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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

25
Jan22

Há uma nova editora em Portugal — e só vai publicar livros de mulheres

Niel Tomodachi

A Aurora Editora nasce pelas mãos da fundadora do Book Gang, Helena Magalhães.

Chama-se Aurora Editora e é a nova chancela do grupo Infinito Particular — o objetivo é apenas editar obras de autoras femininas, da literatura portuguesa e internacional, que muitas vezes não têm tanto destaque ou oportunidades no meio.

O projeto nasce pelas mãos da fundadora do clube de leitura e livraria digital Book Gang, Helena Magalhães, que já colaborava com o Infinito Particular. A também autora será a responsável pela curadoria editorial da Aurora.

A ideia passa por apostar em novas autoras portuguesas, mas também traduzir obras de escritoras estrangeiras. “Tenho sido bastante vocal na abertura do mercado às novas vozes femininas e na minha luta pelo incentivo à leitura através de livros modernos e atuais que falem às gerações de hoje. É isso que vou trabalhar na Aurora Editora e sinto-me privilegiada por terem confiado em mim para isto e por este desafio/sonho que tenho em mãos”, escreveu Helena Magalhães no Instagram.

“Sou a curadora de toda a parte editorial (trazer para cá livros internacionais que, na minha visão, podem ter impacto no mercado ao criar novos leitores; e lançar novas autoras portuguesas, claro) e criativa (AS CAPAS!!!! Vão ser obras de arte)”, acrescentou.

O primeiro lançamento vai acontecer em fevereiro. “Foi das leituras que mais me entusiasmaram no ano passado e que sei que é muito ansiado em Portugal e não vai desiludir. É um orgulho poder lançar a Aurora Editora com este romance tão atual, que nos faz refletir e incentiva ao diálogo.”

Trata-se de “Os Melhores Anos”, o primeiro livro de Kiley Reid. A história centra-se numa babysitter negra que é acusada de ter sequestrado uma criança branca — apesar de ela não ter cometido qualquer crime.

22
Jan22

Mata de Vilar vai ter o primeiro trilho florestal inclusivo de Portugal

Niel Tomodachi

Ainda não está totalmente aberta ao público, mas já pode visitar a Mata com grupos e em eventos organizados, sob pedido.

Numa paisagem marcada pela flora diversa, que inclui carvalhos, cerejeiras bravas, sobreiros e faias — e na qual é habitual ver uma série de animais, como os recém-chegados esquilos vermelhos — está a nascer o primeiro trilho inclusivo de Portugal, “acessível a pessoas com vários tipos de deficiência e mobilidade reduzida”. O anúncio foi feito pela Câmara Municipal de Lousada, vila em que se encontra a Mata de Vilar, responsável por acolher a iniciativa.

O novo percurso, que vai ter uma extensão aproximada de 800 metros, junta-se assim aos quatro trilhos já existentes nesta área de 14 hectares, com tamanhos e graus de dificuldade variáveis. Será complementado com estruturas de apoio aos visitantes, nomeadamente uma mesa interpretativa sensorial e outros instrumentos de estimulação sensorial e de orientação.

Em breve, também um aplicativo para smartphones estará disponível e serão implementados pontos de acesso Wifi e postos de carregamento alimentados por energia solar, adiantou a autarquia. O acesso à rede de Internet vai ter, igualmente, a função de auxiliar a gestão e monitorização da Mata, permitindo a recolha e carregamento de dados em tempo real, ajudando ainda a realização de atividades pedagógicas, científicas e de ciência cidadã”.

Tudo isto sem descurar “as obras de conservação de elementos arquitetónicos com interesse histórico e cultural, designadamente os caleiros originais calcetados que ladeiam alguns trilhos. Estes vão ser recuperados numa extensão de aproximadamente 300 metros, mantendo a sua traça original, dos finais do século XIX, bem como a funcionalidade de condução das águas pluviais”.

 

20
Jan22

N103: vai nascer uma nova road trip no norte do País

Niel Tomodachi

A ideia é ter um produto turístico desta estrada — que liga o litoral minhoto ao interior trasmontano — pronto no próximo verão.

Uma das muitas coisas que mudaram com os quase dois anos de pandemia foi a forma como encaramos as viagens. Haverá sempre turismo e mercado para explorar o mundo mais longínquo, partir de avião para destinos remotos e exóticos ou em modo escapadinhas a cidades europeias, é certo. Mas o conceito de explorar o nosso próprio território ganhou mais força do que nunca nos meses de contenção; e as formas como muitos viajam também. 

Autocaravanas, carros, comboios, passaram a ser escolhas cada vez mais comuns pelos ávidos viajantes no mundo imerso em pandemia e, antecipam muitos especialistas, assim se manterá no mundo que virá depois. A pensar nisso, chegou a hora de 12 municípios, uma Região de Turismo, duas áreas protegidas e cinco Comunidades Intermunicipais se unirem para dar um impulso há muito esperado a um património comum: a Estrada Nacional 103 (N103).

Um pouco à semelhança do que acontece com a Estrada Nacional 2, que viu em 2016 ser criada uma associação de municípios que tem tido um enorme impacto na sua promoção, a N103 promete entrar nas grandes rotas já este verão,

Com o objetivo de implementar uma estratégia comum para a valorização e a promoção turística da N103, o Município de Bragança, em parceria com a Turismo do Porto e Norte, teve esta terça-feira, 18 de janeiro, um encontro com os municípios de Barcelos, Boticas, Braga, Chaves, Esposende, Montalegre, Póvoa de Lanhoso, Valpaços, Viana do Castelo, Vieira do Minho e Vinhais.

“Reconhecemos o potencial turístico da Estrada Nacional 103 e dos territórios que atravessa, pelo que o objetivo comum é dinamizar e promover o vasto património existente, criando riqueza e incentivando o seu usufruto, seja a pé, de mota, de bicicleta ou de carro”, destacou o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, durante o encontro.

 

Com a extensão de 274 quilómetros, a N103 atravessa o litoral minhoto, a partir da localidade de Neiva (Viana do Castelo), até Bragança e abrange, entre outros, territórios únicos como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Parque Natural de Montesinho, Reservas da Biosfera Transfronteiriças e a Barragem dos Pisões.

O caminho, que muitos amantes de aventuras e road trips já conheciam ou percorriam, tem uma riqueza ímpar ao nível da gastronomia, natureza, paisagens, raças autóctones e produtos endógenos, património histórico, religioso e arqueológico ou cultural.

Luís Pedro Martins, presidente da Turismo do Porto e Norte, explica que “a região quer colocar no mapa internacional das Road Trips um conjunto de estradas, que considero das mais belas do mundo”. E que, agora com este encontro e ponto de partida de união entre entidades, deu-se “finalmente, um passo muito importante para a estruturação e futura promoção da N103; é um dia feliz para a região”.

O grupo de trabalho garante que quer ter este novo produto turístico pronto antes do próximo verão, sem adiantar mais detalhes sobre os contornos práticos e medidas a tomar.

Os conhecidos bloguers de viagens “VagaMundos” são apenas alguns de muitos viajantes que já percorreram esta estrada cénica do Norte do País; e contam todo o seu roteiro, os detalhes e curiosidades na sua plataforma oficial.

 

13
Jan22

Portugal recebe festival internacional de música LGBTI

Niel Tomodachi

Vai acontecer em julho, com “grandes nomes da música que ouvimos na rádio”. Ainda não foi confirmada a cidade.

Portugal prepara-se para receber um festival internacional de música LGBTI. O evento vai acontecer em julho, numa cidade que não Lisboa. O anúncio foi feito pelo diretor-executivo da Associação Variações, Diogo Vieira da Silva, à “TSF”.

O festival vai decorrer durante três dias e será “destinado a esta comunidade”. O cartaz vai ter “grandes nomes da música que ouvimos na rádio, pessoas da comunidade ou que a apoiam”, disse um dos responsáveis pelo evento.

Diogo Vieira da Silva também defendeu uma aposta no turismo dedicado ao mercado LGBTI. “Estamos a falar de um segmento que habitualmente viaja cinco vezes mais do que o segmento tradicional e gasta mais 50 por cento na sua viagem”, diz, calculando que o comércio e o turismo LGBTI poderiam render à economia portuguesa entre dois e quatro mil milhões de euros.

 

12
Jan22

Portugal recebe exposição de Muhammed Muheisen sobre refugiados

Niel Tomodachi

A exposição "Vozes", do fotojornalista Muhammed Muheisen, mostra "o quotidiano e os desafios que os refugiados e as pessoas deslocadas internamente enfrentam", de sábado até 20 de março, no Centro Português de Fotografia, no Porto.

Portugal recebe exposição de Muhammed Muheisen sobre refugiados

exposição "Vozes", do fotojornalista Muhammed Muheisen, mostra "o quotidiano e os desafios que os refugiados e as pessoas deslocadas internamente enfrentam", de sábado até 20 de março, no Centro Português de Fotografia, no Porto.

Em nota de imprensa divulgada hoje, o Centro Português de Fotografia adianta que as imagens exibidas foram captadas ao longo de mais de uma década e revelam os "périplos em busca de um novo lar seguro e o estabelecimento em novos ambientes" de refugiados e pessoas deslocadas no Paquistão, Afeganistão, Grécia, Hungria, Croácia, Sérvia e Jordânia.

Citado no comunicado, o fotógrafo explica que pretende mostrar que "ninguém sai de sua casa a menos que seja obrigado".

"Há tantas histórias que nunca foram contadas e tantas vozes que nunca foram ouvidas. É minha responsabilidade, enquanto fotojornalista, encontrar essas histórias não contadas, documentá-las e partilhá-las com o mundo. Se algo aconteceu e nunca foi documentado, é como se nunca tivesse acontecido", prossegue.

Com estas imagens, espera "mudar estereótipos e dar voz às pessoas" retratadas.

"Nunca é apenas uma imagem, é uma voz, é um testemunho. É uma mensagem de uma criança ou um adulto de uma qualquer parte do mundo para uma outra parte do mundo, que vive para sempre", considera.

O foco principal do seu trabalho são as crianças, porque acredita que "elas são as verdadeiras vítimas dos conflitos, elas não podem escolher onde nascem ou as circunstâncias que as rodeiam".

"As crianças, no mundo inteiro, procuram as mesmas coisas, procuram diversão, procuram alegria e procuram felicidade -- não importa onde estejam", afirma o fotógrafo, que espera que, "ao retratar cada criança, em vez de serem chamados de 'menino e menina refugiados afegãos ou sírios', eles serão chamados e lembrados pelos seus nomes e idades, pelas suas esperanças e sonhos individuais".

Muhammed Muheisen é fotógrafo da National Geographic e fundador e presidente da organização holandesa sem fins lucrativos Everyday Refugees Foundation.

Venceu duas vezes o Prémio Pulitzer e foi nomeado, em 2013, pela revista Time como melhor fotógrafo de agência noticiosa.

Há mais de uma década que tem trabalhado sobre a crise dos refugiados em diferentes partes do mundo.

A exposição foi também exibida em Coimbra no verão de 2021 no Prémio Estação Imagem.

 

11
Jan22

A região de Portugal eleita exemplo para um planeta sustentável

Niel Tomodachi

O Alentejo foi considerado um dos 52 destinos mundiais a visitar por quem quer contribuir para um planeta mais sustentável.

A escolha foi feita pelos leitores do jornal norte-americano The New York Times. E deve-se ao programa de sustentabilidade dos vinhos alentejanos.

Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) referiu que a região foi destacada como destino “parte da solução para problemas como as alterações climáticas.”

“A implementação, na região, do Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo (PSVA) motivou a distinção na sétima posição na lista publicada.”.

artigo assinala as medidas do PSVA para a proteção da biodiversidade, redução de cerca de 20% no consumo de água nas adegas e diminuição do rácio litro de água consumido por litro de vinho produzido.

A criação de uma ferramenta que possibilita que os membros do PSVA calculem a sua pegada hídrica e de carbono ou a criação do selo de certificação de produção sustentável foram outras das razões elencadas para justificar a distinção.

Criado em 2015 por esta comissão vitivinícola, o PSVA conta, atualmente, com 483 de membros associados, que representam quase 11 mil hectares de vinha e 76 milhões de litros de vinho produzido.

O Alentejo é líder nacional em vinhos certificados, com cerca de 40% de valor total das vendas num universo de 14 regiões vitivinícolas em Portugal.

Com uma área de vinha de 22,9 mil de hectares, 30% da sua produção tem como destino a exportação para cinco destinos principais, designadamente Brasil, Angola, Estados Unidos da América, Polónia e China.

 

09
Jan22

Portugal desperdiça seis milhões em apoios para dar fruta nas escolas

Niel Tomodachi

Programa Regime de Fruta Escolar chegou a menos de metade dos alunos das escolas do primeiro ciclo públicas, no ano passado. Ministério da Agricultura rejeita estar em causa um fracasso.

Portugal terá 3,2 M€ para distribuir fruta e hortícolas nas escolas em  2021-2022 | Revista Frutas Legumes e Flores

Portugal “desperdiçou” desde 2017 quase seis milhões de euros em fundos europeus destinados a apoiar a distribuição de frutas nas escolas do primeiro ciclo, avança este domingo o Jornal de NotíciasO Ministério da Agricultura nega tratar-se de um fracasso.

De acordo com o jornal, Portugal regista a pior taxa de execução da União Europeia relativamente aos fundos atribuídos ao abrigo do programa Regime de Fruta Escolar, que se destina aos alunos do primeiro ciclo. No ano letivo passado, essa taxa foi de 38%, o que significa que foram gastos 1,25 milhões de euros dos 3,3 milhões de euros disponíveis para Portugal.

Ora, o Ministério da Agricultura garante que o regime de fruta escolar chegou a 160 mil alunos. Estavam inscritos mais de 317 mil alunos nas escolas do primeiro ciclo públicas, o que significa que nem metade dessas crianças teve acesso ao programa em questão. À exceção da Bélgica e Espanha, todos os países europeus aproveitaram a totalidade das verbas.

 

15
Dez21

“Maior presépio vivo da Europa” está em Portugal e lembra as crianças desaparecidas

Niel Tomodachi

A edição de 2021 do Presépio Vivo de Priscos, em Braga, tem uma mensagem importante e apoia a inclusão da população prisional.

Foi cancelado em 2020, mas este ano acontece e traz uma mensagem especial. Já abriu ao público o “maior presépio vivo da Europa”, o Presépio Vivo de Priscos, em Braga.

A 15.ª edição do evento é dedicada às crianças desaparecidas e contou, no dia da inauguração, este domingo 12 de dezembro, com a presença de Filomena Teixeira, a mãe de Rui Pedro, jovem desaparecido de Lousada há mais de 20 anos. 

O presépio é construído pela comunidade de Priscos e por reclusos do estabelecimento prisional de Braga. No total, desde o início em 2006 que são mais de 600 figurantes em 90 cenários, num espaço de 30 mil metros quadrados.

Segundo o padre João Torres, há quinze anos que a Paróquia de São Tiago de Priscos, da Arquidiocese de Braga, organiza um Presépio ao Vivo com o “objetivo de proporcionar aos visitantes um encontro com o mistério do Natal”, explica à NiT.

Este ano, a edição tem um único e nobre objetivo: “Queremos lembrar todas as crianças desaparecidas no mundo, nomeadamente em Portugal.”

A mensagem é de encorajamento à população e também à comunicação social, para levar a “refletir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas”, bem como “espalhar uma mensagem de esperança e solidariedade”, nota o pároco à “BragaTV”.

“Em Portugal desaparecem diariamente em média duas crianças ou jovens até aos 18 anos. A maioria é recuperada mas, infelizmente, não são todos. Basta lembrar: o Rui Pedro, a pequena Olívia, o Hélder, a Madeleine, e tantas outras crianças das quais tragicamente só sabemos o seu início, mas fatalmente não sabemos do seu paradeiro.”

Esta não é a única singularidade do presépio vivo de Priscos. Além de promover “a dignificação e humanização dos reclusos visando a reinserção social” ao trabalhar com detidos, inclui também uma participação muçulmana, que não é sequer novidade desta edição.

O presépio pode ser visitado ainda em dezembro nos dias 19 e 26 de dezembro, entre as 15 e as 18h30. Já em janeiro, realiza-se nos dias 2, 8 e 9, no mesmo horário, à exceção de dia 8, com horário excecional das 20 às 22h30.

As visitas só podem ser feitas mediante reserva e estão limitadas aos lugares disponíveis. As crianças até aos 16 anos não pagam; já o bilhete de adultos terá um custo de cinco euros, sendo que todo o valor reverte para causas solidárias.

 

05
Dez21

Voluntariado cresceu 30% em Portugal este ano

Niel Tomodachi

Há cerca de 8.500 pessoas inscritas nas plataformas geridas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social. 71% dos voluntários são mulheres.

Covid-19: Voluntariado cresceu 30% em Portugal este ano

O voluntariado cresceu em Portugal cerca de 30% em 2021, apesar da pandemia de covid-19, sendo 71% dos voluntários mulheres, de acordo com os dados divulgados este domingo, data em que se assinala o dia internacional.

Em comunicado, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social avança que, este ano, a "sociedade civil deu continuidade à participação que marcou o ano de 2020, mostrando a sua disponibilidade para participar e dar resposta às necessidades e desafios identificados nos diferentes territórios".

De acordo com a nota, divulgada no Dia Internacional do Voluntariado, o número de voluntários inscritos nas plataformas geridas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) registou um crescimento de mais de 26,6% ao longo de 2021, fixando-se agora em praticamente 8.500 pessoas inscritas.

Dos registos nas plataformas de voluntariado, 27% são pessoas entre os 15 e os 24 anos, seguidos dos 25-34, com 25%, sendo o sexo feminino aquele com mais disponibilidade para participar em ações: 71%.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é aquela que detém maior número de voluntários (46,7%) e foi a que mais cresceu face a 2020 (mais 27%). Segue-se depois a região Norte, com 23% de pessoas inscritas, mais 17% face ao período homólogo.

Segundo os dados, 38% dos inscritos são trabalhadores e 24% estudantes, 43% disponibiliza-se para fazer voluntariado quatro ou mais horas por semana.

A ação social, cívica e cooperação para o desenvolvimento são as atividades mais procuradas por aqueles que fazem voluntariado.

A Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) criou ferramentas para identificar as iniciativas de voluntariado de Norte a Sul do país, com o mapeamento das ações de solidariedade, movimentos e plataformas, criadas para dar resposta a situações e pessoas com necessidades de apoio.

Em 2021 celebra-se os 10 anos do Ano Europeu do Voluntariado (EYV) onde foi criada a PAVE - a Agenda Política do Voluntariado na Europa, que estabeleceu recomendações para um quadro político europeu mais eficiente e ativo no apoio e promoção do voluntariado.

Dez anos depois, pretende-se estabelecer as bases para a construção de um Plano para o Voluntariado Europeu 2030: o Blueprint for European Volunteering 2030, segundo pode ler-se na nota.

 

09
Nov21

A Covilhã é agora Cidade Criativa da UNESCO

Niel Tomodachi

Além da cidade beirã, Santa Maria da Feira foi a outra cidade portuguesa a aderir a esta Rede Internacional.

Covilhã é, desde segunda-feira, 8 de novembro, uma das cidades mundiais com a designação oficial de Cidade Criativa da UNESCO. A distinção reconhece o compromisso em colocar a cultura e a criatividade no centro do desenvolvimento urbano sustentável, partilhando conhecimento e boas práticas a nível internacional.

Segundo fonte do município localizado na subida da Serra da Estrela, depois de submetida a candidatura e do apoio formal por parte do Comité Nacional da UNESCO, a Covilhã passa a integrar oficialmente a Rede Internacional de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN) a partir de 2021, no campo criativo do Design, em que é a primeira em Portugal. Nesta área, foram apenas três as cidades que, a nível mundial, viram confirmada a sua designação este ano: Covilhã (Portugal), Doha (Qatar) e Whanganui (Nova Zelândia).

Além da cidade beirã, Santa Maria da Feira foi a outra cidade portuguesa a aderir a esta Rede Internacional, criada em 2014, que passa agora a contar com um total de 295 cidades e a abranger 90 países que investem, especificamente, em áreas criativas como o artesanato e arte popular, design, cinema, gastronomia, literatura, artes de media e música.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, esta é uma oportunidade única, no sentido de elevar e promover a Covilhã e a região à escala internacional.

“Esta é uma das provas do potencial da Covilhã. Enquanto culminar de um esforço coletivo, a designação oficial por parte da UNESCO reforça o caminho para novas oportunidades de crescimento e afirmação, revitaliza o passado histórico da cidade e constrói sobre ele uma inovadora visão para o futuro assente no debate comunitário, em torno dos horizontes de desenvolvimento sustentável nos campos da arte, da cultura, do conhecimento e da inovação”, referiu o autarca.

 

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