Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

24
Nov22

Está de volta o festival onde a fotografia é o espelho fiel do Mundo

Niel Tomodachi

Vai regressar aquele que é um dos maiores festivais internacionais de fotografia. O Exodus Aveiro Fest decorrerá nos próximos dias 2, 3 e 4 de dezembro, no Centro Congressos de Aveiro.

“Um evento único em Portugal que vai trazer mais um painel de oradores excecionais que trabalham regularmente com publicações como a National Geographic, Time Magazine, entre outras, mas também com muitos outros nomes do mundo mediático, comercial e empresarial”, descreveu a organizou do festival, em comunicado.

Durante os três dias do evento, fotógrafos e videógrafos vão falar das suas vidas, dos seus trabalhos e das suas vivências. O objetivo é que as suas mensagens “criem uma onda de inspiração, informação e consciencialização que permanecerá na memória por muitos anos.”

Isto porque a filosofia do Exodus é despertar para “uma mudança em cada um de nós, para com os outros e para com o planeta.” E que tal filosofia tenha aplicação prática no quotidiano de cada um durante todos os dias do ano.

 

Presentes estarão, entre outros, Art Wolfe, Michael Yamashita, Pippa Ehrlich (vencedora de vários prémios como Bafta e Óscar) e Ragnar Axelsson, que desde há 40 anos documenta a vida ao longo do ambiente do Ártico.

Com os valores humanos, culturais, sociais e ambientais em destaque, o Exodus pretende aproximar a comunidade local e criar uma dimensão genuína e internacional.

Sempre tendo como mote as viagens, a aventura, a curiosidade e o desafio de trocar o medo pela ousadia.

“O objetivo é contribuir para uma maior consciência do Mundo e fomentar o respeito pela natureza e pela condição humana. Inspirar as pessoas a serem mais tolerantes, mais proativas e, acima de tudo, a ultrapassarem os seus medos e barreiras para cumprir sonhos e viver uma vida mais rica e completa de experiências e realização pessoal”, destacam os organizadores.

Além da partilha de experiências, haverá duas masterclasses, mesas redondas e palestras sobre viagens. E uma exposição de fotografia com 100 imagens dos fotógrafos convidados.

Pode saber tudo sobre a próxima edição do Exodus Aveiro Fest aqui.

 

02
Set22

'Cancro Pediátrico: um retrato', uma exposição para ver no Porto

Niel Tomodachi

A exposição é do fotógrafo João Pena Rebelo.

'Cancro Pediátrico: um retrato', uma exposição para ver no Porto

fotógrafo João Pena Rebelo inaugura a exposição fotográfica 'Cancro Pediátrico: um retrato', no domingo, no metro da Trindade, no Porto.

De acordo com um comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, esta mostra resulta da cooperação entre o Serviço de Pediatria do IPO do Porto e o Serviço de Oncologia Pediátrica do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), numa altura em que decorre o 'Setembro dourado', na qual a sensibilização para o cancro infantil acontece em todo o mundo.

A inauguração começa às 11h, e contará com a presença do presidente do Conselho de Administração do IPO do Porto e de Fernando Araújo, presidente do Conselho de Administração do CHUSJ. 

Será possível ver a exposição até ao final do mês, 30 de setembro.

26
Mar22

“Better Together” exposição fotográfica conta histórias de pessoas LGBT+ na China

Texto by dezanove.pt

Niel Tomodachi

china lgbt better together

Shawn Zhang, fotógrafo queer, criou o “Better Together” no final de Fevereiro e onde conta histórias de pessoas e casais LGBT+ através de fotografias. A exposição conta agora com o apoio à divulgação da plataforma All Out. 

27
Out21

A melhor fotografia do ano é um retrato poderoso da guerra na Síria

Niel Tomodachi

A imagem captada pelo fotógrafo Mehmet Aslan acaba de vencer o principal prémio nos Siena International Photo Awards.

"Hardship of Life” — ou “As dificuldades da vida”, em tradução livre — foi o título escolhido pelo fotógrafo turco para a imagem que depois de conquistar os prémios internacionais em Siena, na Itália, está a comover o mundo. A foto retrata um pai e um filho num momento carinhoso, sendo que ambos carregam as marcas de uma vida difícil.

Munzir al-Nazzal, o pai, perdeu a perna no bombardeamento de um mercado sírio em Idlib. A mulher e mãe de Mustafa, Zeynep, também foi afetada pelo conflito. Depois de ter inalado um gás neurotóxico quando ainda estava grávida, foi sujeita a um tratamento perigoso.

Pouco tempo depois nascia o rapaz que tem hoje cinco anos e um defeito congénito que o trouxe ao mundo sem braços ou pernas. “[Um defeito] causado pelos medicamentos que a mãe tomou depois de adoecer por causa da inalação de gás”, explicam os responsáveis da competição de fotografia.

A guerra e a procura de ajuda médica para dar ao rapaz as próteses de que necessita para uma vida normal levaram a família a atravessar a fronteira com a Turquia.

Foi aí que Mehmet Aslan os conheceu. “Queríamos dar mais atenção a esta história. O rapaz tem imensa energia mas o pai parece já ter desistido [de encontrar ajuda]”, conta ao “The Washington Post”.

“Juro que já corri todos os hospitais. Não há nenhuma cidade que não tenha visitado, mas nunca deu em nada”, explica o pai da criança ao jornal norte-americano, ele que procura tratamentos médicos especializados para Mustafa — e também as próteses especiais que não estão disponíveis na Turquia.

Com a ajuda de vizinhos e de outros refugiados, a família tem sobrevivido com os recursos mínimos. Trata-se de um drama vivido por muitos sírios que procuraram na Turquia a paz que não encontraram no seu país. Ainda assim, são vistos com desdém pelos próprios turcos. Um estigma que Aslan está a tentar fazer desaparecer.

“Há anos que tentámos que ouçam as nossas vozes, que nos ajudem com o tratamento [do Mustafa]. Daríamos tudo para que ele pudesse ter uma vida melhor”, confessa a mãe. “Agora a fotografia chegou a todo o mundo.”

 

25
Out21

Novo gadget da Fujifilm imprime fotografias do telemóvel em película instantânea

Niel Tomodachi

A impressora da marca japonesa está à venda desde esta sexta-feira em Portugal. Custa 149,99€ e está disponível em duas cores.

A mais recente novidade da Fujifilm foi anunciada ao final da tarde desta quinta-feira, 21 de outubro, e promete vir a fazer sucesso no mercado português. A marca japonesa desenvolveu uma nova impressora, que permite imprimir de forma imediata fotografias ou imagens do telemóvel na película instantânea da instax.

Chama-se instax Link WIDE e vem complementar o lançamento da primeira aposta nesta categoria, a instax mini Link, lançada em 2019.

Esta nova versão cria impressões instantâneas de alta qualidade a partir da galeria de imagens de um smartphone — só precisa de instalar app gratuita (disponível para os sistemas Android e iOS) e de se ligar à impressora via Bluetooth. 

fujifilm
Cada carregamento de bateria serve para 100 impressões.
 

A aplicação disponibiliza uma série de opções de impressão enquanto o bluetooth permite uma transferência rápida e sem fios entre o smartphone e o gadget da Fujifilm. Cada carga de bateria é capaz de gerar cerca de 100 impressões instantâneas.

Há dois modos de impressão: instax Rich, que acentua cores fortes e quentes, ou instax Natural, que destaca os tons naturais da imagem. A app conta com cerca de 30 filtros, capacidades de colagem, stickers e templates para as molduras.

A instax Link WIDe está à venda em Ash White (um tom de branco acinzentado) e Mocha Gray (um tipo de cinzento escuro) desde esta sexta-feira, 22 de outubro. Vai encontrá-la, por exemplo, nas lojas físicas e online da Fnac por 149,99€. Já os filmes instantâneos vêm em caixas de 10 unidades e custam entre 9,99€ e 10,99€.

 

16
Abr21

Eis as fotos vencedoras do World Press Photo 2021

O fotógrafo português Nuno André Ferreira está entre os distinguidos.

Niel Tomodachi

naom_60793e8e0b1c6.jpg

organização do World Press Photo anunciou esta quinta-feira os 45 vencedores de 28 países, selecionados entre os finalistas em várias categorias do prémio internacional de fotografia e fotojornalismo.

Entre os vencedores está o fotojornalista Nuno André Ferreira com uma imagem captada em setembro de 2020, num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e espalhou-se pelos concelhos vizinhos. Na foto vê-se um bebé, num carro, perante o cenário aterrador de um grande fogo.

O prémio da Fotografia do Ano foi para uma imagem captada pelo fotógrafo dinamarquês Mads Nissen, em 5 de agosto de 2020, da brasileira Rosa Luzia Lunardi, de 85 anos, a ser abraçada pela enfermeira Adriana Silva da Costa Souza, no lar Viva Bem, em São Paulo, no Brasil.

Foi o primeiro abraço que a idosa recebeu em cinco meses, e, mesmo assim, devido à pandemia, através de uma cortina de plástico especial, transparente, que permite o contacto sem contágio.

Reportagens sobre a explosão que destruiu parte de Beirute, no Líbano, a disputa da região de Nagorno-Karabakh, os incêndios na Amazónia, migrantes africanos em Itália e uma unidade de cuidados paliativos em França eram outros temas que competiam para os prémios de fotografia World Press Photo, numa edição muito marcada pela Covid-19, em trabalhos de vários dos candidatos.

Os prémios World Press Photo foram criados em 1955 em Amesterdão e são ainda considerados os mais prestigiados para o fotojornalismo.

Na história deste prémio internacional de fotografia há alguns premiados portugueses, entre os quais Eduardo Gageiro, Miguel Barreira, João Silva, Daniel Rodrigues e Mário Cruz, que também trabalha na agência Lusa.

 

Veja aqui

08
Abr21

A nova instax da Fujifilm é o brinquedo mais giro que não vai conseguir largar

Niel Tomodachi

A instax mini 40 será lançada a 21 de abril. Ao mesmo tempo, a empresa apostou em novos cartuchos que recriam as películas clássicas.

f3160d9d9f7016b5f4904d4e93d013d9-754x394.jpg

Esta quarta-feira, 7 de abril, a Fujifilm apresentou mais uma câmara instantânea que vai levar os fãs à loucura. A febre das instax mini parece ter vindo para ficar e a marca apostou em mais um lançamento de um novo modelo, que veio acompanhado dos novos cartuchos instax mini Contact Sheet, que recriam o aspeto de uma película de contacto clássica.

Já a nova câmara instantânea chama-se instax mini 40 e foi pensada para ser portátil, com uma textura exterior de alta qualidade, agradável ao toque e confortável, como explica em comunicado Toshi Iida, presidente da Fujifilm Europe. Tem um corpo preto brilhante e apontamentos prateados que resultam num look retro.

instax
As novas películas.
 

Entre as principais características, destaca-se a função de exposição automática, que deteta automaticamente o nível de luz ambiente e facilita a experiência aos utilizadores principiantes; e o modo selfie, que permite tirar selfies puxando a extremidade frontal da objetiva.

Já as películas Contact Sheet homenageiam a película fotográfica clássica com o aspeto de uma folha de contacto, onde as tiras processadas são impressas. Tal como os restantes cartuchos, esta opção vai estar disponível em packs de 10 fotografias por 9,99€. A Fujifilm instax mini 40 vai estar disponível por 99,99€ a partir de 21 de abril. (S)

 

11
Mar21

Fotojornalistas Adriano Miranda e Paulo Pimenta lançam 'Emergência366'

Niel Tomodachi

O livro "Emergência366", dos fotojornalistas Adriano Miranda e Paulo Pimenta, que, "pelo dever de informar", realizaram "inúmeras reportagens" durante um ano de pandemia, será lançado na primeira quinzena de abril, disse hoje à Lusa um dos autores.

naom_56e7c489947dd.jpg

obra é uma compilação do trabalho realizado pelos dois fotojornalistas do jornal Público durante um ano, e "não incide só na pandemia, porque o país não parou".

"O país continuou a laborar, não são só funerais, hospitais e ruas vazias, como costumo dizer, alargámos o leque, mas é uma compilação de um ano de trabalho", disse à Lusa Adriano Miranda.

 

fotojornalista referiu que estão a "ultimar as fotografias, algumas realizadas ainda este mês, para que na primeira quinzena de abril seja lançado".

"Decidimos juntar as coisas e fazer a publicação. Estamos a fazer um 'crowdfunding', ou seja, são as pessoas que estão a comprar o livro antecipadamente que estão a apoiar a edição", explicou.

Os dois viram e fotografaram um país a várias velocidades consoante o evoluir da doença e das funções sociais, económicas e laborais da população portuguesa.

Tendo consciência de que "no mundo digital muita informação visual se vai perder irremediavelmente", consideraram que "o suporte físico, neste caso um livro, é o melhor garante para a preservação da memória".

"Foi essa a ideia primeira. Contribuir para que em casa, nas bibliotecas, nos locais de trabalho, haja um livro (como já há outros) que nos mostrem os tempos em que vivemos. Será importante para as gerações futuras", explicam Adriano Miranda e Paulo Pimenta.

Os autores constataram o que é um país confinado por exemplo em teletrabalho e outro a ir para os seus locais de trabalho.

"Muitas pessoas continuaram a sair de casa, apanhar transportes públicos. Outros ficaram confinados às suas quatro paredes. Os mais velhos foram protegidos pelas instituições que os acolhem. O país não fechou. Continuou o seu ritmo, ou melhor, procurou manter o ritmo", sustentou Adriano Miranda.

Os autores contam que "sentiram de perto as emoções provocadas pela falta do contacto físico, do convívio, do direito a reunião, do direito à circulação". Sentiram de perto "as linhas vermelhas e as primeiras linhas. A pressão nos hospitais, o sofrimento e a exaustão. A despedida".

"Emergência366" é, assim, "um livro que nos ajuda a aprender. O que sabemos hoje por testemunhos escritos e visuais da Pneumónica no início do sec. XX serviu para nos ajudar a resolver certas questões na pandemia atual, por exemplo. Tudo o que fica é importante e é uma ferramenta poderosa para se analisar e estudar", salientam os fotojornalistas.

"Emergencia366" é um livro de autor, sem apoios, nem fins lucrativos. São as pessoas que conhecem os autores e o seu trabalho desenvolvido ao longo de anos que contribuem com a compra antecipada.

"Compram o livro 'às cegas', ou seja, sem o ver e poder avaliar. É um ato de coragem e confiança. Sem o apoio das pessoas o livro não irá ver a luz do dia. Ficará na gaveta porque não há nenhuma instituição ou empresa que o apoie. Mas o ritmo de adesão tem sido elevado", referem.

Os interessados em contribuir ou adquirir o livro, que tem prefácio do poeta Jorge Velhote, devem enviar um email para emergencia366@gmail.com.

pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.611.162 mortos no mundo, resultantes de mais de 117,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.617 pessoas dos 811.948 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

10
Mar21

Fotojornalista Nuno André Ferreira nomeado para World Press Photo

Niel Tomodachi

O fotojornalista Nuno André Ferreira, que trabalha na agência Lusa, está nomeado para o prémio internacional de fotografia World Press Photo, com um trabalho sobre incêndios em Oliveira de Frades, foi hoje anunciado.

29535166.jpg

A organização do World Press Photo anunciou hoje os candidatos ao prémio internacional de fotografia e fotojornalismo, e entre os nomeados, na categoria 'Spot News', está o fotojornalista Nuno André Ferreira.

A imagem de Nuno André Ferreira a concurso foi captada em setembro de 2020 e mostra, em dois planos, uma criança dentro de um carro, e ao longe o recorte das chamas num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e se estendeu pelos concelhos vizinhos.

Nuno André Ferreira, nascido em 1979, vive em Viseu e trabalha com a agência Lusa desde 2009.

O trabalho dele tem sido premiado, nomeadamente em 2019 quando venceu por unanimidade o Prémio Rei de Espanha de Jornalismo, com a fotografia "O Nosso Presidente Marcelo", publicada pela agência Lusa em 19 de outubro de 2017.

 

10
Mar21

Nomeados do World Press Photo 2021 registaram a vida para lá da pandemia

Niel Tomodachi

Reportagens sobre o movimento social "Black Lives Matter", a disputa da região de Nagorno-Karabakh e os incêndios na Amazónia competem para os prémios de fotografia World Press Photo, numa edição marcada também pela covid-19.

naom_583dc03a4d90e.jpg

Hoje foram divulgados os nomeados dos prémios internacionais de fotografia World Press Photo, com o júri a sublinhar, numa mensagem em vídeo, a importância do fotojornalismo como prova dos acontecimentos, num tempo em que os consumidores são bombardeados com tanta informação.

Embora a pandemia da covid-19, que causou milhares de mortos, desacelerou a economia de vários países e condicionou a vida de milhões de pessoas, esteja presente em várias reportagens candidatas, há outros assuntos convocados pelo júri para esta edição.

Para o prémio Fotografia do Ano estão nomeados seis trabalhos fotográficos: de Evelyn Hockstein, sobre a contestação do movimento "Black Lives Matter", nos Estados Unidos; de Lorenzo Tugnoli, sobre a explosão que destruiu uma parte de Beirute, no Líbano; de Luis Tato, sobre uma tempestade de gafanhotos, em África; de Mads Nissen, que registou a vida num lar no Brasil, em tempo de pandemia; de Oleg Ponomarev, sobre o processo de transição de um rapaz transgénero, na Rússia; e de Valery Melnikov, sobre o impacto do conflito pelo controlo da região de Nagorno-Karabakh.

Todos eles estão nomeados também nas categorias temáticas do World Presso Photo, como ambiente, desporto, retratos ou temas da atualidade, juntamente com outros candidatos.

Também foram selecionadas reportagens sobre incêndios na Amazónia, sobre migrantes africanos em Itália e sobre uma unidade de cuidados paliativos em França.

O fotojornalista português Nuno André Ferreira, que trabalha na agência Lusa, está indicado na categoria 'Spot News', com uma fotografia de uma reportagem sobre um incêndio florestal, em Oliveira de Frades.

A imagem foi captada em setembro de 2020 e mostra, em dois planos, uma criança dentro de um carro e, ao longe, o recorte das chamas num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e se estendeu pelos concelhos vizinhos.

"Escolhi aquela fotografia, porque há ali um contraste entre a ternura de uma criança e o incêndio, que é uma coisa tão má. E vemos ali uma criança dentro do carro, que parece que está imune àquilo tudo, porque também ela não percebe o que se passa à volta dela", explicou o fotojornalista, de 41 anos, em declarações à Lusa.

Para esta edição, o júri escolheu 45 fotojornalistas e fotógrafos de 28 países, entre 4.300 profissionais que se candidataram com 74 mil fotografias.

Os vencedores das diferentes categorias do WPP - e do grande prémio - serão anunciados a 15 de abril, estando prevista, depois, a havitual exposição anual com as imagens premiadas.

Os prémios World Press Photo foram criados em 1955 em Amesterdão e são ainda considerados os mais prestigiados para o fotojornalismo.

Na história deste prémio internacional de fotografia há alguns premiados portugueses, entre os quais Eduardo Gageiro, Miguel Barreira, João Silva, Daniel Rodrigues e Mário Cruz, que também trabalha na agência Lusa.

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

“How wonderful it is that nobody need wait a single moment before starting to improve the world.” ― Anne Frank

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2022 Reading Challenge

2022 Reading Challenge
Nelson has read 0 books toward his goal of 50 books.
hide

Arquivo

    1. 2022
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Afiliado Miniso

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub