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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Set22

Crianças com Futuro é Boa Educação

Niel Tomodachi

Crianças com Futuro é Boa Educação

De 6 a 19 de setembro, compre vales educação Helpo nas lojas Pingo Doce e apoie a educação das crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Com um donativo de 1, 3 ou 5€, que representam um lanche escolar, um almoço ou uma inscrição na escola, respetivamente, garante boa educação a milhares de crianças.

Os vales podem ser adquiridos na caixa, nas lojas Pingo Doce de Portugal Continental e Madeira, e estarão também disponíveis na loja online do Pingo Doce em mercadao.pt.

A sua ajuda faz toda a diferença.

 

13
Set22

Ser voluntário Helpo é boa educação

Niel Tomodachi

Ser voluntário Helpo é boa educação

De 6 a 19 de setembro, ser voluntário Helpo nas lojas Pingo Doce é garantir boa educação a milhares de crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.
A participação dos voluntários faz toda a diferença no sucesso desta campanha. Contamos consigo, sozinho ou em grupo, em qualquer loja Pingo Doce do país, para transmitir boa educação a quem mais precisa.
Faça a pré-inscrição no formulário.

Contamos consigo?

 

05
Set22

O maior evento animal solidário é já este sábado. Animal Fest regressa a Loures

Niel Tomodachi

Organizado pela Associação Click Positivo, tem entrada gratuita e diversas atividades para os patudos e os seus tutores

Prepare o seu animal para este fim-de-semana, porque certamente será agitado. O Animal Fest está de regresso a Loures (a dois passos de Lisboa), no próximo sábado, dia 10 de setembro, trazendo o maior evento solidário ao ar livre a nível nacional e as atividades para os tutores e os seus companheiros de quatro patas prometem.

Após dois anos de adaptação ao online, regressa ao Parque Adão Barata, ou Parque da Cidade de Loures, onde já não marcava presença desde o ano de 2019. Desta forma, das 15 horas às 22 horas, os animais e tutores poderão divertir-se num horário bastante preenchido, com atividades de meia em meia hora.

A entrada é gratuita e o programa envolve ações de socialização, como encontros de raça,  e de sensibilização, como cuidados a ter com os cães séniores em abrigos e o enquadramento legal do bem estar animal, lecionado pela Polícia de Segurança Pública (PSP).

Além disso, contará com a presença de Yuki e Gold, os cães adotados já em adultos, para contar a sua história. E terminará com o “desfile dos melhores amigos” entre cães e tutores.

 

O evento é organizado pela Associação Click Positivo, que foi fundada em 2017, com sede no município de Loures, com o intuito de melhorar a comunicação dos tutores com os seus cães, dando dicas e métodos de treino para facilitar o processo. Além do Animal Fest, desenvolvem várias ações de sensibilização e encontros em matilha, de forma a proporcionar “momentos descontraídos de aprendizagem”.

Ainda não tem nada na agenda para este sábado? Está na altura de marcar presença no Animal Fest, em Loures, e de levar o seu animal e a sua família para um serão muito divertido.

 

04
Set22

A CATE, Casa de Acolhimento Temporário de Emergência, precisa da tua ajuda

Texto by esqrever

Niel Tomodachi

A CATE, Casa de Acolhimento Temporário de Emergência, precisa da tua ajuda

Há 25 anos que a Associação Opus Diversidades “Abraça Pessoas e Abre Horizontes” e, provavelmente, em nenhuma das muitas e variadas ações e atividades que desenvolve isso é tão claro como na CATE (Casa de Acolhimento Temporário de Emergência), onde recebe pessoas em situação de sem-abrigo e de grande vulnerabilidade.

A Casa de Acolhimento Temporário de Emergência, com uma capacidade máxima para 4 utentes, recebe pessoas em situação de desproteção e vulnerabilidade e que necessitem de apoio social. Entre outras situações, destacam-se:

  • Pessoas vítimas de violência doméstica;
  • Pessoas em situação de perda ou ausência de autonomia;
  • Pessoas sem-abrigo.

Para além destas pessoas, apoiam-se também pessoas migrantes/refugiadas, trabalhadoras do sexo, pessoas trans em processo de transição, etc, na sua maioria pessoas LGBTQI+, mas não exclusivamente.

Segundo a associação, estas pessoas provêm de situações onde não se encontravam asseguradas as condições mínimas de sobrevivência, em necessidade de ajuda imediata, e que constituem um perigo real, atual, a breve prazo ou/e iminente, para a integridade física e psíquica, necessitando de intervenção imediata.

Recentemente, esse trabalho foi reconhecido pela IKEA, tendo ganhado a 2ª Edição do Concurso pela Igualdade e Inclusão de Pessoas LGBT+ «IKEA IDAHOT 2022». Esse prémio vai permitir o Makeover do apartamento, como a instalação de uma nova cozinha, a decoração do espaço ou a substituição de roupas de cama e de banho.

Mas antes disso, são precisas obras mais estruturais e urgentes! Esta requalificação da estrutura constituirá um investimento social estratégico e urgente que impactará positivamente as comunidades LGBTQI+.

A Opus Diversidades pretende que as pessoas acolhidas usufruam de um ambiente seguro, estável e confortável, promovendo a sociabilização e apoiando a autonomização e a empregabilidade, através de uma Equipa Multidisciplinar que presta apoio psicológico, social, jurídico, etc., mitigando o sofrimento e a vulnerabilidade e melhorando a auto-estima.

 

O apoio prestado pela Opus Diversidades

A pressão dos últimos 2 anos, por efeito da pandemia e, consequentemente, do número de pedidos de acolhimento, agravou ainda mais as condições de habitabilidade do espaço, que funciona, igualmente, como base de apoio a muitas outras actividades da Associação, pelo que o impacto da estrutura se estende muito para além das pessoas que, em cada momento, se encontram acolhidas.

Actualmente, o Gabinete de Apoio presta os seguintes serviços:

  • Apoio psicossocial
  • Apoio à autonomização (incluindo formações)
  • Consultas de psicoterapia
  • Consultas de psiquiatria
  • Consultas para início e acompanhamento de processos hormonais em pessoas trans (em breve)
  • Aconselhamento e mediação jurídica
    • Migrantes
    • Requerentes de Asilo
    • Direito laboral
    • Discriminação e assédio
  • Biblioteca LGBTQI+

Nas palavras da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, durante a assinatura do protocolo para Apartamento Partilhado, no âmbito da ENIPSSA (Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo) 2017-2023:

«Acho que é histórico. Termos hoje pela primeira vez assinado um acordo para responder a uma população específica LGBTI. Não havia nenhum acordo específico para uma solução de acolhimento para essa população. Também é um dia histórico nesse sentido. É uma porta que se abre, escancarada, que é para não fechar»

 

Como apoiar a Casa de Acolhimento Temporário de Emergência

Enquanto IPSS, todos os donativos recebidos, quer em dinheiro quer em espécie, são dedutíveis em sede de IRS (pessoas singulares) e de IRC (pessoas colectivas).

  • Para apoiar a associação basta:
    • Fazer uma transferência
      • para o IBAN PT50 0033 0000 45669002912 05
      • ou através de MB WAY – 967 892 924  

Com a vossa generosidade, a Opus Diversidades tem a certeza que conseguirá angariar os cerca de 30.000 € necessários e concretizar mais esta etapa.

 

30
Ago22

Associação salva mais de 5.000 animais da fome na Serra da Estrela

Niel Tomodachi

No rescaldo dos incêndios, a Guardiões da Serra da Estrela respondeu às "necessidades urgentes das comunidades pastoris".

A associação Guardiões da Serra da Estrela conseguiu “suprir todas as necessidades que foram detetadas, pelo que nenhum dos rebanhos da área afetada do Parque Nacional da Serra da Estrela está a passar fome, a sentir necessidades urgentes ou sem os cuidados veterinários de emergência”.

A associação explica, de acordo com a Lusa, que cita um comunicado, que foram distribuídos “com sucesso 123,2 toneladas de comida, a 108 pastores que foram contactados e apoiados, representando aproximadamente 5.399 animais apoiados, distribuídos por 19 freguesias em seis concelhos”, tais como, em particular, Covilhã, Manteigas, Gouveia, Guarda, Celorico da Beira, ou Belmonte, onde as chamas provocaram danos devastadores.

A associação garantiu que esta operação, fruto da “boa vontade e dedicação daqueles que se sensibilizaram” com a causa, “em defesa da continuidade da pastorícia e das comunidades de montanha, doando géneros e dinheiro, ou o seu tempo e energia”, foi levada a cabo exclusivamente em regime de voluntariado.

Esses donativos continuarão a ser encaminhados pela associação para os centros de logística dos municípios e das freguesias, “garantindo que os mesmos chegarão a quem ainda não tem garantidas as suas reservas”, por forma a assegurar “que todos os rebanhos terão a necessária alimentação até ao regresso dos pastos”.

Para tal, a associação definiu um plano de atuação a aplicar desde já: “A partir de hoje, e nos longos tempos que se avizinham, é nossa decisão primar pela continuação dos esforços nas urgências expectáveis, e, em primeiro lugar, pela ativação de planos de apoio às ações urgentes de estabilização de solos e proteção de linhas de água.”

Os incêndios na Serra da Estrela, que arrasaram um terço da principal serra do país, foram os mais violentos registados naquela região e vitimaram muitos animais, alguns deles acorrentados e que não tiveram forma de escapar das chamas.

Bubba foi um deles. O Labrador preto foi resgatado pelo IRA, mas acabou por não resistir às queimaduras e morreu esta segunda-feira, 29 de agosto.

 

28
Ago22

Animais de rua já recebeu o donativo Delta Q / PiT. E, com isso, vem aí novo livro

Niel Tomodachi

A responsabilidade social está no ADN da relação entre a PiT e o seu main sponsor: 12 associações apoiadas em 12 meses.

Quando a Delta Q disse “sim” à PiT, meses antes do site estar online, o caderno de encargos estava definido: patrocinador principal da única revista portuguesa de lifestyle dedicada a animais e ainda uma parceria de responsabilidade social que pudesse ajudar algumas das muitas associações que, um pouco por todo o país, fazem um trabalho incrível no resgate e apoio a animais abandonados ou vítimas de maus-tratos.

Entre abril de 2022, quando a PiT nasceu, e abril de 2023, serão 12 as organizações em todo o país, escolhidas pela Delta Q, que terão tratamento editorial da nossa redação e que receberão um donativo da empresa do grupo Delta.

Sofia Róis, CEO da Animais de Rua, a primeira associação contemplada pela Delta Q, diz que esta é “uma ajuda preciosa”. “Vamos usar como apoio para a impressão do nosso terceiro livro infantil, ‘O Cão que Leu’”, conta à PiT.

 

“Muito obrigado pela vossa iniciativa, pelo trabalho que têm estado a fazer e à Delta Q por este contributo, que é sempre importante para as associações, que trabalham sempre com tantas dificuldades”, sublinhou a responsável.

 

Nos últimos anos, a associação — que nasceu no Porto em 2008 e está hoje espalhada por todo o país, contando atualmente com sete núcleos de atuação, um deles na ilha açoriana de São Miguel — tem dado ênfase ao programa educativo que desenvolve nas escolas dos municípios com os quais colabora e conta já com dois livros infantis (“O Pimpão” e o “Aqui há gato!”), que retratam a problemática do abandono e a sensibilização para uma sociedade mais responsável em matérias de bem-estar animal. Agora, este apoio irá ajudar no lançamento do terceiro livro.

Como todas as associações, os donativos são essenciais. Atendendo a que o grande foco da associação está nos programas CED (Capturar, Esterilizar, Devolver), e ao facto de o investimento de muitas câmaras municipais ainda ser diminuto, este acaba por ser o seu grande encargo.

Mas não só. Além do programa integrado de controlo populacional de animais errantes/silvestres, a associação também ajuda os animais pertencentes a famílias de poucos recursos — facilitando-lhes o acesso a cuidados médico-veterinários e alimentação.

 

Como pode ajudar

Tudo isto acarreta elevados custos. Por isso, pelo encargo financeiro que tem, a associação desenvolveu alguns meios de suporte. Um deles é o número de telefone solidário (760 300 161) — basta ligar e já está a contribuir.

E há mais formas de ajudar, como é o exemplo do cartão amigo: a partir dos 3€ mensais, poderá subscrever o cartão do amigo da Animais de Rua, tendo assim descontos nas lojas parceiras da associação. “É um cartão digital e é só mostrar o código promocional da Animais de Rua”, explica Sofia Róis.

Também pode ajudar sendo voluntário, adotando ou apadrinhando, doando ou tornando-se sócio da associação. E conta ainda com a loja online da associação, “onde há diversos artigos que pode adquirir, estando assim a contribuir diretamente para ajudar-nos a ajudar”.

Para lá das verbas sempre tão necessárias, há produtos que também fazem muita falta. A associação precisa de alimentação de qualidade (paté e ração), já que, pelo facto de serem animais de rua, têm menos defesas e uma boa alimentação ajuda. Também são bem-vindos resguardos para trocar nas transportadoras e toalhitas para os dias de recobro pós-operatório.

 

Novidades fresquinhas

Além do seu terceiro livro infantil, a Animais de Rua tem já em pré-venda a agenda solidária e o calendário solidário do próximo ano.

Trata-se de mais uma forma de a associação conseguir angariar as tão necessárias verbas, pelo que, se estiver interessado, já pode encomendar. Ao comprar, está a ajudar.

Além do seu trabalho no terreno, a Animais de Rua é também uma entidade formadora certificada pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho. Neste âmbito, promove masterclasses, workshops e ações de formação, destinadas a médicos veterinários, centros de recolha oficial, organizações de proteção animal, entre outros,  que pretendam iniciar-se no método CED, e em outras matérias relacionadas com as boas práticas de bem-estar animal.

Todo este trabalho é levado muito a sério. No seu website, a Animais de Rua tem um contador que marca o número de animais ajudados desde 2009 — ano em que informatizaram toda a informação — e neste momento o marcador está nos 46.744 animais. Quer fazer parte deste esforço e ajudar a aumentar o número do contador?

 

11
Ago22

O saco de pano personalizável para ir às compras e ajudar associações

Niel Tomodachi

Seja Zulidário. É este o desafio da marca pet da Sonae, no âmbito do seu programa de responsabilidade social.

Zu, a marca pet da Sonae, fundada em dezembro de 2014, tem vindo a crescer fortemente ao longo dos últimos anos em todo o território nacional. Nas 40 lojas espalhadas pelo país, a marca reúne num só local tudo aquilo de que cães e gatos necessitam. Em cada uma delas encontrará produtos para as necessidades básicas, tais como a alimentação e a higiene, passando pelos cuidados de saúde veterinária e terminando em necessidades pontuais, tais como brinquedos, treinos e banhos e tosquias.

A marca do grupo do Continente tem também boxes específicas, como a Beauty Box (plano de cuidados de higiene e beleza) e a Health Box (plano de saúde anual, adaptado às necessidades do seu animal de estimação), e – pormenor importante – é solidária.

“Acreditamos em animais felizes e nos seus donos responsáveis. Acreditamos nestas relações especiais, nas quais um simples abanar de cauda ou um carinhoso ronronar são capazes de causar uma alegria imensa”, diz a marca na apresentação do seu programa Somos Zulidários.

Através deste programa, a Zu visa promover um conjunto de iniciativas de carácter social destinadas ao conforto de cães e gatos que se encontram ao cuidado de associações e abrigos de bem-estar animal.

Uma dessas iniciativas é a do Saco Zulidário – que surge da ambição de ajudar associações de apoio e bem-estar animal.

“Quantas vezes já demos por nós a pensar em como determinado cão ou gato é a ‘cara’ do dono? Através deste conceito materializámos o Saco Zulidário. Porque não somos assim tão diferentes, porque é muito mais o que nos une, com orgulho dizemos que os nossos animais de estimação são a nossa cara”, explica a marca.

Além da sua vertente de solidariedade social, o Saco Zulidário, que custa 3,5€ (e que pode depois pintar, personalizando-o assim ao seu gosto), tem ainda como objetivo a redução dos sacos de plástico nas lojas Zu. É fabricado em 100 por cento algodão, o que permite a sua reutilização e assegura a resistência necessária para suportar, por exemplo, um saco de alimentação ou de areia.

E como fazer para ajudar? Depois de comprar este saco, numa loja Zu ou na loja de animais do Continente online, sempre que o reutilizar numa das lojas Zu serão doados 0,50€, nas compras superiores a 5€, ao programa Somos Zulidários.

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Este apoio reverterá em bens e serviços das lojas Zu. Assim, as associações, com o valor angariado, podem não só comprar produtos alimentares mas também aceder aos serviços veterinários da Zu.

Na página de Internet da Zu dedicada a este programa solidário pode encontrar uma lista com os nomes de 40 associações de proteção animal, de norte a sul do país, e basta escolher aquela que gostaria de ajudar. Pode votar até 31 de agosto para se elegerem as próximas associações que a marca vai ajudar.

O anterior Saco Zulidário, no primeiro ano da edição desta ação – entre outubro de 2020 e final de julho de 2021 -, foi um êxito. Foram vendidos 2.500 sacos e as suas reutilizações por parte dos clientes resultaram na doação de 1.800€ repartidos pelas três associações mais votadas – Associação Cantinho dos Animais de Beja, Associação Midas (Matosinhos) e Abrigo da Mãozinhas (antiga Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita).

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28
Jul22

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

Niel Tomodachi

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

No passado dia 5 de Junho, os terroristas em Cabo Delgado atacaram a aldeia de Nanduli, situada a cerca de 30 km da Comunidade de Silva Macua, onde a Helpo trabalha desde 2009, dando origem a uma sequência de ataques e incidentes nos distritos de Ancuabe, Metuge e Mecufi, dois deles distritos limítrofes de Pemba, capital da província de Cabo Delgado.

O distrito de Metuge é o segundo distrito com maior concentração de pessoas deslocadas desde que se assistiu ao início dos conflitos armados em 2017, e as pessoas estão a viver esta situação tumultuosa com grande inquietação, tendo originado uma nova fuga, que a OIM estima que, para já, resulte na deslocação de mais 12.000 pessoas.

A Helpo trabalha nas localidades de Silva Macua, Mahera, Impire, Miéze e Ngoma, nos três distritos referidos, e está a seguir a situação com profunda preocupação e proximidade, sendo que, para já, a normalidade desapareceu das aldeias, escolas e casas, com mais de um terço das escolas do distrito de Ancuabe fechadas, a título de exemplo.

A nossa atenção foca-se na instabilidade que recai sobre a vida das crianças e jovens, que mais uma vez se veem privados de uma frequência escolar regular (após dois anos de profundas disrupções no acesso a este serviço), com todas as consequências que este aspeto acarreta para o seu futuro; e na situação de extrema vulnerabilidade em que se encontrarão mais uma vez as famílias em fuga, sem acesso àquilo que lhes permita sobreviver e suprimir as suas necessidades mais básicas.

Este episódio vem recordar-nos que, embora com menor mediatismo, o conflito armado no norte de Moçambique não findou, e a profunda crise de deslocados e suas consequências continuam a merecer-nos toda a atenção e empatia, e a exigir-nos a mobilização de esforços e recursos necessários para responder a quem mais uma vez precisa de toda a ajuda possível.

Ao nosso alcance, está dar o apoio necessário às pessoas e instituições, para que haja um retorno à normalidade em termos de acesso a bens essenciais e de serviços básicos, e não pouparemos esforços nesse sentido.

Agradecemos todo apoio fundamental que as crianças e suas comunidades recebem, através de todos os que nos têm ajudado a cumprir a nossa missão, e esperamos continuar a ser merecedores da vossa confiança.

A Helpo recebe apoios para fazer face a esta situação através da sua conta dedicada à resposta às emergências:

IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19

ou através do Ser Solidário - MbWay ou Multibanco.

 

HELPO

 

16
Jul22

Crianças deslocadas de Cabo Delgado em livro infantil da Helpo

Niel Tomodachi

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” é o título do livro infantojuvenil, com texto de Maria João Venâncio e ilustrações de Luís Cardoso, que aborda o drama vivido pelas crianças deslocadas de Cabo Delgado, e que já pode ter em sua casa.

O livro conta a história de Suzi, uma menina de 10 anos que se viu obrigada a fugir de casa, em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, e caminhar centenas de quilómetros para escapar aos “monstros” que atacaram a sua aldeia, na esperança de chegar a um lugar seguro.

“Este livro traz-nos um olhar desassombrado, terno e solidário sobre as muitas provações enfrentadas pelas crianças moçambicanas”, refere o Secretário-Geral da ONU, Eng. António Guterres, que assina o prefácio.

Graças ao financiamento da GALP e apoio do Camões I.P., este livro reverte, na totalidade, para os projetos implementados pela Helpo e pode ser adquirido diretamente nos escritórios da Helpo em Cascais e em Ermesinde, com um donativo de 14,90€. 

Em alternativa, pode receber o livro por correio, fazendo uma transferência para o IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19, no valor de 14,90€ + portes de envio (3€ envio normal ou 5€ correio registado) ou através do MB Way (escolha a opção “Ser Solidário”, selecione a Associação Helpo e introduza o montante e o seu NIF). O comprovativo do pagamento deve ser enviado para paulofernandes@helpo.pt ou sofianobre@helpo.pt com indicação de nome, morada, NIF e, se possível, contacto telefónico. 

Nota: o custo de envio é para 1 livro, uma vez que o valor depende do peso; no caso de envio de mais do que 1 livro para a mesma morada, por favor contacte-nos através do telf. (+351) 211 537 687

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” foi apresentado a 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, da Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, que tutela a pasta das Migrações, Ana Catarina Mendes, do embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, do CEO da Galp, Andy Brown, da vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com o pelouro dos Direitos Humanos e Sociais, Laurinda Alves, entre muitas outras entidades e personalidades.

A festa foi ainda engrandecida com a performance de músicos refugiados afegãos, a presença de famílias refugiadas da Ucrânia apoiadas pela Helpo, a leitura do livro pela cantora Selma Uamusse e por dezenas de crianças, que tornaram este dia ainda mais especial.

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HELPO

 

25
Jun22

O Banco Solidário está aí. Vá ao hipermercado e ajude 65 mil animais em risco

Niel Tomodachi

Este fim de semana pode ajudar, nos hipermercados Continente, os animais das associações e de famílias carenciadas.

O Banco Solidário Animal (BSA) regressa às lojas neste fim de semana de 25 e 26 de junho para uma campanha nacional de alimentos e de outros bens de primeira necessidade para animais de companhia em risco. A campanha física vai decorrer nos hipermercados Continente e supermercados Continente Bom Dia no sábado e domingo. E regressa nos dias 2 e 3 de julho, desta vez às lojas Continente Modelo de todo o país.

Ração seca e húmida para cão e gato, areia, produtos de higiene e limpeza, trelas, coleiras ou comedouros são alguns dos produtos mais necessários.

Os bens angariados vão ajudar os cerca de 65 mil animais em risco apoiados pelo BSA e serão distribuídos por mais de 600 associações e grupos informais de apoio animal de todo o país.

Os vales solidários são outra forma de ajudar e já estão operacionais desde ontem. Estão disponíveis não só nas lojas mas também no website do Continente e em www.mercadao.pt. Pode escolher doar 1€, 2€, 3€ ou 5€ e fazer a diferença.

 

Maior campanha nacional

A Animalife é a entidade criadora e organizadora do Banco Solidário Animal, que é a maior campanha nacional de recolha de alimentos e outros bens essenciais para animais, que acontece três vezes por ano em hipermercados e supermercados de todo o país, incluindo ilhas.

O BSA, reconhecido como uma das iniciativas mais importantes da causa animal em Portugal, foi criado para ajudar o maior número possível de animais em risco.

O seu objetivo é providenciar alimento: a animais que vivem à guarda de associações, grupos e protetores individuais; a animais errantes; e a animais pertencentes a famílias em situação de carência económica e a pessoas em situação de sem-abrigo. “Procura, deste modo, contribuir para evitar o abandono e a consequente sobrepopulação de animais, quer na rua quer nos abrigos”, refere a associação no seu website.

As associações e grupos de apoio animal beneficiam e armazenam a totalidade da ração angariada nas lojas que lhes são atribuídas, sendo responsáveis por fazer chegar os bens a quem mais necessita nas localidades onde estão inseridas, para além de salvaguardarem a alimentação dos animais que têm a cargo nos seus abrigos.

A Animalife é, além de promotora, uma das entidades beneficiárias da campanha. Participa ativamente na recolha de bens em algumas lojas de Lisboa e do Porto. Esses donativos são armazenados e distribuídos diretamente a famílias em situação de carência económica comprovada e a pessoas em situação de sem-abrigo, inscritas nos programas de apoio social da associação.

 

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