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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

27
Mai22

"Peónia" de Pearl S. Buck

Niel Tomodachi

A história de um amor impossível na China do século XIX.

Wook.pt - Peónia

Sobre o Livro:

China, década de 1850. Peónia, uma criança chinesa, é vendida como serva a uma família judia rica de Kaifeng. Os judeus viveram durante centenas de anos nessa região do país mas, em meados do século XIX, a assimilação começou a afetar a sua comunidade. Peónia e o filho da família, David, crescem juntos e, quando se apaixonam um pelo outro, irão enfrentar uma forte oposição de todos os lados.

A tradição proíbe o seu casamento, e a família já tem em mente a filha de um rabino para mulher de David. Entretanto, Peónia tem também um conflito interior para resolver - o confronto entre o seu amor por David e a devoção à família adotiva.

Baseado em factos históricos, Peónia é um romance há muito celebrado pelo tratamento subtil e imparcial das tradições em colisão. Uma história envolvente sobre amor, identidade e a tragédia e a beleza que se encontram na interseção de duas culturas díspares.

 

Sobre a Autora:

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1938

Escritora norte-americana, Pearl Sydenstricker Buck nasceu a 26 de junho de 1892, em Hillsboro, no estado da Virgínia Ocidental. Filha de um missionário que dedicou muitos anos de vida à tradução da Bíblia da língua grega para a chinesa, Pearl Buck passou, em consequência, a sua infância na China. Educada pela mãe e por um professor particular chinês, estudioso do confucionismo, aprendeu este idioma antes de poder falar inglês.
Em 1907 foi enviada para um colégio interno em Xangai, onde estudou até 1909. Seguiu-se um período em que colaborou com uma associação de refúgio e apoio a prostitutas e escravas sexuais chinesas. Viajou depois para os Estados Unidos da América, com o intuito de prosseguir a sua educação, estudando Psicologia no Randolph-Macon Woman's College da Virgínia.
Tendo recebido o seu diploma em 1914, regressou à China para ocupar o cargo de professora numa missão presbiterana, mas a sua mãe adoeceu gravemente, pelo que Pearl Buck teve que passar dois anos a cuidar dela. Quando esta conseguiu recuperar, Pearl Buck foi viver com o Dr. John Lossing Buck, um agrónomo com quem tinha casado pouco tempo antes, para uma aldeia no Norte da China.
Passou então a trabalhar com o marido, viajando pelas áreas rurais como sua intérprete e desempenhando também as funções de professora. O casal mudou-se para Nanquim no início da década de 20, onde Pearl Buck trabalhou como professora universitária das cadeiras de Literatura Inglesa e Norte-Americana.
Em 1924 regressou aos Estados Unidos da América, em busca de auxílio médico especializado para a sua filha mais velha que sofria de um atraso mental. Recebeu a licenciatura em Literatura pela Universidade de Cornell em 1926. O casal tornou à China no ano seguinte, mas teve que ser evacuado pouco depois para o Japão, em consequência da eclosão da Guerra Civil Chinesa.
Em 1930 publicou o seu primeiro romance, East Wind: West Wind, modestamente acolhido pela crítica. Seguiu-se-lhe The Good Earth (1931), romance original por conseguir conciliar uma prosa de tom bíblico com a estrutura das sagas narrativas chinesas. A obra seria vencedora de um Prémio Pulitzer, e tornada em filme em 1937.
Em 1935 divorciou-se do primeiro marido para casar com o seu editor, Richard Walsh, com quem foi viver para a Pennsylvania. No ano seguinte, foi nomeada membro do Instituto Nacional das Artes e Letras norte-americano. Em 1938 tornou-se a primeira mulher norte-americana a ser alguma vez galardoada com o Prémio Nobel.
Em 1939 publicou The Patriot, obra em que a autora deixava transparecer a sua desilusão quanto à possibilidade de cooperação entre os povos. Optou por se orientar para uma vertente mais humana, lutando pelos direitos e melhoria das condições das crianças asiáticas, muitas delas fruto de relações entre ocidentais e asiáticas, e assim estigmatizadas e abandonadas. Assim, dedicou algumas obras a essas relações inter-raciais, como The Angry Wife (1949) e The Hidden Flower (1952). Pearl Buck e o seu marido empreenderam esforços em favor de causas humanitárias, que culminaram com a criação da Fundação Pearl Buck.
Após a morte de Richard Walsh, Buck deu início a uma relação com Ted Harris, um professor de dança cerca de quarenta anos mais jovem, e que veio a tomar conta da Fundação Pearl Buck.
A autora faleceu a 6 de março de 1973, em Danby, no estado do Vermont.<brz
 Pearl S. Buck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.</brz

 

25
Mai22

"Romance de Verão" de Emily Henry

Niel Tomodachi

Edição Limitada com Sprayed Edges

Wook.pt - Romance de Verão

Sobre o Livro:

January é uma escritora romântica e uma otimista por natureza. Augustus é um escritor literário indiferente ao amor e frio por opção. Mas January e Gus têm em comum mais do que pensam. Ambos estão: Falidos. Paralisados por bloqueios criativos. Obrigados a escrever bestsellers antes que o verão acabe. A morar ao lado um do outro.

O resultado? Uma aposta para trocar de género literário e ver quem é publicado primeiro.

Durante o verão, Augustus vai escrever uma história feliz, enquanto January vai escrever o próximo Grande Romance Americano.
O risco? Ao contarem as histórias um do outro, as suas vidas poderão ficar viradas do avesso. Mas ela vai levá-lo em visitas de pesquisa dignas de um filme de Hollywood, e ele vai detestar. E ele vai apresentá-la a sobreviventes de um culto mortífero no meio do nada (obviamente) e ela vai ficar indiferente. Certo? Ambos terminarão os seus livros e ninguém se apaixonará. A sério. Mesmo a sério. É isso que vai acontecer. (…)

 

Sobre a Autora:

Emily Henry 

 

24
Mai22

Tigre de Papel: a livraria independente de Lisboa que é obrigatório conhecer

Niel Tomodachi

Abriu em 2016 e tanto vende livros novos como clássicos. O espaço acolhe ainda eventos diversos, sobretudo ligados à literatura.

É em Arroios, em Lisboa, que fica a Tigre de Papel, uma das mais conceituadas livrarias independentes da cidade. Abriu portas em junho de 2016 e desde então mantém-se como uma referência — sobretudo para os leitores mais dedicados, curiosos e interessados em edições independentes e de autor.

“Na raiz está uma espécie de projeto a dois, que resultou de uma série de conversas com um amigo de há muitos anos, o Bernardino Aranda, que já tinha experiência de trabalho em livrarias e papelarias, no negócio dos livros escolares, etc.”, explica à NiT o gerente da Tigre de Papel, Fernando Ramalho.

“Em conversa foi surgindo esta questão de eventualmente podermos, a dada altura, ter uma livraria, com determinadas características, com certo perfil literário, de seleção de livros, e ao mesmo tempo um espaço onde pudessem acontecer alguns eventos”, acrescenta. “Entretanto foram-se juntando outras pessoas — a minha colega Rita, outros que foram entrando e saindo — e em junho de 2016 abriu a Tigre de Papel.”

Fernando Ramalho destaca uma série de vertentes que acabam por diferenciar a Tigre de Papel. “Tínhamos três ou quatro ideias que usámos mais ou menos como base: uma é a questão de vendermos livros novos e usados, sem que no espaço da organização da livraria haja uma distinção clara entre os dois. Ou seja, os livros estão misturados, há uma divisão normal temática e por género.”

O espaço acolhe vários eventos.
 
 

E acrescenta: “não é tanto aquela lógica das livrarias de alfarrabista, que existem e têm o seu papel e que se centram sobretudo naquela ideia da circulação dos livros mais raros e difíceis de encontrar — numa lógica quase de colecionador e de pesquisa muito dirigida. Aqui, de vez em quando, aparecem alguns desses livros, mas no geral a nossa lógica é fazer circular os livros. É vendê-los a um preço acessível e sublinhar a ideia de que um livro depois de ser lido continua vivo. Pode passar para outras mãos, para outras pessoas e é isso que nos interessa com esta atividade dos livros em segunda mão, procurando que tenham um preço suficientemente acessível para que continuem a circular”.

Fernando Ramalho conta que várias pessoas se dirigem à Tigre de Papel para venderem ou oferecerem livros que têm em casa e de que já não precisam. “Nos livros novos também procuramos que a oferta livreira se centre sobretudo nas editoras independentes, mais pequenas, temos muitas edições de autor que dificilmente se encontrarão nas grandes superfícies livreiras. Eventualmente será uma diferença em relação a outras livrarias que existem pela cidade. Não nos fazia sentido criar uma livraria que fosse igual às grandes.”

Outra das vertentes tem a ver com a programação regular que a Tigre de Papel acolhe no seu espaço. Por ali costumam acontecer lançamentos e apresentações de livros, debates, encontros, atividades para os miúdos, projeções de filmes ou concertos. 

Tem livros novos e usados.
 
 

“Quem tenha interesse em organizar atividades aqui terá sempre muita facilidade e abertura da nossa parte. É só uma questão de vermos se se adequa ao tipo de programação que temos — regra geral, sim — e, por outro lado, se é possível conciliar as datas e os horários. Mas tem acontecido muito. À medida que a livraria vai ficando um pouco mais conhecida, as pessoas acabam por nos vir propor fazer cá atividades”, explica Fernando Ramalho.

Entre julho e setembro, a Tigre de Papel aposta também nos livros escolares. “É um tipo de livros que já muito poucas livrarias têm. Ou seja, durante muitos anos era onde se compravam os livros escolares. Depois, com a concentração do mercado livreiro, as grandes editoras passaram a ter os próprios meios de venda dos livros e o negócio foi ficando cada vez mais difícil e menos rentável. Por isso, muito poucas livrarias subsistiram com essa atividade. No nosso caso havia esta experiência passada e resolveu-se aproveitá-la e mantê-la aqui.”

A Tigre de Papel expandiu a sua atividade ao criar uma pequena editora, que entretanto também se tornou numa distribuidora. “Permite-nos manter um contacto muito regular com as outras livrarias independentes que existem em Lisboa e no resto do País — e que nos dá a oportunidade de editar alguns livros de que gostamos e que achamos que devem ser publicados e estarem disponíveis.”

A Tigre de Papel pode ser seguida no Facebook e no Instagram, sendo que no site oficial encontrará mais informação sobre a livraria e os respetivos projetos. Está aberta todos os dias — durante a semana, entre as 10 e as 20 horas; aos fins de semana, entre as 10 e as 18 horas. Se não se quiser deslocar ao espaço, pode encomendar livros para casa.

 

24
Mai22

"Os Cavalos de Hitler" de Arthur Brand

A incrível e verdadeira história do detetive que se infiltrou no submundo nazi

Niel Tomodachi

Wook.pt - Os Cavalos de Hitler

Sobre o Livro:

A incrível – e verdadeira – história de um dos roubos mais extraordinários do século XX.

Quando o detetive Arthur Brand é convocado para uma reunião com o seu antigo mentor e esquivo negociador do mundo da arte, recebe uma pista que poderá solucionar um dos mistérios da Segunda Guerra Mundial: o que realmente aconteceu às estátuas favoritas de Hitler, os Schreitende Pferde («cavalos galopantes») de Josef Thorak, que todos julgavam desaparecidas durante o bombardeamento de Berlim. Contra todas as probabilidades, a pista revela-se verdadeira e Brand lança-se na busca das estátuas. Isto leva-o a mergulhar num mundo terrível, onde a ideologia nazi continua bem viva e a ser financiada pela venda de memorabília do Terceiro Reich. As apostas são cada vez mais altas à medida que Brand e a sua equipa, com o precioso auxílio de um comissário da polícia alemã, preparam uma armadilha para apanhar os criminosos que tentam vender as estátuas no mercado negro. Mas quem são esses criminosos? E conseguirá Brand desmascará-los antes que a sua verdadeira identidade seja descoberta?

 

Sobre o Autor:

Arthur Brand estudou Espanhol e História antes de se especializar em arte e antiguidades, e é atualmente o detetive de arte mais proeminente da Holanda. Algumas das suas descobertas, como pinturas de Dalí e Picasso, um anel roubado a Oscar Wilde e cinco quadros do Museu Westfries – sem esquecer os Schreitende Pferde de Hitler –, ganharam notoriedade mundial. O valor total dos casos resolvidos por Brand é estimado em mais de 220 milhões de euros.

Traduzido para 14 países, os direitos cinematográficos foram recentemente adquiridos pela MGM.

 

Até há pouco tempo, os especialistas acreditavam que a maior parte da arte nazi fora destruída na Segunda Guerra Mundial. Mas isso mudou em janeiro de 2014, quando Arthur Brand recebeu fotografias de duas estátuas, os cavalos de bronze […] de Hitler.

USA Today

Lê-se como um romance de John le Carré.

Nieuwsuur

Nunca o adjetivo vibrante foi tão adequado a uma história.

El Imparcial

A descoberta mais surpreendente dos últimos anos.

The Wall Street Journal

A história de como dois enormes cavalos de bronze [...] de Hitler foram recuperados – e que inclui confrontos com [...] nazis – é melhor do que qualquer filme.

Het Nieuwsblad

O “Indiana Jones do mundo da arte” mergulhou na aterrorizante subcultura neonazi, confrontando-se com a filha de Himmler. Uma história incrível.

Daily Mail

Brand reconstruiu a caótica jornada dos cavalos desde 1945, tendo como resultado um thriller intrigante que conta a pura verdade.

Le Point

 

23
Mai22

"Sete Dias em Junho" de Tia Williams

Niel Tomodachi

Wook.pt - Sete Dias em Junho

Sobre o Livro:

Sete dias para se apaixonarem, quinze anos para esquecerem e sete dias para recuperarem tudo de novo...

Quando Eva Mercy e Shane Hall se cruzam num evento literário em Nova Iorque, a faísca entre os dois é inegável, deixando toda a comunidade de autores negros em polvorosa. À primeira vista, Eva e Shane nada têm em comum. Ela é uma famosa autora de fantasia erótica que vive com a filha de 12 anos. Ele é um enigmático autor de ficção literária que se esquiva às luzes da ribalta.

O que ninguém sabe é que, quinze anos antes, quando eram adolescentes, Eva e Shane passaram uma intensa semana juntos, sete dias que lhes mudaram a vida para sempre. Agora, além de não conseguirem negar a química que ainda os une, começam a ter dificuldade em continuar a esconder um passado partilhado que influenciou a escrita de ambos.

Durante uma quente semana de Junho, Eva e Shane reaproximam-se, mas ela não tem a certeza de poder confiar no homem que lhe partiu o coração e só quer que ele se vá embora rapidamente, para conseguir recuperar o equilíbrio da sua vida. Mas antes que Shane volte a desaparecer, Eva precisa que ele lhe responda a algumas das perguntas que ficaram tantos anos sem resposta.

 

Sobre a Autora:

Tia Williams trabalhou durante quinze anos como editora de beleza das revistas Elle, Glamour, Lucky, Teen People e Essence.
Em 2004, foi pioneira no setor dos blogues de beleza, com o galardoado site Shake Your Beauty.
Atualmente, é diretora editorial da Estée Lauder Companies.

 

«A história de amor bem construída seria suficiente para deliciar os leitores, mas Tia Williams também explora a maternidade, a feminilidade, a paixão pela escrita e a ténue linha entre romance e desgosto de amor.»
Booklist

«Visceral, arrebatador e espirituoso… Uma história de amor profundo.»
Vogue

 

23
Mai22

"Os Dez Degraus" de Fernando J. Múñez

Niel Tomodachi

Wook.pt - Os Dez Degraus

Sobre o Livro:

Amo-te tanto que me dói a vida se não te tenho…
Reino de Castela, 1283.
Alvar León de Lara, cardeal da Cúria Romana, 20 anos depois de ver a sua alma destruída pelo amor a uma mulher, regressa à abadia onde iniciou o seu postulado.
O pedido especial do seu antigo mentor desencadeia a tragédia: enigmas por trás de portas ocultas, crimes inexplicáveis, símbolos que conduzem a pistas e pistas que conduzem a logros.
Uma descida vertiginosa que fará Alvar enfrentar a verdade da mulher que lhe partiu o coração, a intransigência dos cobardes, a luta por manter-se entre os vivos e, finalmente, os Dez Degraus.
Fernando J. Múñez, autor do bestseller A Cozinheira de Castamar, transporta-nos para o lado mais obscuro da Idade Média, onde os personagens enfrentam demónios antigos que habitam entre nós ainda hoje: os preconceitos, as ideias irracionais e os dogmas inquestionados.
Dez Degraus podem ser os dez passos que faltam para fazer a diferença.

 

Sobre o Autor:

Fernando J. Múñez (Madrid, 1972) descobriu o encanto pela escrita ainda criança. Com 14 anos iniciou o seu primeiro romance e, aos 18, desenvolveu os primeiros guiões de cinema. Depois de se licenciar em Filosofia, iniciou a sua carreira como realizador de publicidade, acumulando os anúncios com curtas-metragens, e completando a formação académica em Cinematografia nos Estados Unidos. Em 2012 realizou Las nornas, exibido no Festival de Cinema de Alicante e na Seminci (Semana Internacional de Cinema) de Valladolid.
A Cozinheira de Castamar é o seu primeiro romance

 

23
Mai22

"Posturas de Yoga" de Natalie Heath

Niel Tomodachi

Os melhores instrumentos para fortalecer o corpo e equilibrar a mente.

Wook.pt - Posturas de Yoga

Sobre o Livro:

O objetivo desta obra é tornar o yoga mais acessível e ajudá-lo a cultivar um exercício regular. É ideal para praticar um pouco todos os dias e fazer uma sessão mais longa uma vez por semana.

Aqui irá encontrar sequências para reduzir as dores de costas, aliviar a tensão no pescoço e nos ombros, fortalecer a parte superior do corpo, melhorar a flexibilidade, estimular um sono profundo, equilibrar os chakras e aumentar a energia matinal, entre outras.

Inclui um manual ilustrado e a oferta de um baralho de 50 cartas.

 

Sobre a Autora:

Natalie Heath é uma escritora, poeta, coach espiritual e terapeuta energética.
É professora de yoga e meditação, além de terapeuta holística, com qualificações em diversas modalidades da cura energética.

 

23
Mai22

"Não Quero Fraldas" de Miriam Gonçalves

Niel Tomodachi

Um guia infalível para o treino do bacio e um manual para acabar com a enurese.

Wook.pt - Não Quero Fraldas

Sobre o Livro:

Ajudar uma criança a deixar as fraldas pode parecer uma das tarefas mais difíceis do mundo. Será que já tem idade? Bacio ou sanita? Deixo de lhe dar líquidos à noite? E nas viagens de carro, volto a pôr a fralda por causa dos descuidos?

São muitas as questões que surgem na cabeça dos pais ou cuidadores da criança e que, juntas, fazem do desfralde uma complicação muito maior do que na realidade é. Este livro irá mostrar como o treino do bacio pode decorrer sem muitos percalços.

Dividido em duas partes distintas, a primeira tem como objetivo ensinar um treino correto do bacio. Escrito de forma simples e clara pela psicóloga clínica e especialista em enurese (chichi na cama) Miriam Gonçalves, será um salva-vidas para pais e cuidadores.

A segunda parte é dedicada à Enurese, uma condição que afeta mais de 80 mil portugueses dos quatro aos 14 anos. Por vezes, a enurese arrasta-se até à idade adulta limitando muito a vida pessoal e até profissional de quem sofre dela.

Este livro dá dicas e conselhos profissionais de como acabar com a enurese, bem como uma explicação precisa e científica do que é e como acontece. Com anos de experiência, formação e investigação, a autora encontrou os melhores métodos para noites secas e tranquilas.

Para que o treino seja ainda mais eficaz e divertido, o livro tem um QR Code com acesso a uma tabela de recompensas e um diploma de criança crescida para entregar no final do treino do bacio.

 

Sobre a Autora:

Miriam Gonçalves

 

23
Mai22

Carlos Vaz Marques lança editora de livros

Niel Tomodachi

O jornalista e editor apresentou a Zigurate nos últimos dias. As duas primeiras obras já estão disponíveis.

O jornalista Carlos Vaz Marques lançou nos últimos dias uma editora de livros. Chama-se Zigurate e é apresentada no site como um projeto que irá apresentar livros “para descodificar a complexidade do mundo”.

Como explicou em conversa no “Maluco Beleza”, programa de Rui Unas no YouTube, a ideia passa sobretudo por traduzir obras de não ficção que tenham uma especial relevância na atualidade. Neste momento já estão disponíveis dois livros em pré-venda: “Na Cabeça de Putin”, de Michel Eltchaninoff e “Quanto Menos Soubermos, Melhor Dormimos”, de David Satter. 

Apesar de se focarem em assuntos diferentes, ambos fazem um retrato do regime político de Vladimir Putin na Rússia, um tema com especial relevância e atualidade tendo em conta a invasão à Ucrânia que começou no final de fevereiro. Carlos Vaz Marques traduziu ambos os trabalhos, que estão à venda num pacote conjunto, por 30,42€.

Também no “Maluco Beleza”, o moderador de “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer” revelou que está agora a traduzir um livro sobre o líder chinês Xi Jinping, que será o próximo trabalho a estar à venda na Zigurate.

Carlos Vaz Marques começou por escrever no “Jornal de Letras” e a literatura sempre lhe foi um universo muito próximo. Na “TSF” recomendava livros aos ouvintes e mantém-se como editor de uma das secções da Tinta-da-China.

 

23
Mai22

"Tudo o que Aprendi com as Minhas Filhas" de Catarina Raminhos

Niel Tomodachi

Wook.pt - Tudo o que Aprendi com as Minhas Filhas

Sobre o Livro:

Com três letrinhas apenas se escreve a palavra mãe, mas para filhas é preciso o dobro. No caso da Catarina, o triplo: da paciência, da disponibilidade, da concentração, da comida…
Todos os dias são dias de ensinar alguma coisa: que não se come com as mãos, que a roupa suja é para pôr no cesto, que a sociedade espera muito mais das mulheres do que dos homens… Mas a verdade é que uma mãe também aprende. Mesmo naqueles dias em que já não pode ouvir as filhas que não se calaram desde que saltaram da cama.

Catarina Raminhos tem aprendido muito. Por exemplo, que as camisas largas e compridas são para se usar com um nó, que pintar as unhas é uma forma de empoderamento, que as riscas vão bem com bolas, afinal, ou que o amor pelos filhos é mesmo incondicional. Também aprendeu que com o nascimento de um filho, nasce um medo mesmo a sério que nunca mais desaparece. Por outro lado, ficou a saber recentemente que ninguém morre por não tomar banho todos os dias. E se isto não é uma boa descoberta, não sabemos o que é.

Com tantas horas diárias de aprendizagem, Catarina decidiu compilar as coisas mais importantes que as filhas lhe ensinaram e o resultado é este livro que porá qualquer leitor a chorar: seja com lágrimas de comoção, seja a rir às gargalhadas. É que a Catarina tem muita graça. E muita, muita paciência.

 

Sobre a Autora:

Catarina Raminhos é licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. No entanto, a sua relação com a escrita começou ainda em miúda. Na altura, escrever era, ao mesmo tempo, um exercício apaixonante e um sofrimento – «será que está bom? Não conseguirei fazer melhor? Talvez seja apenas razoável!»
Quando terminou o curso, colaborou com o Diário de Notícias e o Jornal de Notícias e trabalhou em vários jornais regionais. Mas o pequeno ecrã acabou por seduzi-la e esteve durante mais de doze anos ligada a produtoras de televisão.
Há três anos acabou por se dedicar plenamente à escrita e à criação de conteúdos digitais.

 

Excertos:

«Há dias em que eu não chego para as três. É muita solicitação. É preciso ter muita disponibilidade mental e destreza física - e eu tenho pouco das duas...
Um dispensador de senhas é que era. Sabem aqueles vermelhinhos, como há nos supermercados? Pendurava-o à cintura, como aquelas bolsas que voltaram a estar na moda, as fanny pack, e depois elas tinham de tirar a sua senha, com um número impresso naquele papel rosa meio gasto.»

 

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