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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

04
Jul22

No pride month há arco-íris da cabeça aos pés

Niel Tomodachi

s causas importantes devem ser celebradas todo o ano, mas o mês de junho é especial para o movimento LGBTQIA+. Cor é a palavra de ordem. Opções não faltam.

Dos chapéus aos chinelos, o Pride Month impulsiona o mercado para oferecer roupa e acessórios dedicados ao movimento LGBTQIA+. O Mês do Orgulho, na tradução portuguesa, é celebrado em junho para assinalar a Revolta de Stonewall, ocorrida nos Estados Unidos. Foi esse o evento que marcou o início da chamada “libertação gay”, tendo mais tarde abrangido outras formas de identidade e sexualidade. Seguindo as siglas não há como errar: “L” de “lesbian”, “G” de “gay”, “B” de “bissexual”, “T” de “trans”, “Q” de “queer”, “I” de “intersexo” e “A” de “assexual”. Já o “+” abarca todas as restantes identidades de género ou sexualidade que não estejam contempladas nas letras anteriores.

Apesar de as demonstrações de apoio ou de orgulho na própria identidade serem positivas, existem marcas acusadas de “rainbow washing” – “lavagem de arco-íris” numa tradução direta -, ou seja, de se aproveitarem da causa apenas para obterem lucros. Quem quiser confirmar se as coleções alusivas ao Pride Month têm impacto real para o movimento, a ILGA World, associação mundial de defesa dos Direitos Humanos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo, alia-se todos os anos a diversas campanhas no sentido de promover ativamente o conhecimento e as lutas LGBTQIA+.

Swatch | 100 euros
The Spark company | 43 euros
Vogue eyewear | 104 euros
Blanc space | 24 euros
Caps Apparel | 27 euros
Vans | 60 euros
Ugg | 119 euros
Hey Harper | 42 euros
Happy Socks | 9,95 euros

20
Jan22

Pickles: bonés e chapéus cheios de cor para alegrar os dias

Niel Tomodachi

Dois irmãos juntam-se à volta de uma ideia durante o confinamento. Resultado: Pickles, marca de peças simples, confortáveis e ajustáveis, para todas as cabeças, para todas as estações.

Tudo começa com uma procura mais complexa do que parecia à primeira vista. “Queria um boné simples, minimalista, de uma cor gasta, que coubesse bem na cabeça e não custasse 30 euros”, recorda Tomás Cardoso Pinto. Pesquisa na Net, sites portugueses e estrangeiros, nada que lhe enchesse as medidas, pede ajuda ao irmão mais novo, Manuel. Conversa puxa conversa e o negócio surge desse debate. Pickles nasce assim como uma marca de bonés e chapéus confortáveis, 100% algodão, unissexo, para todas as idades.

Tomás deixou o trabalho numa operadora de telecomunicações, Manuel estava a terminar o curso de Marketing e Publicidade, juntaram-se, formaram uma dupla. Manuel desenhou o logótipo e trata sobretudo da parte de imagem. Tomás ocupa-se da área logística, operacional. Antes de avançarem para o mercado, em meados de 2021, definiram critérios e o modelo, sondaram amigos e familiares, que experimentaram e gostaram da arte final. “Há chapéus e chapéus e é difícil agradar a todas as cabeças. Preocupámo-nos com o formato, quisemos um chapéu que não fosse muito curto nem muito longo, e não muito caro”, revela Tomás. Os bonés são ajustáveis atrás com uma fivela, os chapéus têm fios no interior que funcionam como atacadores. E custam 17, 18 e 19 euros.

Manuel e Tomás Cardoso Pinto criaram acessórios unissexo, 100% algodão e que podem ser usados em todas as estações

As cores são a imagem de marca. Amarelo, azul-turquesa, cor-de-rosa, roxo, salmão, verde, caqui, bordeaux. Há mais, a paleta é diversa. O propósito é dar cor aos dias cinzentos com peças que nasceram num contexto difícil, durante a pandemia. “Temos tantas cores, tanta variedade, queremos associar essas cores à vida, aos bons momentos – quando vamos à rua, à praia, ao jardim, ou fazemos desporto no parque”, adianta Manuel. Os irmãos engendraram várias coleções: Simples, Meia Canja com duas cores no mesmo boné, Onda, Lusco-Fusco, Buckets, Mini Pickles que surge da procura de bonés para os mais pequenos, meninos e meninas.

O caminho foi feito aos poucos. Primeiro, as redes sociais, depois um site e uma loja online, depois a participação em feiras, e a presença em espaços multimarcas está nos planos. Tomás admite que “é sempre bom o cliente ter contacto direto com o produto”.

E, ironia do destino, antes da Pickles, Tomás e Manuel não tinham qualquer boné no armário, agora não saem de casa sem um na cabeça. Querem demonstrar que um acessório é mais do que um detalhe e passar a mensagem que a sazonalidade não faz sentido. “Um boné pode ser usado como um acessório de estilo”, diz Manuel. Como uma peça de moda. “Pode ser uma peça distintiva, pode combinar -se a roupa com o chapéu. Os Pickles são bonitos e bons para usar em qualquer ocasião”, acrescenta Tomás.

A próxima coleção de inverno está prestes a sair. São bonés de bombazina. Coloridos, pois claro. Para alegrar a vida e aproveitar os bons momentos.

 

07
Fev21

Como guardar fotos para (quase) sempre

Niel Tomodachi

É um dos problemas mais atuais na era da fotografia digital: como armazenar a quantidade crescente de imagens que vamos juntando? Há soluções físicas e em cloud.

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É fácil perder fotos, numa falha do disco externo, numa mudança de telemóvel ou de computador ou até por mero acidente (com os cliques errados). Uma das alternativas para guardar fotos de forma ilimitada, o Google Fotos – utilizada por milhões de pessoas em todo o Mundo, com dois mil milhões de utilizadores -, está prestes a tornar-se paga. O serviço começa a cobrar pelo armazenamento a partir dos 15 GB a 1 de junho. Seguem, então, algumas soluções para criar cópias de segurança eficazes para as fotografias digitais, entre armazenamento físico e na cloud. Pode, e deve, juntar mais do que uma opção para garantir que guarda por muitos e bons anos as memórias de uma vida.

Armazenamento físico

Dispositivos de gravação
Os DVD, Blue-ray e CD-R, mas também cartões SD de grandes dimensões, já saíram de moda, mas continuam a ser usados para garantir acesso a fotos antigas, muitas vezes como cópia de segurança extra do que já está noutro local. Não são a melhor solução a prazo.

Disco externo: SSD vs HDD
Eram muito usados, até há pouco tempo, mas não faltam relatos de discos HDD que deixavam de funcionar por causa de uma pequena queda. Os mais recentes (e mais caros) discos SSD (Solid State Drives) são mais seguros, fiáveis e rápidos. São mais resistentes a choques e vibrações, imunes a campos magnéticos e até são conhecidos por tornar os portáteis mais eficientes. São a opção mais consistente, tanto no formato de disco externo como no armazenamento interno no computador.

Cloud

Google Fotos
Apesar de deixar de ter a opção gratuita, ainda é uma das mais recomendáveis formas de guardar fotos por usar inteligência artificial para as organizar por datas, caras de amigos e locais. Acima do espaço gratuito de 15 GB para a conta Google (inclui o email, entre outras coisas), o acesso ao Google One é pago. Custa 1,99 euros por mês (ou 19,99 euros por ano) para 100 GB. Para 200 GB, o preço sobe para os 2,99 euros por mês e 2 TB custam 9,99 euros por mês ou 99 euros por ano.

iCloud
Para quem usa iPhone ou iPad tem disponíveis 5 GB gratuitos não só para fotos, mas também para todo o tipo de dados que se queira guardar. Não tem ainda tantas ferramentas quanto o Google Fotos, mas facilita na sincronização entre aparelhos. Custa 0,99€ por mês para ter acesso a 50 GB, sobe para os 2,99€ para 200 GB e 9,99€ para os 2 TB.

Amazon
Olhando para as empresas conhecidas e com menos probabilidade de fecharem nos próximos anos, o serviço Prime da Amazon talvez seja o mais próximo do que a Google tinha até há pouco tempo. Quem subscreve o Prime básico para ter acesso a entregas gratuitas e ao serviço de streaming de vídeo (o mais popular) e música – custa 3,99€ -, tem acesso a armazenamento ilimitado gratuito das fotos originais. O vídeo é à parte (5 GB gratuitos, 1,99€ por mês para mais 100 GB).

OneDrive
É o armazenamento da Microsoft e está ligado ao Office 365. Não é a solução mais inteligente na organização, mas se já é cliente da Microsoft pode fazer sentido. Custa 2€ por mês para 100 GB (5 GB são gratuitos) e 7€ por mês para acesso ao Office 365, que inclui 1 TB de armazenamento.

Flickr
É possível guardar mil fotos na sua versão original de forma gratuita e o nível Pro começa com a opção de armazenamento de fotos ou vídeos ilimitado por 5,49€ por mês.

(S)

 

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