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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

08
Out22

Este workshop gratuito no Porto vai ensinar os miúdos a andarem de bicicleta

Niel Tomodachi

O programa especial está marcado para Campanhã nos dias 9 de outubro e 12 de novembro.

Numa altura em que se procura uma mobilidade cada vez mais amiga do ambiente e em que a cidade até promove formas de transporte diferentes, é também comum que muitas pessoas não saibam sequer andar de bicicleta. Não falamos só de miúdos, há muitos adultos que, por várias razões, nunca aprenderam a pedalar.

Esse problema pode ficar finalmente resolvido já no próximo domingo, 9 de outubro. Através da iniciativa “Pedala com a Cofidis”, a Federação Portuguesa de Ciclismo, com o apoio da autarquia portuense, está a promover uma ação para ensinar toda a gente a andar de bicicleta.

A ação está marcada para o Largo da Estação da Campanhã. Qualquer pessoa, a partir dos três anos, poderá participar. Existem dois turnos — das 10 às 13 horas e das 15 às 18 horas —, nos quais se podem inscrever até 20 pessoas para aprender ou aperfeiçoar técnicas básicas de domínio da bicicleta.

“Estas sessões decorrem num ambiente descontraído e num perímetro delimitado, seguro e sem tráfego. No final é de esperar que os participantes sejam capazes de pedalar sozinhos, manterem o equilíbrio e direcionar a bicicleta para a direção desejada, evitando obstáculos”, explica a Ágora, no seu site.

A ação tem percorrido várias cidades do País desde março. No Porto, vai decorrer a 9 de outubro e a 12 de novembro. A participação é gratuita. As inscrições já estão disponíveis.

 

19
Ago22

Orientação sexual e identidade de género: como compreender e acolher os miúdos?

Niel Tomodachi

“Mãe, sou não-binário!”. Que quer isto dizer, afinal? Para compreender melhor, fomos falar com quem percebe do assunto.

Aos poucos vamo-nos apercebendo, enquanto pais e adultos, que a identidade de género e a orientação sexual são percebidas de forma muito diferente hoje em dia do que eram quando nós eramos adolescentes.

Hoje, o género não tem apenas um número finito de opções, mas parece ser como um espectro de variações. Também na sexualidade parece haver uma maior liberdade e aceitação das diferentes escolhas. Muitas crianças e adolescentes manifestam-se abertamente apoiando a causa LGBT+ e preocupam-se muito com a homofobia.

 

Como esta é uma realidade diferente da que conheceram na sua infância e juventude, os pais podem sentir-se perdidos na melhor forma de entender e comunicar com os seus filhos. Foi a pensar neste desafio que falámos com a Inês Mota, Psicoterapeuta, Terapeuta de Casal e Familiar na Associação Casa Estrela do Mar, e com a M. Joana Almeida, Psicóloga clínica e terapeuta sexual no Centro de Desenvolvimento Infantil Diferenças.

Aprendemos muito, e queremos partilhá-lo convosco. Leiam e partilhem também com outros pais!

Em que idade é definida a identidade de género? 

Quando falamos de identidade de género falamos da identificação íntima e pessoal com o género e que pode corresponder ou não ao género atribuído à nascença.

Desde a infância que as crianças percebem as diferenças anatómicas e iniciam a aprendizagem dos papéis, atitudes e comportamentos de género. A identificação com o género inicia-se assim na infância e é importante que desde esta fase seja dado espaço às crianças para expressarem e explorarem  as suas expressões de género (papeis, atitudes e comportamentos).

 

Assim, não há uma idade  definitiva e final, mas sim um processo de exploração e crescimento que é progressivo e até pode mesmo ser fluído e vir a ter mudanças que nos parecem grandes e inesperadas mais tarde.

(Em conversa ouvimos uma mãe contar que a sua filha lhe disse que alguns dos colegas da sua filha eram não binários. A mãe desvalorizou, na sua opinião são miúdos que só querem ser diferentes, ou identificar-se com um grupo. Afinal, o que é ser não binário?)

 

O que é ser não binário?

O termo não binário refere-se às pessoas que não se identificam necessariamente como pertencendo a um dos géneros, ou seja a sua identidade de género vai para além do binómio masculino/feminino, sendo possível que se identifiquem com ambos os géneros ou mesmo com nenhum.

Pode ser confuso hoje em dia sentir tanta liberdade de auto-determinação e diversidade em função do género, mas os adultos e os jovens não tiveram sempre uma distância entre si e em como viam o mundo?! Desvalorizar e tratar como se fosse uma moda só vai afastar mais os pais, mães e outros adultos dos jovens e das suas vivências.

 

Como é que podemos ajudar as crianças no seu processo de inclusão?

Importa olhar para o masculino e feminino não como polos padronizados e opostos mas mais como um continuum de possibilidades ao longo do qual cada um de nós se pode identificar e expressar em termos de género.

Assim, é importante que durante o desenvolvimento  as crianças ou adolescentes possam explorar e expressar as suas expressões de género e a  sua individualidade, (não sendo condicionados  a modelos de género pré-concebidos).

Os adultos próximos também poderão abordar de forma positiva as questões de identidade e expressão de género de forma a que os/as jovens sintam a segurança de ser aceites, sintam a possibilidade de fazer um coming out familiar (se e quando o  quiserem fazer), e se sintam valorizados enquanto pessoas, para além do género e das suas expressões.

Importante também que os adultos procurem estar presentes ,atentos e disponíveis numa postura de abertura, promovendo momentos de diálogo e expressão de sentimentos.

Criando contextos de partilha, diálogo, expressão de sentimentos num ambiente de respeito mútuo os pais estão a favorecer modelos saudáveis de comunicação  e a contribuir para um contexto familiar de integração. É ainda importante que as figuras parentais possam apoiar a criança ou jovem no que for necessário, procurando também perceber e respeitar a forma como preferem ser tratados bem como a utilização de pronomes mais ajustada.

Sabemos que quem explora a sua diversidade sexual e de género com apoio familiar o faz de maneira mais saudável, mais protegida de discriminações e com maior satisfação – seja qual for o destino a que chega ao longo da sua juventude e como adulto. O amor incondicional das famílias é muito valioso nesta descoberta e como ferramenta de resistência e proteção pessoal dos riscos sociais existentes de discriminação e violência.

 

Como ajudar os adultos a entenderem e aceitarem?

É importante os pais saberem que é natural terem dúvidas e preocupações relativamente à diversidade de comportamentos e expressões de género das crianças e adolescentes e terem consciência de que precisarão de tempo para se adaptar à nova realidade e que também eles estão em processo de adaptação, durante o qual poderão atravessar diferentes estados emocionais também naturais aos processos de adaptação. Poderá ainda acontecer que os vários elementos familiares se adaptem de formas e em ritmos diferentes mas é importante que saibam que poderão conhecer-se melhor neste caminho e saír mais coesos enquanto família.

Por vezes observa-se a tendência de auto-culpabilização dos pais pelo percurso dos filhos, mas a afirmação dos filhos relativamente à sua identidade e expressão de género e orientação sexual não contém em si nada de negativo, como apenas diz respeito à individualidade destes.

Desenvolver e adoptar uma atitude positiva relativamente à orientação sexual e expressão de género dos seus filhos e filhas é importante e para tal os pais poderão recorrer ao apoio de instituições ou profissionais especializados nestas temáticas que os ajudem no esclarecimento de questões e na desconstrução de crenças e preconceitos.

Para os ajudar nesse processo poderão também frequentar grupos de pais ou falar com pais que tenham atravessado situações semelhantes. A AMPLOS tem ajudado muitas famílias a compreender melhor a sua situação e os caminhos que podem tomar através de um apoio de pares. 

Procurar informação rigorosa e científica pode igualmente ajudar, mas tendo em atenção as fontes de onde se bebe, pois há muita informação online que é pouco fiável e enganadora.

É importante que se valorize a confiança e a abertura como meios para a inclusão da família e dos pais no crescimento e nas descobertas que o adolescente está a viver no amor ou nas relações.

 

Com que idade é definida a orientação sexual?

A orientação sexual refere-se à atracção sentida (física, afectiva, emocional e sexual) em termos do género relativamente ao género do próprio.

Na adolescência, fase importante da experimentação sexual dão-se alterações biofisiológicas, psicológicas e sociais expressivas e é também na puberdade ou adolescência que se observa uma especificação da orientação sexual embora a percepção da orientação sexual também possa ocorrer na idade adulta (podendo haver ainda um desfazamento temporal entre a percepção da orientação sexual e a revelação da mesma).

Assim, a orientação sexual é melhor entendida em termos de um processo que se desenvolve ao longo da vida do que um evento que ocorre num momento determinado.

Os adolescentes são muito curiosos sobre os diferentes tipos de orientação sexual: falam de ser gay, bi, assexual e aromantic, pansexual…

Porque é isto tão importante para eles? Haverá uma necessidade de se encaixarem num modelo?

Estas orientações sexuais são fluidas, no sentido em que podem experienciar alguma orientação e mais tarde terem outra orientação?

A adolescência é a fase mais activa da exploração e afirmação da identidade, o que engloba a exploração da identidade sexual, e as terminologias também podem ser entendidas como buscas de expressões por parte dos jovens que melhor definam e expressem a sua orientação sexual.

A adolescência como fase de exploração e experimentação da vida tem realmente esta necessidade de encaixar num modelo, de pensar que o seu modelo é melhor que os outros? Quem nunca pensou que “os outros” se vestem mal, ouvem a música errada e ainda não perceberam como resolver os problemas do mundo?!

Neste momento, e na nossa cultura ocidental, europeia, global a auto-determinação em função do sexo e género é fundamental. Os jovens de hoje cresceram num mundo em que as minorias sexuais e género têm uma visibilidade nunca antes vista, têm direitos humanos defendidos e implementados e acedem a uma igualdade que a história não oferecia antes. É natural que os jovens de hoje sejam mais sensíveis à homofobia e transfobia e que se zanguem com uma sociedade que ainda não é inteiramente respeitadora e inclusiva. 

Mas não são só os jovens que podem ter orientações e identidade fluídas e mostrarem mudanças ao longo da vida- também acontece aos adultos. 

Associamos categorias de identidade à orientação sexual, mas talvez fosse mais correto pensarmos as nossas vivências afetivas e relacionais como menos deterministas e mais livres. Talvez as grandes perguntas não sejam “o que sou?” mas “onde estou?” no que toca à diversidade de género. 

 

 Como é que os pais devem lidar com a orientação sexual dos filhos de forma a ajudá-los a terem uma vida plena e realizada?

É importante que os pais e mães consigam promover espaços de diálogo nos quais os adolescentes se sintam seguros para partilhar e expressar as suas opiniões e sentimentos e se sintam aceites para fazer um coming out. 

É relevante também que os pais e mães adoptem uma postura de abertura, compreensão, valorização e aceitação das opiniões e expressões emocionais dos filhos procurando não as desqualificar ou criticar.

Os pais podem procurar informação e ajuda especializada para esclarecerem dúvidas, desconstruírem crenças e preconceitos e desenvolverem e transmitirem a mensagem de que as pessoas com orientações sexuais minoritárias podem ter vidas plenas e realizadas.

Apesar de nos processos de adaptação os pais poderem precisar do seu tempo para digerir as suas emoções é importante que não se adopte uma postura de silêncio sobre o tema, que não se culpabilize a criança ou jovem pelas adaptações familiares e que se continue a conseguir momentos de vivências afectivas familiares.

Relativamente aos namoros dos filhos com orientações sexuais minoritárias é importante que os pais procurem agir de forma semelhante à adoptada nas relações amorosas dos irmãos.

No processo geral é importante que os pais contribuam para que os filhos lidem de forma positiva com a orientação sexual e identidade de género e que estes se sintam aceites, seguros de si e preenchidos em termos de auto-estima, num contexto de tanta importância como o familiar. Os pais e mães estão assim a contribuir para que os seus filhos ou filhas se tornem mais resilientes para lidar com situações mais desafiantes provocadas por fatores de stress externos.

 

Também seria interessante pensar como a Escola tem um papel importante na informação dos jovens e na sua proteção contra a descriminação, não?

A colaboração com a escola é fundamental para a integração social dos jovens que pertencem a minorias sexuais de género e muitas vezes são os encarregados de educação que a promovem, mantêm e fazem as escolas evoluir e descobrir como intervir. Mas isto seria um outro artigo…

 

Texto /Source by https://pumpkin.pt/

09
Jun22

Já pode inscrever os miúdos nos campos de férias de verão do Zoo Santo Inácio

Niel Tomodachi

Vão ser dias com muitos jogos, preparação dos alimentos para os bichos e descoberta do mundo animal.

Férias de verão e animais na mesma frase tem tudo para ser bom. Melhor ainda só mesmo os campos de férias do Zoo Santo Inácioem Avintes, Vila Nova de Gaia, para os miúdos que gostam da companhia dos animais.

De 4 de julho a 12 de agosto, o maior e mais verde parque zoológico do norte do País vai ter campos de férias de verão com várias atividades para os pequenos tratadores, como preparação de alimentos, jogos, workshops e a descoberta do mundo animal.

“Queremos que os mais novos se divirtam muito ao ar livre, descubram o papel de cada animal na natureza e aprendam a respeitá-la. As crianças de hoje são os adultos de amanhã e, por isso, acreditamos que este tipo de atividades fazem a diferença em relação ao futuro do nosso planeta”, afirma Teresa Guedes, diretora do Zoo Santo Inácio.

As inscrições para este mega campo de férias já estão abertas e podem ser feitas online. O programa custa 22 euros por dia, valor que inclui todos os materiais necessários para as atividades previstas, bem como duas refeições e seguro.

É uma boa oportunidade para os miúdos conhecerem as novas e adoráveis suricatas que nasceram recentemente no Zoo Santo Inácio. Além destas crias, o zoológico alberga cerca de 600 animais de 200 espécies diferentes, como leões, chitas, hipopótamos, pítons, iguanas, avestruzes, pinguins, entre muitos outros.

 

03
Jun22

Porto vai ter aulas de vela gratuitas para os miúdos

Niel Tomodachi

O projeto destina-se a idades entre os sete e os 13 anos e tem duração prevista de sete meses.

Prepare os miúdos porque até novembro há aulas gratuitas de vela no Porto. Está aí a iniciativa “Vela Atlântico para Todos” e as inscrições já estão abertas.

O projeto vai desenvolver-se nas águas do Atlântico, onde poderão realizar-se batismos de vela, campos de férias e bolsas de escola de vela. Com o objetivo de “possibilitar a crianças e jovens o primeiro contacto com a vela”, como explica a Ágora no seu site, a iniciativa vai decorrer ao longo dos próximos sete meses e permitirá que centenas de miúdos se iniciem neste desporto.

As atividades destinam-se a idades entre os sete e os 13 anos, com especial foco em miúdos de escolas públicas e instituições de solidariedade social. As inscrições poderão ser feitas através do site do Clube de Vela Atlântico (CVA).

A iniciativa “Vela Atlântico para Todos”, organizada pelo clube, tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude, no âmbito do Programa Nacional Desporto para Todos. Além desse, conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, através da Ágora.

“Este programa torna-se de extrema importância no âmbito da promoção da atividade marítima e do desporto da vela para crianças, de forma inclusiva, permitindo desconstruir a ideia de que a vela é um desporto exclusivamente de elite”, diz o CVA no seu site, acrescentando: “esta modalidade e a forma como pretendemos desenvolver este programa, contribui, decisivamente, não para a formação de desportistas, mas também para a formação de cidadãos, conscientes, respeitadores e amigos do mar”.

 

12
Abr22

Escolas vão ensinar alunos a partir dos 10 anos a andar de bicicleta na estrada

Niel Tomodachi

A aprendizagem acontecia em recinto fechado. Agora, a transição vai ser feita em grupos pequenos, com um máximo de cinco alunos.

Espera-se que, no próximo ano letivo, bicicletas e capacetes de todos os tamanhos comecem a chegar aos agrupamentos do 2.º ciclo. Isto porque as escolas vão ficar encarregues de ensinar os alunos a usarem este transporte. O manual técnico, citado pelo “Jornal de Notícias”, prevê que, do primeiro ao quarto ano”, a aprendizagem tenha lugar em recinto fechado e que, a partir dos 10 anos, aconteça no “espaço público”, tanto em contextos urbanos de “baixa” como de “alta densidade”.

A transição de dentro da escola, “em perímetro limitado e seguro”, para o exterior deve acontecer em grupos pequenos, com um máximo de cinco alunos, sempre acompanhados por professores ou estudantes experientes, de acordo com o mesmo manual.

A mobilidade em bicicleta é uma das apostas da estratégia do Desporto Escola até 2025. Na sequência deste programa, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destina 2,8 milhões de euros à compra do material necessário para esta aprendizagem, que será entregue aos agrupamentos escolares.

 

04
Abr22

O Principezinho chega a Lisboa com música, alegria e video-mapping

Niel Tomodachi

Está em cena no Teatro Maria Matos, em Lisboa, o musical “O Principezinho”, um espetáculo adaptado da história original de Antoine de Saint-Exupéry. A narrativa é conhecida de todos, desde filhos a avós, e fala de “um rapazinho com cabelos cor de ouro e de um piloto perdido no deserto”. Uma fábula sobre amor, amizade e honestidade.

“É um espetáculo que, apesar de ser para crianças, diz muito a todos, mesmo aos adultos.” Quem o afirma é João Duarte Costa. O encenador e diretor da peça acredita que o espetáculo é para toda a família “porque é leve e cativante para os miúdos, pela parte da música e dos efeitos visuais, e interessante para os adultos, que têm recordações de infância” da narrativa. “A joia do espetáculo”, e também do próprio texto original, “são as várias interpretações possíveis” do que é dito.

O musical já passou por Portugal em 2018, também sob produção da Universal Music Portugal, regressando agora com a promessa deque cada exibição é especial. “O objetivo era manter a peça todos os anos, mas veio a pandemia e alterou os planos.” João Duarte Costa sublinha que há muitos espectadores a assistir pela primeira vez, mas há também quem venha repetir, “pois gostaram tanto do espetáculo que viram há uns anos que quiseram rever”. E a magia não se fica pela história tradicional. A peça é recheada de música, canções alegres, personagens virtuais em 3D e efeitos visuais de video-mapping, numa mistura que promete transportar “o público para o mundo fantástico de ‘O Principezinho’”.

Esta versão musicada é um espetáculo original de dois criadores catalães, conta o encenador, acrescentando que, na altura da criação, a peça foi apoiada pela Associação Exupéry, “que a considera fiel ao original do autor”. Há desenhos de Exupéry em video-mapping e os figurinos correspondem ao original. O musical tem tido lotação esgotada. “Ao contrário do expectável, tem havido uma adesão grande, o público tem voltado ao teatro.”

***

O Principezinho
Até maio. Sábados (11 e 16 horas) e domingos (11 horas).
Bilhetes a partir de 16 euros
Teatro Maria Matos, Lisboa

 

03
Abr22

Há um novo livro gratuito que explica a guerra na Ucrânia aos miúdos

Niel Tomodachi

Chama-se “A Cor do Meu Medo” e pretende ser pedagógico sobre este tema que tem dominado o espaço mediático.

Foi lançado em março um livro que ajuda a explicar a guerra na Ucrânia às crianças. Chama-se “A Cor do Meu Medo” e é um ebook infantil gratuito que foi lançado pela empresa Betweien, focada em projetos educativos.

O objetivo é apresentar, de forma simples, aquilo que as famílias podem estar a viver no país do leste da Europa. Esta história apresenta a perspetiva de uma criança no contexto de guerra. E fala do papel dos pais perante todas as dúvidas.

O livro pode ser descarregado nas redes sociais e no site da Betweien. No âmbito do mesmo projeto, foi composta a música “Pintar o Mundo”, que conta com um videoclip simbólico.

 

29
Mar22

A Páscoa no Zoo Santo Inácio leva os miúdos à descoberta de animais selvagens

Niel Tomodachi

De 11 a 14 de abril, os participantes podem assistir de perto à alimentação dos animais e interagir com as várias espécies.

Se ainda não sabe como vai entreter os miúdos durante as férias da Páscoa, esta é uma boa sugestão. O Zoo Santo Inácio (em Avintes, Vila Nova de Gaia) retoma este ano os seus campos de férias na natureza, destinados a crianças entre os seis e os 13 anos de idade.

Além de conhecer e alimentar os animais, os mais novos vão poder ajudar na preparação das refeições e acompanhar os tratadores durante as suas atividades nestas férias escolares, de 11 a 14 de abril. Pelo meio, não vão faltar jogos ou trabalhos manuais.

Os “Campos de Férias da Páscoa”, com vagas limitadas a 30 crianças por dia, obrigam a inscrição. O valor diário a pagar, que inclui o acompanhamento de monitores, refeições, seguros, atividades e material, é de 22€.

O Zoo Santo Inácio abriu em 2000 e, atualmente, já favoreceu o nascimento de mais de 150 crias integradas nos programas de Preservação EEP. A niala, antílope que apresenta um dimorfismo sexual acentuado, sendo os machos muito maiores e de cor diferente das fêmeas; o panda vermelho, pequeno mamífero avermelhado que adora andar no cimo das árvores, passando a maior parte do dia a descansar; e a ema, segunda maior ave, depois da avestruz, são algumas das espécies que pode conhecer neste jardim zoológico.

 

16
Mar22

Dia 19 de março vá à Torre dos Clérigos e ao Planetário da Marinha de borla (com os miúdos)

Niel Tomodachi

Para usufruir desta iniciativa lançada a propósito do Dia do Pai apenas tem de visitar os monumentos com os seus filhos.

O Dia do Pai está cada vez mais próximo, e não há plano melhor do que passar um dia inteiro com a nosso progenitor, enquanto descobrimos coisas novas (ou revisitamos aquelas que tanto gostamos). Para tornar isto possível, são vários os monumentos que oferecem entradas gratuitas neste dia.

A Torre dos Clérigos, no Porto, convida as famílias a desfrutarem da “melhor vista do mundo”, disponibilizando entradas sem qualquer custo associado a todos os pais (do sexo masculino) que se façam acompanhar pelos filhos. No topo do marco portuense será recebido por uma vista de 360 graus sobre a cidade.

Já na capital, é o Planetário da Marinha que abre as portas (gratuitamente) para todos os pais a 19 de março. O processo é o mesmo: só tem de o visitar com os seus filhos. Lá dentro, poderá conhecer o espaço sideral através do novo sistema de exibição da abóboda celeste, que conta com “oito projetores de vídeo, dispostos a toda a volta do auditório e que criam uma imagem única e coerente em toda a cúpula — é a chamada realidade imersiva”, conta João Silva Ramos, o diretor do planetário, à “Lusa”.

Com este recurso à tecnologia de realidade virtual, a experiência leva-nos (quase literalmente) para outro mundo. “Com este sistema de vídeo digital navegamos numa nave espacial, fazemos uma descolagem da terra, navegamos no sistema solar, saímos da nossa galáxia, vamos até aos confins do universo e voltamos à terra”, adianta.

 

05
Mar22

Novo jogo tipo Pokémon Go põe os miúdos à procura de baús cheios de alimentos saudáveis

Niel Tomodachi

O jogador que ficar em primeiro lugar recebe o prémio mais desejado: a visita dos personagens Heróis da Fruta à sua escola.

A obesidade infantil tem vindo a diminuir na última década, mas continua a atingir um em cada três miúdos portugueses. Quase 30 por cento dos menores entre os seis e os oito anos sofrem de excesso de peso em Portugal. Em apenas 10 anos, deixámos de ser o segundo País europeu com maior prevalência de excesso de peso infantil e passámos a ser 14.º — o que representa uma grande melhoria na saúde infantil portuguesa.

Os dados são de um estudo realizado pelo COSI Portugal publicado em outubro de 2021. Este documento afirma ainda que a “evolução positiva [de Portugal], ainda pouco frequente em outras regiões internacionais, pode resultar de várias iniciativas conduzidas pelo estado português, pelos profissionais do Serviço Nacional de Saúde e outras partes interessadas.”

Tanto as escolas como os pais têm incentivado os miúdos a praticarem exercício físico, quer através do desporto escolar ou em atividades extracurriculares. E agora foi lançada uma nova aplicação que promete tirar os miúdos do sofá e pô-los a aprender mais sobre a alimentação saudável: os Heróis da Fruta.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) lança esta sexta-feira, 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, a aplicação Heróis da Fruta, um jogo gratuito de realidade aumentada para telemóveis, inspirado numa popular série de animação televisiva.

O jogo Heróis da Fruta é uma caça ao tesouro ao estilo Pokémon Go, que incentiva as famílias a sair de casa e caminhar ao ar livre, de telemóvel na mão, à procura dos 500 baús à solta pelas ruas de mais de 100 municípios portugueses.

Cartas encontradas
 
 

Cada baú contém uma saqueta de cartas escondida, que é revelada quando lhe é apontada a câmara do telemóvel. Existem centenas de cartas para colecionar e segredos para descobrir sobre alimentação saudável, mas também missões para completar ou até pontos que valem prémios.

As recompensas são bilhetes de cinema para os primeiros 100 classificados no ranking nacional, mas existem ainda brindes exclusivos, como vouchers para parques temáticos, zoológicos ou aquários. Para o jogador que ficar em primeiro lugar está reservada a distinção mais desejada por todos: a visita dos personagens Heróis da Fruta à sua escola.

Depois do sucesso da iniciativa ‘Heróis da Fruta’ nas escolas e série infantil, foi fundamental para a APCOI conseguir montar um projeto capaz de envolver ao mesmo tempo crianças e respetivas famílias numa maior consciencialização da sociedade para a obesidade infantil e, consequentemente, na adoção de hábitos de vida que contribuam para a prevenção desta doença, que afeta atualmente uma em cada três crianças”, destaca Mário Silva, presidente da APCOI.

Para descobrir o mapa com a localização de todos os baús basta aceder ao site. A aplicação Hérois da Fruta é gratuita e encontra-se já disponível nas app stores dos sistemas operativos iOS e Android.

 

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