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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

14
Out21

A nova T-shirt solidária da MO foi criada pela Violeta Cor-de-Rosa

Niel Tomodachi

Por cada peça vendida, serão doados 3€ aos centros IPO de Lisboa, Porto e Coimbra no Mês da Consciencialização para o Cancro da Mama.

No Mês da Consciencialização para o Cancro da Mama, que se assinala em outubro, a MO juntou-se ao Instituto Português de Oncologia pelo terceiro ano consecutivo para uma campanha de sensibilização sobre a patologia. A ideia é incentivar mais mulheres a fazerem o rastreio anual.

Com a ajuda da ilustradora Joana Soares, que criou o projeto Violeta Cor-de-Rosa, a empresa lançou uma T-shirt que pretende ilustrar “a empatia num encontro de emoções entre formas e desenhos, capazes de passar este bonito elo de compreensão”, como escrevem os responsáveis em comunicado.

Esta T-shirt é feita em Portugal recorrendo a materiais mais sustentáveis e pode ser usada por toda a família: está disponível entre os tamanhos S e XXL de adulto, por 9,99€; e dos 3 aos 14 anos para os miúdos, por 7,99€. Por cada peça vendida, serão doados 3€ aos centros IPO de Lisboa, Porto e Coimbra.

Já pode encontrá-la à venda nas lojas físicas e online da MO.

 

09
Out21

Mango lançou uma coleção solidária para apoiar investigação contra o cancro da mama

Niel Tomodachi

No ano passado, a marca conseguiu angariar mais de 175 mil euros, que foram inteiramente destinados à investigação contra a doença.

Em outubro de 2021, a Mango e a Fundação FERO voltam a unir forças por mais um ano na luta contra o cancro da mama. A marca espanhola lançou uma coleção solidária de peças de vestuário e acessórios, cujos lucros serão doados integralmente à organização que investiga esta doença.

Este lançamento coincide com o Mês de Consciencialização e Prevenção do Cancro da Mama, mas também com o Dia Internacional do Cancro da Mama, que se assinala a 19 de outubro.

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Duas propostas da linha solidária.
 

A linha solidária da Mango está desde 4 de outubro disponível online e numa vasta seleção de lojas em 20 países. É composta por três T-shirts, duas carteiras e uma bolsa da linha Woman, mas também por peças de vestuário na linha Mango Man. Tanto a roupa como os acessórios transmitem mensagens de força e esperança.

A coleção solidária lançada pela Mango no ano passado conseguiu angariar mais de 175 mil euros, que foram inteiramente destinados à investigação contra o cancro. A colaboração entre a marca espanhola e a Funcação FERO começou em 2008, quando as irmãs Penélope e Mónica Cruz desenharam uma T-shirt para colaborar na luta contra o cancro da mama.

 

 
07
Out21

Helpo: Festival do Mundo - Papagaios no Céu pela Solidariedade

Niel Tomodachi

Festival do Mundo - Papagaios no Céu pela Solidariedade

Voos acrobáticos sincronizados, papagaios gigantes entre 10 a 25 metros, ateliês para pintar, montar e lançar papagaios e outras surpresas, com convidados especiais. São estas as propostas do Festival do Mundo, o evento de acesso livre e de cariz solidário, que vai animar a Praia de Carcavelos, em Cascais, no dia 10 de outubro, entre as 10h e as 19h.

O ateliê gratuito de construção de papagaios para as crianças tem também um caráter solidário, uma vez que os participantes serão convidados a efetuar um donativo livre a favor da ONGD Helpo, para apoiar a intervenção desta associação nas comunidades carenciadas do norte de Moçambique.

O Festival do Mundo está integrado na iniciativa “One Sky, One World”, que decorre em simultâneo em dezenas de países em todo o mundo, e que celebra o Dia Mundial da Paz com o lançamento de papagaios, com o objetivo de sensibilizar para a promoção da proteção do planeta, para a paz e para o entendimento global.

O Festival do mundo terá vários momentos de homenagem a Mário de Carvalho, um dos percursores em Portugal dos festivais nacionais e internacionais de papagaios também padrinho da Helpo. Estes momentos pretendem homenagear uma pessoa especial no mundo dos papagaios e, ao mesmo tempo, acentuar uma mensagem de amizade e de paz que era seu apanágio sempre que organizava festivais de papagaios em Portugal.

O evento, organizado pela Associação Cabeças no Ar…Te, e pela Helpo, e com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, da Meteoro e do Carcavelos Surf Center, contará ainda com as atuações da orquestra de percussão Batucando do Montijo.

Traga a família e os amigos.
Estão todos convidados!

 

06
Set21

'Packs' com experiências que ninguém quer ter para ajudar quem sofre

Niel Tomodachi

Inspirados nos 'packs' de experiências, como tratamentos de beleza ou jantares românticos, a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR) lançou os packs anti-experiência para ajudar os milhares de deslocados que fogem da violência em Cabo Delgado, Moçambique.

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Estes 'packs' anti-experiência pretendem sensibilizar para a vulnerabilidade do percurso migratório de quem foge da guerra, mas também dar aos portugueses a oportunidade de contribuírem para o futuro de muitas crianças e famílias deslocadas, refere-se num comunicado divulgado hoje.

Ao adquirir os 'packs', que estão à venda em 12 lojas físicas e online da FNAC e no site oficial do projeto (https://antiexperiencias.pt/home), "as pessoas poderão facilmente fazer a diferença e, mesmo que longe, estar na linha da frente da emergência humanitária em Moçambique", segundo André Costa Jorge, coordenador da PAR.

"Estamos a falar de milhares de pessoas que perderam tudo o que tinham e que agora se veem forçadas a começar a sua vida do zero. Não podemos ficar indiferentes ao seu desespero, são precisos gestos concretos de solidariedade que deem esperança a quem passa por tanto sofrimento", acrescentou.

As anti-experiências disponíveis são a fome, a sede, o medo ou o exílio, sentimentos que estão a ser vivenciados por milhares de pessoas que tiveram de deixar tudo para sobreviver à violência em Cabo Delgado, onde existem mais de 800.000 deslocados internos em Pemba e arredores, mas também mais a sul, na província de Nampula.

O conflito de Cabo Delgado traduz-se em 50.000 crianças em alojamentos temporários e necessitadas de bens essenciais, 51 crianças foram raptadas no último ano nas zonas de conflito, 2.852 mortos e 900.000 pessoas em situação de emergência alimentar.

Mais de 1,3 milhões de pessoas foram afetadas pela violência na província do norte de Cabo Delgado.

No interior de cada 'pack' estão histórias reais de pessoas que estão em Cabo Delgado. Cada um custa entre 20 euros a 50 euros, valor que será totalmente revertido para a causa de Cabo Delgado.

 

04
Set21

Vamos ajudar as crianças de Cabo Delgado a estudar!

Niel Tomodachi

"Life's most urgent question is: What are you doing for others?" - Martin Luther King, Jr.

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(Desculpem pela fotografia, não sou muito fotogénico)

:::::

Vamos ajudar as crianças de Cabo Delgado a estudar.

A campanha de recolha de fundos da Helpo nas lojas Pingo Doce já começou e vai permitir apoiar os estudos de milhares de crianças deslocadas de Cabo Delgado.

"Para as crianças deslocadas, a escola é uma primeira casa" , é um lugar de segurança e de esperança num futuro que teima em ser risonho.

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O seu contributo é muito importante. (Estarei num dos Pingo Doce de Matosinhos)

Faça a diferença na educação destas crianças.

 

Para mais informações: HELPO

 

28
Ago21

Campanha em shoppings quer ajudar a dar material escolar às crianças

Niel Tomodachi

Objetivo passa por ajudar três mil crianças de famílias carenciadas a tempo do novo ano letivo.

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Chama-se “Ajudar Não Pode Parar” e arrancou na sexta-feira, 27 de agosto, em vários centros comerciais do País. Tem como objetivo angariar material escolar para crianças de famílias carenciadas para o novo ano letivo que se inicia em setembro.

A iniciativa irá durar até dia 6 de setembro e está a decorrer num total de 18 centros comerciais do grupo Sonae Sierra. O objetivo definido passa por angariar conjuntos de material escolar novo no valor de 70 mil euros, para entrega a mais de três mil crianças carenciadas, para o ano letivo 2021/2022, apoiando famílias portuguesas afetadas neste período de pandemia.

A campanha decorre em parceria com o Banco de Bens Doados da associação Entreajuda, que irão fazer a recolha de materiais novos junto dos hipermercados de cada centro. Os kits escolares incluem cadernos, resmas de papel, lápis de carvão, canetas esferográficas, lápis de cor, canetas de cor, réguas, tesouras, borrachas, estojos e mochilas.

Conheça a lista de centros comerciais abrangidos: AlbufeiraShopping, AlgarveShopping, ArrábidaShopping, CascaiShopping, Centro Colombo, Centro Comercial Continente Portimão, Centro Vasco da Gama, CoimbraShopping, LeiriaShopping, GaiaShopping, GuimarãeShopping, MaiaShopping, MadeiraShopping, NorteShopping, Nova Arcada, Parque Atlântico, Serra Shopping e ViaCatarina Shopping.

 

19
Ago21

Moçambique: Oikos distribui kits de emergência a mais de 15.750 pessoas

Niel Tomodachi

A organização não-governamental (ONG) portuguesa Oikos anunciou hoje, Dia Mundial da Ação Humanitária, que distribuiu kits de emergência para mais de 15.750 pessoas no norte de Moçambique, contando com o apoio do Governo português e de entidades públicas e privadas.

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Num comunicado, a ONG refere que foram entregues bens "de acordo com as recomendações internacionais da coordenação da ajuda humanitária", incluindo bens de higiene, bens para abrigo, cabazes alimentares e bens de cozinha.

A iniciativa contou com o apoio do Governo português, através do Camões -- Instituto da Cooperação e da Língua, e "diversas pessoas, entidades públicas e privadas", segundo a ONG.

"Esta é uma resposta face à grave crise humanitária que se vive no Norte de Moçambique e contemplou a distribuição de kits de emergência em centros de acolhimento temporário e famílias de acolhimento a pessoas deslocadas para mais de 15.750 pessoas", explicou o comunicado.

Para assinalar o Dia Mundial da Ação Humanitária, o diretor de operações da Oikos, Ricardo Domingos, sublinhou que a ação humanitária "deve ser a primeira fase de um processo de desenvolvimento, contínuo e sustentável".

A província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, é palco de ataques por grupos armados desde 2017, descritos por vários governos e entidades internacionais como "terroristas".

A luta contra os insurgentes ganhou um novo impulso, quando no dia 08 de agosto forças conjuntas de Moçambique e do Ruanda reconquistaram a estratégica vila portuária de Mocímboa da Praia, que estava nas mãos dos rebeldes desde 23 de março.

Na sequência dos ataques em Cabo Delgado, há mais de 3.100 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, de acordo com as autoridades moçambicanas.

 

11
Ago21

Helpo: Voluntários precisam-se!

Niel Tomodachi

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De 1 a 13 de setembro, a Helpo regressa às lojas Pingo Doce de todo o país com uma campanha de recolha de fundos.
Uma campanha para compra de material escolar para as crianças deslocadas no Norte de Moçambique.
A ajuda dos voluntários de todo o país é fundamental para o sucesso desta campanha e para garantir material escolar a todas as crianças que necessitem!
Precisamos de si, num dia à escolha entre os indicados. Traga amigos e família ou venha acompanhado do seu ânimo! Contamos consigo como voluntário nesta campanha!
Inscreva-se aqui

 

https://www.helpo.pt/pt/news/voluntarios-precisam-se

 

01
Ago21

Associação do Porto ensina jovens a apoiar e a lidar com sem-abrigo

Niel Tomodachi

Mariana Castro Moura começou em março de 2020 a oferecer alimentos a sem-abrigo do Porto, um projeto que evoluiu para associação e que agora ensina jovens a lidar com esta realidade, olhos nos olhos com quem mais precisa.

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É assim desde que o país confinou em março de 2020, dias depois da confirmação da chegada da covid-19 a Portugal. Diariamente, pouco depois do meio-dia, a voluntária ruma à Rotunda da Boavista e zona do Bom Sucesso para entregar 'kits' alimentares aos sem-abrigo que por ali estão.

O movimento gerado em torno do projeto deu-lhe asas e, já denominado Caminhos do Amor, passou a estar mais dias em mais locais da cidade, sempre com Mariana ao leme, sempre a entregar comida e roupa a quem precisa, ao mesmo tempo que germinava a ideia de atrair os jovens.

"A ideia surgiu da necessidade de ter mais gente a movimentar a associação, mais gente nova e porque há miúdas cada vez mais novas a mostrar interesse em participar", sintetizou à Lusa a mentora, momentos antes de, já com os 'kits' preparados nas sacas plásticas, iniciar mais uma jornada diária, avenida da Boavista acima.

Matilde Allen, de 14 anos, é a primeira jovem voluntária do novo projeto, embora com "experiência" na rota dos sábados, em que é distribuída comida e roupa pela cidade a quem precisa, aqui na companhia da família.

Ainda em casa, Mariana define o que é importante: "aprender a falar com eles [os sem-abrigo], saber interagir, saber preparar os 'kits'. Tudo tem de sair perfeito". E lá se fazem ao caminho, primeiro num autocarro da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto e o resto a pé.

"Há mais jovens inscritos, o problema é conjugar a disponibilidade. O mais novo tem sete anos e virá acompanhado pela mãe", contou a mentora.

Convidada para ser aprendiz do projeto, Matilde aceitou de pronto e até fez mais: "já falei a alguns amigos, a quem me parece que queira participar. Entusiasmados já há, prontos a participar não sei se tanto, mas mais algum tempo e poderão participar".

Confessando-se parte de uma geração que está sempre a olhar para o telemóvel, a jovem percebeu "que fazer estas rondas e ajudar é uma maneira de desligar das redes sociais, do telemóvel, e preocupar-se com uma causa maior que é ajudar".

"Estando a socializar de uma forma completamente diferente é, de todo, uma vivência", sublinhou.

E perante pessoas que "precisam muito de ajuda, que não têm como receber alimentos e roupa", confessou valer a "pena tirar um pouco das férias para estar com eles".

Cerca das 13:30 a rota está completa, contando à Lusa a mentora que a Matilde entregou 16 'kits' alimentares e foram dados bolos a mais quatro pessoas, dois deles jovens artistas de rua. Mariana é assim, não espera que lhe peçam, atua.

"Desde que chegou a pandemia, há mais sem-abrigo nesta zona [da Boavista] e também mais pessoas que, não o sendo, precisam de ajuda. Há mais pessoas de meia-idade, mas também aparecem jovens por terem perdido o trabalho", relatou Mariana sobre o "quadro" antes e depois da pandemia na zona onde intervém.

No trajeto que a reportagem da Lusa, quase sempre com a câmara de filmar desligada, acompanhou, foi visível que a ajuda presta-se também sob a "forma de aconselhamento" e até "para comprar medicação".

"Faço um bocadinho de tudo", resumiu Mariana.

Matilde confessou à Lusa no final da sua primeira "aula" que "não contava ver tanta gente a precisar de ajuda", mas que, ainda assim, a missão "foi o que estava à espera".

"Há mais gente a precisar, mas eu não consigo chegar a todos", disse Mariana antes de a equipa do Caminhos do Amor rumar à Pasteleira, para a segunda rota, aqui para apoiar toxicodependentes.

 

28
Jul21

Esta marca portuguesa de roupa infantil lançou uma linha para apoiar a Ajuda de Berço

Niel Tomodachi

Por cada peça de roupa vendida, a Maria Concha vai doar 5€ para apoiar bebés e crianças que necessitam de cuidados especiais.

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No início do mês, a marca portuguesa Maria Concha lançou uma coleção cápsula solidária em conjunto com a arquiteta Tânia Martins, criadora da Homestories, em que uma percentagem das vendas reverte a favor da Ajuda de Berço.

Por cada peça vendida da nova coleção, 5€ destinam-se a ajudar a associação de solidariedade social a construir a Casa Nova, no bairro de Benfica, em Lisboa. Este novo espaço de prestação de cuidados especiais, construído no âmbito da campanha “Dê casa ao coração”, materializa a vontade de dar casa a aconchego a bebés e crianças com doenças crónicas ou agudas que necessitam de cuidados especiais.

Tânia Martins desenhou a Caring Collection com propostas de verão, feitas de tecidos leves e frescos, pensados para o conforto dos miúdos aproveitarem o melhor da estação: passeios à beira-mar, piqueniques nos jardins, sestas à sombra das árvores e muitas brincadeiras com a família e os amigos.

Esta linha é composta por quatro peças feitas em Portugal. Jardineiras para meninos e meninas dos 18 meses aos 6 anos; um vestido dos 2 aos 8 anos; e uma camisa com capuz dos 2 aos 12 anos. Já os tecidos são, principalmente, feitos de algodão orgânico e linho.

 

Todas as peças da Maria Concha são feitas à mão. Os tons para esta coleção caracterizam-se principalmente pelo bege e branco.

A Maria Concha é uma marca portuguesa de confeção de roupa infantil dos 6 meses aos 12 anos. Foi criada há 10 anos para oferecer peças de qualidade, com uma estética intemporal. A produção é nacional e os tecidos são, sobretudo, feitos 100 por cento de algodão e algodão orgânico. As coleções lançadas ao longo do ano vão desde peças para ocasiões mais especiais a propostas de praia.

Tânia Martins, a arquiteta convidada, é mãe de duas meninas e criadora da Homestories, uma marca própria onde as obras combinam com finais felizes. Agora, uniram-se para apoiar a Ajuda de Berço, um centro de acolhimento temporário para bebés e crianças dos 0 aos 12 anos, vítimas de situação de risco ou abandono, em regime de permanência. Foi criada em 1998 e já acolheu mais de 378 bebés.

As propostas da Caring Collection estão à venda na loja online da Maria Concha. 

 

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