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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

21
Out21

Amadora BD está de volta — com destaque para Lucky Luke e a Mulher-Maravilha

Niel Tomodachi

A Mulher-Maravilha e o mangá também vão estar presentes no festival que arranca esta quinta-feira e se prolonga até 1 de novembro.

Depois de um ano em que aconteceu online, graças à pandemia, em 2021, o festival Amadora BD está de volta com uma edição presencial. O evento arranca esta quinta-feira, 21 de outubro, e prolonga-se até ao dia 1 de novembro.

Uma das maiores novidades é a mudança de espaço. Como o Fórum Luís Camões, onde o Amadora BD se realizou durante 16 anos, foi transformado num centro de vacinação, a organização teve de procurar alternativas. Assim, o núcleo central foi instalado no Ski Skate Amadora Park. Este local acolhe dez exposições de autores portugueses e internacionais. É também aqui que fica a área comercial, que tem os stands das editoras e vai receber sessões de autógrafos. Mas também vai haver mostras na Galeria Municipal Artur Bual e na Bedeteca da Amadora.

Uma das exposições mais importantes é “80 Anos de Diana, a Mulher-Maravilha: Guerreira e Pacifista”. Celebra o 80.º aniversário desta personagem da DC Comics e o impacto que tem hoje — no cinema e enquanto figura feminina no universo da banda desenhada. Esta mostra inclui trabalhos dos portugueses Miguel Mendonça e Daniel Henriques, que fazem ilustrações para a DC.

Há outro aniversário redondo que via ser celebrado no Amadora BD. São os 75 anos do cowboy que é mais rápido do que a própria sombra, Lucky Luke. “Os Herdeiros de Morris” centra-se nos autores que prolongaram a saga após a morte do criador original. Vai haver trabalhos expostos, por exemplo, de Achté e Mawil.

Outra saga icónica de BD, a de Michel Vaillant, também vai estar no núcleo central do festival. “Michel Vaillant: O (Próximo) Desafio” terá trabalhos originais de Marc Bourgne e arte digital criada por Benjamin Beneteau.

A banda desenhada japonesa vai ser o foco de uma exposição intitulada “A História do Mangá”. “Estava na hora de nos aproximarmos do público mais jovem, e pensámos esta exposição tendo em conta o público mais jovem que nos visitava e que é leitor de Mangá. Além de apresentar reproduções de originais de séries de culto como ‘Akira’, ‘Lobo Solitário’ ou ‘Astroboy’, [a mostra] apresenta outras coleções um pouco mais populares, também devido ao anime e ao cinema de animação, como ‘Dragon Ball’, ‘Navegantes da Lua’ ou ‘Doraemon’”, explica Catarina Valente, da organização, à Agência Lusa, citada pelo Sapo.

“O bom filho à casa torna. Retrospetiva de Jorge Miguel”, “Marcello Quintanilha. Chão de Estrelas” e “Desvio, de Bernardo P. Carvalho e Ana Pessoa” são outras das exposições que poderá conhecer até 1 de novembro.

Este ano, a comunicação do evento e a decoração dos espaços foram influenciadas por uma estética futurista de distopia que está presente por todo o lado. A programação completa do Amadora BD pode ser consultada no site oficial. O histórico festival, que já vai na 32.ª edição, é promovido pela autarquia.

Os bilhetes gerais custam 3€, sendo que o passe fica por 10€. Os jovens, estudantes e idosos só pagam 2€. De segunda a quinta-feira, as portas abrem às 10 e só fecham às 19 horas. Às sextas-feiras, fins de semana e no feriado de 1 de novembro o Amadora BD dura mais meia hora e só encerra pelas 19h30.

 

28
Set21

Se és fã de banda desenhada, toma nota!

Niel Tomodachi

O Festival AmadoraBD arranca a 21 de outubro, na Amadora, em três espaços de exposição, o Ski Skate Amadora Park, a Bedeteca e a Galeria Municipal Artur Boal e, ao contrário do ano passado, já poderá receber visitas presencias.

Da programação, constam pelo menos nove exposições específicas, mostras de exemplares de livros carismáticos, encontros com autores e atribuição de prémios para a melhores produções de BD de 2021 e um especial para a melhor BD de um autor português.

As exposições concentram-se em heróis e autores consagrados, razões de sobra para atrair os amantes da BD: por exemplo, poderás rever lá as personagens da Mulher-Maravilha (a Wonder Woman do DC Comics, criada em 1940) e do Lucky Luke, o cowboy “solitário”, da autoria do franco-belga Morris em 1946, ou Michel Vaillant, o famoso piloto automobilista francês, em mostras retrospetivas para que fãs e público em geral saboreiem um pouco das aventuras destes heróis. Se gostas de mangá ou tens curiosidade em conhecer esta BD japonesa, poderás também apreciar uma retrospetiva da sua história desde o séc. VII até aos nossos dias.

Foram convidados autores famosos para estarem presentes nessas exposições, com destaque para os portugueses Miguel Mendonça e Daniel Henriques e o catalão Álvaro Martínez Bueno, que trabalham na DC Comics, assim como os dois escritores que continuaram a fazer histórias sobre Lucky Luke após o desaparecimento do seu criador, mas também Frank Pé, autor da nova adaptação da BD da personagem Marsupilami e ainda Georges Bess, autor da adaptação de “Bram Stocker” para BD.

O festival AmadoraBD estará em exibição até 1 de novembro.

 

26
Ago21

22 descontos imperdíveis para aproveitar na Feira do Livro de Lisboa

Niel Tomodachi

É a segunda maior edição de sempre, embora haja lotação limitada. Vai haver debates, apresentações e autógrafos.

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As centenas de stands com milhares de livros estão de volta ao Parque Eduardo VII, em Lisboa. O motivo, claro, é a 91.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que é a segunda maior de sempre, só atrás da de 2019.

Arranca esta quinta-feira, 26 de agosto, e prolonga-se até 12 de setembro. Como sempre, a entrada é gratuita, embora desta vez haja uma lotação máxima — para que se cumpra o ainda necessário distanciamento social. O uso de máscara também é obrigatório e há postos de gel desinfetante espalhados pelo recinto. 

Ao todo, são 325 pavilhões e 744 marcas editoriais com bancas a participar na iniciativa organizada pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e pela Câmara Municipal de Lisboa. No total há 131 expositores.

Para que haja uma maior possibilidade de deslocação do público dentro da feira, num espaço mais arejado e amplo, a APEL decidiu retirar todos os “equipamentos não essenciais” do recinto. Tal como no ano passado, a área de restauração também estará diminuída nesta edição.

As apresentações de livros vão acontecer em apenas três auditórios ao ar livre (um na entrada a sul e dois a norte) com lugares sentados, e que também irão acolher sessões de autógrafos, palestras e debates. Vai haver inscrições junto de cada editora para estar presente nas iniciativas.

A programação completa, que pode ser consultada no site oficial, inclui ainda concertos, tertúlias, sessões de clubes de livros, leituras encenadas e histórias contadas.

A Feira do Livro de Lisboa vai funcionar entre as 12h30 e as 22 horas, sendo que às sextas-feiras e sábados só irá encerrar à meia-noite. Aos sábados também abre mais cedo, pelas 11 horas. Nos domingos vai estar aberta entre as 11 e as 22 horas.

Este ano a organização reforçou a preocupação em ter um evento mais sustentável. Assim, pela primeira vez, a Feira do Livro de Lisboa vai disponibilizar copos reutilizáveis, numa parceria com a Central de Cervejas. Além disso, vão ser oferecidos aos visitantes sacos de papel reutilizáveis e recicláveis. 

Sobre os descontos — que poderá ter sido a razão que o trouxe até aqui —, o mais importante é saber que a habitual Hora H vai acontecer de segunda a quinta-feira, entre as 21 e as 22 horas. Vai haver promoções com um mínimo de 50 por cento, dependendo das editoras, mas só em livros lançados há mais de 18 meses. 

De qualquer forma, a grande maioria dos livros estarão à venda por preços menores do que aqueles que apresentam durante o resto do ano. Caso esteja interessado em livros específicos, descubra as melhores oportunidades para comprar aquela história de que está à procura. Conheça outros descontos no site oficial do evento.

“A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho”, Mário de Carvalho

Preço normal: 13,30€

Preço na feira do livro: 9,31€

Preço na feira do livro a 26 de agosto: 6,65€

“A Noite em que o Verão Acabou”, João Tordo

Preço normal: 22€

Preço na feira do livro: 17,60€

Preço na feira do livro a 26 de agosto: 13,20€

“As 99 Melhores Receitas do Casal Mistério”, Casal Mistério

Preço normal: 19,90€

Preço na feira do livro: 13,95€

Preço na feira do livro a 26 de agosto: 9,95€

“A Última Carta de Amor”, Jojo Moyes

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 12,39€

Preço na feira do livro a 27 de agosto: 8,85€

“Cebola Crua com Sal e Broa”, Miguel Sousa Tavares

Preço normal: 20€

Preço na feira do livro: 14€

Preço na feira do livro a 27 de agosto: 10€

“A História de uma Serva”, Margaret Atwood

Preço normal: 18,80€

Preço na feira do livro: 13,16€

Preço na feira do livro a 28 de agosto: 9,40€

“A Máquina de Fazer Espanhóis”, Valter Hugo Mãe

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 14,16€

Preço na feira do livro a 28 de agosto: 8,85€

“A Coisa – Livro I”, Stephen King

Preço normal: 22,20€

Preço na feira do livro: 15,54€

Preço na feira do livro a 29 de agosto: 11,10€

“A Mulher-Sem-Cabeça e o Homem-do-Mau-Olhado”, Gonçalo M. Tavares

Preço normal: 15,50€

Preço na feira do livro: 10,85€

Preço na feira do livro a 30 de agosto: 7,75€

“Budapeste”, Chico Buarque

Preço normal: 15,50€

Preço na feira do livro: 12,40€

Preço na feira do livro a 31 de agosto: 9,30€

“A Luz de Pequim”, Francisco José Viegas

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 12,39€

Preço na feira do livro a 1 de setembro: 8,85€

“Escombros”, Elena Ferrante

Preço normal: 17€

Preço na feira do livro: 13€

Preço na feira do livro a 1 de setembro: 10€

“A Sétima Praga”, James Rollins

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 12,39€

Preço na feira do livro a 2 de setembro: 8,85€

“As Filhas do Capitão”, María Dueñas

Preço normal: 18,80€

Preço na feira do livro: 13,16€

Preço na feira do livro a 3 de setembro: 9,40€

“A Rainha Ginga”, José Eduardo Agualusa

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 12,39€

Preço na feira do livro a 4 de setembro: 8,85€

“A Repartição”, Pedro Chagas Freitas

Preço normal: 15,50€

Preço na feira do livro: 10,85€

Preço na feira do livro a 5 de setembro: 7,75€

“Contos Fantásticos”, Edgar Allen Poe

Preço normal: 13,12€

Preço na feira do livro: 9,18€

Preço na feira do livro a 7 de setembro: 7,87€

“A Imortal da Graça”, Filipe Homem Fonseca

Preço normal: 17,70€

Preço na feira do livro: 12,39€

Preço na feira do livro a 8 de setembro: 8,85€

“A Mulher à Janela”, A. J. Finn

Preço normal: 20,90€

Preço na feira do livro: 14,65€

Preço na feira do livro a 9 de setembro: 10,45€

“A Vida de Pi”, Yann Martel

Preço normal: 17,90€

Preço na feira do livro: 12,55€

Preço na feira do livro a 9 de setembro: 8,95€

“A Ameaça”, Ken Follett

Preço normal: 20,19€

Preço na feira do livro: 14,15€

Preço na feira do livro a 11 de setembro: 10,10€

“A Rapariga que Roubava Livros”, Markus Zusak

Preço normal: 22,21€

Preço na feira do livro: 15,55€

Preço na feira do livro a 1 de setembro: 11,15€

 

16
Ago21

Lisboa já tem waffles em forma de pénis (e mergulhados em chocolate)

Niel Tomodachi

Os responsáveis do La Putaria prometem que o próximo objetivo é fazerem um waffle em forma de vagina.

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No número 23 da Rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa, há um novo espaço onde pode comprar waffles em forma de pénis, espetados num pauzinho de madeira para comer em andamento. Chama-se La Putaria e segue um formato que já faz sucesso nas cidades de Madrid e Barcelona, em Espanha.

A abertura em Lisboa aconteceu esta sexta-feira, 13 de agosto, entre as 13 e as 21 horas. O espaço instagramável em tons de cor-de-rosa está cheio de frases sugestivas na parede, como “Put that on your mouth” (“põe isso na tua boca”, em tradução livre), ou “Maior do que o teu namorado”.

Entre os sabores disponíveis, há chocolate rosa, chocolate branco, chocolate negro e ao leite. Ao mesmo tempo, os responsáveis daquela a que chamam “a padaria mais sexy de Portugal” estão a testar outros sabores, como Nutella, frutos silvestres e waffles dourados em forma de pénis.

Já o tamanho foi escolhido de acordo com a dimensão média mundial de um pénis: 16,5 centímetros. O valor de cada waffle ronda os 4,50€, aos quais acrescem mais 50 cêntimos por cada extra de cobertura. Quem quiser, pode ainda pedir um Happy Ending, uma camada adicional de chocolate na ponta do bolo.

Para chegarem a mais público no futuro, os responsáveis prometem que vão começar a produzir também um waffle em forma de vagina. 

A abertura oficial do La Putaria do Bairro Alto acontece na próxima quarta-feira, 18 de agosto, com uma festa com DJ set. A marca irá também abrir um espaço no Porto e outro em Cascais, mas não há ainda data prevista de abertura.

 

10
Ago21

Festival de cinema Queer Lisboa revela primeiros 40 filmes em competição

Niel Tomodachi

O Queer Lisboa - Festival Internacional de Cinema Queer, a celebrar 25 anos, revelou hoje os primeiros 40 filmes que integram a edição deste ano, que decorre entre 17 e 25 de setembro.

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lista de filmes hoje anunciada, em comunicado, inclui "as 22 curtas-metragens que competem pelo Prémio de Melhor Curta-Metragem, as 10 curtas do Prémio de Melhor Curta-Metragem de Escola Europeia e os oito filmes que competem na Secção Queer Art".

Na competição pelo Prémio de Curta-Metragem, "um terço dos trabalhos são de cineastas que reincidem no Festival, todxs elxs com obras radicais que reafirmam os seus estilos", pode ler-se no comunicado hoje divulgado.

Entre os 22 filmes, há dois portugueses - 'A table for one', de Carlos Lobo, e 'Luz de Presença', de Diogo Costa Amarante -, "quatro delicatessens vindas de longínquas realidades e três comoventes documentários; para além de filmes distópicos, ou que convidam a evadir-se, ou a sonhar com universos potencialmente melhores".

Na competição In My Shorts, na qual é premiada a Melhor Curta-Metragem de Escola Europeia, há este ano "uma forte presença francesa, com dois filmes da La Fresnoy e outros sobre temas tão importantes como os do VIH/sida, o 'cruising' e a adição às drogas".

A secção Queer Art conta com três filmes brasileiros ou de coprodução brasileira - 'Cinco Casas', de Bruno Gularte Barreto, 'Desaprender a dormir', de Gustavo Vinagre, e 'Vaga Carne', de Ricardo Alves Jr. e Grace Passô - entre os oito em competição.

A missão desta secção, salienta a organização, passa por "expor objetos artísticos que se enquadrem numa prática da linguagem cinematográfica cuja estética desafie os limites da sua própria classificação".

"Este ano é composto por filmes atravessados pelo desajuste da (in)formação identitária que nos define dentro de normas e categorias rígidas. Cada um, oferece-nos hipóteses para a subversão dos cânones", lê-se no comunicado.

Anteriormente tinha já sido anunciado que o Queer Lisboa irá dividir-se entre o Cinema São Jorge e a Cinemateca Portuguesa, contará com a presença e o cinema do realizador norte-americano Gus Van Sant e terá um projeto de itinerância noutras localidades.

Gus Van Sant vai estar em Lisboa em setembro, para estrear o espetáculo 'Andy' na Bienal de Artes Contemporâneas - BoCA, mas, fruto de uma parceria entre a bienal e o festival, estará também presente no Queer Lisboa.

O festiva prepara uma retrospetiva de "homenagem à obra de um dos autores mais prolíficos do cinema queer norte-americano", contando com filmes como 'Mala Noche' (1986), 'A caminho de Idaho' (1991) e 'Elephant' (2003).

O Queer Lisboa deu ainda "carta branca" a Gus Van Sant para programar na Cinemateca Portuguesa, tendo este escolhido dois filmes que fazem a ponte com o espetáculo de palco que estreará na BoCA: 'Batman Dracula' (1964), de Andy Warhol, e "Andy Warhol: A Documentary Film" (2006), de Ric Burns.

Gus Van Sant irá estar presente numa sessão na Cinemateca Portuguesa para uma conversa com o público.

O Queer Lisboa revelou em maio que quer fazer chegar o cinema de temática 'queer' a outras localidades, para lá do eixo Lisboa-Porto, que já acolhe o festival.

Esse "projeto de itinerância" acontecerá entre novembro e a primavera de 2022, em parceria com a associação ILGA-Portugal e com filmes que abordam temáticas sobre migrações, refugiados, direitos humanos, estigmas sobre VIH/Sida, sobre transgénero ou ativismo LGBTQI+.

O Queer Porto está agendado para outubro, entre os dias 12 e 16, e vai decorrer no Teatro Rivoli, Reitoria da Universidade do Porto, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Maus Hábitos e mala voadora.

 

13
Mai21

Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa regressa à rua em junho

Niel Tomodachi

As celebrações irão, contudo, respeitar as medidas de segurança sanitária.

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Após ter ficado pelas janelas e plataformas digitais em 2020, a Marcha de Orgulho LGBTI+ de Lisboa vai voltar a sair à rua este ano no próximo dia 19 de junho. 

O anuncio foi feito pela comissão organizadora do evento que garante que, no entanto, as comemorações irão cumprir "todas as medidas de segurança recomendadas pelas autoridades de saúde", sendo obrigatório o uso de máscara, o respeito pelo distanciamento físico ou a higienização das mãos. 

As celebrações começarão a partir das 18h00, marchando pela Avenida da Liberdade, desde a Praça do Marquês de Pombal até à Praça dos Restauradores. 

"Depois de um ano marcado pelo aumento da precariedade e da discriminação de várias minorias, em que suspendemos algumas liberdades em prol da segurança, a Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa vem relembrar que a luta pelos direitos de todas as pessoas continua viva, desconfinada e com toda a força. Ocuparemos as ruas da cidade para que a nossa voz se faça ouvir uma vez mais, celebrando o que conquistámos e lutando pelo que há por conquistar", pode ler-se numa nota na divulgação do evento, nas redes sociais. 

A Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa é constituída pela AMPLOS; APF Lisboa, Tejo e Sado; GAT - Grupo de Ativistas em Tratamento; GTP (Grupo Transexual Portugal); ILGA Portugal, Lóbula; Opus Diversidades, Panteras Rosa; PolyPortugal; Por Todas Nós, QueerIST; Queer Tropical; rede ex aequo e pela TransMissão.

 

22
Abr21

Primeiro Festival Literário de Lisboa realiza-se entre 5 e 9 de maio

Niel Tomodachi

O primeiro festival literário de Lisboa decorre entre 5 e 9 de maio em teatros, cinema, livrarias, ruas, largos e praças da cidade, reunindo mais de 70 autores de oito países, numa homenagem à língua portuguesa, foi hoje anunciado.

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Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa -- Lisboa 5L tem direção artística de José Pinho, criador do Folio, e é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que visa celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa e promover a Língua, a Literatura, os Livros, as Livrarias, a Leitura, os Autores e os seus Leitores, anunciou a autarquia, em comunicado.

Durante cinco dias, mais de 70 autores de oito nacionalidades reúnem-se em Lisboa para participar no festival que contará com uma programação diversa, que inclui debates, mesas de autor, concertos, cinema, performance, encontros e exposições, a decorrer em espaços variados, que vão do Teatro São Luiz ao Museu da Farmácia, passando pelo Cineteatro Capitólio e Cinema Ideal.

As ruas, livrarias, largos e praças lisboetas vão ser também palco de algumas das iniciativas previstas para esta edição do Festival 5 L.

Os debates e mesas de autor realizam-se no São Luiz Teatro Municipal e no Museu da Farmácia e contam com a presença de escritores e especialistas, nacionais e estrangeiros, consagrados e também estreantes.

Entre os autores convidados contam-se portugueses como Hugo Cardoso, Inês Fonseca Santos, André Letria, Carla Oliveira, Isabel Minhós Martins, Pedro Mexia, José Pacheco Pereira, Bruno Vieira Amaral, Cláudia Andrade, João Tordo, Dulce Maria Cardoso, Isabel Rio Novo, Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Mário Zambujal, Teolinda Gersão, Gonçalo M. Tavares, Filipe Melo, Valter Hugo Mãe, Afonso Cruz, Matilde Campilo ou José Luis Peixoto.

Oriundos de outros países de língua portuguesa, estão previstos os escritores Itamar Vieira Junior, Paulo Werneck, Paulo Scott, do Brasil, José Eduardo Agualusa e Ondjaki, de Angola, e Inocência Mata, de São Tomé e Príncipe.

Participam ainda autores de outras nacionalidades, como é o caso de Alberto Manguel (Argentina), Doris Wieser (Alemanha), Jean-Luc Nancy e Guillaume Husson (França), Donatella Di Cesare e Leonardo Taiuti (Itália), Jorge Carrión e Jesús Trueba (Espanha), entre outros.

Nestes encontros vão ser debatidos temas da atualidade no contexto da criação, da produção e da circulação da literatura, mas também de ciência, do ciberespaço, de ócio, de economia e sobretudo da condição humana.

A palavra será celebrada também através da música, mais concretamente, através de concertos, em que a "palavra escrita, dita, musicada e cantada" ganha o protagonismo.

Este evento contará com a participação de artistas como os Poetry Ensemble ou Lisbon Poetry Orchestra, mas também Sérgio Godinho, Filipe Raposo, Capicua e Camané.

"Artistas de expressão portuguesa encontram-se no Cineteatro Capitólio, para dar voz à Língua e à Literatura, criando universos poéticos em forma de espetáculos musicais", especifica o comunicado.

O Cinema Ideal será espaço para o ciclo de cinema "Filmar Literatura", uma seleção de filmes adaptados de diferentes obras e géneros literários, que vão do conto à novela gráfica, num programa exclusivo, criado em parceria com o IndieLisboa e que exibirá "Uma abelha na chuva", "Apocalypse Now", "Blow-Up", "Galinha com ameixas" e "Bruscamente no verão passado".

A performance "Bem Essencial, Pão, Água e Livros", com conceção artística de Madalena Victorino e Pedro Salvador, é um percurso performativo, com a participação do público (através de pré-inscrição), pelas ruas, largos e becos da zona da baixa lisboeta.

Neste festival haverá lugar também para duas exposições, uma de "Cartas de Lisboa" e outra de "Álbuns Ilustrados", que vão estar patentes em cinco praças da cidade e na Livraria Snob/Brotéria.

A primeira mostra, "Cartas de Lisboa", com curadoria de Rita Marquilhas, reúne 45 cartas escritas há centenas de anos, que inspiraram quatro artistas portugueses contemporâneos a criarem uma ilustração, que será apresentada lado a lado com a carta correspondente.

A segunda exposição, "Álbuns Ilustrados", com curadoria de Sara Amado, reúne uma biblioteca de 25 álbuns ilustrados e de 25 atividades desenvolvidas por alunos em meio escolar no âmbito do projeto "A Janela", um programa do 5L de Educação para a Cidadania no 1.º Ciclo, a decorrer até 2022.

Quanto aos "Itinerários Literários", são percursos na cidade, guiados pelos olhos e pela mão de consagrados autores portugueses, que levam o público a percorrer as ruas de Lisboa, revisitando obras e descobrindo autores clássicos menos conhecidos: Joaquim Paço d'Arcos, Eça de Queirós, Luís de Camões e Ricardo Reis, conforme retratado por José Saramago.

Estão também previstas emissões ao vivo no Instagram e um mapa digital sobre as paisagens literárias de Lisboa.

A par deste programa nuclear do festival, decorrem atividades paralelas, desenvolvidas por um conjunto de parceiros - editoras, livrarias e espaços culturais -- "cúmplices no propósito de transformar a cidade, durante estes cinco dias, no recinto de uma grande festa consagrada à língua e à literatura", destaca a câmara.

A programação completa do Festival 5L, assim como a programação paralela do festival, podem ser consultadas no 'site' http://www.lisboa5l.pt.

A primeira edição do novo Festival Internacional de Lisboa 5L esteve inicialmente prevista para maio de 2020, mas a pandemia de Covid-19 obrigou a adiar a iniciativa para este ano.

Na altura em que foi anunciado pela primeira vez, a Câmara Municipal de Lisboa explicou que José Pinho foi o autor da proposta escolhida pela autarquia "no âmbito do concurso público realizado para a Direção Artística do Festival Lisboa 5 L" e que a ele "caberá a programação e a coordenação geral deste evento".

A CML recordou que José Pinho é o "criador, diretor, curador e coordenador dos festivais literários Folio - Festival Literário Internacional de Óbidos e Latitudes: Viagens e Viajantes", que "desempenhou também funções de livreiro e editor" e "foi cofundador da Ler Devagar, projeto que teve início no Bairro Alto e que, durante os últimos 20 anos, passou por seis espaços na cidade de Lisboa, sendo o último a LX Factory". Foi ainda "o responsável pela instalação de livrarias de Óbidos no âmbito do projeto Óbidos Vila Literária, cofundador da Nouvelle Librairie Française de Lisboa e sócio-gerente da Ferin, livraria histórica situada também na capital".

"Instalou as Livrarias de Portugal País Convidado nas Feiras do Livro de Sevilha e de Madrid, em Espanha, e de Guadalajara, no México, e participou em festivais literários e conferências internacionais em vários países por todo o mundo, como Espanha, Itália, França, Brasil, Canadá, Austrália, entre outros", sublinhou a CML.

A realização de um encontro internacional de literatura e língua portuguesa em Lisboa partiu de uma proposta do PCP, que foi aprovada em reunião de câmara em setembro de 2018.

 

09
Abr21

Feira do Livro de Lisboa realiza-se entre 26 de agosto e 12 de setembro

Niel Tomodachi

A 92.ª edição da Feira do Livro de Lisboa vai realizar-se entre 26 de agosto e 12 de setembro, no Parque Eduardo VII, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

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"AAPEL está a planear um evento com um cenário muito idêntico ao da edição passada, ou seja, impactado pelas condicionantes impostas pela situação pandémica em que vivemos", revelou a APEL em comunicado, acrescentando que, "apesar da situação atípica que se vive, a organização da Feira do Livro de Lisboa irá colocar em marcha todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos participantes e visitantes".

O evento irá assim decorrer com a "normalidade possível, tendo em conta as restrições e condicionalismos que a situação provocada pela pandemia exigir", refere a APEL.

Este é o segundo ano consecutivo em que a Feira do Livro de Lisboa é adiada para o final de agosto e princípio de setembro, devido aos períodos de confinamento e às medidas de contenção adotados para evitar a propagação da covid-19.

Em 2020, a Feira do Livro de Lisboa, que habitualmente decorre entre os meses de maio e junho, realizou-se pela primeira vez entre os dias 27 de agosto e 13 de setembro.

"Certos de que este é um processo evolutivo, será mantido o diálogo com as entidades competentes e oportunamente o Plano de Contingência que irá regular a 91.ª Feira do Livro de Lisboa será comunicado, podendo o mesmo sofrer as atualizações necessárias para se adequar às circunstâncias/legislação vigentes no momento", afirma a APEL.

A associação, que é responsável pela organização da feira, em articulação com a Câmara Municipal de Lisboa, diz ainda esperar que a pandemia evolua de forma favorável e que as medidas possam ser aligeiradas face à edição de 2020.

Durante 18 dias, os livros vão voltar a encher o Parque Eduardo VII, através de centenas de marcas editoriais, com o objetivo de promover o livro e os hábitos de leitura, atrair visitantes de todo o país, e promover uma "intensa programação para toda a família".

 

28
Ago20

O novo paraíso de Lisboa tem mais de 70 mil livros de todos os géneros

Niel Tomodachi

A Tantos Livros tem ainda uma cafetaria, uma galeria de arte e serviço de papelaria. Tudo isto numa zona central da cidade.

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É o novo paraíso para os fãs de livros em Lisboa. A Tantos Livros, Livreiros fica nas Avenidas Novas e quer ser uma casa confortável onde os visitantes se podem sentar a descobrir um livro enquanto bebem um café ou provam uma fatia de bolo.

Foi inaugurada a 15 de junho, no local da antiga livraria Europa-América, uma das mais antigas editoras em Portugal, que foi à falência no final do ano passado. É um projeto conjunto de duas amigas, Almira Vilanova e Frederica Santos, com 28 e 38 anos de carreira nesta área, respetivamente. Depois do fecho da Europa-América, onde trabalhavam, quiseram abrir o próprio projeto num espaço com história e com um público fiel.

“Não é um negócio para enriquecer, mas foi uma oportunidade para alguém como eu para fazer aquilo de que gosta. Não queremos ser uma Fnac ou uma Bertrand, não é para as massas, é para o nicho”, diz à NiT Almira Vilanova, de 51 anos. “E depois de tanto tempo a trabalhar com livros, não quero fazer mais nada.”

Tanto Almira como Frederica foram gerentes de várias livrarias e conhecem por dentro o mercado livreiro e editorial em Portugal, com todas as suas “dificuldades”. As duas amigas esperam contornar este cenário com a experiência e o talento.

A Tantos Livros, Livreiros tem novidades e livros em segunda mão, de ficção ou categorias técnicas, para adultos e miúdos, e muitos títulos que são difíceis de encontrar noutras livrarias. Têm o fundo de catálogo de dezenas de editoras, tanto grandes como pequenas, e em Lisboa têm cerca de 71 mil títulos disponíveis.

Além disso, vendem revistas e têm um espaço de alfarrabista dedicado às edições antigas e raras. Se estiver à procura de uma obra do século XIX ou de uma edição específica de, por exemplo, 1930, pode deslocar-se até esta livraria, que o poderá ajudar a encontrar essas raridades.

livros
A loja foi inaugurada em junho.
 

O espaço de 400 metros quadrados tem ainda uma pequena cafetaria — que serve cafés, chás, águas ou bolo à fatia. A ideia é ter uma oferta maior quando as restrições de segurança se tornarem mais ligeiras, até porque as obras que duraram vários meses serviram para construir uma cozinha no espaço, além de fazer uma série de remodelações decorativas.

Há também um serviço de papelaria — o objetivo é ser de luxo, mas é um setor do negócio que ainda está a ser desenvolvido. Tanto vendem material escolar como de escritório, e todas as semanas têm novidades.

Por último, a Tantos Livros, Livreiros tem outra valência. O seu espaço inclui uma galeria de arte que acolhe exposições mensais de fotografia, pintura e escultura, entre outras expressões. Este espaço está preparado para também poder receber apresentações de livros.

A pandemia e a outra loja da Tantos Livros, Livreiros

O projeto tem outra livraria, que foi inaugurada na Parede — noutro espaço que pertencia à Europa-América — no Dia dos Namorados deste ano, 14 de fevereiro. Almira Vilanova e Frederica Santos não conseguiam adivinhar que uma pandemia ia abalar o mundo e obrigar toda a gente a ficar em casa. Ainda assim, não desistiram e decidiram-se a avançar com o projeto e a abrir a livraria em Lisboa, que estava prevista para abril mas que só pôde ser aberta em junho.

Na Parede, que tem um espaço bastante mais reduzido, de 120 metros quadrados, só têm o serviço de papelaria e o catálogo (menos alargado) de livros. Fecharam a 17 de março, mas uma semana depois conseguiram reabrir por ser permitida a venda ao postigo. Assim, conseguiram sobreviver e continuar a trabalhar.

Os clientes nas Avenidas Novas ainda não são muitos — com muitas empresas grandes em teletrabalho e poucos turistas em Lisboa — mas já têm recebido bastantes visitas e um feedback positivo. “Valeu a pena termos feito isto só para ouvir coisas boas todos os dias. Temos tido visitas até de escritores, como o Daniel Sampaio ou a Alice Vieira, que nos ajudou a divulgar o projeto.”

 

13
Ago20

Lisboa: vem aí um ciclo de cinema japonês gratuito

Niel Tomodachi

Os filmes estão de volta ao Auditório do Museu do Oriente, em Lisboa: o ciclo “Sozinhos juntos”, dedicado ao cinema japonês contemporâneo, realiza-se entre 28 de Agosto e 19 de Setembro. As sessões são gratuitas, devendo os bilhetes ser levantados no próprio dia.

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Quatro filmes centrados nas relações humanas, sejam de índole romântica, familiar, social ou profissional, e com grande carga melancólica. Eis o que esperar daquele ciclo de cinema, exibido à sexta e ao sábado e legendado em português. Cada película é exibida em duas datas.

O primeiro filme apresentado, no dia 28 de agosto, com repetição em 12 de setembro, é “The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” (2017), de Yuya Ishii. Aqui, conhecemos Mika, enfermeira durante o dia e anfitriã de um “bar feminino” à noite, e Shinji, trabalhador da construção civil.

“Tokyo Night Sky”
(c) 2017 THE TOKYO NIGHT SKY IS ALWAYS THE DENSEST SHADE OF BLUE Film Partners

Nos dias 29 de agosto e 4 de setembro é a vez de “Dear Stranger” (2017), de Yukiko Mishima, que gira em torno de um homem de 40 anos que vê a vida alterar-se com a gravidez da mulher e uma despromoção no trabalho.

Já “Three Stories of Love” (2015), de Ryosuke Hashiguchi, conta três histórias: a de Atsushi, tornado viúvo após um homicídio não premeditado; de Toko, que enfrenta o desinteresse do marido; e de Shinomiya, advogado homossexual a braços com um amor incompatível. Para ver nos dias 5 e 11 de setembro.

“Three Stories of Love”
© Shochiku Broadcasting / Arc Films

O ciclo termina com a exibição de “Life on the longboard 2nd wave” (2019), de Ichiro Kita, nos dias 18 e 19 de setembro. É uma história de renascimento, protagonizada por um surfista que, diante de umas boas ondas, esquece trabalho e demais compromissos, até que a namorada o expulsa de casa.

A iniciativa, que assinala 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal, é uma coorganização da Embaixada do Japão, da Fundação Oriente, da Japan Foundation e da Câmara Municipal de Nishinoomote.

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