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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

21
Ago21

Por causa do Dia do Cão, os amigos de quatro patas deixam de pagar nas Pousadas de Portugal

Niel Tomodachi

As reservas feitas neste dia são grátis para eles até ao fim do ano, e há ainda mimos e surpresas para descobrir.

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As Pousadas de Portugal assinalam o “Dia do Cão”, que se celebra no dia 26 de agosto, com uma oferta muito especial para os melhores amigos do Homem. Neste dia, quem reservar as férias para toda a família nas Pousadas de Portugal através do site oficial, não paga o valor da estadia do seu cão até ao final do ano.

Segundo adianta o grupo Pestana, neste momento são já 15 Pousadas de Portugal, de norte a sul do país, que são dog friendly, permitindo que cães de pequeno porte, até 15 quilos de peso (e cães guia, independentemente do seu peso e tamanho), possam ficar alojados nos quartos com os seus donos e circular em algumas áreas comuns, quando devidamente acompanhados.  Esta campanha especial, disponível no dia 26 de agosto, promove a oferta da taxa adicional até ao final  do ano, habitualmente com o valor de 25€ por noite.

Também no âmbito da mesma iniciativa, as Pousadas de Portugal desenvolveram uma parceria com a Naturea, oferecendo a todos os hóspedes caninos, no momento do check-in, um kit de boas-vindas composto por amostras de comida húmida, ração seca e snacks naturais.

 

15
Ago21

Abrigo alemão cria perfis de Tinder para animais abandonados

Niel Tomodachi

O Munich Animal Welfare Association tem esperança de encontrar os humanos perfeitos para fazerem companhia a estes cães e gatos.

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Chama-se Munich Animal Welfare Association e é um abrigo alemão que está a ser notícia em todo o mundo graças a uma iniciativa original. Para tentar encontrar uma casa permanente para os animais abandonados, a associação está a criar perfis de Tinder de cães e gatos, à procura de donos solitários que possam querer a sua companhia.

O abrigo contratou uma agência de publicidade para tirar fotografias profissionais a 15 animais, incluindo um gato preto e branco chamado Captain Kirk, que colocaram em perfis da famosa aplicação de encontros.

Jillian Moss, uma representante da associação, disse ao jornal “Economic Times” que as reações têm sido “uma loucura” e que a iniciativa está “a explodir em todo o lado”. 

O confinamento imposto pela pandemia levou a um aumento na procura de animais de estimação. Agora, alguns especialistas dizem que os casos de abandono poderão aumentar, à medida que a Covid-19 abranda e as populações iniciam processos de desconfinamento.

“Esperamos que estes animais encontrem realmente um novo parceiro perfeito a longo-prazo e não apenas por algumas semanas”, acrescentou Benjamin Beilke, que está a coordenar a comunicação no Tinder. “Não há apenas almas solitárias entre os humanos, mas há também muitas almas solitárias entre os animais.”

 

26
Jul21

Parfois lançou uma linha giríssima para os cães em tons pastel

Niel Tomodachi

A marca portuguesa está a vender uma manta de viagem que se transforma num tote bag e uma trela com mosquetão dourado.

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A Zara já o tinha feito no último ano, a H&M lançou-se nesse mercado há vários anos e agora parece que a tendência chegou à Parfois. A ligação entre os consumidores e os seus animais de estimação é cada vez mais celebrada pelos media e as cadeias de fast fashion têm estado a prestar atenção — e a encontrar formas de o fazer rentabilizar.

O lançamento de linhas de acessórios e vestuário para cães e gatos é cada vez mais comum entre as marcas de retalho de moda. Este verão, a Parfois juntou-se ao movimento com a aposta em duas propostas desenvolvidas especialmente a pensar no “melhor amigo do homem”.

 

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Custam ambos 19,99€.
 

São elas uma trela de cordão com um mosquetão dourado (19,99€) e uma manta de viagem que pode ser dobrada e transformada numa tote bag com bolsos largos no exterior (19,99€). Ambos os acessórios estão à venda nos tons pastel tendência, uma mistura entre lilás, verde menta e cor-de-rosa.

Estão à venda na loja online da marca portuguesa, com entregas grátis em todo o País. 

 

07
Jul21

A Mutt Dog & Co tem sabonetes naturais para cães e artigos lindos para os donos

Niel Tomodachi

Há fitas para máquinas fotografias, alças de malas, fitas para chapéus, scrunchies e porta chaves. Tudo com os mesmos padrões.

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Rita Faria Valenti cresceu com a casa cheia de animais, mas sempre teve espaço para mais um. “Quando a minha cadela, a Vi, apareceu na minha vida, decidi começar a fazer por brincadeira algumas coleiras para ela, porque não encontrava coleiras diferentes e porque sempre gostei muito de padrões étnicos mas não encontrava em lado nenhum”, conta à NiT.

Sem saber costurar, Rita pedia à mãe que pusesse em prática as suas criações. Porém, em 2018, fez um curso de costura e duas semanas depois estava a fazer coleiras para os seus animais. Foi nessa altura que começou a planear abrir um negócio.

Assim, em abril de 2018, nasceu a Mutt Dog & Co, primeiro como um hobby de Rita, que continuava a trabalhar na área da hotelaria. Um ano depois, em março de 2019, decidiu dedicar-se a 100 por cento à sua marca. Foi “a melhor decisão que poderia ter tomado”.

“Sempre quis fazer alguma coisa ligada aos animais e sempre soube que esta é realmente a minha paixão. Adoro ver as minhas peças um pouco por todo o mundo. Às vezes, estou a passear e calha passar por um patudo com uma coleira da MuttDog e fico mesmo feliz.”

A criadora de 31 anos trabalha sozinha e trata de tudo, do site à sua gestão, da página de Instagram à confeção dos artigos, incluindo os pequenos sacos reutilizáveis que seguem com as encomendas. Tudo começou com as coleiras para cães, que ainda hoje são bestsellers, mas o catálogo foi crescendo.

“Depois de começar a fazer peças para cães, tinha pedidos para gatos também. Entretanto, tive a ideia de fazer cabeções para cavalos, que na altura ainda não existiam sem ser os básicos, e é uma peça que fica muito vistosa. A certa altura, comecei a receber pedidos de pessoas que adoravam os padrões e queriam usá-los e daí surgiu a ideia de fazer fitas para máquinas fotografias, alças de malas, fitas para chapéus, scrunchies e porta chaves, com os padrões iguais aos dos patudos.”

Além destes artigos que têm sido um verdadeiro sucesso, em junho surgiu a nova coleção, com mais padrões e um produto bem especial: os sabonetes naturais. Totalmente handmade, existem o sabonete de eucalipto e citronella, e o sabonete de lavanda e citronella.

Rita Valenti tem dois cães, a Vi (a estrela da MuttDog) e o Chico, três gatos, o Ronron, o Jamie e a Neguinha, e um ouriço pigmeu africano, o Sir Frank. Para ajudar outros animais que não têm um lar, por cada artigo vendido, a MuttDog doa 1€ a uma associação de animais abandonados que precise de ajuda.

Pode fazer as suas encomendas, que podem ser personalizadas, através da loja online, da página de Instagram ou ainda nas lojas físicas Store Spot Market, Boutik Lisboa, e na Rossi Pets Bakery. As entregas são feitas para todo o mundo, com portes a começar nos 2,70€.

 

29
Jun21

Vai de férias? Há um novo serviço para deixar o seu cão na melhor companhia

Niel Tomodachi

O serviço de pet sitting da plataforma 55+ está disponível em várias zonas do País, como Porto e grande Lisboa.

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Com a chegada do verão e da época de férias chegam também as inseguranças e dificuldades de muitos donos em encontrar um serviço de confiança onde deixar os seus animais de estimação durante o seu período fora de casa. Algumas pessoas preferem deixar os animais em hotéis próprios, enquanto outras os deixam nos canis. A plataforma 55+ trouxe uma solução que dará ao seu companheiro uma estadia mais segura e intimista.

A oferta da plataforma é nada mais, nada menos, do que um serviço de pet sitting. Mas não é um serviço qualquer. Com o objetivo de ajudar as pessoas com mais de 55 anos — que possam estar desempregadas ou já reformadas — a sentirem-se úteis e valorizadas, o serviço oferece exclusivamente a companhia destes cidadãos ao seu canino.

Caso queira solicitar o serviço de pet sitting, basta escolher a opção na plataforma, definir os detalhes da reserva e de seguida será contactado pela equipa onde será atribuído o especialista 55+ mais perto e adequado a si. Depois, apenas necessita de se deslocar com o seu patudo à casa escolhida e pode ir de férias descansado sabendo que o mesmo está em boas mãos.

Além do pet sitting, o projeto 55+ ajuda pessoas com mais de 55 anos, através da realização de serviços como babysitting, pequenos arranjos, comida ao domicílio, jardinagem, entre outros.

Atualmente, o serviço de pet sitting está disponível nos concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Paredes e Valongo, assim como em Aveiro e na grande Lisboa.

 

29
Mai21

“Bookings” para férias dos animais

Niel Tomodachi

Para quem quer levar consigo os amigos de quatro patas ou procura um lugar para os deixar enquanto está fora, já há plataformas que simplificam a vida aos donos e poupam horas de busca.

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Com as férias à vista e a procura por destinos de verão, surgem as dúvidas sobre hotéis que aceitem animais de estimação ou lugares para os deixar enquanto estamos fora. Estas plataformas são autênticos “Bookings” para animais que juntam, num só site, alojamentos e restaurantes pet friendly, hotéis, famílias solidárias, serviços veterinários ou atividades turísticas que abrem a porta a cães e gatos.

Foi já este ano, em março, que surgiu a Tails Travel, a plataforma de viagens pet friendly, pelas mãos de Sara Bastos, 28 anos, que se juntou a três amigas para fazer o projeto acontecer. Tem seis cães e seis gatos, gosta de viajar. “Sempre que ia de férias em grupo, era um sarilho para encontrar casa. Nas plataformas de reserva, muitos alojamentos dizem que são pet friendly mas não dizem quantos animais aceitam. Se fôssemos quatro amigos e 15 cães, já não dava.” As taxas também estão, muitas vezes, ocultas. Sara perdia horas à procura e decidiu começar a anotar serviços e alojamentos amigos dos animais.

Num só site, decidiu agregar todos os serviços pelo país. Alojamentos e restaurantes pet friendly, hotéis para animais, serviços de dog walker, lojas, veterinários. Basta usar o filtro para pesquisar por local, número de animais, tipo de alojamento (hotel, casa rural, etc.). “E mostrámos todas as taxas associadas. Às vezes, fica 50 ou cem euros mais caro.” A plataforma também permite procurar atividades turísticas, praias, parques, shoppings pet friendly.

A Tails Travel organiza roteiros para fazer com os animais a partir de 20 euros. E ainda disponibiliza um serviço veterinário online e gratuito, 24 horas por dia. “Para situações em que o cão vomita ou está apático. Para a pessoa não entrar em pânico e não ter que cancelar as férias.” O site está em português, inglês, espanhol, francês e alemão. Segundo Sara, “57% dos donos de animais planeiam fazer uma a duas viagens com cão por ano”. Há cerca de três mil alojamentos pet friendly em Portugal.

Pouco mais antiga é a Pet B Home, que tem um conceito comunitário. Junta famílias disponíveis para receber em sua casa, gratuitamente, cães e gatos durante as férias dos donos. Pedro Paiva é treinador de cães há duas décadas e lançou a plataforma há um ano. “Muita gente recorria a mim para encontrar um sítio para os animais quando ia de férias. Uma das principais causas de abandono é a época sazonal. Senti que faltava uma alternativa.” Não só por questões financeiras, mas também porque nem todos ficam confortáveis em deixar o companheiro de quatro patas fechado numa box durante 15 dias.

A plataforma funciona na base de troca: as famílias registam-se e disponibilizam-se para receber um animal em casa. Como contrapartida, também podem pedir a outra família que tome conta do seu animal quando estiverem fora. No final, avaliam-se.

Mas a Pet B Home também ajuda quem não tem disponibilidade para receber um animal em sua casa. Redireciona para hotéis, quintas ou famílias de pet sitting a baixo custo (desde cinco euros por dia). O algoritmo, que Pedro levou três anos a criar, trata de tudo.

Em 2019, a Pet B Home tinha perto de duas mil famílias ativas. E não tem só alojamento. Também inclui serviços de banhos e tosquias, clínicas e hospitais veterinários. Basta introduzir o código postal e o que procura.

 

21
Mai21

Parte dos cães adotados no Porto adoeceu quando confinamento acabou

Niel Tomodachi

O confinamento em 2020 trouxe associado um 'boom' de pedidos de adoção de animais na região do Porto, uma solução que associações contactadas pela Lusa revelaram ter causado problemas de saúde, sobretudo aos cães, assim que o país desconfinou.

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Os efeitos colaterais da chegada da covid-19 pesaram também na vida dos animais adotados no primeiro trimestre de 2020, depressa passando das 24 horas de companhia humana durante o confinamento para 12 horas de solidão assim que as pessoas retomaram as suas rotinas profissionais e escolares, situação que segundo Lígia Andrade, da Associação Midas, "traumatizou os animais".

"A partir de março de 2020, houve um 'boom' de pedidos de animais para adoção e, no nosso caso, porque já tínhamos confinado, apenas tratamos as adoções que haviam chegado antes do país fechar", explicou à Lusa a responsável da associação de Matosinhos.

Nesse contexto, criaram a campanha "O animal não é apenas para confinar", sensibilizando as pessoas para a "responsabilidade que é adotar um animal", disse Lígia Andrade.

"Atualmente, estamos a receber muitos pedidos para entregar animais, alegando as pessoas que os encontraram, recolheram ou adotaram, sendo que esses animais nem sequer têm um ano de idade, ou seja, foram para as famílias após a chegada da pandemia e agora as pessoas querem entregá-los", observou.

Entre os motivos invocados, descreveu, estão o "mudar de casa, foram despejados ou que vão emigrar", contou a responsável da associação que anualmente entrega "300 animais para adoção" e apresenta uma "taxa de devolução inferior a 1%".

"São muitos por dia, muitos pedidos de ajuda da mais variada ordem. Até houve casos de cães cujos donos tinham morrido por causa da covid-19, como aconteceu em março e abril deste ano", acrescentou.

Conclui Lígia Andrade que "a covid-19 ajudou a inflacionar o problema".

"Findo o confinamento, as pessoas retomaram os seus ritmos normais, indo trabalhar ou para a escola e o animal passa a ser um empecilho, passando de um cenário de 24 horas na companhia dos humanos para 12 horas de solidão, o que os faz entrar em depressão, sendo que não têm a nossa capacidade para o manifestar", disse.

Ângela Lima, do Cantinho do Tareco, um gatil na Maia, viveu em dobro o aumento da realidade em 2020, confirmando à Lusa ter aumentado o número de gatos adotados, mas também de animais recolhidos, uma missão para a qual a associação que integra contou com uma ajuda extra.

"Tivemos muitas adoções de gatos em 2020, mas também acolhemos mais gatos que o normal, pois conseguimos arranjar famílias de acolhimento temporário para ficarem com as ninhadas", explicou.

Questionada sobre se tinha recebido pedidos de devolução de gatos alegando que estes passaram a estar sozinhos em casa, a responsável minimizou a questão.

"A solidão nos gatos não se manifesta da maneira agressiva como a que é descrita no caso dos cães. Os gatos são mais independentes e, ao mesmo tempo, mais reservados", sublinhou.

A Cerca - Abrigo dos animais abandonados, na Póvoa de Varzim, segundo a responsável Raquel Nobre, optou por antecipar o problema e não entregou nenhum animal para a adoção assim que o país fechou.

"Apercebemo-nos que, como as pessoas estavam em casa, ter um animal por perto fazia-lhes bem para ultrapassar o confinamento. O problema é que o regresso à normalidade iria fazer com que o animal acabasse por ficar sozinho e desatasse a roer, a fazer asneiras, a fazer barulho e acabaria por ser devolvido", disse à Lusa a diretora.

20
Mai21

Eis o local do carro onde o seu cão se sente mais confortável

Niel Tomodachi

Dê um passeio de carro com o seu cão em segurança, garantido o conforto do patudo.

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Vai fazer uma viagem com o seu melhor amigo de quatro patas? Se é o caso, apostamos que quer fazê-la em segurança garantindo que tudo corra tudo bem.

Para os donos de cães, as viagens de carro podem ser uma experiência agradável ou uma que preferem não lembrar. O seu cão não deve mesmo andar à solta no automóvel. Porquê? Porque ter um animal solto no carro pode significar distrações e, portanto, provocar situações de perigo.

Mas, ao que parece, onde o seu cão se senta durante os passeios de carro desempenha um papel importante no seu nível de conforto. E a música que passa na rádio durante a viagem também é importante!

Ao usar monitores de batimentos cardíacos, a empresa Compare The Market realizou um estudo com quatro raças diferentes de cães de diferentes tamanhos (Jack Russel, Poochon, Cocker Spaniel e Red Fox Labrador) para determinar quais os locais do carro que fizeram com que os cães abanassem as suas caudas e quais as áreas que mais aumentaram as suas taxas cardíacas.

A pesquisa revelou que os cães se sentiram mais confortáveis quando o seu dono estava à vista, com os seus batimentos cardíacos a diminuir em -6,8% no banco da frente (sendo a raça Jack Russel a que fica mais relaxada neste local) e -9,5% no banco de trás (sendo a raça Poochon a que fica mais relaxada nesta área), quando comparados com a frequência cardíaca média.

Em contraste, os cães ficaram mais desconfortáveis quando o seu dono estava completamente fora de vista – sendo a raça Red Fox Labrador a que fica mais stressada nesta situação. O lugar atrás dos condutores também deve ser evitado, sendo a raça Cocker Spaniel a que fica mais ansiosa nesta área.

A opinião dos especialistas sugere que, para os nossos patudos, os seus seres humanos são muitas vezes a sua principal ligação social e, por isso, estar separado deles durante uma viagem de carro, especialmente na mala, pode resultar em sentimentos de ansiedade.

Stephen Zeller, diretor geral de seguros gerais da Compare The Market, disse em comunicado: “Se está a planear uma viagem de carro, não se esqueça de considerar a segurança e o bem-estar do seu cão, que se estende até onde estão seguros no seu carro, que tipo de música ouve e a que temperatura deve estar o interior do veículo“.

Se o seu cão tende a sentir-se desconfortável nos veículos, o estudo sugere que a música com 50 ou 60 batimentos por minuto é melhor para manter o seu cão relaxado. A Compare The Market criou uma playlist – ‘Pooch Perfect Cars’ no Spotify – com canções como Ronan de Taylor Swift e Hallelujah de Leonard Cohen para ajudar o seu cão a sentir-se à vontade na sua próxima viagem.

Para fazer download da playlist visite: https://www.comparethemarket.com.au/car-insurance/pooch-perfect-cars/.

 

27
Abr21

Esta nova marca portuguesa tem acessórios a condizer para donos e animais de estimação

Niel Tomodachi

A Dgiros é um pequeno negócio de família que uniu duas irmãs durante a pandemia e já tem uma coleção de primavera.

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Já todos ouvimos dizer que acabamos por parecer-nos muito às pessoas com quem passamos mais tempo e que o mesmo acontece com os animais. É por isso que muitas vezes também se encontram parecenças entre os animais de estimação e os seus donos.

Se têm essa ligação, porque não prolongá-la de uma forma visível? Foi esse o mote que levou à criação da Dgiros, uma nova marca portuguesa artesanal, feita em casa por duas irmãs da Maia.

Quando em novembro de 2020 a empresa onde Inês Augusto trabalha foi colocada em lay-off pela segunda vez, a jovem formada em Gestão e Administração Hoteleira foi confrontada com muito tempo livre e nada para fazer ou nenhum objetivo para cumprir. Isso deixou-a desanimada e a sentir-se inútil.

“Um belo dia, a minha irmã mais velha, a Sofia, veio almoçar à casa dos meus pais e deu a ideia de criar uma marca de acessórios não só para animais, mas também para os seus donos de forma a andarem a condizer. Confesso que ao início estava bastante reticente e com medo de que fossemos ter trabalho em vão e de que as pessoas não fossem aderir à nossa ideia”, conta à NiT Inês.

A resposta da irmã Sofia, formada em Gestão e Marketing, não deu margem para dúvidas: “E porque não?”. Assim, com a ajuda e alguma orientação da mãe — que no início da pandemia tinha feito algumas máscaras sociais para a família — e a máquina de costura da bisavó, uma Singer de 1926 que o avô motorizou e a mãe herdou, avançaram com a Dgiros em cerca de um mês.

Tudo é feito na sala da família Augusto, com Inês responsável pela produção e Sofia dedicada ao marketing e divulgação. A mãe ajuda com alguns modelos novos e o resto da família e amigos apoia e empresta os seus animais de estimação para servirem de modelos.

“Somos uma marca que cria produtos aptos a servir tanto a um coelho como a um cão de grande porte. De momento, apresentamos peças como laços, bandanas, gravatas e snoods, podendo todos ser criados e usados de forma diferente.”

Para condizer com as mascotes, há máscaras sociais, fitas e scrunchies para adultos e crianças. Além dos produtos já disponibilizados — e que têm medidas diferentes para servir a animais de tamanhos distintos —, é possível fazer pedidos especiais de acordo com as medidas exatas do seu animal ou até pedir um determinado artigo personalizado que tenha em mente.

Foi o que aconteceu com o último artigo a juntar-se à coleção, os snoods, “uma espécie de touca para cães de orelhas grandes que protege que as mesmas fiquem sujas ao comer ou beber água, a pedido de uma cliente para os seus Beagles”.

Claro que tudo isto foi pensado também porque são grandes fãs de animais e têm em casa três cães de grande porte. Como seria de esperar, são também eles cobaias para novos produtos ou modelos para a divulgação da marca.

Não se pense que tudo é fácil e que basta inspiração e boas ideias. A pandemia também trouxe alguns desafios, mesmo que as duas irmãs não tivessem a experiência de gerir um negócio antes destas circunstâncias.

“As limitações de circulação e fecho das principais retrosarias da nossa região foi um desafio” diz Inês, acrescentando que “uma vez que as lojas e centros comerciais fecharam, a população acabou por procurar mais pelas marcas pequenas e de manufatura”.

Os preços das peças variam entre os 4€ e os 7,50€ e há vários padrões primaveris para escolher. Pode vê-las e encomendar através da página de Instagram da Dgiros.

 

23
Abr21

Eis como pode emagrecer enquanto passeia o seu cão

Mesmo para quem não tem o animal de estimação.

Niel Tomodachi

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Os adultos que passeiam, de forma frequente, o cão, têm mais probabilidade de alcançar a recomendação semanal de atividade física (150 minutos de exercício moderado) do que aqueles que não o fazem.

O resultado é de um estudo recente que descobriu ainda que os cães com elevados níveis de atividade não têm peso a mais e apresentam um melhor comportamento do que os caninos sedentários.

Este benefício parece-lhe interessante e até tem um cão, mas falta-lhe a vontade de o passear? Então, saiba que vale a pena contrariar este sentimento: uma investigação recente descobriu que quanto mais passeia o seu cãomais o elo de ligação que tem com ele aumenta.

Este fator é determinante para criar, no humano, vontade de realizar esta tarefa que, como já sabemos, tem benéficos claros para a saúde física e mental. “Sabemos que o melhor preditor da vontade de passear o cão é o sentimento de ligação que se tem com o animal”, explica Katie Becofsky, da Universidade de Massachusetts, EUA, autora de um estudo recente que descobriu que os passeios regulares aumentam a ligação emocional entre humano e animal.

 

Benefícios mesmo para quem não tem um amigo de quatro patas

 

Não tem um cão? Não faz mal. Passear cães de outrem (de um amigo, familiar ou animais institucionalizados em canis, por exemplo) tem os mesmos benefícios! O melhor de tudo? Não vai sentir que está a esforçar-se.

De acordo com outra investigação recente, realizada por investigadores da Universidade de East Carolina, EUA, a maioria das pessoas não sente que está a fazer exercício enquanto passeia os cães e, portanto, acaba por percorrer longas distâncias sem dar por isso. A sessão é prazerosa, em vez provocar sentimentos de obrigação, o que também aumenta a probabilidade de repetição regular.

Sem vontade de ir correr de manhã ou ao fim do dia? Pegue na trela e leve um amigo de quatro patas consigo!

 

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