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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

29
Dez20

Desafio Literário 2021♥

Preparados para o primeiro desafio anual do Blog?

Niel Tomodachi

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Olá, a todos!

Pela primeira vez decidi fazer um desafio literário! 

Como estamos a começar um novo ano, criei um desafio de leitura para 2021 com temas escolhidos. Convido todos os que queiram, a fazer parte desta jornada comigo. Podem ir comunicando e sugerindo os livros que vão lendo aqui nos comentários.

Eu irei partilhando como sempre as minhas leituras com todos e preencherei (abaixo) o desafio conforme for terminando. 

Preparados?

 

🚩 O DESAFIO!

1.Um livro publicado em 2021...

2.Um livro com mais de 500 páginas...

3.Ler uma Biografia ou Diário...

4.Um livro que se passa num lugar que já visitou...

5.Um livro com um número no título...

6.Um livro publicado em 2019/2020...

7.Um livro sobre causas sociais ou ambiente...

8.Um ebook...

8.Um clássico da literatura...

9.Um livro sobre alimentação saudável ou lifestyle...

10.Um livro que foi ou será um filme...

11.Um livro LGBTQI+...

12.Um livro com menos de 200 páginas...

:::::

Aguardo pelos teus comentários!

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20
Dez20

A ler desde pequeno se chega longe no futuro

Niel Tomodachi

Contar histórias aos mais novos e incentivá-los a ler desde cedo é um estímulo ao desenvolvimento da sua criatividade, empatia e inteligência. Ler em família é um ótimo primeiro passo.

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Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento cognitivo de crianças e jovens, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando a conversa passa por ler um livro. Se dúvidas tivéssemos de que as coisas são mesmo assim, um estudo recente veio provar que os alunos do 3.º ciclo e ensino secundário leem cada vez menos. Levada a cabo pelo Plano Nacional de Leitura (PNL2027) e pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL), a pesquisa revelou que, em 2019, 21,8% daqueles alunos assumiram não ter lido qualquer livro por prazer nos 12 meses anteriores ao inquérito, o que representa um crescimento de cerca de 10% em relação a 2007.

Sabendo-se que os hábitos de leitura são maioritariamente integrados durante a infância e adolescência, é inevitável ficar apreensivo com estes números. Tanto mais que os primeiros resultados do estudo apontam para uma relação entre o comportamento dos alunos face aos livros e o contexto familiar em que estão inseridos. Quanto mais forte é a relação da família com a leitura – independentemente do nível de escolaridade dos pais —, mais livros os jovens dizem ter lido. De salientar que mais de metade dos alunos (57%) diz que a família tem uma relação distante com a leitura e a percentagem de estudantes com menos de 20 livros em casa quase duplicou entre 2007 e 2019, passando dos 14,5% para 27,3%.

Estimular a leitura entre os mais novos, envolver a família nesse propósito e facilitar o acesso a livros para aquelas faixas etárias é precisamente um dos objetivos do Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce, criado por esta cadeia em 2014. O livro vencedor da edição deste ano — “Leituras e Papas de Aveia” — da autoria de António Pedro Martins com ilustrações de Duarte Carolino, já está disponível em todas as lojas Pingo Doce do país, e conta as aventuras da pequena Olívia e dos monstrinhos que habitam o seu colchão. António Pedro e Duarte contam-lhe um pouco mais sobre esta experiência no vídeo:

Mais afeto e melhores notas

São inúmeros os benefícios que resultam da leitura, que pode – e deve – ser incentivada desde os primeiros tempos de vida, mesmo ainda na barriga da mãe, como defendem alguns especialistas.

Além de estreitar enormemente os laços afetivos entre pais e filhos, ler para as crianças vai estimular o seu desenvolvimento cognitivo, já que a leitura ensina a comunicação básica, incentiva a fala e ajuda a introduzir letras, números, cores e formas. Além disso, sabe-se também que desafia a memória, aguça a criatividade e imaginação e ainda treina a escuta e a concentração. Como consequência, pesquisas não faltam a relacionar os hábitos de leitura e o bom desempenho académico e até profissional.

Num interessante estudo sobre o tema, intitulado “The Sooner, the Better: Early Reading to Children”, os investigadores concluíram exatamente que ler livros a crianças pequenas contribui significativamente para um ambiente doméstico favorável à literacia e ao desenvolvimento da linguagem desde cedo. Já antes havia sido percebido que a leitura é um precioso auxiliar no enriquecimento do vocabulário ao longo dos primeiros anos.

Apreender o mundo e assimilar valores

Algumas investigações sugerem também que a leitura de histórias promove o desenvolvimento emocional, uma vez que, ao ouvir ler, a criança capta o tom de voz e as expressões de quem o faz, interioriza valores importantes (como a amizade ou a liberdade, por exemplo) e aprende a distinguir o certo do errado. Outra das consequências da leitura — especialmente a leitura de ficção — diz respeito ao desenvolvimento da empatia, o que também justifica a importância dos contos de fadas. Há ainda a perceção de que os livros contribuem para a redução de preconceitos da parte de quem lê ou ouve ler, uma vez que ajudam a conhecer e a compreender o mundo em que se vive.

A cereja no topo do bolo (sobretudo para pais desesperados devido à energia inesgotável dos filhos) é que a leitura favorece o relaxamento, verificando-se uma diminuição dos níveis de ansiedade, de acordo com a pesquisa levada a cabo pelo neuropsicólogo David Lewis-Hodgson, responsável pelo Mindlab, da Universidade de Sussex, Brighton, Reino Unido.

E o melhor é que tudo isto pode ser obtido de forma muito fácil, sem sair de casa e recorrendo apenas ao mais simples que há: amor, tempo em família e livros.

Como incentivá-los a ler?

Pôr os mais novos a ler não é tarefa impossível, sobretudo se se seguir algumas destas sugestões:

Prateleiras cheias de livros – Fazer do livro uma presença constante em casa desde sempre é meio caminho andado para que os mais novos ganhem o gosto pela leitura. Se crescerem rodeados de livros vão achar natural lê-los pela vida fora.

Dar o exemplo – Parte importante da educação faz-se pelo exemplo e o caso da leitura não é exceção. Por isso, há que ler – com eles e sem eles – para que percebam que ler é um hábito normal e desejável na família.

Criar rotinas – É bom que os mais novos tenham liberdade para ler quando e onde quiserem (dentro dos limites do bom senso, claro), mas é importante estipular momentos diários, como a altura antes de dormir, por exemplo, para lhes ler uma história ou, se as crianças já souberem ler, para o fazerem sozinhas ou lado a lado.

Qual é o livro mais adequado a cada idade?

Saber que livros são adequados a cada faixa etária pode ser determinante para que os mais novos mantenham o entusiasmo à medida que crescem. Antes de mais, é importante que se adequem, de alguma forma, aos seus gostos, e a quantidade de texto e de ilustrações deve ser proporcional à sua idade e conhecimentos. Aqui ficam algumas sugestões:

Até aos 5/6 meses – Livros pequenos e cartonados, de pano ou plástico com grandes figuras coloridas;

Dos 6 aos 12 meses – Livros com texturas ou sons, ilustrações de animais, objetos do quotidiano ou meios de transporte. O material deve ser resistente e durável;

1 a 3 anos – Textos simples, com rimas e repetições, como fábulas em verso, por exemplo. Livros com ilustrações variadas são sempre uma boa aposta, assim como com diferentes texturas;

3 a 6 anos – As histórias podem começar a apresentar mais texto e menos imagens. As fábulas e os contos de fadas são uma opção nestas idades;

6 a 8 anos – Livros ainda com imagens, mas em menor número, já que as histórias são mais longas e as personagens começam a apresentar características definidas em termos de caráter, e o final feliz é ansiado pela criança;

8 a 10 anos – Histórias mais complexas, com princípio, meio e fim. Nesta idade, as crianças são recetivas a livros com os seus heróis preferidos (por exemplo, personagens de um jogo ou filme), sendo esta uma forma de os cativar para a leitura;

10 a 12 anos – Começa a transição para livros com enredos densos e vocabulário mais rico, com as ilustrações a escassearem ou até a desaparecerem por completo. Livros de aventuras, mundos mágicos, mitos e lendas, detetives e até ficção científica são muito apreciados nesta idade.

Saiba mais em
https://observador.pt/seccao/premio-literario/

(S)

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