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Little Tomodachi (ともだち)

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18
Mai22

Lisboa acolhe mais de 30 escritores no programa literário Disquiet

Niel Tomodachi

Lisboa acolhe, a partir de 26 de junho, a 10.ª edição do Disquiet - Programa Literário Internacional, que contará com mais de 40 escritores portugueses e norte-americanos, anunciou hoje o Centro Nacional de Cultura (CNC).

Lisboa acolhe mais de 30 escritores no programa literário Disquiet

Este é um regresso da iniciativa, depois de uma interrupção de dois anos, por razões sanitárias relacionadas com a covid-19.

Entre os participantes, está prevista a presença dos escritores Ondjaki, Ana Margarida de Carvalho, Djaimilia Pereira de Almeida, Patrícia Portela, Patrícia Reis, Teolinda Gersão, Ana Paula Tavares, Jacinto Lucas Pires, Yara Monteiro, Susana Moreira Marques, Matilde Campilho e Rui Cardoso Martins, entre os autores de língua portuguesa.

Da parte norte-americana foram anunciados Tayari Jones, Ben Lerner, Maaza Mengiste, Danielle Evans, Shayla Lawson, Gabriel Bump, T Kira Madden, Katherine Vaz, Richard Zenith e ainda Jennifer Acker, e os editores da revista Granta.

O CNC acrescenta que estão "previstas sessões de trabalho dirigidas por Jensen Beach, Deanne Fitzmaurice, Arthur Flowers, Annie Liontas, Cyriaco Lopez e Terri Witek".

O programa Disquiet - Programa Literário Internacional "parte do princípio que a imersão numa cultura estrangeira, num ambiente diferente do habitual, e a consequente quebra de rotinas, tendem a estimular a criatividade, abrindo novas perspetivas e novos ângulos de interpretação do mundo que nos rodeia, resultando num indubitável enriquecimento para todos aqueles que nele participam", lê-se no comunicado do CNC, hoje divulgado.

A iniciativa realiza-se desde 2011, e, este ano, as sessões públicas decorrem essencialmente na zona da Baixa-Chiado da capital portuguesa, designadamente, na sede do CNC, no Teatro São Luiz, no edifício da revista "Brotéria", na Fundação José Saramago, no Teatro Nacional de São Carlos, no Claustro do Museu de São Roque, no Grémio Literário e na Fundação Luso-Americana de Desenvolvimento, no bairro da Lapa, que apoia a iniciativa.

Após Lisboa, que termina a 08 de julho, realiza-se "imediatamente" uma residência Literária em loulé, no Algarve, (Dis)Quiet Loulé, "durante a qual um grupo mais reduzido de escritores terá oportunidade de escrever e de se conhecer melhor, aproveitando a experiência intensa que viveram durante o programa em Lisboa e em contraponto com a mesma".

 

04
Abr22

Filipe Branco: "O meu livro pode ser um farol para muitas pessoas"

Niel Tomodachi

‘Deixa-me ser’ é o título do livro que Filipe Branco publicou em 2016 e que, agora, tem apresentado em várias escolas secundárias no âmbito da consciencialização para orientação sexual e identidade de género.

Filipe Branco: "O meu livro pode ser um farol para muitas pessoas"

Filipe Branco abraçou o desafio de passar as suas emoções para o papel já há cinco anos. Foi em 2016 que percebeu que a sua “história tinha valor e merecia ser contada”, o que, em conjunto com a paixão pela escrita, o levou a falar abertamente de temas como a homofobia, rejeição parental e suicídio.

Embora admita que teve “algum receio de expor demasiado essa parte”, tanto pessoal como familiar, decidiu conversar com a família sobre o que o livro aborda antes de tornar pública “esta história tão íntima”. ‘Deixa-me ser’ pretende passar a mensagem de que “nada está perdido” retratando o percurso de um jovem que alerta para o perigo da homofobia: “A homofobia mata”, confessou Filipe, explicando: “Quase morri porque o peso de ser quem era, e a não aceitação, fez com que essa me parecesse a única saída”.

“Penso que o meu livro pode ser um farol para muitas pessoas e espero que o seja”, revelou o escritor ao partilhar como foi difícil com o pai, como o facto de terem diferentes educações interferiu com a sua relação e aproximação. Em conversa com o Notícias ao Minuto, Filipe admitiu que o pai “precisava de tempo”, visto ter crescido “num meio pequeno”, o que “não o ajudou a compreender tudo tão rapidamente”.  

“Este período da minha vida teve um final feliz”, contou, revelando ser essa a sua maior motivação para se expressar através de um livro. A narrativa, que começa com a rejeição do pai, que não “aceitava ou entendia” a sua homossexualidade, sofre uma reviravolta e mostra uma mudança. “Foi esse conto de esperança que quis partilhar com os meus leitores”, exprimiu Filipe ao esclarecer que “mais pessoas passaram pelo mesmo e outros estarão a passar”. 

Notícias ao Minuto
© D.R. 

Apesar de reconhecer que, “felizmente somos dos países da Europa e do mundo com mais leis aprovadas a favor dos direitos de pessoas LGBTI”, recorda que “as leis não mudam mentalidades de um dia para o outro” e “ainda existe muito preconceito”, que se sente, nas suas palavras, através de “um crescimento de ideias mais radicais e preconceituosas de certos partidos políticos”. 

Contudo, o escritor pensa que esta tendência irá diminuir com a ajuda de personagens LGBTI em séries de televisão, cinema, livros e videojogos, o que “também tem ajudado bastante na visibilidade”.

 

Integrar a educação LGBTI nas escolas

Como crescer no interior fez com que Filipe sentisse “falta de falar sobre estes assuntos”, o escritor tem direcionado a apresentação do seu livro para escolas em zonas do país que “habitualmente não estão tão abertas a estas coisas”, tendo já marcado presença em várias no concelho de Torres Novas, bem como em bibliotecas e associações no Porto e Lisboa.  

Notícias ao Minuto

Escola Secundária Jacome Ratton em Tomar© D.R.

 

Filipe pensa que “é muito importante chegar a professores, alunos e alunas”, de forma a “passar esta mensagem de aceitação, de que o bullying homofóbico, e qualquer tipo de bullying, nas escolas só tem consequências negativas”. Na sua ótica, é necessário, desde cedo, abordar “o caminho da inclusão” para criar “um ambiente melhor nas escolas, na vida e na sociedade em geral”. Debater esta informação permite que os estudantes tenham oportunidade de participar nas sessões de esclarecimento sobre o tema: “Desde que comecei com estas atividades nas escolas, em 2016, sinto que os alunos e alunas estão muito mais informados”, contou.

(S)

 

28
Mar22

Luanda. José Luís Peixoto é escritor do mês no Centro Cultural Português

Niel Tomodachi

O escritor português José Luís Peixoto é o convidado do Camões -- Centro Cultural Português (CCP) em Luanda na rubrica "escritor do mês", na terça-feira, no âmbito da promoção de autores literários em língua portuguesa.

Luanda. José Luís Peixoto é escritor do mês no Centro Cultural Português

Num comunicado, enviado hoje à Lusa, o CPP refere que a iniciativa mensal, que consiste na apresentação da vida e obra do autor, destina-se a promover os autores literários que escrevem em língua portuguesa.

O CPP em Luanda recorda que José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974. É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figuram em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.

A sessão de terça-feira, que conta com a produção da agência criativa Art Sem Letra, vai contar também com a intervenção do autor em direto, via plataformas digitais, performances do poeta Fernando Carlos, do grupo teatral Monte Sinai, e com a moderação de Sandra Bande.

José Luís Peixoto venceu, em 2001, o Prémio Literário José Saramago com o romance "Nenhum Olhar".

 

11
Jan22

Poetisa e ativista Maya Angelou primeira mulher negra numa moeda americana

Niel Tomodachi

Ensaísta Maya Angelou é o primeiro rosto feminino numa moeda norte-americana num programa que vai lançar, a cada trimestre, uma nova peça com mulheres pioneiras e históricas para o país. Projeto corre até 2025

maya angelou Tinm Sloan AFP

“É uma honra apresentar as primeiras moedas em circulação da nação dedicadas a celebrar as mulheres americanas e as suas contribuições para a história americana”. Foi com esta frase que o vice-diretor da Mint, Ventris Gibson, anunciou o lançamento de uma unidade monetária de 25 centavos norte-americana que, pela primeira vez, vê gravada o rosto de uma mulher negra: a poetisa e ativista Maya Angelou.

Será ela, a autora de I Know Why the Caged Bird Sings, a primeira figura a integrar a comemoração prevista pelo American Women Quarters Program, assinado em janeiro de 2021. Angelou nasceu no Missouri em 1928 e morreu em 2014, foi ensaísta, poetisa e trabalhou com Martin Luther King Jr. e Malcolm X durante o Movimento dos Direitos Civis.

moeda Maya Angelou EUA
[Fotografia: Handout / The Department of Treasury / AFP]

Esta é a primeira de um conjunto de mulheres pioneiras que contribuíram para o país a serem apresentadas pela Casa da Moeda dos Estados Unidos da América e até 2025. “Cada trimestre de 2022 é projetado para refletir a amplitude e a profundidade dos feitos que estão sendo celebradas ao longo deste histórico programa de moedas. Maya Angelou, apresentada no verso da moeda da série, usou palavras para inspirar e elevar todos”

A secretária do Tesouro, Janet Yellen, afirmou, em comunicado, estar “orgulhosa” por essas moedas celebrarem as contribuições de algumas das mulheres mais notáveis da América. “Cada vez que redesenhamos nossa moeda, temos a oportunidade de dizer algo sobre nosso país – o que valorizamos e como progredimos como sociedade”, acrescentou.

As figuras femininas históricas eleitas

Para lá de Maya Angelou, Sally Ride, a primeira mulher americana no espaço, Wilma Mankiller, a primeira chefe feminina da Nação Cherokee, Nina Otero-Warren, líder sufragista do Novo México, e Anna May Wong, estrela de cinema sino-americana, serão os rostos de 2022.

Recorde-se que o ex-presidente Barack Obama lançou um projeto para colocar o rosto de Harriet Tubman na nota de 20 dólares, mas a proposta, submetida sob a presidência de Donald Trump, não prosseguiu. Colocar Tubman, uma mulher negra que escapou da escravidão e que se tornou líder do movimento abolicionista pré-Guerra Civil, no projeto de lei seria uma “honra”, mas projetar notas leva tempo, explicou Yellen, em setembro.

 

10
Dez21

Obras de escritores de língua portuguesa apoiadas para tradução em França

Niel Tomodachi

Obras dos escritores Cecília Ferreira, Miguel Szymanski, José Eduardo Agualusa e Gonçalo M. Tavares vão ser traduzidas e editadas em francês, no âmbito da Temporada França-Portugal 2022, foi hoje anunciado.

Obras de escritores de língua portuguesa apoiadas para tradução em França

De acordo com a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), a linha de apoio à tradução e edição contemplará, com um total de 18.000 euros, quatro editoras francesas, que irão editar aqueles autores.

Pela Agullo Editions sairá 'Ouro, Prata, Silva', do escritor luso-alemão Miguel Szymanski, enquanto a Éditions Métailié publicará 'Os vivos e os outros', do autor angolano José Eduardo Agualusa, e L'Oeil du Prince recebe apoio para editar a dramaturgia 'A acompanhante', de Cecília Ferreira.

De Gonçalo M. Tavares serão publicadas duas obras em francês pela Éditions Viviane Hamy: 'A mulher sem cabeça e o homem do mau olhado' e 'Cinco meninos, cinco ratos'.

Estas cinco obras serão traduzidas e publicadas no mercado francês, por conta de uma linha de apoio especial, criada pela DGLAB e pelo Instituto Camões, no âmbito da Temporada Portugal-França 2022.

O apoio destinava-se a obras de autores portugueses e de autores africanos e timorenses escritas em português, para serem publicadas em francês até ao final de 2022.

A Temporada Portugal-França é uma iniciativa de diplomacia cultural, de aprofundamento de relações entre os dois países e decorrerá entre fevereiro e outubro de 2022.

A iniciativa tem curadoria do encenador Emmanuel Demarcy-Mota, coadjuvado por Manuela Júdice e Victoire Bigedain Di Rosa no comissariado-geral em cada um dos países.

Concebida para aproximar os dois países, através de uma programação vasta, a Temporada Portugal-França contará com cerca de 200 projetos transversais à cultura e à ciência, como explicou a comissária, Manuela Júdice, em entrevista recente à agência Lusa.

 

20
Out21

Escritora Paulina Chiziane venceu o Prémio Camões

Niel Tomodachi

A escritora moçambicana Paulina Chiziane é a vencedora do Prémio Camões 2021, numa escolha feita por unanimidade, anunciou hoje a ministra portuguesa da Cultura, Graça Fonseca.

Escritora Paulina Chiziane venceu o Prémio Camões

No seguimento da reunião do júri da 33.ª edição do Prémio Camões, que decorreu no dia 20 de outubro, a ministra da Cultura anuncia que o Prémio Camões 2021 foi atribuído à escritora moçambicana Paulina Chiziane", lê-se na nota informativa hoje divulgada.

"O júri decidiu por unanimidade atribuir o Prémio à escritora moçambicana Paulina Chiziane, destacando a sua vasta produção e receção crítica, bem como o reconhecimento académico e institucional da sua obra. O júri referiu também a importância que dedica nos seus livros aos problemas da mulher moçambicana e africana. O júri sublinhou o seu trabalho recente de aproximação aos jovens, nomeadamente na construção de pontes entre a literatura e outras artes.

Paulina Chiziane é autora de "Balada de Amor ao Vento" e "Ventos do Apocalipse".

Alguns dos seus livros foram publicados em Portugal e no Brasil, e estão traduzidos em inglês, alemão, italiano, espanhol, francês, sérvio, croata.

 

19
Out21

Jung Chang: "Não acho que a Europa vá ter uma guerra como a Segunda Guerra Mundial. As coisas mais extremas estão a acontecer noutro lado"

Niel Tomodachi

No FOLIO, onde participou este sábado, Jung Chang, autora de "Cisnes Selvagens", disse odiar o Brexit, mas considerou que o nacionalismo mais extremo não está a acontecer na Europa, mas na China.

Jung Chang é autora de livros como "Os Cisnes Selvagens" e "As Irmãs Soong", publicados em Portugal pela Quetzal

Jung Chang “odeia” o Brexit, mas acredita que os problemas entre o Reino Unido e a União Europeia acabarão por ser ultrapassados. Para a escritora chinesa sediada há vários anos em Inglaterra, tudo não passa de uma “discussão entre irmãos”. “

“Gosto de pensar, e espero não estar errada, que é como uma discussão entre irmãos. Os problemas podem ser resolvidos”, disse a autora de Cisnes Selvagens, que esteve este sábado em Óbidos, onde participou numa conversa com Richard Zimler sobre viver no estrangeiro, no âmbito do festival literário FOLIO.

Questionada pela moderadora Ana Daniela Soares sobre o crescimento dos movimentos nacionalistas na Europa, Jung Chang considerou que, no caso do Reino Unido, onde reside desde 1978, não existe nacionalismo no sentido mais extremo do termo. “Vi nacionalismo mais extremo na China”, defendeu. “Estou furiosa com o Brexit, mas não penso que seja a mesma coisa.”

Na opinião da coautora de uma biografia de Mao Tsé-Tung, que assinou em conjunto com o marido, o historiador Jon Halliday, as situações mais “extremas” estão a acontecer noutras zonas do planeta, não na Europa. “Todos os dias leio sobre coisas mais extremas [que se passam na China]. Não acho que a Europa vá ter uma guerra como a Segunda Guerra Mundial. As coisas mais extremas estão a acontecer noutro lado.”

A conversa entre Jung Chang e Richard Zimler aconteceu na Tenda Vila Literária, no centro de Óbidos

Admitindo que ainda se importa “muito” com o que acontece na China, a autora partilhou com a audiência, na Tenda Vila Literária, que a mãe ainda reside no país e que, por causa dos livros que publicou sobre o regime de Mao Tsé-Tung, não a pode visitar. “Tem 90 anos e está internada.”

“Depois da biografia sobre o Maio, o governo [chinês] tentou proibir-me de entrar na China. O governo britânico ajudou e foi-me permitido entrar durante duas semanas por ano para ver a minha mãe. Nos últimos anos, desde que as coisas ficaram muito más, ir à China é muito perigoso para mim. Não me seria permitido entrar”, afirmou, sem, porém, explicar os motivos que a levam a crer que a situação se complicou.

Abordando o tema da Covid-19, a autora revelou que a irmã, que também reside na China, lhe foi comunicando como a situação pandémica se ia desenvolvendo no país. “Dizia-me o que fazer e o que não devia fazer”, contou. Sobre o confinamento, disse que esse a ajudou a perceber quais são as “prioridades”, “o que é importante e o que não é”, e que passou a prestar mais atenção à natureza, ao seu jardim e aos pássaros.

“Redescobri a natureza e a importância da família”, disse. “Passei muito tempo em casa. Acho que para um escritor, não é mau de todo.”

(S)

 

16
Jun21

Djaimilia, HC Cancela e Hugo Mãe na lista para Grande Prémio APE

Niel Tomodachi

Os escritores Djaimilia Pereira de Almeida, H.C. Cancela, João Tordo, Teresa Veiga e Valter Hugo Mãe são os cinco finalistas do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, anunciou hoje esta entidade.

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A lista dos cinco finalistas é constituída pelos títulos 'As Telefones', de Djaimilia Pereira de Almeida, 'A Noite das Barricadas', de H. C. Cancela, 'Felicidade', de João Tordo, 'Cidade Infecta', de Teresa Veiga e 'Contra Mim', de Valter Hugo Mãe.

Estes títulos foram escolhidos entre os 61 apresentados a concurso, por um júri coordenado pelos pelo ensaísta José Manuel de Vasconcelos, e constituído ainda pelos professores, investigadores e escritores António Pedro Pita, Carlos Mendes de Sousa, Manuel Frias Martins, Maria de Lurdes Sampaio e Rita Patrício.

O Grande Prémio de Romance e Novela/2020, da Associação Portuguesa de Escritores, conta com o apoio da Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, tem um valor pecuniário de 15.000 euros e o vencedor 'será divulgado oportunamente', segundo comunicado da Associação Portuguesa de Escritores (APE).

Dos candidatos, o escritor H.C. Cancela já venceu o Grande Prémio de Romance e Novela, com 'As Pessoas do Drama', tendo sido finalista noutras edições.

Teresa Veiga conquistou por três vezes o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco/APE, com 'História da Bela Fria', 'Uma aventura secreta do Marquês de Bradomín' e 'Gente Melancolicamente Louca', além do Prémio PEN Clube Português de narrativa, por 'História da Bela Fria', entre outras distinções.

Djaimilia Pereira de Almeida, também finalista noutras edições deste Grande Prémio APE, conquistou, entre outros, os prémios Fundação Inês de Castro, Fundação Eça de Queiroz e o Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa, com o romance 'Luanda, Lisboa, Paraíso'.

João Tordo é um vencedor do Prémio José Saramago, à semelhança de Valter Hugo Mãe, e foi finalista do Prémio Literário Europeu.

Valter Hugo Mãe, por seu lado, recebeu ainda, entre outros galardões, o Prémio Almeida Garrett e o Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura, que antecedeu o Prémio Oceanos.

O Grande Prémio de Romance e Novela da APE foi atribuído pela primeira vez em 1982, tendo sido distinguido o romance 'Balada da Praia dos Cães', de José Cardoso Pires (1925-1998).

Agustina Bessa Luís, António Lobo Antunes, David Mourão Ferreira, Vergílio Ferreira, João de Melo, Paulo Castilho, Maria Gabriela Llansol, José Saramago, Helena Marques, Mário de Carvalho, Teolinda Gersão, Augusto Abelaira, Fernanda Botelho, Maria Velho da Costa, Lídia Jorge, Vasco Graça Moura estão entre os vencedores do prémio, a que se juntam, em edições mais recentes, autores como Rui Cardoso Martins, Gonçalo M. Tavares, Ana Teresa Pereira, Alexandra Lucas Coelho, Ana Margarida de Carvalho e Paulo Varela Gomes.

No ano passado a obra vencedora foi 'Tríptico da Salvação', de Mário Cláudio, e, no ano anterior, 'Um Bailarino na Batalha', de Hélia Correia.

 

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