de conservação ambiental e animal nas ilhas Galápagos, no Equador.

Esta iniciativa é em parceria com a Re:wild, organização fundada por DiCaprio juntamente com cientistas de conservação e em conjunto com a diretoria do Parque Nacional de Galápagos, a organização Island Conservation e comunidades locais. O projeto é também apoiado por Marcelo Mata Guerrero, ministro do ambiente e da água do Equador. O objetivo da intervenção é renaturalizar as ilhas de Galápagos e também todos os arquipélagos do Pacífico na América Latina. 

A doação de Leonardo DiCaprio vai ajudar a financiar projetos que restaurarão a Ilha Floreana, onde habitam 54 espécies em vias de extinção. O projeto pretende também reintroduzir na ilha 13 espécies já localmente extintas, como é o caso do pássaro de Floreana. Estes 43 milhões de dólares financiarão também um programa de reprodução em cativeiro e outro projetos, para prevenir a extinção da iguana-rosa.

Paula Castaño, ambientalista que trabalhará ao pé de DiCaprio diz que “o tempo está a acabar para muitas espécies, especialmente em ilhas onde as suas pequenas populações estão vulneráveis e ameaçadas.”

Já há muitos anos que DiCaprio tem mostrado a sua face mais ambientalista, e já doou mais de 100 milhões de dólares  (aproximadamente 82 milhões de euros) com o objetivo de apoiar diferentes programas e projetos ambientais.

 

18
Mai21

Exposição “O princípio, o meio e o resto – Olhos nos olhos com os deslocados de Cabo Delgado”

Niel Tomodachi

184946283_10159003315783801_6290278217028229807_n.“O princípio, o meio e o resto – Olhos nos olhos com os deslocados de Cabo Delgado” é o nome da exposição de fotografias e textos de Carlos Almeida, coordenador de projetos da Helpo em Moçambique, presente na Galeria Dr. Mário Botas, na sede da Ordem dos Médicos, em Lisboa.
A exposição dá a conhecer o quotidiano dramático e as histórias de vida de pessoas deslocadas em Moçambique, na sequência dos ataques armados que há 3 anos assolam a província de Cabo Delgado.

Esta iniciativa conjunta com a Ordem dos Médicos, é também uma forma de continuar a chamar a atenção para a situação dramática em que vivem mais de 700 mil pessoas, metade das quais crianças, que se viram obrigada a fugir das suas aldeias para sobreviver aos ataques armados.
A exposição está aberta a todo o público até ao dia 25 de Junho, de 2.ª a 6.ª feira, das 10h às 19h30 e, aos sábados, das 12h às 19h30, na Av. Almirante Gago Coutinho, 151, em Lisboa.

Simbolizando os 14 anos de trabalho da Helpo no norte de Moçambique, foram selecionadas 14 fotografias, acompanhadas pelos respetivos textos, que revelam, numa perspetiva simultaneamente documental e emotiva, a situação de emergência em que vivem as pessoas deslocadas de Cabo Delgado e a intervenção da Helpo no apoio a estas populações.

A exposição tem também um cariz solidário uma vez que é possível adquirir fotografias da exposição (impressão limitada a 7 cópias por foto) e assim apoiar os projetos da Helpo no norte de Moçambique.

Carlos Almeida, autor das fotografias e dos textos, vive e trabalha desde 2010 no norte de Moçambique, e expõe pela primeira vez a título individual. Estas imagens foram recolhidas em Cabo Delgado e Nampula, durante o trabalho de terreno no apoio às pessoas deslocadas.

 

HELPO

14
Mai21

Campanha "Por Moçambique"

Niel Tomodachi

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Sensibilizar Portugal para a situação na província moçambicana de Cabo Delgado é o objetivo da campanha Por Moçambique, que conta com Catarina Furtado e Mia Couto entre os seus porta-vozes.

A campanha pro bono inclui vídeos com os porta-vozes e uma música, quer “fazer pressão” e mostrar o descontentamento face às violações dos direitos humanos no norte de Moçambique, descreve a Lusa.

“Nós, sociedade civil, temos um papel muito determinante, na medida em que podemos fazer ‘advocacy’, podemos fazer pressão, podemos juntar-nos todos e todas e mostrar o nosso descontentamento em relação às violações constantes dos direitos humanos”, justificou à agência Catarina Furtado.

“Há milhares de pessoas a serem maltratadas, mulheres a serem decapitadas. É um horror, e esses relatos são reais”, acrescentou a embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População.

Também Pedro Vaz Marques, um dos mentores da campanha, defendeu ser “fundamental que todos os portugueses se envolvam e participem nesta campanha, nas redes sociais e nas várias plataformas onde será divulgada, para ajudar um povo irmão que está em sofrimento”.

Além da sensibilização, a campanha consagra também a recolha de donativos, destinados ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Cáritas e a Oikos, a actuar no terreno.

“Achámos por bem que deveríamos convocar a sociedade a poder apoiar financeiramente com donativos, porque, na verdade, aqueles que são os relatos que eu tenho dos técnicos no terreno é que falta muita coisa, muita coisa, porque de facto aquela zona está muito abandonada, até do ponto de vista do próprio país e do próprio Governo”, prossegue Catarina Furtado, lamentando que não tenha havido, desde o início, acesso a informações sobre o conflito.

A campanha está disponível no portal http://pormocambique.pt, assim como os números de identificação bancária (NIB) das organizações envolvidas e o hino da iniciativa.

 

16
Abr21

Helpo: A ajuda aos deslocados é urgente!

Niel Tomodachi

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700 mil pessoas, metade das quais crianças, precisam de ajuda urgente. Foram obrigadas a deixar as suas casas, no norte de Moçambique, e fugir de ataques armados, com nada mais do que medo e a esperança de uma ajuda urgente.

A Helpo continua empenhada na resposta a esta emergência. Mais de 40 mil destes deslocados chegaram às comunidades de Silva Macua, Mahera, Impire, Ngoma, Mièze, Mahate (Cabo Delgado) e Namialo (Nampula), onde começámos a intervir em 2009. 

São homens, mulheres, muitas delas grávidas, crianças e bebés, que deixaram tudo para trás para escapar à morte iminente e que precisam dos bens e dos cuidados mais básicos para sobreviver. 

Juntos vamos ajudar estas pessoas a olhar em frente.

Como ajudar?
IBAN: PT50 0010 0000 3483 3480 00619
Ser Solidário (Multibanco ou MB Way)

Mais informações sobre o plano de intervenção da Helpo aqui.

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03
Abr21

Make-A-Wish Portugal: Consigne o seu IRS

Niel Tomodachi

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A Consignação do seu IRS é fácil, não tem custos e realiza desejos!

Nota: A designação da Make-A-Wish Portugal é Fundação Realizar um Desejo!

COMO E QUANDO CONSIGNAR O SEU IRS?

Em 2021 a Consignação do seu IRS pode ser feita até dia 31 de março ou durante o período de entrega do IRS, entre 1 de abril e 30 de junho. – Fazer Consignação à Fundação Realizar Um Desejo (Make-A-Wish Portugal)

Através da Consignação do seu IRS, sem que implique qualquer custo ou perda de benefício fiscal, pode contribuir para Realizar o Desejo de uma Criança ou jovem que se encontra numa fase difícil da sua vida.

A Consignação do IRS permite doar 0,5% do imposto a favor do Estado à Make-A-Wish Portugal, designada por Fundação Realizar Um Desejo.

Em 2021 a Consignação do seu IRS pode ser feita até dia 31 de março ou durante o período de entrega do IRS, entre 1 de abril e 30 de junho.

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Para o Seu IRS Contribuir para Transformar vidas a crianças e jovens com doenças graves, através da Realização de desejos basta ir ao Portal das Finanças e preencher os dados para a Consignação do IRS à Fundação Realizar um Desejo através do NIF: 509 196 853. Ao entrar no Portal das Finanças, tem uma ligação direta para a área da consignação do IRS e do IVA.

Faça AQUI a sua Consignação

Ao ajudar a Make-A-Wish, está a Contribuir para que Juntos possamos realizar desejos a crianças e jovens, dos 3 até aos 17 anos, com doenças graves, progressivas, degenerativas ou malignas, levando-lhes esperança, força e alegria!

DATAS IMPORTANTES | IRS 2021

Até dia 15 de fevereiro: confirme a composição do seu agregado familiar. Pode ainda indicar/alterar o IBAN e entidade a consignar.

Até 25 de fevereiro: verifique e complete a informação das suas faturas e as dos seus dependentes para beneficiar das deduções no IRS de 2020, bem como da eventual afetação à atividade empresarial e profissional.

Até 31 de março: pode indicar previamente, até 31 de março, a entidade à qual pretende consignar o IRS, antes do prazo da entrega de rendimentos.

Em 2021 a Consignação do seu IRS pode ser feita até dia 31 de março ou durante o período de entrega do IRS, entre 1 de abril e 30 de junho.

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Muito Obrigada por Consignar o Seu IRS à Make-A-Wish Portugal – Fundação Realizar Um Desejo!

Juntos, podemos criar Esperança!

Conheça os Desejos Realizados!

 

01
Abr21

Acreditar de Lisboa acolheu quase 1.700 famílias de crianças com cancro

Niel Tomodachi

Quase 1.700 famílias de crianças com cancro que tiveram de deixar a sua residência para acompanhar os tratamentos oncológicos dos filhos encontraram um lar e apoio na Casa Acreditar de Lisboa, que faz hoje 18 anos.

naom_58de8ed8cb298.jpgSituada junto ao Instituto Português de Oncologia (IPO), a Casa Acreditar de Lisboa abriu as portas às famílias e crianças com cancro em 01 de abril de 2002, tendo sido a primeira das três casas residenciais criadas também em Coimbra e no Porto, às quais se juntam um centro de dia no Funchal.

Desde então, já acolheu 1.695 famílias. Em 2020, recebeu 42 famílias, segundo a Acreditar - Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro.

"Foi com enorme emoção que a primeira família entrou na Casa. Vinha de longe, o futuro era incerto e já tinha percorrido as pensões da Rua Professor Lima Basto e esgotado o capital de esperança", recordou a diretora-geral da Acreditar.

Margarida Cruz contou à Lusa que as crianças vinham para tratamento para os hospitais de referência, a grande maioria para o IPO de Lisboa, onde são tratados cerca de metade de todos os casos diagnosticados, e muitos pais não tinham onde ficar enquanto a criança estava em tratamento em ambulatório.

Os pais que fundaram a Acreditar em 1994 começaram a detetar que havia muitas famílias que ficavam alojadas, sobretudo, em pensões e noutros locais onde as crianças ficavam, às vezes, meses a fio num quarto com muito poucas condições com os pais, havendo também relatos dessa altura de pais que chegavam a dormir dentro de carros à porta do hospital.

"Foi com base nessa realidade tão dura que os pais que estavam na Acreditar resolveram, à semelhança do que já acontecia noutros países, criar uma casa de acolhimento para estas crianças enquanto estavam no tratamento e as suas famílias", contou Margarida Cruz.

Na Casa Acreditar, as crianças, os jovens e as suas famílias não pagam nada. Além de terem um quarto com uma casa de banho privativa, têm uma cozinha comum, salas de estar e uma lavandaria.

Têm também o apoio emocional que precisam para que "os tratamentos possam ser um bocadinho menos dolorosos e a vida destas famílias ser também bocadinho mais facilitada".

A permanência nas casas varia muito, dependendo da origem das famílias. Se vierem de uma região do continente ficam "uma média de 30 e poucos dias seguidos" se vierem dos Açores e da Madeira podem ficar cerca de um ano.

"Depois temos as famílias dos PALOP e dos países com os quais Portugal tem acordos de cooperação cuja estadia média ronda os três anos", referiu.

Segundo Margarida Cruz, a pandemia veio adiar a obra de alargamento da casa, que neste momento tem capacidade para 12 famílias em simultâneo e com o edifício cedido pela Câmara de Lisboa vai ser possível acolher mais 20 famílias.

"Estamos a ver se as coisas ficam mais tranquilas para podermos avançar, porque é muito necessária, mas tem que ser feita com segurança", declarou.

Fazendo um balanço destes 18 anos, Margarida Cruz disse que a Casa de Lisboa passou a ser "um refúgio de segurança, um local onde os miúdos e os graúdos recuperavam da dureza dos tratamentos, das esperas, das angústias tendo sempre à sua espera um voluntário sorridente, uma cozinha para preparar refeições, uma sala para brincar, um mimo em dias especiais".

"São 18 anos com tantas histórias que se cruzam e que nos permitem recordar, rir e chorar", rematou.

 

01
Abr21

Este ano há EDP Corrida da Mulher — e vai acontecer em formato digital

Niel Tomodachi

O IPO do Porto vai receber 1€ por cada inscrição neste evento solidário.

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Em 2020, a pandemia de Covid-19 obrigou a organização da EDP Corrida da Mulher, que acontece há vários anos no Porto, a cancelar o evento. Foi marcada para alguns meses depois, porém, mais uma vez, foi necessário adiar. Desta vez, para que isso não volte a acontecer, vai decorrer em formato digital.

As ruas não vão ficar pintadas de cor-de-rosa, mas pode vestir a T-shirt oficial que faz parte do kit de participante. É a 22 e 23 de maio, sábado e domingo, que tudo vai acontecer. 

“Os principais objetivos são motivar e inspirar a comunidade global de corredores, promover um estilo de vida ativo e saudável, mesmo nos momentos difíceis em que vivemos”, diz a organização. É por isso mesmo que não há uma distância certa para percorrer.

Como sempre, esta corrida tem uma vertente solidária e 1€ de cada inscrição reverte para o IPO do Porto, de forma a ajudar o instituto de oncologia na luta contra o cancro da mama. Ao longo das 14 edições já realizadas, foram angariados mais de 263 mil euros com a participação de 225 mil mulheres nesta iniciativa.

Este ano todos podem ajudar, já que, pela primeira vez, a EDP Corrida da Mulher é aberta a toda a família, incentivando a um convívio diferente através da prática de exercício físico. Quem não quiser correr, pode sempre caminhar, seja nas ruas perto de casa ou no parque mais próximo.

As inscrições estão a decorrer online até 18 de maio ou até o número de vagas esgotar. A participação custa 8€ por pessoa e dá direito a um kit (enviado para casa) que inclui T-shirt técnica, dorsal digital e diploma de participação que ficará disponível online no site da organização após o evento.

 

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