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Little Tomodachi (ともだち)

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25
Out22

“O Diabo em Ohio”: o novo thriller da Netflix que está a conquistar os espectadores

Niel Tomodachi

É uma série que conta a história de uma rapariga que escapa de uma seita obscura. Tem oito episódios.

Chama-se “O Diabo em Ohio” e é uma série de thriller que estreou na Netflix a 2 de setembro. Tornou-se num sucesso logo no fim de semana — neste momento ocupa o segundo lugar do top 10 das tendências da plataforma de streaming.

A atriz principal é Emily Deschanel, que se tornou popular ao protagonizar a série “Ossos” durante 12 anos. Desde que a produção chegou ao fim, em 2017, tem participado nalguns projetos, mas sem grande visibilidade até agora.

Nesta história, interpreta uma psiquiatra e mãe dedicada, Suzanne Mathis. Tem três filhas e um marido que trabalha no ramo imobiliário, mas a sua ocupada vida pessoal não a impede de ser uma profissional de referência, com uma enorme paixão pelo que faz. Como uma das suas filhas explica a uma das irmãs no primeiro dos oito episódios, “ela tenta salvar toda a gente”.

É isso que tenta fazer com Mae, a adolescente que se torna na personagem que irá mexer com tudo e originar a narrativa de “O Diabo em Ohio”. Certo dia, Mae dá entrada no hospital, vítima de um trauma enigmático. Cedo se descobre que tem a marca de um pentagrama nas costas, mas ninguém consegue perceber o que aconteceu, porque a jovem anónima se recusa a falar. É aí que entra em cena Suzanne.

Cheia de compaixão, a psiquiatra acolhe Mae na sua família, dando-lhe uma casa e a possibilidade de se recompor e de começar uma vida normal. Não demora muito até perceberem que a jovem veio de uma seita obscura, uma comunidade isolada numa zona próxima daquele subúrbio do Ohio onde a ação se desenrola.

Enquanto a dinâmica familiar na casa de Suzanne se vai moldando à presença de Mae, as personagens — e os espectadores — vão descobrindo mais sobre o seu passado atribulado, que a levou até ali. Há um polícia à procura da verdade que também estará no seu encalço, enquanto tenta desvendar as práticas satânicas orquestradas naquele culto.

O enredo carregado de tensão baseia-se no livro homónimo publicado em 2017, e a série foi criada pela própria escritora, Daria Polatin (com experiência televisiva, graças ao seu trabalho como argumentista em produções como “Jack Ryan” ou “Condor”). Por sua vez, o livro foi inspirado numa história real.

O elenco também inclui nomes como Sam Jaeger, Gerardo Celasco, Madeleine Arthur, Xaria Dotson, Alisha Newton, Naomi Tan, Jason Sakaki ou Evan Ellison, entre outros. O projeto foi apresentado como uma minissérie pela Netflix, o que significa que não deverá ter continuação.

 

27
Set22

Vem aí a prequela de “The Witcher” e já há data de estreia

Niel Tomodachi

A história acontece 1200 anos antes das aventuras de Geralt de Rivia. Vai ser lançada ainda este ano.

A prequela do fenómeno “The Witcher” vai estrear ainda este ano. O spin-off chama-se “The Witcher: Blood Origin” e vai ser o presente de Natal perfeito para todas as pessoas que não resistem à fantasia da produção. Estreia exatamente no dia  25 de dezembro.

Ao longo de seis episódios, a minissérie narra os acontecimentos que levaram ao fenómeno da conjunção das esferas no original da Netflix. A ação decorre 1200 antes da história que já conhecemos e está focada nas vivências dos elfos e na criação do primeiro witcher. Ou seja, muito antes da jornada de Geralt de Rivia, interpretado por Henry Cavill.

“Num mundo dominado pelos elfos mais de mil anos antes dos eventos de “The Witcher”, sete párias unem-se numa sangrenta demanda contra um poder imparável”, pode ler-se na sinopse.

No Twitter da gigante do streaming, foi ainda apresentada a imagem promocional da novidade tão antecipada. Duas espadas cruzadas servem como presságio para o que aí vem: os mundos vão colidir.

A prequela é realizada por Sarah O’Gorman e Vicky Jewson, o elenco conta com nomes como Michelle Yeoh, Sophia Brown, Laurence O’Fuarain, Mirren Mack, Dylan Moran. Também a atriz Minnie Driver, conhecida por “O Fantasma da Ópera”, foi anunciada como uma das atrizes que irá dar vida à história.

06
Mai22

Já foi divulgado o trailer da nova série de “A Guerra dos Tronos”

Niel Tomodachi

“House of the Dragon” é a produção da HBO que teve gravações em Portugal no ano passado.

Chegou o trailer de uma das séries mais esperadas do ano, “House of the Dragon”, a prequela de “A Guerra dos Tronos”. As imagens foram divulgadas nesta quinta-feira, 5 de maio. Várias cenas foram gravadas em Portugal no ano passado, nas aldeias de Monsanto e Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova.

Sob o comando dos Targaryen, numa época em que os dragões dominavam tudo e todos, habilmente comandados pelos seus mestres de cabelos platinados, Westeros prepara-se para uma nova batalha. 

A guerra civil recebeu o nome de “Dance of the Dragons”, a Dança dos Dragões. O confronto opôs dois herdeiros ao trono, Rhaenyra e o seu meio-irmão Aegon II, num conflito que definiu muito do que seria o futuro da então mais temida e poderosa casa de Westeros.

Esta nova prequela é uma ideia do próprio George R. R. Martin, o autor dos livros da saga, e de Ryan Condal, outro dos showrunners desta produção. É baseada no livro “Fire & Blood”, que se passa 200 anos antes dos acontecimentos de “A Guerra dos Tronos”. A estreia na HBO Max está marcada para 22 de agosto.

 

30
Mar22

Nova série de “A Guerra dos Tronos” já tem data de estreia

Niel Tomodachi

Trata-se do projeto que inclui cenas gravadas em Portugal no ano passado, nos arrredores das aldeias de Monsanto e Penha Garcia.

"House of the Dragon”, o primeiro spinoff de “A Guerra dos Tronos”, já tem data de estreia: chega à HBO Max a 22 de agosto. Vai ter dez episódios e trata-se de uma prequela da história original. Baseia-se no livro “Fire & Blood”, do autor George R. R. Martin. Esta é a produção televisiva que teve filmagens em Portugal no ano passado, nos arredores das aldeias de Monsanto e Penha Garcia, em Idanha-a-Nova. 

A narrativa centra-se na família Targaryen. As personagens são outras, mas a sede de poder da família mantém-se intacta. No centro do enredo está, mais uma vez, a sucessão e o direito a tomar o controlo do Trono de Ferro.

Sob o comando dos Targaryen, numa época em que os dragões dominavam tudo e todos, habilmente comandados pelos seus mestres de cabelos platinados, Westeros prepara-se para uma nova batalha. A guerra civil que se seguiu recebeu o nome de “Dance of the Dragons”, a Dança dos Dragões. O confronto opôs dois herdeiros ao trono, Rhaenyra e o seu meio-irmão Aegon II, num conflito que definiu muito do que seria o futuro da então mais temida e poderosa casa de Westeros.

Com David Benioff e D.B. Weiss fora de cena, um velho conhecido de “A Guerra dos Tronos” foi chamado para liderar a produção. Miguel Sapochnik, realizador de alguns dos mais famosos episódios da série, é agora um dos showrunners, ao lado de Ryan Condal — este último um dos argumentistas que trabalhou lado a lado com George R. R. Martin.

Além disso, está confirmado que o compositor Ramin Djawadi, o autor dos temas originais que se destacaram durante as oito temporadas de “A Guerra dos Tronos”, está de volta para este novo projeto.

 

30
Mar22

“Moon Knight”: já estreou a nova série da Marvel para os fãs do antigo Egito

Niel Tomodachi

Há mais um super-herói em ação, interpretado por um dos melhores atores da sua geração: Oscar Isaac.

Depois de “WandaVision”, “O Falcão e O Soldado de Inverno”, “Loki”, “E Se…?” e “Hawkeye”, a Marvel estreia esta quarta-feira, 30 de março, uma nova série na plataforma Disney+. Chama-se “Moon Knight” e, pela primeira vez, no centro da história está um super-herói que nunca apareceu nos filmes da saga.

Contudo, os estúdios contrataram Oscar Isaac, aclamado como um dos melhores atores da sua geração, para interpretar este complexo protagonista que tem uma longa história na banda desenhada. Ele é Steven Grant, um britânico com conhecimentos arqueológicos — especialmente sobre o antigo Egito — e demasiado ambicioso para estar a trabalhar na loja de um museu.

Ele sonha ser um guia — ou uma espécie de Indiana Jones da Marvel. Mas tem um problema. Ao que parece, sofre de um severo sonambulismo, que está relacionado com o seu transtorno dissociativo de identidade. Por vezes, ele é Marc Spector, um mercenário americano com um passado atribulado. Ou será o contrário? E Steven é apenas um produto da sua imaginação?

“Moon Knight” acompanha a trajetória deste protagonista multifacetado — e é um exercício de representação distinto para Oscar Isaac. O ator tem oportunidade de alternar entre sequências de ação e momentos cómicos, além de variar de personas consoante o alter-ego que está a interpretar.

Esta sua jornada — que no fundo tem origem no seu problema de saúde mental — acaba por o levar até a um carismático guru que vive nos Alpes suíços. Dá pelo nome de Arthur Harrow (Ethan Hawke) e é um seguidor do deus egípcio Ammit, que tem como missão fazer justiça antes de as pessoas cometerem maus atos.

Como tantos outros vilões, o seu objetivo é criar uma Terra melhor — mas através da destruição daquilo que já existe. Já Steven tem uma ligação a outro deus egípcio, Khonshu, que pode ser igualmente mau se comparado com Ammit.

Steven acaba por se aproximar também de uma mulher misteriosa chamada Layla (May Calamawy), que será uma espécie de Marion Ravenwood para o seu Indiana Jones. 

“Moon Knight” tem seis episódios criados por Jeremy Slater. O realizador egípcio Mohamed Diab é um dos responsáveis pelos vários capítulos — e o retrato do Egito e do mundo árabe está a ser elogiado por ser mais enriquecedor e preciso do que a forma como normalmente acontece nas produções de cinema ou televisão no mundo ocidental.

Porém, a crítica especializada internacional está a apontar que “Moon Knight” é uma das piores séries da Marvel já lançadas desde que começaram a ser produzidas pelos estúdios do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Os maiores elogios têm sido dirigidos à prestação de Oscar Isaac.

O elenco inclui ainda F. Murray AbrahamGaspard UllielFernanda AndradeSofia DanuDíana Bermudez ou Ann Akinjirin, entre outros.

 

22
Fev22

Viola Davis vai interpretar Michelle Obama na nova série “The First Lady”.

Viola Davis surge irreconhecível no papel de Michelle Obama

Niel Tomodachi

O trailer oficial de The First Lady já foi lançado. A série da Showtime conta com Viola Davis no papel de Michelle Obama, Michelle Pfeiffer no papel de Betty Ford e Gillian Anderson como Eleanor Roosevelt. A série apresenta as ex-mulheres icónicas que navegam nas complexidades do seu papel exigente, mantendo ao mesmo tempo a sua individualidade.

“Em quatro anos, não quero olhar para trás e pensar: ‘o que é que eu me tornei a viver naquela casa? Obama de Davis diz a dada altura, acrescentando mais tarde: “Vou escolher a minha equipa, escolher as minhas causas. Entendido?”.

“Estarei aqui para ti, mas vou ser eu própria”, diz o Ford de Pfeiffer, acrescentando mais tarde, “Eles podem expulsar-me, mas não podem fazer de mim alguém que eu não sou”.

Roosevelt de Anderson resume a série com uma única linha: “És o marido de uma esposa que tem uma mente e uma vida própria”.

A Showtime descreve a série como: “Na Ala Leste da Casa Branca, muitas das decisões mais impactantes da história e que mudaram o mundo foram escondidas da vista, tomadas pelas carismáticas, complexas e dinâmicas primeiras damas da América. Esta série irá falar sobre a vida pessoal e política destas enigmáticas mulheres”.

@thefirstlady_sho

Outros membros do elenco incluem Dakota Fanning como Susan Ford, O-T Fagbenle como Barack Obama, Kiefer Sutherland como Franklin D. Roosevelt e Aaron Eckhart como Gerald Ford.

The First Lady tem estreia marcada para 17 de abril.

 

29
Dez21

O herói silencioso de “Star Wars” regressa com uma série só sua

Niel Tomodachi

Boba Fett disse apenas cinco frases na trilogia original, mas é um favorito dos fãs. Agora é a estrela da nova série da Disney+.

Apareceu de forma discreta pela primeira vez em “O Império Contra-Ataca”, de 1980. Era apenas uma espécie de figurante, um caçador de recompensas com uma armadura extremamente cool, que acabaria por ter um papel vital na captura de Han Solo.

“Como bem entender”, responde perante as ordens de Darth Vader. “E se ele não sobrevive? Ele é muito valioso para mim”, responde mais tarde numa das poucas falas da personagem, perante o desejo de Vader de congelar o herói interpretado por Harrison Ford.

Apesar das poucas oportunidades dadas a Boba Fett, tornou-se rapidamente num dos favoritos dos fãs, graças ao seu ar misterioso. Nunca é revelada a sua face por detrás do capacete tradicional dos Mandalorians. E acaba por aparentemente morrer numa batalha final, engolido pelo temível Sarlacc.

Muitos mantiveram a esperança de que o caçador de recompensas pudesse ter sobrevivido. Foi preciso esperar quase quarenta anos para voltar a ver a personagem em carne e osso. Surge de forma breve, quase irreconhecível, sem a sua icónica armadura e de cara destapada, no episódio nove da segunda temporada.

Haveria de mostrar-se peça fulcral no desenvolvimento da história de “The Mandalorian”, cujo final revelou, de forma descarada, que o spin-off que se seguiria acompanharia o eterno predileto dos fanáticos.

Na verdade, como saberão os mais acérrimos fãs de “Star Wars”, a primeira aparição de Boba Fett aconteceu no infame especial de Natal da saga de George Lucas, lançado em 1978. Mas a grande revelação é feita em “The Mandalorian”, que esclarece todas as dúvidas sobre a eventual morte da personagem em “O Regresso do Jedi”.

No regresso, Boba Fett, interpretado por Temuera Morrison — ator que fez de Jango Fett, o pai de Boba que na verdade é um clone, nas prequelas de “Star Wars” —, está desesperado em busca da sua icónica armadura, agora nas mãos de Mando, o protagonista de “The Mandalorian”.

Como é que Fett escapou às garras do temível Sarlacc? A revelação nunca é feita nos filmes oficiais, mas é adiantada nos livros “Legends”, que não fazem parte do cânone oficial da saga, mas que explicam que a personagem usa o seu jato para fugir, apesar de gravemente ferido.

O que aconteceu depois, está por revelar, mas segundo os acontecimentos de “The Mandalorian”, a sua armadura acaba nas mãos de Vanth, um local que oferece o fato a Din Djarin (Pedro Pascal). Fett, na companhia da também caçadora de recompensas Fennec Shand, conseguem localizar o Mandalorian e convencê-lo de que a armadura é sua.

Juntam-se a ele na missão de tentar recuperar Grogu, o pequeno Yoda bebé. Mas é na cena final, pós-créditos, que a premissa de “The Book of Boba Fett” é revelada. Em Tattooine, Fett e Shand invadem o palácio abandonado de Jabba the Hutt e assassinam um dos seus ajudantes, Bib Fortuna, para finalmente tomar o trono e a partir dele gerir um novo império do crime.

Embora pouco se saiba sobre o enredo, é de esperar muitas e surpreendentes aparições de personagens do universo de “Star Wars”, à imagem do que aconteceu em “The Mandalorian”. O resto? Só se saberá a partir desta quarta-feira, 29 de dezembro, data de estreia da série na Disney+.

 

27
Dez21

“A Very British Scandal”: o escândalo sexual que chocou o Reino Unido chega à HBO

Niel Tomodachi

Claire Foy, de “The Crown”, é uma das protagonistas desta minissérie que estreia nos próximos dias em Portugal.

Depois de “A Very English Scandal”, minissérie sobre o escândalo do caso homossexual do líder do Partido Liberal, agora vem aí “A Very British Scandal”. Trata-se de outra minissérie, também com três episódios, centrada noutra história real que chocou a sociedade britânica.

A história é inspirada no famoso processo de divórcio (e escândalo sexual) que opôs o Duque e a Duquesa de Argyll. “As consequências públicas do seu relacionamento levaram a um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do século XX. Famosa pelo seu carisma, beleza e estilo, Margaret dominou as capas como mulher divorciada que enfrentou acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas e suborno. Uma fotografia Polaroid explícita tornou-se o elemento-chave no divórcio escandaloso que se desenrolou sob o olhar atento dos media dos anos 1960”, descreve a sinopse oficial do projeto.

Claire Foy e Paul Bettany são os atores protagonistas, embora o elenco inclua ainda Julia Davis, Phoebe Nicholls, Richard McCabe e David Monteath, entre outros. Os três episódios chegam, por ordem, a 29, 30 e 31 de dezembro à plataforma de streaming HBO Portugal. A produção foi escrita por Sarah Phelps e realizada por Anne Sewitsky.

 

17
Dez21

Já pode ver o primeiro trailer de “How I Met Your Father”

Niel Tomodachi

O spinoff de “How I Met Your Mother” estreia em janeiro nos EUA. Ainda não há data confirmada para Portugal.

Desde abril que sabemos que a famosa sitcom “How I Met Your Mother” (traduzida para “Foi Assim que Aconteceu”, em Portugal) vai ter um spinoff. “How I Met Your Father” terá dez episódios e estreia a 18 de janeiro nos EUA, na plataforma de streaming Hulu. Ainda não se sabe onde nem quando vai estrear em Portugal.

O primeiro trailer da nova série foi divulgado esta quinta-feira, 16 de dezembro. A grande protagonista é Sophie (Hilary Duff), que está a contar ao filho a história de como conheceu o pai dele.

A narrativa centra-se no grupo de amigos de Sophie, nas suas crises existenciais e de como se pode apaixonar num mundo cheio de aplicações de encontros e opções aparentemente ilimitadas. O elenco inclui ainda nomes como Chris Lowell, Francia Raisa, Tom Ainsley, Tien Tran e Suraj Sharma, além de Kim Cattrall.

 

16
Dez21

Vem aí a segunda temporada de “The Witcher” — mais emocional, ambiciosa e épica

Niel Tomodachi

Estreia na Netflix esta sexta-feira, com novas personagens e uma estrutura diferente. Ao todo são oito episódios.

Dois anos depois, “The Witcher” está de volta à Netflix. A partir desta sexta-feira, 17 de dezembro, há oito novos episódios para ver da história de fantasia baseada nos livros do escritor polaco Andrzej Sapkowski.

Na altura, a série tornou-se rapidamente numa das mais vistas do momento — aliás, tendo coincidido com uma alteração na forma como a plataforma de streaming media as audiências, tornou-se na produção original mais vista de sempre nas primeiras quatro semanas desde a estreia. Entretanto estreou também na Netflix a prequela “The Witcher: Nightmare of the Wolf”, que serviu para dar contexto sobre este complexo universo.

Agora, a narrativa recomeça para continuar a história de Geralt of Rivia (Henry Cavill) e responder a questões maiores sobre este mundo. Ou seja, estarão mais em destaque temas como a origem dos monstros.

Da última vez que os fãs viram Geralt e Ciri (Freya Allan) estes tinham-se finalmente encontrado depois de passarem uma temporada inteira a percorrer o continente em paralelo. Além disso, uma enorme batalha terminou depois da maga — e ocasional interesse amoroso de Geralt — Yennefer evocar forças obscuras para derrotar um exército.

As personagens estão em posições diferentes no início da segunda temporada. Geralt, que sempre foi um guerreiro solitário, é agora uma figura paternal para Ciri — e vai tentar protegê-la ao levá-la para Kaer Morhen. É um local remoto no meio das montanhas que serve de abrigo aos witchers.

Ciri vai aproveitar esta oportunidade para treinar e evoluir, depois de ter passado a primeira temporada toda em risco. Já Yennefer é uma prisioneira de guerra que está agora a lidar com uma perda pessoal.

Além destas questões mais individuais, vão ser abordados temas mais globais deste universo. No centro de tudo está um acontecimento descrito como a “conjunção”. Antes disto, havia diferentes realidades paralelas ou dimensões, o que fazia com que os humanos, elfos e monstros estivessem separados. 

A “conjunção” obrigou-os a estarem juntos, a partilharem um mundo, e muitas coisas estão relacionadas com este acontecimento — como a aparição de novos monstros e a própria existência dos witchers, que acabam por ligar todas as partes da narrativa.

Além disso, há um conjunto de novas personagens que terão um papel relevante no enredo. É o caso de Vesemir (Kim Bodnia), o mentor de Geralt que tem como missão evitar que os witchers se extingam. Rience (Chris Fulton) é um mago obscuro que está a tentar encontrar Ciri, enquanto Nenneke (Adjoa Andoh) é uma sacerdotisa que ajuda a guiar Geralt por territórios novos.

“Há alguma riqueza extra”, disse a atriz Adjoa Andoh à “Radio Times”. “Acho que esta temporada vai aprofundar o lado emocional das personagens — vai explorar quem são estas pessoas.”

Desta vez, tudo irá acontecer na mesma linha temporal, o que poderá tornar tudo mais claro. Mas a estrutura será mais de continuidade, uma vez que não haverá um monstro diferente para derrotar em cada episódio.

 

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