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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

23
Jan22

Reduzir o stress, purificar o ar e dar controlo à vida: como ter plantas em casa pode ser uma terapia

Niel Tomodachi

Não são só decorativas: as plantas têm poder e ajudam a regular o stress e o humor numa altura em passamos menos de meio dia por semana ao ar livre. Mas entre quatro paredes também há soluções.

O livro "Terapia das Plantas" é assinado pela psicóloga britânica Katie Cooper

Uma planta no canto do olho faz diferença. Várias plantas em casa, em pontos estratégicos ou de preferência pessoal, fazem uma revolução. No livro Terapia das Plantas — Como um oásis verde interior pode melhor o seu bem-estar mental e emocional, a autora e psicóloga britânica Katie Cooper, que tem mais de 200 plantas entre quatro paredes, encara as plantas domésticas como uma ferramenta terapêutica ao longo de cinco capítulos.

Sugestões práticas para criar ambientes mais verdes, em casa ou no trabalho, dicas para vivermos mais próximos da natureza e um guia de plantas, ora “respiradoras” ora “restauradoras”, animam as páginas de um livro esteticamente aprazível que mistura fotografias de uma verdura inspiradora com dados entusiasmantes que nos fazem querer dar um salto à estufa local. Mas antes uma explicação breve para entender o “poder” das plantas.

“Terapia das Plantas”, de Katie Cooper (editora Casa das Letras, livro à venda a partir do dia 25 de janeiro)

A modernidade que engoliu a natureza

 

“Nunca foi tão importante compreender a relação entre as plantas e as pessoas, dado que a urbanização engole os ecossistemas da terra.” A relação descurada e descuidada do ser humano com a natureza, da qual este depende, é ponto fulcral e omnipresente no trabalho assinado pela psicóloga Katie Cooper. E é também um ponto de partida para a reflexão. Afinal, em 2050 75% da população mundial viverá em cidades e a isso acresce o tempo passado em casa: “No Ocidente, somos agora predominantemente uma espécie que vive dentro de quatro paredes, com a média americana a passar 93% do seu tempo dentro de casa, e a média europeia, 90% — ou seja, menos de meio dia por semana passado ao ar livre, de acordo com a Agência de Proteção Ambiental”.

A relação, ou falta dela, com o mundo natural traz prejuízos além daqueles amplamente mediatizados. Não estão apenas em causa as alterações climáticas, o esgotamento dos recursos naturais ou a extinção em massa de espécies, mas sim questões do foro mental, sobretudo numa altura da história em que a depressão e a ansiedade custam à União Europeia cerca de 170 biliões de euros. O vilão desta história é o stress — de acordo com uma previsão da Organização Mundial da Saúde, será o maior contribuinte para a doença mental por volta de 2030.

É aqui que a natureza entra em cena, com a autora a defender que existe um conjunto crescente de provas que mostram que esta “é um poderoso regulador dos nossos níveis de stress”. “Estar na natureza ajuda a ativar o nosso sistema parassimpático, o meio natural de destressar o corpo, que atua para promover o relaxamento ou o restabelecimento.” A importância do apego ao mundo natural e a influência deste na regulação do stress fazem parte da conversa, bem como o termo “síndrome do défice de natureza”, descrito em 2005 pelo jornalista Richard Louv no livro “Last Child in the woods”. “Louv traz para primeiro plano uma investigação científica em expansão, sugerindo que a síndrome do défice de natureza contribui para questões sociais como a obesidade, doenças emocionais e físicas, dificuldades de atenção e uma diminuição do uso dos nossos sentidos.”

 

Plantas e saúde. O que diz a ciência?

 

Ao longo do livro, a autora destaca evidências que confirmam a existência de uma “clara ligação” entre estar na natureza e saúde e bem-estar, enumerando benefícios como melhor imunidade, melhor qualidade do sono, redução dos níveis de stress, da depressão e da ansiedade, e ainda o aumento do sentimento de felicidade. Destaca também os efeitos positivos já estudados e confirmados da prática japonesa dos banhos de floresta, ou shinrin-yoku, que tão simplesmente implica passar tempo debaixo das copas das árvores — mas na falta de uma floresta nas traseiras de casa, a boa notícia é que “qualquer contacto diário com natureza faz a diferença”.

As investigações realizadas nesta área já são tão persuasivas que começam a influenciar as iniciativas e políticas governamentais: o governo holandês prevê uma poupança de mais de 65 milhões de euros por ano no orçamento de saúde ao investir em espaços verdes nas suas cidades, enquanto no Japão, os banhos de floresta são reconhecidos como uma forma de medicina preventiva e têm sido incorporados no plano nacional de saúde.”

Do exterior para o interior, apresentados os argumentos a favor dos espaços verdes, ter plantas em casa pode melhorar o nosso bem-estar dado os “benefícios multifacetados”, isto é, ambientais, fisiológicos, cognitivos e afetivos — estudos demonstram que as plantas podem aumentar a humidade numa sala até 15%, além de terem qualidades purificadoras do ar, com outros a sinalizar que a nossa tolerância à dor aumenta quando estamos rodeados de plantas. Além de ajudarem a filtrar a poluição atmosférica, também o fazem tendo em conta a poluição sonora, uma vez que ajudam a gerir a acústica nos interiores. Mais: “O envolvimento ativo com as plantas também pode aumentar os sentimentos de ‘autodomínio’ (a perceção de que estamos a controlar as nossas vidas) e da coesão social. Uma forma conhecida de melhorar o estado físico e emocional das pessoas que sentem que têm diminuído o controlo sobre as suas próprias vidas é encorajando-as a assumir a responsabilidade por outro ser vivo”.

A importância dos padrões fractais — formas que se repetem à medida que são ampliadas e que, na natureza, são tudo menos exatas — não passa ao lado da autora. “Os padrões fractais estão por toda a parte na natureza (…) e, como resultado, pensa-se que os nossos olhos evoluíram para os processar facilmente. O excecional equilíbrio da previsibilidade e variabilidade dos padrões torna-os fáceis de observar, mas suficientemente interessantes para nos manterem concentrados. Estudos demonstram que a fluência com que percebemos os padrões fractais nos coloca à vontade e pode ter um efeito imediato de redução do stress.”

 

Plantas de interior, uma intervenção

 

Ainda que os mais céticos possam achar exagerada a ideia de que as plantas interferem ou influenciam na forma como nos comportamentos ou sentimos — disclaimer feito no livro — a autora dá dicas úteis sobre o que fazer e não fazer. É, por exemplo, altamente desaconselhado deixar uma planta deteriorar-se à vista de todos, até porque, quer se esteja ou não consciente disso, tal poderá aumentar os níveis de ansiedade. Outra dica? Ao invés de nos ficarmos pelas plantas favoritas e de confiança — como aquelas que já sabemos serem resistentes a eventuais descuidos —, a ideia é mesmo reunir uma gama diversificada em casa. “Pensa-se que ao imitar um habitat que é rico e abundante, pode ajudar-nos a sentirmo-nos mais seguros e alegres.”

Escolher plantas ao invés de usar ornamentos ou obras de arte caras para decorar a casa, dizer adeus a mobiliário de plástico ou metal e optar por materiais naturais, como madeira, pedra ou tecidos biológicos, são alguns conselhos para criar um ambiente regenerador em casa, bem como desenhar jardins suspensos. Fundamental mesmo é escolher entre plantas “respiratórias” ou “restauradoras” — as primeiras ajudam a melhorar a qualidade do ar (palmeira-areca, ninho-de-passarinho, hera-do-diabo, língua-da-sogra ou flor-da-fortuna), as segundas têm uma influência regeneradora sobre nós, fisiológica e psicologicamente (estrelícia, ficus microcarpa, planta chinesa do pinheiro, samambaia-de-crocodilo, maranta-riscada ou cacau selvagem). Dúvidas na escolha serão certamente resolvidas na “plantopédia” reservada para o final do livro.

 

12
Mar21

Estas plantas pet friendly chegam a casa com meditações para fazer com o seu cão

Niel Tomodachi

A novidade foi lançada pela Curae em parceria com a Barkyn esta quinta-feira e já está à venda na loja online.

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“Cada vez mais somos expostos a um ritmo acelerado e a elevados níveis de stress, o que nos tem levado a procurar novas soluções de equilíbrio, nomeadamente trazer a natureza para dentro de nossa casa, em forma de refúgio. Sofia Eiras Antunes, fundadora da Curae, acredita que ter a natureza por perto pode aumentar os níveis de criatividade e produtividade, especialmente numa fase em que nos vemos todos mais confinados a espaços fechados.

Além de ter a sua casa preenchida com mais de 60 plantas, também não sabe viver sem os seus três cães, esses seres que considera tão especiais e até essenciais para encontrar um equilíbrio interior. A pensar nisso, lançou esta quinta-feira, 11 de março, uma planta pet friendly de edição limitada com apenas 100 exemplares em parceria com a Barkyn.

Esta última é uma marca que “entrega felicidade às famílias” através de planos de subscrição de produtos alimentares e de saúde para cães. O que une os dois projetos portugueses é uma missão de cuidar do bem-estar das pessoas.

Assim, juntaram esforços para criarem a edição especial chamada Cultivating Love (ou “cultivando o amor”, em português). O elemento principal é Pepe, uma peperomia obtusifolia green, que é uma pequena planta amiga dos animais que vem num vaso personalizado em roxo. Está disponível para encomenda na loja online apenas durante o próximo mês por 16,90€.

Quem a comprar, vai receber também em casa um snack da Barkyn para os cães; exercícios de meditação para praticar com os animais e as plantas; um guia de cuidado da planta que é também um postal; um certificado de adoção e dicas extra sobre como cuidar.

“Ao cuidar das nossas plantas e dos nossos animais, vivemos os seus inúmeros benefícios também. Acredito que a natureza nos devolve a 200 por cento o que lhe damos, e esta reciprocidade resulta numa verdadeira caring experience. Fez muito sentido para nós desenvolver esta edição especial em conjunto com a Barkyn, tendo em conta o percurso e postura da marca e a forma como conseguimos conciliar este amor pelos cães”, continua Sofia.

A Barkyn foi fundada em 2017 por André Jordão e Ricardo Macedo. É uma marca portuguesa de planos personalizados de ração e acompanhamento veterinário online. Já chegou a vários países da Europa e integrou o plano de aceleração da Google em 2018, tendo sido destacada pela revista “Wired” como uma das start-ups mais sexy do ano. Entre a lista de clientes, conta com celebridades como Rita Pereira ou Esther Acedo (“Estocolmo” na série “A Casa de Papel”).

Já a Curae foi lançada por Sofia em dezembro de 2020. Este projeto assenta naquilo a que chama “os três P”: people, plants and pets (“pessoas, plantas e animais”, em português). Na loja online, vai encontrar várias plantas que crescem de forma saudável em casa, à venda individualmente ou em pacotes de famílias de plantas.

Cada uma tem características específicas que são benéficas para o bem-estar e vem acompanhada do vaso assinatura, além de vários outros pormenores, como um postal e um guia de cuidados; um cartão de well-being (que pode ser, por exemplo, uma meditação para quem recebe); certificados de adoção de plantas e dicas sobre como cuidar melhor dos novos membros da família. “Comprar Curae é muito mais do que comprar uma planta, porque todas as nossas plantas vêm com um full package de outros benefícios”, acrescenta Sofia.

Para a apoiar, juntaram-se ao projeto Maria João Martins, de 57 anos, como sócia; e Beatriz Kol, 27, na direção criativa. A fundadora trabalha na equipa de Recursos Humanos de uma startup portuguesa; Maria João criou a sua própria empresa, focada na área de Change Management; e Beatriz trabalha em diversos projetos ao mesmo tempo como designer e estrategista. Leia a história completa no artigo da NiT.

Entretanto, a marca tem também uma proposta especial para o Dia do Pai (que se assinala a 19 de março). Até dia 16, pode escolher uma entre três plantas e um postal com uma fotografia que represente a melhor memória que têm juntos. Todas as informações sobre a iniciativa estão no site oficial.

 

05
Jan21

Curae: o novo projeto português de adoção de plantas que promovem o bem-estar

Niel Tomodachi

Foi fundado em dezembro de 2020. Na loja online, vai encontrar opções com diversos benefícios para as pessoas.

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“Quando as pessoas cuidam da natureza interior que as rodeia, estão também a cuidar de si”, começa por explicar à NiT Sofia Eiras Antunes, de 24 anos. A profissional de recursos humanos confessa sempre ter sido uma apaixonada por pessoas, plantas e animais — aquilo a que chama “os três P” — e que cada vez mais a sua complementaridade tem vindo a ser reconhecida, sobretudo para o benefício da saúde mental.

Em casa, vive com três “cães adoráveis” e mais de 60 plantas. Por acreditar mesmo que ter a natureza por perto pode aumentar os níveis de criatividade e produtividade, decidiu lançar em dezembro de 2020 um novo projeto chamado Curae, uma loja online que promove a adoção de plantas como uma “caring experience” (ou “experiência de cuidado”, em português).

Por lá, vai encontrar 12 plantas que vão crescer de forma saudável em casa, à venda individualmente ou em pacotes de famílias de plantas. Cada uma tem características específicas que são benéficas para o bem-estar e vem acompanhada do vaso assinatura; de um postal e um guia de cuidados; um cartão de well-being (que pode ser, por exemplo, uma meditação para quem recebe); certificados de adoção de plantas e dicas sobre como cuidar melhor dos novos membros da família. “Comprar Curae é muito mais do que comprar uma planta, porque todas as nossas plantas vêm com um full package de outros benefícios”, acrescenta Sofia.

Para a apoiar, juntaram-se ao projeto Maria João Martins, de 57 anos, como sócia; e Beatriz Kol, 27, na direção criativa. A fundadora trabalha na equipa de Recursos Humanos de uma startup portuguesa; Maria João criou a sua própria empresa, focada na área de Change Management; e Beatriz trabalha em diversos projetos ao mesmo tempo como designer e estrategista.

“Em simultâneo, temos vindo a certificar-nos em áreas como mindfulness, coaching, programação neurolinguística e reiki; e iremos trabalhar em parceria com outros profissionais no nosso futuro espaço, para oferecer estes e mais serviços de well-being às pessoas”, revela a empresária.

Cada planta custa 15,99€, mas também é possível comprar as 12 plantas da Curae através do pack Plant Family Abundance (149,99€) — proteção, alegria, energia, paz e amizade são alguns dos benefícios de cada espécie, mas também pode comprar packs de paz interior, criatividade, gratidão e confiança. No entanto, se não souber bem o que procura, pode ainda escolher um kit surpresa com duas plantas escolhidas pela marca.

“Um dos nossos lemas é ‘more is more’ porque acreditamos que quanto mais nos rodearmos de mais plantas, mais iluminada a nossa vida vai ser. Por isso aplicamos descontos de quantidade, em que uma Plant Family vai diminuindo de preço quanto mais plantas tiver”, continua Sofia. No site, vai ainda encontrar uma coleção de postais com fotografias tiradas por Lisboa. 

Além da loja online, vão ainda lançar ao longo deste ano um programa de subscrição com entregas mensais de uma, duas ou três plantas e kits de cuidados. Segundo a fundadora, será ainda inaugurado um espaço físico “para a realização de encontros intimistas e eventos de bem-estar” e para “fazer uma pausa do dia-a-dia stressante e partilhar momentos com outras pessoas enquanto a natureza cuida do interior de cada um.” Neste espaço, onde terão expostas as plantas, os animais de estimação também poderão entrar. Ainda não há data prevista para a abertura.

Até lá, pode fazer compras através da loja online da Curae, que também oferece serviços orientados a empresas, como o plant styling (que torna os espaços mais verdes de forma personalizada); e de caring surprise para oferecer aos colaboradores plantas com mensagens customizadas, que podem ser entregues em casa ou no escritório.

 

27
Nov20

Quatro livros para ajudar a encher a casa de plantas

Niel Tomodachi

Uma seleção para ajudar a escolher a conhecer melhor as potencialidades das plantas de interior. Para quem está a começar e para os que querem saber mais.

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60 plantas para ter em casa
Edições Deco Proteste

Neste guia lançado este ano, encontra 60 fichas com a indicação das características e dos cuidados básicos a ter com cada planta, assim como o de dificuldade (uma ajuda aos principiantes). O livro arranca, porém, com lições sobre como transplantar, adubar, regar, podar, tutorar, dividir, estacar, limpar e ainda escolher e comprar. PVP: 15,95 euros

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A revolução das plantas
de Stefano Mancuso (Ed. Pergaminho)

O italiano Stefano Mancuso, especialista em Neurobiologia Vegetal, tem um toque de Midas nos seus livros sobre a inteligência das plantas, tornando-os todos sucessos de vendas. Este aborda a inteligência das plantas e como ela é determinante no futuro da Terra. PVP: 16,60 euros

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O grande livro das plantas de interior
Selecções do Reader’s Digest

É um tesourinho de alfarrabista esta obra editada pelas Selecções do Reader’s Digest em 1982. Através deste guia muito completo sobre cuidado e com ideias decorativas, com encanto vintage, percebemos como a moda de hoje é, na verdade, um revivalismo. Sem reedição, encontra-se em segunda mão (preco variável).

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Plantas em casa
de Ian Drummond e Kara O’Reilly (Arte Plural Ed)

Este é sobretudo um livro para decorar a casa com plantas, em linha com os gostos atuais. Abordando sempre a questão dos cuidados, recomenda as melhores plantas para cada local , sugerindo disposições e enquadramentos das plantas em cada recanto da casa, sempre com muitas imagens ilustrativas. PVP: 18,80 euros

 

02
Abr20

As plantas que deve ter no quarto para conseguir dormir melhor

Niel Tomodachi

Estes tempos têm sido de muita ansiedade, logo há tendência para ter insónias.

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Uma casa com plantas é, sem dúvida, mais alegre, aconchegante e colorida — mas não só. Além de criarem uma maior sensação de bem-estar e darem vida até às divisões mais aborrecidas e sem graça, elas também ajudam a acabar com a humidade, melhoram a qualidade do ar e criam um grande ambiente de relaxamento. 

No entanto, não é qualquer uma que se adapta a determinado sítio. As plantas são seres vivos sensíveis, que precisam de estar no sítio certo com as temperaturas ideais para conseguirem sobreviver. 

Nos últimos tempos, o nível de ansiedade (e, infelizmente, de medo) tem sido maior na maioria das pessoas. Isso faz com que à noite haja uma maior dificuldade em adormecer. Por outro lado, são muitas aquelas que acordam de madrugada e ficam horas a pensar em várias situações do dia a dia.

Uma das formas naturais de mudar este cenário é ter certas plantas no quarto que purificam o ar e contribuem para uma mulher qualidade de sono. Os autores Cláudia Costa e Tiago Lucena mostram em “A Senhora do Monte“, um livro de “regresso à tradição e a uma vida mais natural”, quais são as melhores para ter perto da cama.

Tome nota das plantas em que deve investir.

Alfazema: o perfume desta planta, quando inalado, produz um efeito sedativo e calmante. A alfazema ajuda a aliviar estados de ansiedade e combate a insónias;

Aloé vera: É uma planta purificadora do ar que elimina as substâncias químicas libertadas pelos produtos de limpeza. Quando esta planta começa a ganhar manchas avermelhadas/acastanhadas é sinal que o seu quarto está altamente poluído e com problemas na qualidade do ar- O aloé vera tem propriedades desintoxicantes e anti-inflamatórias;

Espada de São Jorge: É, possivelmente, a melhor planta para ter no seu quarto, pois absorve o dióxido de carbono e liberta oxigénio. A Espada de São Jorge ajuda a respirar facilmente e a melhorar a qualidade do sono;

Hera: É uma excelente opção para embelezar o seu quarto. Ajuda a purificar o ar, eliminando toxinas como o benzeno e o formaldeído;

Jasmim: Reduz a ansiedade, melhorando a qualidade do sono. Favorece uma boa noite de sono de uma forma completamente natural, evitando que acorde irritado.

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