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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

22
Mai22

Poesia e literatura infantil são para "despertar emoções"

Niel Tomodachi

A poesia e a literatura infantil têm a mesma natureza, mas modos diferentes de expressão e um compromisso de não servirem para nada, a não ser "despertar emoções" nos leitores, disse à agência Lusa o escritor Álvaro Magalhães.

Poesia e literatura infantil são para "despertar emoções"

Com mais de uma centena de livros publicados e alguns milhões de exemplares vendidos, Álvaro Magalhães está a celebrar 40 anos de vida literária, a contar desde a edição de "Uma história com muitas letras", de 1982.

A assinalar a data redonda, a Porto Editora reedita este mês o livro de poesia ilustrado "O Brincador", intitulado com um dos poemas mais conhecidos de Álvaro Magalhães e com ilustrações de Cátia Vidinhas.

Álvaro Magalhães, nascido no Porto, tem 70 anos, começou por escrever poesia, que lançou em edição de autor, mas está vinculado desde os anos 1980 à literatura denominada infantil e juvenil, porque é direcionada para crianças e jovens, embora o autor sempre diga que o que faz é para todos.

Em quatro décadas, não sabe bem já quantos livros editou -- "é à volta de 120" -, entre conto, poesia e álbum ilustrado, incluindo várias séries de enorme sucesso, como "Triângulo Jota", que, segundo ele, nos anos 1990 terá vendido pelo menos dois milhões de exemplares, e as recentes "O estranhão" e "Os Indomáveis FC".

Tal como tantos outros autores, começou a inventar histórias para a filha, porque a paternidade o levou a uma "imersão no mundo da infância", no território do espanto, da brincadeira e da curiosidade, onde diz estar ainda hoje.

"De repente comecei a mergulhar mais naquilo e a perceber que a literatura infantil, tal como a entendia, não era diferente da poesia. Têm a mesma natureza, mas com modos de expressão diferente. Eu sentia que encontrava mais o poético quando escrevia literatura infantil do que quando escrevia poesia. Ficava saciado dessa necessidade de escrever poesia", afirmou.

Venceu vários prémios literários, que lhe serviram de estímulo para continuar a publicar, e, por altura da série "Triângulo Jota", passou a viver apenas da escrita.

Além da filha, Álvaro Magalhães identifica ainda duas outras pessoas que o levaram para este universo: A escritora e editora Ilse Losa, que o estimulava a escrever, e o autor e amigo Manuel António Pina.

"Ele é que fundou a modernidade na literatura infantil. Até aí não existia nada. Ele é que nos mostrou que havia vida em Marte, que havia um mundo de possibilidades, [...] uma literatura gratuita, feita de jogo de palavras, de explorações semânticas, linguísticas. Ele foi o fundador", disse.

Da infância, Álvaro Magalhães recorda que não teve o estímulo familiar para a leitura: "Tive por mim. Eu tinha necessidade e vontade, mas não encontrava os livros em casa. O que havia na minha casa de leitura disponível era o Jornal de Notícias e tinha uma página literária que me atraía bastante, quase tanto como uma página de desporto, de futebol".

Hoje, nas horas diárias que dedica à escrita, ainda tem à mão alguns dos livros afetivos, auxiliares para desentorpecer a criatividade.

"A ilha do tesouro", de Robert Louis Stevenson, as séries de "Os cinco" e "Os sete", de Enid Blyton, "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll, são algumas referências, mas acima deles está "Joanica-Puff", de A. A. Milne.

"Uma pessoa lê um bocadinho -- já o li dezenas de vezes -- e aquilo dava-me um tom para escrever e para sintonizar com a criatividade", disse.

Ao fim de 40 anos, Álvaro Magalhães diz que ainda é um "brincador, um outro nome do poeta, o que nunca parou de brincar", mas para ele, a poesia "não é para compreender".

"É estúpido e inútil o esforço que as pessoas fazem para compreender. É para ser ouvida como uma espécie de música e depois em cada leitor causa uma impressão diferente", disse.

E a literatura não é para ensinar nada.

"A literatura infantil está muito contaminada de equívocos e erros, e pessoas que usam a literatura infantil não como literatura, mas para ensinar coisas, para a pedagogia. Às vezes há coisas muito boas, cheias de boas intenções, que devem ser ensinadas aos mais novos, mas não é através da literatura, isso é um desperdício. A literatura não é para ensinar. [...] É para despertar emoções, para avivar coisas que tens dentro de ti. A literatura faz-se dentro de cada um. Um texto tem um milhão de leituras se tiver um milhão de leitores", defendeu.

De acordo com a Porto Editora, coincidindo com os 40 anos literários, Álvaro Magalhães editará ainda em junho um novo volume da série "Os Indomáveis FC" e em outubro outro.

Em junho sairá uma nova edição de "O circo das palavras voadoras", com ilustrações de Sebastião Peixoto, e que é uma revisitação do livro de estreia, "Uma história com muitas letras".

A coleção "O estranhão" terá novo volume em outubro.

 

22
Mai22

“Ainbo”: o novo filme nos cinemas leva-te à Amazónia

Niel Tomodachi

Nos últimos meses já pudemos regressar aos cinemas e é assombrosa a quantidade de estreias, de filmes diferentes e interessantes, a que temos assistido desde então. O mais recente chegou a 19 de maio às salas de todo o país e leva-te pela maravilhosa (e ameaçada, infelizmente) floresta da Amazónia.

“Ainbo: Espírito da Amazónia” conta-te a história de uma jovem heroína, Ainbo, que nasceu e cresceu na selva mais profunda da Amazónia, na aldeia de Candámo, longe da civilização e de outros humanos. Um dia, a jovem descobre que a sua terra natal está a ser ameaçada e decide fazer algo: lutar, com todas as suas forças, para tentar salvar o seu paraíso da destruição ilegal da floresta e da exploração infantil.

Ainbo decide assim partir numa aventura com os seus dois guias espirituais: Dillo, um Tatu, e Vaca, uma Anta gigante. Juntos, os três amigos vão tentar pedir ajuda ao mais poderoso espírito da Amazónia, de forma a salvar a sua casa e a sua comunidade.

Como deves saber, a Amazónia é a maior floresta tropical do mundo, cobrindo o noroeste do Brasil e parte da Colômbia, o Peru e outros territórios. É um local crucial para a nossa biodiversidade, porém, tem sido crescentemente ameaçado nos últimos anos.

Podes espreitar o trailer do filme aqui:

 

18
Mai22

Fome pode matar este verão 350 mil crianças no Corno de África

Niel Tomodachi

Mais de 5,5 milhões de crianças estão em risco de desnutrição aguda na região do Corno de África, alerta um relatório esta quarta-feira, que avisa que 350 mil menores podem morrer este verão se a comunidade internacional não agir.

Fome pode matar este verão 350 mil crianças no Corno de África

'"Há 10 anos calculava-se a morte de 135 mil crianças numa crise semelhante, (...) no final morreu quase o dobro, a maioria com menos de cinco anos", explicou, esta quarta-feira, o diretor-geral da Oxfam Intermon, Franc Cortada, no lançamento do relatório "Atraso Perigoso 2", elaborado por esta organização não-governamental e pela Save The Children.

O diretor da Save The Children lembrou que entre as consequências físicas da desnutrição aguda nas crianças estão os efeitos sobre o sistema imunológico: "o risco é deixar uma geração de crianças numa situação de extrema vulnerabilidade a um monte de doenças".

A falta de nutrientes, acrescentou, também paralisa o desenvolvimento cognitivo dos menores, algo que é impossível recuperar mais tarde.

"Estamos a falar de consequências gigantescas na capacidade destes meninos e meninas de aprender", acrescentou.

O relatório atribui esta nova crise humanitária a duas rações principais: o choque climático, que provocou graves secas na região, e a guerra na Ucrânia.

"Estamos a enfrentar a pior seca dos últimos 40 anos, mas a isto juntou-se algo completamente imprevisível: a guerra entre dois países que são o celeiro do mundo", disse Conde.

Segundo Cortada, "Rússia e Ucrânia fornecem 90% do trigo que se consome no Corno de África", países de onde se importa também produtos como óleo de girassol ou fertilizantes necessários para a agricultura.

O conflito está a gerar um "aumento de preços sem precedentes" na maioria dos produtos importados pela região africana, o que dá uma "perspetiva de crise completamente avassaladora", explicou Conde.

"Não é insensato dizer que muito provavelmente a maior parte das mortes que esta guerra vai gerar não serão pelo conflito armado, mas sim pela fome que vai provocar em muitos outros países", acrescentou.

A ONU fez um apelo de ajuda de emergência para o Corno de África, em que pediu 4400 milhões de dólares (4100 milhões de euros) para atender às necessidades da população, mas até agora só recebeu 2% disso.

"O problema que temos agora é o financiamento", disse Cortada. "Sabemos o que temos que fazer, mas continua a faltar mais de 70% do financiamento".

O relatório propõe uma série de medidas para aliviar a crise. Aos países ocidentais, os autores pedem que respondam ao apelo da ONU de forma urgente, assim como o cancelamento da dívida do Corno de África.

Aos Estados afetados, sugerem políticas de proteção social e reforço dos mecanismos de deteção precoce.

Sublinha ainda a necessidade de passar de foco reativo para um proativo, de forma a prevenir futuras crises.

 

09
Mai22

Há um livro que explica e pergunta: afinal, “Para Quê a Guerra?”

Niel Tomodachi

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O mundo assistiu em 2022 ao início de uma inesperada guerra: a invasão da Ucrânia pela Rússia é, desde fevereiro, tema de notícias difíceis por vezes de compreender e gerir; sobretudo para quem nunca assistiu a algo assim e não entende, afinal, porque há guerras.

Em Portugal foi editado um livro que te pode ajudar. “Para Quê a Guerra?” é uma obra de Miguel Correia, numa edição da Ideias com História. Trata-se de um livro ilustrado, dirigido sobretudo a crianças e jovens entre os 8 e os 15 anos, que fala e explica a guerra em geral e a da Ucrânia em particular.

Segundo a editora, a obra foi escrita ao longo dos primeiros 11 dias da invasão, com um objetivo: dar aos mais novos uma perspetiva mais informada do que vêem na televisão, para que possam entender porque estes conflitos acontecem e, sobretudo, como é importante a paz e a negociação, a diplomacia, o diálogo, o fim dos estereótipos que evitariam este e outro tipo de violências…

O livro inclui contos, capítulos de perguntas e respostas, dicas, informações e atividades, num conjunto muito completo para que se fale do tema, sem o esconder, porém com serenidade…

As ilustrações são de Beatriz Braga.

Um vídeo no YouTube ajuda a entender o livro e o que podes encontrar:

 

06
Mai22

“As Aventuras de Gulliver”: o filme ucraniano de animação com bilhetes solidários

Niel Tomodachi

Estreou a 5 de maio, nas salas de cinema de todo o país, um filme produzido na Ucrânia e que fala de um personagem imortalizado por um livro famoso: as “Viagens de Gulliver”.

A animação “As Aventuras de Gulliver” baseia-se precisamente na obra de Jonathan Swift mas leva, desta feita, Gulliver a voltar a Lilliput, o reino onde é considerado um herói.

Só que, uma vez lá, as surpresas não são boas: Gulliver é visto e tratado como um impostor, porque os liliputianos cresceram a acreditar que o seu mítico e “verdadeiro” salvador era, de facto um gigante…. o herói chega a ser preso. Como se salvará?

Em Portugal, a versão é dobrada por João Manzarra, Pedro Leitão e Carla Correia, entre outros. Sendo uma produção ucraniana, a NOS Audiovisuais e vários cinemas aderentes criaram uma ação de bilhetes a 4 euros, metade dos quais serão diretamente doados à We Help Ukraine, uma plataforma de apoio aos refugiados ucranianos.

 

22
Abr22

Dia Mundial da Terra: Vamos ler e aprender um pouco mais

Niel Tomodachi

Com a celebração do Dia Mundial da Terra, neste 22 de abril, aqui ficam quatro sugestões de leitura e de aprendizagem sobre o nosso planeta. Estes livros são como guias que explicam como funciona a Terra, contam histórias e revelam factos e curiosidades fascinantes. Mas também há desafios e atividades de descoberta, ativismo e consciência ambiental.

A Terra é Radical

Sabes qual é o rio mais longo do mundo? Ou qual foi a maior erupção da história do planeta? Achas que a geografia não é assim tão interessante? Pois bem, este livro, da autoria de James Doyle, vai mostrar-te que é bem mais radical do que imaginas! Explora os continentes, viaja pelos países e descobre os segredos mais incríveis do nosso planeta, desde o pico das maiores montanhas às profundezas misteriosas do mar. E depois, impressiona os teus amigos com a tua nova sabedoria!

 

Geologia: Descobre a Brincar

Sabias que há terramotos tão, tão pequenos que tu nem os sentes? E que as rochas podem contribuir para a tua alimentação? E que os animais se transformam em fósseis? Como é que tudo isto é possível? A ciência que estuda isso é a Geologia.

Embarca nesta viagem do conhecimento e supera desafios divertidos e surpreendentes. Vais descobrir que tudo tem uma explicação inteligente. No fim, serás um pequeno grande geólogo!

 

A Origem das Espécies de Charles Darwin

Esta é a primeira versão ilustrada e recontada aos mais jovens de um dos livros mais importantes de sempre: A Origem das Espécies, de Charles Darwin. Publicada em 1859, esta obra partiu da observação do próprio cientista e apresentou a teoria da evolução das espécies, bem como factos que provam a sua validade e veracidade.

Da extraordinária diversidade à luta pela sobrevivência, da mais ínfima bactéria à grande árvore da vida, esta adaptação do grande livro de Charles Darwin explica-te a Teoria revolucionária que mudou para sempre a nossa visão do mundo: A Ecolução!

Sabina Radeva, uma bióloga molecular e apaixonada da obra de Darwin, decidiu fazer este livro onde explica de forma simplificada essa teoria e as suas implicações no conhecimento da Terra e fez uns desenhos maravilhosos.

 

O Planeta Terra

A Terra é uma rocha sólida gigante? O que é um ano bissexto? Qual é o local mais quente da Terra?
Descobre mais sobre os planetas do nosso Sistema Solar, Procura as curiosidades sobre os continentes, Observa o interior da Terra e vê as suas camadas, Aprende mais sobre mapas, Percebe como a chuva é feita, Investiga as diversas formas de relevo e as catástrofes naturais, Explora o mundo usando os teus cinco sentidos e dá uma olhadela aos diferentes habitats.
Tudo neste livro interativo com 100 perguntas e respostas e 70 abas que se levantam e revelam muitas curiosidades.

 

15
Abr22

“Os Mauzões” já estão nos cinemas

Niel Tomodachi

Sai da frente, porque os “Mauzões” chegaram às salas de cinema. Nunca houve cinco amigos tão infames como o gangue destes Mauzões: o Sr. Lobo, um carteirista descarado, o Sr. Cobra, arrombador de cofres, o Sr. Tubarão, mestre do disfarce, o Sr. Piranha, o lado da força e a Sra. Tarântula, uma hacker conhecida como Webs.

O grupo é famoso em todo o mundo pelos seus assaltos, que levam a polícia internacional a andar no seu encalce. Até ao dia em que são capturados, fazendo um acordo que é a sua única hipótese de saírem da prisão: tornarem-se bonzinhos, em vez de mauzões… mas será que conseguirão? E que são mesmo renovados cidadãos exemplares?

O novo filme da Dreamworks estreou em Portugal neste 14 de abril e é a adaptação de uma série de livros que se tornaram sucessos mundiais. A obra é realizada por Pierre Perifel e produzida por Damon Ross, das sagas “Trolls” e “Boss Baby”.

 

14
Abr22

Um laço azul para prevenir a violência contra crianças

Niel Tomodachi

Abril é o mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância. Ajudar a denunciar e a combater a violência contra as crianças tem um símbolo, é o laço azul.

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, Estados Unidos, quando uma avó, Bonnie W. Finney, decidiu amarrar uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”. As pessoas ficaram curiosas e Bonnie contou-lhes como a desgraça batera à porta da sua família: a sua neta fora violentamente maltratada pela mãe, sua filha, e pelo namorado desta; um outro neto morrera de forma brutal pelos mesmos motivos. Em desespero, Bonnie escolheu o modo silencioso e simbólico para denunciar este caso de maus -tratos dos adultos para com as crianças.

E porquê azul? Apesar do azul ser uma cor bonita, esta avó não queria esquecer os corpos agredidos e cheios de nódoas negras dos dois netos. O azul passou a ser um símbolo universal de luta em defesa e proteção das crianças contra os maus-tratos. A história de Bonnie W. Finney é a prova viva de que basta a preocupação de uma só pessoa para despertar as consciências do público, em geral, relativamente à violência contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos.

As crianças têm direitos e devem ser protegidas. Sabias que existe a Convenção sobre os Direitos da Criança da UNICEF com cerca de 40 artigos?

Que tal tu e os teus colegas usarem todos os dias de abril um laço azul em manifestações criativas e assinalares, assim, este acontecimento na escola, na rua e em casa? O que interessa é o gesto e espalhar a mensagem de que as crianças são o futuro e devem ser felizes.

Põe à prova a tua imaginação à volta da cor azul: laços em colagens; decorações com flores, azuis, claro; fitas (no cabelo, tornozelo, pulso, o mais cool possível); desenhos, pósteres, um mural, decorações nas árvores, em t-shirts/camisolas; mensagens nas redes sociais…

 

14
Abr22

“Ella Bella Bingo”: o novo filme dos autores de “Gnomeu e Julieta”

Niel Tomodachi

Baseado na série norueguesa com o mesmo nome, “Ella Bella Bingo” estreia-se nas salas de cinema portuguesas.

Dos mesmos argumentistas de “Gnomeu e Julieta” e “Cai na Real, Corg”, chega a Portugal, vinda diretamente da Noruega, uma nova aventura destinada a todas as idades. Até porque aqui, como na vida, a amizade é a grande protagonista e figura central.

Ella Bella e Henry são amigos desde que se lembram, tendo planos para abrir um circo juntos. Os problemas surgem quando um rapaz novo aparece na cidade: o recém-chegado Johnny aproxima-se imediatamente de Henry, o que acaba por deixar a Bella com ciúmes. Como irão os amigos ultrapassar? E será que com tudo isto o circo ficará em risco?

O filme é, no fundo, sobre a importância da amizade e a tolerância e já está nos cinemas portugueses desde 7 de abril.

 

12
Abr22

Escolas vão ensinar alunos a partir dos 10 anos a andar de bicicleta na estrada

Niel Tomodachi

A aprendizagem acontecia em recinto fechado. Agora, a transição vai ser feita em grupos pequenos, com um máximo de cinco alunos.

Espera-se que, no próximo ano letivo, bicicletas e capacetes de todos os tamanhos comecem a chegar aos agrupamentos do 2.º ciclo. Isto porque as escolas vão ficar encarregues de ensinar os alunos a usarem este transporte. O manual técnico, citado pelo “Jornal de Notícias”, prevê que, do primeiro ao quarto ano”, a aprendizagem tenha lugar em recinto fechado e que, a partir dos 10 anos, aconteça no “espaço público”, tanto em contextos urbanos de “baixa” como de “alta densidade”.

A transição de dentro da escola, “em perímetro limitado e seguro”, para o exterior deve acontecer em grupos pequenos, com um máximo de cinco alunos, sempre acompanhados por professores ou estudantes experientes, de acordo com o mesmo manual.

A mobilidade em bicicleta é uma das apostas da estratégia do Desporto Escola até 2025. Na sequência deste programa, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destina 2,8 milhões de euros à compra do material necessário para esta aprendizagem, que será entregue aos agrupamentos escolares.

 

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