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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

26
Mar22

Homens: já podem treinar sem que aquela zona aqueça demasiado

Niel Tomodachi
Os novos boxers da Intimissimi Uomo prometem o conforto e a frescura ideais para os que gostam de praticar desporto.
29
Dez20

Plataforma de venda de roupa em segunda mão vai chegar aos supermercados Auchan

Niel Tomodachi

A MyCloma foi criada em novembro por um grupo de jovens empreendedores. O primeiro espaço físico surge em Matosinhos.

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O projeto foi lançado em maio e em junho já estava online. O funcionamento e simples: só tem que pedir uma recolha da roupa usada, os jovens criadores da MyCloma vão buscá-la e tratam de tudo até à nova venda; se isso acontecer, o antigo dono ainda recebe uma comissão.

A NiT contou-lhe tudo sobre o projeto no verão e, entretanto, as cabeças por detrás da iniciativa voltaram a apostar noutra vertente: a venda de roupa que, destinada ao lixo, foi transformada em peças novas pelos alunos da Escola de Moda do Porto.

Agora, mais de meio ano depois da criação, chega mais uma fase. É que a MyCloma acaba de fechar uma parceria com a cadeia de hipermercados Auchan, o que fará com que possam abrir um ponto de venda físico em pelo menos uma loja.

Será no espaço de Matosinhos que o projeto irá arrancar, com um alargamento da parceria para outras lojas ainda em cima da mesa.

“Promover a economia circular e reduzir o desperdício é um compromisso da Auchan Retail Portugal que procura, todos os dias, encontrar e promover soluções que permitam levar a cabo esta missão. A Auchan procura ainda associar-se a parceiros que já desenvolvem trabalho no terreno, como é o caso da MyCloma, que tem um papel importante no combate ao desperdício têxtil”, explica em comunicado Luís Sardinha, responsável têxtil da Auchan Retail Portugal.

 

03
Dez20

Neste site pode trocar a roupa de bebé que já não serve por tamanhos maiores

Niel Tomodachi

A 100etiqueta foi para o ar em setembro e está agora a recolher peças usadas para poder avançar.

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É na fase entre os zero e os 24 meses que a roupa de bebé fica inutilizada mais rapidamente sem ter uso verdadeiro, sem gastar ou estragar. A pensar nisso, três amigas, Daniela Catalão, Diana Santos e Janete Oliveira, todas de 29 anos, resolveram lançar uma plataforma que prolonga o tempo de vida das peças para promoverem a sustentabilidade.

As três amigas com percursos e experiências profissionais distintos tinham uma vontade comum: criar uma plataforma transparente e com impacto na comunidade através da qual pudessem oferecer serviços para criar uma sociedade “mais consciente”.

“A Daniela foi mãe há pouco mais de um ano e percebeu em primeira mão o que custava a nível financeiro e ambiental vestir o seu filho. As roupas deixam de servir muito rápido e fazem com que o consumo aumente em comparação com outras alturas da vida”, começa por explicar Diana à NiT. 

A ideia para lançar a 100etiqueta acabou por ser de Janete que, contam, sempre tentou fazer do seu dia a dia o mais sustentável possível e que “de há uns anos para cá dedicou a sua vida profissional a desenvolver projetos e negócios que façam sentido para si e para o mundo mais verde que gostaria de deixar às gerações futuras”.

Na plataforma, lançada oficialmente em setembro, serão disponibilizados kits de roupas para que os pais possam vestir os miúdos e devolver quando já não servirem, recebendo de volta um kit com o tamanho adequado. “É o verdadeiro significado de economia circular e de aproveitamento de roupa, num período da vida dos bebés em que a maioria das compras é feita por impulso”, acrescentam.

Neste momento, as fundadoras convidam todos os que tenham roupas de bebé ou de grávida em casa que já não usem a juntarem-se ao movimento e enviá-las para a equipa em troca de um vale de desconto que poderão vir a usar na 100etiqueta ou para oferecer a alguém. Para ajudar a reduzir a pegada ambiental, a recolha a médio prazo deverá passar por uma rede de parceiros. O objetivo é conseguirem abrir a loja ainda antes do Natal.

Daniela estudou Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, no Porto; Diana licenciou-se em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, em Coimbra; e Janete tirou o curso de Educação Social na Escola Superior de Educação, no Porto.

Juntas, estão dedicadas a este projeto de puericultura que quer aliar a sustentabilidade à parentalidade com soluções “práticas, acessíveis e circulares que libertem tempo e espaço para o mais importante”. Para doar as suas peças, só precisa de ir até ao site da 100etiqueta, escolher a opção “deixar roupa aqui”, para selecionar um espaço próximo de si, ou “encontrar um parceiro” para combinar a recolha.

Ainda não há data certa para o lançamento do projeto, mas as sócias vão continuar a receber roupa até lá. Para se manter a par das novidades, consulte a conta oficial de Instagram.

 

07
Jul20

A Knot vai vender roupa usada — e dá descontos a quem entregar as peças antigas

Niel Tomodachi

A marca portuguesa vai receber artigos em segunda mão nas lojas até setembro, fase em que arranca a venda ao público.

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Chama-se re.love e é a mais recente novidade da marca portuguesa de roupa infantil Knot. O projeto foi lançado no início deste mês e pretende colocar à venda roupa usada da marca para lhe dar uma nova vida, revertendo cinco por cento das vendas para ajudar a Fundação do Gil.

Numa fase inicial, a Knot está apenas a receber peças usadas, arrancando em setembro a venda ao público através do site e lojas físicas selecionadas. Este projeto, explicam os responsáveis, foi lançado a “no nosso planeta”, para que repensemos “a forma como consumimos moda”. Além de promover a economia circular, o re.love quer contribuir para causas sociais apoiando a Fundação do Gil, cujo objetivo é reintegrar na sociedade crianças com necessidades clínicas, emocionais e sociais.

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As etiquetas do re.love agradecem ao cliente pela escolha.
 

“Com um mundo em constantes mudanças onde é cada vez mais urgente termos preocupações ambientais e mudarmos a forma como vivemos e consumimos, em particular a moda, o lançamento deste projeto acaba por ser um passo natural na sequência do que já tem vindo a ser construído pela marca”, explicam os responsáveis.

Na verdade, a sustentabilidade já faz parte dos princípios da empresa, que sempre produziu localmente com parceiros portugueses, utiliza materiais naturais e assegura a qualidade dos produtos de forma a que perdurem por várias gerações.

“O re.love pretende relembrar que todas as peças de roupa nascem com uma história no seu design, para depois acompanharem o crescimento de uma criança nas suas brincadeiras e momentos com amigos e família. Mas também que a história dessas peças não tem de acabar quando deixam de servir“, revela Carla Caetano, fundadora da marca.

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As etiquetas servem como marcadores de livros.
 

Sobre os produtos que estarão disponíveis na linha, explica: “São peças que já foram amadas, mas que podem voltar a sê-lo numa nova família, e criar assim novas memórias e novas histórias.”

Assim, fica fácil perceber por que é que o gato foi escolhido como símbolo da re.love, já que costuma dizer-se que estes animais “têm muitas vidas” e é isso que a Knot pretende dar às peças de roupa usadas da marca.

Até setembro, os artigos usados podem ser entregues em qualquer loja da Knot no País, com as condições de que deverão estar “como novos”, cuidadosamente lavados e com as etiquetas interiores, de forma a que possam voltar a ser vendidos. Aos clientes que entregarem as peças, será atribuído um saldo Knot+ (o programa de fidelização da marca), de acordo com uma tabela por tipologia de produto.

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Os sacos reutilizáveis têm o gato que simboliza a linha.
 

Este saldo pode depois ser usado como descontos nas peças da re.love, uma iniciativa que serve para enraizar o hábito de compra da linha e fazer com que o cliente a sinta como “uma alternativa real de compra”.

“Queremos envolver o cliente com a marca além da compra ‘tradicional’, mas também ir de encontro a um novo tipo de consumidor, com outras preocupações na forma como compra e que privilegia formas alternativas de consumo”, acrescenta Carla Caetano.

As peças vendidas na linha re.love vão ter etiquetas de cartão que também servem como marcadores de livros, para lhes dar um segundo propósito. Na primeira compra de um artigo desta linha, os clientes vão receber de oferta um tote bag reutilizável, que deverá servir para ser usado nas próximas compras.

01
Jul20

A My Cloma vai buscar a sua casa a roupa que já não usa (e ainda lhe dá dinheiro)

Niel Tomodachi

Em apenas três dias, a plataforma já vendeu mais de 20 por cento das 400 peças que colocou à venda para o lançamento.

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Sempre gostei de comprar em segunda mão e fui educada no sentido de que o que já não era útil para alguém poderia ser útil para mim”, começa por explicar à NiT Ana Catarina Monteiro, de 20 anos. A estudante de Contabilidade e Administração no ISCAP, no Porto, lançou a 28 de junho a My Cloma, uma nova plataforma de vendas que serve para aumentar a vida útil das peças de roupa usadas.

Durante vários anos, Ana tinha por hábito doar a roupa que já não queria, mas cedo percebeu que havia uma falha no mercado: “Podia haver um sítio onde as pessoas pudessem vender a sua roupa para ser usada por outras“, explica. Começou por colocar algumas peças à venda no OLX e noutras plataformas de venda até criar a sua própria página de Instagram, em maio do ano passado, e a procura “foi enorme”.

O seu irmão, Fernando Monteiro, de 33 anos, já tinha alguma experiência na área de gestão e Ana decidiu pedir-lhe ajuda para criar um serviço que pudesse “responder a esta necessidade”. “Ele tem mais experiência e visão de mercado para me ensinar a fazer crescer o negócio”, acrescenta Ana. Juntos, reuniram uma equipa e criaram a plataforma My Cloma.

A 17 de maio, começaram as recolhas de roupa para vender no site e os pedidos multiplicaram-se rapidamente. Com a roupa que recolheram ao longo do primeiro mês, criaram as bases para lançar o site no final de junho.

Quem quiser solicitar uma recolha de roupa usada só tem de ir ao site da My Cloma, selecionar a opção “vender” e pagar os portes de recolha. Mais tarde, a empresa entra em contacto para solicitar as informações importantes para dar continuidade ao processo. Depois de solicitarem as informações e o dia, recolha é feita por uma transportadora que vai a todo o território continental.

Quando a roupa chega até eles, Ana explica que esperam uns dias até abrir as caixas por causa da pandemia. “Primeiro fazemos uma triagem e escolhemos as peças que preenchem e não preenchem os requisitos” — quando se verifica o segundo caso, pode ser feita uma devolução ao cliente ou uma doação a uma ONG.

De seguida, é feita uma valorização das peças com uma nota que indica as marcas de uso para colocar no site, são tiradas fotografias e os produtos ficam disponíveis. Se forem vendidos, a My Cloma oferece uma comissão ao dono da peça, sendo que 2€ por unidade ficam sempre para a plataforma. Se a venda tiver valores até 9,99€, os vendedores recebem 50 por cento; se for entre 10€ e 49,99€, ficam com 25 por cento; e se for superior a 50€, o valor que recebem será de 10 por cento.

“Tentámos criar um negócio vantajoso para vendedores e clientes”, explica a fundadora. Do ponto de vista dos compradores, o site funciona como uma loja online normal. “Temos secções para todos os géneros e idades, mas recebemos mais roupa de mulher”, conta.

Os produtos são atualizados diariamente no site. “Até agora já recebemos mais de 250 pedidos de recolha, temos mais de 2800 peças aceites pela equipa e já doamos mais de 2 mil peças a ONG”, revela. Nos primeiros três dias, venderam 20 por cento dos produtos que disponibilizaram na plataforma, de um total de 400 peças iniciais que incluem saias, vestidos, calças, blusas, sapatos e acessórios.

Entre as vendas que mais se destacaram, Ana recorda uma carteira da Valentino que foi “logo vendida” no primeiro dia por 150€. “Temos várias marcas na nossa plataforma, desde Guess, Levi’s, Bimba y Lola ou marcas mais básicas, como Zara ou Mango. É uma plataforma para todos os gostos e para todas as carteiras”, conclui.

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