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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Set22

Crianças com Futuro é Boa Educação

Niel Tomodachi

Crianças com Futuro é Boa Educação

De 6 a 19 de setembro, compre vales educação Helpo nas lojas Pingo Doce e apoie a educação das crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Com um donativo de 1, 3 ou 5€, que representam um lanche escolar, um almoço ou uma inscrição na escola, respetivamente, garante boa educação a milhares de crianças.

Os vales podem ser adquiridos na caixa, nas lojas Pingo Doce de Portugal Continental e Madeira, e estarão também disponíveis na loja online do Pingo Doce em mercadao.pt.

A sua ajuda faz toda a diferença.

 

13
Set22

Ser voluntário Helpo é boa educação

Niel Tomodachi

Ser voluntário Helpo é boa educação

De 6 a 19 de setembro, ser voluntário Helpo nas lojas Pingo Doce é garantir boa educação a milhares de crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.
A participação dos voluntários faz toda a diferença no sucesso desta campanha. Contamos consigo, sozinho ou em grupo, em qualquer loja Pingo Doce do país, para transmitir boa educação a quem mais precisa.
Faça a pré-inscrição no formulário.

Contamos consigo?

 

28
Jul22

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

Niel Tomodachi

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

No passado dia 5 de Junho, os terroristas em Cabo Delgado atacaram a aldeia de Nanduli, situada a cerca de 30 km da Comunidade de Silva Macua, onde a Helpo trabalha desde 2009, dando origem a uma sequência de ataques e incidentes nos distritos de Ancuabe, Metuge e Mecufi, dois deles distritos limítrofes de Pemba, capital da província de Cabo Delgado.

O distrito de Metuge é o segundo distrito com maior concentração de pessoas deslocadas desde que se assistiu ao início dos conflitos armados em 2017, e as pessoas estão a viver esta situação tumultuosa com grande inquietação, tendo originado uma nova fuga, que a OIM estima que, para já, resulte na deslocação de mais 12.000 pessoas.

A Helpo trabalha nas localidades de Silva Macua, Mahera, Impire, Miéze e Ngoma, nos três distritos referidos, e está a seguir a situação com profunda preocupação e proximidade, sendo que, para já, a normalidade desapareceu das aldeias, escolas e casas, com mais de um terço das escolas do distrito de Ancuabe fechadas, a título de exemplo.

A nossa atenção foca-se na instabilidade que recai sobre a vida das crianças e jovens, que mais uma vez se veem privados de uma frequência escolar regular (após dois anos de profundas disrupções no acesso a este serviço), com todas as consequências que este aspeto acarreta para o seu futuro; e na situação de extrema vulnerabilidade em que se encontrarão mais uma vez as famílias em fuga, sem acesso àquilo que lhes permita sobreviver e suprimir as suas necessidades mais básicas.

Este episódio vem recordar-nos que, embora com menor mediatismo, o conflito armado no norte de Moçambique não findou, e a profunda crise de deslocados e suas consequências continuam a merecer-nos toda a atenção e empatia, e a exigir-nos a mobilização de esforços e recursos necessários para responder a quem mais uma vez precisa de toda a ajuda possível.

Ao nosso alcance, está dar o apoio necessário às pessoas e instituições, para que haja um retorno à normalidade em termos de acesso a bens essenciais e de serviços básicos, e não pouparemos esforços nesse sentido.

Agradecemos todo apoio fundamental que as crianças e suas comunidades recebem, através de todos os que nos têm ajudado a cumprir a nossa missão, e esperamos continuar a ser merecedores da vossa confiança.

A Helpo recebe apoios para fazer face a esta situação através da sua conta dedicada à resposta às emergências:

IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19

ou através do Ser Solidário - MbWay ou Multibanco.

 

HELPO

 

16
Jul22

Crianças deslocadas de Cabo Delgado em livro infantil da Helpo

Niel Tomodachi

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” é o título do livro infantojuvenil, com texto de Maria João Venâncio e ilustrações de Luís Cardoso, que aborda o drama vivido pelas crianças deslocadas de Cabo Delgado, e que já pode ter em sua casa.

O livro conta a história de Suzi, uma menina de 10 anos que se viu obrigada a fugir de casa, em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, e caminhar centenas de quilómetros para escapar aos “monstros” que atacaram a sua aldeia, na esperança de chegar a um lugar seguro.

“Este livro traz-nos um olhar desassombrado, terno e solidário sobre as muitas provações enfrentadas pelas crianças moçambicanas”, refere o Secretário-Geral da ONU, Eng. António Guterres, que assina o prefácio.

Graças ao financiamento da GALP e apoio do Camões I.P., este livro reverte, na totalidade, para os projetos implementados pela Helpo e pode ser adquirido diretamente nos escritórios da Helpo em Cascais e em Ermesinde, com um donativo de 14,90€. 

Em alternativa, pode receber o livro por correio, fazendo uma transferência para o IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19, no valor de 14,90€ + portes de envio (3€ envio normal ou 5€ correio registado) ou através do MB Way (escolha a opção “Ser Solidário”, selecione a Associação Helpo e introduza o montante e o seu NIF). O comprovativo do pagamento deve ser enviado para paulofernandes@helpo.pt ou sofianobre@helpo.pt com indicação de nome, morada, NIF e, se possível, contacto telefónico. 

Nota: o custo de envio é para 1 livro, uma vez que o valor depende do peso; no caso de envio de mais do que 1 livro para a mesma morada, por favor contacte-nos através do telf. (+351) 211 537 687

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” foi apresentado a 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, da Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, que tutela a pasta das Migrações, Ana Catarina Mendes, do embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, do CEO da Galp, Andy Brown, da vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com o pelouro dos Direitos Humanos e Sociais, Laurinda Alves, entre muitas outras entidades e personalidades.

A festa foi ainda engrandecida com a performance de músicos refugiados afegãos, a presença de famílias refugiadas da Ucrânia apoiadas pela Helpo, a leitura do livro pela cantora Selma Uamusse e por dezenas de crianças, que tornaram este dia ainda mais especial.

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HELPO

 

04
Mai22

Helpo: Dê porque é preciso

Niel Tomodachi

Dê porque é preciso

Campanha de angariação de bens para pessoas refugiadas da Ucrânia

Desde março que a Helpo, em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, está a gerir um Supermercado Social com bens alimentares, produtos de higiene e outros bens necessários, para as pessoas refugiadas vindas da Ucrânia. Já fizemos mais de 1000 entregas a famílias acolhidas em Cascais.

Mas os bens escasseiam, ao passo que o número de famílias aumenta. 
Ajude-nos a encher novamente as prateleiras do supermercado social e fazer chegar estes bens a quem mais precisa... porque é preciso!

Os bens deverão ser entregues no Centro Logístico de Cascais - C3, de 2.ª a 6.ª feira, das 9h às 13h e das 14h às 17h. 

Consulte a lista de bens aqui.

Para mais informações, por favor contactar: margaridaassuncao@helpo.pt / 934512502 | catarinamarques@helpo.pt / 938418938

 

HELPO

23
Mar22

Helpo: A campanha de IRS que vai pôr toda a gente a cantar

Niel Tomodachi

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Decore a letra deste número: 507 136 845
A Helpo vai pôr toda a gente a cantar

 

Ana Bacalhau, Sónia Tavares, Selma Uamusse, Tatanka, Inês Lopes Gonçalves, Samuel Úria, Gil Do Carmo, Marta Hugon, Lavoisier, Silk, Milton Gulli e Joaquim Albergaria juntam-se à campanha de consignação de IRS da Helpo e dão voz à canção “Decore a letra deste número".

Este ano, na hora de preencher a declaração de IRS, não queremos que haja dúvidas ou falhas de memória, 507 136 845 é o número a escrever na 2.ª alínea do quadro 11.

 

“507 136 845 / É fácil e sem papéis / Ajude a Helpo nesta missão / Não há futuro sem educação” é a primeira amostra da canção orelhuda, criada de raiz para a Helpo, pelo músico Quim Albergaria, para que todos a possam cantarolar.

 

Ponha o som no máximo e ouça o refrão que vai ajudar milhares de crianças a estudar em Moçambique e São Tomé e Príncipe.

 

(S)

 

23
Mar22

Helpo: Programa de Integração de pessoas refugiadas da Ucrânia

Niel Tomodachi

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Desde o conflito na Ucrânia, que a Helpo tem vindo a aferir necessidades de intervenção junto da comunidade ucraniana que beneficia dos projetos da Helpo nas Fontainhas e suas famílias, e junto de parceiros como a Câmara Municipal de Cascais e a Junta de Freguesia de Cascais e Estoril.

Após esta primeira fase, e com parcerias consolidadas, avançamos com um programa de intervenção que visa apoiar 120 pessoas refugiadas e suas famílias.

 

Este programa consiste em:

- Promoção do envolvimento de pessoas refugiadas como membros ativos da comunidade;
- Aulas de português para estrangeiros;
- Integração escolar e extracurricular de crianças refugiadas;
- Entrega de bens essenciais;
- Capacitação a grupos que estejam a acolher pessoas refugiadas através da psicoeducação;
- Criação de um mealheiro solidário para gerir situações de crise.

 

Para contribuir para a campanha de angariação de fundos dedicada a 100% à constituição de um mealheiro solidário para apoiar financeiramente as famílias de pessoas refugiadas que necessitem de enfrentar situações críticas, poderá fazê-lo através da conta específica para o efeito:
IBAN: PT50 0010 0000 3483 3480 0158 9.

 

Para se inscrever como voluntário ou para mais informações, contacte-nos através dos contactos: margaridaassuncao@helpo.pt / 934512502 (whatsapp) | catarinamarques@helpo.pt / 938418938 (whatsapp).

 

Voluntários, bens e donativos, são precisos e bem-vindos!
Contamos com o seu apoio!

Consulte o programa completo aqui.

 

28
Jan22

Helpo: Apoie os deslocados de Cabo Delgado

Niel Tomodachi

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O Audácio é uma das 235 crianças bolseiras que a Helpo apoiava nos estudos em Mocimboa da Praia, uma das aldeias de Cabo Delgado atacadas pelos insurgentes.

O Audácio tem 8 anos e, como centenas de milhares de outras crianças, não desistiu da vida e fugiu da sua aldeia para escapar à morte.

A Helpo também não desistiu do Audácio e reencontrou-o a 450 km de casa, em Pemba, para ter a certeza de que estava bem e de que a desistência escolar precoce não seria mais uma tragédia na sua vida.

No âmbito deste projeto de relocalização das famílias refugiadas da guerra, a Helpo já reencontrou 49 famílias, num total de 331 deslocados. O apoio financeiro da Helpo chega neste momento a 164 alunos deslocados na escola primária e 17 na secundária, para garantir a continuidade do percurso escolar e o sustento diário destas crianças.

Se também quer fazer parte da ajuda no longo caminho que estas crianças ainda têm pela frente, pode apoiar o nosso projeto fazendo um donativo para a conta de emergência da Helpo através do IBAN PT50 0010 0000 3483 3480 00619 ou da opção Ser Solidário no MB Way e Multibanco.

Todos podemos ajudar neste Caminho Longo

HELPO

 

20
Dez21

Prémio Direitos Humanos: Assembleia da República distingue Helpo com Medalha de Ouro

Niel Tomodachi

Prémio Direitos Humanos: Assembleia da República distingue Helpo com Medalha de Ouro

António Perez Metelo, presidente da direcção da Helpo, recebeu das mãos do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, a medalha de ouro comemorativa do 50.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no âmbito Cerimónia de Entrega do Prémio Direitos Humanos 2021.

Esta distinção reconhece o trabalho desenvolvido pela Helpo em todos os cenários em que desenvolve a sua intervenção, tendo Ferro Rodrigues destacado o trabalho levado a cabo "nos domínios assistencial, da ajuda humanitária, do desenvolvimento comunitário ou da educação para o desenvolvimento humano, de que a intervenção em Cabo Delgado e em Nampula, Moçambique, é exemplo paradigmático".

A Helpo e a Associação Portuguesa de Bioética foram as duas instituições distinguidas com esta medalha de ouro, tendo sido atribuído o Prémio Direitos Humanos 2021 à Associação dos Ex-Trabalhadores das Minas de Urânio.

Fizeram parte do júri deste prémio, presidido pelo deputado Luís Marques Guedes, os deputados Cláudia Santos (PS), Fernando Negrão (PSD), Beatriz Gomes Dias (Bloco de Esquerda), António Filipe (PCP), Telmo Correia (CDS-PP), Inês de Sousa Real (PAN) e André Ventura (Chega).
O Prémio Direitos Humanos tem já mais de duas décadas e foi criado quando António Almeida Santos assumiu a presidência do parlamento.

 

01
Dez21

Crianças de Cabo Delgado protagonizam “exposição de dor mas de esperança”

Niel Tomodachi

Marcelo Rebelo de Sousa marcou hoje presença na exposição 'Escola do Caminho Longo', no antigo Museu dos Coches, em Lisboa.

Crianças de Cabo Delgado protagonizam “exposição de dor mas de esperança”

'Escola do Caminho Longo' é o mote da exposição hoje inaugurada no Museu dos Coches, em Lisboa, que retrata a realidade dos mais de 800 mil deslocados, metade dos quais são crianças, que fogem dos ataques armados em Cabo Delgado, em Moçambique. Marcelo Rebelo de Sousa marcou presença, sublinhando vibrar com o país “como se fosse uma segunda pátria”.

Resultado da viagem que a escritora Maria João Venâncio e o fotógrafo Luís Godinho realizaram ao norte de Moçambique, em julho, a exposição dá “vida à vida destas crianças e jovens, que ficaram adultos ao percorrerem vários quilómetros para escaparem à morte e para irem de escola para escola”, refere o representante de Estado.

“A Helpo tem tido uma atividade excecional, sempre presente em Moçambique, trazendo Moçambique até nós e trazendo em cada momento aquilo que é prioritário em Moçambique – e o prioritário, agora, chama-se Cabo Delgado”, salienta.

Para Marcelo, esta é “uma exposição de dor, mas de esperança (...) no futuro que [as crianças] merecem e que todos temos de ajudar a construir”, sustentado o sonho de “não abandonarem a escola e de terem futuro”.

A exposição, que surge na sequência do trabalho da Helpo na localização de crianças após a fuga para que continuem a ter apoio nos estudos, poderá ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 18h, até 16 de janeiro de 2022.

Ausse, de 16 anos, percorreu 691 quilómetros, de Chinoa a Niapala, e ao lado da sua fotografia lê-se: "Aqui em Moçambique, ou posso dizer aqui na África, sem estudar você não é ninguém. Talvez lá à frente serei um ninguém também. Mas gosto muito de estudar. Desejo muito ser alguém lá na frente".

Por sua vez, Joanina, de 13 anos, que percorreu mais de 800 quilómetros em fuga, confessa que gostava era de "voltar para casa".

Entre os testemunhos destaca-se o expositor de Tomás, 19 anos, que surge sem fotografia por ter morrido quando saiu de casa para "vender tomate" e tentar "fazer crescer o pouco dinheiro" que a família tinha.

No centro da exposição, o visitante encontra uma carteira escolar, em tom azul, na qual o Presidente se chegou a sentar, dizendo que o fazia lembrar os seus tempos de escola primária - no seu caso numa mesa castanha.

"É simbólico o papel central da escola. Faz a diferença e vai fazer a diferença na vida deles", comentou, referindo que tem um convite do Presidente de Moçambique para ir ao país no final de janeiro.

A província de Cabo Delgado é rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

O conflito já provocou mais de 3.100 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, de acordo com as autoridades moçambicanas.

Desde julho, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio do Ruanda a que se juntou depois a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) permitiu aumentar a segurança, recuperando várias zonas onde havia presença de rebeldes, nomeadamente a vila de Mocímboa da Praia, que estava ocupada desde agosto de 2020.

 

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