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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

20
Ago21

Estudo revela que sestas curtas não chegam para recuperar de noites mal dormidas

Niel Tomodachi

Quando já se trata de privação de sono, a tal horinha de sono já não é solução. Mas não pense que isto é o fim das sestas.

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Antes de mais, é importante realçar: as sestas continuam a ter bons argumentos a seu favor. No entanto, um novo estudo vem confirmar que sestas mais curtas no dia seguinte não chegam para compensar os défices provocados por uma noite de privação de sono.

As conclusões resultam de um estudo de que o “Science Daily” dá conta, levado a cabo por um departamento da Universidade Estadual do Michigan, nos EUA, que se dedica precisamente ao estudo do sono.

O estudo foi originalmente publicado este mês de agosto na revista “Sleep”. Kimberly Fenn, e equipa de investigadores que liderou, procuraram saber se sestas curtas poderiam mitigar défices cognitivos causados pela privação de sono. “Descobrimos que sestas de 30 ou 60 minutos não mostram efeitos mensuráveis.”

O estudo levado a cabo juntou 275 participantes, entre os 18 e os 26 anos, que foram divididos em três grupos: um primeiro grupo teve direito a noite de sono descansada, em casa; um grupo não dormiu, ficando em privação de sono; e um grupo intermédio ficou em privação de sono no laboratório mas com oportunidade de fazer sestas de 30 ou 60 minutos.

Na noite antes do teste, todos os participantes levaram a cabo diferentes testes e tarefas cognitivas, que repetiriam no dia seguinte, já com as novas circunstâncias. Algumas diferenças foram notórias.

Quem teve uma noite descansada, sem privação de sono, mostrou também melhores resultados nas tais tarefas negativas. Os piores resultados foram de quem não teve direito a sequer uma sesta. Já o tal grupo intermédio, que ficou em privação de sono mas com direito a uma sesta, mostrou mais falhas nas tarefas cognitivas do que quem não teve privação de sono. Ainda assim houve dados curiosos.

As conclusões do estudo apontam para a possibilidade de sestas mais longas poderem já começar a compensar os défices cognitivos provocados pela privação de sono. E há aqui um elemento a ter em conta: o chamado sono de ondas lentas (“slow-wave sleep”, no original em inglês).

O nosso sono atravessa diferentes fases e a fase de slow-wave sleep é tida como a mais profunda e reparadora. E entre o tal grupo que não dormiu de noite mas teve direito a sesta, houve ligeiras melhorias, com menos 2 a 4 por cento de falhas nas tarefas cognitivas, a cada vez que se contabilizavam mais 10 minutos deste tipo de sono mais reparador durante as sestas.

Ainda há muito que estamos a aprender sobre o sono e as sestas em particular mas Kimberly Fenn, a autora do estudo, realça que estas conclusões abrem caminho a novas oportunidades de estudo sobre as sestas.

Em certos casos, destaca-se no estudo, podemos estar a falar de períodos de sesta maiores que podem salvar vidas. “Estes números até podem parecer pequenos, mas ao considerar os tipos de erros que podem ocorrer em funções que se veem privadas de sono, como cirurgiões, polícias ou camionistas, uma redução de 4 por cento nos erros pode potencialmente salvar vidas”, afirma a investigadora.

Na prática, o estudo não serve como argumento contra as sestas. Antes pelo contrário, aponta para a possibilidade de as sestas terem mesmo de ser maiores, quando já falamos de privação de sono, como confirma de diminuir o risco de erro em diferentes tarefas cognitivas.

 

02
Abr20

As plantas que deve ter no quarto para conseguir dormir melhor

Niel Tomodachi

Estes tempos têm sido de muita ansiedade, logo há tendência para ter insónias.

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Uma casa com plantas é, sem dúvida, mais alegre, aconchegante e colorida — mas não só. Além de criarem uma maior sensação de bem-estar e darem vida até às divisões mais aborrecidas e sem graça, elas também ajudam a acabar com a humidade, melhoram a qualidade do ar e criam um grande ambiente de relaxamento. 

No entanto, não é qualquer uma que se adapta a determinado sítio. As plantas são seres vivos sensíveis, que precisam de estar no sítio certo com as temperaturas ideais para conseguirem sobreviver. 

Nos últimos tempos, o nível de ansiedade (e, infelizmente, de medo) tem sido maior na maioria das pessoas. Isso faz com que à noite haja uma maior dificuldade em adormecer. Por outro lado, são muitas aquelas que acordam de madrugada e ficam horas a pensar em várias situações do dia a dia.

Uma das formas naturais de mudar este cenário é ter certas plantas no quarto que purificam o ar e contribuem para uma mulher qualidade de sono. Os autores Cláudia Costa e Tiago Lucena mostram em “A Senhora do Monte“, um livro de “regresso à tradição e a uma vida mais natural”, quais são as melhores para ter perto da cama.

Tome nota das plantas em que deve investir.

Alfazema: o perfume desta planta, quando inalado, produz um efeito sedativo e calmante. A alfazema ajuda a aliviar estados de ansiedade e combate a insónias;

Aloé vera: É uma planta purificadora do ar que elimina as substâncias químicas libertadas pelos produtos de limpeza. Quando esta planta começa a ganhar manchas avermelhadas/acastanhadas é sinal que o seu quarto está altamente poluído e com problemas na qualidade do ar- O aloé vera tem propriedades desintoxicantes e anti-inflamatórias;

Espada de São Jorge: É, possivelmente, a melhor planta para ter no seu quarto, pois absorve o dióxido de carbono e liberta oxigénio. A Espada de São Jorge ajuda a respirar facilmente e a melhorar a qualidade do sono;

Hera: É uma excelente opção para embelezar o seu quarto. Ajuda a purificar o ar, eliminando toxinas como o benzeno e o formaldeído;

Jasmim: Reduz a ansiedade, melhorando a qualidade do sono. Favorece uma boa noite de sono de uma forma completamente natural, evitando que acorde irritado.

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