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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

28
Jan22

Helpo: Apoie os deslocados de Cabo Delgado

Niel Tomodachi

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O Audácio é uma das 235 crianças bolseiras que a Helpo apoiava nos estudos em Mocimboa da Praia, uma das aldeias de Cabo Delgado atacadas pelos insurgentes.

O Audácio tem 8 anos e, como centenas de milhares de outras crianças, não desistiu da vida e fugiu da sua aldeia para escapar à morte.

A Helpo também não desistiu do Audácio e reencontrou-o a 450 km de casa, em Pemba, para ter a certeza de que estava bem e de que a desistência escolar precoce não seria mais uma tragédia na sua vida.

No âmbito deste projeto de relocalização das famílias refugiadas da guerra, a Helpo já reencontrou 49 famílias, num total de 331 deslocados. O apoio financeiro da Helpo chega neste momento a 164 alunos deslocados na escola primária e 17 na secundária, para garantir a continuidade do percurso escolar e o sustento diário destas crianças.

Se também quer fazer parte da ajuda no longo caminho que estas crianças ainda têm pela frente, pode apoiar o nosso projeto fazendo um donativo para a conta de emergência da Helpo através do IBAN PT50 0010 0000 3483 3480 00619 ou da opção Ser Solidário no MB Way e Multibanco.

Todos podemos ajudar neste Caminho Longo

HELPO

 

23
Jan22

ONG vai enviar 10 mil estojos escolares para a Guiné-Bissau

Niel Tomodachi

Cerca de dez mil estojos escolares seguem quarta-feira de barco para a Guiné-Bissau para serem entregues aos alunos de Catió apoiados pela Organização Não Governamental (ONG) Rota dos Povos, disse hoje à Lusa David Freitas, voluntário daquela organização.

ONG vai enviar 10 mil estojos escolares para a Guiné-Bissau

"A ideia surgiu como forma de aproveitar oportunidades, neste caso trabalhando a área da sustentabilidade ambiental, desafiando os alunos das escolas portuguesas a fazer à mão 10 mil estojos para oferecer aos alunos de Catió", explicou.

"Depressa" o projeto recebeu mais "boas vontades", aproveitando-se, inclusive, "quem estava em casa por causa da covid-19", revelou a também voluntária Carolina Lopes, num armazém a viver horas e grande azáfama para carregar o contentor em cima do camião, lá fora, no parque de estacionamento.

"Percebemos que havia pessoas na comunidade dispostas a ajudar e houve quem fizesse milhares", continuou, indicando, ao seu lado, uma delas, Teresa Gonçalves.

À Lusa, a sénior explicou que quando estava em quarentena foi "desafiada por uma amiga e como estava em casa, sem ter que fazer" decidiu ajudar, fazendo "50 de cada vez". "Foi desde março de 2021 e se houver mais cá estamos para ajudar", acrescentou.

Segundo David Freitas, do "kit do estojo feito com materiais sustentáveis faz parte uma caneta, um lápis, uma borracha e um caderno".

"Este ano queremos entregar diretamente às crianças, oferecer-lhes algo que é para ficar na sua posse e não para ser partilhado pela escola", completou Carolina antes de mencionar que o projeto conseguiu "patrocínio para fechos, botões e etiquetas", um detalhe importante para os promotores que quiseram, assim, "potenciar o sentimento de pertença aos alunos que os vão receber nele escrevendo o seu nome".

Muitos deles feitos de "tecido reaproveitado seja de particulares ou de empresas, a maior parte dos estojos chegou das 30 escolas de Viana do Castelo, Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos e cujos alunos ajudaram na conceção", referiu.

Susana Antunes é uma das responsáveis da ONG que há 20 anos começou por ser "uma associação, também, para passeios de mota" e que, na última década, fruto de se ter dedicado "a fins humanitários", acabou por centrar a sua "atividade na ajuda exclusiva à população de Catió, no sul da Guiné-Bissau", descreveu o local para onde se destina a carga.

"É o sítio onde o mundo acaba, uma das zonas mais desfavorecidas da Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo, onde falta tudo", disse.

Susana Antunes elencou sobre a atividade desenvolvida em Catió na última década, a "capacitação de professores locais e o equipar de escolas, que na maioria são comunitárias e construídas pelos pais das crianças", potenciando ainda a capacidade para "converter material substituído nas escolas portuguesas em ajuda para quem mais precisa".

"Tudo somado, foram 210 salas de aula em 49 escolas que conseguimos equipar", disse enquanto apontava para um canto do espaço que detêm em Santa Cruz do Bispo onde se acumulam mais cadeiras e outro material.

Pelo meio, acrescentou a responsável, foram também feitas cinco bibliotecas, apoiaram o hospital e criaram um orfanato.

Voltando à carga prestes a seguir viagem a partir do porto de Matosinhos, a responsável disse ser "o 27.º contentor de 40 pés enviado para a Guiné-Bissau na última década", num investimento de tempo e de recursos, agravada pelo peso da covid-19 no comércio naval e "que fez o preço dos contentores subir quatro ou cinco vezes".

"Foi muito difícil conseguir este contentor, porque não foi possível obter o desconto por sermos organização humanitária e vai ficar muito caro, pois ao transporte acrescenta-se o desalfandegar e levar até ao destino", explicou Susana Antunes, também ela com viagem marcada para aquele país, para "supervisionar e acompanhar a entrega dos estojos aos 10 mil alunos" que apoiam em Catió.

 

29
Dez21

Tribunal Europeu pede a Rússia para suspender dissolução de ONG

Niel Tomodachi

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) apelou hoje às autoridades russas para que suspendam a decisão de dissolução da organização não-governamental (ONG) Memorial, a principal estrutura de defesa dos direitos fundamentais na Rússia.

Tribunal Europeu pede a Rússia para suspender dissolução de ONG

No âmbito de um processo de urgência acionado pela Memorial, o TEDH, com sede em Estrasburgo (França), pediu hoje ao Governo russo para suspender a decisão por um período de tempo "necessário" a que o tribunal possa analisar o requerimento apresentado pela ONG.

"O tribunal decidiu indicar ao Governo da Rússia (...) que, no interesse das partes e da boa tramitação dos processos que lhe são submetidos, a execução das decisões de dissolução das organizações candidatas deve ser suspensa", referiu o TEDH num texto enviado à agência France-Presse (AFP), inicialmente publicado pela ONG russa na rede social Twitter.

Um tribunal de Moscovo ordenou hoje a dissolução do Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Memorial, um dia depois da extinção judicial da principal estrutura desta emblemática organização, decisão que suscitou a indignação internacional.

O Centro de Defesa dos Direitos Humanos e a organização-mãe, a ONG Memorial, recorreram junto do TEDH, ao abrigo do artigo 39.º dos regulamentos da instância judicial.

Tal permite ao TEDH ordenar "medidas provisórias" aos 47 Estados-membros do Conselho da Europa, incluindo a Rússia, quando os requerentes estão expostos a "um risco real de danos irreparáveis".

Marija Pejcinovic Buric, secretária-geral do Conselho da Europa, cujo braço judicial é o TEDH, descreveu a dissolução das organizações russas como uma "notícia devastadora para a sociedade civil", manifestando preocupação ao constatar que a Rússia está "a afastar-se mais dos padrões e dos valores europeus comuns".

A deliberação de hoje sobre o Centro de Defesa dos Direitos Humanos surge um dia depois de o Supremo Tribunal da Rússia ter ordenado a extinção da ONG Memorial, a principal organização de direitos humanos do país e guardiã da memória das vítimas dos campos de trabalhos forçados soviéticos.

A decisão de terça-feira corresponde a um pedido do Ministério Público russo, que acusou a ONG de criar "uma falsa imagem da União Soviética como Estado terrorista".

No mesmo dia, a própria ONG prometeu encontrar "meios legais" para continuar com a sua atividade.

A ordem de extinção desta principal organização de direitos humanos russa suscitou de imediato reações de indignação por parte de vários países, como foi o caso dos Estados Unidos da América, França, Alemanha e Reino Unido.

A Memorial foi fundada em 1989, por um grupo de dissidentes soviéticos que incluía o prémio Nobel da Paz de 1975, o físico nuclear Andrei Sakharov.

 

07
Out21

Helpo: Festival do Mundo - Papagaios no Céu pela Solidariedade

Niel Tomodachi

Festival do Mundo - Papagaios no Céu pela Solidariedade

Voos acrobáticos sincronizados, papagaios gigantes entre 10 a 25 metros, ateliês para pintar, montar e lançar papagaios e outras surpresas, com convidados especiais. São estas as propostas do Festival do Mundo, o evento de acesso livre e de cariz solidário, que vai animar a Praia de Carcavelos, em Cascais, no dia 10 de outubro, entre as 10h e as 19h.

O ateliê gratuito de construção de papagaios para as crianças tem também um caráter solidário, uma vez que os participantes serão convidados a efetuar um donativo livre a favor da ONGD Helpo, para apoiar a intervenção desta associação nas comunidades carenciadas do norte de Moçambique.

O Festival do Mundo está integrado na iniciativa “One Sky, One World”, que decorre em simultâneo em dezenas de países em todo o mundo, e que celebra o Dia Mundial da Paz com o lançamento de papagaios, com o objetivo de sensibilizar para a promoção da proteção do planeta, para a paz e para o entendimento global.

O Festival do mundo terá vários momentos de homenagem a Mário de Carvalho, um dos percursores em Portugal dos festivais nacionais e internacionais de papagaios também padrinho da Helpo. Estes momentos pretendem homenagear uma pessoa especial no mundo dos papagaios e, ao mesmo tempo, acentuar uma mensagem de amizade e de paz que era seu apanágio sempre que organizava festivais de papagaios em Portugal.

O evento, organizado pela Associação Cabeças no Ar…Te, e pela Helpo, e com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, da Meteoro e do Carcavelos Surf Center, contará ainda com as atuações da orquestra de percussão Batucando do Montijo.

Traga a família e os amigos.
Estão todos convidados!

 

07
Out21

Doe as suas milhas TAP à Helpo

Niel Tomodachi

 Doe as suas milhas TAP à Helpo

Tem milhas da TAP Air Portugal e não sabe o que fazer com elas? Não vai voar e tem milhas a expirar?
Saiba que pode doar as suas milhas à Helpo e transformá-las em viagens solidárias!
Ao doar milhas à Helpo, está a permitir reduzir substancialmente o custo das nossas viagens e transformar esse custo em benefícios para as comunidades que apoiamos.
Integrado no Programa TAP Miles&Go, o TAP Donate Miles é a iniciativa de responsabilidade social da TAP Air Portugal, que permite aos clientes doar milhas às entidades parceiras que depois as podem trocar por viagens, levando a sua ajuda a quem mais precisa.
Veja como, aqui.

 

04
Set21

Vamos ajudar as crianças de Cabo Delgado a estudar!

Niel Tomodachi

"Life's most urgent question is: What are you doing for others?" - Martin Luther King, Jr.

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(Desculpem pela fotografia, não sou muito fotogénico)

:::::

Vamos ajudar as crianças de Cabo Delgado a estudar.

A campanha de recolha de fundos da Helpo nas lojas Pingo Doce já começou e vai permitir apoiar os estudos de milhares de crianças deslocadas de Cabo Delgado.

"Para as crianças deslocadas, a escola é uma primeira casa" , é um lugar de segurança e de esperança num futuro que teima em ser risonho.

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O seu contributo é muito importante. (Estarei num dos Pingo Doce de Matosinhos)

Faça a diferença na educação destas crianças.

 

Para mais informações: HELPO

 

19
Ago21

Moçambique: Oikos distribui kits de emergência a mais de 15.750 pessoas

Niel Tomodachi

A organização não-governamental (ONG) portuguesa Oikos anunciou hoje, Dia Mundial da Ação Humanitária, que distribuiu kits de emergência para mais de 15.750 pessoas no norte de Moçambique, contando com o apoio do Governo português e de entidades públicas e privadas.

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Num comunicado, a ONG refere que foram entregues bens "de acordo com as recomendações internacionais da coordenação da ajuda humanitária", incluindo bens de higiene, bens para abrigo, cabazes alimentares e bens de cozinha.

A iniciativa contou com o apoio do Governo português, através do Camões -- Instituto da Cooperação e da Língua, e "diversas pessoas, entidades públicas e privadas", segundo a ONG.

"Esta é uma resposta face à grave crise humanitária que se vive no Norte de Moçambique e contemplou a distribuição de kits de emergência em centros de acolhimento temporário e famílias de acolhimento a pessoas deslocadas para mais de 15.750 pessoas", explicou o comunicado.

Para assinalar o Dia Mundial da Ação Humanitária, o diretor de operações da Oikos, Ricardo Domingos, sublinhou que a ação humanitária "deve ser a primeira fase de um processo de desenvolvimento, contínuo e sustentável".

A província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, é palco de ataques por grupos armados desde 2017, descritos por vários governos e entidades internacionais como "terroristas".

A luta contra os insurgentes ganhou um novo impulso, quando no dia 08 de agosto forças conjuntas de Moçambique e do Ruanda reconquistaram a estratégica vila portuária de Mocímboa da Praia, que estava nas mãos dos rebeldes desde 23 de março.

Na sequência dos ataques em Cabo Delgado, há mais de 3.100 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, de acordo com as autoridades moçambicanas.

 

16
Ago21

Afeganistão: ONG apela a asilo em Portugal para mulheres e crianças

Niel Tomodachi

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PPDM) apela ao Governo para que conceda asilo político a todas as mulheres afegãs e filhos menores que queiram refugiar-se em Portugal, face ao agravar da situação no Afeganistão.

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Em comunicado hoje divulgado, a PPDM declara-se "apreensiva face à situação atual das mulheres no Afeganistão e à ameaça que sobre elas pesa de um novo governo talibã extremista e desrespeitador da sua integridade física, da sua dignidade humana e dos seus mais elementares direitos".

Perante isto, apela para que, "tendo em conta a capacidade de acolhimento existente, o Governo considere favoravelmente a concessão de asilo político a todas as mulheres afegãs e a suas/seus filhas/filhos menores que queiram refugiar-se no nosso país".

A PPDM recupera uma nota da associação de defesa dos direitos das mulheres afegãs NEGAR, publicada na sua página oficial a 11 de agosto, e na qual se apela a uma atenção internacional a um "degradar" das condições no país desde o início da retirada das tropas americanas.

"As mulheres afegãs estão mais uma vez em perigo, ameaçadas de perder os seus direitos, como nos anos de chumbo (1996-2001, [de domínio talibã no Afeganistão]), refere a nota da associação NEGAR.

A nota, de data anterior à entrada na capital afegã Cabul, refere que nas zonas controladas pelos talibãs naquele momento já existiam diretivas a proibir as mulheres de sair à rua sem ser na companhia de um homem da sua família e a ordenar às comunidades que fossem feitas listas de todas as raparigas com mais de 15 anos e mulheres viúvas menores de 45 anos para "recompensar os combatentes", ou seja, para serem usadas em casamentos forçados com os talibã que vieram do Paquistão para combater no Afeganistão.

Depois de várias ofensivas iniciadas em maio deste ano, na sequência do anúncio dos Estados Unidos da retirada final dos seus militares do Afeganistão, os talibãs conquistaram no domingo a última das grandes cidades que ainda não estavam sob seu poder -- a capital, Cabul -, tendo hoje declarado o fim da guerra no Afeganistão e a sua vitória.

O Presidente afegão, Ashraf Ghani, abandonou o país no domingo, quando os talibãs estavam às portas da capital, enquanto os líderes do movimento radical islâmico se apoderavam do palácio presidencial.

A entrada das forças talibãs em Cabul pôs fim a uma campanha militar de duas décadas liderada pelos Estados Unidos e apoiada pelos seus aliados, incluindo Portugal. As forças de segurança afegãs, treinadas pelos militares estrangeiros, colapsaram antes da entrada dos talibãs na cidade de Cabul.

Milhares de afegãos, em Cabul, tentam fugir do país e muitos dirigiram-se para o aeroporto internacional onde a situação é caótica.

A situação no Afeganistão será ainda debatida na terça-feira numa reunião extraordinária dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 Estados-membros da União Europeia, na qual Portugal será representado pela secretária de Estado dos Assuntos Europeus, já que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, está atualmente de férias.

Foi anunciada para hoje pela Casa Branca uma declaração do Presidente norte-americano Joe Biden.

 

02
Jul21

Síria: Várias ONG formam cadeia humana para pedir retoma da ajuda

Niel Tomodachi

Quase 3.000 trabalhadores humanitários que prestam assistência no noroeste da Síria formaram hoje uma cadeia humana na única passagem de fronteira pela qual entra a ajuda humanitária no país para pedir a retoma de apoio.

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cadeia humana estendeu-se ao longo de três quilómetros, forma encontrada pelas organizações não-governamentais para pedir ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para aprovar a renovação da ajuda humanitária, decisão que só deve ser tomada dentro de dez dias.

"A iniciativa foi organizada para pedir a renovação da abertura da única passagem fronteiriça no noroeste da Síria, a partir a Turquia", explicou à agência noticiosa espanhola EFE um dos organizadores do evento e fundador da organização não-governamental local Violet, Kutaiba Sayed.

Há um ano, o Conselho de Segurança da ONU renovou por 12 meses o mecanismo que permite a entrada de ajuda humanitária através de Bab al Hawa, passagem de fronteira entre a Turquia e o último reduto da oposição na Síria, na província de Idlib, sem passar pelas mãos do regime do Presidente sírio, Bashar al-Assad. 

Os vetos da Rússia e da China, aliadas de Damasco, forçaram então o fecho de uma segunda passagem de fronteira e limitaram o acesso das agências da ONU a apenas uma, que o Conselho de Segurança colocará novamente em votação dentro de dez dias para decidir se permanecerá aberta ou não. 

Os participantes na cadeia humana, representantes de 54 organizações não-governamentais presentes na região, empunhavam cartazes com palavras de ordem como "O Conselho de Segurança da ONU é um mero fantoche nas mãos de Al-Assad?" ou "A ajuda humanitária é um direito, não um privilégio".

Sayed alertou que o fecho de Bab al Hawa significaria um "grande desastre em toda a área noroeste da Síria", que está fora do controlo de Damasco e onde vivem cerca de 4,5 milhões de pessoas, incluindo dois milhões de deslocados, a maioria amontoada em tendas.

O ativista explicou que sete agências das Nações Unidas prestam ajuda indispensável na região com iniciativas como a distribuição de cabazes do Programa Alimentar Mundial (PAM) ou os serviços de abastecimento de água e acesso à educação pela UNICEF.

Sayed frisou estar particularmente preocupado com os possíveis efeitos do fim dos trabalhos da Organização Mundial da Saúde (OMS), encarregada de distribuir vacinas contra a covid-19, e que garante "grande apoio" aos hospitais e centros médicos da região.

"Não existem fontes de vida além da ajuda da ONU porque a área é economicamente pobre e as atividades agrícolas são muito limitadas. Interromper essas ajudas causará uma catástrofe para toda a humanidade", concluiu o fundador da Violet.

 

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