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Little Tomodachi (ともだち)

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30
Jul21

Governo negoceia pagamento de licença a trabalhadores que queiram estudar

Niel Tomodachi

Licença sabática para trabalhadores que queiram apostar na melhoria das qualificações deverá ser paga pelos fundos europeus que ajudam a cumprir uma das promessas eleitorais feitas pelos socialistas.

31784959.jpgAs negociações com os parceiros sociais para que o Estado seja responsável por pagar as licenças sabáticas dos trabalhadores que queiram apostar na qualificação já terão começado. A promessa já constava do programa eleitoral socialista, mas os montantes necessários chegaram com os fundos europeus.

O Governo vai poder apoiar empresas, reforçar os rendimentos das famílias e alargar políticas sociais com as transferências que vão chegar da UE, escreve o Expresso com a confirmação da ministra do Emprego de que as negociações já estão em curso. “A lógica é promover um triângulo que passa pela valorização dos trabalhadores no mercado de trabalho, a promoção da conciliação da vida familiar e profissional e o reforço das políticas públicas que permitam o aumento dos rendimentos das famílias, sobretudo as mais jovens”, diz ao semanário Ana Mendes Godinho.

Depois de reunir com os parceiros sociais o Executivo terá ainda que fechar o modelo em que este tipo de programa se aplicará. Se no programa socialista se admitia a “substituição dos trabalhadores em formação”, para já ainda não há qualquer modelo delineado com o programa de licenças para formação que avançará à boleia da ‘bazuca’.

 
21
Abr21

Galáxia anã irá colidir com Via Láctea dentro de dois mil milhões de anos

Niel Tomodachi

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Um novo mapa panorâmico dos confins da Via Láctea revelou um rasto de estrelas deixado por uma galáxia anã que irá colidir com a Via Láctea dentro de dois mil milhões de anos, estimam cientistas num estudo publicado esta quarta-feira.

A investigação, publicada na revista científica Nature e que lança novas pistas para o estudo da matéria escura do Universo, a matéria que não é visível, baseia-se em dados da missão europeia Gaia, que visa mapear tridimensionalmente a Via Láctea, e do telescópio espacial norte-americano Neowise.

Trabalhos anteriores haviam sugerido a presença deste rasto de estrelas na região mais externa da Via Láctea, conhecida como halo galáctico e escassamente povoada por estrelas. Agora, segundo o artigo da Nature, esse rasto estelar foi confirmado através de um novo mapa que apresenta uma visão detalhada da sua forma, tamanho e localização.

De acordo com a equipa de astrónomos que conduziu a investigação no Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos Estados Unidos, a galáxia anã Grande Nuvem de Magalhães "navegou através do halo galáctico da Via Láctea como um barco na água, criando um rasto de estrelas atrás dela".

Para os autores do trabalho, esta perturbação no halo galáctico permite estudar a matéria escura, cuja presença é inferida a partir dos efeitos gravitacionais sobre a matéria visível, como estrelas e galáxias.

Segundo os astrónomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, a passagem da Grande Nuvem de Magalhães pelo halo galáctico da Via Láctea, que se considera ter matéria escura, deverá igualmente deixar um rasto dessa matéria invisível.

A equipa defende que a interação entre a matéria escura e a Grande Nuvem de Magalhães terá implicações na Via Láctea: a órbita da galáxia anã será cada vez mais pequena ao ponto de a galáxia colidir com a Via Láctea dentro de um período estimado de dois mil milhões de anos.

 

22
Mar21

Portugueses com “sintomas mais graves de depressão”, diz estudo

Niel Tomodachi

Os mais novos, os que têm filhos e os que atravessaram a pandemia sozinhas apresentam maiores riscos de problemas mentais. Metade dos inquiridos portugueses diz estar a entrar na linha vermelha

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Uma parte considerável da população apresenta “sintomas ligeiros de depressão” devido à covid-19, concluiu um inquérito internacional realizado junto de mais de 21 mil pessoas, que em Portugal teve como parceiro o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde.

Os dados obtidos mostram que cerca de 50% dos inquiridos de Portugal, Argentina, Indonésia, Reino Unido e Estados Unidos, bem como 40% dos alemães, “revelam sintomas mais graves de depressão”.

Em comunicado, o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto, explica esta segunda-feira, 22 de março, que a segunda fase do inquérito, designado Life with Corona, lançado há cerca de seis meses, pretendia “continuar a avaliar o impacto social e económico da pandemia a nível mundial”.

Até 4 de março, o estudo recebeu 21.552 respostas de participantes de 136 países, sendo que, “até ao momento, Portugal é o segundo país com mais participações”, depois da Alemanha.

“A geração mais jovem e as famílias com filhos são os mais afetados”, salienta o i3S, acrescentando que uma das causas identificadas se prende com “a diminuição dos rendimentos mensais”. “Percebemos também, ao contrário do que se pensava, que os mais jovens são mais propensos a apresentar níveis mais elevados de depressão em comparação com os mais velhos, o que expõe o fardo adicional que as gerações mais jovens estão a sofrer”, refere Liliana Abreu, que já foi investigadora no i3S.

Os dados provenientes de Portugal, semelhantes aos obtidos nos restantes países, mostram ser “evidente que a saúde mental foi fortemente afetada pela pandemia”.”Só o facto de ter sintomas da doença pode desencadear problemas de saúde mental. Isto sugere que o medo de estar doente com covid-19 pode estar a causar níveis mais elevados de ‘stress'”, salientam os investigadores.

Neste momento, os investigadores estão a comparar como reagem aqueles que vivem sozinhos e os que vivem com outros, bem como aqueles que vivem com crianças dos que não vivem. Os dados já disponibilizados no ‘site’ do estudo indicam que as pessoas que vivem sozinhas “emergem como o grupo que teve as piores experiências durante a pandemia”, sendo também os mais “propensos a relatar níveis mais baixos de satisfação de vida”.

Já os indivíduos que vivem com outra pessoa têm “lidado melhor com a pandemia” e têm “menos probabilidades de sentir depressão, ansiedade ou demonstrarem comportamentos agressivos”.

Paralelamente, aqueles que vivem com crianças “têm os piores indicadores de consumo alimentar”, sendo mais provável que tenham “experimentado maiores tensões entre os membros” do agregado.

O estudo, que visa “gravar as vozes e experiências dos cidadãos de todo o mundo durante este período invulgar”, está traduzido em 27 línguas, sendo que o inquérito continua em curso até, pelo menos, finais de 2021. Citada no comunicado, Maria Rui Correia, investigadora do i3S responsável por disseminar o projeto em Portugal, apela à participação dos portugueses, defendendo que só assim “se consegue uma imagem real do que se passa” na população.

A iniciativa Life with Corona partiu de uma equipa de investigadores do Centro de Segurança e Desenvolvimento Internacional (ISDC), na Alemanha, do Instituto Mundial de Investigação em Economia do Desenvolvimento da Universidade das Nações Unidas (UNU-WIDER), na Finlândia, do Instituto Leibniz de Culturas Vegetais e Ornamentais (IGX), na Alemanha, e do Instituto de Estudos de Desenvolvimento (IDS), no Reino Unido.

Além do i3S, o projeto conta com a participação de instituições e organizações de vários países.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.710.382 mortos no mundo, resultantes de mais de 122,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.768 pessoas dos 817.530 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

(S)

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