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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Ago22

"Ser gay não é uma doença". Uma mensagem para os médicos do Vietname

Niel Tomodachi

Comunidade LGBTI+ do Vietname saiu à rua para acabar com a discriminação.

"Ser gay não é uma doença". Uma mensagem para os médicos do Vietname

"Ser gay não é uma doença". Esta foi a mensagem transmitida pelo Vietname aos seus profissionais de saúde, para que se acabe com a discriminação contra a comunidade LGBTI+.

Os ativistas disseram à AFP, na terça-feira, que a sua manifestação foi um grande passo em frente para os direitos LGBTI+ na nação do sudeste asiático, onde os homossexuais, bissexuais e transgéneros há muito se sentem marginalizados.

Num documento oficial publicado na semana passada , o ministro da Saúde declarou que "a homossexualidade não podia ser curada, não precisa de ser curada e é algo que não se pode mudar". 

O documento insta os profissionais médicos a respeitarem o género e a orientação sexual de cada pessoa, depois de terem recebido relatórios de médicos que afirmam poder tratar minorias de género.

Note-se que, embora o Vietname seja visto como um país relativamente avançado nas questões LGBTI+ em comparação com alguns outros países da Ásia, a desinformação sobre orientação sexual e identidade de género é generalizada.

02
Ago22

Dicionário de Literatura Gay ambiciona incluir todas as representações LGBTQ+ da literatura portuguesa

Texto by esQrever

Niel Tomodachi

Dicionário de Literatura Gay ambiciona incluir todas as representações LGBTQ+ da literatura portuguesa

A 7.ª edição do Dicionário de Literatura Gay de Portugal, uma obra de referência inédita e indispensável, é a primeira edição completa, que inclui todos as entradas de “A” a “Z”. Conta com 1016 verbetes principais, sobre livros, autorias, personagens, contos, poemas, revistas, livrarias e outras referências literárias, bem como inúmeros verbetes temáticos e aquela que será talvez a primeira proposta sistemática de uma cronologia da literatura LGBTQ+ de Portugal.

A literatura de temática LGBTQ+, como categoria, depois de nos primeiros anos do século XXI ter emergido brevemente da “longa noite sexual do Estado Novo” e dos “primeiros anos do Portugal democrático”, nas palavras de Fernando Curopos, tem vindo a ser de novo “remetida para a invisibilidade” nos catálogos das editoras, nas prateleiras das bibliotecas e livrarias, e nas secções dos jornais e revistas. Foi essa a razão que motivou a compilação deste Dicionário de Literatura Gay, para incluir todas as representações LGBTQ+ da literatura portuguesa, com as quais as pessoas LGBTQ+ se possam identificar, nas quais se possam rever e que as ajudem a compreender-se melhor ou a serem melhor compreendidas.

Este é um livro para quem gosta de literatura de temática LGBTQ+, para quem procura um livro infantil ou juvenil sobre orientação sexual ou identidade de género, para quem ouviu falar de um certo romance e quer saber mais antes de o comprar, quem quer ficar a conhecer melhor a autoria de um livro, quem gosta de história queer de Portugal, quem investiga sobre temática LGBTQ+ e pretende reunir bibliografia relevante.

Dicionário de Literatura Gay ambiciona incluir todas as representações LGBTQ+ da literatura portuguesa

FICHA TÉCNICA DO DICIONÁRIO DE LITERATURA GAY

Título: Dicionário de Literatura Gay: 7.ª edição (2022) de “A Alma Trocada” a “Zona Livre”
Páginas: 549
Editora: INDEX ebooks
Data de lançamento: 1 de agosto de 2022
Edições: capa mole, capa dura e e-book (lojas Amazon, Google Play, Apple, Kobo, Wook, Bertrand)
Mais informações: http://www.indexebooks.com/dicionario

 

(S)

 

31
Jul22

"Filthy Animals" de Brandon Taylor

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

A group portrait of young adults enmeshed in desire and violence, a hotly charged, deeply satisfying new work of fiction from the author of Booker Prize finalist Real Life

In the series of linked stories at the heart of Filthy Animals, set among young creatives in the American Midwest, a young man treads delicate emotional waters as he navigates a series of sexually fraught encounters with two dancers in an open relationship, forcing him to weigh his vulnerabilities against his loneliness. In other stories, a young woman battles with the cancers draining her body and her family; menacing undercurrents among a group of teenagers explode in violence on a winter night; a little girl tears through a house like a tornado, driving her babysitter to the brink; and couples feel out the jagged edges of connection, comfort, and cruelty.

One of the breakout literary stars of 2020, Brandon Taylor has been hailed by Roxane Gay as "a writer who wields his craft in absolutely unforgettable ways." With Filthy Animals he renews and expands on the promise made in Real Life, training his precise and unsentimental gaze on the tensions among friends and family, lovers and others. Psychologically taut and quietly devastating, Filthy Animals is a tender portrait of the fierce longing for intimacy, the lingering presence of pain, and the desire for love in a world that seems, more often than not, to withhold it.

 

Sobre o Autor:

Brandon Taylor is the senior editor of Electric Literature's Recommended Reading and a staff writer at Literary Hub. His writing has received fellowships from Lambda Literary Foundation, Kimbilio Fiction, and the Tin House Summer Writer's Workshop. He holds graduate degrees from the University of Wisconsin-Madison and the University of Iowa, where he was an Iowa Arts Fellow at the Iowa Writers’ Workshop in fiction. 

 

29
Jul22

Nova série de Neil Patrick Harris é uma espécie de “O Sexo e a Cidade” do mundo gay

Niel Tomodachi

“Uncoupled” estreia esta sexta-feira na Netflix. É do criador do super êxito “Emily em Paris”.

Chama-se “Uncoupled” e é a nova série de Darren Star, o homem por trás de “O Sexo e a Cidade” e “Emily em Paris”. A produção de oito episódios, criada em colaboração com Jeffrey Richman, estreia esta sexta-feira, 29 de julho, na Netflix.

O protagonista é Michael Lawson (Neil Patrick Harris), um agente imobiliário bem-sucedido de Nova Iorque, habituado a vender penthouses por milhões de dólares. Michael está com o companheiro Colin há 17 anos. Contudo, na noite do 50.º aniversário de Colin, quando Michael lhe prepara uma extravagante festa de supresa, o parceiro decide abandoná-lo e terminar a relação de forma fria.

O que resta é um Michael destroçado que se terá de deparar com um admirável mundo novo que não compreende — o dos encontros amorosos, passados quase 20 anos. Agora há aplicações para conhecer pessoas, redes sociais e fotos íntimas enviadas em chats.

O enredo acompanha a jornada de Michael, ora cómica ora dramática, enquanto conhece pessoas que lhe falam desde tratamentos preventivos da SIDA até botox no anús, passando pela discussão sobre o uso ou não de preservativos. Michael só queria mesmo conviver em casa com Colin — alguém que, compreensivelmente, vai demorar a esquecer.

“Uncoupled” está a ser bastante comparada a “O Sexo e a Cidade”. Nesta história, Michael acaba por representar o papel de Carrie Bradshaw, enquanto Colin é, claro, Big. O protagonista tem ainda os seus melhores amigos Billy e Stanley — que partilham características com Charlotte, Samantha ou Miranda —, além da sua parceira de negócios Suzanne.

Não só os temas são idênticos, como o imaginário é semelhante. Toda a série de “Uncoupled” se passa entre a elite económica nova-iorquina, de personagens que vivem em apartamentos em arranha-céus deslumbrantes, onde não há necessidade de se falar sobre classes sociais ou política. 

Tudo isso fica posto de parte para que os espectadores apenas se concentrem na vida amorosa de Michael. As diferenças geracionais também estarão em destaque, enquanto o protagonista se vai cruzando com algumas pessoas mais novas. 

Além de Neil Patrick Harris, cujo papel está a ser bastante elogiado, o elenco de “Uncoupled” inclui nomes como Emerson BrooksNic RouleauColin HanlonJonah PlattIván Amaro BullónTisha CampbellTuc WatkinsBrooks Ashmanskas ou Jay Santiago, entre outros.

 

03
Jul22

"Tudo o que Restou de Nós" de Adam Silvera

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

O Griffin acaba de perder o seu primeiro amor num trágico acidente. O Theo era o seu melhor amigo, o seu ex-namorado e a pessoa com quem se via a passar o resto da vida. Apesar de terem terminado o namoro uns meses antes, e de o Theo ter uma nova relação com o Jackson, o Griffin continuava a acreditar que iriam acabar por ficar juntos.

Agora, arrasados com a perda, o Griffin e o Jackson aproximam-se, numa tentativa de reavivarem as memórias que partilham da pessoa que ambos amaram. Mas à medida que as conversas correm, verdades vêm à tona e o efeito é devastador.

Para conseguir reconstruir a sua vida, o Griffin terá de confrontar o passado e todas as histórias que viveu com o Theo. de contrário, poderá colocar em risco a sua felicidade e o seu próprio futuro!

 

Sobre o Autor:

Adam Silvera nasceu e cresceu em Nova Iorque. Já trabalhou como livreiro, gestor de comunidades e de redes sociais, e ainda como crítico de livros para crianças e jovens adultos.
É autor de vários bestsellers.
Vive em Los Angeles, EUA, e é alto porque sim.

 

22
Mai22

T. Boloso Luís lança o livro “As Confissões das Sombras”

Texto by esQrever

Niel Tomodachi

T. Boloso Luís lança o livro "As Confissões das Sombras"

 

Será no dia 2 de junho, no Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s, que T. Boloso Luís irá lançar o livro “As Confissões das Sombras“. Trata-se de uma história young adult em modo de fantasia baseada na realidade. O livro conta com um leque de personagens queer, incluindo os protagonistas João e Mário e acontece em finais dos anos 1990 e inícios dos 2000 numa cidade por mencionar algures em Portugal. Esta é uma história baseada na vivência de T. Boloso Luís na Madeira.

T. Boloso Luís (a.k.a. Summy) recusa ser linear ou unidimensional, constantemente num loop de repetição de erros e recusa de crescimento pessoal e um desejo indomável de criar arte infusa de ativismo irreverente. A criatividade acompanha-o desde criança e sempre foi incapaz de não se referir na terceira pessoa: “Para me conhecer, nada como consumir o que faço”.

 

T. Boloso Luís

 

Valentina Silva Ferreira, autora, educadora e ativista madeirense, considerou o livro “maduro, poético, intemporal e desobediente. Mais do que uma história de amor, é uma viagem pela descoberta da vida, em que o/a leitor/a também se senta na mesa do café ou participa nas conversas de chat, enamorando-se, envolvendo-se e refletindo sobre os meandros da paixão. Afinal, ela existe em todas as suas formas.

Sinopse:

Por entre detalhes de uma qualquer cidade, na altura antes das redes sociais e smartphones, pormenores mundanos ganham significados extremos na vida de João. Divindades morrem e são substituídas por ter entrado naquele quarto em que eram ambos apenas sombras. Conheceu-o por a ter amado e os planos para um resto devida convencional desintegram-se,em sintonia com as limitações do tamanho do seu mundo. Amar nem sempre é suficiente e o tempo nem sempre cura.
Afinal, nem sempre existem finais.

O livro “As Confissões das Sombras” pode ser adquirido no site da editora.

 

17
Mai22

Jogador inglês assume ser gay: "Ser feliz é o que mais importa"

Niel Tomodachi

O médio do Blackpool, com apenas 17 anos, reconheceu que "foi um enorme alívio. Era a hora certa de fazer isto".

Jake Daniels assinou seu primeiro contrato profissional pelo Blackpool neste ano -

Jake Daniels tornou-se, esta segunda-feira, no primeiro futebolista profissional do Reino Unido, em mais de 30 anos, a assumir publicamente que é homossexual.

O médio do Blackpool, com apenas 17 anos, numa entrevista à Sky Sports, reconheceu que "foi um enorme alívio. Era a hora certa de fazer isto".

"Sinto que estou pronto para contar às pessoas a minha história. Desde que me assumi à minha família, ao meu clube e aos meus companheiros de equipa, esse período de pensar em tudo o que fazia e dizia, e o stress que isso me gerava acabou. Isso estava a afetar a minha saúde mental. Agora estou apenas confiante e feliz por ser eu mesmo finalmente", começou por dizer Jack Daniels.

"Há muito tempo que venho pensando em como iria fazer isto, quando iria assumir-me. Sabia que agora era a hora. Estou pronto para ser eu mesmo, ser livre e confiante em tudo o que faço", complementou o médio do Blackpool.

Até ao momento, só há outros dois jogadores a nível profissional que reconheceram a sua homossexualidade: Collin Martin ( San Diego Loyal) e o australiano Joshua Cavallo (Adelaide Unietd).

 

30
Mar22

"All Boys Aren't Blue" de George M. Johnson

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

In a series of personal essays, prominent journalist and LGBTQIA+ activist George M. Johnson explores his childhood, adolescence, and college years in New Jersey and Virginia. From the memories of getting his teeth kicked out by bullies at age five, to flea marketing with his loving grandmother, to his first sexual relationships, this young-adult memoir weaves together the trials and triumphs faced by Black queer boys.

Both a primer for teens eager to be allies as well as a reassuring testimony for young queer men of color, All Boys Aren't Blue covers topics such as gender identity, toxic masculinity, brotherhood, family, structural marginalization, consent, and Black joy. Johnson's emotionally frank style of writing will appeal directly to young adults.

 

Sobre o Autor:

A prolific and powerful voice, George M. Johnson is an award-winning Journalist, Consultant, and Activist located in Brooklyn NY.
From the scores of places that he’s written for to the outlets who have written about him, his connections in the media world run deep with his knowledge and expertise being called upon from publishing to the big screen.
On social media, he has an impressive presence, with nearly 50K engaged followers on Twitter who are always eager to see what he’s writing next, garnering nearly 100 million impressions monthly.
He is currently available for freelance writing assignments, television consulting and writing, and speaking engagements.

 

A moving and brilliant exploration of Black queerness. Stylist

An exuberant, unapologetic memoir infused with a deep but cleareyed love for its subjects. The New York Times

An empowering read . . . All Boys Aren't Blue is an unflinching testimony that carves out space for Black queer kids to be seen. Huffington Post

Powerful . . . All Boys Aren't Blue is a game changer. Bitch Magazine

All Boys Aren't Blue is a balm and testimony to young readers as allies in the fight for equality. Publishers Weekly

10
Fev22

Flee, filme sobre um refugiado afegão gay, fez história ao ser nomeado para animação, documentário e filme internacional nos Óscares

Texto by esqrever

Niel Tomodachi

O filme dinamarquês Flee fez história nos Óscares ao ser a primeira produção a ser nomeada nas categorias de melhor filme de animação, melhor documentário e melhor filme internacional.

Flee (A Fuga) tem direção de Jonas Poher Rasmussen que criou a animação após uma entrevista com um amigo afegão de longa data identificado como Amin Nawabi. Este contou-lhe como chegou à Dinamarca e foi “duplamente marginalizado, sendo gay e refugiado”. Foram precisos quase 20 anos para Nawabi , hoje um académico, se sentir preparado para contar a sua história.

Sempre estive curioso sobre como é que ele tinha chegado aqui e porquê, mas ele não queria falar sobre isso. E eu, claro, respeitei. Mas a nossa amizade cresceu e esta coisa, esta história, foi uma espécie de caixa-negra na nossa amizade”, disse Rasmussen.

Flee conta a história de Amin Nawabi enquanto ele lida com um segredo doloroso que manteve escondido por 20 anos, um que ameaça descarrilar a vida que construiu para si mesmo e o seu futuro marido. Narrado principalmente através da animação ao diretor Jonas Poher Rasmussen, ele conta pela primeira vez a história da sua extraordinária jornada como uma criança refugiada do Afeganistão.”

Sinopse de Flee

A 94ª edição do Óscares acontece a 27 de março e em Portugal, a estreia de Flee está prevista para o dia 7 de abril.

 

(S)

28
Jan22

"Vermelho, Branco e Sangue Azul" de Casey McQuiston

Niel Tomodachi

O verdadeiro amor nem sempre respeita as regras.

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Sobre o Livro:

O que pode acontecer quando o filho da presidente dos Estados Unidos da América se apaixona pelo príncipe de Inglaterra?

Quando a sua mãe é eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz torna-se o novo menino bonito dos media. Lindo, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos dos pais e ter uma carreira política extraordinária, como tanto quer. Mas quando a sua família é convidada para o casamento real de Philip, príncipe de Inglaterra, Alex confronta-se com o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem é constantemente comparado - e que ele não suporta.

Mas o encontro entre Alex e Henry corre pior do que se poderia prever, e, no dia seguinte, todos os jornais do mundo têm imagens dos dois caídos em cima do bolo real, passando a ideia de uma briga entre eles. Para evitar um desastre diplomático, Alex e Henry passam um fim de semana juntos e fingem ser os melhores amigos. Mas o que parecia ser apenas mais uma obrigação rapidamente evolui para algo que nenhum dos dois poderia imaginar - e que não tem nenhuma hipótese de dar certo. Ou tem?

Estarão Alex e Henry preparados para enfrentar o impacto que a sua relação pode ter no cenário mundial? Poderá o verdadeiro amor mudar as regras do jogo?

 

Sobre a Autora:

Casey McQuiston cresceu no sul do Louisiana. Adora biscoitos amanteigados e histórias apaixonantes. Estudou Jornalismo e trabalhou na imprensa, até voltar ao seu primeiro amor: comédias românticas alegres, excêntricas e escapistas. Vive em Nova Iorque com Pepper, a sua poodle. Vermelho, Branco e Sangue Azul, o seu primeiro romance, é um bestseller mundial.

 

«Uma estreia extraordinária. É quase impossível assistir à história de amor entre Alex e Henry e não nos apaixonarmos também - por eles e por este livro maravilhoso.»
The New York Times Book Review

«Este livro é tão bom. Uma das provas disso é que só queremos saltar para dentro da história e torná-la realidade.»
Vogue

«Merece mais do que cinco estrelas. A ler e reler. Brilhante.»
Entertainment Weekly

«Como é que este livro nunca tinha sido escrito?, pensamos nós ao terminar.»
Cosmopolitan

 

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