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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

14
Nov22

Esta praia no Irão tem ondas vermelhas e areia comestível

Niel Tomodachi

A zona balnear no Golfo Pérsico tem um solo rubi com minerais de qualidade elevada que até são usados em cosméticos.

Existem lugares no mundo que parecem ter sido retirados de outro planeta e a Ilha de Hormuz no Golfo Pérsico é um deles. Esta porção de terra em forma de lágrima e feita de sal-gema tem uma praia que foge às nossas conceções. A sua estética exótica atrai visitantes de todo o mundo que se intrigam com as ondas vermelhas da praia de Hormuz.

A ilha de Hormuz, no Golfo Pérsico, encontra-se a oito quilómetros da costa iraniana e tem apenas 3000 moradores. A água potável é recebida através de um aqueduto que vem do Continente e, apesar de ser desprovida de vegetação autóctone, continua a ser uma das ilhas mais espetaculares do Médio Oriente.

Hormuz é cercada por uma bela linha costeira que se estende pelo horizonte, conferindo aos espectadores uma paisagem extraordinária composta por rochas sedimentares e materiais vulcânicos de várias cores. Há até quem a chame de “ilha arco-íris”. Felizmente, devido ao seu valor visual e também monetário, encontra-se intocada e muito bem preservada. As suas temperaturas podem chegar aos 45 graus enquanto no outono e inverno mantém uma temperatura agradavelmente amena.

Em contrapartida tem uma das praias mais caricatas do mundo. Algumas pessoas chamam-na de “praia arco-íris”, porque a combinação de várias camadas arenosas cria tons inacreditáveis de amarelo, laranja e vermelho. A paleta de cores peculiar resulta da interação da água com os minerais de outras qualidades, que se encontram enterrados e à medida que se movem para cima criam diferentes tons. Outros visitantes limitam-se apenas a chamá-la de “praia rubi”.

Tal fenómeno tem um significado intrigante. A pequena ilha possui uma montanha rica em solo de óxido vermelho, chamado gelack. Este não só é um mineral valioso para fins industriais, como também um tempero para os moradores que o utilizam na sua culinária em molhos, geleias, entre outros.

A montanha, estando na costa, torna o litoral da ilha peculiarmente vermelho, fator que atrai muitos turistas. Além disso, ao caminhar ao longo da praia, poderá encontrar partes onde a areia brilha devido aos compostos metálicos causados pelo gelack, que ao nascer e pôr do sol produzem um efeito fascinante.

A praia vermelha é uma das várias zonas balneares de areia rochosa da ilha de Hormuz e tem também várias cavernas misteriosas, criadas pela erosão do mar. O solo vermelho tem um elevado valor económico e, por isso, os seus valiosos minerais foram exportados durante vários anos para as indústrias de tinturaria, cosméticos, vidro e cerâmica. Contudo, mais recentemente, as exportações tornaram-se mais limitadas por causa da necessidade de preservação deste tipo de solo.

Uma das características peculiares do solo é que é comestível, portanto poderá não só apreciar a sua beleza como provar um grão ou dois. A ilha de Hormuz é especial por si mesma pois é dotada de paisagens verdejantes, uma natureza quase intocável pelo ser humano e outras atrações que a tornam num destino famoso.

Nesta bela porção de terra é possível aproveitar várias formas de entretenimento, observar outros estilos de vida, envolver-se na tradição do Irão, comprar roupas feitas com tecidos locais ou deliciar-se com a gastronomia regional. O solo desta praia é tão versátil que até serve de ingrediente para fazer um pão local chamado “tomshi”, que poderá provar junto à povoação.

A ilha de Hormuz é facilmente acedida de ferry através da cidade iraniana de Bandar Abbas ou da ilha de Qeshm. A maioria dos visitantes vêm do Irão para passar apenas um dia na praia vermelha e, mesmo que seja pouco tempo, vale totalmente a pena. O ferry parte de Bandar Abbas às 7 horas, 9 horas, meio-dia, 14 horas, 17 horas ou 20h30. Demora 40 minutos a chegar a Hormuz e o bilhete custa 1,60€.

Caso deseje ficar mais noites, não se irá arrepender porque Hormuz tem um ambiente muito calmo e relaxante. Pode acampar, ficar num hostel ou num hotel ou até arrendar uma casa de um dos moradores locais. Existe um hotel de três estrelas na ilha e dois hostels.

 

21
Jul22

Aprender a reciclar na praia e ensinar os mais velhos

Niel Tomodachi

Projeto Reciclomania juntou mais de 160 crianças, na manhã desta quinta-feira, na Praia de Matosinhos, para aprenderem a reciclar através de um jogo de tabuleiro gigante em que são eles os próprios peões.

O dado é lançado, as crianças saltam e avançam de casa em casa, respondem a questões sobre reciclagem que lhes são colocadas e, finalmente, entre abraços e sorrisos inocentes ouvem-se frases de apoio e vitória entre os mais novos.

"É um jogo muito interativo e positivo que passa mensagens importantes", diz Adriana Afonso, gestora de marketing e comunicação da Sociedade Ponto Verde. "O objetivo é sensibilizar as crianças para depois elas influenciarem os mais crescidos a reciclarem", acrescenta.

Esta é a primeira edição do Reciclomania, que percorre cerca de 20 praias de norte a sul, durante o mês de julho, passando pelo distrito do Porto entre esta quinta e sábado, ocupando a praia de Matosinhos, de Leça da Palmeira e a dos Beijinhos na Póvoa de Varzim.

Desde o dia 4, data em que o projeto arrancou, cerca de duas mil crianças participaram na atividade. Em Matosinhos, cerca de 160 entraram na brincadeira.

Com quatro tabuleiros dispostos no areal, os alunos das escolas e colónias vão jogando, fazendo um circuito entre as atividades do campo de férias e a atividade de reciclagem.

"É uma atividade muito divertida, aprendi a reciclar e a ajudar o planeta", contou Maiara Pires, de oito anos. "Sabes que o papel e o cartão vão para o ecoponto azul, o vidro para o verde, o plástico para o amarelo e o resto para o preto?", perguntou ainda Maiara, a pequena curiosa.

Já Pedro Pinto, de 10 anos, queixou-se da dificuldade das perguntas mas ficou contente pelo que aprendeu: "as perguntas que me calharam eram as mais difíceis mas aprendi muita coisa e agora já sei reciclar".

Raquel Pelica, da Ponto Verde, reforçou que "o objetivo do jogo não é haver um vencedor mas que as crianças fiquem a conhecer a reciclagem, aprendam e transmitam o que aprenderam em casa".

Bruno Anastácio, de oito anos, reconhece a importância de reciclar e já a faz em casa desde muito novo, por influência da mãe. "Ela ensinou-me a separar o lixo e teve a ideia de usar sacos de lixo recicláveis para ajudar o ambiente, todos podemos fazer isso", sugeriu.

Sobre o local escolhido para a Reciclomania, Adriana Afonso diz que "a praia é o sítio onde as crianças costumam estar no verão, o que se tornou num bom casamento: levar a reciclagem de embalagens de uma maneira divertida e lúdica para as praias", contando ainda que é nesses locais que se encontram muitas colónias de férias e é possível reunir as suas crianças para a atividade".

David Pires, chefe de um dos campos de férias presente na atividade, contou ao JN que "o objetivo do campo é diversificar ao máximo as atividades, não se podia recusar a oportunidade de participar neste jogo".

As amigas Carolina Carvalho, Luísa Oliveira, Leonor Valente e Mariana Sarmento, de 11 anos, fazem parte do Campo de Férias David Pires e preenchem as semanas de verão a brincar.

"Aqui fazemos desporto, surf, vamos aos insufláveis e ao cinema e também temos tempo livre para estarmos juntos", enumerou Mariana Sarmento.

"Este grupo é fixe, porque andávamos na mesma escola e foi o campo de férias que nos uniu e intensificou os nossos laços de amizade", contou Luísa Oliveira.

Numa altura em que se fala muito de "sustentabilidade" e de ambientalismo, a reciclagem ganha uma importância maior. "Temos metas muito ambiciosas e sabemos que os portugueses têm reciclado cada vez mais. Prova disso é que, só no primeiro semestre de 2022, houve um aumento de 6% na reciclagem de embalagens, o que é um número muito positivo", concluiu Adriana Afonso, apelando para que toda a população recicle mais e melhor.

 

18
Jul22

Sabia que existem quatro bibliotecas onde pode ler à beira-mar, em praias nacionais?

Niel Tomodachi

Uma ideia incrível. Já não é preciso andar carregado com um arsenal de livros e revistas.

Toalha, uma garrafa de água, uns snacks, protetor solar e um livro. Estes são os essenciais que não deve esquecer para que um dia na praia seja perfeito. Se por acaso passar as férias na zona de Esposende, não irá precisar de andar carregado para passar bons momentos a ler. Pode simplesmente escolher uma revista, um jornal ou um romance numa das bibliotecas que estão espalhadas pelos areais da região.

Com o objetivo de promover o livro e a leitura — e aproximar a Biblioteca Municipal da comunidade — o município de Esposende voltou a abrir ao público quatro bibliotecas de praia que disponibilizam vários livros e jornais. Estes locais de leitura à beira-mar vão estar nas praias de Cepães, Suave Mar, Ofir e Apúlia a partir desta segunda-feira, 18 de julho, até 2 de setembro, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

Esta é uma tradição que conta já com 26 anos e que foi interrompida durante os últimos dois anos devido à pandemia. “Nas praias de Esposende, à sombra da Bandeira Azul, pode descobrir-se o prazer da leitura e perceber o segredo de um projeto que, em 1996, era ousado, ao qual a forte adesão conferiu assertividade”, refere a autarquia.

Nestas bibliotecas de praia pode encontrar livros de vários géneros, jornais nacionais, regionais e locais, bem como uma variedade de revistas de informação, cultura, viagens, saúde e desporto. É possível ler na esplanada ou pedir para as levar para casa temporariamente. Também dispõem de obras em inglês, francês ou alemão.

Além dos livros, têm também um espaço onde os miúdos onde podem passar o dia a ler, desenhar ou a jogar jogos de tabuleiro com a família e amigos.

 

22
Jun22

PAN quer que animais de companhia tenham acesso a todas as praias

Niel Tomodachi

O partido defende que é uma medida importante para as famílias, especialmente quando nas férias se abandonam mais animais.

E se pudesse levar o seu animal de companhia a todas as praias? É esta a proposta apresentada pelo PAN — Pessoas, Animais, Natureza e que visa permitir o acesso de animais de companhia nas praias.

Trata-se de “uma medida a pensar nas famílias que querem usufruir da companhia dos seus animais de companhia no dia-a-dia e que promove também o combate ao abandono nesta altura do ano tão crítica”, refere o partido numa publicação na sua página oficial do Facebook.

Inês de Sousa Real, porta-voz do PAN, sublinha que “os animais de companhia fazem cada vez mais parte integrante das famílias”.

Por isso, “toda e qualquer medida que promova e facilite a integração dos animais na vida dos seus detentores, em particular numa época em que sabemos que existe a necessidade de deslocarem com o agregado familiar, promove, consequentemente, o combate ao abandono, que continua a ser um flagelo no nosso país, que se agrava especialmente no período de verão”, acrescenta.

O PAN propõe assim que as praias tenham zonas específicas onde os animais de companhia possam estar com seus detentores, desde que cumpram com as obrigações legais em vigor.

O partido apresentou um projeto de lei.
 
 

Na exposição de motivos do projeto de lei, o partido recorda que “em Portugal há cerca de três milhões de animais de companhia registados no Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), sendo que se estima que cerca de metade dos lares têm, pelo menos, um animal de companhia”.

“A tendência indica que esse valor tem vindo a aumentar, de acordo com o estudo realizado pela GFK — Growth for Knowledge, demonstrativa da importância que os animais de companhia e o seu bem-estar têm nos agregados familiares portugueses”, refere.

O mesmo estudo dá nota de que os animais de estimação são percecionados como contribuindo para o bem-estar físico e psicológico dos seus tutores, sendo esta uma das razões apontadas para justificar o seu crescente aumento. “E, naturalmente, sendo entendidos como parte integrante da família deverão, igualmente, estar habilitados a acompanhar a sua família nas suas atividades, como as praticadas ao ar livre, como a ida à praia, como já acontece em diversos países europeus”, defende o PAN.

O partido justifica a sua proposta com o exemplo de Espanha, Itália e Grécia. “Em Espanha, por exemplo, toda a costa tem praias disponíveis para que os detentores e os seus animais possam circular e permanecer. Em Itália, os cães podem estar em todas as áreas públicas desde que de trela, com identificação eletrónica e desde que os detentores possuam na sua posse a documentação dos animais. Na Grécia, por seu turno, os cães são admitidos em todas as praias desde que estejam de trela”.

“Ainda que as normas para permanência dos animais possam divergir, no essencial — nomeadamente a permissão de permanência — está prevista em todos estes países. Acresce também que cada vez mais pessoas que visitam o nosso país se fazem acompanhar dos seus animais de companhia, apesar das limitações existentes”, aponta o projeto de lei.

O PAN diz ainda ser importante relembrar que os Centros de Recolha Oficial de Norte a Sul do país alertaram para o aumento dos números de abandono de animais de companhia desde o início da pandemia. “Por conseguinte, toda e qualquer medida que promova e facilite a integração dos animais na vida dos seus detentores, promove, consequentemente, o combate à prática de crime de abandono, que continua a ser um flagelo no nosso país, o qual se agrava especialmente no período de verão, com as férias dos detentores”, defende.

Agora que a época balnear de 2022 já arrancou em Portugal, é proibida a permanência de cães nas praias concessionadas (à exceção dos cães de assistência). Atualmente, existem em Portugal oito praias pet friendly: quatro na região norte, duas no centro do país, uma na região de Lisboa e outra a sul da capital.

 

12
Abr22

A melhor praia da Europa fica em Portugal (e a terceira também)

Niel Tomodachi

A Praia do Porto Santo, na Madeira, conquistou o primeiro lugar no ranking do "European Best Destinations", com 22 entradas.

Não há português alheio ao facto de que Portugal tem praias inacreditáveis, que brilham ora pelos acessos ao mar, ora pelo areal suave que se estende por vários quilómetros, ora pelos dois. A sua fama, contudo, vai muito além das fronteiras nacionais, facto que se comprova facilmente pelas distinções que volta e meia recebe de viajantes internacionais.

Depois dos utilizadores do Tripadvisor terem colocado a Praia da Falésia, no Algarve, em 12.º lugar numa lista com as 25 melhores praias do mundo para visitarmos em 2022, foi a vez de viajantes de todas as latitudes elegerem a praia de areia dourada de Porto Santo como a melhor da Europa. Destaca-se mum ranking com 22 entradas compilado pelo “European Best Destinations”.

Localizada no arquipélago da Madeira, que o site descreve como ideal para quem procura “um destino seguro e ensolarado, que combina natureza, bem-estar, desporto ao ar livre, gastronomia, golfe e ociosidade”, sobressai pelo areal dourado de grão fino e macio que trouxe fama a Porto Santo.

De acordo com a Direção Regional do Turismo, estas areias “são constituídas por microfósseis e pequenos fragmentos de algas calcárias, conchas de moluscos e outros restos fossilizados de organismos marinhos”, símbolo de “um passado com cerca de 30 mil anos de história” e “de imensa produtividade biológica”, que chegou à atualidade “apresentando qualidades e atributos terapêuticos e medicinais” muito “importantes para o tratamento de doenças do foro ortopédico e reumático, entre outras enfermidades”.

“O clima estável e seco com muito sol durante todo o ano e um mar cálido de águas límpidas e tranquilas” que “convidam a banhos prolongados e à prática de uma grande variedade de desportos náuticos” são a cereja no topo do bolo que tornam esta praia tão especial.

A praia de Bolonia, em Espanha, e a do Porto do Seixal, também na Madeira, fecham o pódio da “European Best Destinations”. “Esta praia incrivelmente instagramável, de areia preta vulcânica, é rodeada por restaurantes, chuveiros e casas de banho, além de acomodações com vista para o mar e falésias”, diz a publicação sobre o segundo representante nacional.

Praia do Porto do Seixal. Fotografia: Site Visit Madeira.
 
 
28
Ago21

A nova praia fluvial do norte tem baloiços sobre a água — e fica a uma hora do Porto

Niel Tomodachi

Inaugurada em julho, fica integrada no novo Parque de Lazer de Andrães, em Vila Real.

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Pode dizer-se que está definitivamente instalada a febre das praias fluviais em Portugal. Com cada vez mais portugueses a fugirem das praias do sul e a procurarem refúgios mais recatados nas beiras, é natural que vão surgindo alternativas para escapar ao calor do verão.

Depois de uma nova praia no Alqueva e de outra na região de Viseu, é agora a vez de Vila Real apostar na tendência, mais precisamente na pequena freguesia de Andrães, onde em julho foi inaugurado num novo Parque de Lazer com uma bela surpresa.

Sem caudal para criar de forma natural uma praia, foi necessário recorrer à imaginação e criar uma espécie de tampão artificial no rio Tanha com recurso a sacos de areia. Foi assim que a Junta de Freguesia conseguiu transformar a zona numa enorme praia de água fresca. Depois, foi preciso reabilitar toda a zona circundante.

Sobre a água pende agora um enorme baloiço, a atração principal de quem ali vai para dar um mergulho. Mas não é a única.

Todo o espaço que rodeia a praia foi pensado como uma discoteca: das colunas saem as batidas de música eletrónica; e não faltam mesas, cadeiras e camas de lounge para espreguiçar ao sol de cocktail na mão.

Além da música ao vivo, existem pequenos espaços privados nas margens e sobre a água, onde é possível que as famílias e grupos relaxem entre bebidas e mergulhos, sempre em total distância de segurança. Porém, a praia fluvial não foi pensada apenas para animar os dias.

Existem baloiços nas margens
 

À noite, o bar e a música continuam a funcionar, numa espécie de discoteca ao ar livre, junto ao ar fresco do rio. O objetivo, diz a Junta, é o de não só atrair os locais mas também turistas nacionais que procuram fugir aos habituais destinos de verão.

Apesar de ter sido inaugurado mesmo a tempo da época balnear e de ter coincidido com a atual tendência nacional, o projeto estava já desenhado há vários anos. Agora finalizado, terá custado à autarquia perto de 200 mil euros.

O projeto inclui não só a praia, mas todo o Parque de Lazer circundante, que inclui uma zona de ginásio ao ar livre com um circuito de manutenção e várias máquinas para manter a forma. Foi também criada uma área ampla de mesas, pequenos balneários para trocas de roupa e um parque de merendas.

 

09
Jul20

Já abriu nova praia para animais — e tem barraquinhas de praia para os cães

Niel Tomodachi

A partir desta quarta-feira, 8 de julho, os cães podem correr, saltar e mergulhar na praia das Amoeiras

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A notícia já estava confirmada desde o início do ano, mas esta quarta-feira, 8 de julho, o momento foi oficializado. A partir de agora, os cães podem correr livremente na praia das Amoeiras, em Santa Cruz.

Esta é a primeira praia do concelho a autorizar a presença de animais. No areal haverá abrigos criados especialmente para eles e decorados como barracas de praia. Porém, para que isso seja possível, será necessário cumprir um conjunto de regras.

Desde logo, todos os animais terão que estar registados e licenciados, ter na sua posse o boletim sanitário e a prova de identificação eletrónica. Terão igualmente que usar coleira ou peitoral e açaime ou trela. E se por acaso se esquecer dos sacos para os dejetos, não se preocupe: a praia está equipada com dispensadores.

04
Jul20

Os cães vão poder ir à praia em Matosinhos

Niel Tomodachi

O município vai receber uma zona pet friendly para que possa levar os animais de companhia.

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À semelhança de Oeiras, também Matosinhos vai receber uma praia pet friendly. A zona poderá ser frequentada por animais de companhia como os cães. Ainda não se sabe qual será, se será uma praia inteira ou uma área de outra. A proposta foi aprovada na segunda-feira, 29 de junho.

A iniciativa chegou do partido PAN, Pessoas Animais e Natureza, e foi aceite apesar dos votos contra do PSD numa sessão extraordinária da assembleia municipal de Matosinhos. Por enquanto ainda não foi divulgada a data de abertura, nem se ainda acontecerá durante esta época balnear. Têm de ser criadas as estruturas necessárias como bebedouros e dispensadores de sacos para os dejetos. 

“Há a necessidade crescente de criação de espaços próprios para recreio, atividades e interação entre animais e suas famílias, que contribuem não só para o bem-estar dos animais mas também das respetivas famílias. Em Matosinhos, já se iniciou uma rede de parques caninos, entendemos que falta agora contemplar os matosinhenses com uma praia pet friendly, seguindo o bom exemplo de Oeiras”, comentou Albano Lemos Pires, eleito pelo PAN, nas redes sociais do partido.

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