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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

11
Nov22

Taxa de reciclagem mantém-se "vergonhosamente" nos 21%

Niel Tomodachi

A associação ambientalista Zero lamentou, esta sexta-feira, que a reciclagem se mantenha "vergonhosamente nos 21%" e que de nada tenham servido os 447 milhões de euros gastos para promover "uma política pública eficaz" no setor. Considera "pouco séria e ilegal" a atitude APA e o secretário de Estado do Ambiente e Energia, João Galamba.

Taxa de reciclagem mantém-se "vergonhosamente" nos 21%, diz a Associação Zero

"As autoridades públicas e os decisores políticos continuam a fingir que não existe uma situação gravíssima com a gestão de recursos, os quais poderiam estar a fomentar a economia circular, mas acabam depositados em aterro ou são queimados", disse a associação, em comunicado, a propósito do Relatório Anual sobre Resíduos Urbanos (RARU2021), disponível no portal da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A Zero diz que "contas mal feitas e manipulação não chegam para esconder a estagnação da reciclagem" e apela a uma mudança urgente na gestão de resíduos urbanos.

No comunicado, a associação deixa também dúvidas sobre a qualidade dos dados disponibilizados pela APA relativamente ao destino final dos resíduos, aterro, valorização energética, reciclagem material, compostagem e outras valorizações.

E justifica: "A soma das percentagens dos destinos finais relativa aos anos de 2019, 2020 e 2021 nunca chega aos 100%, ficando-se pelos 97%, 98% e 98%, respetivamente, situação que se repete, mas de forma ainda mais evidente, nos dados apresentados para cada SGRU (Sistema de Gestão de Resíduos Urbanos) para o ano 2021", com os valores dos destinos finais a variarem entre 67% e 102%.

Mais grave ainda, no entender da associação, é que se insista na utilização de uma forma de cálculo que "continua a manipular a taxa de preparação para a reutilização e reciclagem" e que é considerada "inválida" pela Comissão Europeia.

Assim, acusa, esta taxa chega "de forma artificial" a 33%, no ano passado, "quando na realidade se ficou por uns preocupantes 21%".

Diz a Zero que com esta atitude "pouco séria e ilegal", a APA e o secretário de Estado do Ambiente e Energia, João Galamba, transmitem a ideia de que os números estão melhores do que a realidade e "criam condições que promovem a despreocupação e a inércia dos municípios e dos restantes agentes do setor".

No comunicado, a propósito das políticas para esta área, a Zero considera "cada vez mais evidente que a fusão das secretarias de Estado da Energia e do Ambiente está a ter péssimos resultados para o setor dos resíduos".

E entende que a política pública deve essencialmente investir na prevenção e reutilização, na recolha seletiva porta-a-porta, na compostagem doméstica e comunitária, no tratamento dos resíduos focado na reciclagem de qualidade, e na "implementação sem mais atrasos do sistema de depósito e retorno de embalagens descartáveis de bebidas".

De acordo com os dados da APA, no ano passado foram produzidas em Portugal 5,311 milhões de toneladas de resíduos urbanos, mais 1% do que em 2020. A produção de resíduos urbanos no continente corresponde a uma produção diária de 1,40 quilos por habitante.

Ao nível da recolha, "não se verificaram diferenças significativas ao longo dos últimos anos", prevalecendo a recolha indiferenciada.

"Apesar de nos últimos anos ter havido um incremento no número de infraestruturas para a recolha seletiva, a mesma não teve os reflexos proporcionais nos quantitativos recolhidos seletivamente", diz-se no relatório da APA, segundo o qual em relação aos destinos finais a reposição em aterro foi no ano passado 56% do total de resíduos urbanos.

 

14
Set22

Recuperação de resíduos na UE passa 1,2 milhões de toneladas em 2020

Niel Tomodachi

A taxa de recuperação de resíduos na União Europeia (UE) aumentou, em 2020, para 1,2 milhões de toneladas, face aos 870 milhões de toneladas registados em 2004, segundo dados do Eurostat.

Recuperação de resíduos na UE passa 1,2 milhões de toneladas em 2020

De acordo com um boletim do serviço estatístico da UE, em 2020 foram recuperadas 1.221 milhões de toneladas de resíduos, uma subida que representa também um aumento de 46% (em 2004) para os 60% (2020) da percentagem de valorização no tratamento total de resíduos.

As maiores taxas de reciclagem foram registadas em Itália (83%), Bélgica (74%), Eslováquia e Letónia (64% cada), enquanto os aterros foram a principal solução para os resíduos na Roménia (93%, contra 5% de reciclagem), Bulgária (92% e 8%, respetivamente) e Finlândia (84% contra 10%).

Portugal apresentava, há dois anos, uma taxa de reciclagem de mais de 40%, que ultrapassa os 60% quando consideradas a reutilização e o aproveitamento energético dos resíduos.

 

23
Mar22

Sem saber como ajudar os refugiados ucranianos? Comece pelo seu "mono"

Niel Tomodachi

Vivemos tempos sem precedentes. Ninguém queria nem esperava testemunhar acontecimentos que, um dia, estarão nos manuais de História. Neste momento, toda a ajuda é bem-vinda para reconstruir a vida de quem chega. E esse gesto solidário pode estar escondido na sua arrecadação.

Sem saber como ajudar os refugiados ucranianos? Comece pelo seu "mono"

Em apenas três semanas, são já mais de dez mil os refugiados ucranianos que chegaram a Portugal. De acordo com os dados divulgados por Cláudia Pereira, secretária de Estado para a Integração e as Migrações, a grande maioria são "mulheres com duas crianças". E prevê-se que o número de famílias separadas por uma guerra que não escolheram aumente.

Estas mães, avós, filhos e netos chegam apenas com a roupa que têm no corpo. Além das malas que não conseguiram trazer, os seus corações também ficaram. Foram deixados com os entes queridos na Ucrânia, retidos pela Lei Marcial ou por se terem recusado a abandonar o país ao qual sempre chamaram casa.

Perante este desastre, o mundo ficou em suspenso. As notícias diárias sobre o desenrolar e as vítimas da guerra despertaram-nos o desejo de ajudar. Porém, também aumentaram a incerteza. Como ser útil, neste momento? Todos os gestos fazem uma enorme diferença. Especialmente na vida de quem recomeça, ao mesmo tempo que tenta consertar os destroços do que restou: recomeçar uma vida, um lar, uma rede de apoio.

Sem saber como ajudar os refugiados ucranianos? Comece pelo seu "mono"

Se tem um eletrodoméstico velho em casa, pode entregá-lo numa loja Worten para que este seja reciclado. Através do programa Worten Transforma, e com base na receita dessa reciclagem, a marca vai doar novos eletrodomésticos e aparelhos tecnológicos a quem mais precisa, sendo que, neste caso, todos os equipamentos serão entregues a famílias ucranianas, para equipar os espaços onde serão acolhidas. O objetivo é dar a todas estas pessoas os equipamentos essenciais para tornar a sua adaptação ao País a melhor possível.

Esta iniciativa é mais um passo em frente no caminho da solidariedade que o programa Worten Transforma tem desbravado. O programa já recebeu mais de 66 mil toneladas de "monos" elétricos e eletrónicos. Embora esses equipamentos parecessem obsoletos, quando estavam fechados na nossa casa, tinham uma missão escondida: serem reciclados, para que, com isso, a Worten pudesse doar, a milhares de instituições nacionais, mais de 24 mil novos equipamentos.

Desde o lançamento do Worten Transforma, em 2009, este apoio da marca já se traduziu num investimento superior a 2,3 milhões de euros, melhorando a vida de 680 mil utentes. E, agora, vai levar um pouco de esperança a quem a guerra já tirou tanto.

(S)

25
Jan22

Quem devolver as embalagens usadas de bebidas vai ganhar (muitos) prémios

Niel Tomodachi

Os dois projetos já recolheram mais de 18 milhões de embalagens de plástico. Agora regressam para mais uma edição.

Até junho de 2022, a entrega de embalagens de bebidas nos espaços comerciais para reciclagem e incorporação como matéria-prima na produção de novos produtos é sinónimo de ganhar pontos e prémios.

Isto acontece devido ao regresso de mais uma edição, após o sucesso da anterior, dos programas “Quando do Velho se Faz Novo” e “Bebidas+Circulares”. Sensibilizar os consumidores para os benefícios de praticar uma economia circular e desenvolver a sua consciência ambiental são os grandes objetivos das iniciativas.

“A partir de agora, cada embalagem devolvida vale um ponto e os utilizadores são incentivados a acumular pontos que poderão ser trocados por prémios que apelam a comportamentos sustentáveis”, explica a iniciativa em comunicado.

Os participantes são assim motivados a deixarem as embalagens para as quais já não encontram utilidade numa das máquinas de recolha automática disponíveis nos espaços comerciais aderentes — há 34 pontos de recolha espalhados pelo País.

Além da possibilidade de trocar pontos por prémios — cujo catálogo só vai estar disponível a partir de dia 31 de janeiro —, os utilizadores destas plataformas ficam “imediatamente habilitados a participar em passatempos semanais e mensais”.

Na primeira fase do projeto-piloto “Quando do Velho se Faz Novo”, mais de 16,6 milhões de embalagens de bebidas de plástico foram entregues num dos 23 pontos de recolha que disponibiliza em todo o País, o que possibilitou a reciclagem de 472 toneladas de plástico PET para dar origem a material reciclado de elevada qualidade.

Já o ‘Bebidas+Circulares’ , que funciona apenas no concelho de Lisboa, contribuiu para a recolha de mais de dois milhões de embalagens de bebidas em plástico PET, latas de metal e garrafas de vidro, que correspondem a perto de 150 toneladas de materiais encaminhados para reciclagem, de acordo com a organização.

 

05
Jan22

Sumol cria linha de mobiliário com materiais reciclados

Niel Tomodachi

De grades e garrafas de vidro vão nascer bancos, mesas, balcões e até cadeiras. Tudo para ser usado em esplanadas.

Sumol juntou-se à Sociedade Ponto Verde para criar uma linha de mobiliário feita com materiais reciclados. Estes equipamentos não estarão à venda para o público em geral, mas vão ser usados em espaços comerciais, como é o caso de cafés e esplanadas, ou ainda em eventos, como os festivais promovidos pela marca.

“Ao darmos uma nova vida a materiais icónicos da Sumol conseguimos não apenas melhorar a nossa imagem e posicionamento global junto nos nossos clientes, através de um visual emotivo e trendy, mas também sensibilizar para uma forma diferente e sustentável de criação de valor”, explica Rodrigo Costa, diretor de marketing para Portugal e Espanha da Sumol+Compal.

O mobiliário de rua da marca incluirá mesas, bancos e cadeiras.
 
 

De grades de plástico, garrafas de vidro, bidões de polpa de fruta que já não seriam de todo usados, vão surgir as diferentes peças de mobiliário. É o caso de balcões, bancos, mesas e até cadeiras.

O objetivo passa também por alertar os consumidores para a importância da reciclagem e reutilização de materiais. Com esta iniciativa a marca prevê reutilizar 1.500 grades e paletes, 10.500 garrafas de vidro, e mais e 100 bidões de grandes e pequenas dimensões. Serão perto de 80 os clientes que vão receber estes novos materiais de decoração.

 

18
Nov21

"Faz pelo Planeta"

Apanhar lixo, um gesto de amor que foi premiado

Niel Tomodachi

O percurso de Lídia Nascimento, que hoje se sagra vencedora da primeira edição do "Faz pelo Planeta" do Electrão, pelo seu esforço de limpeza das praias e consciencialização da comunidade para o problema do lixo marinho, é uma história de amor e perseverança.

A tradutora de Torres Vedras começou a apanhar lixo ainda criança e manteve o gesto ao longo da vida. Aos 50 anos, tem no currículo centenas de ações que permitiram a recolha de toneladas de resíduos, palestras, alertas nas redes sociais, obras de arte feitas com objetos que dão à costa e um livro, porque é preciso mudar de rumo, a bem do planeta.

Lídia lembra-se de, aos nove anos, já recolher lixo quando passeava na praia. Era pouco e geralmente surgia apenas "após tempestades e mar revolto". Mas nos últimos anos, conta, tem aparecido no areal "muito mais lixo, sobretudo restos de artes de pesca, feitos em plástico".

08
Nov21

Eu reciclo, tu reciclas… nós reciclamos!

Niel Tomodachi

“Reciclar é na boa! Eu até reciclo! MAS…Ainda posso fazer mais? Claro que SIM!!”

É este a mensagem que se pode ler no site da Academia Ponto Verde, dirigida às escolas, comunidades e a todos os jovens!

São desafios muito engraçados que podes experimentar, mas também hipóteses para convencer os teus colegas e professores a participar em concursos, a ter momentos giros em aula, no recreio, tudo à volta da reciclagem para um mundo mais sustentável.

O site é muito dinâmico e recheado de boas propostas e de conteúdo informativo pertinente:

– Para ficares um expert em reciclagem, podes encontrar boa informação em “reciclar +” e ainda em “vídeos”, onde há filmes engraçados e variados sobre a temática.

– Treino e divertimento estão em “Jogos”, com passatempos bem originais, jogos e quizzes.

– Finalmente, o “Palco” pode ser teu – desafiam-te a realizar vídeos de experiências de reciclagem feitas na tua turma, na tua escola e a participar no concurso “Reciclar é na boa”. Pode ser uma criação mais artística, uma atividade na escola ou no teu bairro ou até uma iniciativa para melhorar a ação de reciclagem na tua escola. E prometem prémios “inesquecíveis”. Espreita o cartaz que te dará umas dicas!

Pronto para arrancar? Então, bora lá saber reciclar ainda mais e melhor para ajudar a que o planeta seja mais verde.

(S)

26
Out20

A Coca-Cola vai passar a produzir garrafas de papel reciclável

Niel Tomodachi

A primeira encontra-se em fase de testes, mas já foi divulgado o seu protótipo.

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Ser sustentável é a grande promessa das marcas para os próximos anos, não apenas na sua ideologia como no design dos seus produtos. E, por isso, a Coca-Cola anunciou a sua mais recente ambição, de vir a substituir as suas garrafas de plástico por embalagens feitas a partir de 100 por cento de papel reciclável.

O conceito da garrafa de papel tem vindo a ser desenvolvido em parceria com a Paboco, uma empresa de garrafas de papel criada em 2019, que promove soluções inovadoras para embalagens de papel e sistemas de fabricação. Em conjunto, estão a criar um projeto que visa acabar com o desperdício de resíduos no mundo.

“A nossa visão é criar uma garrafa de papel que possa ser reciclada como qualquer outro tipo de papel, e este protótipo é o primeiro passo no caminho para conseguir isso. Uma garrafa de papel abre um novo mundo de possibilidades de embalagem, e estamos convencidos de que a embalagem de papel tem um propósito a desempenhar no futuro”, afirma o R&D Packaging Innovation manager da Coca-Cola, Stijn Franssen.

O estágio do protótipo ainda se encontra numa fase inicial, mas a Coca-Cola garante que está a trabalhar para que a garrafa de papel cumpra os mesmos padrões de qualidade e segurança alimentar do que outros tipos de embalagens. Contudo, ainda há muito trabalho até alcançar o modelo ideal da primeira geração de garrafas em papel, que ainda contém algum plástico.

Protótipo da nova embalagem
 
10
Mai20

Embalagens vão passar a ter novos símbolos para que reciclar seja mais fácil

Niel Tomodachi

Não é só deitar no amarelo ou no verde. Há que espalmar as latas e os pacotes de leite e separar o saco dos cereais da caixa.

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As embalagens vão passar a ter novos símbolos que vão ajudar na hora de separar os resíduos. A Sociedade Ponto Verde (SPV) criou uma nova iconografia que dá a indicação não só sobre o ecoponto no qual deve ser depositada a embalagem, como também explica de forma detalhada da forma como o produto deve ser reciclado.

Por exemplo: numa embalagem de cereais, os símbolos indicam que a caixa deve ser espalmada e colocada no ecoponto azul e o saco, como é de plástico, deve ir para o ecoponto amarelo. Já uma lata de refrigerante, outro exemplo, deve ser esvaziada, espalmada e só depois depositada no ecoponto amarelo.

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Os novos ícones podem agora ser aplicados pelas empresas e marcas. "Ao ajudar o consumidor a perceber melhor os procedimentos de separação de materiais, estamos a introduzir grandes melhorias nas diversas fases da cadeia de gestão de resíduos de embalagem, desde a recolha, triagem e reciclagem", explica Ana Isabel Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde, em comunicado.

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