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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

08
Nov22

Filme sobre Pedrógão Grande produzido por DiCaprio vai ser exibido esta semana

Niel Tomodachi

O documentário "From Devil's Breath" ("O Sopro do Diabo"), de Orlando Von Einsiedel, produzido por Leonardo DiCaprio, que aborda o grande incêndio de Pedrógão Grande de 2017, vai ser exibido esta semana em Portugal, revelou a Cinemas NOS.

Incêndios de Pedrógão mataram 66 pessoas em 2017

De acordo com a exibidora, o filme será mostrado entre sexta-feira e domingo em Lisboa, Loulé, Viseu, Funchal, Aveiro, Braga, Matosinhos e Coimbra, no total de 24 sessões.

Os bilhetes têm "um custo simbólico de cinco euros e parte da receita será doada a um projeto de reflorestação a selecionar pela Casa do Impacto", que é um 'hub' de inovação promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, refere a exibidora.

"From Devil's Breath" é uma curta-metragem documental de 40 minutos que conta a história de sobreviventes do grande incêndio de Pedrógão Grande, no verão de 2017, que vitimou 66 pessoas.

A equipa de produção e coprodução do filme reuniu várias pessoas, entre as quais o ator Leonardo diCaprio e os jornalistas Tiago Carrasco e Catarina Fernandes Martins.

As gravações para o documentário decorreram no início de 2020 e retratam a história de Nádia Piazza, que perdeu o filho e que foi presidente da Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande, de um dos feridos graves, Vítor Neves, do bombeiro Sérgio Lourenço e de Sofia Carmo, dinamizadora de projetos de reflorestação na área afetada, disse à agência Lusa o jornalista Tiago Carrasco, no final de 2021.

A história dos sobreviventes e daquilo que aconteceu em Pedrógão Grande é cruzada com o trabalho e perspetiva do ecologista inglês Thomas Crowther, com trabalho na restauração de ecossistemas, que também esteve em Pedrógão Grande e que propõe soluções para a problemática, explicou.

Segundo o jornalista, a produção chegou a pensar em fazer o filme na Califórnia (Estados Unidos) ou na Austrália, mas acabou por escolher o caso de Pedrógão Grande, "por ter sido tão devastador, tão concentrado e uma tragédia com uma enorme perda de vidas".

"From Devil's Breath", que já foi apresentado no Festival de cinema de Palm Springs (EUA) e na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), vai ser exibido no domingo, dia 13, no canal norte-americano MSNBC e fica disponível na plataforma de 'streaming' Peacock.

O filme é exibido no âmbito da série documental "Tipping Point", do apresentador Trevor Noah e da produtora Time Studios.

Orlando Von Einsiedel, que assina "From Devil's Breath", venceu um Óscar de melhor curta documental em 2017 pelo filme "Os Capacetes Brancos", sobre voluntários de equipas de socorro, na guerra da Síria.

De acordo com a exibidora Cinemas NOS, a sessão de "From Devil's Breath" no cinema Amoreiras, na sexta-feira, em Lisboa, incluirá um debate sobre alterações climáticas com o deputado Miguel Costa Matos (PS), com a coprodutora Catarina Fernandes Martins, a responsável pelo programa de reflorestação de Pedrógão Grande, Sofia Carmo, e com moderação de Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto.

 

14
Jun22

Documentário revelador sobre Jennifer Lopez estreia esta terça-feira na Netflix

Niel Tomodachi

A atriz atuou ao lado de Shakira no Super Bowl, mas não ficou contente com a decisão. O assunto é abordado no filme.

"Let’s Get Loud”, “On the Floor”, “Ain’t Your Mama” e “Jenny From The Block” são alguns dos êxitos da música pop que poucos podem dizer que nunca ouviram uma única vez. E poucos são também os artistas que têm um repertório tão vasto e bem sucedido quanto o de Jennifer Lopez, que consegue criar hits tanto em inglês ou espanhol. Apesar da sua já longa carreira, a também atriz raramente fala publicamente sobre os detalhes e pormenores por trás dos muitos sucessos. “Jennifer Lopez: Halftime” é o documentário da Netflix que nos vai fazer olhar para a artista sob uma nova perspetiva. 

O projeto conta com várias entrevistas a JLo, a alcunha pela qual também é conhecida, nas quais revela facetas desconhecidas, mostrando uma vulnerabilidade a que nunca foi propriamente associada.

O principal destaque do documentário será a performance da artista no intervalo da Super Bowl, em 2020, onde subiu ao palco ao lado de Shakira. Fizeram história ao tornarem-se no primeiro ato latino a atuar no evento desportivo. No entanto, Lopez descreveu a atuação como “a pior ideia do mundo”. 

“Temos apenas seis malditos minutos. Temos 30 segundos de cada música, e se demorarmos um minuto, já era, só temos cinco restantes. Mas tem que haver certos momentos em que cantamos. Temos que cantar a nossa mensagem. Esta foi a pior ideia do mundo, ter duas pessoas a fazer o mesmo Super Bowl. Pior ideia do mundo”, diz Jennifer Lopez.

O seu problema não é com Shakira, mas sim com a própria organização do evento, e com a ideia que estariam a passar aos norte-americanos — e a todos aqueles que veem a atuação. “Foi um insulto dizer que precisavam de duas latinas para um trabalho que, historicamente, apenas um artista faz.”

Também a cantora colombiana parece estar de acordo com JLo. “Sei que as pessoas do Super Bowl querem que fiquemos juntas o tempo todo. Mas não houve confirmação sobre os minutos que eu terei”, comenta Shakira. Lopez responde: “Eles disseram 12 minutos, e disseram-me em off que podíamos ter um ou dois minutos extras, então podemos contar com 13 ou 14 minutos. Eu acho, Shakira, que temos de ter é metade disso para cada uma. Se vão ter duas headliners, eles deveriam ter-nos dado 20 minutos. Era isso que deviam ter feito.”

O documentário terá cerca de uma hora e meia.

 

10
Abr22

Já pode ver o documentário sobre a cantora italiana Laura Pausini

Niel Tomodachi

Desde 7 de abril, é possível conhecer um outro lado daquela que é uma das artistas italianas mais populares de sempre.

Será difícil encontrar alguém que, tendo crescido nos anos 90, não tenha ouvido falar de Laura Pausini. A cantora, que se deu a conhecer ao grande público com “La Solitudine”, tema que, em 1993, lhe valeu a vitória no prestigiado Festival de Sanremo, representava um verdadeiro fenómeno da música pop italiana na altura. Hoje, com 47 anos e mais de 70 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, continua a ser uma das artistas mais amadas do país, pelo que não é de surpreender que a sua vida tenha dado origem a um documentário.

De acordo com um comunicado da Amazon Prime Video, “Laura Pausini — Pleased to Meet You”, que ficou disponível na plataforma de streaming esta quinta-feira, 7 de abril, deu à intérprete “a grande oportunidade de descobrir novos aspetos que desconhecia sobre si e sobre o mundo”.

Acrescenta: “Para contar a sua história, Laura refaz os seus passos, desde a infância, passando por todas as etapas da sua carreira extraordinária e a vida quotidiana, imaginando pela primeira vez o que poderia ter acontecido se não tivesse tido a sorte e a persistência de viver a vida como uma estrela mundial”.

Os pais, o noivo Paolo Carta e a filha Carta, de apenas nove anos, participam no documentário, escrito e realizado por Ivan Cotroneo, em conjunto com Monica Rametta, a partir de uma ideia original da cantora. 

Ainda em 2021, Pausini ganhou um Globo de Ouro pela sua colaboração com Diana Warren na música “Io Sì” — parte da banda sonora do filme “La vita davanti a sé” —; e tornou-se a primeira mulher na história da música italiana a estar nomeada para Melhor Canção Original nos Óscares.

 

10
Fev22

Flee, filme sobre um refugiado afegão gay, fez história ao ser nomeado para animação, documentário e filme internacional nos Óscares

Texto by esqrever

Niel Tomodachi

O filme dinamarquês Flee fez história nos Óscares ao ser a primeira produção a ser nomeada nas categorias de melhor filme de animação, melhor documentário e melhor filme internacional.

Flee (A Fuga) tem direção de Jonas Poher Rasmussen que criou a animação após uma entrevista com um amigo afegão de longa data identificado como Amin Nawabi. Este contou-lhe como chegou à Dinamarca e foi “duplamente marginalizado, sendo gay e refugiado”. Foram precisos quase 20 anos para Nawabi , hoje um académico, se sentir preparado para contar a sua história.

Sempre estive curioso sobre como é que ele tinha chegado aqui e porquê, mas ele não queria falar sobre isso. E eu, claro, respeitei. Mas a nossa amizade cresceu e esta coisa, esta história, foi uma espécie de caixa-negra na nossa amizade”, disse Rasmussen.

Flee conta a história de Amin Nawabi enquanto ele lida com um segredo doloroso que manteve escondido por 20 anos, um que ameaça descarrilar a vida que construiu para si mesmo e o seu futuro marido. Narrado principalmente através da animação ao diretor Jonas Poher Rasmussen, ele conta pela primeira vez a história da sua extraordinária jornada como uma criança refugiada do Afeganistão.”

Sinopse de Flee

A 94ª edição do Óscares acontece a 27 de março e em Portugal, a estreia de Flee está prevista para o dia 7 de abril.

 

(S)

16
Jul21

Novo documentário sobre Amy Winehouse chega dez anos após a sua morte

Niel Tomodachi

O filme conta com imagens inéditas da cantora britânica e é narrado pela mãe de Amy Winehouse.

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Vai fazer dez anos, no próximo dia 23 de julho, que a célebre cantora e compositora britânica Amy Winehouse morreu. 

Em memória de uma das vozes mais emblemáticas da primeira década dos anos 2000, vai ser lançado um novo documentário sobre Amy Winehouse, chamado 'Reclaiming Amy'.

O filme desenvolvido pela BBC irá contar com imagens inéditas da artista e é narrado pela própria mãe da cantora.

O documentário está previsto ser transmitido no canal britânico BBC 2 na próxima sexta-feira à noite, sendo que o conteúdo será disponibilizado posteriormente na plataforma digital BBC iPlayer. 

Amy Winehouse, conhecida pelos singles 'Black to Black', 'Valerie' ou 'Rehab' foi encontrada morta na sua casa em Camden, em Londres, em 2011. 

 

05
Jun21

“A Terra no Limite”: o novo documentário devastador de David Attenborough chegou à Netflix

Niel Tomodachi

Tem 75 minutos e foca-se nos limites ultrapassados pela Humanidade em relação ao seu planeta.

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Depois da minissérie documental “O Nosso Planeta” e do documentário “David Attenborough: Uma Vida no Nosso Planeta”, o naturalista britânico de 95 anos está de volta à Netflix com “A Terra no Limite: A Ciência do Nosso Planeta”.

É um novo documentário, com a duração de 75 minutos, que estreia na plataforma de streaming esta sexta-feira, 4 de junho. Narrado por David Attenborough e com a produção da Silverback Films — a equipa por trás dos projetos anteriores —, foca-se nos limites ultrapassados pela humanidade em relação ao seu planeta.

Contudo, também há uma ligação direta em relação aos dois outros títulos, já que este documentário explica os métodos científicos usados para suster a narrativa das outras produções. Neste filme, os espectadores podem acompanhar o trabalho do conceituado cientista sueco Johan Rockström, que tem estudado quais são os limites que a Terra tem face ao comportamento humano.

A sinopse do projeto explica que é abordada a “mais importante descoberta científica dos nossos tempos”: “que a humanidade levou a Terra para lá dos limites que a mantiveram estável durante 10 mil anos, desde o nascimento da civilização”. 

Em “A Terra no Limite: A Ciência do Nosso Planeta”, fala-se ainda dos “limites planetários que não devemos ultrapassar, não apenas pela estabilidade do nosso planeta, mas também pelo futuro da Humanidade”. 

David Attenborough fala ainda sobre as “soluções que devemos aplicar já para conseguirmos proteger os sistemas de suporte de vida da Terra”.

Durante o documentário há testemunhos comoventes de especialistas. Por exemplo, um grupo de cientistas australianos que estudam os corais explicam de forma emotiva como a poluição e o impacto humano estão a afetar gravemente a Grande Barreira de Coral.

Uma das especialistas é a luso-descendente Daniella Teixeira, filha de pai português e de mãe alemã, que nasceu na África do Sul mas trabalha na Austrália. Estudou várias espécies em perigo, nomeadamente catatuas, e fala sobre as suas conclusões neste documentário. Também serão abordadas questões como a desflorestação da Amazónia, o degelo, a perda geral de biodiversidade e os terríveis incêndios que destruíram grande parte da flora australiana.

 

16
Abr21

Amazon Prime terá documentário sobre 1º clube gay de Rugby

Niel Tomodachi

A Amazon Prime anunciou o lançamento de um documentário sobre o 1º clube gay de Rugby intitulado “Steelers”, a produção acompanha o primeiro clube inclusivo do mundo. O documentário tem estreia confirmada para o Reino Unido no dia 16 de abril e o filme contará a história do ‘Kings Cross Steelers’.

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O documentário exclusivo da Amazon focará na trama de três integrantes do clube e em sua superação diante a problemas pessoais da vida. Dentre eles, Nic Evans, uma treinadora lésbica e ex-jogadora internacional do País de Gales, que está lutando contra a misoginia num desporto dominado pelos homens.⁠

De acordo com a Gay Times, cada uma dessas personagens mostrará como o clube inclusivo de rugby ajudou as pessoas a superar suas lutas de maneiras que nunca teriam imaginado. ⁠O documentário é a estreia do jornalista australiano e ex-jogador Eammon Ashton-Atkinson como diretor.

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“Esta história não é apenas para fãs de rugby, ou mesmo para gays. É uma história para quem sente que não pertence a algum lugar ou não está vivendo a vida que deseja “, disse ele. “Espero que este filme inspire as pessoas a tentar algo que antes tinham medo de experimentar”. Completou.

Confira o trailer abaixo:

 

05
Abr21

“A Sabedoria do Polvo”: o documentário genial da Netflix nomeado para os Óscares

Niel Tomodachi

O filme é super emotivo vai deixá-lo cheio de dúvidas na próxima vez que encontrar um prato de salada de polvo.

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“Muita gente diz que um polvo é como um extraterrestre. Mas o mais estranho é que quando nos aproximamos deles, percebemos que são, em muitos aspetos, parecidos connosco.” Craig Foster arranca desta forma o documentário improvável que conta uma história de amizade entre um homem e um polvo.

Poderia até passar despercebido, não fosse o facto de ter conquistado um lugar nos nomeados para o Óscar de Melhor Documentário na edição deste ano. “A Sabedoria do Polvo”, uma produção original da Netflix lançada em 2020, é um trabalho a quatro mãos entre Pippa Ehrlich e James Reed, com o documentarista e naturalista sul-africano no papel principal.

Foster, fundador da organização ambientalista Sea Change Project — que tenta alertar para a necessidade de proteger a vida marinha e as gigantescas florestas de algas da África do Sul —, não sabia bem ao que ia. Aliás, a ideia para o documentário surgiu por acaso.

No meio de uma crise de burnout, refugiou-se no mar, onde se recolhia em longas sessões diárias de mergulho. Entre as algas, encontrou um curioso polvo. Da mera recolha de imagens, a ligação entre Foster e o polvo fortaleceu-se. Os mergulhos diários passaram a ser focados na observação do animal. E o animal fez o mesmo.

“Foi então que percebi: este animal confia em mim, já não me vê como uma ameaça. E o medo transformou-se em curiosidade. Foi aí que chegou a excitação: ‘Meu Deus, estão a deixar-me entrar no mundo secreto deste animal selvagem’ — e é aí que te sentes em chamas”, revela Foster.

A confiança deu-lhe uma ideia: e se regressasse ao local todos os dias? Criaria uma relação com o animal? Durante um ano fez precisamente isso, mergulhou na sua companhia, sem oxigénio ou fato de mergulho, mesmo com a temperatura da água a baixar para valores a rondar uns gélidos 7ºC.

Decidiu nunca lhe dar um nome, por forma a “respeitar a sua natureza selvagem”. Durante o documentário, a sua amizade e aprendizagem com o polvo interliga-se com a sua própria vida e a relação com o filho.

Terminada a experiência, foram necessários mais três anos para completar o documentário, em jornadas que por vezes chegavam às 18 horas por dia.

Descrito pelos críticos de cinema como um “filme belo e espantosamente comovente”, apesar da sinopse aparentemente inócua, conquistou um precioso lugar nos nomeados para os Óscares. Uma honra em que nem os criadores acreditavam.

“É extraordinário e ao mesmo tempo difícil de escrever”, confessou Pippa Ehrlich, a realizadora que nunca tinha dirigido uma longa-metragem e que se demitiu do emprego para se dedicar ao documentário. “Não esperávamos nada disto.”

A verdade é que um pouco por todo o lado — e sobretudo nas redes sociais dos famosos —, quem viu o filme deixa uma garantia: pode esperar lágrimas. E talvez acabe por chegar à mesma conclusão que Justin Theroux: “Adeus, calamares.”

 

06
Nov20

Chegou à Netflix o documentário impressionante sobre a vida de Anne Frank

Niel Tomodachi

Tem cerca de 95 minutos e conta ainda com declarações exclusivas de várias sobreviventes do Holocausto. O objetivo? Manter viva a memória dos que não sobreviveram junto das gerações mais novas.

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Para que a História não tenha tendência a repetir-se, é importante que não a esqueçamos. É precisamente esse o objetivo do documentário de "Anne Frank — Vidas Paralelas" que chega agora à Netflix, onde alcançará um público muito maior, depois de ter estado nos cinemas em setembro. Trata-se de um documentário focado na vida de Anne Frank, uma das demasiadas vítimas do ódio perpetuado pelo nazismo durante a Segunda Guerra Mundial, mas também nos depoimentos de cinco sobreviventes que recordam às novas gerações os horrores do Holocausto.

Ao longo de cerca de 95 minutos, a atriz Hellen Mirren ("A Rainha") assume o papel de narradora, ao ler passagens do diário de Anne Frank que se vão entrelaçando com as declarações dos sobreviventes que, mais do que recordar a História, complementam a da criança que morreu com 15 anos num campo de concentração alemão. As sobreviventes são Arianna Szörenyi, Sarah Lichtsztejn-Montard, Helga Weiss e as irmãs Andra e Tatiana Bucci.

Mas "Anne Frank — Vidas Paralelas" conta ainda com a participação de especialistas que ou estudaram o período histórico da Segunda Guerra Mundial ou, mais tarde, se especializaram no tema. É o caso de historiadores, psicólogos, jornalistas e fotógrafos que, também eles, têm coisas a dizer sobre o impacto que o ódio teve na vida daqueles que o sentiram na pele.

Além disso, o documentário vai ainda mais longe ao mostrar como é que, através da memória, se assiste à partilha coletiva de um trauma que vai sendo transmitido de gerações em gerações pelos pais aos filhos e pelos avós aos netos.

O objetivo é consciencializar para os horrores do Holocausto e não deixar que se esqueça — especialmente numa altura em que a extrema-direita está em ascensão na Europa e no mundo e o negacionismo está em voga.

Talvez por isso tenha sido tão bem recebido pela crítica internacional. O jornal britânico "The Guardian", por exemplo, diz que se trata de uma produção "dirigida aos mais jovens com o que talvez possa ser entendido como uma missão educacional" de recordar o que faz parte da nossa cultura.

No essencial, continua a mesma publicação, "trata-se de um filme muito substancial e valioso, com relatos de testemunhos reais que são complementados por contribuições de especialistas como o historiador Michael Birnbaum, que explicam como a nossa compreensão do Holocausto foi aumentando ao longo dos anos".

A produção documental está a partir deste domingo, 1 de novembro, disponível em exclusivo no catálogo da Netflix em Portugal.

 

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