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Little Tomodachi (ともだち)

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09
Jun22

Livraria Lello lança nova versão de “O Principezinho” para ajudar a Ucrânia

(Nós já temos o nosso e tu?)

Niel Tomodachi

É uma das histórias mais bonitas de sempre, corre mundo e atravessa gerações, cria impactos e muda mentalidades com as suas mensagens. Como por exemplo “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”, entre tantas outras. Falamos de “O Principezinho”.

E porque o essencial por vezes é mesmo ajudar e apoiar quem mais precisa, a Livraria Lello, no Porto, lançou uma iniciativa: a obra icónica de Antoine de Saint-Exupéry ganhou uma nova versão em ucraniano, feita por cidadãos do país que se encontra em guerra há mais de três meses. E esta versão, ou as suas vendas, vão precisamente para a UNICEF e daí serão canalizadas para ajudar as crianças vítimas deste conflito.

Segundo adianta o canal de notícias da Câmara do Porto, a iniciativa insere-se na campanha solidária “Livraria Lello X UNICEF – READ FOR UKRAINE”. Assim, e por cada exemplar deste “маленький принц”, à venda na livraria ou online, dez euros revertem para o apoio às crianças da guerra.

 

14
Mai22

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef

Niel Tomodachi

Por cada exemplar vendido no âmbito da iniciativa 'Livraria Lello X UNICEF - READ FOR UKRAINE', dez euros serão dados à Organização. 

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef

Livraria Lello, no Porto, editou 'O Principezinho', obra de Antoine de Saint-Exupéry, em língua ucraniana e irá doar parte do valor da venda do livro à UNICEF para ajuda às crianças da Ucrânia. Por cada exemplar vendido no âmbito da iniciativa 'Livraria Lello X UNICEF - READ FOR UKRAINE', dez euros serão dados à Organização. 

"Ciente de que um livro pode ser uma poderosa arma do bem e o refúgio ideal para uma realidade demasiado difícil de enfrentar, a Livraria Lello editou uma das obras mais vendidas da sua coleção de clássicos da Literatura, 'O Principezinho', em ucraniano", explica a livraria no site oficial.

"A tradução, paginação e revisão da obra ficaram a cargo de profissionais ucranianos, que fizeram o trabalho enquanto viviam, na primeira pessoa, a escalada do conflito", é ainda referido. 

 

Mas como contribuir? 

  • A partir de 28 de abril – Pode adquirir o livro (pré-venda) na loja online da Livraria Lello, por 15,90€. Serão doados 10€ à UNICEF e um exemplar de 'O Principezinho' em ucraniano ser-lhe-á enviado, a partir do dia 24 de maio;

 

  • A partir de 24 de maio – Poderá adquirir o livro na Livraria Lello ou na loja online, por 15,90€ e 10€ serão doados à UNICEF.

 

Notícias ao Minuto

Livraria Lello edita 'O Principezinho' em ucraniano e doa verba à Unicef© Livraria Lello

04
Abr22

O Principezinho chega a Lisboa com música, alegria e video-mapping

Niel Tomodachi

Está em cena no Teatro Maria Matos, em Lisboa, o musical “O Principezinho”, um espetáculo adaptado da história original de Antoine de Saint-Exupéry. A narrativa é conhecida de todos, desde filhos a avós, e fala de “um rapazinho com cabelos cor de ouro e de um piloto perdido no deserto”. Uma fábula sobre amor, amizade e honestidade.

“É um espetáculo que, apesar de ser para crianças, diz muito a todos, mesmo aos adultos.” Quem o afirma é João Duarte Costa. O encenador e diretor da peça acredita que o espetáculo é para toda a família “porque é leve e cativante para os miúdos, pela parte da música e dos efeitos visuais, e interessante para os adultos, que têm recordações de infância” da narrativa. “A joia do espetáculo”, e também do próprio texto original, “são as várias interpretações possíveis” do que é dito.

O musical já passou por Portugal em 2018, também sob produção da Universal Music Portugal, regressando agora com a promessa deque cada exibição é especial. “O objetivo era manter a peça todos os anos, mas veio a pandemia e alterou os planos.” João Duarte Costa sublinha que há muitos espectadores a assistir pela primeira vez, mas há também quem venha repetir, “pois gostaram tanto do espetáculo que viram há uns anos que quiseram rever”. E a magia não se fica pela história tradicional. A peça é recheada de música, canções alegres, personagens virtuais em 3D e efeitos visuais de video-mapping, numa mistura que promete transportar “o público para o mundo fantástico de ‘O Principezinho’”.

Esta versão musicada é um espetáculo original de dois criadores catalães, conta o encenador, acrescentando que, na altura da criação, a peça foi apoiada pela Associação Exupéry, “que a considera fiel ao original do autor”. Há desenhos de Exupéry em video-mapping e os figurinos correspondem ao original. O musical tem tido lotação esgotada. “Ao contrário do expectável, tem havido uma adesão grande, o público tem voltado ao teatro.”

***

O Principezinho
Até maio. Sábados (11 e 16 horas) e domingos (11 horas).
Bilhetes a partir de 16 euros
Teatro Maria Matos, Lisboa

 

17
Fev22

Paris acolhe retrospetiva d'O Principezinho, com manuscrito e desenhos

Niel Tomodachi

Paris acolhe uma exposição retrospetiva do livro 'O Principezinho', de Antoine de Saint-Exupéry, na qual vai ser possível ver o manuscrito e os desenhos originais entre os mais de 600 documentos em torno do livro.

Paris acolhe retrospetiva d'O Principezinho, com manuscrito e desenhos

A exposição pode ser visitada a partir de hoje no Museu de Artes Decorativas, em Paris, sendo uma retrospetiva da obra publicada em 1943 pelo autor, mas que só chegou a França em 1946, depois da morte de Saint-Exupéry, escritor e piloto da Resistência francesa, que se despenhou no Mediterrâneo em 1944 em circunstâncias por esclarecer.

"É a exposição mais importante que se realizou, porque nela encontramos pela primeira vez desde 1943 os desenhos originais d' O Principezinho, vestido de majestade e com o seu lenço amarelo. Pela primeira vez em França vemos o manuscrito original", disse à EFE o sobrinho-neto do escritor, Olivier d'Agay.

A mostra arranca com documentos da infância de Saint-Exupéry, nascido no seio de uma família aristocrática de Lyon em 1900, interessado desde os seus primeiros anos pela escrita e pela ilustração, assim como pelo ainda incipiente mundo da aviação, no qual foi pioneiro.

A sua experiência como piloto, primeiro no correio postal, com o qual viajou por África e mais tarde pela América Latina -- foi diretor da Aeroposta Argentina em 1929 -- e o seu trabalho como repórter são a origem dos seus romances 'Courrier Sud', adaptado ao cinema na época, 'Vol de Nuit' e 'Terre des Hommes'.

O último foi escrito com base no acidente que Saint-Exupéry sofreu em 1935 com o seu mecânico André Prévot num voo entre Paris e Saigão (atual Ho Chi Min, Vietname), ficando vários dias presos no deserto do Sahara, na zona da Líbia, uma experiência que esteve também na origem d' 'O Principezinho'.

"Ele dizia que só podia contar o que tinha vivido, não podia criar ficção. Por isso, escrevia com base em matéria vivida. Na segunda parte da sua vida, mais do que um escritor foi um filósofo e 'O Principezinho' bebe de ambas as correntes, é fruto da sua experiência e das suas reflexões sobre a sociedade, a humanidade", disse o seu descendente.

D'Agay, filantropo dedicado a levar pelo mundo a obra do seu tio-avô, sublinhou que em vida Saint-Exupéry era uma espécie de herói lendário, lenda que se ampliou depois do seu desaparecimento no mar, que chegou a alimentar rumores sobre um possível suicídio.

Mas mais de metade das salas são dedicadas à sua obra mais conhecida, o pequeno livro de apenas uma centena de páginas, ilustrado com aguarelas do próprio escritor e que se converteu no mais traduzido do mundo depois da Bíblia, sendo usado como ferramenta de aprendizagem e inclusivamente de recuperação de dialetos em perigo de extinção.

Foi, por exemplo, o primeiro livro publicado em toba, a língua deste povo étnico do norte da Argentina.

A sua esposa, a salvadorenha Consuelo Suncín-Sandoval Zeceña, com quem teve uma relação conflituosa, aparece também na exposição como o seu grande amor e fonte de inspiração da rosa, símbolo do amor que o protagonista do livro tenta proteger.

Que muitos destes desenhos nunca tenham visto a luz do dia é outro mistério na história de Saint-Exupéry.

Os seus proprietários não quiseram mostrá-los até agora, como havia acontecido com o manuscrito original, exposto pela primeira vez Nova Iorque, em 2014.

A retrospetiva, que devia ter acontecido em 2021, teve que ser adiada devido à pandemia de covid-19 e marca o 75.º aniversário da publicação do livro em França, permanecendo aberta ao público até 26 de junho.

"'O Principezinho' toca os nossos sentimentos mais íntimos", disse o sobrinho-neto de Saint-Exupéry.

"As pessoas encontram nele consolo face à sua tristeza, esperança, respostas e perguntas existenciais. Não é uma questão de gerações, religião ou épocas. É intemporal, universal", acrescentou.

 

08
Dez21

Manuscrito de 'O Principezinho' será exibido pela 1.ª vez em França

Niel Tomodachi

O manuscrito de 'O Principezinho', de Antoine de Saint-Exupéry, nunca exibido em França, estará exposto em Paris entre fevereiro e junho de 2020, anunciou hoje o Museu de Artes Decorativas (MAD).

Manuscrito de 'O Principezinho' será exibido pela 1.ª vez em França

O escritor, ilustrador e aviador francês escreveu este conto em Nova Iorque e Long Island, nos Estados Unidos, onde esteve em exílio entre junho e novembro de 1942.

O manuscrito não saiu dos Estados Unidos desde então, depois do autor o ter confiado à sua amiga, Silvia Hamilton, antes de partir para combater na II Guerra Mundial no norte de África, na primavera de 1943.

Esta amiga vendeu depois o manuscrito à Biblioteca e Museu Morgan em 1968, noticia a agência AFP.

Esta instituição privada vai agora ceder a obra escrita à mão temporariamente ao MAD, que vai acolher a exposição 'Encontro com o Principezinho', entre 17 de fevereiro e 26 de junho, na sua ala do Palácio do Louvre.

A exposição incluirá "mais de 600 peças", como "aguarelas, esboços e desenhos -- na sua maioria inéditos -- mas também fotografias, poemas, recortes de jornais, e correspondências", divulgou o MAD em comunicado.

'O Principezinho', que conta as aventuras em vários planetas de uma criança ingénua mas filosófica, é um dos maiores sucessos da história da literatura mundial.

A obra foi publicada em francês e inglês, em Nova Iorque, em 1943.

Antoine de Saint-Exupéry, que morreria durante uma missão sobre o mar Mediterrâneo em julho de 1944, não assistiu ao destino prodigioso deste conto, que foi publicado em França pela primeira vez em 1946 e está atualmente traduzido para mais de 300 línguas.

O sucesso global deve-se também em parte às aguarelas que ilustram a obra, que permitiram 'gravar' a imagem do jovem personagem na memória coletiva.

 

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