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Little Tomodachi (ともだち)

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05
Jan23

As apps que o vão ajudar a ler mais livros em 2023

Niel Tomodachi

O Goodreads é sempre uma boa proposta, mas há outras apps que também podem ser boas opções.

As apps que o vão ajudar a ler mais livros em 2023

É comum iniciar um novo ano com todo o tipo de resoluções e, entre as mais populares, é comum ver decisões de passar a ler mais livros. Uma boa forma de cumprir esta resolução é escolher uma boa aplicação que lhe permita não só registar o seu progresso de consumo de livros como também descobrir novos livros.

 

O Goodreads é uma das plataformas mais populares neste segmento e, apesar de ser uma ótima proposta, o site TechCrunch decidiu criar uma lista mais focada em alternativas menos conhecidas e que também merecem ser consideradas.

StoryGraph:

naom_63b40daa9adda.jpg

Tertulia:

naom_63b40dad038c8.jpgBasmo:

naom_63b40daf2816a.jpgReaderly: 

naom_63b40db125cd4.jpg

 

02
Jan23

♣ Desafio Literário 2023

Preparados para o desafio anual do Blog?

Niel Tomodachi

the naturals book on Tumblr

 

Olá, a todos!

Mais um ano passou e voltei com um novo desafio literário para 2023!

Convido todos os que queiram, a fazer parte desta jornada comigo. Podem ir comunicando e sugerindo os livros que vão lendo aqui nos comentários.

Eu irei partilhando como sempre as minhas leituras com todos.

No ano de 2022 tinha me proposto ler 50 livros, mas terminei o ano com 62 livros lidos!!!

Para 2023 decidi tentar ler 55 livros!

 

Preparados?

 

🚩 O DESAFIO!

1.Dois livros publicados em 2023...

2.Primeiro livro de um autor...

3.Um livro recomendado por um amigo ou bookstagrammer...

4.Um livro com mais de 400 páginas...

5.Ler uma Biografia ou Diário...

6.Um livro escrito por uma autora ou autor asiática (o)...

7.Uma trilogia...

8.Um livro com a minha cor favorita...

9.Um livro sobre causas sociais, racismo ou ambiente...

10.Um clássico da literatura...

11.Um livro sobre alimentação saudável ou lifestyle...

12.Um livro que foi ou será um filme...

13.Quatro livros LGBTQIA+...

14.Um livro com menos de 200 páginas...

15.Um livro escrito por dois autores...

16.Um livro de contos...

17.Um livro escrito por uma autora ou autor africano (o)...

18.Um livro de Ficção Científica...

19.Um livro de Poesia...

20.Uma Banda Desenhada...

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Aguardo pelos teus comentários!

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16
Fev22

Estudo revela que mais de metade da população portuguesa não lê livros

Niel Tomodachi

Mais de metade dos portugueses não lê livros, uma realidade que está fortemente associada à educação, já que muitos não têm memória de os pais alguma vez os terem levado a uma livraria ou lhes terem oferecido um livro.

Estudo revela que mais de metade da população portuguesa não lê livros

As conclusões constam de um inquérito às práticas culturais dos portugueses, realizado nos últimos meses de 2020 pelo Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa, com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), e hoje apresentado na capital.

Trata-se da primeira vez que é feito em Portugal "um amplo levantamento à escala nacional das práticas culturais dos portugueses em vários domínios da cultura", destacou o administrador da FCG, Guilherme de Oliveira Martins, afirmando que este estudo nasceu precisamente da necessidade de conhecer esta realidade, da necessidade de ter um "ponto de partida".

No que respeita aos hábitos de leitura, o inquérito revelou que, nos últimos 12 meses anteriores ao inquérito, 61% dos portugueses não leram um único livro em papel, e, dos 39% que afirmavam ter lido, a maioria leu pouco.

Quando questionados sobre a leitura de livros digitais, a percentagem desce ainda mais, com apenas um em cada dez inquiridos a responder que leu nesse suporte.

Segundo o estudo, o universo de quem leu constitui-se maioritariamente por pequenos leitores (27%, que leram entre 1 e 5 livros impressos), seguidos de médios leitores (7%, que leram entre 6 e 20 livros) e grandes leitores (apenas 1% leu mais do que 20 livros num ano).

A mesma relação se encontra entre a população leitora de livros digitais: 5% de pequenos leitores, 1% de médios leitores e 0% de grandes leitores.

Estes dados revelam uma descida nos hábitos de leitura face a 2007, de acordo com o "Inquérito à Leitura" realizado nesse ano, que registava uma percentagem de 55% de leitores de livros impressos.

Contudo, o "Inquérito às Práticas Culturais dos Portugueses 2020" chama a atenção para o facto de aquele estudo ter excluído as regiões autónomas, de a amostragem ter sido diferente e de o formato da pergunta de aferição dos leitores de livros impressos também ter sido distinto. Em contrapartida, o "Inquérito à Ocupação do Tempo", realizado em 1999 pelo Instituto Nacional de Estatística, "indicava apenas 31% de leitores de livros em papel".

As conclusões do presente estudo apontam igualmente para a existência de uma relação entre a educação e os hábitos de leitura, já que, na sua infância e adolescência, a maioria dos inquiridos não beneficiou de estímulos à leitura gerados em contexto familiar.

De acordo com os dados divulgados, a grande maioria dos inquiridos assume que os pais nunca os levaram a uma livraria (71%), a uma feira do livro (75%) ou a uma biblioteca (77%).

Por outro lado, 47% assumem que os pais nunca lhes ofereceram um livro e 54% afirmam que nunca lhes leram um livro de histórias.

No entanto, os mais jovens e aqueles cujos pais têm ou tinham qualificações académicas superiores reconhecem mais frequentemente esse apoio familiar, "dados que denunciam a persistência de assimetrias sociais na criação de hábitos de leitura, mas também sinalizam uma mudança": "a democratização do acesso à educação potencia ganhos culturais nas gerações sucessoras".

Um dos coordenadores do estudo, o investigador José Machado Pais, destaca a este propósito que "as práticas culturais se associam bastante às práticas de leitura", ou seja, um leitor de livros tem uma maior propensão a desenvolver outras práticas culturais, "de onde todos os investimentos feitos na sensibilização, no interesse pela leitura, como o Plano Nacional de Leitura são bem vindos".

"Todas as iniciativas tomadas em contexto escolar, familiar, associativo, nos media, todos são muito bem vindos, porque fomentar o interesse pela leitura significa fomentar o interesse pela cultura em lato senso", sublinhou.

Ainda sobre o papel da escola (com as visitas de estudo e os programas de incentivo à leitura, por exemplo), o responsável assinalou a sua relevância em contextos em que os jovens não beneficiam de socializações de âmbito cultural em contexto familiar.

Quanto às idades, é entre os mais jovens que se encontram maiores hábitos de leitura de livros impressos: 44% tinham entre 15 e 24 anos, 46% tinham entre os 25 e os 34 anos, 44% entre 35 e 44 anos, 33% andavam na casa dos 45-54 anos, 31% tinham de 55 a 64 anos, e 22% tinham 65 ou mais.

Proporção semelhante foi encontrada entre leitores de livros digitais, embora com índices muito inferiores, que oscilaram entre 17% e 1%.

Avaliando a relação entre as práticas de leitura e o grau de ensino são tanto maiores quanto o nível de escolaridade, atingindo os 68% entre os inquiridos com o ensino superior.

No que respeita às motivações de leitura, 68% dos inquiridos afirmam ler livros "por prazer", uma percentagem que se eleva entre os mais idosos e os de mais baixa instrução, já que "os que menos prazer retiram da leitura (43%) são os jovens dos 15 aos 24 anos, precisamente os que mais leem para estudar ou realizar trabalhos escolares (45%)".

As escolhas de leitura são fortemente influenciadas pelas redes sociais, com 43% das recomendações a surgirem dos círculos da família, amigos e colegas de trabalho; 16% de comentários de amigos nas redes sociais; e 10% de 'sites' e de redes sociais especializados na leitura e avaliação de livros.

O estudo revela ainda que as classes com inquiridos que mais livros leem são as que têm uma prevalência de jovens e de estudantes que também consomem bastante televisão e Internet, sobressaindo "uma forte associação entre práticas de leitura e usos de Internet de pendor cultural".

A este propósito, José Machado Pais referiu que há quem defenda que o aumento da oferta cultural em espaços digitais pode aumentar os níveis de práticas culturais, mas lembrou que 29% dos portugueses "estão desconectados", pelo que a medida teria "impacto zero" nesta faixa, e que há uma percentagem significativa que usa diariamente a Internet, mas não para atividades culturais.

Por isso, considera que tal medida poderia apenas "diversificar e ampliar os hábitos culturais de quem já os tem".

Os impulsos à leitura surgem, ainda, da exposição dos livros nas livrarias (17%) e das críticas em jornais ou revistas (16%), acrescenta o estudo.

O inquérito procurou também saber quais as preferências dos leitores quanto ao género literário, concluindo que o romance é o mais procurado, por 46% dos inquiridos -- logo seguido de História, com 24% -, e o Teatro, o menos lido, com apenas 2% de leitores habituais.

Outra conclusão a que o inquérito chegou foi que a procura pelo género "romance" aumenta com a idade, de forma inversamente proporcional à procura de livros de "crime, 'thriller' ou mistério", lidos predominantemente pelos mais jovens.

A poesia é o género em que os seus leitores assíduos se repartem entre os mais velhos (a partir dos 55 anos) e os mais jovens de todos (entre os 15 e os 24 anos).

Os livros de História encontram-se principalmente entre os portugueses de idade mais avançada, ao passo que o romance, os livros técnico-científicos e os de ficção científica envolvem mais leitores entre os 35 e os 44 anos.

O local preferencial para a leitura é a casa, com 98% de respostas, seguida da escola (9%), do local de trabalho (8%), de cafés (5%), transportes (4%) e bibliotecas (3%).

O inquérito foi realizado entre 12 de setembro e 28 de dezembro de 2020 a um universo de 2000 inquiridos com 15 ou mais anos de idade, residentes em Portugal continental e regiões autónomas.

O estudo foi coordenado por José Machado Pais, Pedro Magalhães e Miguel Lobo Antunes, numa equipa ainda composta por Emanuel Cameira, Jorge Rodrigues da Silva, Rui Telmo Gomes, Teresa Duarte Martinho, Tiago Lapa e Vera Borges, e tem como objetivo oferecer aos decisores políticos, às instituições culturais, aos seus gestores e aos artistas, "informação precisa para se compreender as práticas culturais dos portugueses".

 

01
Jan22

Desafio Literário 2022♥

Preparados para o desafio anual do Blog?

Niel Tomodachi

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Olá, a todos!

Mais um ano passou e voltamos com um novo desafio literário para 2022!

Convido todos os que queiram, a fazer parte desta jornada comigo. Podem ir comunicando e sugerindo os livros que vão lendo aqui nos comentários.

Eu irei partilhando como sempre as minhas leituras com todos e preencherei (abaixo) o desafio conforme for terminando.

 

Preparados?

 

🚩 O DESAFIO!

1.Um livro publicado em 2022...

2.Um livro com mais de 500 páginas...

3.Ler uma Biografia ou Diário...

4.Um livro escrito por uma autora ou autor asiática (o)...

5.Um livro com um número no título...

6.Uma trilogia...

7.Um livro sobre causas sociais, racismo ou ambiente...

8.Um livro de Humor...

9.Um ebook...

10.Um clássico da literatura...

11.Um livro sobre alimentação saudável ou lifestyle...

12.Um livro que foi ou será um filme...

13.Um livro LGBTQI+...

14.Um livro com menos de 200 páginas...

15.Um livro escrito por dois autores...

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Aguardo pelos teus comentários!

 

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29
Dez20

Desafio Literário 2021♥

Preparados para o primeiro desafio anual do Blog?

Niel Tomodachi

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Olá, a todos!

Pela primeira vez decidi fazer um desafio literário! 

Como estamos a começar um novo ano, criei um desafio de leitura para 2021 com temas escolhidos. Convido todos os que queiram, a fazer parte desta jornada comigo. Podem ir comunicando e sugerindo os livros que vão lendo aqui nos comentários.

Eu irei partilhando como sempre as minhas leituras com todos e preencherei (abaixo) o desafio conforme for terminando. 

Preparados?

 

🚩 O DESAFIO!

1.Um livro publicado em 2021...

2.Um livro com mais de 500 páginas...

3.Ler uma Biografia ou Diário...

4.Um livro que se passa num lugar que já visitou...

5.Um livro com um número no título...

6.Um livro publicado em 2019/2020...

7.Um livro sobre causas sociais ou ambiente...

8.Um ebook...

8.Um clássico da literatura...

9.Um livro sobre alimentação saudável ou lifestyle...

10.Um livro que foi ou será um filme...

11.Um livro LGBTQI+...

12.Um livro com menos de 200 páginas...

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Aguardo pelos teus comentários!

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20
Dez20

A ler desde pequeno se chega longe no futuro

Niel Tomodachi

Contar histórias aos mais novos e incentivá-los a ler desde cedo é um estímulo ao desenvolvimento da sua criatividade, empatia e inteligência. Ler em família é um ótimo primeiro passo.

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Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento cognitivo de crianças e jovens, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando a conversa passa por ler um livro. Se dúvidas tivéssemos de que as coisas são mesmo assim, um estudo recente veio provar que os alunos do 3.º ciclo e ensino secundário leem cada vez menos. Levada a cabo pelo Plano Nacional de Leitura (PNL2027) e pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL), a pesquisa revelou que, em 2019, 21,8% daqueles alunos assumiram não ter lido qualquer livro por prazer nos 12 meses anteriores ao inquérito, o que representa um crescimento de cerca de 10% em relação a 2007.

Sabendo-se que os hábitos de leitura são maioritariamente integrados durante a infância e adolescência, é inevitável ficar apreensivo com estes números. Tanto mais que os primeiros resultados do estudo apontam para uma relação entre o comportamento dos alunos face aos livros e o contexto familiar em que estão inseridos. Quanto mais forte é a relação da família com a leitura – independentemente do nível de escolaridade dos pais —, mais livros os jovens dizem ter lido. De salientar que mais de metade dos alunos (57%) diz que a família tem uma relação distante com a leitura e a percentagem de estudantes com menos de 20 livros em casa quase duplicou entre 2007 e 2019, passando dos 14,5% para 27,3%.

Estimular a leitura entre os mais novos, envolver a família nesse propósito e facilitar o acesso a livros para aquelas faixas etárias é precisamente um dos objetivos do Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce, criado por esta cadeia em 2014. O livro vencedor da edição deste ano — “Leituras e Papas de Aveia” — da autoria de António Pedro Martins com ilustrações de Duarte Carolino, já está disponível em todas as lojas Pingo Doce do país, e conta as aventuras da pequena Olívia e dos monstrinhos que habitam o seu colchão. António Pedro e Duarte contam-lhe um pouco mais sobre esta experiência no vídeo:

Mais afeto e melhores notas

São inúmeros os benefícios que resultam da leitura, que pode – e deve – ser incentivada desde os primeiros tempos de vida, mesmo ainda na barriga da mãe, como defendem alguns especialistas.

Além de estreitar enormemente os laços afetivos entre pais e filhos, ler para as crianças vai estimular o seu desenvolvimento cognitivo, já que a leitura ensina a comunicação básica, incentiva a fala e ajuda a introduzir letras, números, cores e formas. Além disso, sabe-se também que desafia a memória, aguça a criatividade e imaginação e ainda treina a escuta e a concentração. Como consequência, pesquisas não faltam a relacionar os hábitos de leitura e o bom desempenho académico e até profissional.

Num interessante estudo sobre o tema, intitulado “The Sooner, the Better: Early Reading to Children”, os investigadores concluíram exatamente que ler livros a crianças pequenas contribui significativamente para um ambiente doméstico favorável à literacia e ao desenvolvimento da linguagem desde cedo. Já antes havia sido percebido que a leitura é um precioso auxiliar no enriquecimento do vocabulário ao longo dos primeiros anos.

Apreender o mundo e assimilar valores

Algumas investigações sugerem também que a leitura de histórias promove o desenvolvimento emocional, uma vez que, ao ouvir ler, a criança capta o tom de voz e as expressões de quem o faz, interioriza valores importantes (como a amizade ou a liberdade, por exemplo) e aprende a distinguir o certo do errado. Outra das consequências da leitura — especialmente a leitura de ficção — diz respeito ao desenvolvimento da empatia, o que também justifica a importância dos contos de fadas. Há ainda a perceção de que os livros contribuem para a redução de preconceitos da parte de quem lê ou ouve ler, uma vez que ajudam a conhecer e a compreender o mundo em que se vive.

A cereja no topo do bolo (sobretudo para pais desesperados devido à energia inesgotável dos filhos) é que a leitura favorece o relaxamento, verificando-se uma diminuição dos níveis de ansiedade, de acordo com a pesquisa levada a cabo pelo neuropsicólogo David Lewis-Hodgson, responsável pelo Mindlab, da Universidade de Sussex, Brighton, Reino Unido.

E o melhor é que tudo isto pode ser obtido de forma muito fácil, sem sair de casa e recorrendo apenas ao mais simples que há: amor, tempo em família e livros.

Como incentivá-los a ler?

Pôr os mais novos a ler não é tarefa impossível, sobretudo se se seguir algumas destas sugestões:

Prateleiras cheias de livros – Fazer do livro uma presença constante em casa desde sempre é meio caminho andado para que os mais novos ganhem o gosto pela leitura. Se crescerem rodeados de livros vão achar natural lê-los pela vida fora.

Dar o exemplo – Parte importante da educação faz-se pelo exemplo e o caso da leitura não é exceção. Por isso, há que ler – com eles e sem eles – para que percebam que ler é um hábito normal e desejável na família.

Criar rotinas – É bom que os mais novos tenham liberdade para ler quando e onde quiserem (dentro dos limites do bom senso, claro), mas é importante estipular momentos diários, como a altura antes de dormir, por exemplo, para lhes ler uma história ou, se as crianças já souberem ler, para o fazerem sozinhas ou lado a lado.

Qual é o livro mais adequado a cada idade?

Saber que livros são adequados a cada faixa etária pode ser determinante para que os mais novos mantenham o entusiasmo à medida que crescem. Antes de mais, é importante que se adequem, de alguma forma, aos seus gostos, e a quantidade de texto e de ilustrações deve ser proporcional à sua idade e conhecimentos. Aqui ficam algumas sugestões:

Até aos 5/6 meses – Livros pequenos e cartonados, de pano ou plástico com grandes figuras coloridas;

Dos 6 aos 12 meses – Livros com texturas ou sons, ilustrações de animais, objetos do quotidiano ou meios de transporte. O material deve ser resistente e durável;

1 a 3 anos – Textos simples, com rimas e repetições, como fábulas em verso, por exemplo. Livros com ilustrações variadas são sempre uma boa aposta, assim como com diferentes texturas;

3 a 6 anos – As histórias podem começar a apresentar mais texto e menos imagens. As fábulas e os contos de fadas são uma opção nestas idades;

6 a 8 anos – Livros ainda com imagens, mas em menor número, já que as histórias são mais longas e as personagens começam a apresentar características definidas em termos de caráter, e o final feliz é ansiado pela criança;

8 a 10 anos – Histórias mais complexas, com princípio, meio e fim. Nesta idade, as crianças são recetivas a livros com os seus heróis preferidos (por exemplo, personagens de um jogo ou filme), sendo esta uma forma de os cativar para a leitura;

10 a 12 anos – Começa a transição para livros com enredos densos e vocabulário mais rico, com as ilustrações a escassearem ou até a desaparecerem por completo. Livros de aventuras, mundos mágicos, mitos e lendas, detetives e até ficção científica são muito apreciados nesta idade.

Saiba mais em
https://observador.pt/seccao/premio-literario/

(S)

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