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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

28
Ago21

O vegetal anti-stress que vale a pena juntar à sua dieta (em sopa ou sumo)

Niel Tomodachi

O aipo tem vários benefícios, ajuda a saciar e é incrivelmente pouco calórico.

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Há alimentos que são perfeitos para juntar na sopa. E há outros que funcionam bem em sumos. No entanto, não são muitos os alimentos que podem adaptar-se perfeitamente aos dois cenários como é o caso do aipo.

O aipo tem vários benefícios mas uma das razões pelas quais se tem tornado mais famoso (e até inspirado um sumo em particular) é o facto de ser muito pouco calórico: tem apenas 16 calorias por 100 gramas.

O aipo pode ser também uma ótima fonte de vitaminas como A, B, C, E e K e ainda de minerais como o cálcio, o potássio, o sódio e o fósforo. O aipo pode surgir com duas colorações, branco, ou verde, mas em termos nutricionais é melhor optar pela última.

Quando cozido, as calorias do aipo até podem aumentar ligeiramente (estima-se que para 24 calorias por 100 gramas), mas convém salientar que isto está longe de ser um problema. Até porque uma das características do aipo é ser rico em água e fibras, o que quer dizer que também pode ajudar a promover a sensação de saciedade. E como é óbvio, se nos sentimos mais satisfeitos, temos menos tendência a “empanturrar” o nosso organismo.

Diferentes estudos têm destacado os fitonutrientes e as potencialidades anti-inflamatórias do aipo. Há também investigações que têm realçado os contributos que pode dar em ter termos de colesterol e pressão sanguínea.

Um dos dados mais curiosos é que este vegetal pode dar também uma ajuda na diminuição nos níveis de stress. Claro que o simples ato de comer aipo não resolve os problemas que a pessoa tem na sua vida pessoal ou profissional. Mas este alimento conta com óleos essenciais e magnésio presentes na sua composição, capazes de terem um contributo positivo para o sistema nervoso.

O aipo pode ser muito versátil.
 

Muitas vezes, há nutrientes que um determinado alimento pode ter, mas que podem precisar da combinação com outros alimentos, para potenciar os benefícios. Em termos de saúde óssea, o aipo é bastante independente, além de cálcio, é rico em vitamina K, precisamente um vitamina que ajuda na fixação de cálcio.

Na cozinha mediterrânica o aipo há séculos que é opção e muitas vezes é ingrediente incluindo em sopas mas também já teve o seu momento de fama como sumo. Kim Kardashian, Miranda Kerr, Sylvester Stallone e o tenista Novak Djokovic estão entre alguns dos nomes que já admitiram a dada altura serem fãs do sumo de aipo. Há até livros dedicados quase em exclusivo ao tema.

Um dos debates em torno desta dieta de sumo foi sobre se havia mesmo muitos benefícios ao consumi-lo em sumo, a verdade é que faltavam (e ainda faltam provas). E nos benefícios que já se conhecem não têm de ser exclusivos em sumo.

Na verdade, uma as boas características da alimentação é que ser diversificada. E uma das vantagens do aipo é que pode bem adaptar-se a diferentes opções. Não acredita? Carregue na galeria e descubra algumas receitas, para todos os gostos, onde pode experimentar aipo.

15
Jul21

Uma em cada 10 pessoas que sofre 'borderline' suicida-se ainda jovem

Niel Tomodachi

Uma em cada 10 pessoas que sofre de perturbação da personalidade 'borderline' suicida-se ainda jovem, uma doença que constitui um grave problema de saúde pública, mas que é incompreendida, mal diagnosticada e maltratada, alerta o psiquiatra João Carlos Melo.

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Foi para dar voz a estas pessoas que se encontram "perdidas numa terra de ninguém" e alertar para esta doença que João Carlos Melo escreveu o livro "Reféns das próprias emoções - Um retrato íntimo das pessoas com personalidade 'borderline'".

"Notei que fazia falta um livro com estas características, nomeadamente em Portugal, dedicado sobretudo ao grande público, embora todas as pessoas da área da saúde mental certamente que ficarão mais bem informadas", diz o psiquiatra em entrevista à agência Lusa.

Desde a publicação do livro em maio que João Carlos Melo tem recebido "muitas reações extraordinariamente positivas" de reconhecimento e de agradecimento.

"Muitas pessoas que eu não conheço têm mostrado que o livro tem ajudado a divulgar este problema e sentem-se reconhecidas, sentem-se retratadas e sentem que é um bom serviço que é prestado dando a conhecer este problema", revela o psiquiatra, que pretende também com o livro ajudar doentes e familiares.

No livro, o psiquiatra pergunta o que é que Marilyn Monroe, Janis Joplin e Amy Winehouse tinham em comum. "A fama? Sem dúvida que sim. O talento e o brilho? Também", mas havia "um outro lado".

"Eram excessivas, intensas. Viviam sempre no limite. As relações que estabeleciam eram dramáticas e tumultuosas. Tinham atitudes autodestrutivas. Agrediam-se a si próprias de formas variadas" e "eram demasiado jovens quando morreram" e eram doentes 'borderline', escreve o diretor do Hospital de Dia de Psiquiatria do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra).

À Lusa, João Carlos Melo explica que a maior parte das pessoas não precisa de fazer um grande esforço para regular as suas emoções, podendo ficar indignadas, zangadas, magoadas com muitas situações, mas estas pessoas "ficam muito mais" porque são "hipersensíveis".

"Não conseguem controlar as emoções por várias razões que têm a ver com o temperamento, com o funcionamento biológico, com as histórias de vida e a própria impulsividade", explica.

Segundo João Carlos Melo, são doentes que "sofrem e fazem sofrer os outros" e são "incompreendidos" como é a doença.

"Mesmo dentro da psiquiatria, esta doença é mal compreendida, mal diagnosticada e maltratada. Como o têm sido as pessoas que dela sofre", afirma.

Estimativas apontam que esta doença atinja mais de 2% da população, o dobro da doença bipolar, da esquizofrenia e da doença de Alzheimer, mas podem ser mais, porque muitas vezes o diagnóstico tende a ser feito para outra patologia, como a depressão ou bipolaridade, ansiedade.

Também há doentes que só procuram ajuda em situações de crise nas urgências dos hospitais, acabando por desaparecer e não ficar nas estatísticas.

A ideia da morte está quase sempre presente nestes doentes e 10% morrem de suicídio, o que "é muito", e cerca de 75% fazem tentativas de suicídio: "Isto pode ser entendido e pode ser sentido como uma manipulação, mas na verdade a pessoa está a ter um comportamento desesperado de sobrevivência".

Já os comportamentos autolesivos tem outro significado que é provocar uma dor física para aliviar a dor psicológica que os doentes descrevem como sendo "dolorosa" e "insuportável".

Estudos epidemiológicos mostram que mesmo sem tratamentos específicos os doentes vão melhorando com o avançar da idade "nestes comportamentos mais exuberantes, de impulsividade, agressividade".

Mas há outros aspetos que são mais difíceis de melhorar como o vazio interior, a baixa autoestima, a dificuldades nas relações com as pessoas e angústias de separação e abandono.

07
Jun21

"Diário de um Médico no Combate à Pandemia" de Gustavo Carona

A missão mais difícil da minha vida

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Gustavo Carona já exerceu medicina em situações de máximo desespero, socorrendo populações dilaceradas pela guerra em alguns dos conflitos mais sangrentos do mundo - mas foi no Hospital de Matosinhos, onde trabalha diariamente, que viria a desempenhar a missão mais difícil da sua vida.

Especialista em cuidados intensivos e anestesiologia, o médico portuense traz-nos um testemunho em carne viva sobre a abnegação, o vincado sentido de dever e também o sofrimento dos profissionais de saúde ao longo da pandemia da covid-19.

Partindo do seu próprio caso, ao debater-se com a gestão de problemas pessoais, dores físicas constantes e um burnout que não apenas o afastou da sua unidade de cuidados intensivos como lhe trouxe um sentimento de frustração insustentável, Gustavo Carona faz um relato profundamente humano da angústia e do heroísmo de médicos, enfermeiros e auxiliares diante de um inimigo mortal que, além de invisível e desconhecido, não raras vezes pareceu incomensuravelmente mais poderoso do que a resistência mais árdua dos homens e os conhecimentos mais avançados da ciência.

 

Sobre o Autor:

Gustavo Carona nasceu no Porto em 1980. É médico anestesista e intensivista no Hospital de Matosinhos e dedica-se a missões humanitárias desde 2009. Já representou os Médicos Sem Fronteiras, os Médicos do Mundo e a Cruz Vermelha Internacional em zonas de carência humanitária extrema, como a República Centro Africana, o Sudão do Sul, Burundi, Afeganistão, Síria, Iraque, Iémen e Faixa de Gaza. Desde cedo que tenta dar voz às vidas que lhe passaram pelas mãos e a um mundo que poucos querem ver, apelando à humanidade global com a sua escrita nos media e redes sociais e com numerosas intervenções públicas. É autor dos livros 1001 Cartas para Mosul e O Mundo Precisa de Saber.

 

19
Mai21

OMS alerta: trabalhar muitas horas por semana aumenta o risco de morte

Niel Tomodachi

Homens de meia-idade são os mais afetados. Mais de 55 horas semanas já é “sério perigo”.

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A Organização Mundial de Saúde e a Organização Internacional do Trabalho publicaram um estudo global, o primeiro do género, que se analisa o impacto do excesso de trabalho no aumento do risco de morte. E os resultados são surpreendentes.

Os dados, recolhidos em mais de 190 países, entre 2000 e 2016, permitiram concluir que as longas horas de trabalho tiveram influência em cerca de 745 mil mortes por acidente vascular cerebral (AVC) ou doenças cardíacas, só em 2016. Um valor que representa um aumento de 30 por cento em relação ao ano 2000. Houve ainda mais de 23 milhões de pessoas que ficaram com patologias associadas ao mesmo problema, nomeadamente de cardiopatia isquémica.

A análise foi publicada esta segunda-feira, 17 de maio, na revista “Environment International”. O mesmo estudo estima ainda que cerca de 488 milhões de pessoas em todo o mundo estiveram sujeitas a longas horas de trabalho, definidas como um número igual ou superior a 55 horas de trabalho semanais.

Este número de horas não é um acaso: é a partir das 55 horas de trabalho que mais aumenta o risco de AVC, (35 por cento). O estudo revelou ainda que é no sudeste da Ásia e na região do Pacífico Ocidental, e nos homens de meia idade, que mais se nota o impacto do número excessivo de horas de trabalho.

Os autores do estudo realçam que os países, de um modo geral, iriam beneficiar de estimativas transparentes e precisas sobre a exposição a horas excessivas de trabalho. Tal permitira adequar a legislação e perceber o impacto social, mas também económico, das consequências de longas jornadas de trabalho.

 

28
Abr21

Sabia que a retenção de líquidos pode ser responsável por mais 10 quilos na balança?

Niel Tomodachi

Em certos casos, o que bebe pode justificar mais o seu peso do que aquilo que come e há algumas dicas que pode adotar para evitá-lo.

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Quando começa a chegar o bom tempo e as férias ficam mais perto, há alguns pensamentos que são recorrentes. É o caso do peso a mais ou das gordurinhas que acumulámos ao longo do inverno — ou de dois confinamentos no espaço de um ano, mais concretamente nestes tempos —, a celulite, a falta de firmeza da pele e até a sua aparência. É nessa altura que pensamos também em fazer dieta, comer menos e talvez passar a ir ao ginásio.

Tendo em conta que 65 a 75 por cento do nosso corpo é água, por que motivo continuamos a pensar mais em comer menos e de forma saudável e nem sempre nos preocupamos com os líquidos que ingerimos? Sim, a água tem funções tão importantes no nosso organismo como regular a temperatura corporal, eliminar toxinas, transportar oxigénio e nutrientes para as células, ser o constituinte principal do sangue ou até significar 75 por cento do peso total dos músculos e do cérebro.

Não há dúvidas, portanto, de que a água é essencial para o nosso corpo. Ainda assim, é normal também fazermos a chamada retenção de líquidos e isso quer dizer que podemos estar a pesar mais cinco a dez quilos apenas em água.

O fenómeno da retenção de líquidos acontece por vários motivos, mas principalmente pela acumulação de dejetos e toxinas e pelo estilo de vida que temos, como o facto de viver numa zona com poluição, o tabaco, o álcool, o stress ou a falta de sono.

“A forma como o corpo tenta diluí-los é, precisamente, acumulando mais líquido. De facto, quando fazemos dieta e começamos a comer melhor, a primeira coisa que perdemos é líquido porque deixamos de reter toxinas ”, explica à “Elle” o naturopata Jesús Domínguez.

As mulheres, por exemplo, estão também mais propensas a fazer retenção de líquidos, especialmente durante a segunda metade do ciclo menstrual. Isto também influencia a zona onde a retenção de líquidos vai concentrar-se. Quando o problema se deve ao excesso de toxinas, o normal é que se acumulem nas pernas devido à força da gravidade — e aí aparece também muitas vezes a indesejada celulite —, por outro lado, se o problema tem causas hormonais, os líquidos tendem a concentrar-se mais no peito, nas ancas e nas coxas.

A quantidade certa

Agora que percebemos a importância de beber água e de reduzir, por exemplo, a ingestão de alimentos com demasiado sal, é necessário também descobrir que quantidade de água realmente é necessária.

Sobre isto, a nutricionista Sónia Marcelo já tinha dito à NiT que a recomendação geral é para a ingestão de 1,5 a dois litros de água. Mas estes padrões podem variar conforme a o clima, a zona onde vivemos, o nosso metabolismo e até o exercício físico que praticamos.

O peso de cada pessoa também influencia a quantidade de água que devemos beber, pelo que também é recomendado que se ingiram 0,25 litros de água por cada dez quilos de peso.

É importante também perceber que “se seguimos uma alimentação com a suficiente ingestão de frutas e legumes (um prato de salada ou verduras por dia e duas peças ou porções de fruta) já adquirimos um litro de água”, acrescenta Jesús Domínguez. Com isto bastará depois acrescentar os tais 1,5 litros de água externamente. E não, mesmo que pareça uma contradição não devemos deixar de beber água só porque temos retenção de líquidos, muito pelo contrário.

Agora já sabe, se além das questões da celulite, gordura acumulada ou inchaço em algumas zonas do corpo sentir também cansaço, dores de ouvidos, falta de concentração e memória, pele seca, unhas frágeis, problemas de digestão ou dores nos músculos e articulações, o melhor é começar por beber mais água, porque são alguns dos sinais da sua falta.

Para quem não gosta de água simples ou tem alguma dificuldade em ingerir a quantidade necessária, truques como água com sabores, chás, água de côco ou smoothies de frutas e vegetais podem ser boas ajudas.

 

02
Fev21

Há um novo site que permite marcar testes rápidos à Covid-19 em todo o País

Esta plataforma permite o fácil agendamento em mais de 60 locais de norte a sul de Portugal.

Niel Tomodachi

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Decidir realizar um teste rápido à Covid-19 é simples, mas saber onde e como o fazer é mais complicado. A pensar nisso, nasceu um site que permite a marcação destes testes em 62 locais espalhados pelo País. Além disso, inclui a possibilidade de serem feitos aos domicílios e em empresas.

Lançada a 2 de fevereiro, a plataforma www.covidtesterapido.pt junta os postos disponíveis em cada distrito, e nos quais é possível fazer o teste rápido de antigénio, através de uma zaragatoa, aprovado pelo Infarmed e pela Direção-Geral da Saúde, que apresenta desempenhos acima de 93 por cento. 

“Em função da minha atividade enquanto treinador de rugby, tive a oportunidade de tomar conhecimento e contacto com este tipo de testes desde cedo. Em conversa com a minha mulher, que é médica e fundadora deste projeto, sempre falamos no papel importante que os testes rápidos de antigénio poderiam ter, sendo uma forma muito eficaz de ajudar ao controlo da pandemia”, começa por explicar João Monteiro, autor da iniciativa, numa nota à qual a NiT a teve acesso.

Para o casal, o problema estava, sobretudo, em dois pontos: a falta de informação sobre estes testes e a falta de acesso. “Com este site pretendemos informar mais as pessoas e liberalizar o acesso aos testes”, esclarece.

O teste antigénio, que é feito com recurso a zaragatoa, é feito em cerca de dois a três minutos e os resultados são apresentados em 15. Depois da sua realização, é enviado um relatório médico a todos os casos positivos.

(S)

07
Jan21

Lisboa recebe um festival que vai discutir a saúde mental através do cinema

Niel Tomodachi

Chama-se Festival Mental, e está marcado para maio, no Cinema São Jorge em Lisboa.

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Festival Mental vai estar de regresso para uma quinta edição este ano, que vai acontecer entre os dias 20 e 23 de maio no Cinema São Jorge, em Lisboa. O evento envolve a arte do cinema e informação, música, teatro, dança, literatura, debates e conversas, entre outras expressões artísticas, para abordar um dos temas centrais do ano de 2020, a saúde mental.

Tendo sido antecipado a data de realização do evento, a open call para a competição de curtas-metragens, que se relacionem com o tema da saúde mental, já se encontra a decorrer na plataforma Film Freeway, com candidaturas de várias partes do mundo. A data limite para participar, é até 27 de março com a oportunidade de apresentar obras livres, relacionadas com o contexto principal do evento.

O júri do Mental 2021, é composto por vários intervenientes:  Rui Henriques Coimbra, Maria João Barros, Catarina Belo e Eurico de Barros aos quais se juntará um quinto elemento convidado.

Para além disso, também vai ser incluído na programação uma série de outros eventos integrados, tais como o Mental Júnior, pelo fato da saúde mental abranger todos os públicos de todas as idades, incluindo os miúdos.

Este ano, terá também um formato itinerante, passando por diversas cidades como o Funchal na ilha da Madeira, Ponta Delgada na ilha de São Miguel, e no Castelo de Vide no distrito de Portalegre. Neste novo formato, a programação do Festival Mental é ajustada mantendo assim o seu objetivo principal de debater o tema da saúde mental através da cultura, contribuindo para a construção de novos públicos e chegando diretamente a todas as comunidades.

Para mais informações sobre a programação do Festival Mental 2021, consulte o site

 

14
Out20

O leilão solidário com peças de artistas portugueses pela saúde mental infantil

Niel Tomodachi

O objetivo é angariar fundos para apoiar jovens e crianças carenciadas com perturbações de desenvolvimento e comportamento.

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Pelo quarto ano consecutivo, a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Infantil (CAPITI) está a celebrar o Dia Mundial da Saúde Mental, cuja data oficial foi a 10 de outubro, com o leilão “Dar a Luz a Esta Causa”. O objetivo é angariar fundos para apoiar jovens e crianças carenciadas com perturbações de desenvolvimento e comportamento. 

O evento, que vai terminar esta quinta-feira, 15 de outubro, terá uma abordagem diferente do que é habitual, já que acontece online. Os interessados podem ver todas as obras e fazer as suas licitações, que serão aceites até ao dia do encerramento, através do site da organização.

São mais de 30 artistas que doaram as suas obras para serem leiloadas neste evento, como Ana Jotta, Artur Carvalho, Catarina Osório de Castro, Fernando Guerra ou Paulo Simão.

No entanto, no último dia poderá visitar a exposição das peças, no Museu da Eletricidade, em Lisboa, mais concretamente na Sala dos Geradores, entre as 13 e as 21 horas. A visita vai ser dividida em turnos de 25 pessoas, a cada duas horas. 

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