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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

04
Abr22

Lisboa concorre à Organização do EuroPride 2025

Texto by ESQREVER

Niel Tomodachi

Lisboa Orgulho LGBTI Pride Arco-Íris Rainbow

Depois de uma primeira tentativa de realizar o EuroPride em 2022 em Portugal, a ILGA Portugal e a Variações voltam a apostar numa nova candidatura para realizar o EuroPride 2025 em Lisboa.

Lisboa vai concorrer contra Magdeburgo (Alemanha) para receber o maior evento do Orgulho LGBTI na Europa. O EuroPride é o evento LGBTI+ mais significativo do continente europeu e este ano marca 30 anos desde que o primeiro EuroPride foi realizado, em Londres, em 1992. Este ano, o EuroPride acontece em Belgrado, Sérvia, de 12 a 18 de setembro.

A presidente da European Pride Organisers Association (EPOA) , Kristine Garina, saudou ambas as propostas:

Durante trinta anos, o EuroPride tem sido um farol para a igualdade LGBTI+ em toda a Europa e estou muito feliz que Lisboa e Magdeburg continuem a criar essa história em 2025. Sei que as duas propostas são muito diferentes, mas igualmente impressionantes. Estou ansiosa para aprender mais sobre os seus planos nos próximos meses.

 

Motivação portuguesa

O Diretor Executivo da Variações, Diogo Vieira da Silva, disse:

Desde o fim da ditadura em 1974, e particularmente nas últimas duas décadas, Portugal fez progressos acelerados nos direitos LGBTI num país há muito fechado e de cultura conservadora. Como resultado, em 2019, Portugal ficou em 7º lugar no Mapa Arco-Íris da ILGA Europe.” No entanto, “o estigma, a discriminação, o isolamento e vítimas continuam a ser uma realidade” de muitas pessoas da população LGBTI em Portugal.

“A candidatura ao EuroPride 2025 em Lisboa representa um esforço conjunto” para oferecer às pessoas LGBTI “um caminho para a autodeterminação, autonomia e comunidade em todos os aspectos das suas vidas“. 

Em 2025 celebraremos não apenas o Pride, mas o orgulho das nossas conquistas como um movimento que mudou o cenário para as vidas LGBTI na Europa“. Ao mesmo tempo, o aniversário da democracia em Portugal “convida-nos a olhar para o futuro e ver como podemos expandir a visão do EuroPride além de hoje e além fronteiras“.

As propostas completas para o EuroPride 2025 serão publicadas a 12 de agosto e os membros da EPOA votarão em Turim em outubro próximo.

(S)

07
Jul21

Milhares protestam no parlamento georgiano contra a violência anti-LGBTQ

Niel Tomodachi

Manifestantes tinham bandeiras arco-íris e da União Europeia. Membros da extrema-direita voltaram a tentar impedir a manifestação dos ativistas LGBTQ.

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Um dia após os ativistas LGBTQ terem cancelado uma marcha Pride em Tbilissi, a capital da Geórgia, devido à violência perpetrada por membros da extrema-direita, que agrediram os ativistas, jornalistas e invadiram escritórios de organizações LGBTQ, milhares de pessoas juntaram-se para um protesto em frente ao parlamento georgiano.

Segundo o Euractiv, a manifestação desta terça-feira teve como objetivo denunciar a violência anti-LGBTQ, mas também anti-União Europeia (as centenas de elementos da extrema-direita, alguns ligados a um partido pró-russo, que impediram a realização da marcha Pride também retiraram uma bandeira da União Europeia que estava no exterior do parlamento da Geórgia).

Muitas das pessoas que marcaram presença neste protesto tinham bandeiras arco-íris mas também da União Europeia. Face a uma contramanifestação da extrema-direita, que juntou 200 pessoas, a polícia montou um cordão policial na área para proteger os milhares de ativistas LGBTQ.

Ainda assim, a presença das autoridades não evitou que os elementos da extrema-direita tentassem forçar a passagem pela barreira policial. Mas isso não amedrontou quem saiu à rua para lutar pelos direitos da comunidade LGBTQ e pelos direitos humanos na Geórgia.

 

“Não podemos tolerar neste país qualquer forma de violência que tenha como alvo as minorias”, disse Lili Chumburidze, uma das manifestantes, à AFP. “A homofobia não pertence ao século XXI”, acrescentou.

O primeiro-ministro georgiano, Irakli Garabishvili, tem sido muito criticado pela oposição e por ativistas de direitos humanos por se ter manifestado contra a realização da marcha Pride, que descreveu como “inaceitável para um grande segmento da sociedade” da Geórgia. O seu partido é acusado de apoiar grupos homofóbicos e nacionalistas.

Um dos organizadores da marcha Pride, Giorgi Tabagari, afirmou à AFP que suspeitava que “os serviços secretos tinham coordenado os ataques” de segunda-feira.

A Geórgia descriminalizou a homossexualidade em 2000 e adotou leis anti-discriminatórias em 2006 e em 2014. No entanto, os eventos LGBTQ são controversos neste país conservador onde a Igreja Ortodoxa exerce grande poder e influência.

24
Jun21

Pride: a nova coleção arco-íris da Havaianas celebra o orgulho LGBTQIA+

Niel Tomodachi

Além de chinelos, há uma mini bag brilhante, um porta-chaves e um modelo de meias. Por cada produto vendido, 7% do valor reverte para o movimento All Out.

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O nome Marsha P. Johnson pode não lhe ser familiar. Porém, é o nome da mulher que foi a grande responsável pela origem do movimento ativista e de orgulho LGBTQIA+. Afro-americana e drag queen, Marsha atirou um tijolo contra um polícia, em 1969, em Nova Iorque, nos EUA, e deu assim início a uma longa caminhada de protestos, marchas e manifestações a favor da igualdade.

Hoje em dia, embora a comunidade LGBTQIA+ já tenha conquistado vários direitos, continua a lutar por uma maior e melhor integração na sociedade. É por isso que todos os anos, em junho, se celebra o mês Pride, um movimento mundial que pretende sensibilizar e mudar mentalidades.

A esta celebração juntam-se centenas de marcas que aproveitam a data para lançarem coleções com as cores do arco-íris — um símbolo da comunidade. Esta não é a primeira vez, porém, que a Havaianas desenha uma linha de produtos totalmente dedicada ao orgulho LGBTQIA+.

Quase 60 anos depois da sua criação, no Brasil, a Havaianas é conhecida por tornar o mundo mais colorido. Assim, o lançamento da nova coleção Havaianas Pride celebra não só o que a marca representa, mas também o seu apoio a todos os tipos de amor.

Foi em 2020 que a Havaianas lançou a sua primeira coleção dedicada exclusivamente ao apoio à comunidade LGBTQIA+. Nesta altura, foi lançada uma gama de chinelos com várias cores e um único objetivo – incentivar o diálogo, a inclusão social e o empoderamento da comunidade. 

Agora, um ano depois, a coleção Pride está ainda melhor (e mais composta). Além de cinco modelos de chinelos, existe uma mini bag brilhante, um porta-chaves e um modelo de meias que já estão disponíveis no site da marca e nas suas lojas físicas. As cores, essas, são as de sempre – um verdadeiro arco-íris, frases inspiracionais, novos padrões coloridos e muitos corações.

Juntamente com as novas peças, a Havaianas lançou também um filme com o mote “Por dias mais livres”, cujo objetivo é mostrar que “os dias são mais bonitos quando todos são bem-vindos”. Por cada produto desta coleção vendido, 7% do valor reverte para o All Out, um movimento global pelos direitos LGBTQ+ que mobiliza milhares de pessoas com o intuito de construir um mundo onde ninguém terá que sacrificar a sua família ou liberdade, segurança ou dignidade, em prol de quem ama.

Graças a doações como esta, a All Out consegue realizar ações de apoio à comunidade em países como Brasil, Polónia, Venezuela, México, Alemanha e Líbano. Em 2020, foram doados cerca de 50 mil euros à All Out, gerados com a venda de mais de 150 mil peças dos produtos Pride Havaianas.

 

01
Jun21

Porque é que junho é o mês do orgulho?

Niel Tomodachi

É no Pride Month que comemoramos anos de luta pelos direitos civis e pela busca contínua da igualdade de justiça para com os membros da comunidade LGBTQIA+. Eis o porquê das comemorações decorrerem, todos os anos, no mês de junho.

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Há cinco décadas que no mês de junho se celebra o orgulho. Ao longo deste mês, são realizadas comemorações direcionadas especialmente para a comunidade LGBTQIA+, com o objetivo de reconhecer a influência e o impacto histórico que estes membros tiveram (e continuam a ter) e ainda relembrar o caminho que ainda falta por percorrer. Além de ser uma celebração, este mês é uma oportunidade para se protestar e sensibilizar todas as pessoas para as questões que a comunidade enfrenta.

Mas porque é que junho é o mês do pride? A história remonta-nos para o ano de 1969, em Greenwich Village, Nova Iorque. Na madrugada de 28 de junho, vários agentes da polícia invadiram o Stonewall Inn - um bar popular gay - prendendo os funcionários por venderem bebidas sem licença e agredindo os que mostravam resistência. Nas ruas, uma multidão inquieta e revoltada assistia ao que seria mais um conflito de abuso policial, bastante frequente para com os membros da comunidade LGBTQIA+. Já fartos da brutalidade policial e da discriminação contra os homossexuais, a multidão não se deixou ficar indiferente perante esta situação, manifestando-se espontaneamente contra a polícia durante uma semana naquela rua.

A revolta e a atitude corajosa dos cidadãos presentes fez-se espalhar pela cidade, pelo meio de acontecimentos que ficaram conhecidos como a revolta de Stonewall e, não menos importante, pelo nascimento do movimento dos direitos dos homossexuais.

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É de realçar que na altura era ilegal, para a comunidade LGBTQIA+ ser vista a beber ou a dançar com pessoas do mesmo sexo. Face às respetivas proíbições, foram vários os bares a não autorizar a entrada a pessoas da comunidade, com receio de posteriores multas aos proprietários dos bares e a condenações para com os clientes que os frequentassem.

Ainda no ano de 1969, foi proposta a ideia de uma marcha em resposta aos acontecimentos em Stonewall, durante a Conferência Regional do Leste das Organizações Homófilas, em Filadélfia. A marcha ficou programada para o dia 28 de junho de 1970 – data em que seria o primeiro aniversário daqueles motins. Apesar de ter sido proposta a palavra “poder” como slogan para o desfile, chegou-se à conclusão que o movimento ainda não teria sido debatido politicamente, mas que os membros da comunidade sentiam orgulho na sua identididade sexual. E assim ficou decidido que a palavra orgulho serviria como tema para a primeira marcha, e para todas aquelas que dela resultaram até aos dias de hoje.  

Os motins de Stonewall foram o ponto de viragem para o movimento de libertação gay, não apenas nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. E é desde então que o mês do orgulho é celebrado em junho, marcando o aniversário dos motins de Stonewall e a reunião, ano após ano, de uma comunidade que marcha em conjunto pelo orgulho e pela igualdade de direitos.

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(S)

26
Jan21

A HISTÓRIA DO TRIÂNGULO ROSA INVERTIDO: DE RÓTULO NAZI A SÍMBOLO DE ORGULHO

Texto by esQrever

Niel Tomodachi

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Triângulos cor-de-rosa foram originalmente usados em campos de concentração nazi para identificar prisioneiros gay.

Antes do triângulo rosa se tornar um símbolo mundial de poder e Orgulho gay, este foi concebido como um distintivo de vergonha. Na Alemanha nazi, um triângulo rosa invertido foi costurado nas camisas de homens gay em campos de concentração, para identificá-los e desumanizá-los ainda mais. Foi apenas na década de 1970 que ativistas recuperaram o símbolo de vergonha e o transformaram num de libertação.

A homossexualidade foi tornada ilegal na Alemanha em 1871, mas raramente foi aplicada até o Partido Nazi assumir o poder em 1933. Como parte da sua missão de “purificar” racial e culturalmente a Alemanha, os nazis prenderam milhares de indivíduos LGBTI, a maioria homens gay, que viam como degenerados.

O Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos estima que 100.000 homens gay foram presos e entre 5.000 e 15.000 foram colocados em campos de concentração. Assim como pessoas judias foram forçadas a identificarem-se com estrelas amarelas, homens gay em campos de concentração tiveram que usar um grande triângulo rosa invertido. Outros exemplos de símbolos foram os triângulos castanhos usados para identificar pessoas de etnia cigana, vermelho para prisioneiros políticos, verde para criminosos, azul para imigrantes, roxo para Testemunhas de Jeová e preto para pessoas que consideravam “associais”, como trabalhadoras do sexo e mulheres lésbicas.

Prisioneiros identificados com o triângulo rosa invertido em Campo de Concentração Nazi

Nos campos de concentração, os homens gay eram tratados com especial severidade, tanto por guardas quanto por colegas prisioneiros. “Não havia solidariedade para os prisioneiros homossexuais; eles pertenciam à casta mais baixa”, escreveu Pierre Seel, um sobrevivente gay do Holocausto, no seu livro de memórias I, Pierre Seel, Deported Homossexual: A Memoir of Nazi Terror.

Estima-se que 65% dos homens gay em campos de concentração morreram entre 1933 e 1945. Mesmo após a Segunda Guerra Mundial, tanto a Alemanha Oriental quanto a Ocidental mantiveram leis homofóbicas do país e, como resultado, após a sua libertação dos campos, muitos gays foram novamente encarcerados até o início da década de 1970. A lei não foi oficialmente revogada até 1994.

O início da década de 1970 também foi quando o movimento pelos direitos dos homossexuais começou a surgir na Alemanha. Em 1972, The Men with the Pink Triangle, a primeira autobiografia de um sobrevivente de campo de concentração gay, foi publicada. No ano seguinte, a primeira organização de direitos gays da Alemanha do pós-guerra, Homosexuelle Aktion Westberlin (HAW), recuperou o triângulo rosa como símbolo de libertação.

Na sua essência, o triângulo rosa invertido representava um pedaço da nossa história alemã que ainda precisava ser tratado”, disse Peter Hedenström, um dos membros fundadores da HAW em 2014.

Placa memorial de homens homossexuais está colocada onde outrora ficava um dos quartéis demolidos do campo de concentração de Buchenwald, perto de Weimar, Alemanha.. O campo, estabelecido pelos nazis em 1937, foi um dos primeiros e o maior deles em solo alemão, nele ficaram cerca de 250.000 prisioneiros entre 1937 e 1945. 65.000 foram mortos ou morreram durante este período. (Horacio Villalobos)

O triângulo começou posteriormente a surgir noutros círculos LGBTI um pouco por todo o mundo. Em 1986, seis ativistas da cidade de Nova Iorque criaram um póster com as palavras SILENCE = DEATH (SILÊNCIO = MORTE) e um triângulo rosa, destinado a chamar a atenção para a crise da pandemia do VIH/SIDA que dizimava populações inteiras de homens gays nos Estados Unidos da América. O póster foi de imediato adotado pela organização ACT UP e tornou-se num símbolo do movimento de combate ao VIH/SIDA.

O triângulo continua a figurar proeminentemente em imagens de várias organizações e eventos LGBTI nos dias de hoje. Desde a década de 1990, placas com um triângulo rosa fechado num círculo verde têm sido usadas como um símbolo que identifica “espaços seguros” para pessoas LGBTIQ. Existem memoriais em forma de triângulo rosa em São Francisco e Sidney que homenageiam vítimas LGBTI do Holocausto. Em 2018, para o Mês do Orgulho, a Nike lançou uma coleção de sapatos com triângulos rosa.

Embora o triângulo rosa tenha sido recuperado como um símbolo de força e Orgulho, é também, em última análise, uma lembrança para nunca esquecermos o passado e reconhecer a perseguição que as pessoas LGBTI ainda enfrentam em todo o mundo.

FonteHistory.

Source: https://esqrever.com

 

04
Jul20

Revolut lança novos cartões Pride para apoiar a comunidade LGBTI+

Niel Tomodachi

Os novos cartões são de edição limitada e requerem um donativo mínimo de três euros à ILGA Europe, a instituição de solidariedade social que apoia os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais e intersexuais. Saiba o que deve fazer.

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Revolut juntou-se à ILGA Europe e anunciou esta sexta-feira, 3 de julho, o lançamento de um novo cartão Pride para a Europa e o Reino Unido com o objetivo de apoiar toda a comunidade LGBTI+. O novo cartão, que numa primeira fase é emitido pela rede Visa, mas que, mais tarde, chegará também pela Mastercard, já pode ser encomendado. Mas antes disso, os utilizadores terão de fazer uma doação mínima de três euros à ILGA Europe através da aplicação móvel.

“Infelizmente, nos últimos anos, o Pride tornou-se uma oportunidade de marketing para muitas marcas, um momento em que se fala muito sobre o quanto a diversidade é importante para estas organizações, mas que acabam por agregar pouco ou nenhum valor real à comunidade", explicou um porta-voz da Revolut num comunicado oficial enviado às redações.

E continuou: "Ao introduzir este requerimento de doação mínima, poderemos ajudar a angariar mais de meio milhão de euros e entregar este dinheiro a uma organização que luta diariamente pelos direitos humanos LGBTI+." Todas as receitas são doadas à ILGA Europe e, adianta a empresa, estão isentas de taxas ocultas ou comissões.

O método não podia ser mais simples. Depois de abrir a aplicação, disponível para iOS e Android, os utilizadores devem ir ao seu perfil, selecionar a opção Widgets e carregar em Donativos. Depois disso, basta apenas selecionar a ILGA Europe e realizar a doação mínima de três euros que, após concluída, desbloqueia o pedido do cartão Pride.

Embora o donativo seja isento de comissões, o envio do cartão requer o pagamento de uma taxa de envio. Contactada pela MAGG, a Revolut diz que há duas modalidades de pagamento consoante os planos de adesão dos utilizadores.

"Se os utilizadores tiverem o plano Standard, terão de pagar 5,99€ pelo envio normal ou 19,99€ pelo envio Expresso, que demora apenas dois dias." Caso os clientes sejam subscritores dos planos pagos, as modalidades Premium ou Metal, "o envio é gratuito".

Quanto ao prazo para a entrega normal, a Revolut refere que é "um pouco difícil estimar os períodos de espera" uma vez que não dependem da empresa. A MAGG fez um donativo à ILGA Europe e encomendou o novo cartão Pride pagando 5,99€. Uma vez confirmado o pagamento, o prazo de entrega que surge indicado na aplicação é de 18 de julho, ou seja, daqui a duas semanas.

Mas, diz a empresa, há a possibilidade de este prazo estar "dilatado" e de o cartão acabar por chegar mais cedo a casa dos utilizadores.

Além do donativo único para desbloquear os novos cartões Pride, que são de edição limitada, a Revolut vai ainda permitir transferências recorrentes à instituição de solidariedade social que apoia os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais e intersexuais. Mas também é possível configurar o serviço para arredondar cada pagamento feito com a Revolut para que os "trocos" sejam doados à ILGA Europe.

Os novos cartões Pride surgem depois de, em 2019, a Revolut ter disponibilizado 30 mil cartões para clientes no Reino Unido e na Europa que esgotaram em menos de 24 horas.

30
Mai20

All Star. Converse lança coleção Pride inspirada na bandeira “More Color, More Pride”

Niel Tomodachi

A coleção estará disponível no site da Converse a partir desta sexta-feira, dia 29 de maio.

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Pensada propositadamente para celebrar o Pride 2020 a 27 de junho, a Converse vai lançar uma coleção inspirada na bandeira “More Color, More Pride”, que representa a comunidade global LGBTQIA +.

O objetivo da coleção é celebrar o poder da diversidade e da inclusão por forma a conectar todas as pessoas "porque não importa a circunstância — o orgulho nunca pára", explica a marca em comunicado.

Tanto as Chuck 70 como as Chuck Taylor All Star juntam-se a roupas e acessórios, que têm a bandeira que expande as cores do arco-íris e inclui uma faixa castanha e preta, representando a comunidade Latinx e Black LGBTQIA +, respetivamente.

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A Converse, através desta abordagem, está decidida a apoiar movimentos de mudanças sociais positivas "e em aumentar as vozes dos jovens, à medida que avança no progresso da construção do futuro em que acredita", acrescenta a marca.

Para assinalar o seu aniversário de cinco anos de Pride, a Converse também doou mais de 1 milhão de euros como forma de apoio a organizações locais e globais LGBTQIA +, incluindo um parceiro da marca, It Gets Better Project. Para além desse projeto, este ano, a Converse comprometeu-se a apoiar o Ali Forney Center, o BAGLY e o OUT MetroWest através de contribuições da coleção Pride.

A linha Pride estará disponível no site da Converse a partir desta sexta-feira, dia 29 de maio.

 

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