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Little Tomodachi (ともだち)

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04
Jan21

Portugueses já escolheram a Palavra do Ano (e não é pandemia nem Covid-19)

Niel Tomodachi

Houve cerca de 40 mil votos na edição anual do concurso da Porto Editora.

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Está escolhida a Palavra do Ano de 2020: saudade. Durante todo o mês de dezembro, cerca de 40 mil pessoas votaram no concurso anual promovido pela Porto Editora. “Saudade” ganhou com 26,8 por cento dos votos.

Em segundo lugar, “Covid-19” levou 24,4 por cento dos votos, enquanto “pandemia” ficou em terceiro, com 17,03 por cento. Seguiram-se “confinamento” (16,23%), “zaragatoa” (7%), “telescola” (2,58%), “discriminação” (1,85%), “infodemia” (1,59%), “digitalização” (1,33%) e “sem-abrigo” (1,16%).

Desta forma, “saudade” sucede a “violência [doméstica]” (2019), “enfermeiro” (2018), “incêndios” (2017), “geringonça” (2016), “refugiado” (2015), “corrupção” (2014), “bombeiro” (2013), “entroikado” (2012), “austeridade” (2011), “vuvuzela” (2010) e “esmiuçar” (2009).

 

03
Dez20

De "confinamento" a "discriminação": eis as candidatas a Palavra do Ano de 2020

Niel Tomodachi

Estão escolhidas as dez candidatas a Palavra do Ano de 2020. A lista, que inclui vocábulos como "confinamento", foi revelada esta terça-feira pela Porto Editora, que promove a iniciativa desde 2009.

roliveira-porto-confinamento-covid-14-11-2-3-1-28-A Porto Editora revelou esta terça-feira as dez candidatas a Palavra do Ano de 2020. A lista, definida por uma equipa de linguistas e lexicólogos a partir das sugestões dos portugueses, inclui vocábulos como “confinamento”, “Covid-19”, “zaragatoa” e “discriminação”. Este ano, a iniciativa lançada em 2009 pela Porto Editora decorre pela primeira vez em simultâneo com Angola e Moçambique, que também divulgaram esta terça-feira as respetivas listas de candidatas.

Apesar das diferenças, as três listas têm em comum a inclusão de vocábulos relacionados com o coronavírus e o novo contexto social causado pela pandemia. Assim, a lista angolana inclui vocábulos como “nacionalização”, “autárquicas” ou “violência”, mas também “quarentena” e “coronavírus”. Este último também consta das finalistas moçambicanas, onde é possível encontrar os termos “distanciamento”, “isolamento”, “ataques” ou “refugiados”.

A partir desta terça-feira será possível votar numa das candidatas nos sites português, angolano e moçambicano, até ao último segundo de 2020. As palavras vencedoras serão reveladas a 4 de janeiro nos três países. É a primeira vez que acontece desde que Angola e Moçambique passaram a integrar a iniciativa, em 2017.

No ano passado, foi “violência doméstica” que venceu a votação em Portugal, com 27,7% do número total de votos. A escolha dos portugueses ter-se-á devido “aos inúmeros casos que foram sendo conhecidos ao longo do ano e que infelizmente resultaram em vítimas mortais”, referiu na altura a editora. A estatística divulgada pelo Governo no final de 2019 indicava que, até 22 de novembro desse mesmo ano, 33 pessoas tinham morrido em contexto de violência doméstica (25 mulheres, uma criança e sete homens).

Em Angola, a Palavra do Ano de 2019 foi “IVA” e, em Moçambique, “reconciliação”.

Criada em 2009, a Palavra do Ano tem como objetivo “sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida”. A iniciativa foi aberta pela primeira a Angola e Moçambique, através da Plural Editores, em 2017.

 

10
Nov20

"Confinamento" é a palavra do ano para a editora do dicionário Collins

Niel Tomodachi

O "confinamento", medida restritiva adotada por Governos de todo o mundo para limitar a propagação do novo coronavírus, foi hoje designada palavra do ano 2020 pela HarperCollins, anunciou o grupo que edita o dicionário de inglês Collins.

naom_58527ef0b09e4.jpg"Lockdown" (confinamento, em português) faz parte de uma lista de dez outras palavras, muitas das quais relacionadas com a pandemia de covid-19, estabelecida pelos lexicógrafos da HarperCollins que estudam a evolução da língua inglesa.

A editora registou mais de 250 mil utilizações da palavra "confinamento" em 2020, contra apenas 4.000 no ano anterior.

"A língua é o reflexo do mundo que nos rodeia e 2020 foi dominado pela pandemia. Escolhemos 'confinamento' como palavra do ano porque resume a experiência partilhada por milhares de milhões de pessoas que tiveram de restringir a sua vida quotidiana para conter o vírus", referiu num comunicado a consultora de conteúdos linguísticos da HarperCollins, Helen Newstead.

No Reino Unido, o território europeu mais afetado pela pandemia, com mais de 49 mil mortos, os habitantes de Inglaterra estão novamente confinados desde 05 de novembro, depois do primeiro confinamento geral decretado no final de março.

Na lista elaborada pela HarperCollins figuram ainda outras palavras associadas à pandemia, tais como a previsível "coronavírus", além de "distanciamento social", "auto isolamento" e "trabalhador [de serviço] essencial".

A abreviatura "BLM" também se destacou em 2020, lembrando outro marco do ano, que foram as manifestações do movimento "Black Lives Matter" (Vidas Negras Contam) após o assassinato de George Floyd, afro-americano que morreu asfixiado pelo joelho de um polícia branco em Mineápolis, no final de maio.

As redes sociais, regulares fornecedoras de novas palavras, levaram à inclusão dos termos "TitToker" (utilizador da rede social TikTok) e "mukbang", um fenómeno da Coreia do Sul que consiste em filmar-se a si mesmo enquanto se empanturra com comida, ao mesmo tempo que interage com os seus seguidores nas redes sociais.

A última palavra da lista, "Megxit", é uma contração de "Meghan" e "Exit" (saída), uma alusão ao "Brexit" utilizada para referir a retirada da família real britânica por parte do príncipe Harry e da sua mulher Meghan, anunciada em janeiro.

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