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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

01
Out21

“Tiveram 30 anos de blá, blá, blá e onde é que isso nos levou?”

Niel Tomodachi

Greta Thunberg fez mais um discurso duro, que foi mais um dedo acusador bem apontado aos governantes e adultos do mundo.

Este seu discurso aconteceu no Youth4Climate, em Milão, dia 28 de setembro de 2021, um encontro de jovens preparatório da COP26, a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que terá lugar em Glasgow (Escócia) em finais de outubro.  Participaram 400 jovens de quase 200 países, com idades entre os 15 e os 29 anos, para prepararem em conjunto um documento com propostas ambientais.  

Para Greta, a COP26 é só para “encher as vistas”, não vale de nada. 

“Eles convidam jovens escolhidos a dedo para reuniões como esta e afirmam ouvir-nos, mas não o fazem, não nos ouvem, nunca o fizeram” (…) Não há planeta B, não há planeta blá blá blá blá, blá blá blá blá, economia verde blá blá blá, neutralidade de carbono em 2050 blá blá blá. É tudo o que ouvimos dos nossos chamados líderes (…) palavras que soam bem mas que não levaram à ação, as nossas esperanças e sonhos afogaram-se nas suas palavras e promessas vazias (…) Claro que precisamos de um diálogo construtivo, mas tiveram 30 anos de blá blá blá blá e onde é que isso nos levou? ”, questiona a jovem ativista sueca. 

E Greta tem uma solução para este impasse: “Nós podemos mudar as coisas. Já não podemos deixar que os detentores do poder decidam o que é politicamente possível ou não, já não podemos deixar que os detentores do poder decidam o que é a esperança. A esperança não é blá, a esperança é dizer a verdade, a esperança é agir, a esperança vem sempre do povo”.

https://www.youtube.com/watch?v=Ee71cMN8iIs&feature=emb_title

Greta foi aplaudida por todos os outros jovens, o que é mais um dado importante para refletirmos. Segundo os últimos estudos da ONU publicados em setembro, o planeta está a caminhar para um aquecimento “catastrófico” de +2,7°C, aumentaram as catástrofes climáticas e de maior dimensão, o que espanta o nosso mundo civilizado que pensa que ainda há tempo. Não bastam palavras, temos mesmo de agir, agora, cada um por si no seu cantinho, mas todos a remar na mesma direção – proteger a Terra, o nosso futuro. 

Greta Thunberg, defensora feroz das causas ambientais, criou o movimento internacional “Fridays for future”, também conhecido por greve climática estudantil, em protesto contra a falta de ação que os líderes de todos os países têm manifestado para com o nosso planeta e o futuro dos jovens. Esse protesto simbólico consiste numa greve geral dos alunos às aulas de sexta-feira, participando em manifestações para mobilizar as pessoas a assumir atitudes mais responsáveis, como a preferência crescente de energias renováveis, gestos que possam travar as alterações climáticas e a degradação da Terra.

 

10
Ago21

Greta Thunberg inaugura Vogue escandinava e critica indústria da moda

Niel Tomodachi

"Não se pode produzir moda em massa ou consumir 'sustentavelmente' no mundo de hoje", alertou a ativista, que critica a indústria da moda.

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ativista Greta Thunberg foi escolhida para a capa da primeira edição da Vogue Escandinávia, onde chamou a atenção para a indústria da moda, uma das mais poluentes do mundo.

"A indústria da moda é um dos principais causadores da emergência ecológica e climática, sem falar no seu impacto nos inúmeros trabalhadores e comunidades que são explorados em todo o mundo para que alguns possam usufruir do pronto-a-vestir que muitos tratam como descartável", indicou a jovem de 18 anos, na publicação de Instagram onde apresenta a capa.

Greta Thunberg alerta que muitas marcas começaram a mostrar preocupação com o ambiente e até "se definem como 'sustentáveis', 'éticas', 'verdes' ou 'justas'". "Mas vamos ser claros: isto é quase sempre falso. Não se pode produzir moda em massa ou consumir 'sustentavelmente' no mundo de hoje", acrescentou, apelando a uma "mudança de paradigma".

 

A editora da revista, Martina Bonnier, disse-se "orgulhosa" por poder contar com a Greta para a primeira edição. "Não só é uma figura escandinava singular e uma força de mudança, como também incorpora o amor pela natureza, a busca pela sustentabilidade e a coragem ousada que está no centro da nossa visão", afirmou, no editorial daquela edição.

Por cá, a porta-voz do Pessoas-Animais-Natureza (PAN), Inês Sousa Real, aproveitou para chamar a atenção para o tema. "A rapidez com que se descarta a roupa e a ausência de uma cadeia de tratamento deste resíduo, proposto pelo PAN em Portugal e que foi rejeitado, contribui igualmente para a degradação do meio ambiente", indicou.

22
Abr21

Greta Thunberg. "Por quanto tempo acreditam que se vão safar?"

Niel Tomodachi

A jovem ativista participou, esta quinta-feira, Dia da Terra, numa audiência sobre os subsídios dados à indústria dos combustíveis fósseis. Perante o Congresso norte-americano, a jovem considerou esses subsídios "uma vergonha".

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ativista Greta Thunberg considera "ultrajante" que os políticos ainda estejam a debater, em 2021, se vão acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis, o que considera "uma vergonha".

Em declarações perante o Congresso norte-americano, numa audiência sobre os subsídios dados à indústria dos combustíveis fósseis, a ativista considerou os mesmos a "prova clara de que não entendemos a emergência climática de forma alguma".

A jovem alertou mesmo os congressistas dos Estados Unidos que a história os responsabilizará pelas catástrofes climáticas se não pararem de subsidiar a indústria de combustíveis fósseis.

"Por quanto tempo acreditam, honestamente, que pessoas no poder, como vocês, vão safar-se?", questionou no discurso de abertura. "Por quanto tempo acham que podem continuar a ignorar a crise climática sem serem responsabilizados?”

A ativista, de 18 anos, enfatizou ainda que sua geração vai tomar medidas para enfrentar as alterações climáticas se os que estão no poder se recusarem a fazê-lo.

"Ao contrário de vocês, a minha geração não vai desistir de lutar", garantiu Thunberg. "Nós, os jovens, somos aqueles que vamos escrever sobre vocês nos livros de História. Somos nós que decidimos como serão lembrados. Portanto, o meu conselho para vós é que saibam escolher com sabedoria."

Greta Thunberg, que inspirou um movimento global contra as alterações climáticas, participou por videoconferência num painel da Câmara dos Representantes, no mesmo dia em que decorre a cimeira de líderes mundiais sobre o clima convocada pelo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

Antes, a jovem já tinha assinalado o Dia da Terra, esta quinta-feira, com um vídeo, publicado nas redes sociais, onde alerta para o facto de as medidas tomadas para a neutralidade carbónica até 2050 serem insuficientes.

"Atenção, isto é um alerta de emergência para o público em geral", lê-se no início do vídeo, antes da jovem criticar a ausência de muitos aspetos nos compromissos dos países para chegar a zero emissões carbónicas em 2050.

"Podemos continuar a fingir que estes objetivos estão alinhados com o que precisamos, mas se nos podemos enganar a nós e aos outros, não podemos enganar a natureza nem a física", refere nas imagens.

 

20
Jul20

Greta Thunberg vence prémio Gulbenkian para Humanidade — um milhão de euros

Niel Tomodachi

A jovem ativista de 17 anos vai aplicar, através da sua fundação, o dinheiro na luta contra as alterações climáticas.

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Com apenas 17 anos, a ativista Greta Thunberg venceu a primeira edição do prémio Gulbenkian para a Humanidade. A jovem sueca consegue assim um milhão de euros, a ser totalmente aplicados na luta que a tornou conhecida e desde cedo abraçou: o combate às alterações climáticas.

Segundo avança Lusa, citada pela “TVI24“, a notícia foi confirmada numa mensagem áudio dirigida à cerimónia de apresentação do prémio, na qual o presidente do júri e ex-presidente da República Jorge Sampaio explica como Greta “conseguiu mobilizar as gerações mais novas para a causa do clima”.

O canal adianta que a jovem irá aplicar o dinheiro através da fundação com o seu nome, começando pela campanha SOS Amazonia, dedicado a ajudar as populações da Amazónia a enfrentarem a pandemia da Covid-19. Além disso, 100 mil euros vão ser dirigidos para a Stop Ecocide Foundation, que pretende criar a figura criminal do “ecocídio”: no fundo, criminalizar atentados em massa contra o ambiente e a natureza.

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