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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

03
Ago21

Cada uma destas fotografias quer proteger a vida selvagem em África

Niel Tomodachi

Dois fotógrafos europeus estão pela segunda vez a angariar fundos para doar à African Parks, organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos.

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São impressões da vida selvagem em todo o seu fulgor — e querem ser um rugido visual da importância de conservar os animais, habitats e as pessoas que todos os dias os protegem e deles dependem. Mais de 170 fotógrafos doaram imagens que podem ser compradas online no site do projecto Prints For Wildlife, que na segunda edição da venda solidária está a recolher fundos para a African Parks

O objectivo dos fotógrafos Pie Aerts e Marion Payr é ultrapassar o valor que angariaram em 2020 e entregar um milhão de dólares norte-americanos (cerca de 841 mil euros) à organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos. 

Já altamente ameaçado antes das restrições para travar a pandemia de covid-19, o sector da conservação da vida selvagem, muito dependente das receitas do turismo internacional, ficou ainda mais vulnerável. Os fotógrafos acreditam que a pandemia exacerbou a importância de uma gestão sustentável das áreas protegidas e querem mostrar que “só porque não podemos viajar para estes parques não significa que não os possamos apoiar”. “Onde a vida selvagem prospera, as pessoas prosperam”, escrevem, no site do projecto que reúne impressões de fotógrafos de 30 países, incluindo “talentos locais” do Ruanda, Quénia e Botswana. 

Cada fotografia, como as que estão nesta fotogaleria, custa 84 euros e está à venda até 11 de Agosto.

 

22
Jul21

Sempre quis ser voluntário? Vem aí uma viagem-aventura solidária aos Açores

Niel Tomodachi

O tema é a proteção do património e do ambiente. Acontece no final de setembro e a experiência promete ser inesquecível.

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Se sempre quis experimentar a sensação de ser voluntário — de viajar, não como mero turista mas dando um contributo para as comunidades locais, integrando-se, ajudando no que é preciso — esta pode ser a sua oportunidade. Até porque esta aventura não o leva a locais remotos do planeta que pode, ao início, ter hesitação em explorar; mas sim ao arquipélago dos Açores.

A AMI vai ter mais uma aventura solidária este ano e, por causa da pandemia, é mais perto de casa do que o costume. A Aventura Solidária é um projeto da associação que permite a colaboração direta dos participantes na vida das comunidades locais. É uma oportunidade para apoiar financeiramente uma causa ou um projeto e trabalhar diretamente nas soluções para os problemas identificados, tal como explica a AMI à NiT.

Devido à pandemia, os programas da missão Aventura Solidária no Senegal, Guiné-Bissau e Brasil, estão suspensos desde março de 2020. Porém, o dinamismo do projeto mantém-se e a associação decidiu assim criar uma nova iniciativa com enfoque no património nacional e na proteção do ambiente.

O programa Biodiversidade Açores tem como objetivo financiar e promover a participação em projetos ambientais na ilha de São Miguel, em parceria com associações locais, ajudando ao mesmo tempo a revitalizar a economia local.

A data da viagem é entre 26 de setembro e 2 de outubro 2021 e atenção que as vagas são limitadas. O programa inclui a estadia de uma semana em São Miguel, em pensão completa; o seguro de acidentes pessoais e de assistência em viagem; atividades de voluntariado e visitas na região; o acompanhamento de especialistas em missão AMI e o donativo ao projeto. Não inclui os bilhetes de avião e bebidas extra. 

Quanto ao custo, explica a AMI, tratando-se de um projeto desenvolvido em conjunto com Organizações Não Governamentais parceiras que realizam o seu trabalho junto de comunidades desfavorecidas, torna-se necessário um apoio/donativo para a sua concretização.

O valor da Aventura Solidária aos Açores é de 900£, dos quais 150€ representam o donativo que será aplicado ao projeto a apoiar. Desta forma, o Aventureiro cofinancia um projeto específico, tendo depois a oportunidade de o conhecer pessoalmente.

O valor referente ao financiamento (ao qual corresponderá a emissão de recibo de donativo dedutível nos impostos, majorado em 40 por cento) destina-se à realização do projeto local, no qual os Aventureiros vão participar.

Todas as informações bem como o pedido de inscrição podem ser feitos online.

 

21
Dez20

Sabias que podes apadrinhar um lince-ibérico?

Niel Tomodachi

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Ser padrinho de um lince-ibérico pode ser uma maneira divertida de ajudar o Planeta. Este animal é o felino mais ameaçado do Mundo e apoiar a preservação da sua espécie é um assunto urgente.
Podes apadrinhar um lince-ibérico em Portugal no Zoológico de Lisboa ou no Parque Biológico da Serra da Lousã. As duas instituições têm diferentes modalidades de apadrinhamento, a partir de 60 euros por ano.

Em comum, existe sempre a oferta do cartão de padrinho e de uma fotografia do afilhado, para poderes conhecer o animal que estás a apoiar. Outra vantagem dos padrinhos é poderem fazer visitas, algumas gratuitas, para manter o contacto com o lince apadrinhado, visitar outros animais na Natureza e aprender mais sobre a fauna e flora.

As principais razões para o risco de extinção da espécie são a redução do seu habitat e do seu alimento, o que dificulta a sua sobrevivência na Natureza. Há também casos de morte por causas não-naturais, ainda que a prática seja considerada crime.

Até 2015, esta espécie estava assinalada como em “perigo crítico” de extinção, tendo sido nesse ano reconsiderada para “perigo”, dada a estabilização da comunidade de linces-ibéricos. A comunidade a viver em liberdade em Portugal tem aumentado com a libertação de animais criados em cativeiro ou com o nascimento de crias. Atualmente, são 109.

O nome científico desta espécie é “lynx pardinus” e o seu habitat natural é o matagal mediterrâneo. Só existe na Península Ibérica e, em Portugal, está centrada em Mértola e Serpa e é constituída maioritariamente por jovens animais, com idade entre um e três anos.

O aumento do número de exemplares desta espécie deve-se, em grande parte, aos centros de recuperação e conservação. As campanhas de apadrinhamento são também fundamentais para ajudar a financiar os cuidados necessários para assegurar a continuidade destes felinos.

Os animais que estão disponíveis para apadrinhamento no Zoológico de Lisboa e no Parque da Lousã não podem, por razões de saúde, ser introduzidos na Natureza. Nesses dois locais, podes também apadrinhar outras espécies, como ursos e lontras.

Apadrinhamento

Zoológico de Lisboa
Parque Biológico da Serra da Lousã

 

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