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Little Tomodachi (ともだち)

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11
Jan22

Wordle. Conheça o jogo (viciante) que está a viralizar nas redes sociais

Niel Tomodachi

Tem apenas seis tentativas para adivinhar uma palavra que muda todos os dias.

Wordle. Conheça o jogo (viciante) que está a viralizar nas redes sociais

Se anda pelas redes sociais como o Facebook e o Twitter é provável que já tenha reparado que alguns dos seus amigos andam a partilhar uma grelha com cubos cinzentos, amarelos e verdes. Trata-se de ‘Wordle’, o mais recente jogo viral que está a tornar-se especialmente popular entre os aficionados de puzzles.

Conta o The New York Times que o ‘Wordle’ foi lançado em outubro de 2021 e que é, na verdade, bastante simples de jogar. O objetivo é apenas tentar adivinhar uma palavra (em inglês) de cinco letras em seis tentativas.

A cada tentativa, os quadrados iluminam-se com cores que lhe permitem ter uma ideia se está perto de acertar. Se for cinzento a letra não corresponde à palavra, se for amarelo terá apenas de a mudar de lugar e, se for verde, acertou na posição da letra em questão. Porém, uma vez feitas todas as tentativas, deixará de conseguir jogar e só poderá voltar a tentar no dia seguinte com uma nova palavra.

Sendo um jogo gratuito, qualquer pessoa pode experimentar no computador ou telemóvel e partilhar os resultados com os amigos nas redes sociais. Será certamente o próximo grande ‘vício’ entre os seus amigos.

20
Abr21

Procura da imagem perfeita nas "selfies" fragiliza autoestima das adolescentes

Niel Tomodachi

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A procura da imagem perfeita nas redes sociais, através da utilização de filtros nas "selfies", está a fragilizar a autoestima das jovens e tem levado a uma procura crescente de cirurgias plásticas, segundo um inquérito divulgado.

A "Dismorfia do snapchat" é um transtorno psicológico que afeta cada vez mais jovens em todo mundo, que se desencadeia por influência das redes sociais e as leva a realizarem cirurgias plásticas para ficarem como aparecem nas "selfies" em que usam filtros que mudam a aparência.

Um estudo da Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial mostrou que 72% dos cirurgiões sentiram o aumento da procura por estes procedimentos em 2019, mais 15% do que em 2018.

Tendo em conta este contexto foi conduzido em Portugal o estudo Detoxify Beauty, um inquérito "online" que envolveu 510 raparigas portuguesas, dos 10 aos 17 anos, e que decorreu em 10 países.

"O grande objetivo do estudo foi perceber de que forma é que estas jovens estão a distorcer a sua imagem nas redes sociais e perceber qual é o impacto dos filtros das redes sociais na sua autoestima, no seu comportamento, na sua identidade e na sua vida quotidiana", disse hoje à agência Lusa a psicóloga Filipa Jardim da Silva.

"Elas assumem que fazem selfies com vista a serem aceites, a serem apreciadas e sentirem-se integradas e populares

 

Cerca de metade das jovens portuguesas inquiridas dizem que desejavam sentir-se mais autoconfiantes e sete em cada 10 afirma que gostavam de ter mais orgulho no seu corpo, realçou.

Em média, passam mais de duas horas por dia nas redes sociais, sendo que devido ao contexto pandémico, 70% passou a estar ainda mais tempo.

Apenas 50% das inquiridas consideram que as redes sociais são um fator positivo nas suas vidas, enquanto 41% afirmam que não conseguem ser elas mesmas e 25% lamentam que na vida real não possam assemelhar-se à pessoa que mostram 'online'.

Segundo o inquérito que decorreu em março, 76% das raparigas com 13 anos usam filtros ou recorrem a aplicações para mudar a sua aparência nas fotografias. Em média, têm 12 anos quando utilizam pela primeira vez este tipo de funcionalidades.

Quase dois terços dizem que tentam editar ou esconder pelo menos uma característica do seu corpo antes de publicarem uma fotografia e 86% afirmam que publicam "selfies" para receberem comentários e "likes".

"Elas não referem que publicam "selfies" porque lhes dá prazer, porque é uma forma de se expressarem, de terem uma presença "online" de encararem uma personagem. Não, elas assumem que é com vista a serem aceites, a serem apreciadas e se sentirem integradas e populares", sublinhou.

Para a psicóloga clínica, os resultados do estudo "não são positivos, mas não foram surpreendentes: vêm muito alinhados com aquilo que seria a nossa expectativa".

"Por ser um tema tão pertinente e ter tantas repercussões em tantas dimensões surgiu esta iniciativa", que se enquadra na nova campanha "Selfie Invertida", uma iniciativa do Projeto pela Autoestima da Dove.

"A família e a escola têm um papel fundamental na construção da autoestima dos jovens"

 

Segundo a porta-voz do estudo, observa-se "uma correlação" entre a utilização dos filtros e pressão para a perfeição no online com "uma maior incidência de distúrbios alimentantes, de ansiedade, de depressão".

"Estes resultados atestam, por um lado, a pertinência do estudo e a pertinência de continuar a trabalhar na área da autoestima dos jovens", mostrando também que "temas que aparentemente podem ser até algo ligeiro ou supérfluos são temas que alavancam doença psicológica".

Para a psicóloga, "a família e a escola têm um papel fundamental na construção da autoestima dos jovens", sendo "importante que os adultos de referência valorizem cada jovem, ajudando a que descubram as suas forças e talentos e respeitando a sua individualidade, mais do que fomentar comparações injustas".

"Separar os comportamentos da identidade pessoal e valorizar mais o processo de aprendizagem do que o resultado concreto são dois princípios essenciais na construção de uma boa autoestima", defendeu.

(S)

29
Jan21

O ilusório escape das redes sociais durante o confinamento

Niel Tomodachi

Fechados em casa, refugiamo-nos nos contactos virtuais para manter a tão desejada proximidade com os outros. E corremos o risco de pagar a fatura em solidão e dependência.

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Meses depois do confinamento massivo de março e abril do ano passado, uma grande parte dos portugueses volta agora a fechar-se em casa – ou pelo menos assim deveria ser. A Internet, e em particular as redes sociais, reaparecem como escape de tempos difíceis, até como ilusório tónico para dias de solidão.

É frágil a linha que separa uma ferramenta útil e proveitosa de uma tentação potencialmente perversa. E estaremos tão mais imunes quanto maior consciência tivermos dos riscos. Desde logo, o risco de vermos a ansiedade aumentada pela quantidade imensa de notícias e conteúdos sobre a pandemia a que estamos expostos continuamente.

Ou o risco da desinformação, à custa das fake news que proliferam pela web. Ou o risco do cyberbullying, facilitado por um potencial aumento da vulnerabilidade em tempos de dificuldade. Ou o risco de uma solidão que, ironicamente, se pode instalar de mansinho. Mesmo quando pensamos estar a combatê-la.

“É um efeito perverso. Achamos que estamos a ter mais contacto e relacionamento, que estamos acompanhados o dia inteiro, mas na prática não tocámos em ninguém”, realça Judite Alves Pinheiro, psicóloga clínica. É uma “falsa sensação de companhia”, que em nada substitui o papel essencial do contacto físico nos processos vinculativos.

“Horas seguidas de conversa online não reparam a falta do beijo e do abraço. As redes sociais virtuais jamais irão substituir as verdadeiras redes sociais, o grupo de amigos, o convívio em família. Aliás, detesto que se lhes chame redes sociais”, lamenta a especialista, que trabalha como psicóloga no Agrupamento de Escolas Joaquim de Araújo, em Penafiel.

A este propósito, Ivone Patrão, docente no ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa), aponta novos dados, relativos ao primeiro confinamento, recolhidos no âmbito do projeto “Geração Cordão”, que pretende ser uma resposta no âmbito da promoção da gestão saudável do uso das tecnologias.

“Três quartos dos inquiridos aumentaram para o dobro o tempo que passavam online, mas, destes 75%, a maioria admitiu que isso não os fazia sentir bem, que sentiam falta de estar com os amigos. Esta ausência do contacto pessoal custou-lhes muito.”

A reboque da solidão, chegam outros problemas, potencialmente mais graves. Para todas as faixas etárias. A dependência é um deles. José Azevedo, uma carreira de mais de 30 anos na área da Sociologia que complementa com a formação na área das Ciências da Comunicação, ressalva que, em relação aos efeitos concretos do confinamento, ainda estamos perante “um território não mapeado”, mas estabelece um paralelismo com outro tipo de eventos que nos pode servir de guia de entendimento para o que está em causa.

“Sabemos, por exemplo, que quando há um terramoto as pessoas tendem a ficar mais ligadas aos media. Sabemos também que em situações como a que estamos a viver, em que há incerteza, riscos, fragilidade económica, eventualmente fragilidade da nossa saúde, se gera um medo difuso e generalizado e que isso pode ter efeitos sobre os grupos mais frágeis em termos de saúde mental. Alguns de nós vão ficar mais deprimidos. Outros, que já tenham predisposição para isso, vão ter os comportamentos aditivos mais acentuados. Seja ao nível da comida, da bebida, do jogo online ou das redes sociais. É, no fundo, uma resposta de escapismo social.”

Não espanta, por isso, que a utilização da web – e em particular das redes – cresça em flecha durante este período. Há estatísticas registadas a nível internacional, durante o primeiro grande período de confinamento, que ajudam a constatá-lo.

Em março do ano passado, por exemplo, o Facebook reportou um aumento de utilizadores do serviço de chat na ordem dos 50%. No mesmo período, o WhatsApp foi 40% mais usado. Já num estudo desenvolvido na América do Norte, meses depois do início da pandemia, 72% dos utilizadores inquiridos admitiam que o consumo das redes tinha aumentado nesse período.

E ninguém nega que a web e as redes encerram virtudes difíceis de contestar (ainda mais neste período). Seja para assistir a aulas online ou ter reuniões de trabalho, para matar as saudades dos pais ou dos avós que queremos preservar a todo o custo mas a quem não queremos falhar, para manter o contacto com os amigos ou rir daquele meme que ajuda a aligeirar o fardo de uma pandemia com contornos dramáticos, para fazer exercício com o acompanhamento virtual de um personal trainer ou mesmo para aumentar conhecimentos, graças ao vasto leque de cursos que é possível encontrar atualmente na Internet. O difícil é encontrar um equilíbrio entre o aproveitamento dessas vantagens e a fuga à dependência.

Os jovens, esse grupo de risco

Mas o que é isto da dependência da tecnologia? Falamos de dependência quando está em causa um distúrbio que implica a incapacidade de controlar o uso da mesma, ao ponto de se tornar disfuncional e impactar a vida social, por vezes de forma devastadora. Judite Alves Pinheiro enumera algumas das potenciais consequências desta dependência, que muitas vezes surge associada a quadros depressivos.

Uma estimulação cognitiva permanente e excessiva, “com o inerente cansaço físico e mental”, a ansiedade (“a pessoa em estado de privação pode mesmo ter ataques de pânico”), os estados confusionais, a violência e a agressividade, a privação de sono, um défice de atenção e concentração ou até a alienação e a incapacidade de cumprir as rotinas diárias são alguns dos exemplos apontados pela psicóloga que teve oportunidade de constatar os traços de uma adição crescente quando, no ano passado, conduziu sessões de orientação vocacional via web.

“Uma das dificuldades do ensino à distância foi o facto de os alunos estarem a assistir às aulas e ao mesmo tempo nos jogos e nas redes sociais através do telemóvel.”
De facto, os riscos de desenvolver uma crescente adição às redes são particularmente notórios entre os mais jovens. Ivone Patrão admite isso mesmo.

“Sente-se mais nos jovens do que nos adultos, até porque nos adultos, tendencialmente, há mais aquele instinto de sobrevivência, de terem mesmo que trabalhar e por isso não poderem passar tanto tempo nas redes”, aponta a psicoterapeuta, lembrando que, segundo estudos prévios conduzidos pela sua equipa, 15 a 20% dos jovens estão dependentes de ajuda profissional para tratar a dependência à tecnologia.

A psicóloga ressalva que estes são precisamente os casos que constituem a exceção à regra de sentirem falta do convívio com os pares, mesmo passando mais tempo online. “Esses, que íamos vendo em consulta, durante as primeiras semanas de confinamento diziam que estavam ótimos. Porque já antes passavam muito tempo online e o confinamento, de alguma forma, veio diminuir os conflitos em relação a isso.”

A especialista mostra-se ainda particularmente preocupada com a possibilidade de o confinamento poder gerar casos de dependência da tecnologia em jovens que até aqui não a tinham. “Sobretudo porque muitos estarão mais vulneráveis do ponto de vista psicológico e o mundo online está mesmo ali à mão, é mais confortável. Os mais vulneráveis podem acabar a olhar para o mundo digital como uma zona de conforto.”

Sinais de alerta e um guia para desintoxicar

O problema é tanto mais relevante quanto a elevada probabilidade de se prolongar no tempo, como sublinha José Azevedo. “O que acontece com os comportamentos aditivos, de um modo geral, é que permanecem para além do período que os motivou. Ou seja, se tenho comportamento aditivo, ele tenderá a permanecer além da pandemia. É importante, por isso, que haja alguma prevenção desde já”, avisa o docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, alertando para a necessidade de se apostar numa maior sensibilização para o assunto.

Enquanto isso, há dicas simples que podemos seguir para nos mantermos a salvo das consequências deste ilusório desconfinamento prometido pelas redes sociais, mesmo sem nos desligarmos totalmente delas (até porque em muitos casos, seja por motivos profissionais ou para manter contactos familiares, isso não será opção).

Desativar notificações, por exemplo, para contrariarmos a inevitável tentação de estarmos constantemente a ser sugados para as redes. Mas também impor-se a si próprio limites na utilização das mesmas – reservando-as, por exemplo, para um determinado período do dia depois de terminar uma tarefa importante – e apostar na procura de outros hobbies que nos mantenham a salvo dos ecrãs. Ou mesmo eliminar parte das aplicações do género, reduzindo o stock de apps do telefone ao essencial.

Diretamente para os pais que possam andar preocupados com a propensão incontrolável dos filhos para as redes em tempos de confinamento, Ivone Patrão deixa outros conselhos. “Há uma certa dificuldade em termos de comunidade em gerir o mundo digital”, começa por defender. “Regra geral, ficamos muito contentes porque conseguimos oferecer aos nossos filhos tecnologia. Mas temos de oferecer isso com um bom plano de negociação, em termos de número de horas diárias e de conteúdos adequados, e com uma supervisão diária.”

Curiosamente, a psicoterapeuta também aconselha os pais a reservarem um período de tempo para… jogarem com os filhos ou estarem com eles nas redes. “Há uma grande evolução quando os pais se dedicam e se predispõem a isso, até porque passam a conhecer coisas dos filhos que não conheciam. Geram-se partilhas muito giras, muito interessantes.” De resto, anota, os erros e as situações de risco online são quase uma inevitabilidade.

É preciso é encará-las com naturalidade e (dentro do possível) tranquilidade. “Não entrem em conflito. Sentem-se e falem. Pô-los a pensar sobre as coisas é muito importante”, enfatiza a docente do ISPA, recordando ainda que a tecnologia não pode ser a única recompensa para os bons comportamentos. “É preciso pensar em adotar outras estratégias.”

(S)

20
Out20

A nova rede social onde não há notícias falsas, bullying ou conversas tóxicas

Niel Tomodachi

Telepath é de um antigo designer de produto do Twitter. Aqui só há espaço para a bondade e bom senso. Todas as publicações são apagadas ao fim de 30 dias. Por enquanto, só se entra por convite.

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Há nove regras a cumprir por quem se quiser aventurar no Telepath: ser bondoso, não fazer ataques com base no género ou cor da pele, por exemplo; usar o nome verdadeiro, não assediar ninguém, não partilhar notícias falsas, não alimentar conversas tóxicas, não partilhar conteúdos violentos nem relacionados com pornografia.

O Telepath lançou-se oficialmente no mercado em setembro, mas não basta descarregar a aplicação no telemóvel para a poder usar. Em primeiro lugar, porque ainda só está disponível para smartphones com o sistema operativo iOS, e em segundo lugar, porque só pode entrar na nova rede social quem receber um convite para tal.

Foi assim que acedemos à lista de regras de Telepath — nove regras que precisam de ser bem explicadas para não se cair em armadilhas. Por exemplo, é obrigatório “não ser mauzinho, não atacar as pessoas ou insultar o que elas publicam”, mas — há sempre um ‘mas’ — “esta regra não tem como intenção proteger as figuras públicas da crítica”, por isso “esses conteúdos vão ser sujeitos a testes menos rigorosos”.

Há, no entanto, linhas que não se podem ultrapassar nunca:

Não se pode atacar uma pessoa ou grupo com base na sua etnia, religião, origem, nacionalidade, deficiências, sexo, orientação sexual ou identidade de género”, indica a rede social. Aliás, só há uma intolerância permitida para quem quiser manter uma conta no Telepath: a intolerância à intolerância.

Ora, Telepath funciona através de “networks”, um pouco à semelhança do Reddit. Quem tem um interesse muito grande por música, por exemplo, deve clicar no campo de pesquisa e escrever “Music” — em inglês, porque a aplicação ainda não reconhece o português. Surge então uma rede com pessoas que partilham consigo o interesse por música. E surgem também outras hashtags relacionadas com esse tema, como #ClassicalMusic ou #BobDylan.

Como “nada dura para sempre”, como sublinhado pela aplicação, todas as publicações são eliminadas trinta dias depois de serem colocadas na rede social, ou imediatamente, caso sejam assinaladas pela equipa do Telepath por não cumprirem as regras da aplicação. Mas todas as que sobreviverem ao prazo de um mês são arquivadas e podem ser revistas a qualquer momento.

Mark Bodnick é o CEO da Telepath, ao lado de Richard Henry, o antigo designer de produto do Twitter e do Quora. Numa publicação feita na própria rede social a 24 de setembro, quando os convites para a aplicação começaram a ser enviados, o empresário explicou a origem do projeto: “Ao início, a internet era um sítio muito bom, mas as maiores redes sociais já não servem esse propósito. Promovem a crueldade ao recompensar o conflito e a hostilidade, distribuem a desinformação rapidamente e promovem a polarização por algoritmo”.

“Queremos que o Telepath para ser uma experiência recompensadora em termos pessoais e muito divertida, incluindo para as pessoas que estão a abandonar as plataformas tradicionais”, prossegue Richard Henry. Como? Através de “um foco obsessivo por boas conversas”, da “intolerância para com o ódio”, “fortalecimento das regras contra a desinformação”, “sem otimização pelos cliques” e “ao criar espaços para pessoas que partilham interesses”.

Mas não só. A aplicação promete “dar prioridade à moderação e não ao crescimento”: “Francamente, só precisamos de estar motivados para gastar muito dinheiro e levar isto a sério; e parte de fazer isso é construir toda a equipa de moderação interna. Não vamos por isso nas mãos de uma empresa subcontratada, que é o que todas as outras grandes redes sociais essencialmente fazem”.

 

16
Ago20

O mais recente desafio na Internet. Será que consegue encontrar o frango no meio das ovelhas?

Niel Tomodachi

Depois dos livros de "Onde Está o Wally?" chega o "Onde está o frango?", o novo desafio visual da Internet que consiste em encontrar um frango no meio de uma imagem cheia de ovelhas.

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A Internet é um lugar cheio de peripécias. Há cerca de cinco anos dividiu o mundo entre aqueles que viam um vestido azul e preto e os que viam um vestido branco e dourado. Nos dias de hoje, o objetivo é unir a população à procura de um frango.

À semelhança dos livros da série “Onde Está o Wally?”, o desafio visual “Onde está o frango?” consiste apenas em encontrar um frango no meio de uma imagem cheia de ovelhas. As redes sociais ajudaram a reproduzir o sucesso e o desafio acabou por chegar à imprensa espanhola. O El Confidencial chegou mesmo a escrever sobre ele.

O desafio até parece fácil… Até ver a imagem! Os traços pretos sob um fundo branco não ajudam na descoberta do frango, mas é muito importante que esteja atento aos pequenos detalhes da imagem. Será que o consegue encontrar? Se não tiver paciência, pode sempre fazer um pouco de “batota” clicando aqui.

02
Jul20

Instagram prepara ataque ao TikTok com nova função

Niel Tomodachi

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O Reels funciona como um TikTok só que dentro do Instagram. Esteve em testes no Brasil e chega agora a França e à Alemanha, antes de se estabelecer em todo o mundo.

Chama-se Reels e é a mais recente ferramenta inspirada no sucesso da concorrência. Desta vez, o objetivo é fazer frente ao fenómeno mundial TikTok, que ganhou meio milhão de novos utilizadores entre fevereiro e maio só em Portugal.

A premissa é de todo idêntica à aplicação chinesa: vídeos criativos e de curta duração, como desafios, sequências ou partidas, e onde é possível o recurso a efeitos ou músicas. O resultado pode depois ser partilhado nas stories, no feed ou ainda com os amigos através de mensagem direta.

Depois de uma bem-sucedida fase de testes no Brasil durante o ano passado, onde foi reajustada, a ferramenta prepara-se para chegar à França e à Alemanha. Portugal terá ainda que aguardar, desconhecendo-se, para já, qualquer data para ter acesso à funcionalidade.

O Instagram, cujo detentor é o Facebook, também pretende que o Reels tenha um espaço no perfil do utilizador e que apareça na aba Explorar (secção usada para descobrir novos interesses e perfis e mais direccionada para contas públicas).

Recorde-se que as próprias stories do Instagram foram baseadas no Snapchat. Também o IGTV surgiu com o objetivo de competir com plataformas mais antigas, como o YouTube.

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