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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

27
Out21

A melhor fotografia do ano é um retrato poderoso da guerra na Síria

Niel Tomodachi

A imagem captada pelo fotógrafo Mehmet Aslan acaba de vencer o principal prémio nos Siena International Photo Awards.

"Hardship of Life” — ou “As dificuldades da vida”, em tradução livre — foi o título escolhido pelo fotógrafo turco para a imagem que depois de conquistar os prémios internacionais em Siena, na Itália, está a comover o mundo. A foto retrata um pai e um filho num momento carinhoso, sendo que ambos carregam as marcas de uma vida difícil.

Munzir al-Nazzal, o pai, perdeu a perna no bombardeamento de um mercado sírio em Idlib. A mulher e mãe de Mustafa, Zeynep, também foi afetada pelo conflito. Depois de ter inalado um gás neurotóxico quando ainda estava grávida, foi sujeita a um tratamento perigoso.

Pouco tempo depois nascia o rapaz que tem hoje cinco anos e um defeito congénito que o trouxe ao mundo sem braços ou pernas. “[Um defeito] causado pelos medicamentos que a mãe tomou depois de adoecer por causa da inalação de gás”, explicam os responsáveis da competição de fotografia.

A guerra e a procura de ajuda médica para dar ao rapaz as próteses de que necessita para uma vida normal levaram a família a atravessar a fronteira com a Turquia.

Foi aí que Mehmet Aslan os conheceu. “Queríamos dar mais atenção a esta história. O rapaz tem imensa energia mas o pai parece já ter desistido [de encontrar ajuda]”, conta ao “The Washington Post”.

“Juro que já corri todos os hospitais. Não há nenhuma cidade que não tenha visitado, mas nunca deu em nada”, explica o pai da criança ao jornal norte-americano, ele que procura tratamentos médicos especializados para Mustafa — e também as próteses especiais que não estão disponíveis na Turquia.

Com a ajuda de vizinhos e de outros refugiados, a família tem sobrevivido com os recursos mínimos. Trata-se de um drama vivido por muitos sírios que procuraram na Turquia a paz que não encontraram no seu país. Ainda assim, são vistos com desdém pelos próprios turcos. Um estigma que Aslan está a tentar fazer desaparecer.

“Há anos que tentámos que ouçam as nossas vozes, que nos ajudem com o tratamento [do Mustafa]. Daríamos tudo para que ele pudesse ter uma vida melhor”, confessa a mãe. “Agora a fotografia chegou a todo o mundo.”

 

25
Out21

Novo gadget da Fujifilm imprime fotografias do telemóvel em película instantânea

Niel Tomodachi

A impressora da marca japonesa está à venda desde esta sexta-feira em Portugal. Custa 149,99€ e está disponível em duas cores.

A mais recente novidade da Fujifilm foi anunciada ao final da tarde desta quinta-feira, 21 de outubro, e promete vir a fazer sucesso no mercado português. A marca japonesa desenvolveu uma nova impressora, que permite imprimir de forma imediata fotografias ou imagens do telemóvel na película instantânea da instax.

Chama-se instax Link WIDE e vem complementar o lançamento da primeira aposta nesta categoria, a instax mini Link, lançada em 2019.

Esta nova versão cria impressões instantâneas de alta qualidade a partir da galeria de imagens de um smartphone — só precisa de instalar app gratuita (disponível para os sistemas Android e iOS) e de se ligar à impressora via Bluetooth. 

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Cada carregamento de bateria serve para 100 impressões.
 

A aplicação disponibiliza uma série de opções de impressão enquanto o bluetooth permite uma transferência rápida e sem fios entre o smartphone e o gadget da Fujifilm. Cada carga de bateria é capaz de gerar cerca de 100 impressões instantâneas.

Há dois modos de impressão: instax Rich, que acentua cores fortes e quentes, ou instax Natural, que destaca os tons naturais da imagem. A app conta com cerca de 30 filtros, capacidades de colagem, stickers e templates para as molduras.

A instax Link WIDe está à venda em Ash White (um tom de branco acinzentado) e Mocha Gray (um tipo de cinzento escuro) desde esta sexta-feira, 22 de outubro. Vai encontrá-la, por exemplo, nas lojas físicas e online da Fnac por 149,99€. Já os filmes instantâneos vêm em caixas de 10 unidades e custam entre 9,99€ e 10,99€.

 

16
Abr21

Eis as fotos vencedoras do World Press Photo 2021

O fotógrafo português Nuno André Ferreira está entre os distinguidos.

Niel Tomodachi

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organização do World Press Photo anunciou esta quinta-feira os 45 vencedores de 28 países, selecionados entre os finalistas em várias categorias do prémio internacional de fotografia e fotojornalismo.

Entre os vencedores está o fotojornalista Nuno André Ferreira com uma imagem captada em setembro de 2020, num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e espalhou-se pelos concelhos vizinhos. Na foto vê-se um bebé, num carro, perante o cenário aterrador de um grande fogo.

O prémio da Fotografia do Ano foi para uma imagem captada pelo fotógrafo dinamarquês Mads Nissen, em 5 de agosto de 2020, da brasileira Rosa Luzia Lunardi, de 85 anos, a ser abraçada pela enfermeira Adriana Silva da Costa Souza, no lar Viva Bem, em São Paulo, no Brasil.

Foi o primeiro abraço que a idosa recebeu em cinco meses, e, mesmo assim, devido à pandemia, através de uma cortina de plástico especial, transparente, que permite o contacto sem contágio.

Reportagens sobre a explosão que destruiu parte de Beirute, no Líbano, a disputa da região de Nagorno-Karabakh, os incêndios na Amazónia, migrantes africanos em Itália e uma unidade de cuidados paliativos em França eram outros temas que competiam para os prémios de fotografia World Press Photo, numa edição muito marcada pela Covid-19, em trabalhos de vários dos candidatos.

Os prémios World Press Photo foram criados em 1955 em Amesterdão e são ainda considerados os mais prestigiados para o fotojornalismo.

Na história deste prémio internacional de fotografia há alguns premiados portugueses, entre os quais Eduardo Gageiro, Miguel Barreira, João Silva, Daniel Rodrigues e Mário Cruz, que também trabalha na agência Lusa.

 

Veja aqui

08
Abr21

A nova instax da Fujifilm é o brinquedo mais giro que não vai conseguir largar

Niel Tomodachi

A instax mini 40 será lançada a 21 de abril. Ao mesmo tempo, a empresa apostou em novos cartuchos que recriam as películas clássicas.

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Esta quarta-feira, 7 de abril, a Fujifilm apresentou mais uma câmara instantânea que vai levar os fãs à loucura. A febre das instax mini parece ter vindo para ficar e a marca apostou em mais um lançamento de um novo modelo, que veio acompanhado dos novos cartuchos instax mini Contact Sheet, que recriam o aspeto de uma película de contacto clássica.

Já a nova câmara instantânea chama-se instax mini 40 e foi pensada para ser portátil, com uma textura exterior de alta qualidade, agradável ao toque e confortável, como explica em comunicado Toshi Iida, presidente da Fujifilm Europe. Tem um corpo preto brilhante e apontamentos prateados que resultam num look retro.

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As novas películas.
 

Entre as principais características, destaca-se a função de exposição automática, que deteta automaticamente o nível de luz ambiente e facilita a experiência aos utilizadores principiantes; e o modo selfie, que permite tirar selfies puxando a extremidade frontal da objetiva.

Já as películas Contact Sheet homenageiam a película fotográfica clássica com o aspeto de uma folha de contacto, onde as tiras processadas são impressas. Tal como os restantes cartuchos, esta opção vai estar disponível em packs de 10 fotografias por 9,99€. A Fujifilm instax mini 40 vai estar disponível por 99,99€ a partir de 21 de abril. (S)

 

11
Mar21

Fotojornalistas Adriano Miranda e Paulo Pimenta lançam 'Emergência366'

Niel Tomodachi

O livro "Emergência366", dos fotojornalistas Adriano Miranda e Paulo Pimenta, que, "pelo dever de informar", realizaram "inúmeras reportagens" durante um ano de pandemia, será lançado na primeira quinzena de abril, disse hoje à Lusa um dos autores.

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obra é uma compilação do trabalho realizado pelos dois fotojornalistas do jornal Público durante um ano, e "não incide só na pandemia, porque o país não parou".

"O país continuou a laborar, não são só funerais, hospitais e ruas vazias, como costumo dizer, alargámos o leque, mas é uma compilação de um ano de trabalho", disse à Lusa Adriano Miranda.

 

fotojornalista referiu que estão a "ultimar as fotografias, algumas realizadas ainda este mês, para que na primeira quinzena de abril seja lançado".

"Decidimos juntar as coisas e fazer a publicação. Estamos a fazer um 'crowdfunding', ou seja, são as pessoas que estão a comprar o livro antecipadamente que estão a apoiar a edição", explicou.

Os dois viram e fotografaram um país a várias velocidades consoante o evoluir da doença e das funções sociais, económicas e laborais da população portuguesa.

Tendo consciência de que "no mundo digital muita informação visual se vai perder irremediavelmente", consideraram que "o suporte físico, neste caso um livro, é o melhor garante para a preservação da memória".

"Foi essa a ideia primeira. Contribuir para que em casa, nas bibliotecas, nos locais de trabalho, haja um livro (como já há outros) que nos mostrem os tempos em que vivemos. Será importante para as gerações futuras", explicam Adriano Miranda e Paulo Pimenta.

Os autores constataram o que é um país confinado por exemplo em teletrabalho e outro a ir para os seus locais de trabalho.

"Muitas pessoas continuaram a sair de casa, apanhar transportes públicos. Outros ficaram confinados às suas quatro paredes. Os mais velhos foram protegidos pelas instituições que os acolhem. O país não fechou. Continuou o seu ritmo, ou melhor, procurou manter o ritmo", sustentou Adriano Miranda.

Os autores contam que "sentiram de perto as emoções provocadas pela falta do contacto físico, do convívio, do direito a reunião, do direito à circulação". Sentiram de perto "as linhas vermelhas e as primeiras linhas. A pressão nos hospitais, o sofrimento e a exaustão. A despedida".

"Emergência366" é, assim, "um livro que nos ajuda a aprender. O que sabemos hoje por testemunhos escritos e visuais da Pneumónica no início do sec. XX serviu para nos ajudar a resolver certas questões na pandemia atual, por exemplo. Tudo o que fica é importante e é uma ferramenta poderosa para se analisar e estudar", salientam os fotojornalistas.

"Emergencia366" é um livro de autor, sem apoios, nem fins lucrativos. São as pessoas que conhecem os autores e o seu trabalho desenvolvido ao longo de anos que contribuem com a compra antecipada.

"Compram o livro 'às cegas', ou seja, sem o ver e poder avaliar. É um ato de coragem e confiança. Sem o apoio das pessoas o livro não irá ver a luz do dia. Ficará na gaveta porque não há nenhuma instituição ou empresa que o apoie. Mas o ritmo de adesão tem sido elevado", referem.

Os interessados em contribuir ou adquirir o livro, que tem prefácio do poeta Jorge Velhote, devem enviar um email para emergencia366@gmail.com.

pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.611.162 mortos no mundo, resultantes de mais de 117,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.617 pessoas dos 811.948 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

10
Mar21

Fotojornalista Nuno André Ferreira nomeado para World Press Photo

Niel Tomodachi

O fotojornalista Nuno André Ferreira, que trabalha na agência Lusa, está nomeado para o prémio internacional de fotografia World Press Photo, com um trabalho sobre incêndios em Oliveira de Frades, foi hoje anunciado.

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A organização do World Press Photo anunciou hoje os candidatos ao prémio internacional de fotografia e fotojornalismo, e entre os nomeados, na categoria 'Spot News', está o fotojornalista Nuno André Ferreira.

A imagem de Nuno André Ferreira a concurso foi captada em setembro de 2020 e mostra, em dois planos, uma criança dentro de um carro, e ao longe o recorte das chamas num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e se estendeu pelos concelhos vizinhos.

Nuno André Ferreira, nascido em 1979, vive em Viseu e trabalha com a agência Lusa desde 2009.

O trabalho dele tem sido premiado, nomeadamente em 2019 quando venceu por unanimidade o Prémio Rei de Espanha de Jornalismo, com a fotografia "O Nosso Presidente Marcelo", publicada pela agência Lusa em 19 de outubro de 2017.

 

10
Mar21

Nomeados do World Press Photo 2021 registaram a vida para lá da pandemia

Niel Tomodachi

Reportagens sobre o movimento social "Black Lives Matter", a disputa da região de Nagorno-Karabakh e os incêndios na Amazónia competem para os prémios de fotografia World Press Photo, numa edição marcada também pela covid-19.

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Hoje foram divulgados os nomeados dos prémios internacionais de fotografia World Press Photo, com o júri a sublinhar, numa mensagem em vídeo, a importância do fotojornalismo como prova dos acontecimentos, num tempo em que os consumidores são bombardeados com tanta informação.

Embora a pandemia da covid-19, que causou milhares de mortos, desacelerou a economia de vários países e condicionou a vida de milhões de pessoas, esteja presente em várias reportagens candidatas, há outros assuntos convocados pelo júri para esta edição.

Para o prémio Fotografia do Ano estão nomeados seis trabalhos fotográficos: de Evelyn Hockstein, sobre a contestação do movimento "Black Lives Matter", nos Estados Unidos; de Lorenzo Tugnoli, sobre a explosão que destruiu uma parte de Beirute, no Líbano; de Luis Tato, sobre uma tempestade de gafanhotos, em África; de Mads Nissen, que registou a vida num lar no Brasil, em tempo de pandemia; de Oleg Ponomarev, sobre o processo de transição de um rapaz transgénero, na Rússia; e de Valery Melnikov, sobre o impacto do conflito pelo controlo da região de Nagorno-Karabakh.

Todos eles estão nomeados também nas categorias temáticas do World Presso Photo, como ambiente, desporto, retratos ou temas da atualidade, juntamente com outros candidatos.

Também foram selecionadas reportagens sobre incêndios na Amazónia, sobre migrantes africanos em Itália e sobre uma unidade de cuidados paliativos em França.

O fotojornalista português Nuno André Ferreira, que trabalha na agência Lusa, está indicado na categoria 'Spot News', com uma fotografia de uma reportagem sobre um incêndio florestal, em Oliveira de Frades.

A imagem foi captada em setembro de 2020 e mostra, em dois planos, uma criança dentro de um carro e, ao longe, o recorte das chamas num incêndio que começou em Oliveira de Frades (Viseu) e se estendeu pelos concelhos vizinhos.

"Escolhi aquela fotografia, porque há ali um contraste entre a ternura de uma criança e o incêndio, que é uma coisa tão má. E vemos ali uma criança dentro do carro, que parece que está imune àquilo tudo, porque também ela não percebe o que se passa à volta dela", explicou o fotojornalista, de 41 anos, em declarações à Lusa.

Para esta edição, o júri escolheu 45 fotojornalistas e fotógrafos de 28 países, entre 4.300 profissionais que se candidataram com 74 mil fotografias.

Os vencedores das diferentes categorias do WPP - e do grande prémio - serão anunciados a 15 de abril, estando prevista, depois, a havitual exposição anual com as imagens premiadas.

Os prémios World Press Photo foram criados em 1955 em Amesterdão e são ainda considerados os mais prestigiados para o fotojornalismo.

Na história deste prémio internacional de fotografia há alguns premiados portugueses, entre os quais Eduardo Gageiro, Miguel Barreira, João Silva, Daniel Rodrigues e Mário Cruz, que também trabalha na agência Lusa.

 

07
Fev21

Como guardar fotos para (quase) sempre

Niel Tomodachi

É um dos problemas mais atuais na era da fotografia digital: como armazenar a quantidade crescente de imagens que vamos juntando? Há soluções físicas e em cloud.

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É fácil perder fotos, numa falha do disco externo, numa mudança de telemóvel ou de computador ou até por mero acidente (com os cliques errados). Uma das alternativas para guardar fotos de forma ilimitada, o Google Fotos – utilizada por milhões de pessoas em todo o Mundo, com dois mil milhões de utilizadores -, está prestes a tornar-se paga. O serviço começa a cobrar pelo armazenamento a partir dos 15 GB a 1 de junho. Seguem, então, algumas soluções para criar cópias de segurança eficazes para as fotografias digitais, entre armazenamento físico e na cloud. Pode, e deve, juntar mais do que uma opção para garantir que guarda por muitos e bons anos as memórias de uma vida.

Armazenamento físico

Dispositivos de gravação
Os DVD, Blue-ray e CD-R, mas também cartões SD de grandes dimensões, já saíram de moda, mas continuam a ser usados para garantir acesso a fotos antigas, muitas vezes como cópia de segurança extra do que já está noutro local. Não são a melhor solução a prazo.

Disco externo: SSD vs HDD
Eram muito usados, até há pouco tempo, mas não faltam relatos de discos HDD que deixavam de funcionar por causa de uma pequena queda. Os mais recentes (e mais caros) discos SSD (Solid State Drives) são mais seguros, fiáveis e rápidos. São mais resistentes a choques e vibrações, imunes a campos magnéticos e até são conhecidos por tornar os portáteis mais eficientes. São a opção mais consistente, tanto no formato de disco externo como no armazenamento interno no computador.

Cloud

Google Fotos
Apesar de deixar de ter a opção gratuita, ainda é uma das mais recomendáveis formas de guardar fotos por usar inteligência artificial para as organizar por datas, caras de amigos e locais. Acima do espaço gratuito de 15 GB para a conta Google (inclui o email, entre outras coisas), o acesso ao Google One é pago. Custa 1,99 euros por mês (ou 19,99 euros por ano) para 100 GB. Para 200 GB, o preço sobe para os 2,99 euros por mês e 2 TB custam 9,99 euros por mês ou 99 euros por ano.

iCloud
Para quem usa iPhone ou iPad tem disponíveis 5 GB gratuitos não só para fotos, mas também para todo o tipo de dados que se queira guardar. Não tem ainda tantas ferramentas quanto o Google Fotos, mas facilita na sincronização entre aparelhos. Custa 0,99€ por mês para ter acesso a 50 GB, sobe para os 2,99€ para 200 GB e 9,99€ para os 2 TB.

Amazon
Olhando para as empresas conhecidas e com menos probabilidade de fecharem nos próximos anos, o serviço Prime da Amazon talvez seja o mais próximo do que a Google tinha até há pouco tempo. Quem subscreve o Prime básico para ter acesso a entregas gratuitas e ao serviço de streaming de vídeo (o mais popular) e música – custa 3,99€ -, tem acesso a armazenamento ilimitado gratuito das fotos originais. O vídeo é à parte (5 GB gratuitos, 1,99€ por mês para mais 100 GB).

OneDrive
É o armazenamento da Microsoft e está ligado ao Office 365. Não é a solução mais inteligente na organização, mas se já é cliente da Microsoft pode fazer sentido. Custa 2€ por mês para 100 GB (5 GB são gratuitos) e 7€ por mês para acesso ao Office 365, que inclui 1 TB de armazenamento.

Flickr
É possível guardar mil fotos na sua versão original de forma gratuita e o nível Pro começa com a opção de armazenamento de fotos ou vídeos ilimitado por 5,49€ por mês.

(S)

 

03
Fev21

Portugueses distinguidos no Prémio Internacional de Fotografia de Tóquio

Niel Tomodachi

Dois portugueses que residem em Macau foram distinguidos no Prémio Internacional de Fotografia de Tóquio, com destaque para os dois prémios (prata) conquistados por João Miguel Barros, foi hoje divulgado.

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português garantiu, além de duas menções honrosas com o projeto 'Jamestown', dois prémios 'silver' (prata) com o trabalho 'Akuapem', em outras tantas categorias: Editorial/Desporto e Editorial/Ensaio Fotográfico.

"O meu trabalho voltou a ser distinguido este ano", salientou João Miguel Barros, cujo trabalho "Akuapem" retrata "o Festival tradicional de Odwira (...) celebrado em Akuapem, Gana, integrando múltiplas atividades culturais, religiosas e tradicionais (...) entre elas, o boxe", com o trabalho a incluir "dois conjuntos de imagens de vários combates que decorrem nessa ocasião numa praça pública cheia de gente".

Outro português, Gonçalo Lobo Pinheiro, também obteve duas menções honrosas pela reportagem fotográfica sobre lares de idosos em Macau durante a pandemia de covid-19.

 

02
Fev21

Alerta, concurso: as fotografias mais bonitas de Gaia valem 2.500€

Câmara Municipal está a promover concurso para documentar o momento atual.

Niel Tomodachi

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A pandemia veio mudar a rotina de todos. Apesar dos apelos para ficar em casa, a Câmara Municipal de Gaia acha que este é um bom mote para sair e fotografar a cidade. E decidiu que vai premiar os melhores artistas.

“Sem ser necessariamente o foco do concurso, a normalidade da cidade já é fruto dos constrangimentos provocados pela pandemia, pelo que as imagens poderão captar este momento singular da nossa história coletiva”, explica a autarquia.

Para poder entrar neste concurso cada fotografia tem de ser original, inédita e não pode ter participado noutro qualquer projeto ou concurso. Além disso, apenas são admitidas participações individuais, nunca em nome de um grupo. Qualquer pessoa pode concorrer, seja fotógrafo profissional ou amador, português ou estrangeiro.

As fotografias a concurso vão ser posteriormente publicadas em livro e as seis melhores vão ser premiadas com 2.500€ e ainda a distribuição por diversos mupis espalhados pela cidade. Estes prémios vão ser distribuídos por duas categorias: uma para os menores de 25 anos, de forma a incentivar o seu envolvimento com a cidade, e outra para as restantes idades.

Este concurso decorre até 31 de março e todas as regras, ficha de candidatura e detalhes específicos estão disponíveis no site da autarquia.

 

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