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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

23
Mar22

"Sen ri no michi mo ippo kara (千里の道も一歩から)"

Niel Tomodachi

Em Japonês significa "Até as viagens mais longas começam com um primeiro passo."

Independentemente do momento da vida em que nos encontramos tudo começou com um primeiro passo, e encontramo-nos a meio caminho de um futuro que não nos deve assombrar.

O primeiro passo é o que custa mais, mas assim que o der ganhará autoconfiança. De repente, sentirá que é capaz de dar um segundo passo e depois um terceiro... Até que caminhar se torna instintivo.

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Passado algum tempo, ao olhar para trás, perceberá que o primeiro passo se tornou uma viagem longa. 

Já não será a mesma pessoa do ínicio dessa viagem. 

Terá crescido como ser humano.

 

23
Mar22

"Ganbatte (がんばって) - Faz o melhor que puderes e não desistas!"

Niel Tomodachi

Em Japonês, quando dizemos a uma pessoa "ganbatte", o que lhe estamos a transmitir é que grande parte do que terá de enfrentar depende dela.

Na definição de ganbatte, a parte de "o melhor possível" também é importante, pois inclui igualmente tudo o que não corre bem, dado que há circunstâncias que estão para lá do nosso controlo.

A mensagem filosófica de ganbatte é: "Faz tudo o que puderes e o melhor que souberes, e se as coisas não correrem como esperamos, não tem problema, não tens de te sentir mal, porque sabes que fizeste tudo o que estava ao teu alcance."

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Navegue a sua vida como o espírito do ganbatte.

Faça o melhor que puder. Junte-se às ondas e aprenda com elas, tendo em mente que algumas o vão vencer e arrastá-lo até à costa.

"És uma função do que o universo inteiro faz, tal como uma onda é uma função de tudo o que o oceano faz."

Se ficarmos parados no mar, as ondas engolir-nos-ão.

Se ficamos parados na vida, a apatia devorar-nos-à.

Se não podes travar a onda, transforma-te na onda.

 

04
Mar22

É isto que a cor do seu mês diz sobre a sua personalidade

Niel Tomodachi

cor

Adeus, astrologia! Aqui vem a corologia, uma nova forma de descobrir mais sobre a sua personalidade com base no mês do seu aniversário, e utiliza algo que é realmente fácil de compreender: as cores. Este conceito pode apelar a muitas pessoas, mesmo aquelas que não acreditam necessariamente na astrologia, porque a cor é um componente que está em todo o lado nas nossas vidas.

A astróloga, curandeira e numeróloga Michele Bernhardt, concebeu este sistema que combina as cores ligadas ao seu planeta, os signos do sol ─ também conhecido como o signo que utiliza para verificar o seu horóscopo ─ o elemento associado ao mês e a vibração numerológica para o dia do seu aniversário. Ao misturar estas cores, ela desenvolveu, juntamente com a Pantone, a cor de cada mês e até de cada dia.

É intrigante descobrir que cor representa o mês do seu aniversário e que atributos estão associados a essa tonalidade, bem como que cores representam os aniversários dos seus amigos ou parceiros ou outros dias importantes na sua vida. Se nascer perto do fim do mês, Bernhardt recomenda que olhe tanto para a cor do seu mês de nascimento como para o seguinte para obter uma imagem completa dos seus traços de personalidade.

Quando souber a cor do seu mês de nascimento, deverá incorporá-la na sua vida. Relaxe, não precisa de pintar a sua casa de Coral Blush só porque nasceu em julho. Pode incorporar as cores de formas simples e subtis na sua vida, tais como com um batom, a cor da sua carteira, o verniz das unhas, um acessório ou mesmo um arranjo de flores.

 

O que é que a cor do seu mês de nascimento revela sobre si?

Cada mês tem uma cor que está associada a três traços chave:

Janeiro: Caramelo

caramelo

Traços chave: Prática, decisiva, construtiva.

 

O caramelo ajuda a manifestar objecivos e aspirações e apoia a praticidade.

 

Fevereiro: Lilás Sheer

lilás

Traços chave: Positiva, progressiva, despojada.

Esta cor ajuda-nos a conectar-nos com amigos e a sintonizar-nos na comunidade.

 

Março: Azul Aqua

azul aqua
Traços chave: Intuitiva, subtil, empática.

Esta cor é ideal para meditação, descanso e ligação com a sua intuição.

 

Abril: Vermelho Cayenne

cayenne

Traços chave: Feroz, enérgica, corajosa.

Estimula a energia e a coragem.

 

Maio: Verde bud

verde bud

Traços chave: Cura, rejuvenescimento, próspera.

O verde é bom para equilibrar o corpo, e promove a cura e a prosperidade.

 

Junho: Amarelo Aspen

amarelo

Traços chave: Radiante, intelectualmente enérgica, edificante.

A cor de junho é intelectualmente energizante e melhora as capacidades de comunicação. Se tiver dificuldade em articular os seus pensamentos, use um pouco de amarelo.

 

Julho: Coral Blush

coral

Traços chave: Calma, recetiva, nutritiva.

Este rosa subtil inspira amor e recetividade, ajuda-a a ser mais gentil e pode acalmar um pouco as emoções.

 

Agosto: Laranja sol

laranja

Traços chave: Grandiosa, inspiradora, poderosa.

Dá-lhe mais energia, torna-a mais creativa e otimista.

 

Setembro: Azul baja

azul baja

Traços chave: Divina, perspicaz, artística.

A cor de setembro combina inteligência com sabedoria, abre as nossas mentes, ajuda-nos a processar melhor a informação e a ser mais perspicazes.

 

Outubro: Azul cerúleo

ceruleo

Traços chave: Pacífica, equilibrada, balanceada.

Se se sentir fora de controlo, o cerúleo é útil para apoiar as suas relações e manter o equilíbrio.

 

Novembro: Vermelho claret

claret

Traços chave: Intensa, apaixonada, transformativa.

Ajuda à transformação, além de promover o amor físico, ajuda a despertar a libido.

 

Dezembro: Azul pagode

pagode

Traços chave: Sabedoria, verdade, visão.

Se vai viajar, use esta cor aventureira, que significa sabedoria, verdade e visão.

 

16
Fev22

As melhores cidades para ter uma vida feliz e saudável em 2022

Niel Tomodachi

Quais são as melhores cidades para uma vida feliz e saudável? Um estudo britânico analisou o impacto de cinco fatores importantes do estilo de vida na felicidade e saúde dos cidadãos, incluindo dieta, atividade física, peso, consumo de álcool e tabagismo.

A pesquisa analisou 44 cidades em todo o mundo, algumas das mais conhecidas, revendo 10 métricas que vão desde as horas de sol por dia ali desfrutadas, as horas trabalhadas ao longo do dia, até ao custo de uma inscrição num ginásio, chegando às 10 principais cidades onde se pode alcançar uma vida feliz, bem como um estilo de vida calmo e saudável.

Portanto, se quer ter uma boa vida e está a pensar mudar-se para outra cidade agora que o trabalho remoto é possível, considere uma das melhores cidades desta lista.

Viena, Áustria

Conhecida pela sua cultura em torno das obras de arte, música e arquitetura, a capital austríaca proporciona o local perfeito para viver um estilo de vida saudável. Com 1884 horas de sol por ano e o custo de uma garrafa de água a um preço acessível de 0,69€, Viena surge como o nono país mais feliz dos locais analisados.

 

Dubai, Emirados Árabes Unidos

O Dubai conta com 3509 horas de sol por ano, atraindo turistas para as famosas praias. O local é perfeito para quem necessita de alguma vitamina D e quer relaxar, com quase duas mil atividades ao ar livre para os amantes de desporto. Estas regalias ao ar livre compensam o elevado custo de uma inscrição mensal no ginásio de 66,28€.

 

Copenhaga, Dinamarca

Conhecida como uma das cidades mais felizes do mundo (classificada em segundo lugar, vencida apenas por Helsínquia), a capital dinamarquesa sobe duas classificações em relação ao relatório de 2021 de cidades mais saudáveis para viver, agora em terceiro lugar. Copenhaga ostenta o terceiro menor horário de trabalho anual, atrás de Frankfurt e Berlim, com 1346 horas de trabalho por ano (25,8 horas semanais). Respirar ar puro também é fácil em Copenhaga, pois tem o quinto índice mais baixo de poluição de qualquer cidade analisada, o local perfeito para qualquer exercício ao ar livre.

 

Frankfurt, Alemanha

Ao olhar para o número total de horas trabalhadas por ano, Frankfurt aparece em primeiro lugar como a cidade com o melhor equilíbrio entre trabalho e vida privada com 1332 horas, o que é pouco mais de 25 horas trabalhadas por semana. Os benefícios destas horas de trabalho mais baixas refletem-se também no elevado índice de felicidade de Frankfurt de 7,3/10.

 

Amesterdão, Holanda

A capital holandesa encerra as cinco principais cidades para viver um estilo de vida saudável, apesar de ter caído do primeiro lugar em relação ao relatório de 2021. Embora Amesterdão possa ter descido no ranking, ainda detém a quinta posição para a sua classificação de felicidade (7,5/10). Tem também o sexto menor nível de obesidade na Europa, com 20,4% da sua população, vencida apenas por Genebra, Zurique e Milão. Com uma esperança média de vida de quase 82 anos, Amesterdão é outra grande cidade para se deslocar e viver uma vida saudável e feliz.

 

Helsínquia, Finlândia

Classificada como a cidade mais feliz de todos os locais analisados, Helsínquia tem também os níveis de poluição mais baixos, com uma pontuação de 13,2/100. Além disso, a capital finlandesa ocupa o quarto lugar no número mais baixo de restaurantes de takeaway, o que significa que é menos provável que se sinta tentado por alimentos pouco saudáveis. Com os cidadãos mais felizes, ar puro e acesso limitado a opções alimentares menos saudáveis, o sexto lugar de Helsínquia é bem merecido.

 

Berlim, Alemanha

Outra cidade impregnada de cultura, Berlim tem uma esperança média de vida de 81,1 anos, que aumentou de 80,6 nos últimos anos. A capital alemã também assistiu a um declínio nos seus custos para viver um estilo de vida saudável, com uma inscrição mensal no ginásio a custar apenas 28,69€. Para além dos seus baixos custos para viver um estilo de vida saudável, Berlim ocupa a nona posição na Europa com os mais baixos níveis de poluição.

 

Estocolmo, Suécia

Estocolmo ocupa a oitava posição na lista. Embora o custo de vida possa ser elevado, com um custo de uma inscrição mensal no ginásio de 43,88€ e uma garrafa de 1,5L de água a custar 1,52€, a capital sueca ocupa o sétimo lugar na Europa para baixos níveis de obesidade e tem uma esperança média de vida de 82 anos. Com a saúde mental a ser mais importante do que nunca, Estocolmo classificou-se em sexto lugar entre as cidades analisadas para os níveis de felicidade com 7,3/10.

Fukuoka, Japão

Fukuoka, o segundo país não europeu no top 10 da lista, ostenta a maior esperança de vida conjunta de todas as 48 cidades juntamente com Osaka e Tóquio. Fukuoka não só é conhecida pela sua incrível cozinha, como a sua capacidade de ajudar num estilo de vida saudável. Com níveis de obesidade a pouco mais de 4,3%, a segunda mais baixa do mundo e o custo de uma garrafa de água apenas atingindo 0,97€, um estilo de vida saudável é mais fácil do que nunca nesta cidade na costa norte da ilha japonesa de Kyushu.

 

Genebra, Suíça

A última cidade a completar a lista é Genebra. Conhecida como centro financeiro e localização para a diplomacia mundial, Genebra ocupa o 10º lugar para as horas de trabalho baixas (1495 por ano) e o terceiro lugar para a felicidade (7,3/10). Genebra está no lado mais caro, com uma garrafa de água que custa 1,25€ e com a 11ª inscrição mensal no ginásio mais alta das cidades analisadas. No entanto, se puder pagar preços ligeiramente mais elevados, esta pitoresca cidade é o local perfeito para viver uma vida feliz e saudável.

 

23
Jan22

Reduzir o stress, purificar o ar e dar controlo à vida: como ter plantas em casa pode ser uma terapia

Niel Tomodachi

Não são só decorativas: as plantas têm poder e ajudam a regular o stress e o humor numa altura em passamos menos de meio dia por semana ao ar livre. Mas entre quatro paredes também há soluções.

O livro "Terapia das Plantas" é assinado pela psicóloga britânica Katie Cooper

Uma planta no canto do olho faz diferença. Várias plantas em casa, em pontos estratégicos ou de preferência pessoal, fazem uma revolução. No livro Terapia das Plantas — Como um oásis verde interior pode melhor o seu bem-estar mental e emocional, a autora e psicóloga britânica Katie Cooper, que tem mais de 200 plantas entre quatro paredes, encara as plantas domésticas como uma ferramenta terapêutica ao longo de cinco capítulos.

Sugestões práticas para criar ambientes mais verdes, em casa ou no trabalho, dicas para vivermos mais próximos da natureza e um guia de plantas, ora “respiradoras” ora “restauradoras”, animam as páginas de um livro esteticamente aprazível que mistura fotografias de uma verdura inspiradora com dados entusiasmantes que nos fazem querer dar um salto à estufa local. Mas antes uma explicação breve para entender o “poder” das plantas.

“Terapia das Plantas”, de Katie Cooper (editora Casa das Letras, livro à venda a partir do dia 25 de janeiro)

A modernidade que engoliu a natureza

 

“Nunca foi tão importante compreender a relação entre as plantas e as pessoas, dado que a urbanização engole os ecossistemas da terra.” A relação descurada e descuidada do ser humano com a natureza, da qual este depende, é ponto fulcral e omnipresente no trabalho assinado pela psicóloga Katie Cooper. E é também um ponto de partida para a reflexão. Afinal, em 2050 75% da população mundial viverá em cidades e a isso acresce o tempo passado em casa: “No Ocidente, somos agora predominantemente uma espécie que vive dentro de quatro paredes, com a média americana a passar 93% do seu tempo dentro de casa, e a média europeia, 90% — ou seja, menos de meio dia por semana passado ao ar livre, de acordo com a Agência de Proteção Ambiental”.

A relação, ou falta dela, com o mundo natural traz prejuízos além daqueles amplamente mediatizados. Não estão apenas em causa as alterações climáticas, o esgotamento dos recursos naturais ou a extinção em massa de espécies, mas sim questões do foro mental, sobretudo numa altura da história em que a depressão e a ansiedade custam à União Europeia cerca de 170 biliões de euros. O vilão desta história é o stress — de acordo com uma previsão da Organização Mundial da Saúde, será o maior contribuinte para a doença mental por volta de 2030.

É aqui que a natureza entra em cena, com a autora a defender que existe um conjunto crescente de provas que mostram que esta “é um poderoso regulador dos nossos níveis de stress”. “Estar na natureza ajuda a ativar o nosso sistema parassimpático, o meio natural de destressar o corpo, que atua para promover o relaxamento ou o restabelecimento.” A importância do apego ao mundo natural e a influência deste na regulação do stress fazem parte da conversa, bem como o termo “síndrome do défice de natureza”, descrito em 2005 pelo jornalista Richard Louv no livro “Last Child in the woods”. “Louv traz para primeiro plano uma investigação científica em expansão, sugerindo que a síndrome do défice de natureza contribui para questões sociais como a obesidade, doenças emocionais e físicas, dificuldades de atenção e uma diminuição do uso dos nossos sentidos.”

 

Plantas e saúde. O que diz a ciência?

 

Ao longo do livro, a autora destaca evidências que confirmam a existência de uma “clara ligação” entre estar na natureza e saúde e bem-estar, enumerando benefícios como melhor imunidade, melhor qualidade do sono, redução dos níveis de stress, da depressão e da ansiedade, e ainda o aumento do sentimento de felicidade. Destaca também os efeitos positivos já estudados e confirmados da prática japonesa dos banhos de floresta, ou shinrin-yoku, que tão simplesmente implica passar tempo debaixo das copas das árvores — mas na falta de uma floresta nas traseiras de casa, a boa notícia é que “qualquer contacto diário com natureza faz a diferença”.

As investigações realizadas nesta área já são tão persuasivas que começam a influenciar as iniciativas e políticas governamentais: o governo holandês prevê uma poupança de mais de 65 milhões de euros por ano no orçamento de saúde ao investir em espaços verdes nas suas cidades, enquanto no Japão, os banhos de floresta são reconhecidos como uma forma de medicina preventiva e têm sido incorporados no plano nacional de saúde.”

Do exterior para o interior, apresentados os argumentos a favor dos espaços verdes, ter plantas em casa pode melhorar o nosso bem-estar dado os “benefícios multifacetados”, isto é, ambientais, fisiológicos, cognitivos e afetivos — estudos demonstram que as plantas podem aumentar a humidade numa sala até 15%, além de terem qualidades purificadoras do ar, com outros a sinalizar que a nossa tolerância à dor aumenta quando estamos rodeados de plantas. Além de ajudarem a filtrar a poluição atmosférica, também o fazem tendo em conta a poluição sonora, uma vez que ajudam a gerir a acústica nos interiores. Mais: “O envolvimento ativo com as plantas também pode aumentar os sentimentos de ‘autodomínio’ (a perceção de que estamos a controlar as nossas vidas) e da coesão social. Uma forma conhecida de melhorar o estado físico e emocional das pessoas que sentem que têm diminuído o controlo sobre as suas próprias vidas é encorajando-as a assumir a responsabilidade por outro ser vivo”.

A importância dos padrões fractais — formas que se repetem à medida que são ampliadas e que, na natureza, são tudo menos exatas — não passa ao lado da autora. “Os padrões fractais estão por toda a parte na natureza (…) e, como resultado, pensa-se que os nossos olhos evoluíram para os processar facilmente. O excecional equilíbrio da previsibilidade e variabilidade dos padrões torna-os fáceis de observar, mas suficientemente interessantes para nos manterem concentrados. Estudos demonstram que a fluência com que percebemos os padrões fractais nos coloca à vontade e pode ter um efeito imediato de redução do stress.”

 

Plantas de interior, uma intervenção

 

Ainda que os mais céticos possam achar exagerada a ideia de que as plantas interferem ou influenciam na forma como nos comportamentos ou sentimos — disclaimer feito no livro — a autora dá dicas úteis sobre o que fazer e não fazer. É, por exemplo, altamente desaconselhado deixar uma planta deteriorar-se à vista de todos, até porque, quer se esteja ou não consciente disso, tal poderá aumentar os níveis de ansiedade. Outra dica? Ao invés de nos ficarmos pelas plantas favoritas e de confiança — como aquelas que já sabemos serem resistentes a eventuais descuidos —, a ideia é mesmo reunir uma gama diversificada em casa. “Pensa-se que ao imitar um habitat que é rico e abundante, pode ajudar-nos a sentirmo-nos mais seguros e alegres.”

Escolher plantas ao invés de usar ornamentos ou obras de arte caras para decorar a casa, dizer adeus a mobiliário de plástico ou metal e optar por materiais naturais, como madeira, pedra ou tecidos biológicos, são alguns conselhos para criar um ambiente regenerador em casa, bem como desenhar jardins suspensos. Fundamental mesmo é escolher entre plantas “respiratórias” ou “restauradoras” — as primeiras ajudam a melhorar a qualidade do ar (palmeira-areca, ninho-de-passarinho, hera-do-diabo, língua-da-sogra ou flor-da-fortuna), as segundas têm uma influência regeneradora sobre nós, fisiológica e psicologicamente (estrelícia, ficus microcarpa, planta chinesa do pinheiro, samambaia-de-crocodilo, maranta-riscada ou cacau selvagem). Dúvidas na escolha serão certamente resolvidas na “plantopédia” reservada para o final do livro.

 

18
Jan22

Os segredos para acordar cedo e revigorada

Niel Tomodachi

Há hábitos essenciais a ter antes de dormir e acordar. Boas noites de sono fazem-se de rotinas, de opções alimentares saudáveis e de gestão do tempo

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Para se levantar bem de manhã é necessário ter tido um sono relaxante e qualidade durante a noite anterior. Por isso, tenha em conta as suas práticas antes de dormir. Não faça exercício, não beba café, nem álcool durante o jantar.

Durma apenas aquelas que o seu corpo precisa para descansar durante a noite. Não vale a pena estar a deitar-se tão cedo para depois acordar de madrugada.

Tenha em conta o número de horas que dorme, faça uma gestão entre a de deitar e a de dormir. Evite ver televisão, antes de adormecer, porque a luz causa instabilidade na qualidade do sono e ler muito tempo porque a excitar o cérebro antes de dormir vai fazer com que fique acordado.

Caso seja uma pessoa que utiliza despertador, uma boa opção é colocar o despertador longe da cama para obrigar a levantar-se de manhã na hora em que este tocar. E aqueles cinco minutos a mais na cama depois do despertador tocar? Não o faça, levante-se e aproveite a qualidade da noite de sono.

Por fim, mantenha uma rotina e depois de acordar opte por alongar-se, acordando os músculos, um banho quente para relaxar e, de seguida, pode comer uma peça de fruta para ganhar energia.

 

03
Jan22

"Mindfulness Essencial" de Padraig O'Morain

Exercícios Simples Para Praticar em Qualquer Altura e em Qualquer Lugar

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Aprenda a praticar mindfulness enquanto desempenha as tarefas comuns da sua vida diária, esteja onde estiver.
Os seus dias são agitados e a tranquilidade parece inalcançável. Tem várias tarefas diárias a seu cargo e outras ainda em que pensar. Leu algures que a meditação seria a solução para o stress e a ansiedade, mas não tem tempo para mais um item na sua infindável lista de obrigações.

Com Mindfulness Essencial, vai aprender que é possível abrandar o ritmo, e que a Atenção Plena pode fazer parte da sua rotina sem ter de lhe reservar um momento ou espaço próprios.
Este livro apresenta-lhe um conjunto de dicas e exercícios breves que poderá facilmente pôr em prática: no trabalho, em casa ou em viagem, nas suas relações pessoais e profissionais, seja para o ajudarem em momentos de desgaste emocional ou para resolver situações pontuais, como insónias.

Ao reorientar a sua atenção para o Aqui e o Agora aprenderá a controlara sua mente, reduzindo o stress e reencontrando a paz na sua vida.
Exercícios simples para praticar em qualquer altura e em qualquer lugar.

 

Sobre o Autor:

Padraig O'Morain é psicoterapeuta, especialista em mindfulness há um quarto de século.
Ao longo desse tempo, tem ensinado a técnica a uma grande variedade de pessoas — desde contabilistas a equipas de busca e salvamento — tanto na Irlanda como no Reino Unido. Escreve uma coluna semanal para o Irish Times sobre mindfulness. Vive em Dublin com a sua mulher e duas filhas.
Saiba mais em www.padraigomorain.com

 

12
Dez21

Nove conselhos para superar momentos difíceis

by Women's Health

Niel Tomodachi

Tornou-se comum a procura de estratégias para que no novo ano supere o que ficou para trás. Aprenda a passar por situações difíceis da melhor maneira.

2021 afetou-nos a nível psicológico (e não só). “Este ano trouxe consigo um conjunto de exigências, face às quais nem todas as pessoas sentiram (ou sentem) ter recursos para lidar com as mesmas”, começa por apontar Rute Agulhas, psicóloga clínica e docente e investigadora no ISCTE-IUL, em Lisboa.

A saúde mental continua a ser menosprezada. É “considerada menos importante do que a saúde física”, embora “ambas se influenciem mutuamente e de forma muito significativa” aponta Rute Agulhas. Contra isto, importa “apostar na sensibilização para o autocuidado. Cuidar de nós não é um luxo, é um direito e uma necessidade”.

Por isso preparamos este artigo, em jeito de apoio a quem precise de orientar o seu próprio caminho em busca de um maior estado de bem-estar pessoal.

 

1. Redefina a sua resposta ao stress

Nem sempre reage de forma tão calma e racional quanto gostaria? Nós entendemos. Quando a situação não corre como o esperado (e parece ficar fora do nosso controlo) é normal que a reação intensifique ainda mais o stress consequente. Vera Saicali, psicóloga da Oficina de Psicologia, em Lisboa, e terapeuta certificada em EMDR, esclarece os mais comuns casos e diz como contornar o problema.

Revê-se mais

  • Na que quer resolver tudo

“O que sugiro em primeiro lugar é que faça uma revisão dos problemas a resolver e perceba se está a abraçar mais causas do que deveria. Por vezes sujeitamo-nos a demasiadas coisas para resolver ao mesmo tempo, acabando sobrecarregadas”.

Como relaxar? “Há que fazer uma análise de tudo o que tem sob a sua responsabilidade e definir prioridades sobre as várias tarefas. Outro aspeto essencial é aprender a dizer não. Muitas vezes assumimos mais causas do que temos condição de assumir, o que pode levar a situações desagradáveis”.

 
 
  • Na que processa e não reage

“Falamos de quem fica muito na análise, mas não parte para a ação. O adiamento é frequentemente resultado da dificuldade em tomar decisões. Há que trabalhar o processo decisório, começando por rever os prós e os contras dos possíveis cenários”.

Assuma o controlo com maior confiança. “Procurar soluções para os problemas vai ajudá-la a sentir maior controlo, diminuindo stress. O mais importante é perceber que o erro faz parte de uma tomada de decisão. É uma oportunidade de aprendizagem. que nos permite preparar para uma próxima”.

  • Na que evita ao máximo

“O padrão mais comum nestes casos é o aprendido, e aqui pode valer muito a noção de que o nosso cérebro é muito maleável. Ou seja, da mesma forma que, sem darmos conta, adquirimos um padrão como este do evitamento, podemos ‘desprogramá-lo'”.

Contrarie a mente. “Um dos primeiros desafios será identificar as razões e emoções que a levam ao evitamento, que terá um resultado diferente do desejado. A chave está em enfrentar pequenos desafio, que darão a oportunidade de ser bem sucedida no confronto e não no evitamento”.

 

2. Crie tempo para os seus hábitos de bem-estar

Aposte nestas simples estratégias que servem de gancho para uma sensação plena e de maior felicidade.

 

  • Recrie na sua mente a melhor parte do dia.
  • Vá para o seu lugar seguro.
  • Anote os aspetos que aumentam a sua autoestima.
  • Defina um momento do dia para as preocupações.
  • Dê tudo no treino.
  • Garanta tempo para se divertir.

 

3. Não compare a sua dor

Tanto os problemas de cada um como a forma como lidamos com os mesmos não devem ser objeto de comparação para com os problemas do próprio. Mas será que o são?

Segundo a visão da docente Rute Agulhas, “todas as pessoas são diferentes, com historias de vida diferentes, percursos e recursos distintos. Nem sempre as estratégias que ajudam alguém a lidar com uma determinada situação nos podem ajudar a nós. É importante olhar para dentro de nós mesmos, numa lógica de autoconhecimento, e tentar perceber quais são as ‘ferramentas’ que temos, e as que podemos desenvolver, pensando na promoção de competências”. A cada caso, uma solução, por isso deixe as comparações de parte e foque se no seu problema, que não é menor que o dos outros. Como? “Sabendo pedir ajuda sempre que for preciso”, diz a psicóloga.

 

4. Aposte no mindfulness

O crescente interesse pela prática de mindfulness chamou a atenção da ciência, que procurou conhecer os efeitos deste método de meditação e a Universidade de Harvard foi uma das instituições que se dedicou ao tema. “A terapia cognitivo-comportamental individual é útil para muitos; medicamentos antidepressivos ajudam outros. Mas há quem não beneficie de nenhum destes métodos, o que leva a uma grande necessidade de abordagens alternativas”, assume Benjamin Shapero, professor de psiquiatria na Escola de Medicina de Harvard e um dos autores do referido estudo, que aponta a prática de mindfullness como eficaz apoio.

 

5. Pare e analise

“Observar os nossos problemas e refletir sobre os mesmos pode constituir uma atitude mindful na medida em que quando o fazemos já nos estamos a colocar no papel de observadores curiosos e a ganhar perspetiva sobre o que nos rodeia”, aponta Filipa Jardim da Silva, psicóloga especialista em psicologia clínica e da saúde, em Lisboa. Assim, “treinamos flexibilidade mental e aproximamo-nos da perspetiva que se possa revelar mais produtiva no momento”, explica.

 

6. Crie métodos para acordar e deitar-se bem-disposta

 

De manhã:

  • Passo 1: Espreguice todo o corpo e atente onde sente algum desconforto (na cabeça inclusive). Repita esta prática por dois minutos. Faça longas inspirações e mantenha-se sentada a sentir os batimentos cardíacos.
  • Passo 2: Faça uma introspeção sobre um único aspeto sobre si e use-o para canalizar energia para que o dia corra da forma que pretende. Pode ser uma única frase, um mantra, um excerto de um podcast ou uma página do seu livro favorito.
  • Passo 3: Expresse gratidão. Envie a alguém uma mensagem de texto ou de voz que seja positiva. Transforme os seus sentimentos em palavras específicas, não genéricas – terá mais valor e vai fazê-la sentir-se muito melhor.

 

À noite:

  • Passo 1: Proporcione-se a um momento de quietude consigo mesma (isto é meditação ao nível mais básico – não pense demasiado). Sente que a sua mente está a caminhar por uma direção mais negativa? Está tudo bem, aceite o pensamento.
  • Passo 2: Enquanto lava os dentes, analise e faça um agradecimento mental a uma situação do seu dia, que não correu como esperava.
  • Passo 3: Reflita sobre algo que correu mal e dissocie a situação geral da parte específica que planeou. Aceitar a responsabilidade do que aconteceu ajuda-nos a assumir a nossa realidade.

 

7. Aprenda a respirar fundo

Algo tão simples como uns minutos a respirar pode ajudá-la a acalmar-se. Palavra de ciência!

Yoga, meditação e outras técnicas de relaxamento dependem do foco a que damos à respiração, e são muitos os benefícios destas práticas que garantem, também, uma maior calma tanto do corpo como da mente. Só tem de escolher a técnica com que mais se identifica.

 

8. Pratique o amor-próprio

É importante praticar o amor-próprio, mas nem sempre é fácil fazê-lo bem. Para melhor lidar com tais situações, a psicóloga Margarida Gaspar de Matos, psicóloga clínica e professora catedrática da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, responde a três questões:

Como recuperar a paixão pela carreira quando nos sentimos estagnadas e experienciamos falta de evolução?

“A paixão acaba quando nos sentimos pouco desafiadas, competentes, extenuadas ou alvo de Mobbing (bullying no local de trabalho). Ultrapassar estas situações é difícil, porque em geral a solução não está ao nosso alcance. Aplique o modelo SOC (Selecionar o que nos interessa, Otimizar o que está ao nosso alcance e Compensar as áreas onde nos sentimos mal. Outro conselho é manter ‘outra vida’ valorizando e conservando o nosso suporte social e com isto ir diminuindo a distância entre a nós e as nossas paixões”.

Por vezes, passar a tarde no sofá a fazer scroll nas redes sociais parece um bom plano para quem quer ficar sozinha. Mas será o melhor?

“Passar uma tarde no sofá a fazer scroll nas redes sociais (para quem gosta), parece um bom plano, desde que não se torne no único plano. O excesso de uma atividade só é prejudicial quando nos limita na nossa diversidade. Até o excesso de trabalho. Se o trabalho passa a ser a nossa única atividade, estaremos a evitar o quê? A vida?”.

Na Women’s Health somos apologistas de que devemos apostar nos momentos de autocuidado. Mas por vezes é fácil sentirmo-nos culpadas por dedicar um dia inteiro a mimarmo-nos. Algum conselho?

“É terrível como inventámos uma cultura que nos consegue fazer sentir culpadas de ‘qualquer coisa’. Pensamos que poderíamos fazer melhor quando não temos que ter um modelo de perfeição que nos asfixie. Mimarmo-nos é essencial para nos ocuparmos melhor da nossa energia”.

 

9. Partilhe a boa disposição

Segundo Filipa Jardim da Silva, “o nosso nível de bem-estar influencia naturalmente a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos, o que influencia o que acontece à nossa volta e a maneira como nos posicionamos perante a realidade”. “É vantajoso pensarmos e nos comportarmos da maneira como nos é mais produtivo, mesmo que não acreditemos nisso a 100%”. Por exemplo, quando olhar ao espelho e pensar ‘estou horrível, estou disforme’, identifique esse pensamento como negativo e desrespeitador e pense, em alternativa, ‘eu respeito-me, cuido de mim, tenho valor’.

“Provavelmente quando escolhemos pensar desta maneira notamos uma certa artificialidade, mas há que repetir para irmos acreditando mais (o que a nível cerebral se traduz na criação de novas estradas neuronais com as ligações que nos fazem melhor e atenuar os caminhos que nos prejudicam)”, reconhece. “Contrariarmos alguns comportamentos de impulso ou mais enraizados é positivo; fingirmos que estamos a sentir algo diferente do que estamos não o é. Projetarmos no espelho o que queremos ver pode ajudar-nos a lá chegar, mas ignorar o ponto de partida não é saudável”.

 

03
Nov21

10 dicas para ter (sempre) mais energia

Niel Tomodachi

Inspire fundo

Um estudo realizado em 2013 e publicado na revista científica Journal of the International Society of Sports Nutrition revelou que o óleo essencial de hortelã-pimenta pode ser eficaz no combate à fadiga.

Beba café

Se é adepto desta bebida rica em cafeína, então temos boas notícias para si: o café é dos melhores estimulantes naturais. Até quatro bicas por dia é o ideal, mas não se esqueça que o chocolate, o chá e os refrigerantes também têm cafeína, por isso, modere o consumo.

Levante-se

Evite a todo o custo frases como ‘Podes passar-me o…?’. Levante-se e ande. Com isto, estará a contribuir para relaxar os músculos tensos e para que a sua respiração seja mais profunda e o sangue renovado (rico em oxigénio).

Regue com azeite

Para acabar com as dores, ingira azeite. O Monell Chemical Senses Centre, nos Estados Unidos, refere através do estudo publicado na Nature, que apenas 50 g de azeite extra virgem são equivalentes a um décimo de uma dose de analgésico. De acordo com os investigadores do centro, existe um componente no azeite que funciona como um anti-inflamatório, inibindo a atividade das enzimas presentes nas inflamações.

Tenha uma boa higiene de sono

Deitar e levantar às mesmas horas todos os dias – incluindo ao fim de semana – é determinante para a boa qualidade de sono, que, por seu turno, tem um papel crucial nos níveis de energia ao longo do dia. E, fique a saber, influencia também o que come.

Tome um banho energético

Basta juntar 10 ramos de alecrim, 1 colher de sopa de lavanda, 10 cravos-da-índia, 10 paus de canela, 10 sementes de girassol e 10 flores do campo sortidas (coloridas). Ferva tudo num litro de água. Coe e regue o corpo após o duche. Ajuda a relaxar.

Faça 5 minutos de exercício (no mínimo!)

Não seja preguiçoso e saia da cama. O exercício matinal contribui para aumentar a energia (e duplicar o número de calorias queimadas ao longo do dia). E isso não passa necessariamente por correr 8 km às 5h da manhã. Cinco míseros minutos são suficientes. Aproveite-os para fazer algumas flexões ou uns saltos à corda e elevar assim o ritmo cardíaco.

Aprenda a relaxar

Meditação, yoga, música relaxante, literatura…tudo vale na hora de procurar um pouco de paz e sossego, de modo a que ‘recarregue’ energias, sobretudo nos momentos de maior tensão ou depois de um dia de trabalho desgastante.

Encha-se de água

A desidratação acelera o cansaço. De manhã, beba um bom copo de água logo após acordar e, durante o dia, comprometa-se a beber mais sete até ir para a cama. Há apps que ajudam a medir a quantidade ingerida.

Tome ferro

A anemia é uma das principais responsáveis por um cansaço inexplicável. Uma das razões poderá ser a insuficiência de ferro. Fale com o seu médico e peça umas análises clínicas para saber se é o seu caso, no entanto, deve manter-se ativo e seguir uma alimentação saudável e variada.

Não se refugie nos suplementos

Antes de colocar toda a fé nos suplementos vitamínicos, consulte um nutricionista para perceber se a sua alimentação é suficiente e garante todos os nutrientes necessários.

Puxe

Ter as costas e o tronco fortes ajuda-o a realizar as tarefas com menor esforço e cansar-se menos. E temos o exercício ideal: puxador à nuca. Com as mãos colocadas na barra, mantenha o tronco direito e o olhar em frente. Contraia os abdominais e coloque as pernas a 90º do tronco. Puxe a barra à nuca até à 6ª/7ª cervical sem fletir o corpo. A velocidade deve ser baixa e a expiração deve ocorrer durante a contração muscular.

Tenha múltiplos interesses

Mais hobbies, mais energia, vá por nós. Tente dividir o seu tempo em várias atividades que não sejam apenas relacionadas com o trabalho. Pode aproveitar o fim de semana para se dedicar a outras atividades de que goste, preferencialmente se o ajudarem a manter-se sempre ativo.

Encontre o equilíbrio

Condições mentais como depressão, ansiedade, desinteresse pela vida e conflitos não resolvidos ou agendas de trabalho stressantes podem ser fisicamente desgastante, sugando toda a energia. O primeiro passo é perceber o que o inquieta, procurar ajuda e caminhar rumo à solução

Recuse o último copo

Algumas pessoas recorrem ao álcool para encontrar um estado de serenidade no final do dia. Mas dentro do organismo, o processo inverte-se e esse copo vai interferir na fase REM, isto é, o estado de sono profundo. Por isso, não beba álcool três horas antes de dormir.

Ponha-se direito

Uma má postura pode ser sinónimo de cansaço, dores de cabeça, de ombros e cãibras. Se for o seu caso, faça este simples exercício: deixe cair os ombros e leve o queixo até ao peito (sentirá um alongamento ligeiro do pescoço). Mantenha a posição e incline a cabeça suavemente, como se dissesse ‘sim’, mas sem a fletir demasiado.

Coma muito peixe

Isto porque contém Ómega-3, muito importante para quem sente a cabeça cansada. Um estudo da Mental Health Foundation e da Sustain concluiu que em consequência da diminuição da ingestão dos ácidos Ómega-3 e do aumento paralelo dos ácidos Ómega-6, juntando a uma diminuição do consumo de vitaminas e minerais, surgem cada vez mais sintomas como depressão, dificuldades de concentração e problemas de memória.

Não corte os hidratos de carbono

Por serem uma fonte de energia por excelência, devem estar presentes na alimentação diária. O segredo está em saber escolher: opte pelos cereais integrais e pelas frutas e vegetais.

Controle o stress

Segundo a Universidade de Harvard, a capacidade de controlar o stress é determinante para manter os bons níveis de energia. Para a instituição, o yoga e o tai-chi são as melhores estratégias. A organização é também uma aliada.

Aposte nos aliados

Eis uma bebida energética para elevar as suas forças: 1 copo de leite, 1 fatia de melão, 1 colher de sobremesa de noz de cola. Misture tudo no liquidificador e beba!

 

27
Mai21

"Liberdade" de Mário Caetano

Decide o Teu Caminho

Niel Tomodachi

A partir do momento em que és livre cada dia transforma-se numa oportunidade

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Sobre o Livro:

A liberdade que tanto desejas está nas tuas mãos.
O que está a impedir que nos sintamos livres?
Num momento de mudança global em que os nossos direitos estão a ser postos em causa, devemos concentrar-nos no que está a acontecer à nossa volta e, simultaneamente, olhar para dentro de nós mesmos, percebendo o que nos aprisiona e o que nos liberta.
Os textos deste livro ajudar-te-ão a refletir sobre diversos pontos que têm influenciado a tua vida, e que, quando tocados conscientemente, dar-te-ão a possibilidade de fazeres novas escolhas. Este livro vai ajudar-te.
Nunca como agora foi tão importante saber escolher.
Chegou o tempo de sermos livres.

A PARTIR DO MOMENTO EM QUE ÉS LIVRE CADA DIA TRANSFORMA-SE NUMA OPORTUNIDADE
Textos inspiradores que irão transformar a tua vida para sempre. 3 minutos por dia.
Cada um destes textos pode ser lido de maneira independente e ajuda-nos a refletir sobre os mais diversos aspetos da vida. Trazem-nos pensamentos breves e profundos, repletos de significado e que nos dão, a cada palavra, a oportunidade de encontrarmos a liberdade que tanto desejamos.

 

Sobre o Autor:

Mário Caetano é empreendedor, pai de 3 lindas meninas, casado com uma maravilhosa mulher, autor dos livros AbreInspira-te e Reinventa a Tua Vida, coach e palestrante. Desde 2008, tornou-se especialista em ajudar pessoas a descobrirem o seu propósito de vida e a viverem daquilo que amam fazer.
Através dos princípios exatos da mudança que ensina e das mais de 100 000 pessoas que ajudou, conseguiu reinventar a sua vida vezes sem conta, passando de empreende dor falido e solitário a empreendedor abundante, unindo a espiritualidade à prática.
Quando não está a inspirar pessoas através das suas palestras e formações, sessões de coaching, cursos online e retiros, o Mário viaja pelo mundo com a sua família, corre pelas montanhas com os seus cães, escreve, inova e funde-se com a natureza.
Sabe mais sobre o autor em www.mariocaetano.net

 

 

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