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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

06
Dez22

“As Nadadoras”: o filme impactante sobre duas irmãs sírias que fugiram para a Europa

Niel Tomodachi

Uma delas competiu depois nos Jogos Olímpicos. A história real pode agora ser conhecida na Netflix.

Um dos filmes que estrearam recentemente na Netflix e que têm sido dos mais vistos na plataforma é “As Nadadoras”. Conta a história dramática — e real — sobre duas irmãs que escaparam da Síria em direção à Europa, tornando-se refugiadas. Uma delas acabou por competir nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Dirigido e co-escrito por Sally El Hosaini, o filme baseia-se na realidade, embora vários detalhes tenham sido alterados. Esta é a história de Yusra e Sara Mardini, irmãs que participam em competições de natação no seu país, a Síria — onde vivem com os pais, a irmã mais nova e o pássaro de estimação.

Em 2015, a guerra civil eclode no país árabe. Os protestos pacíficos e pró-democracia são neutralizados de forma violenta pelo regime de Bashar al-Assad — e quando aparecem milícias rebeldes armadas, financiadas por outros estados e organizações, desenrola-se uma guerra que irá devastar o país.

Yusra e Sara Mardini estavam numa competição de natação, literalmente a nadar na piscina, quando o complexo foi atingido por uma bomba. Conseguiram sobreviver, mas foi o clique para se aperceberem de que já não era seguro viver no seu país.

As duas irmãs, ainda adolescentes, decidem então tentar a sua sorte e rumar à Europa. Os pais acreditam tratar-se de um plano demasiado arriscado e preferem ficar na Síria. Mas Yusra e Sara prosseguem com a sua ideia e juntam-se a um primo.

Os três viajam para a Turquia. Depois, apanham um barco que irá fazer a travessia até uma ilha grega, como forma de chegarem à Europa. O destino já sabiam que seria Berlim, a capital alemã. Só que, pelo meio, vão deparar-se com inúmeras peripécias que tornam a sua jornada dramática — que já por si seria, tendo em conta que estavam a abandonar o seu país graças à guerra.

Por um lado, deparam-se com o preconceito de vários cidadãos europeus. Por outro, são enganadas por pessoas que fazem vida a transportar refugiados para a Europa, muitas vezes sem quaisquer condições de segurança — um negócio altamente lucrativo, mas criminoso.

O barco onde seguem em direção à Grécia, aliás, só deveria fazer uma viagem de 45 minutos. Mas quando o motor teve um problema, provavelmente graças ao peso dos 18 migrantes que sobrelotavam a embarcação, a travessia demorou três horas e meia — e as irmãs Mardini, quais heroínas, não hesitaram em atirar-se para a água para usarem as suas habilidades de natação para agarrarem nas cordas e transportarem todos em segurança, ainda que fosse um gesto fisicamente ultra exigente.

O filme acompanha a sua trajetória até chegarem à Alemanha. Quando se aproximam de Berlim, as coisas também não serão tão fáceis como julgavam. Desejavam fazer um pedido de asilo para toda a família, incluindo os pais e a irmã que estão na Síria, mas não lhes dão essa possibilidade. Além disso, têm de viver num campo de refugiados e enfrentar um processo imenso de burocracia.

Eventualmente, começam a ser treinadas por um nadador local. Yusra mantém-se focada no treino, apesar de todas as adversidades, enquanto Sara se concentra mais na sua nova vida social em Berlim. Yusra acaba por conseguir juntar-se a uma equipa de refugiados nos Jogos Olímpicos, onde vai competir no ano seguinte. 

Assim que esta história real se tornou pública, diversos produtores de cinema contactaram as irmãs para tentarem concretizar um filme baseado nas suas vivências. As irmãs recusaram até Yusra deixar os Jogos Olímpicos, porque se queria concentrar ao máximo nas provas. Só depois começaram a negociar com os executivos da indústria — e finalmente estreou então o filme a 23 de novembro. 

O elenco inclui nomes como Nathalie IssaManal IssaMatthias SchweighöferAli SulimanNahel TzegaiAhmed Malek ou James Krishna Floyd, entre outros.

“Vi o filme pela primeira vez com a minha irmã e estávamos a chorar, e depois a rir, e novamente a chorar”, comentou Yusra com a revista “Time”. “Eles fizeram um trabalho incrível. As duas raparigas que nos interpretaram são irmãs verdadeiras do Líbano, por isso entendiam o nosso contexto.”

 

19
Nov22

“1899”: a nova série dos criadores de “Dark” já estreou na Netflix

Niel Tomodachi

O elenco inclui um ator português. Trata-se de um novo mistério para os fãs de histórias complexas.

Com “Dark”Jantje Friese e Baran bo Odar criaram uma das primeiras produções da Netflix não faladas em inglês a tornar-se um sucesso internacional. Abriram caminho, certamente, para que muitas outras séries conseguissem ter oportunidades na plataforma de streaming. Agora, os dois criativos alemães estão de volta com um novo projeto.

“1899” estreou na Netflix esta quinta-feira, 17 de novembro. Trata-se de uma série de oito episódios que conta uma história passada naquele ano do século XVIII — a bordo de um navio chamado Kerberos, que leva imigrantes europeus de Londres para Nova Iorque.

Todos estão à procura de uma nova vida na terra prometida dos Estados Unidos da América. Há passageiros privilegiados, outros das classes baixas, mas reina um espírito de união otimista em torno deste objetivo comum.

Tudo muda, porém, quando o navio se depara com algo inesperado. Não se trata de um icebergue, que seria o desastre do Titanic alguns anos depois, mas sim um sinal de emergência vindo de outro navio. O Prometheus, assim se chama esta segunda embarcação, tinha partido alguns meses antes e desaparecera misteriosamente. Afinal, estava ali.

É em alto mar que o encontro entre os dois navios vai tornar a esperança numa nova vida num pesadelo aterrador de proporções avassaladoras. Se “Dark” contava uma narrativa ultra complexa sobre realidades paralelas e viagens no tempo, “1899” promete não ficar atrás e até ser mais ousada nesse sentido. A revista “Variety”, por exemplo, descreveu a nova série como uma espécie de “Perdidos” em alto mar.

Ao longo dos oito episódios vamos acompanhando as diversas personagens que viajam a bordo do Kerberos. São pessoas de diversas origens e países, que falam várias línguas, pelo que “1899” é uma série de natureza mais internacional do que “Dark”.

A médica Maura Franklin é uma das personagens principais, tal como o capitão viúvo do navio, Eyk. De resto, podemos encontrar por lá um casal francês pouco feliz, dois irmãos espanhóis ou uma geisha. Um dos espanhóis é interpretado pelo ator português José Pimentão, que trabalhou em produções como “Al Berto”, “Eva”, “Valor da Vida” e “Teorias da Conspiração”.

Com ele estão nomes como Emily Beecham (“Salve, César!”), Miguel Bernardeau (“Elite”), Anton Lesser (“A Guerra dos Tronos”), Maciej Musial (“The Witcher”), Clara Rosager (“The Rain”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“The Rain”), Andreas Pietschmann (“Dark”) e Maria Erwolter (“The Ritual”), entre outros. A banda sonora é da autoria do australiano Ben Frost.

 

11
Nov22

The Witcher: Blood Origin ganha trailer e data

Niel Tomodachi

A Netflix revelou o trailer e a data de estreia para a série The Witcher: Blood Origin, que te mostrará as origens desse grupo de misteriosos e poderosos caçadores de criaturas sobrenaturais.

Através do trailer, que termina com a confirmação que The Witcher: Blood Origin estreará a 25 de dezembro em exclusivo na Netflix, podes ver cenas de ação com as principais personagens e ver pela primeira vez o elenco escolhido para a série a executar os seus papéis.

Declan de Barra e Lauren Schmidt Hissrich são os principais responsáveis pela criação do argumento e produção da série, que decorrerá 1200 anos dos eventos vistos na série principal que já conta com 2 temporadas e receberá uma terceira em 2023.

 

06
Nov22

"The Half of It (Se Tu Soubesses…)"

Amor numa não história de amor

Niel Tomodachi

 Assisti a este filme ontem na Netflix e adorei!!!! 

The_Half_of_It_poster.jpeg

Escrito e produzido por Alice Wu, Se Tu Soubesses… estreou na Netflix a 1 de maio de 2020. O filme dá uma nova vida às comédias românticas juvenis e pergunta-nos o que é o amor. Apesar de ter um bom argumento e uma fantástica cinematografia, peca pela falta de emoções fortes.

Ellie Chu é introvertida e uma aluna de excelência que, a troco de dinheiro, faz os trabalhos dos colegas. Chega o dia em que Paul, um rapaz popular, lhe pede para escrever uma carta para dar a Aster, uma rapariga também popular de quem gosta. Por precisar do dinheiro, Ellie aceita e começa assim uma troca de mensagens e o caminho para encontrar amor e amizade.

Se Tu Soubesses

Se Tu Soubesses… preza-se pela distinção face às comédias românticas de adolescentes habituais. Apesar de ter um plot inicial comum, o facto de o rapaz popular falar com a rapariga solitária, as relações entre as personagens não são banais. O filme mostra o quão poderosa pode ser uma conexão intelectual entre duas pessoas e como estas se conhecem através da filosofia, da pintura, da literatura e de crenças que as tornam quem são, em vez dos típicos temas vulgares.

A longa-metragem começa com uma crença da Grécia Antiga relativa a alma gémeas. Ao longo da narrativa, surgem referências a autores como Platão e Oscar Wilde, que refletem sobre o que é o amor. Como Ellie diz em determinado momento: “isto não é uma história de amor”. É sim uma história sobre amor: reflete sobre o que é, as diferentes formas de amar e a procura da outra metade da alma, a aclamada “alma gémea”.

Se Tu Soubesses

A qualidade da cinematografia é rapidamente notória, a começar pela criativa animação inicial, que apela logo ao olho. Para além disso, o que poderia tornar-se aborrecido, como a primeira cena de Ellie a andar de bicicleta, ganha vida pelo uso astuto de diferentes planos. Assim, desde o princípio, é estabelecido o nível de cinematografia que se desenvolve no resto do filme, sendo este cuidado, inteligente e coeso.

A diversidade é um ponto forte na produção. É agradável e importante ver outras culturas que não a americana, como a cultura chinesa e latina, representadas no ecrã. Outro aspeto que dá frescura ao trabalho é o facto de tanto o elenco como Alice Wu, realizadora e produtora, não serem personalidades muito conhecidas. Salienta-se a performance de Leah Lewis e Daniel Diemer, que tornam a relação entre Ellie e Paul mais especial.

Se Tu Soubesses… sustenta um bom argumento com boas representações. Porém, e apesar de eu entender e valorizar a produção de um filme com uma simplicidade que por si só cativa, este infelizmente peca pela falta de momentos fortes que arrebatam com os sentimentos.

 

29
Out22

A história do livro queimado pelos nazis — e que deu origem ao novo épico da Netflix

Niel Tomodachi

"A Oeste Nada de Novo" é a mais recente adaptação da obra que revelou os horrores da I Guerra Mundial.

Quando foi lançado em 1929, “A Oeste Nada de Novo” tornou-se rapidamente no maior sucesso da literatura alemã. Passara uma década do armistício que pôs um fim à I Guerra Mundial e as marcas do conflito ainda estavam bem presentes.

Enquanto meio milhão de alemães compraram a sua cópia nos primeiros meses de venda, outros tantos compatriotas mantiveram-se de pé atrás. Os membros do novo partido Nacional Socialista, que se encontrava em ascensão, duvidavam das intenções do autor, Erich Maria Remarque.

A sua campanha assentava no orgulho nacionalista alemão. Queriam ver a glória do país restaurada e a vergonha da derrota na última guerra apagada. O livro, um testemunho dos horrores vividos na guerra das trincheiras, era uma pedra na máquina da retórica nazi que, eventualmente, levaria Adolph Hitler ao poder.

Remarque, naturalmente, tornou-se num alvo a abater. Foi acusado de ser judeu. De não ter realmente combatido no exército alemão. Valeu de tudo até conseguirem apagar as páginas da memória dos alemães. Quando chegou ao poder, Hitler baniu o livro. Mas não o apagou.

Nove décadas mais tarde, “A Oeste Nada de Novo” continua a ser uma obra marcante, contra a guerra, pela paz. A adaptação é uma produção alemã, dirigida pelo realizador Edward Berger, que chegou esta sexta-feira, 28 de outubro, à Netflix. No papel principal está um novato autor austríaco, Felix Kammerer, acompanhado de alguns nomes importantes do cinema alemão, como Daniel Brühl.

O filme é uma das grandes apostas da plataforma e também do cinema alemão, que já o aponta aos Óscares. Na verdade, não seria inédita a atribuição de uma estatueta a uma adaptação da obra de Remarque.

 

Um ano depois do lançamento do livro, “A Oeste Nada de Novo” era adaptado por Hollywood ao cinema pela primeira vez. Lewis Milestone realizou a longa metragem que recebeu quatro nomeações e conquistou dois Óscares em 1930, o de Melhor Filme e o de Melhor Realizador.

Na Alemanha, o filme foi inicialmente aprovado pela autoridade que garantia a censura estatal. Ainda assim, as sessões ficaram marcadas por inúmeros boicotes, apesar de atraírem ilhares de espectadores.

Grupos de nazis — a mando de Joseph Goebbels, o futuro ministro da propaganda — invadiram salas de cinema, destruíram projetores, soltaram ratos e pequenas bombas de mau cheiro. Tudo para evitar que o retrato tenebroso de Remarque da Grande Guerra atrapalhasse a retórica belicista de Hitler.

A exibição do filme haveria de ser proibida, com a justificação de que não estariam asseguradas todas a condições de segurança. Três anos depois, já no poder, Hitler colocava filme e livro na sua lista negra.

Erich Remarque, ao contrário do que acusava a propaganda nazi, nascera numa católica família alemã de classe operária. Tal como muitos dos seus colegas, tinha apenas 18 anos quando foi chamado para se alistar no exército e combater pela pátria.

A grande guerra decorria já há três anos, quando foi enviado precisamente para a frente de batalha a oeste, onde os germânicos combatiam as forças francesas. Lutou nas trincheiras e rapidamente sofreu as consequências de uma batalha sangrenta e impiedosa.

Acabaria por sofrer ferimentos que o obrigaram a retirar-se da frente. No hospital, foi gravando na memória os relatos dramáticos dos outros feridos. Manteve-se em recuperação até ao final do conflito, altura em que decidiu prosseguir os estudos e trabalhar como professor, antes de se aventurar como jornalista e editor. Foi também bibliotecário e até piloto de carros de corrida.

Em casa, passava o tempo entre as páginas, a exorcizar a experiência traumática nas trincheiras, a perda dos colegas e amigos, os traumas, o terror. Mais de uma década depois do final do conflito, Remarque tinha finalmente a obra terminada, uma espécie de tributo a uma geração que se perdeu entre a lama e as bombas.

Remarque morreu em 1970, na Suíça
 
 

Entre as vítimas estavam quase sempre jovens, muitos ainda em idade escolar, que entusiasmados com a propaganda do serviço à pátria partiam em busca da glória, apenas para perceberem que eram meros acessórios na máquina de guerra. O livro centra-se no jovem estudante Paul Bäumer, um dos tais jovens que se deixaram encantar pelos discursos patrióticos dos professores. Acaba colocado na brutal frente leste do conflito.

Nas páginas do livro, Remarque relata a carnificina das trincheiras, as noites de solidão e o tédio que assolava os militares nas aparentemente intermináveis horas entre combates. Uma prova que esmagava a ideia idílica de uma “guerra patriótica” e honrada pela pátria e que assustava os nazis, ansiosos por uma nova batalha.

Mas, para essa luta, precisavam de um povo motivado. Os horrores descritos pelo alemão não encaixavam na narrativa. O sucesso nas vendas e a premiada adaptação ao cinema obrigou o regime a tomar medidas drásticas.

Ao aperceber-se do que poderia acontecer, Remarque abandonou o país rumo à Suíça, precisamente um dia antes de Hitler ser eleito. Nos meses seguintes, “A Oeste Nada de Novo” tornava-se numa das obras a ser atirada para as famosas fogueiras, nas quais os nazis destruíam as obras censuradas.

Não ficaram por aí. As autoridades decretaram a remoção da cidadania germânica a Remarque, que se viu arredado do país até à derrota final dos nazis, em 1945. O livro, esse continuou a ser traduzido em dezenas de línguas e a ser lido por todo o mundo.

Em 1979, a obra foi novamente adaptada em filme, desta vez pela CBS, para ser transmitido na televisão. Mais de quatro décadas depois, o épico volta aos ecrãs, com uma mensagem que continua tão válida como há 90 anos.

 

27
Out22

“O Gabinete de Curiosidades”: a série ideal para entrar no espírito de Halloween

Niel Tomodachi

O universo de terror de Guillermo del Toro chegou à Netflix com 8 histórias diferentes. Sim, o Ron de "Harry Potter" é um dos atores.

Não têm faltado estreias de filmes e séries de terror nos últimos tempos — e o principal motivo estará relacionado com a aproximação do Halloween. Um dos principais projetos deste universo chegou à Netflix esta quarta-feira, 25 de outubro. Trata-se de “O Gabinete de Curiosidades” de Guillermo del Toro. Já está no top 10 das tendências televisivas da plataforma de streaming.

O aclamado cineasta mexicano, autor de “O Labirinto do Fauno” ou “A Forma da Água”, é o grande responsável por este projeto. É uma série de antologia de oito episódios — ou seja, cada capítulo conta uma história diferente. Guillermo del Toro apenas escreveu o argumento de dois deles. No fundo, é mais um curador do que outra coisa: convidou vários realizadores a pensarem e concretizarem as suas ideias.

Guillermo del Toro aparece no início de cada episódio, qual apresentador, a abrir “O Gabinete de Curiosidades”. Lá dentro encontramos narrativas diversas. Por exemplo, “Lote 36” centra-se num homem endividado que adquire um espaço de armazenamento de objetos misteriosos para depois o vender — mas dá por si numa situação desesperada e potencialmente mortal. Tim Blake Nelson é o protagonista desta história que alude aos perigos da extrema-direita contemporânea.

Já em “Ratos de Cemitério”, um ladrão de campas assalta a cova de um cadáver rico para obter os seus pertences — até ver o corpo arrastado por uma série de ratos. Ele persegue os animais através de um labirinto de túneis escuros e sinuosos, mas descobre algo bastante pior lá em baixo.

Em “A Autópsia”, um experiente xerife pede ajuda a um amigo médico-legista para que ambos consigam dar sentido ao que terá acontecido a um cadáver encontrado na floresta. “Por Fora” conta a história de Stacey, uma mulher que começa a usar uma loção popular graças às televendas que a deixam vidrada. Essa loção acaba por lhe provocar uma reação alarmante e, depois, uma transformação.

“O Modelo de Pickman”, conto original de HP Lovecraft, foca-se em Will, um estudante de arte cuja vida muda quando conhece o tímido Richard — “cujas composições artísticas abalam profundamente a noção de realidade do jovem”, como se pode ler na sinopse oficial divulgada pela Netflix.

Em “Sonhos na Casa da Bruxa”, um investigador determinado a recuperar a sua irmã gémea — que faleceu vários anos antes — mergulha num reino misterioso e sombrio recorrendo a uma substância. Os dois últimos episódios, “A Apresentação” e “O Murmúrio”, só chegam esta sexta-feira, dia 28.

Ana Lily AmirpourPanos CosmatosCatherine HardwickeJennifer KentVincenzo NataliGuillermo NavarroDavid Prior e Keith Thomas são os realizadores que colaboraram com Guillermo del Toro neste projeto. No elenco encontram-se nomes como F. Murray AbrahamDan Stevens, Rupert Grint, Lize JohnstonKate MicucciDavid HewlettMartin StarrSebastian Roché ou Glynn Turman, entre outros.

 

25
Out22

Young Royals: assista ao trailer da 2ª temporada pela Netflix

Temporada com novos desafios

Niel Tomodachi

Young Royals", 2ª temporada: trailer tem novo personagem e August armado -  Purebreak

A 2ª temporada da série Young Royals, da Netflix, lançou o novo trailer oficial, com novo debate de superação e um medo que está prestes a chegar.

Na nova temporada, Wilhelm não gosta de cumprir seus novos deveres reais e teme ter que pagar um preço muito alto por seu título.

No trailer, vemos Wilhelm e Simon com seus debates, medo e inseguranças, e não sabemos ao certo onde as consequências poderão apresentar algo nessa nova temporada.

Assista ao trailer da 2ª temporada de Young Royals da Netflix:

A nova temporada estreia a 1 de Novembro.

 

25
Out22

“O Diabo em Ohio”: o novo thriller da Netflix que está a conquistar os espectadores

Niel Tomodachi

É uma série que conta a história de uma rapariga que escapa de uma seita obscura. Tem oito episódios.

Chama-se “O Diabo em Ohio” e é uma série de thriller que estreou na Netflix a 2 de setembro. Tornou-se num sucesso logo no fim de semana — neste momento ocupa o segundo lugar do top 10 das tendências da plataforma de streaming.

A atriz principal é Emily Deschanel, que se tornou popular ao protagonizar a série “Ossos” durante 12 anos. Desde que a produção chegou ao fim, em 2017, tem participado nalguns projetos, mas sem grande visibilidade até agora.

Nesta história, interpreta uma psiquiatra e mãe dedicada, Suzanne Mathis. Tem três filhas e um marido que trabalha no ramo imobiliário, mas a sua ocupada vida pessoal não a impede de ser uma profissional de referência, com uma enorme paixão pelo que faz. Como uma das suas filhas explica a uma das irmãs no primeiro dos oito episódios, “ela tenta salvar toda a gente”.

É isso que tenta fazer com Mae, a adolescente que se torna na personagem que irá mexer com tudo e originar a narrativa de “O Diabo em Ohio”. Certo dia, Mae dá entrada no hospital, vítima de um trauma enigmático. Cedo se descobre que tem a marca de um pentagrama nas costas, mas ninguém consegue perceber o que aconteceu, porque a jovem anónima se recusa a falar. É aí que entra em cena Suzanne.

Cheia de compaixão, a psiquiatra acolhe Mae na sua família, dando-lhe uma casa e a possibilidade de se recompor e de começar uma vida normal. Não demora muito até perceberem que a jovem veio de uma seita obscura, uma comunidade isolada numa zona próxima daquele subúrbio do Ohio onde a ação se desenrola.

Enquanto a dinâmica familiar na casa de Suzanne se vai moldando à presença de Mae, as personagens — e os espectadores — vão descobrindo mais sobre o seu passado atribulado, que a levou até ali. Há um polícia à procura da verdade que também estará no seu encalço, enquanto tenta desvendar as práticas satânicas orquestradas naquele culto.

O enredo carregado de tensão baseia-se no livro homónimo publicado em 2017, e a série foi criada pela própria escritora, Daria Polatin (com experiência televisiva, graças ao seu trabalho como argumentista em produções como “Jack Ryan” ou “Condor”). Por sua vez, o livro foi inspirado numa história real.

O elenco também inclui nomes como Sam Jaeger, Gerardo Celasco, Madeleine Arthur, Xaria Dotson, Alisha Newton, Naomi Tan, Jason Sakaki ou Evan Ellison, entre outros. O projeto foi apresentado como uma minissérie pela Netflix, o que significa que não deverá ter continuação.

 

27
Set22

Vem aí a prequela de “The Witcher” e já há data de estreia

Niel Tomodachi

A história acontece 1200 anos antes das aventuras de Geralt de Rivia. Vai ser lançada ainda este ano.

A prequela do fenómeno “The Witcher” vai estrear ainda este ano. O spin-off chama-se “The Witcher: Blood Origin” e vai ser o presente de Natal perfeito para todas as pessoas que não resistem à fantasia da produção. Estreia exatamente no dia  25 de dezembro.

Ao longo de seis episódios, a minissérie narra os acontecimentos que levaram ao fenómeno da conjunção das esferas no original da Netflix. A ação decorre 1200 antes da história que já conhecemos e está focada nas vivências dos elfos e na criação do primeiro witcher. Ou seja, muito antes da jornada de Geralt de Rivia, interpretado por Henry Cavill.

“Num mundo dominado pelos elfos mais de mil anos antes dos eventos de “The Witcher”, sete párias unem-se numa sangrenta demanda contra um poder imparável”, pode ler-se na sinopse.

No Twitter da gigante do streaming, foi ainda apresentada a imagem promocional da novidade tão antecipada. Duas espadas cruzadas servem como presságio para o que aí vem: os mundos vão colidir.

A prequela é realizada por Sarah O’Gorman e Vicky Jewson, o elenco conta com nomes como Michelle Yeoh, Sophia Brown, Laurence O’Fuarain, Mirren Mack, Dylan Moran. Também a atriz Minnie Driver, conhecida por “O Fantasma da Ópera”, foi anunciada como uma das atrizes que irá dar vida à história.

25
Set22

A data de estreia da nova temporada de “The Crown” foi antecipada para novembro

Niel Tomodachi

Os próximos episódios chegam à Netflix antes do previsto. A sexta e última série de capítulos está prevista para outubro de 2023.

A série britânica sobre a família real “The Crown” é um dos maiores sucessos da Netflix. E, depois dos últimos acontecimentos, é mais esperada do que nunca. A plataforma de streaming fez um favor aos fãs e desvendou que a nova temporada dos capítulos dedicados ao clã Windsor estreiam dia 9 de novembro.

Depois de muito se especular qual seria o dia exato para o regresso de “The Crown”, a plataforma de streaming aproveitou o festival TUDUM para revelar a data oficial. Os próximos capítulos retratarão um período bastante intenso na família real, com o divórcio dos três filhos de Isabel II, o incêndio no Castelo de Windsor, a substituição de Margaret Thatcher por John Mayor e, é claro, a morte da princesa Diana.

Nesta temporada, Diana será interpretada por Elizabeth Debicki e o príncipe Carlos por Dominic West. Imelda Staunton será a rainha Isabel II e Jonathan Pryce o príncipe Filipe. Jonny Lee Miller vai vestir a pele de John Major e Lesley Manville a da princesa Margarida. Senan West será o príncipe William.

As gravações de “The Crown” estiveram paradas durante várias dias, na sequência da morte da rainha Isabel II, mas foram retomadas. A sexta e última temporada está prevista para outubro de 2023.

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