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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

18
Mai21

Heart-warming Japanese manga ‘I Think Our Son is Gay’ is now available in English

Texto by Time Out Tokyo

Niel Tomodachi

This cute comic, originally published in Japanese, chronicles the story of a mother-son relationship

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Tired of sifting through superficial boys’ love manga disguised as LGBT storylines? A recent series by manga author Okura might be more your speed. ‘I Think Our Son is Gay’ has received hundreds of glowing reviews since it was first published in Japanese in 2019. The series now has three volumes as well as a newly published English edition for international readers.  

I Think Our Son is Gay
Photo: twitter.com/SquareEnixBooks

 

As you could probably guess from the title, the story is centred on a mother who has a growing feeling that her eldest son, Hiroki, could be gay. As Hiroki enters his first year of high school, homemaker Tomoko notices small clues that suggest her son has more interest in boys than girls. Rather than jumping to her own conclusions or questioning Hiroki directly, however, she resolves to give him the space to discover his identity in his own time and contemplates the best ways to support him. 

As a slice of life manga, ‘I Think Our Son is Gay’ is an upbeat and humorous chronicle of the awkward stage between adolescence and adulthood, but the values explored in the series go beyond its feel-good storyline. Touching on topics ranging from asexuality to being forced out of the closet, the manga also provides the opportunity for cis-identifying readers to learn about how to be better allies to LGBT friends and family members. 

Volume One of ‘I Think Our Son is Gay’ is now available in English for ¥1,579. You can order a copy here

 

(S)

25
Out20

As regras de etiqueta ao usar o hashi no Japão

Niel Tomodachi

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O hashi ou pauzinhos é um utensílio obrigatório nas mesas de jantar do Japão, não sendo apenas algo com que se come. O uso do hashi no Japão tem o seu próprio conjunto de regras e etiqueta, que podem não ser óbvios para aqueles que não cresceram em uma cultura na qual eles são usados com frequência. Por isso, vamos explicar em nosso artigo as regras de etiqueta ao usar o hashi no Japão.

Embora para quem é estrangeiro exista um nível maior de tolerância em relação às gafes e nem todas as regras sejam rígidas, é sempre bom saber como usá-lo e as regras sociais e de etiqueta.

Breve história

O hashi tem uma longa história, que remonta a China antiga do ano de 1.200 a.C. Ele era originalmente utilizado para cozinhar e só em 400 d.C passou a ser usado como talher. O registro mais antigo de seu uso no Japão é de 712 d.C, porém é provável que ele já fosse usado antes dessa data.

No começo, o hashi era usado em cerimônias tradicionais do país, só depois que passou a ser usado como talher nas residências comuns. Em 1878, o Japão criou os primeiros hashis descartáveis, que até hoje costumam ser feitos de bambu ou madeira.

Assim como em outros países asiáticos, o principal utensílio utilizado no Japão para comer é o hashi. Em izakaya, restaurantes de sushi e lamen o hashi é usado como talher principal.

chopsticks etiquette PT

Etiqueta ao usar o hashi no Japão

O hashi tem seu próprio conjunto de regras de etiqueta. É bom conhecer essas regras para não ofender as pessoas a sua volta quando estiver no Japão.

Os itens abaixo são considerados uma violação as regras de etiqueta ao se comer com o hashi:

刺し箸 (さしばし, sashi bashi) – espetar o hashi na comida.

立て箸 (たてばし, tate bashi) – enfiar o hashi no arroz. O ato é semelhante ao que ocorre em funerais, quando os presentes acendem incenso ao falecido, acendendo e colocando palitinhos, que se parecem com o hashi.

箸渡し (はしわたし, hashi watashi) – passar comida para outras pessoas usando o hashi. É um ato também relacionado com rituais fúnebres, no qual o fragmento do osso de um falecido é passado de uma pessoa para outra no momento de colocá-lo no caixão.

くわえ箸 (くわえばし, kuwae bashi– segurar o hashi com a boca. Por exemplo, quando suas mãos estão ocupadas e você decide colocar o hashi na boca para segurá-lo.

舐り箸 (ねぶりばし, neburi bashi) – lamber o seu hashi.

握り箸 (にぎりばし, nigiri bashi) – segurar o hashi com o punho fechado, como se segurasse uma faca ou arma branca.

叩き箸 (たたきばし, tataki bashi) – bater o hashi em um prato ou na mesa.

指し箸 (さしばし, sashi bashi) – apontar para alguém usando o hashi. Também é feio girar seu hashi enquanto fala com os outros.

寄せ箸 (よせばし, yose bashi) – trazer um prato para você puxando-o com o hashi. Vale também para o ato de levantar um prato usando a mão que está segurando o hashi. Lembre-se de usar a mão que está livre para pegar ou mover um prato.

探り箸 (さぐりばし, saguri bashi) – vasculhar um prato ou panela com seu hashi para procurar uma comida que você goste.

迷い箸 (まよいばし, mayoi bashi) – passar seu hashi por vários pratos enquanto pensa no que quer comer

逆さ箸 (さかさばし, sakasa bashi) – pegar comida usando a outra ponta do hashi. Este ato é considerado rude porque a outra extremidade é para ser segurada com a mão, que pode não estar limpa.

揃え箸 (そろえばし, soroe bashi) – ajeitar o hashi batendo-o na vertical em uma mesa ou prato. Quando quiser ajeitar o hashi, use a outra mão para fazer isso.

ちぎり箸 (ちぎりばし, chigiri bashi) – cortar a comida usando o hashi como se ele fosse um garfo ou faca. Caso esteja tendo problemas para cortar a comida, peça ao funcionário do restaurante uma faca ou garfo.

Quando não estiver usando o hashi, coloque-o no porta hashi. Se estiver usando hashi descartável, pode colocá-lo em cima de sua embalagem de papel ou plástico. Certifique-se de que o hashi não esteja em forma de cruz e sempre dispostos de forma paralela. O hashi cruzado é um símbolo de morte.

How to hold chopsticks PT

Como segurar o hashi

Existem diferentes formas de segurar o hasahi, então o “certo” para uma pessoa pode não ser o mesmo para outra. Contudo, existe uma forma mais “certa” ou aceita de maneira geral quando se trata de segurar o hashi.

  1. Com a mão que você usa para escrever, segure o hashi entre o dedo indicador, o médio e o polegar – mais ou menos como você segura uma caneta. Quando for pegar a comida é preciso mover o hashi. Para movê-lo, use o dedo indicador e médio, enquanto mantém o polegar imóvel.
  2. O outro hashi fica entre o polegar e a palma da mão, repousando no dedo anular. Este hashi fica parado.

Se não está acostumado com o hashi, saiba que a prática leva a perfeição. Não se preocupe também se encontrar um jeito de segurar melhor que o senso comum. Muitas pessoas usam o hashi da forma que consideram mais confortável.

Assim sendo, não fique estressado com todas as regras de etiqueta ao usar o hashi, caso elas pareçam exageradas para você. Apenas tenha bom senso e use um tempo para entender por que estas regras existem. O importante é ter consideração pelas outras pessoas. Quanto mais utilizar o hashi no Japão, mais familiar tudo se tornará. Em breve, estará usando-os corretamente, mesmo sem pensar muito.

 

Source

13
Ago20

Lisboa: vem aí um ciclo de cinema japonês gratuito

Niel Tomodachi

Os filmes estão de volta ao Auditório do Museu do Oriente, em Lisboa: o ciclo “Sozinhos juntos”, dedicado ao cinema japonês contemporâneo, realiza-se entre 28 de Agosto e 19 de Setembro. As sessões são gratuitas, devendo os bilhetes ser levantados no próprio dia.

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Quatro filmes centrados nas relações humanas, sejam de índole romântica, familiar, social ou profissional, e com grande carga melancólica. Eis o que esperar daquele ciclo de cinema, exibido à sexta e ao sábado e legendado em português. Cada película é exibida em duas datas.

O primeiro filme apresentado, no dia 28 de agosto, com repetição em 12 de setembro, é “The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” (2017), de Yuya Ishii. Aqui, conhecemos Mika, enfermeira durante o dia e anfitriã de um “bar feminino” à noite, e Shinji, trabalhador da construção civil.

“Tokyo Night Sky”
(c) 2017 THE TOKYO NIGHT SKY IS ALWAYS THE DENSEST SHADE OF BLUE Film Partners

Nos dias 29 de agosto e 4 de setembro é a vez de “Dear Stranger” (2017), de Yukiko Mishima, que gira em torno de um homem de 40 anos que vê a vida alterar-se com a gravidez da mulher e uma despromoção no trabalho.

Já “Three Stories of Love” (2015), de Ryosuke Hashiguchi, conta três histórias: a de Atsushi, tornado viúvo após um homicídio não premeditado; de Toko, que enfrenta o desinteresse do marido; e de Shinomiya, advogado homossexual a braços com um amor incompatível. Para ver nos dias 5 e 11 de setembro.

“Three Stories of Love”
© Shochiku Broadcasting / Arc Films

O ciclo termina com a exibição de “Life on the longboard 2nd wave” (2019), de Ichiro Kita, nos dias 18 e 19 de setembro. É uma história de renascimento, protagonizada por um surfista que, diante de umas boas ondas, esquece trabalho e demais compromissos, até que a namorada o expulsa de casa.

A iniciativa, que assinala 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal, é uma coorganização da Embaixada do Japão, da Fundação Oriente, da Japan Foundation e da Câmara Municipal de Nishinoomote.

21
Mar20

Inspira-se na arte floral japonesa para (re)criar animais com flores, folhas e galhos

Niel Tomodachi

Num dia ventoso, muitas das pétalas das roseiras que Raku Inoue cultiva no seu jardim foram parar ao chão. O artista japonês que reside no Canadá, apanhou-as e usou-as na sua primeira escultura floral. A partir daí, nunca mais parou.

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Raku Inoue nasceu em Tóquio, no Japão, mas emigrou com os pais para Montreal, no Canadá, quando tinha nove anos. À medida que foi crescendo, foi sempre influenciado pelas duas culturas, a japonesa e a canadiana. "Para mim, origamis ​​e grafítis nunca estiveram dissociados", confidencia. Amante de arte e curioso por natureza, foi sempre experimentando diferentes maneiras de a expressar. A escultura, o desenho e a fotografia foram algumas delas.

Um dia, por causa do muito vento que se fazia sentir, uma grande parte das pétalas das roseiras do seu jardim acabou no chão. O artista apanhou-as e fez com elas a sua primeira escultura floral. "Achei esse processo tão calmante e tão terapêutico que fiz dele o meu exercício criativo de todas as manhãs, enquanto tomava café", prossegue. "Com o tempo, tornou-se a minha identidade artística", admitiu já publicamente, numa entrevista, Raku Inoue.

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Desde a primeira criação, nunca mais parou. "No passado, trabalhei com cerâmica plástica, com fotografia digital e com [programas de tratamento e manipulação digital de imagens como o] Photoshop. Atualmente, sou profundamente inspirado pela natureza, pela sua beleza e por tudo o que ela tem para oferecer enquanto matéria-prima", esclarece o artista, o autor das surpreendentes esculturas florais que pode ver na galeria de imagens que se segue. (veja)

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Enquanto estudava a estética da ikebana, a arte japonesa que é responsável por alguns dos mais belos arranjos florais confecionados em todo o mundo, Raku Inoue aprendeu a utilizar materiais sazonais. Para os seus trabalhos, passou a escolher aqueles que são mais abundantes em detrimento dos mais atraentes. "Depois de uma chuvada, apanho as pétalas que estão caídas no chão, ao invés de procurar flores ainda presas à árvore ou ao caule", explica.

"Procuro respeitar os materiais e a sua efemeridade. Aprendi rapidamente que nada dura para sempre na natureza", acrescenta Raku Inoue. Nos seus trabalhos, apresenta uma coleção diversificada de animais. Alguns demoram 20 minutos a fazer. Outros levam semanas a concretizar. "Depende da complexidade da escultura. Se são projetos tridimensionais, preciso de construir um núcleo de espuma como estrutura básica e isso leva tempo", refere ainda.

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21
Mar20

No universo em miniatura do artista japonês Tatsuya Tanaka cabem todos os nossos mundos

Niel Tomodachi

Há quase uma década que faz trabalhos em ponto pequeno para ilustrar os calendários que, depois, comercializa no site que criou. Quando começou a elaborar o deste ano, estava longe de imaginar o caos que o novo coronavírus iria lançar.

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Há quase uma década que Tatsuya Tanaka recria, diariamente, o mundo em ponto pequeno. Foi em 2011 que o artista começou a pegar em objetos do quotidiano para reproduzir cenas do dia a dia em miniatura. Fatias de pão, auscultadores, agrafadores, fraldas, calculadoras, cascas de banana... A imaginação não tem limites para o japonês. "Os brócolos e a salsa assemelham-se, muitas vezes, a uma floresta e as folhas a flutuar sobre água parecem barcos", justifica.

No universo em miniatura do nipónico cabem todos os nossos mundos e nem a ameaça global da covid-19 passou ao lado da veia artística de Tatsuya Tanaka, que partilhou a última criação com uma mensagem de esperança. "Derrotar o coronavírus" foi o título que deu à criação. Muitos dos seus trabalhos têm também sido apresentados publicamente em exposições em várias partes do mundo. Até ao próximo dia 10 de maio, tem uma patente ao público na Finlândia.

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SOURCE: https://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/noticias-vida-e-carreira/artigos/no-universo-em-miniatura-do-artista-japones-tatsuya-tanaka-cabem-todos-os-nossos-mundos

19
Mar20

Konjac: alimento japonês para quem cuida da linha e da saúde

Niel Tomodachi

O konjac é uma planta considerada milagrosa e cultivada há séculos no Japão. Hoje, é apreciada pelos ocidentais que querem cuidar da saúde e da linha.

O konjac é um alimento típico da gastronomia japonesa. Para Thierry Voisin, chefe francês premiado e dono de um restaurante no Japão, o interesse crescente pelo konjac tem a ver com suas propriedades nutricionais. "Precisamente, porque é muito bom para saúde. É um produto muito saudável. E, o que é bom para o corpo, é bom para o espírito", resume Thierry Voisin.

A euronews visitou uma plantação de konjac, na província de Gunma, no centro do Japão, a maior produtora desta planta tipicamente japonesa. "Não se comem as folhas, come-se o tubérculo que está enterrado. Neste momento ainda está pequeno. Não estamos na época de colheita. Em outubro ou novembro ficará deste tamanho", explicou shigenobu Kambe, produtor de konjac.

 

Um tubérculo saudável

Habitualmente, o konjac é transformado em massa e cortado em fatias finas. Rico em fibras, o tubérculo japonês oferece uma sensação de saciedade mas tem poucas calorias. "Há uma expressão em japonês que descreve a textura e o sabor, 'Yasashii aji'. Significa um sabor simpático que não é agressivo. Quando comemos sentimos que é bom para a saúde, é curioso, não é?", afirmou o cozinheiro francês Thierry Voisin.

No Japão, há lojas especializadas em konjac. O tubérculo pode ser transformado em pipocas, gelado, massa ou arroz. "É muito bom para os diabéticos, permite diminuir as calorias e é muito fácil de cozinhar. "Não tem açúcar. Quase não tem calorias. O Konjac responde a uma tendência atual que procura alimentos saudaveis, bons para a saúde. Por isso, tenho a certeza que terá cada vez mais sucesso", afirmou Shingo Inotani, gestor da loja Konjac Park.

 

Source: https://pt.euronews.com/2019/09/23/konjac-alimento-japones-para-quem-cuida-da-linha-e-da-saude

 

01
Mar20

OKONOMIYAKI

Niel Tomodachi

e0b982e0b8ade0b982e0b884e0b982e0b899e0b8a1e0b8b4e0Okonomiyaki (Japanese Pizza) means grilling, is a delicious pancake that has lettuce and other ingredients in the flour at a famous shop. Mizuno is a family-run business that has been around since World War II. Use sweet potato as the main Along with grilled pork and scallops, some shops will serve okonomiyaki already cooked Or some stores may serve as ingredients for you to smear on a flat pan by yourself, which will allow you to have fun and enjoy before eating.

 

29
Fev20

RAMEN

Niel Tomodachi

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Ramen is a Japanese dish with a translation of “pulled noodles”. It consists of Chinese wheat noodles served in a meat or fish-based broth, often flavored with soy sauce or miso, and uses toppings such as sliced pork, nori, menma, and scallions.

Hakata style with puree but not quite the same the broth seems to be made from pork and chicken bones. There are 2 toppings: seasoned green lettuce and kimchi. Which greatly enhances the flavor of the soup Chashu pork is also well-known because it has been marinated and flavored well. Along with the fatty layer that helps the tongue feel soft.

29
Fev20

KUSHI-KATSU

Niel Tomodachi

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Kushi-katsu means grilled meat skewers that come with a variety of condiments. You can see a lot of Japanese people enjoying a party or a nomikai with unlimited Kushikatsu. Which is a food that goes well with alcohol Kushikatsu uses different flours of tempura, but uses thin breadcrumbs and skewered meats such as beef, pork, duck meat and ground chicken, as well as vegetables, mushrooms, mochi, cheese and quail eggs. Kushikatsu is dipped in a mellow brown sweet sauce similar to Tonkatsu sauce.

This menu also has rules for eating. The dipping sauce must be dipped in cans which are then placed on the table. And the important rule is To dip only once Do not dip again after eating.

 

24
Fev20

“Kintsukuroi – A Arte de Curar Feridas Emocionais”

Niel Tomodachi

Sobre a Obra:

Sabia que os objetos partidos, depois de recuperados e colados com outro e prata são mais valiosos? O psicólogo espanhol Tomas Navarro parte desta ancestral técnica japonesa para nos mostrar uma forma de curar a nossa dor e renascer com uma nova força, mesmo quando os golpes parecem insuperáveis.

Dividido em três importantes partes (Observar, Aprender e Ultrapassar), este livro vai ajudar a encontrar um caminho de fortalecimento e valorização pessoal.

“Em vez de afastarmos a adversidade, temos de saber olhá-la de frente, geri-la ou superá-la. Essa é a razão pela qual não a quero ensinar a ser feliz, mas a ser forte, para que melhor possa gerir o seu dia a dia.”

Sobre o Autor:

Tomas Navarro é um reconhecido psicólogo espanhol, que divide o seu tempo entre consultas, formações, conferências. Dirige um centro de bem-estar emocional em Espanha. Este é o seu primeiro livro, que conquistou o mercado espanhol.

 

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