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Little Tomodachi (ともだち)

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27
Out22

"Três Dias Até ao Natal": o novo livro de Diogo Simões

Niel Tomodachi

O autor Diogo Simões acabou de lançar o seu mais recente romance LGBTQI+ em formato e-book. 

O Natal está a chegar e nada melhor que um romance fofo e de natal para encerrar o ano de forma mais leve.

E melhor ainda se for um romance LGBTQI+!! 

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Sobre o Livro:

Quando Mateus se olha ao espelho não é o seu reflexo que vê, mas antes uma imagem de preconceitos, expetativas e autossabotagem que faz de si mesmo.

Ao conhecer Sebastien numa cidade iluminada por decorações de Natal, a sua perceção começa a mudar. Mas conseguirá escapar às expetativas da sua vida social? Pode Sebastien curar as feridas invisíveis de Mateus?

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O livro não é só sobre as temáticas em LGBTQ, mas de aceitação, nomeadamente a aceitação corporal.

::::

De momento o livro apenas estará disponível na loja da Kobo. Poderá comprar a versão original, a portuguesa, e uma traduzida, em inglês.

"Três Dias Até ao Natal" estará assim disponível no dia 16 de novembro, sendo que o período de pré-venda já se encontra aberto. Apesar de o preço, hoje, aparecer fixado nos 1,99 €, o mesmo estará com promoção, onde o podem adquirir por 0,99 € até ao dia 15 de novembro.

Versão Portuguesa | Versão Inglesa

Para mais informações consulte

 

 Diogo parabéns por mais este lançamento!!!

 

28
Jun22

Governo espanhol propõe mudança de género desde os 12 anos sem parecer médico

Niel Tomodachi

Proposta aprovada torna possível mudar de género no registo civil, a partir dos 12 anos, sem parecer médico, mas será necessária autorização de um juiz até aos 14 anos.

Menores poderão se registrar com novo gênero na Espanha | Mundo | Pleno.News

O Governo espanhol aprovou esta segunda-feira uma proposta de lei que prevê a mudança de género no registo civil a partir dos 12 anos sem necessidade de pareceres médicos, sendo que a partir dos 16 basta a vontade da pessoa.

Ao abrigo desta proposta, que terá de ser aprovada pelo parlamento, será possível mudar de género no registo civil, a partir dos 12 anos, sem parecer médico, mas será necessária autorização de um juiz para os casos entre os 12 e os 14 e dos pais ou tutores legais entre os 14 e os 16.

Para maiores de 16 anos, bastará a própria vontade de quem quiser fazer a alteração.

É a segunda vez que o Governo espanhol aprova esta proposta, depois de há um ano ter avançado com o anteprojeto, que dividiu o Executivo.

Conhecida como a lei da “autodeterminação de género”, a proposta pretende retirar a carga de patologia à mudança de género.

“Reconhece-se o direito a todos serem quem são sem mediação de testemunhas”, afirmou a ministra da Igualdade, Irene Montero, numa conferência de imprensa no final do conselho de ministros que aprovou a proposta.

A proposta proíbe também cirurgias de modificação genital até aos 12 anos em crianças que nasçam com características físicas dos dois géneros (crianças intersexuais ou hermafroditas),

Por outro lado, o texto consagra o direito de lésbicas, bissexuais e transgénero com capacidade reprodutiva acederem às técnicas de reprodução mediamente assistida e permite a filiação dos filhos de mães lésbicas e bissexuais sem necessidade de casamento.

A proposta foi aprovada no mesmo dia em que a imprensa espanhola noticiou que um juiz de Ourense (na Galiza, noroeste de Espanha) autorizou a mudança do género nos documentos de uma criança de 8 anos.

A decisão, citada pela agência de notícias EFE, considera que a criança, um rapaz registado com o género feminino, tem “maturidade suficiente” e apresenta uma “situação estável de transexualidade”.

A mãe desta criança disse à EFE que esta é “uma grande vitória, um avanço enorme para as crianças e para todos os grupos que lutam pelo reconhecimento dos menores”.

Em relação ao filho, disse que “sempre falou no masculino na primeira pessoa” e que em casa sempre o deixaram “expressar-se livremente na forma de vestir e brincar”.

“Espero que isto sirva para alguma coisa e se oiçam os menores”, defendeu, dizendo que não tem sentido solicitar relatórios de equipas de psiquiatras “porque isto não é uma doença”.

A mulher lamentou que a proposta de lei que vai ser debatida pelos deputados não abranja as crianças.

 

13
Jun22

Emirados proíbem filme por cena de beijo entre duas pessoas do mesmo sexo

Niel Tomodachi

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram hoje a proibição do filme de animação 'Lightyear', da Pixar Studios, o primeiro da grande produtora norte-americana a conter uma cena de beijo entre duas pessoas do mesmo sexo.

Emirados proíbem filme por cena de beijo entre duas pessoas do mesmo sexo

Estado do Golfo, que inclui o emirado de Dubai em particular, e tem um Ministério da Tolerância, é relativamente liberal em comparação com os seus vizinhos, mas continua governado por inúmeras restrições no aspeto político e social.

"O filme de animação 'Lightyear', que tem estreia prevista para 16 de junho, não está autorizado a ser exibido em nenhum cinema dos Emirados Árabes Unidos, por violação das normas relacionadas ao conteúdo mediático vigentes nos Emirados Árabes Unidos", anunciou o Media Regulatory Office no Twitter.

De acordo com este órgão dependente do Ministério da Cultura e Juventude, todos os filmes "estão sujeitos a acompanhamento e avaliação antes da data de exibição ao público de forma a garantir que os conteúdos difundidos sejam adequados no que diz respeito à classificação etária".

Questionado pela agência de notícias francesa AFP, o ministério não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre as "normas" violadas pelo 'Lightyear', já tendo sido afixados nas ruas do Dubai cartazes do filme.

Esta proibição ocorre seis meses depois de o país ter anunciado que os filmes exibidos nos seus cinemas não seriam mais censurados, mas apenas classificados de acordo com a idade dos espetadores, com uma nova categoria de obras proibidas para menores de 21 anos.

A censura é uma prática muito difundida no mundo árabe, especialmente na região muito conservadora do Golfo. Filmes que contêm cenas consideradas prejudiciais à moral são muitas vezes cortados ou até mesmo completamente proibidos.

Em abril, a Arábia Saudita pediu à Disney que retirasse "referências LGBTQ" ao filme da Marvel, 'Doutor Estranho no Multiverso da Loucura', para que não pudesse ser exibido nos cinemas do reino ultraconservador, vizinho dos Emirados.

Nos últimos anos, os Emirados adotaram reformas sociais apresentadas como liberais para atrair mais expatriados, sendo o país composto por cerca de 90% de estrangeiros de todo o mundo.

Apesar dessas reformas, a Organização Não Governamental Human Rights Watch acusou, na semana passada, as autoridades de criminalizar "atos vagos" como qualquer comportamento que "ofenda a modéstia e a moral pública" ou que "incite uma vida de pecado".

 

17
Mai22

Quatro em cada cinco alunos LGBTQ preferem não revelar orientação sexual aos professores

Niel Tomodachi

Estudo da Universidade do Porto revela que grande parte dos alunos LGBTQ preferem não revelar a sua orientação sexual aos professores ou funcionários da escola. Investigação mostra ainda como tópicos relacionados com pessoas lésbicas, gays ou bissexuais ou com bullying homofóbico e transfóbico ou sobre aceitação da população LGBTQ ainda estão fora das salas de aula. Um em cada 10 alunos desta inquérito sofreu alguma tentativa de conversão da sua orientação sexual.

Quatro em cada cinco alunos LGBTQ preferem não revelar orientação sexual aos professores

Um inquérito feito por uma equipa do Centro de Psicologia da Universidade do Porto, e citado esta terça-feira pelo jornal Público, revela que quatro em cada cinco alunos LGBTQ (lésbica, gay, bissexual, transgénero, queer ou em questionamento), de minorias sexuais e de género, preferem não revelar a sua orientação sexual aos professores ou funcionários.

O mesmo trabalho revela que estes jovens são mais vezes vítimas de bullying do que os colegas heterossexuais ou cisgénero.

Questionados sobre a quem é que, na escola, os jovens contaram que são LGBTQ, 81% dos estudantes responde que nunca contou a nenhum professor ou funcionário e apenas 3,3% contaram a todos ou à maior parte dos adultos da escola.

Já entre colegas os números revelam mais confiança com 37% dos jovens a afirmar que tinha dito a toda a turma ou à maior parte, sendo que o valor baixa para 13% quando se colocam outras turmas na equação.

Relativamente ao grupo de amigos, 43,8% jovens LGBTQ afirmaram que todos sabiam, mas 27,4% contou a apenas alguns ou a nenhum amigo.

Para além destes números o inquérito evidencia ainda um problema na hora de levar os temas relacionados com a comunidade LGBTQ. Três em cada cinco estudantes dizem nunca ter aprendido nas aulas sobre bullying homofóbico e transfóbico ou sobre aceitação da população LGBTQ.

Mais: 40,6% nunca ouviram nas aulas tópicos relacionados com pessoas lésbicas, gays ou bissexuais, e 54,2% afirma que nunca foram abordados assuntos relacionados com pessoas transgénero. E ainda 56,3% dos alunos dizem que as aulas de educação sexual não abordaram a existência de diferentes orientações sexuais.

Os dados preliminares deste relatório revelam ainda outra realidade, a de que cerca de um em cada dez jovens LGBTQ já sofreu alguma tentativa de conversão da sua orientação sexual. Dos quase 700 alunos que responderam identificar-se como não heterossexuais, 8,6% foram vítimas de algum tipo de tentativa de mudança da orientação sexual: em oito casos foi conduzida por um profissional de saúde, em 15 casos por um líder religioso e em 44 casos por outra pessoa, maioritariamente um membro da família.

Este relatório faz parte de um estudo alargado sobre diversidade sexual e de género nas escolas, que foi aplicado também em Itália, Espanha, Grécia, Eslovénia, Letónia, Croácia, Irlanda, Áustria, França e Reino Unido no âmbito de um projeto europeu coordenado pela Universidade de Ghent, na Bélgica.

 

22
Ago21

Tom Daley to release first memoir documenting his life, love and career

We can't wait to dive right in.

Niel Tomodachi

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Olympic diver Tom Daley, has announced that he is releasing his first memoir, Coming Up for Air: What I Learned from Sport, Fame and Fatherhood.

The book - set to be published by HarperCollins and available in October- will chart the double Olympics medalist’s life from a young age to his preparations for this year’s Olympics in Tokyo.

Along the way, the 26-year-old diver and dad-of-one will discuss the lessons he’s learned from the moments and experiences that have helped shape him.

“I can’t wait to share it with people later in the year.”

Speaking ahead of the book’s release, the two-time World Diving Champion says the title of the book feels very apt for where he is now.

Coming Up for Air is quite literally how this book feels to me - reflecting on my life, love and career to date. My constantly shifting perspectives have given me a totally different outlook on what really matters most in life.”

The Tokyo Olympics will be Daley’s fourth after making his debut a Beijing 2008 as a 14-year-old. Since then, he’s gone on to win two bronze Olympic medals, two World Champion titles and multiple other medals and titles the world over in individual and synchronised diving.

The three-time BBC Young Sports Personality of the Year winner also married Oscar-winning screenwriter Dustin Lance Black, 46, in 2017. They currently live in London with their son, Robbie, who was born in 2018.

All of this, Daley says, been brought into sharp perspective as he gears up for the Tokyo games in July.

“Going into the Tokyo Olympics this Summer, working on this book has helped me feel grateful for the highs and learn from the lows, and I can’t wait to share it with people later in the year.”

"I knew I had found love. And I wanted people to know that."

The memoir will also touch on Daley’s journey to reclaim the narrative around his sexuality. He famously came out in a YouTube video in 2013, saying in an interview with Glamour magazine he was “terrified” to press send.

“I wanted to get people off my back, continuously asking questions about my love life.

"I knew I had found love. And I wanted people to know that. Doing a YouTube video was the way I communicated with my fans and was the only way I could say exactly what I wanted to say without getting my words twisted."

Of the book, HQ’s Commissioning Editor, Zoe Berville, says: “Tom is one of our country’s greatest and most-loved athletes, and Coming up for Air offers unique and unparalleled insight into his life and mindset. Warm, honest and perceptive, we could not be more thrilled to publish this very special and inspiring book.”

Coming Up for Air: What I Learned from Sport, Fame and Fatherhood will be published in the UK in hardback, ebook and audio on 14 October 2021.

(S)

11
Jul21

Tribunal de Israel permite recurso a barrigas de aluguer por casais do mesmo sexo

Niel Tomodachi

O Supremo Tribunal de Israel aprovou este domingo a adoção de crianças por casais do mesmo sexo que recorram a barrigas de aluguer, uma decisão que os ativistas consideram ser uma vitória para os direitos de pessoas LGBTQ.

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O tribunal considerou que a lei de 2020 sobre este tema, que expandia o acesso às 'barrigas de aluguer' a mulheres solteiras, mas excluía os casais do mesmo sexo, "afetava desproporcionadamente o direito à igualdade e o direito à parentalidade", sendo por isso ilegal.

Na decisão, citada pela agência de notícias AP, os juízes escreveram que, "uma vez que o Estado há mais de um ano não faz nada para fazer aprovar uma emenda à lei, o tribunal decidiu que não pode obedecer ao sério e continuado prejuízo causado aos direitos humanos pela atual lei sobre a substituição" da conceção por um acordo em que o casal recorre a uma 'barriga de aluguer'.

A decisão surge depois de os juízes terem, há um ano, dado 12 meses ao Governo para modificar a lei, mas desde então nada foi aprovado no parlamento israelita.

A mudança na lei terá efeito no máximo em seis meses, para permitir a aprovação da regulamentação do procedimento, acrescenta-se no acórdão.

O Aguda, grupo ativista de direitos LGBTQI (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, queer ou questionadores e intersexo) aplaudiu a decisão, definindo-a como "um marco histórico na luta pela igualdade".

Pelo contrário, o deputado ultraortodoxo e antigo ministro do Interior Aryeh Deri escreveu no Twitter que a decisão é mais um golpe na identidade judaica e que "a maior parte da nação quer salvaguardar a tradição de Israel, preservando os valores familiares judeus".

De acordo com a lei atual, os casais do mesmo sexo que querem ser pais não podem recorrer aos serviços de uma 'barriga de aluguer' e muitos acabam por desistir devido aos custos de recorrer a este serviço no estrangeiro, reporta a AP.

Ao contrário da generalidade do Médio Oriente, de orientação conservadora nestas matérias, Israel é genericamente tolerante para com a comunidade LGBTQI, havendo homossexuais assumidos nas forças armadas, no parlamento e no Governo, como o atual ministro da saúde.

 

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