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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

11
Jan22

Cientistas japoneses criam máscara que brilha quando exposta ao vírus da Covid-19

Niel Tomodachi

As inovadoras máscaras são feitas a partir de anticorpos extraídos de ovos de avestruz.

Cientistas japoneses desenvolveram uma inovadora máscara que deteta se uma pessoa está infetada com a Covid-19. Para isso, é necessário que a máscara esteja sob a luz ultravioleta. Esta inveção foi possível gaças à extração de anticorpos de ovos de avestruz. Após a utilização da máscara, o filtro é retirado e pulverizado com um corante que contém anticorpos do novo coronavírus. Se a infeção for detetada, o filtro brilha na presença de uma luz ultravioleta.

Tsukamoto, um professor veterinário e presidente da universidade Kyoto Prefectural, no Japão, estudou durante anos avestruzes, à procura de formas de adaptar o seu poder imunitário para combater a gripe das aves, alergias e outras doenças.

“A vantagem destas máscaras é que as pessoas assintomáticas podem detetar facilmente o coronavírus”, disse o líder da investigação, Yasuhiro Tsukamoto, à agência Reuters, citado na SIC. Através da utilização das máscaras, as pessoas conseguem perceber se há ou não presença do vírus.

Em fevereiro de 2021, os cientistas injetaram uma versão mais leve de Covid-19 nas avestruzes fêmeas, o que permitiu que removessem anticorpos dos seus ovos. O próximo passo foi criar uma máscara revestida por um filtro que contém anticorpos dessas mesmas avestruzes.

Durante dez dias, voluntários usaram as máscaras desenvolvidas pela equipa de Tsukamoto por um período de oito horas. Os filtros foram removidos e pulverizados com um químico que brilha sob luz ultravioleta se o vírus estiver presente. Os filtros usados pelas pessoas infetadas com Covid-19 brilhavam à volta das zonas do nariz e da boca.

A equipa de cientistas quer continuar com os estudos e alargar os testes a um grupo de pelo menos 150 pessoas. Outro dos objetivos é conseguir que as máscaras brilhem sob qualquer luz, sem ser apenas a ultravioleta.

O mais importante para a equipa de cientistas é que o projeto seja aprovado pelo governo japonês, para que as máscaras possam ser introduzidas no mercado. “Podemos produzir anticorpos em massa de avestruzes a um custo baixo. No futuro, quero fazer disso um kit de teste fácil para que qualquer pessoa possa usar”, afirmou Tsukamoto ao jornal “Kyodo News”.

 

01
Ago21

Se é fã incondicional dos jogos da Nintendo precisa de conhecer este café em Tóquio

Chama-se 84 e fica numa localização secreta, que só é revelada a quem faz a reserva.

Niel Tomodachi

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Para quem tem uma viagem marcada para o Japão em breve ou pretender ir lá um dia, há um local de passagem obrigatória. Falamos do café 84, em Tóquio, repleto de jogos e peluches que nos trazem aquela nostalgia boa do universo Nintendo.

Esta cidade é conhecida pelos seus bares ultra secretos e este adorável café pertence também a essa lista. Foi criado por um ex-funcionário da Nintendo, Toru Hashimoto, a faz-nos entrar numa viagem de recordações pelo mundo dos videojogos e da arte, contando com muitas surpresas para os visitantes.

Descobrir estes locais, por si só já é uma experiência única, e especialmente para quem não conhece a capital japonesa. Parece um verdadeiro filme para desvendar enigmas, por entre estradas e becos da cidade. Mas, este é um desafio cuja meta não podia ser mais adorável. Pode sentar-se ao lado do Pokémon, Super Mario e Dragon Quest, ao mesmo tempo que se refresca com uma bebida.

Não vai encontrar a localização mapa e não há se quer placas à entrada. Contudo, há uma informação que podemos revelar: está escondido algures no distrito de Shibuya.

Este é um local imperdível para os fãs da Nintendo (e não só). O site refere que qualquer pessoa é bem-vinda: os fascinados por jogos, os que não ligam assim muito e até aqueles que não percebem nada.

O espaço conta ainda com artefatos que Toru Hashimoto foi colecionando ao longo dos anos, bem como autógrafos de criadores de vídeo jogos, incluindo Shigeki Morimoto, um dos criadores do Pokémon e um cliente assíduo do café, de acordo com o Japan Times. O mesmo jornal revelou também que alguns dos objetos são tão exclusivos que podem não existir em nenhuma outra parte do globo.

Os preços praticados são acessíveis e o endereço só é revelado a quem faz a reserva online. É gentilmente solicitado aos visitantes que guardem essa informação em segredo, para que descobrir este local continue a ser uma verdadeira caça ao tesouro.

O espaço.

 

 

29
Jun21

Pikachu já tem um avião. Assim são os voos temáticos do Pokémon no Japão

Niel Tomodachi

Devido à pandemia, os voos só estão, para já, disponíveis para residentes no país.

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De forma a atrair mais clientes, depois da brutal quebra de receitas do último ano na sequência da pandemia da Covid-19, uma companhia aérea japonesa lançou uma experiência para os amantes do Pokémon.

O projeto, que se intitula Flying Pikachu (voando com o Pikachu, em português), foi lançado na semana passada pela empresa Skyark Airlines.

E o primeiro voo temático já se realizou. Partiu do aeroporto Haneda, em Tóquio em direção a Naha, em Okinawa.

No exterior, o avião é amarelo, com cinco imagens diferentes do Pokémon. No interior, a experiência é ainda mais completa.

Todos os assentos têm proteção na zona da cabeça com imagens da personagem. Ao entrar, ouve-se a música da série e a tripulação recebe os passageiros com um avental e uma máscara do Pikachu.

Os viajantes têm ainda direito a um chocolate KitKat criado especialmente para o voo e um serviço de bebidas grátis servidas em copos inspirados no desenho animado.

Para os mais novos, há ainda livros e lápis de cera para pintar, tudo dentro da mesma temática.

Os amantes do Pikachu podem ainda comprar vários produtos exclusivos a bordo do avião, entre os quais uma medalha de ouro, um nécessaire ou uma aeronave em miniatura, tudo, já sabe, com a imagem do desenho animado.

Contudo, a aventura pelo mundo do Pokémon começa antes do embarque. No terminal de check-in há cartazes inspirados na série, as etiquetas das malas são temáticas e há 15 designs diferentes de bilhetes de embarque.

O avião temático vai viajar entre Okinawa e outras cidades do Japão como Ibaraki, Nagoya, Kobe e Fukuoka. Devido à pandemia, os voos só estão disponíveis para residentes no país asiático. Contudo, se também é fã do Pikachu, em breve poderá ter esta experiência pois a companhia aérea prevê ter este avião em funcionamento durante cinco anos.

 

26
Mai21

Com Jogos Olímpicos de Tóquio à porta, Japão recusa passar lei que protege pessoas LGBTI

Texto by esqrever

Niel Tomodachi

O projeto de lei por aprovar pretende que a discriminação não seja tolerada e vai de encontro à Carta Olímpica.

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Grupos de ativistas em todo o mundo estão a pressionar cada vez mais o Japão para a aprovação da Lei pela Igualdade, quando a Carta Olímpica denuncia especificamente a discriminação com base na orientação sexual e identidade de género. O Japão estará assim a falhar a promessa de aprovar o projeto de lei que protege a população LGBTI da discriminação antes de receber as Olimpíadas em julho.

O partido no poder do Japão foi assim acusado de violar a Carta Olímpica numa altura em que vieram a público reuniões marcadas por comentários homofóbicos de deputados conservadores. Reuniões realizadas este mês para discutir o projeto de lei, proposto por partidos da oposição, em que se pretende que a discriminação contra pessoas LGBTI não seja tolerada, terminaram sem acordo depois que alguns deputados do Partido Liberal Democrata (PLD) terem dito que os direitos das minorias sexuais “foram longe demais”. Uma decisão sobre a proposta rival do PLD que pede ao governo para “promover a compreensão” das pessoas LGBTI foi também adiada.

Este fracasso foi apelidado de “medalha de ouro pela homofobia” por grupos de defesa dos direitos humanos, a dois meses de Tóquio receber os atrasados Jogos Olímpicos de 2020, adiados por um ano devido à pandemia da COVID19.

Um legislador terá descrito as pessoas LGBTI como “moralmente inaceitáveis”, enquanto outro deputado, Kazuo Yana, terá dito que as minorias sexuais iam “contra a preservação natural da espécie”.

Eriko Yamatani, ex-ministro do gabinete, terá igualmente dito após uma reunião que os direitos das pessoas trans noutros países permitiram que pessoas “ganhassem muitas medalhas” e usassem outras casas de banho.

Human Rights Watch reagiu e afirmou que “o insulto contra pessoas LGBTI por parte de oficiais japoneses não é novidade“, mas considera que “as forças políticas nipónicas estão cada vez mais alheadas da opinião pública japonesa e o lugar do governo no cenário mundial”, pedindo aos partidos que aprovem a Lei para a Igualdade antes da abertura dos Jogos de Tóquio a 23 de julho.

Laurel Hubbard, uma atleta lançadora do peso da Nova Zelândia, está prestes a fazer história neste verão quando se tornar na primeira atleta trans a competir numa Olimpíada.

Pride House Tokyo e a EUA Athlete Ally afirmaram em comunicado que os alegados “comentários violam o espírito dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.” O diretor da Pride House Tokyo, Gon Matsunaka, questionou: “Como é que atletas podem realmente sentir-se em segurança a competir num país onde um membro do partido no poder faz observações tão discriminatórias?

O Japão persiste como a única nação do G7 a não reconhecer totalmente as uniões entre pessoas do mesmo género, mas uma recente decisão judicial trouxe novas esperanças para uma mudança na lei depois que concluir que não permitir que casais homossexuais se casassem era inconstitucional.

Embora a decisão tenha sido celebrada, não significa que os casamentos possam começar a ser realizados imediatamente, dado que falta ainda aprovar a lei que legalize formalmente a igualdade matrimonial no país.

A homossexualidade é legal desde 1880 no Japão. Recentemente, um distrito tornou ilegal alguém forçar o outing de uma pessoa LGBTQ, mas, apesar das pessoas LGBTI japonesas não enfrentarem “estigma religioso generalizado”, casais homossexuais ainda enfrentam discriminação na sua vida quotidiana, como acesso a habitação e privilégios de visita nos hospitais.

Em outubro, a Pride House Tokio abriu o primeiro Centro LGBTQ permanente no Japão, perto da vila olímpica.

 

01
Abr21

Há 1.200 anos que as cerejeiras não floresciam tão cedo no Japão

Niel Tomodachi

Em causa, dizem os especialistas, estão as alterações climáticas. Por causa da pandemia de Covid-19, o governo pediu para que se limitassem as festividades tradicionais como o hanami, o hábito de fazer piqueniques à sombra das árvores.

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estação das cerejeiras em flor, sinal da chegada da Primavera no Japão, atingiu o pico nos últimos dias, bem mais cedo do que o habitual.

As famosas cerejeiras costumam pintar várias zonas do país de cor de rosa em abril mas, este ano, a temporada chegou mais cedo. Em Quioto, por exemplo, há 1.200 anos que isso que isso não acontecia tão cedo.

Em causa, dizem os especialistas, estarão as alterações climáticas que trouxeram um mês de março excecionalmente quente.

Os registos do florescer das cerejeiras no Japão datam de 812. As flores, "sakura" em japonês, duram apenas alguns dias, mas atraem milhares de curiosos aos parques. 

Este ano, o governo pediu que se limitassem as festividades tradicionais como o hanami, o hábito de fazer piqueniques, com música e bebida, para conter a pandemia de Covid-19. Ainda assim, centenas de pessoas com máscaras acorreram às imediações do Palácio Imperial de Tóquio, para tirar fotografias entre as árvores, como pode ver na galeria acima.

No domingo, Tóquio e três concelhos vizinhos saíram do estado de emergência declarado pouco depois do ano novo, quando uma terceira vaga de infeções deixou o sistema de saúde à beira do colapso. 

 

27
Mar21

Já abriu o novo parque temático do Super Mario (é igual aos jogos)

Niel Tomodachi

O Super Nintendo World fica no Japão e usa tecnologias como realidade aumentada nas suas diversões.

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Depois de ter sido sucessivamente adiada a abertura por causa da pandemia, já é possível visitar o Super Nintendo World, em Osaka, no Japão. Este parque temático da Universal Studios, inaugurado a 18 de março, é dedicado às aventuras de Super Mario, o famoso canalizador dos vídeojogos. 

Os blocos que fazem a construção desta mini cidade facilmente nos transportam para o centro do jogo e não é por acaso. No entanto, e apesar de as projeções de receber grandes multidões por altura dos Jogos Olímpicos de Tóquio terem sido alteradas e a abertura adiada em quase um ano, o objetivo final manteve-se.

“Recriámos perfeitamente o mundo do jogo. Encontrará plantas piranhas em tamanho real e Bowser, irá ver como é ser Mario” disse o responsável de comunicação da Universal Studios Japão, Ayumu Yamamoto, citado pelo jornal inglês “Daily Mail”.

Enquanto visita o parque, cada pessoa terá consigo uma pulseira que, ligada ao smartphone, permite ir apanhando moedas virtuais tal como o personagem. Ao mesmo tempo, toda a visita é acompanhada pela característica música do jogo.

Existe ainda uma atração que não pode mesmo perder: a grande montanha russa inspirada no jogo Mario Kart. Aqui é utilizada a realidade aumentada para viajar pelo castelo de Bowser mas também é possível dar uma voltinha no dinossauro Yoshi. O parque tem outros serviços como restaurantes temáticos e haverá sempre personagens em tamanho real a passear entre os visitantes.

O Super Nintendo World custou mais de 466 milhões de euros e deverá ser replicado noutros parques da Universal, como o de Singapura, o de Hollywood ou o de Orlando.

 

09
Fev21

Parque temático do Studio Ghibli vai ter castelo de Howl de tamanho real

O parque vai abrir em 2022 perto de Nagoya, no Japão.

Niel Tomodachi

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A réplica do castelo não vai ser uma escala exata e também não vai sair do mesmo sítio. O edifício terá aproximadamente entre quatro a cinco pisos de altura.

O parque temático ainda está a ser construído e está agendado para abrir ao público no próximo ano. Vai ficar localizado perto da cidade de Nagoya, no Japão. Miyazaki Hayao está envolvido no projeto.

O parque não vai contar com as diversões consideradas habituais nos parques deste género. Vai estar dividido em cinco áreas relacionadas com os filmes do Studio Ghibli. O Castelo Andante vai ficar na área Witch’s Valley. Também vão ser construídas uma aldeia do filme ‘Princess Mononoke’ e uma floresta Dondoko do filme ‘My Neighbor Totoro’.

As áreas Witch’s Valley e Princess Mononoke só vão abrir em 2023.

O parque temático do Studio Ghibli vai incluir uma réplica do Castelo Andante de Howl de tamanho real, avança o Tokyo Shimbun. O castelo andante faz parte de um dos filmes mais populares do Studio Ghibli e do realizador Miyazaki Hayao, ‘Howl’s Moving Castle’.

02
Jan21

Esta montanha-russa no Japão vai ter um miradouro para ver o Monte Fuji

Niel Tomodachi

A nova atração deverá estar concluída no verão deste ano. Vai ficar no interior do parque de diversões Fuji-Q Highland.

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Antigamente era preciso andar numa das montanhas-russas do parque de diversões Fuji-Q Highland, em Yamanashi, no Japão, para ter uma vista privilegiada sobre o Monte Fuji, o mais alto do país com mais de 3.770 metros de altura. Até ao verão, será aqui construída uma torre com um deck panorâmico onde poderá aproveitar a mesma vista, sem os enjoos do sobe e desce da diversão.

Chama-se Torre Fujiyama e irá custar mais de oito milhões de euros. O projeto conta com três partes e irá ficar numa das montanhas-russas do parque, mesmo rodeado pelos carris onde passa a composição. O topo será a grande mais valia desta torre com 54 metros de altura e uma vista panorâmica.

Conta ainda com um slide até ao solo.
 

Segundo o “Hypebeast”, outra das atrações da torre é o Fujiyama Walk, uma passagem que anteriormente era apenas usada pelos técnicos de manutenção da montanha-russa. Haverá ainda um slide que consegue transportar os visitantes até ao solo em poucos segundos.

Será a mais recente atração deste parque de diversões e deverá estar concluída pelos meses de verão. Até lá, há sempre a hipótese de ver a vista para o Monte Fuji através de uma das montanhas-russas, se bem que seja apenas por alguns segundos.

 

25
Out20

As regras de etiqueta ao usar o hashi no Japão

Niel Tomodachi

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O hashi ou pauzinhos é um utensílio obrigatório nas mesas de jantar do Japão, não sendo apenas algo com que se come. O uso do hashi no Japão tem o seu próprio conjunto de regras e etiqueta, que podem não ser óbvios para aqueles que não cresceram em uma cultura na qual eles são usados com frequência. Por isso, vamos explicar em nosso artigo as regras de etiqueta ao usar o hashi no Japão.

Embora para quem é estrangeiro exista um nível maior de tolerância em relação às gafes e nem todas as regras sejam rígidas, é sempre bom saber como usá-lo e as regras sociais e de etiqueta.

Breve história

O hashi tem uma longa história, que remonta a China antiga do ano de 1.200 a.C. Ele era originalmente utilizado para cozinhar e só em 400 d.C passou a ser usado como talher. O registro mais antigo de seu uso no Japão é de 712 d.C, porém é provável que ele já fosse usado antes dessa data.

No começo, o hashi era usado em cerimônias tradicionais do país, só depois que passou a ser usado como talher nas residências comuns. Em 1878, o Japão criou os primeiros hashis descartáveis, que até hoje costumam ser feitos de bambu ou madeira.

Assim como em outros países asiáticos, o principal utensílio utilizado no Japão para comer é o hashi. Em izakaya, restaurantes de sushi e lamen o hashi é usado como talher principal.

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Etiqueta ao usar o hashi no Japão

O hashi tem seu próprio conjunto de regras de etiqueta. É bom conhecer essas regras para não ofender as pessoas a sua volta quando estiver no Japão.

Os itens abaixo são considerados uma violação as regras de etiqueta ao se comer com o hashi:

刺し箸 (さしばし, sashi bashi) – espetar o hashi na comida.

立て箸 (たてばし, tate bashi) – enfiar o hashi no arroz. O ato é semelhante ao que ocorre em funerais, quando os presentes acendem incenso ao falecido, acendendo e colocando palitinhos, que se parecem com o hashi.

箸渡し (はしわたし, hashi watashi) – passar comida para outras pessoas usando o hashi. É um ato também relacionado com rituais fúnebres, no qual o fragmento do osso de um falecido é passado de uma pessoa para outra no momento de colocá-lo no caixão.

くわえ箸 (くわえばし, kuwae bashi– segurar o hashi com a boca. Por exemplo, quando suas mãos estão ocupadas e você decide colocar o hashi na boca para segurá-lo.

舐り箸 (ねぶりばし, neburi bashi) – lamber o seu hashi.

握り箸 (にぎりばし, nigiri bashi) – segurar o hashi com o punho fechado, como se segurasse uma faca ou arma branca.

叩き箸 (たたきばし, tataki bashi) – bater o hashi em um prato ou na mesa.

指し箸 (さしばし, sashi bashi) – apontar para alguém usando o hashi. Também é feio girar seu hashi enquanto fala com os outros.

寄せ箸 (よせばし, yose bashi) – trazer um prato para você puxando-o com o hashi. Vale também para o ato de levantar um prato usando a mão que está segurando o hashi. Lembre-se de usar a mão que está livre para pegar ou mover um prato.

探り箸 (さぐりばし, saguri bashi) – vasculhar um prato ou panela com seu hashi para procurar uma comida que você goste.

迷い箸 (まよいばし, mayoi bashi) – passar seu hashi por vários pratos enquanto pensa no que quer comer

逆さ箸 (さかさばし, sakasa bashi) – pegar comida usando a outra ponta do hashi. Este ato é considerado rude porque a outra extremidade é para ser segurada com a mão, que pode não estar limpa.

揃え箸 (そろえばし, soroe bashi) – ajeitar o hashi batendo-o na vertical em uma mesa ou prato. Quando quiser ajeitar o hashi, use a outra mão para fazer isso.

ちぎり箸 (ちぎりばし, chigiri bashi) – cortar a comida usando o hashi como se ele fosse um garfo ou faca. Caso esteja tendo problemas para cortar a comida, peça ao funcionário do restaurante uma faca ou garfo.

Quando não estiver usando o hashi, coloque-o no porta hashi. Se estiver usando hashi descartável, pode colocá-lo em cima de sua embalagem de papel ou plástico. Certifique-se de que o hashi não esteja em forma de cruz e sempre dispostos de forma paralela. O hashi cruzado é um símbolo de morte.

How to hold chopsticks PT

Como segurar o hashi

Existem diferentes formas de segurar o hasahi, então o “certo” para uma pessoa pode não ser o mesmo para outra. Contudo, existe uma forma mais “certa” ou aceita de maneira geral quando se trata de segurar o hashi.

  1. Com a mão que você usa para escrever, segure o hashi entre o dedo indicador, o médio e o polegar – mais ou menos como você segura uma caneta. Quando for pegar a comida é preciso mover o hashi. Para movê-lo, use o dedo indicador e médio, enquanto mantém o polegar imóvel.
  2. O outro hashi fica entre o polegar e a palma da mão, repousando no dedo anular. Este hashi fica parado.

Se não está acostumado com o hashi, saiba que a prática leva a perfeição. Não se preocupe também se encontrar um jeito de segurar melhor que o senso comum. Muitas pessoas usam o hashi da forma que consideram mais confortável.

Assim sendo, não fique estressado com todas as regras de etiqueta ao usar o hashi, caso elas pareçam exageradas para você. Apenas tenha bom senso e use um tempo para entender por que estas regras existem. O importante é ter consideração pelas outras pessoas. Quanto mais utilizar o hashi no Japão, mais familiar tudo se tornará. Em breve, estará usando-os corretamente, mesmo sem pensar muito.

 

Source

24
Out20

Parque de diversões da Nintendo (com o Super Mario) vai finalmente abrir no Japão

Niel Tomodachi

É uma parceria entre a marca de videojogos e uma das maiores empresas de parques temáticos do mundo.

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Uma das atrações turísticas mais aguardadas no Japão vai finalmente abrir. Despois de estar previsto para o verão de 2020 —, na mesma altura que os Jogos Olímpicos, e ter sido adiado por causa da pandemia — o Super Nintendo World vai abrir no início de 2021 em Osaka, Japão. 

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, ainda não há um dia de abertura certo, mas sabe-se que é na primavera do próximo ano. Desta forma, os visitantes vão poder aproveitar uma montanha russa baseada no dinossauro verde, Yoshi, e brincar com as versões reais dos seus jogos preferidos, como o Super Mario e Mario Kart. 

Uma das principais atrações será a Super Mario Land, inspirada no Reino dos Cogumelos do universo Super Mario. Os visitantes vão usar pulseiras inteligentes que lhes permitirão apanhar moedas digitais, tal como faz a personagem principal nos jogos. As pulseiras inteligentes vão estar também ligadas a uma app no telemóvel e serão baseadas em diferentes personagens, como Mario, Luigi, Princess Peach e Yoshi.

À medida que exploram o parque temático, podem competir com os outros visitantes em jogos, onde o objetivo é recolher o maior número possível de moedas. Os clientes podem, através deste jogo, obter itens de colecionador, como selos das personagens mais famosas, ao atingir determinados objetivos.

Além disso, na altura da abertura original, foi confirmado, sem acrescentar muitos pormenores, que os turistas podiam ter uma experiência que mistura o mundo físico com os videojogos — trazendo o mundo da Nintendo para a vida real. 

Ainda antes da abertura do parque temático, a Universal Studios Japão já abriu, a 16 de outubro, um restaurante baseado no Super Mario. Este espaço encontra-se na parte de Hollywood, tendo bebidas e pratos inspirados por esta personagem icónica e os seus amigos, além de ter uma loja de recordações. O exterior do restaurante tem figuras em tamanho aumentado do Mario e do Luigi.

De acordo com os responsáveis, há mais três parques de diversões em desenvolvimento que nasceram da parceria da Nintendo com a Universal Studios. Ainda não há data de abertura para Orlando e Hollywood, nos Estados Unidos da América, ou para Singapura. 

A partir de Lisboa, vai ter que apanhar três voos — um até Munique, de onde vai até Tóquio e só depois chega a Osaka — com o preço médio da viagem a custar cerca de 1.000€ por pessoa. 

 

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