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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Set22

O percurso para pedalar pelo Douro e perder calorias enquanto admira paisagens incríveis

Niel Tomodachi

Pedalar fortalece o coração, contribui para reduzir o colesterol mau, tonifica as coxas e os glúteos e, ainda por cima, é relaxante.

Treinar não significa apenas passar horas no ginásio, correr mais de 10 quilómetros ou caminhar durante 30 minutos todos os dias. Existem formas de manter a forma e praticar exercício físico que permitem, ao mesmo tempo, descobrir alguns dos locais mais incríveis de Portugal. Pedalar com as magníficas paisagens do Douro como cenário é uma das alternativas.

Pedalar não só é bastante relaxante, como também queima centenas de calorias. Mas há mais: fortalece o coração, contribui para reduzir o colesterol mau, pode ajudar com as dores nas costas e ainda tonifica as coxas e os glúteos.

A rota do Pico em Mesão Frio é uma das preferidas de muitos ciclistas aventureiros. O percurso é feito ao longo de 12 quilómetros através de montes, vinhedos, aldeias e caminhos ancestrais por algumas das paisagens mais incríveis do Douro. Mas atenção: o trilho tem várias subidas e descidas íngremes, por isso não deve ser feito por principiantes.

O trajeto é circular e o ponto de partida e chegada é no Largo da Independência, situado no centro da vila de Mesão Frio. Para dar início ao passeio basta seguir as direções até encontrar o miradouro de São Silvestre, um dos pontos mais interessantes da rota, oferece uma vista privilegiada sobre o rio e as vinhas. Serve também de referência para saber que se encontra no caminho certo. A partir deste ponto volta a descer por um caminho irregular, entre as vinhas. Depois é só continuar a seguir as indicações que o irão levar ora por estradas, ora por caminhos em terra batida. Passará ainda por uma pequena aldeia antes de chegar novamente a Mesão Frio.

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Conhecida pelo santuário de "Nossa Senhora dos Remédios", com a sua enorme escadaria de 686 degraus Lamego é também um dos locais para pedalar. O percurso começa exatamente no santuário e tem lugar cerca de 48 quilómetros feitos por estradas locais, passando também por pequenas aldeias. Saindo de Lamego em direção à Régua, a cerca de 12km de descida, no meio das vinhas da estrada Nacional 2 que atravessa Portugal de Norte a Sul e é atualmente uma das atracões turísticas do nosso País.

 

S. Leonardo da Galafura

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Este percurso começa e termina numa aldeia a 4 quilómetros da Régua. O percurso, quase sempre no meio de vinhedos e algumas aldeias, mostra o Douro de uma forma única. A passagem pelo miradouro São Leonardo de Galafura permite-lhe ter uma vista fantástica sobre o vale do Douro. Junto ao miradouro há um restaurante onde se pode comer qualquer coisa opcionalmente. Após o miradouro, começa uma descida deslumbrante em direção ao rio Douro. O percurso tem cerca de 57 quilómetros e a dificuldade é moderada.

 

Grande Rota do Vale do Rio Côa

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Tal como o nome indica esta é uma das maiores toas da região. Composta por 222 quilómetros de trilhos este percurso liga a nascente, localizada nos Fóios (Sabugal), à foz, no concelho de Vila Nova de Foz Côa. Pelo caminho pode parar para admirar algumas paisagens de cortar a respiração. O Parque Arqueológico do Vale do Côa e o Douro Vinhateiro são dois dos destaques da parte final desta grande Rota, que alia na perfeição Natureza e Património. A terceira e última etapa deste percurso liga a aldeia de Quinta Nova, no concelho de Pinhel, às imediações do Museu do Côa.

 

Passeadouro da Folgosa

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Também conhecida como Ecovia do Douro, este percurso situa-se mesmo junto ao rio que lhe deu o nome. O passeadouro em Aramar foi criado no âmbito da obra de consolidação do talude que suporta a estrada nacional 222 e tem cerca de um quilómetro de extensão. É uma das rotas mais fáceis de fazer, mesmo para iniciantes ou com os miúdos.

 

São João das Arribas

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Esta rota estende-se ao longo de oito quilómetros. O ponto de partida é junto ao posto de turismo de Miranda do Douro e a chegada tem uma vista incrível no miradouro de São João das Arribas. O percurso é quase sempre feito em solo plano e existem apenas algumas subidas e descidas.

 

Rota das vinhas

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Este percurso passa pelo coração do Douro Vinhateiro, São João da Pesqueira. Com partida e chegada junto à sede da Junta de Freguesia de Ervedosa do Douro, a rota tem aproximadamente 25 quilómetros e um nível de dificuldade considerado elevado. Entre socalcos e vinhas o passeio é feito através de paisagens sublimes.

 

Rota pelo Pinhão

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Esta rota oferece um passeio de bicicleta ao longo do rio Douro entre a Régua e Pinhão pela estrada N222, considerada uma das mais belas estradas do mundo. Durante o passeio, opcionalmente, é possível visitar uma adega e fazer uma prova de vinhos.

 

01
Jul22

Nesta velha linha férrea do Douro, o caminho faz-se a pé — com paisagens incríveis

Niel Tomodachi

Feita em 1887, ficou sem circulação em 1985. No ano passado estreou-se como percurso pedestre junto à fronteira portuguesa com Espanha.

O último comboio passou por estes carris há 37 anos. A preciosa linha ferroviária, após os seus tempos áureos, ficou ao abandono. Só ocasionalmente era visitada por exploradores mais curiosos. Em 2021, porém, tudo mudou. O caminho de ferro criado para estabelecer a ligação entre Porto e Salamanca voltou a ser explorado. Sem comboios, mas com turistas.

O percurso pela linha construída entre 1883 e 1887 começa do outro lado da fronteira e dá uma nova vida à infraestrutura. O Camino de Hierro, ou Caminho de Ferro em bom português, tem uma extensão de 17 quilómetros que foram reaproveitados pelo Turismo de Salamanca, que conseguiu reanimar a rota. O caminho de ferro original foi, aliás, uma espécie de obra conjunta e cujos impulsionadores, explica a organização, foram o Sindicato dos Bancos do Porto e a Associação de Comerciantes local, com o objetivo de fortalecer a ligação entre a cidade e Salamanca.

“Henry Burnay e Ricardo Pinto da Costa formaram a Companhia do Caminho de Ferro de Salamanca e encarregaram-se da construção da linha e da sua exploração inicial. O afinco que Ricardo Pinto da Costa pôs no impulso deste projeto valeu-lhe a nomeação de Conde de Lumbrales”, revela a empresa espanhola sobre a história do percurso.

Construir a rota não foi uma tarefa fácil, sobretudo por causa do terreno acidentado da região. Consta que chegaram a trabalhar na obra mais de dois mil trabalhadores.

Chamavam-lhe “o caminho de ferro impossível” que só conseguiu ultrapassar os vales e montes do Parque Natural das Arribas do Douro graças a um total de vinte túneis e dez pontes, uma delas com traços da escola de Gustave Eiffel.

O percurso arranca da antiga estação de La Fregeneda e dirige-se rumo à fronteira com Portugal. É nessa localidade que está a receção e o ponto a partir do qual se equipam e se preparam os caminhantes — este não é um trilho como os outros.

O objetivo passa por completar o percurso que começa em La Fuente de San Esteban e termina em Barca d’Alva, já em território português. Dos 17 quilómetros totais de linha, quatro deles são feitos na penumbra dos túneis. O mais longo é logo o primeiro, com 1,5 quilómetros — há ainda um com um formato curioso, o terceiro, em forma de u, que alberga uma das maiores colónias de morcegos da Península Ibérica. O percurso acompanha na sua maioria o rio Águeda, até chegar finalmente ao Douro.

Para o realizarem com sucesso, os exploradores devem carregar consigo um colete refletor, uma lanterna e água. Nos túneis, recomenda-se que caminhem sempre pelo meio da velha linha. Não é um percurso fácil. Estima-se que dure em média cerca de seis horas a percorrer, de La Fregeneda à fronteira com Portugal.

Recuperar a linha foi um processo difícil. Só lhe foi reconhecido o estatuto de Bem de Interesse Cultural em 2000 e foi preciso esperar mais de 20 anos até que fosse encontrado um novo uso. Por essa altura, já a natureza havia tomado conta da infraestrutura que, mais de cem anos antes, tanto custara a construir.

“Era uma selva. Em alguns dos sítios nem se conseguiam ver as vias”, explica ao “El Mundo” Maribel Bartol, técnica da província de Salamanca e uma das impulsionadoras do projeto. Foram necessários três anos para recuperar a linha que, nos primeiros meses, recebeu uma média de 145 visitantes por dia.

Já Javier Harcía Hidalgo, responsável pelo Turismo na região de Salamanca, revela que no primeiro ano, o Camino de Hierro recebeu um total de 27 mil visitantes e, desses, perto de 10 por cento eram portugueses.

O êxito recente contrasta com a lenta degradação a que a ferrovia sofreu nos anos 80. Com o aumento do uso do carro e a construção de novas autoestradas, o recurso ao comboio foi sendo colocado num segundo plano. A exploração das linhas do Douro deixou de ser rentável.

A Renfe decidiu encerrar a operação em 1985. Em Portugal, o troço de 28 quilómetros entre o Pocinho e Barca d’Alva deixou de explorado em 1988. Desde lado da fronteira há, no entanto, planos para a reabertura da linha, num investimento que poderá rondar os 75 milhões de euros.

Entretanto, do lado espanhol, quem quiser pode ir à descoberta das paisagens maravilhosas do Douro através de um caminho único, seguindo os carris. O bilhete tem um preço de oito euros e, no final dos 17 quilómetros, não se preocupe: o regresso é assegurado pelas carrinhas da organização.

 

05
Mai22

Comboio Histórico do Douro regressa a 4 de junho, com viagens até outubro

Niel Tomodachi

O Comboio Histórico regressa à Linha do Douro a 4 de junho, estando programadas 37 viagens até 29 de outubro entre as estações do Peso da Régua e do Tua, anunciou ontem a CP.

A CP — Comboios de Portugal disse hoje, em comunicado, que a campanha de 2022 arranca a 4 de junho, com viagens todos os sábados, até 29 de outubro, e aos domingos, de 3 de julho a 9 de outubro.

A composição inclui cinco carruagens de madeira, datadas do início do século XX e a locomotiva a vapor, percorrendo o percurso habitual pelo Património Mundial da Humanidade, entre o Peso da Régua (distrito de Vila Real) e o Tua (distrito de Bragança), com paragem na vila do Pinhão. As carruagens possuem 254 lugares.

Antes da partida do comboio, na estação, há uma receção aos clientes e a bordo há animação com danças e cantares regionais.

Depois, no Pinhão (Alijó) os turistas podem observar os painéis de azulejos da estação e o abastecimento de água à locomotiva, e em Foz — Tua podem visitar o Centro Interpretativo do Vale do Tua.

O programa do Comboio Histórico na Linha do Douro arrancou no final da década de 90.

Entre as principais propostas de melhoria que resultaram da consulta realizada pela CP aos clientes do Comboio Histórico do Douro encontram-se a inclusão da inversão da locomotiva no serviço e a realização de uma visita ao Centro Interpretativo do Vale do Tua.

 

21
Mar22

Estão a chegar 5 novos magníficos trilhos para passear pelo Douro

Niel Tomodachi

São quilómetros de trilhos que permitem descobrir o património natural de várias aldeias do concelho de Carrazeda de Ansiães.

Um passeio pelo Douro é sempre um bom plano de fim de semana, especialmente nos dias de sol. Existem vários trilhos para conhecer a beleza e o património da região, e estão prestes a nascer mais cinco percursos promovidos pelo município de Carrazeda de Ansiães.

O Trilho da Aldeia dos Moinhos e o Trilho do Miradouro da Cova Escura serão os primeiros a ser inaugurados. A 27 de março poderá percorrê-los numa caminhada guiada de 14 a 18 quilómetros entre as aldeias de Vilarinho da Castanheira e Pinhal do Douro.

O Trilho da Fraga das Ferraduras, na aldeia de Ribalonga, e o Trilho das Quedas d’Alto, em Linhares, serão inaugurados a 24 de abril. O último percurso, chamado Trilho da Fraga da Ola, terá início a 29 de maio em Pinhal do Douro.

“Cada um destes percursos pedestres tem a particularidade de valorizar diversos pontos de interesse e elementos da singularidade do território, quer do ponto de vista patrimonial, cultural, histórico e até económico”, diz João Gonçalves, o autarca, à “Lusa”, citado pelo “Público”.

Para que mergulhe ainda mais na cultura do Douro, os passeios incluirão momentos de convívio com a população local de várias aldeias, promovendo também as suas dinamizações.

“São cinco pequenas rotas homologadas pela Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo, que algumas vezes se cruzam e quase sempre se complementam. Podem ser feitas de forma isolada ou em conjunto e atravessam aldeias e lugares de elevado interesse, que nos colocam muitas vezes em privilegiados miradouros sobre o rio Douro”, acrescenta a autarquia transmontana.

As inscrições para a primeiro primeiro passeio pedestre que terá lugar no próximo domingo, 27 de março, decorrem até 24 de março. A inscrição sem almoço é gratuita e para quem quiser ter almoço incluído, tem um custo de 7€.

 

28
Fev22

A 5 de março há passeios de barco gratuitos para todos no rio Douro

Niel Tomodachi

A iniciativa é da BBDouro, responsável por uma série de eventos e ações desportivas no panorama náutico. Celebra 10 anos.

BBDouro, uma academia de vela e operadora marítimo-turística, está de parabéns. O presente, um dia aberto recheado de passeios em barco à vela para adultos, miúdos e pessoas com mobilidade reduzida, pode ser seu. Para isso, só precisa de aparecer na Douro Marina, em Vila Nova de Gaia, no dia 5 de março, e desfrutar do que lhe têm a oferecer. E não é necessária inscrição prévia.

As atividades arrancam às 10h, com passeios para adultos em barcos até cinco pessoas. Enquanto isso, crianças com cinco ou mais anos dispõem de um simulador em terra para experimentar o barco à vela. Depois, os que assim o desejarem podem transitar para as embarcações a sério e partir à descoberta do Douro na companhia dos professores e outros colegas mais experientes.

Sendo a BBDouro uma empresa que, desde a sua fundação, em 2012, esteve sempre focada na promoção da vela como um desporto acessível a todos, na iniciativa em que comemora uma década de existência não vai faltar um transporte fluvial inclusivo para pessoas com mobilidade reduzida. O evento faz uma pausa às 13h e regressa das 14h30 às 17h30.

A pensar na Academia de Adultos, foi preparada uma série de regatas. “Unir os alunos de todos os níveis numa competição amigável, sociável e divertida” é o objetivo das mesmas, partilharam nas redes sociais.

 

27
Ago21

Vai haver concertos e cinema ao ar livre com vista para o Douro

Niel Tomodachi

E haverá jantares, cocktails e visitas guiadas na Quinta do Seixo, em Valença do Douro.

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A Quinta do Seixo, em Valença do Douro, vai receber o Sandeman Stage a partir de setembro. Os finais de tarde vão ter concertos, sessões de cinema ao ar livre, jantares especiais, cocktails com vinho do Porto e visitas guiadas.

A iniciativa vai acontecer nos sábados de setembro, a partir das 18h30. Depois da visita ao espaço, há cocktails e um espetáculo do trio de jazz de Carl Minnemann. A refeição acontece no Jardim das Oliveiras e depois de jantar há cinema.

As reservas para este programa podem ser feitas online, através do email info.winetourism@sogrape.pt ou dos números de telefone 937 850 312 e 22 374 6195. Os bilhetes custam 100€.

 

11
Jul21

Há uma nova rede de percursos incríveis para descobrir entre o mar e o rio Douro

Niel Tomodachi

Estes passeios podem ser feitos com um guia, ou com amigos. Vêm personalizados com códigos QR para não perder informação.

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A “Rota da Água” é um novo projeto de Vila Nova Gaia, que promete dar a conhecer o concelho através de um ponto de vista diferente do habitual, ao seguir os cursos de água que fluem desde a costa até ao interior.

Serão disponibilizados sete percursos, com um suporte multimédia, que poderão ser visualizados recorrendo a QR Codes, o que permite fazer o passeio sozinho ou com amigos sem perder qualquer informação sobre os espaços pelos quais passará. O percurso pode também ser feito a pé, ou em bicicleta. Caso queira fazer a visita com um guia, terá de se inscrever no Centro de Educação Ambiental de Gaia.

Esta é uma iniciativa da empresa municipal Águas de Gaia. Na página da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia lê-se que o percurso é “um grande centro de educação ambiental, um museu ao ar livre, onde foram criadas rotas (serão sete no total) pelo concelho, com um elemento central: a água.”

“Seguimos a lógica daquilo que a pandemia nos ensinou. Hoje procuramos espaços ao ar livre, contacto com a natureza”, explica Miguel Lemos, administrador executivo da Águas de Gaia.

Poderá encontrar mais informações no site do percurso.

 

11
Dez20

Exposição de fotografias leva à descoberta do Douro Património Mundial

Niel Tomodachi

O Museu do Douro assinala na segunda-feira o aniversário do Património Mundial da UNESCO com a inauguração de uma exposição de 324 fotografias de Rui Pires que leva à descoberta das gentes, património e paisagens deste território.

naom_5dc4095eafe43.jpgO Alto Douro Vinhateiro (ADV) assinala na segunda-feira o 19.º aniversário da classificação como Património Mundial da UNESCO.

O Museu do Douro, no Peso da Régua, distrito de Vila Real, associa-se à data com a entrega dos prémios do concurso internacional de fotografia Douro Património Contemporâneo -- Memória com futuro e a abertura da exposição do fotógrafo e documentarista Rui Pires.

"Acrescentamos ao Douro o olhar do Rui Pires, que é magnífico", afirmou hoje o diretor da unidade museológica, Fernando Seara.

A mostra tem um núcleo de 40 fotografias de Rui Pires, impressas sobre tela, inseridas na coleção do Museu do Douro, patente na sala de exposições temporárias, mas, num ano marcado pela pandemia de covid-19, estende-se também ao ar livre, ao jardim e ao cais fluvial da Régua, através de imagens colocadas em estruturas retroiluminadas.

A exposição de Rui Pires contempla um total de 324 fotografias e, segundo Fernando Seara, está separada por três temas: pessoas, património construído e paisagem. A coleção foi oferecida ao Museu do Douro pelo próprio artista.

A mostra resulta de um trabalho "exaustivo" do fotógrafo, que em 2006 começou a fazer um levantamento paisagístico do Alto Douro Vinhateiro, tendo optado por fotografar com câmaras de grande formato e chapas de diapositivo de cor, de forma a evidenciar a máxima qualidade das texturas e cores da paisagem duriense.

Estão previstas várias apresentações desta exposição para 2021, que passam por Lisboa e Faro, mas também por Madrid, Barcelona, Castela e Leão e Galiza, numa iniciativa que conta com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Por sua vez, o concurso internacional de fotografia desafiou os participantes para "a descoberta e observação do Douro", retratando a "memória secular" duriense, as suas gentes, construções e objetos com que fazem vinho.

Concorreram cerca de três dezenas de fotógrafos e o primeiro prémio foi atribuído a António Jaime Abrunhosa, com o conjunto "Paisagens", o segundo prémio a João Galamba, com o conjunto "Linhas do Douro", e o terceiro prémio a Alexandra Guedes, com o conjunto "As 4 estações no Douro".

O júri decidiu ainda atribuir uma menção honrosa a António Jaime Abrunhosa, com o conjunto "Trabalhos".

Este concurso internacional de fotografia foi promovido pela Fundação Museu do Douro, em parceria com o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto e o apoio mecenático da EDP - Gestão da Produção de Energia S.A..

Para além da publicação de um catálogo e a realização de uma exposição itinerante, as imagens vencedoras do concurso integrarão a base de dados Arquivos Visuais do Museu do Douro, projeto que procura identificar e divulgar a documentação visual associada à Região Demarcada.

No aniversário do Património Mundial, classificado em 2001, o Museu do Douro junta as várias entidades representativas do território como o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, a Turismo do Porto e Norte, a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

Por causa da covid-19, os eventos serão realizados 'online', com transmissão na página da rede social Facebook da unidade museológica.

pandemia marcou também o Museu do Douro que, depois de anos seguidos com aumento sustentado de visitantes, registou uma quebra acentuada, destacando-se, no entanto, o mês de agosto como o melhor de sempre por causa dos portugueses.

 

18
Ago20

Douro River Taxi leva-o do Porto a Gaia em 3 minutos

Niel Tomodachi

Estão de regresso os barcos inspirados nos Rabelos que fazem o percurso com conforto e uma vista incrível.

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Das ruas históricas da baixa do Porto ao icónico cais de Gaia, bastam apenas três minutos. É este o tempo que os táxis aquáticos da Douro River levam a ligar as duas margens do Douro.

O Douro River Taxi está de volta e a convidar todos, portuenses e turistas, a uma viagem rápida no embalo das Rabelas – as embarcações inspiradas nos antigos barcos Rabelos, que em tempos transportavam as pipas carregadas de vinho do Porto.

As viagens acontecem a cada 15 minutos, com a duração de “três a quatro minutos” e o preço é de três euros por cada travessia. Os miúdos pagam 1€.  

Num ano voltado para a redescoberta de Portugal, esta é uma das experiências a juntar à check list obrigatória: uma travessia que permite desfrutar da vista única para alguns dos pontos mais icónicos da cidade, como a ponte D. Luís ou a Serra do Pilar. Os barcos estão disponíveis de sábado a segunda-feira, a 12 às 20 horas, e têm a capacidade para 15 pessoas.

Esta é também uma opção para quem quer fazer uma visita às Caves Taylor’s ou ainda conhecer o recentemente inaugurado World of Wine – o novo quarteirão cultural localizado em Vila Nova de Gaia que reúne cinco museus, oito restaurantes e cafés e, em breve, uma escola de vinhos.

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18
Ago20

Douro vai ter uma nova rota para ciclistas com 275 quilómetros

Niel Tomodachi

Pensada para a prática de BTT e para cicloturistas, vai de Miranda do Douro a Foz Côa com direito a paisagens únicas.

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Não é um percurso para ciclistas principiantes, embora seguramente valha o esforço, nem que seja apenas pelas paisagens singulares do Douro. É ali que irá nascer uma nova rota ciclável, idealmente em BTT, com 275 quilómetros.

Vai chamar-se Grande Travessia do Douro Internacional e Vinhateiro e o seu percurso cruza três rios (Douro, Sabor e Tua) e sete concelhos: Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo, Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa.

“Será um equipamento para prática de BTT a nível nacional e internacional, que oferece aos praticantes um contacto privilegiado com um vasto território, nas melhores condições técnicas e logísticas para a prática do cicloturismo”, explica à “Lusa”, citada pelo “Público”, Nuno Trigo, secretário geral da Associação de Municípios do Douro Superior (AMDS), a responsável pelo projeto.

O investimento de cerca de 428 mil euros contempla também a instalação de centros onde os ciclistas poderão descansar, tomar um banho e cuidar das suas máquinas de duas rodas. Serão 20 espalhados por todo o percurso que estará dividido em seis etapas, uma em cada concelho.

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