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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

29
Abr22

Cientistas defendem fim da produção de plástico novo até 2040

Niel Tomodachi

Nove cientistas declararam ontem que a reciclagem não vai chegar para travar a poluição por plásticos, defendendo que a produção de novo plástico deve parar até 2040.

Cientistas defendem fim da produção de plástico novo até 2040

Numa carta aberta, iniciada pela alemã Melanie Bergmann, do Instituto Alfred Wegener, e publicada na revista Science, os cientistas argumentam que mesmo utilizando a capacidade máxima para reciclar o plástico produzido, continuariam a ser libertados no meio ambiente 17 milhões de toneladas de plástico anualmente.

Citando investigação produzida em 2020, afirmam que anualmente são produzidos 450 milhões de toneladas de plástico, um total que "deverá duplicar até 2045".

A quantidade de aplicações dos plásticos faz com que a sua massa atual represente "mais do que a massa de todos os animais terrestres e marinhos juntos" e é "impossível garantir a segurança de todo o plástico e produtos químicos existentes" por causa do ritmo a que surgem e aparecem no ambiente, numa "forma de poluição irrecuperável e irreversível", alertam.

O ciclo de vida útil do plástico representa 4,5 por cento das emissões de gases com efeito de estufa e até 2050 poderá gastar mais de um décimo do "orçamento carbónico".

De acordo com investigação científica publicada em 2020 pela revista Science, se todas as soluções conhecidas forem adotadas agora, incluindo a substituição de plástico por outros materiais, reciclagem e gestão de resíduos melhoradas, as emissões provocadas pelo fabrico de plástico só desceriam 79% nos próximos 20 anos. Os cientistas subscritores da carta aberta, baseados no Canadá, Alemanha, Índia, Noruega, Suécia, Turquia, Estados Unidos e Reino Unido sustentam que se deve acabar progressivamente com a produção de novo plástico.

A ONU adotou em março uma resolução que visa a assinatura do primeiro tratado internacional sobre poluição por plástico, mas ainda não se sabe se incluirá o fim da produção ou se falará sequer de químicos relacionados com plástico.

"A produção que cresce exponencialmente é a raiz do problema e as quantidades de plástico que já produzimos já ultrapassam os limites planetários", afirmou Bethanie Carney Almroth, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

06
Abr22

Tailândia proíbe plásticos para salvar o futuro dos seus parques

Niel Tomodachi

A Tailândia baniu o uso de embalagens descartáveis ​​de plástico e de esferovite nos seus parques nacionais.

O objetivo é travar o flagelo de resíduos que ameaça a vida selvagem do país. E também as águas marítimas e fluviais, cujos níveis de poluição não param de subir.

Os infratores podem ser multados até 100.000 baht (o equivalente a 2750 euros).

A proibição estende-se ao uso de sacos, talheres, copos e de todos os utensílios que contenham plástico.

A Greenpeace considera o lixo plástico uma ameaça na Tailândia, colocando em risco, por exemplo, a sua população de elefantes. A digestão deste material pode bloquear o intestino dos animais e perturbar o sistema digestivo.

No Parque Nacional Khao Yai, três horas a nordeste de Banguecoque, análises às fezes de elefantes revelaram elevadas quantidades de plástico.

Os cursos de água, a ecologia dos rios e a vida marinha também correm sérios problemas, segundo a Greenpeace.

Já de acordo com o grupo Ocean Conservancy, Tailândia, Indonésia, Filipinas, China e Vietname produzem metade dos resíduos plásticos nos oceanos do Mundo.

 

25
Jan22

Quem devolver as embalagens usadas de bebidas vai ganhar (muitos) prémios

Niel Tomodachi

Os dois projetos já recolheram mais de 18 milhões de embalagens de plástico. Agora regressam para mais uma edição.

Até junho de 2022, a entrega de embalagens de bebidas nos espaços comerciais para reciclagem e incorporação como matéria-prima na produção de novos produtos é sinónimo de ganhar pontos e prémios.

Isto acontece devido ao regresso de mais uma edição, após o sucesso da anterior, dos programas “Quando do Velho se Faz Novo” e “Bebidas+Circulares”. Sensibilizar os consumidores para os benefícios de praticar uma economia circular e desenvolver a sua consciência ambiental são os grandes objetivos das iniciativas.

“A partir de agora, cada embalagem devolvida vale um ponto e os utilizadores são incentivados a acumular pontos que poderão ser trocados por prémios que apelam a comportamentos sustentáveis”, explica a iniciativa em comunicado.

Os participantes são assim motivados a deixarem as embalagens para as quais já não encontram utilidade numa das máquinas de recolha automática disponíveis nos espaços comerciais aderentes — há 34 pontos de recolha espalhados pelo País.

Além da possibilidade de trocar pontos por prémios — cujo catálogo só vai estar disponível a partir de dia 31 de janeiro —, os utilizadores destas plataformas ficam “imediatamente habilitados a participar em passatempos semanais e mensais”.

Na primeira fase do projeto-piloto “Quando do Velho se Faz Novo”, mais de 16,6 milhões de embalagens de bebidas de plástico foram entregues num dos 23 pontos de recolha que disponibiliza em todo o País, o que possibilitou a reciclagem de 472 toneladas de plástico PET para dar origem a material reciclado de elevada qualidade.

Já o ‘Bebidas+Circulares’ , que funciona apenas no concelho de Lisboa, contribuiu para a recolha de mais de dois milhões de embalagens de bebidas em plástico PET, latas de metal e garrafas de vidro, que correspondem a perto de 150 toneladas de materiais encaminhados para reciclagem, de acordo com a organização.

 

18
Nov21

"Faz pelo Planeta"

Apanhar lixo, um gesto de amor que foi premiado

Niel Tomodachi

O percurso de Lídia Nascimento, que hoje se sagra vencedora da primeira edição do "Faz pelo Planeta" do Electrão, pelo seu esforço de limpeza das praias e consciencialização da comunidade para o problema do lixo marinho, é uma história de amor e perseverança.

A tradutora de Torres Vedras começou a apanhar lixo ainda criança e manteve o gesto ao longo da vida. Aos 50 anos, tem no currículo centenas de ações que permitiram a recolha de toneladas de resíduos, palestras, alertas nas redes sociais, obras de arte feitas com objetos que dão à costa e um livro, porque é preciso mudar de rumo, a bem do planeta.

Lídia lembra-se de, aos nove anos, já recolher lixo quando passeava na praia. Era pouco e geralmente surgia apenas "após tempestades e mar revolto". Mas nos últimos anos, conta, tem aparecido no areal "muito mais lixo, sobretudo restos de artes de pesca, feitos em plástico".

06
Out21

Plástico está a matar o Mar Mediterrâneo

Niel Tomodachi

O Mar Mediterrâneo tem resíduos de plástico das praias às águas superficiais e em profundidade, estimando-se que nele flutuem 3.760 toneladas de plásticos.

A conclusão é de um estudo publicado na revista científica “Frontiers in Marine Science“, que desenvolveu um modelo para seguir os percursos e o destino dos detritos de plástico provenientes de fontes terrestres no Mar Mediterrâneo.

Foi estimado que a carga total anual de plásticos que vai parar ao Mediterrânico ronda as 17.600 toneladas.

Do total, 84% acaba nas praias e os restantes 16% acabam na coluna de água ou no fundo do mar.

Os investigadores constataram “uma quantidade chocante” de plástico e microplástico a flutuar no Mar Mediterrâneo, região propensa à poluição por plásticos, devido ao denso povoamento, pesca, navegação, turismo e fluxo limitado das águas de superfície.

Mas este mar é também rico em biodiversidade e, por isso, uma área de preocupação no que respeita à conservação dos ecossistemas marinhos.

“A poluição plástica afeta todos os níveis da biodiversidade marinha, com partículas micro e macroplásticas encontradas na superfície do mar, nas praias, no fundo do mar e no interior dos corpos de grandes e pequenos animais marinhos”, alerta o estudo.

Fontes de microplásticos (como estações de tratamento de águas residuais) foram encontradas principalmente perto de cidades metropolitanas e áreas densamente povoadas ao longo da costa francesa, espanhola e italiana.

Microplásticos de maiores dimensões foram encontrados em áreas com águas residuais pouco tratadas, como as costas da Grécia e da Turquia.

Já os macroplásticos eram abundantes em áreas com importantes entradas fluviais, tais como as costas argelinas, albanesas e turcas, e perto de cidades metropolitanas e costas altamente povoadas (Espanha, França, Itália).

Foi também relatado que os seres humanos ingerem plástico através do consumo de produtos do mar.

No documento lembra-se que a produção de plástico tem aumentado todos os anos desde os anos 1950 e que só em 2019 foram produzidas 368 milhões de toneladas de plástico.

Atualmente flutuam nos mares de todo o Mundo 250 mil toneladas de plástico.

 

20
Jun21

Estudo alerta: os oceanos estão a ser inundados com embalagens de take-away

Niel Tomodachi

A revelação foi feita pela Nature Sustainability. Além das embalagens de comida, as garrafas de plástico são outra grande ameaça.

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Já se sabia que os oceanos já têm quase tantos peixes como plástico, mas há um novo estudo que revela que, apesar de todos os esforços, a quantidade de plástico no mar não está a diminuir. Antes pelo contrário.

De acordo com a mais recente edição da “Nature Sustainability”, os sacos de utilização única, as garrafas de plástico e as embalagens e embrulhos de comida utilizados para take-away são, neste momento, os tipos de plástico que mais poluem os oceanos. Ao todo, os produtos de plástico representam cerca de 75 por cento do lixo presente nos oceanos, revela este estudo.

As tampas e redes de pesca são também um elemento de preocupação, indica a “Nature Sustainability”, devido à sua elevada disseminação e muito lenta degradação.

No entanto, a novidade está no aumento da quantidade de embalagens de take-away que têm sido identificadas e que está a surpreender os investigadores. “Não estamos surpreendidos que o plástico represente quase 80 por cento do lixo, mas a elevada proporção das embalagens de take-away surpreendeu-nos”, afirma Carmen Morales-Caselles, investigadora da Universidade de Cádis, que liderou a pesquisa. “Esta informação irá facilitar que os governos possam, realmente, travar que o lixo chegue ao oceano, em vez de apenas o limpar”.

Na mesma publicação, a “Nature Sustainability” revela que as palhinhas e a palhetas representam 2,3 por cento do lixo e os cotonetes com bastão em plástico cerca de 0,16 por cento, o que, de acordo com os especialista, revela que os esforços para acabar com o plástico nestes produtos tem produzido efeitos positivos. 

 

09
Abr21

Os novos relógios ousados da Swatch são feitos com plástico de origem biológica

Niel Tomodachi

A marca criou um material que batizou de Bioceramics, que junta a cerâmica a um plástico produzido a partir de óleo de rícino.

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Em abril de 2021, a Swatch vai lançar uma inovação que está a revolucionar a forma como a empresa produz os seus relógios. Passados poucos meses depois da primeira coleção de relógios fabricados com materiais de origem biológica, em setembro de 2020, chega agora uma nova proposta que combina cerâmica com plástico produzido a partir do óleo de rícino.

A Bioceramic é a novidade da marca, um material resiliente e resistente composto por dois terços de cerâmica e um terço de plástico de origem biológica, com um toque sedoso que une o melhor dos dois mundos. O modelo em que apostaram com este novo material é o Big Bold, com um mostrador de 47 milímetros de diâmetro, massiva, robusta e estruturada de forma arquitetónica.

Esta novidade chega em cinco cores: preto, branco, cinzento — considerado a cor do ano —, azul celeste e cor-de-rosa. Já a bracelete, o vidro e as presilhas são fabricados em plástico de origem biológica.

A criação da Bioceramic foi apresentada na Swatch Next, onde se incluem as ideias mais inovadoras e disruptivas da relojoeira suíça. Os novos modelos Big Bold vão estar à venda na loja online a partir de 15 de abril por 125€. (S)

 

23
Mar21

Voilà: os talheres comestíveis que sabem a pizza e querem acabar com o plástico

Niel Tomodachi

Depois de fazer a refeição também os pode comer. Há facas, garfos e até colheres, tudo feito com uma espécie de biscoito.

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Os talheres de plástico começam a estar em vias de extinção. Depois das palhinhas feitas com massa, que depois até podia cozer, estão a chegar os talheres comestíveis e que sabem a pizza. A marca Volià foi criada por Laura Gispert e em breve está disponível no mercado espanhol, mas o objetivo é chegar a todo o mundo.

“No início foi um processo muito experimental. Comecei a desenhar talheres inspirados em formas orgânicas, que seriam visualmente atraentes. Depois, quando passou a adquirir um sentido comercial, quis simplificar e fazer algo funcional, ergonómico, que pudesse ser fabricado em série”, explicou Laura Gispert à revista espanhola “Expansion”.

Começou a desenvolver o produto nos estudos de design que estava a fazer numa escola em Barcelona, Espanha. Depois é que criou a marca com o objetivo de estar à venda em supermercados, mas também poder ser usado em cafés e pastelarias.

“A ideia deste híbrido entre alimento e produto é substituir os talheres de plástico em contextos informais como um lanche ou um aperitivo.”

O principal elemento que os compõem é a farinha. “Pesquisamos as melhores pela consistência e para todos, queríamos que fosse sem glúten, e optamos pela farinha de arroz”, explica. Quem prova diz que tem um sabor semelhante a uma massa de pizza.

São ainda usados componentes gelificantes para dar consistência. “O objetivo era que fosse um produto neutro, que não se misturasse com o sabor da comida e que fosse agradável.” Garante que são resistentes e não se partem com facilidade.

São vários os formatos disponíveis.

 

11
Mar21

TransforMAR recolheu mais de 47 toneladas de plástico nas praias em 2020

Niel Tomodachi

O projeto TransforMAR recolheu 47,4 toneladas de plástico em 15 praias do continente português, durante o ano passado, transformando aqueles detritos em donativos monetários, perfazendo um apoio de mil euros para instituições locais, foi hoje anunciado.

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"A iniciativa esteve presente em 15 praias, de norte a sul do país e, fora da época balnear, promoveu oito ações de limpeza, com os voluntários da Brigada do Mar, ao longo de mais de 200 km [quilómetros] de costa", adiantaram os promotores do projeto.

De acordo com a organização, a iniciativa, que vai na terceira edição, recolheu um total de 5,4 toneladas de plástico -- superando as 2,6 toneladas de 2019 -- durante dos meses de julho, agosto e setembro, através de depósitos de utilização para veraneantes.

"Assumindo o compromisso de transformar o plástico recolhido num benefício direto para a comunidade e, em resposta aos desafios económicos trazidos pelo atual contexto de pandemia, o projeto transformou o total das 47,4 toneladas de plástico recolhido em donativos monetários para apoiar IPSS [Instituição Particular de Solidariedade Social] locais nos concelhos das praias onde o TransforMAR marcou presença", realçou.

Ao longo do ano passado, segundo os promotores, 76 voluntários conseguiram retirar da orla marítima 42 toneladas de plásticos -- quase 80% do total de resíduos recolhidos - em oito ações de limpezas de praias, numa extensão de 200 km de costa.

"Selecionadas pelas câmaras municipais que têm demonstrado um papel ativo na proteção do planeta, desde a primeira edição do TransforMAR, 15 IPSS irão receber um apoio de mil euros cada, na sequência da valorização de cada tonelada de plástico recolhido, para melhor servirem a comunidade", adiantaram, lembrando que, nas edições anteriores, o plástico recolhido foi transformado "em equipamentos para a prática de atividade física e em mobiliário urbano".

O projeto TransforMAR é uma iniciativa dos supermercados Lidl e da Electrão, Associação de Gestão de Resíduos, responsável por três sistemas de recolha e reciclagem de resíduos: equipamentos elétricos, pilhas e embalagens.

Tem como parceiros entidades como a Associação Bandeira Azul da Europa, as organizações ambientalistas Quercus e Zero, e a Agência Portuguesa do Ambiente. E o apoio institucional do Ministério do Ambiente e da Ação Climática.

"O TransforMAR é um projeto inovador na forma como transforma o plástico recolhido num benefício para a comunidade, numa lógica de economia circular, e os seus resultados têm-se superado ano após ano", avançou a diretora de Comunicação Corporativa do Lidl Portugal, Vanessa Romeu, citada no comunicado.

Também o diretor geral do Electrão - Associação de Gestão de Resíduos, Pedro Nazareth, considerou que o projeto serve para alertar para "impacto dos resíduos nos ecossistemas e habitats marinhos", desenvolvendo ações de limpeza nas praias.

Por seu lado, a coordenadora nacional do programa Bandeira Azul, Catarina Gonçalves, explicou que a iniciativa "vai ao encontro da mensagem de sensibilização [...] relativa à urgência de alteração de comportamentos" das pessoas.

"Esta é uma iniciativa que desafia os portugueses, não só a recolher plásticos, mas também a entender o peso/impacto das suas ações nos oceanos e na sustentabilidade do nosso planeta", sustentou.

Já o representante da Brigada do Mar, Simão Acciaioli, que se juntou pela primeira vez ao projeto, realçou as 12 toneladas de plástico recolhidas na Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, em Aveiro.

Por sua vez, a coordenadora responsável da Quercus, Sandra Pereira, considerou que o TransforMAR serviu para perceber que, mesmo em contexto pandémico, "a sociedade continua mobilizada para as questões ambientais".

"O projeto TransforMAR, pelos resultados alcançados e pela dinâmica demonstrada, tem sido um excelente exemplo de como se pode promover a economia circular em Portugal", observou.

Com duração de um ano, o projeto esteve dois meses consecutivos em 15 praias de todo o país (julho e agosto), para sensibilizar as pessoas para a importância de uma boa conduta ambiental em praia e para os princípios da economia circular - através da recuperação, reutilização, reciclagem e redução do desperdício de materiais plásticos.

Em cada uma das praias esteve um depósito próprio, que promoveu a recolha de materiais plásticos e de metal produzidos pelos frequentadores dos locais.

Já na terceira edição, o TransforMAR tem como parceiro a Brigada do Mar, um projeto de limpeza de praias e proteção da biodiversidade que desde a sua criação, em 2009, já recolheu 800 toneladas de lixo.

 

08
Fev21

A nova água de Monchique é perfeita para desportistas — e amiga do ambiente

As garrafas são em plástico 100 por cento reciclado.

Niel Tomodachi

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A garrafa é estilosa, funcional para qualquer corrida e eco-firiendly. A Monchique lançou uma nova água, a Monchique Sport, que é um dois em um certeiro: é prática para manter a hidratação na hora de treinar e o plástico é inteiramente reciclado, a bem do ambiente.

Em comunicado, a marca realça que mantém o seu compromisso ecológico, razão pela qual aposta na economia circular. As garrafas de água mineral Monchique Sport (de 720ml) surgem em tom grená e são totalmente produzidas com PET reciclado. A água Monchique conta com um elevado pH natural de 9,5. Este novo lançamento vai estar disponível nas grandes superfícies mas também em algumas lojas bio e dietéticas

“Por cada milhão de garrafas produzidas, deixarão de ser consumidos cerca de 30 mil quilos de PET virgem, o que representa uma poupança anual estimada de sensivelmente 100 toneladas de PET virgem”, lembra a marca. Vítor Hugo Gonçalves, CEO da Sociedade da Água de Monchique, realça os “desafios” que inspiram a marca em prol de “um consumo mais
consciente, contribuindo para a mudança sistémica que é urgente operar”.

Esta aposta da marca incluiu ainda a criação de uma app, a myMonchique, disponível para iOS e Android, com o objetivo de incentivar utilizadores a um estilo de vida saudável e mais ecológico. 

 

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