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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

28
Jan22

Marcha do Orgulho LGBT está de regresso às ruas de Londres, 3 anos depois

Niel Tomodachi

O desfile marca o 50.º aniversário do primeiro evento que não se realiza desde 2019 devido à pandemia de Covid-19.

A última vez que a Marcha do Orgulho LGBT decorreu em Londres foi em 2019, há três anos. A pausa na realização do evento aconteceu devido à pandemia, uma vez que a festa junta habitualmente milhares de participantes. Este ano está de regresso às ruas da capital britânica.

Será um evento bastante especial. que incluirá a comemoração do 50.º aniversário da primeira edição. A efeméride levou os organizadores a pedirem ao governo para declarar 2022 como “o ano queer”.

A Marcha do Orgulho LGBT de Londres está marcada para o dia 2 de julho. Em 2022, os participantes vão desfilar lado a lado com os intervenientes na marcha UK Black Pride, que alerta para a desigualdade social sofrida pelas pessoas negras e pertencentes à comunidade. 

Os membros e apoiantes da causa LGBT+ também são convidados a fazer uma doação de qualquer valor monetário, através do site da marcha.

 

 

24
Jul21

Mais de dez mil pessoas juntas na Marcha do Orgulho na Hungria

Niel Tomodachi

Mais de dez mil pessoas juntaram-se à Marcha do Orgulho que hoje se realizou no centro de Budapeste, em solidariedade com lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e intersexuais (LGBTI+), alvo de leis e políticas discriminatórias na Hungria.

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"Toda a Europa está a observar o que se passa na Hungria", vincou Terry Reintke, co-presidente do Intergrupo LGBTI+ do Parlamento Europeu, perante os manifestantes reunidos na Praça Madách, no centro da capital húngara, de onde partiu a marcha, em direção ao parque Tabán.

"Estamos aqui contra o ódio, a deriva do Estado de Direito e a vaga autoritária", vincou a eurodeputada.

O governo húngaro do Fidesz (democrata-cristão ultranacionalista), liderado por Viktor Orbán, aprovou recentemente uma lei considerada homofóbica, que, entre outras coisas, proíbe que se fale sobre homossexualidade nas escolas.

Na convocatória da marcha, os organizadores assinalavam que "os últimos tempos foram muito stressantes, desesperantes e aterradores para a comunidade LGBTI+". O Governo húngaro "desterra, na sua própria pátria, a comunidade LGBTI+", denunciam.

Na Marcha do Orgulho, tradicionalmente colorida, participaram políticos da oposição, atores, músicos, desportistas e outras figuras conhecidas da sociedade.

Mas o desfile contou também com solidariedade estrangeira, com mais de 40 embaixadas e instituições culturais presentes na Hungria a apoiarem, em comunicado conjunto, a Marcha do Orgulho em Budapeste.

Várias organizações de extrema-direita, como o movimento Pátria Nossa e a Federação Alfa, convocaram uma contramanifestação, na qual participaram poucas dezenas de pessoas.

A polícia foi mobilizada para evitar confrontos e incidentes.

A polémica lei de proteção de menores, aprovada pelo Parlamento húngaro em junho e criticada interna e internacionalmente, começou por propor um endurecimento das penas contra a pedofilia, mas, pouco antes da votação, foram acrescentadas disposições relacionadas com a homossexualidade e a mudança de sexo.

No poder desde 2010, o primeiro-ministro Viktor Orbán tem adotado políticas para "defender os valores cristãos".

A Comissão Europeia desencadeou um processo de infração contra o Governo húngaro, a 15 de junho, considerando que essas políticas discriminatórias violam os valores europeus fundamentais da tolerância e da liberdade individual.

O processo pode levar a uma ação no Tribunal de Justiça da União Europeia e depois a sanções financeiras.

Orbán classificou o processo desencadeado pela Comissão Europeia como "vandalismo legal" e, na quarta-feira, anunciou que a lei em causa será objeto de referendo, pedindo o apoio dos eleitores.

"Bruxelas atacou claramente a Hungria", contestou, num vídeo publicado na sua página na rede social Facebook.

O Tribunal Europeu de Justiça e o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm condenado regularmente a Hungria por reformas que visam a justiça, os meios de comunicação, os refugiados, as organizações não-governamentais, universidades ou minorias.

 

03
Jul21

Centenas de pessoas participaram na Marcha do Orgulho Gay no Porto

Niel Tomodachi

Muitas centenas de pessoas, a grande maioria jovens, aglomeraram-se hoje na Praça da República, no Porto, para participarem na Marcha do Orgulho Gay, que este ano teve como tema "Orgulho na Nossa Rua".

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"Estamos a tentar que as regras sejam cumpridas, é difícil porque não podemos estar junto a cada pessoa e perguntar se fazem parte do mesmo agregado ou, pelo menos, do mesmo grupo de amigos, mas temos o papel de garantir que tudo ocorre em segurança", disse à Lusa um dos voluntários responsáveis por fazer cumprir as regras impostas pela Direção Geral de Saúde (DGS) para contrariar o aumento de casos de covid-19 ocorrido nos últimos dias.

Francisca Ferreira, da comissão organizadora, garantiu que "as restrições impostas pela DGS estão a ser cumpridas por elementos da organização e voluntários".

"Uma vez que estamos em pandemia e o número de casos tem vindo a aumentar, foi decidido pela comissão organizadora ter pontos de desinfeção ao longo do percurso, encurtar a marcha e não realizar o tradicional arraial", disse, em declarações à Lusa.

Depois de concentrados durante cerca de uma hora na Praça da República, os participantes saíram, acompanhados pela PSP, em direção à Avenida dos Aliados para a leitura do manifesto e para fazer o ponto de situação do abaixo assinado que decorre até domingo para reivindicar a atribuição do nome da transexual Gisberta Salce Júnior, assassinada há 15 anos no Porto.

"Este ano temos focado muito na questão da rua, este é o acrónico que usamos para a iniciativa que lançamos para termos uma rua com o nome da Gisberta Salce Júnior, cuja morte trágica deu inicio à própria marcha. Este ano queremos relembrar isso, já que se assinalam os 15 anos desse crime", disse à Lusa Sofia Brito, também da comissão organizadora.

Segundo a ativista, o objetivo é "assinalar e tentar fazer alguma reparação histórica".

Neste momento, "temos mais de seis mil assinaturas do abaixo assinado que decorre até amanhã, dia em que se realiza o Porto Drag Festival", que este ano será em homenagem a Vítor Fernandes/Natacha Semmynova, recentemente falecido, um ativista e representante da comunidade LGBTQI+ do Porto.

O abaixo assinado será posteriormente entregue na Câmara do Porto para "demonstrar e fazer ouvir a voz e a vontade das pessoas que moram e vivem no Porto".

A marcha do Orgulho do Porto é organizada por uma comissão composta por representantes de coletivos, partidos políticos e associações que trabalham com a comunidade LGBTQI+.

O objetivo da marcha continua a ser reclamar direitos e denunciar situações, nomeadamente, de discriminação e de violência.

 

02
Jul21

Marcha do Orgulho LGBTI+ no Porto mantém-se apesar dos alertas das autoridades de saúde

Niel Tomodachi

A Marcha do Orgulho LGBTI+ vai manter-se, este sábado, no Porto, apesar de a Administração Regional de Saúde do Norte não aconselhar a realização do evento.

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A marcha com o lema "Orgulho na Minha Rua", de defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gays, transexuais, intersexuais e queer, acontece este sábado à tarde e começa na Praça da República, no Porto. O evento vai contar com medidas de segurança que, garante a organização, cumprem as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A autoridade de saúde pública adianta ao JN que, apesar de não ter emitido qualquer parecer, a Administração Regional de Saúde do Norte "já informou a organização do evento que desaconselha eventos/festas que promovam aglomeração de pessoas, tendo em conta a situação epidemiológica que nesta data se verifica na cidade do Porto e concelhos limítrofes".

 

Maria Francisca, da organização da Marcha do Orgulho LGBTI+ no Porto, diz que o evento "não é uma festa" mas uma manifestação, tendo a realização da mesma sido comunicada à autarquia do Porto e às autoridades policiais.

A porta-voz confirma terem recebido recomendações das autoridades de saúde, que vão ser colocadas em prática, como em qualquer manifestação em altura de pandemia.

"Estamos conscientes da fase pandémica em que estamos e, por isso, temos 80 voluntários ao longo da marcha a consciencializar as pessoas de que é preciso cumprir as regras", esclarece Maria Francisca.

Entre os cuidados da 16.ª edição da Marcha do Orgulho LGBTI+, no Porto, está a diminuição do tempo da intervenção dos coletivos e partidos políticos, para evitar aglomerações a ouvir os manifestos, e as faixas da marcha serão sempre levantadas pelas mesmas pessoas, de forma a não haver trocas.

A 19 de junho, a Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa cancelou a iniciativa no próprio dia após a DGS ter emitido um parecer desfavorável devido ao contexto epidemiológico. A organização criticou a resposta na "véspera" da marcha, apesar "das tentativas de contacto continuadas ao longo de dois meses".

 

13
Mai21

Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa regressa à rua em junho

Niel Tomodachi

As celebrações irão, contudo, respeitar as medidas de segurança sanitária.

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Após ter ficado pelas janelas e plataformas digitais em 2020, a Marcha de Orgulho LGBTI+ de Lisboa vai voltar a sair à rua este ano no próximo dia 19 de junho. 

O anuncio foi feito pela comissão organizadora do evento que garante que, no entanto, as comemorações irão cumprir "todas as medidas de segurança recomendadas pelas autoridades de saúde", sendo obrigatório o uso de máscara, o respeito pelo distanciamento físico ou a higienização das mãos. 

As celebrações começarão a partir das 18h00, marchando pela Avenida da Liberdade, desde a Praça do Marquês de Pombal até à Praça dos Restauradores. 

"Depois de um ano marcado pelo aumento da precariedade e da discriminação de várias minorias, em que suspendemos algumas liberdades em prol da segurança, a Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa vem relembrar que a luta pelos direitos de todas as pessoas continua viva, desconfinada e com toda a força. Ocuparemos as ruas da cidade para que a nossa voz se faça ouvir uma vez mais, celebrando o que conquistámos e lutando pelo que há por conquistar", pode ler-se numa nota na divulgação do evento, nas redes sociais. 

A Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa é constituída pela AMPLOS; APF Lisboa, Tejo e Sado; GAT - Grupo de Ativistas em Tratamento; GTP (Grupo Transexual Portugal); ILGA Portugal, Lóbula; Opus Diversidades, Panteras Rosa; PolyPortugal; Por Todas Nós, QueerIST; Queer Tropical; rede ex aequo e pela TransMissão.

 

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