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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

02
Out22

Vem aí uma experiência jurássica para quem quer saber mais sobre dinossauros

Niel Tomodachi

Vai poder descobrir onze reproduções destas criaturas numa das praças do Alegro Montijo. Vão lá estar durante todo o mês.

Diretamente da pré-história, o centro comercial Alegro Montijo será, durante o mês de outubro, invadido por dinossauros, desafiando os mais novos a recuar 225 milhões de anos e sentir a adrenalina de interagir de perto com os maiores habitantes que já viveram na terra. Além disso, vão poder descobrir, por exemplo, que o Tiranossauro Rex também se alimentava de plantas e que tinha mais de 60 dentes.

A partir deste sábado, dia 1 de outubro, até ao final do mês, as visitas ao Alegro Montijo vão ser ainda mais emocionantes. Mais do que lojas, o centro comercial estará repleto de espécies de dinossauros, como o maior predador terrestre que já existiu: o Tiranossauro Rex. É ainda possível interagir com os ovos da cria e registar o momento em fotografia.

No espaço Dino Fun do Alegro Montijo, os miúdos podem divertir-se enquanto aprendem mais sobre os seus dinossauros favoritos. A visita à exposição é gratuita e a interação com as espécies tem um custo de 2€, caso queira registar o momento.

O espaço fica na Praça do Moinho do Centro Comercial Alegro Montijo até 31 de outubro, de segunda a sexta das 15 às 22 horas e sábado e domingo das 10 às 22 horas.

 

02
Out22

Luzes e Magia: o espetáculo noturno da Alice

Niel Tomodachi

Por dentro da toca do coelho, e direto para o Jardim Botânico, segue a Alice em mais uma das suas maravilhosas aventuras. Com esculturas luminosas, ambientes sonoros e instalações multimédia, o espetáculo Alice in Magical Garden propõe-se a criar 23 experiências sensoriais que te vão levar ao universo fantástico de Lewis Carol. A experiência imersiva vai fazer-te sentir parte integrante da história.

Com fim previsto para 30 de outubro de 2022, o espetáculo assinala o regresso do Magical Garden ao Jardim Botânico do Porto, após o sucesso da primeira edição.

Aberto de quarta a domingo, entre as 20.30 e as 22.30 horas, esta iniciativa surge da parceria entre o estúdio criativo OCUBO, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e a própria universidade.

És fã dos livros ou conheces alguém que gosta do mundo fictício da Alice? Então fala com os teus pais e família e combinem um programa noturno fora da caixa de que todos vão gostar.

Se és estudante, tens menos de 17 anos ou és residente no Porto, o bilhete fica por 10 euros. Maiores de 65 anos e pessoas com mobilidade reduzida também usufruem deste preço, enquanto crianças até aos 3 anos têm entrada gratuita. Para o público geral, os bilhetes custam 12,5 euros, de quarta a sexta, e 15 euros, de sexta a domingo. Os bilhetes podem ser adquiridos online ou na bilheteira local. E o espetáculo é acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

Segue o coelho branco pela sua toca e deixa-te perder juntamente com o Chapeleiro Louco e a Rainha de Copas no mundo alucinante da Alice.

***

Alice in the Magical Garden
Até 30 de outubro
Rua do Campo Alegre, 1191, Porto
De quarta a domingo, das 20 às 22.30h
Bilhetes a partir de 10 euros

 

25
Set22

Livros/ Um apelo emotivo para (ainda) salvarmos o mundo

Niel Tomodachi

Carta aos líderes do Mundo

Sofia, a jovem heroína do livro, tem um sonho. Quer que o Mundo em que está a crescer tenha um futuro. Para a sua geração e para todas as outras que se lhe seguirão.

Alarmada com os índices altíssimos de poluição e com a escalada na destruição dos ecossistemas, resolve fazer das palavras atos. Da forma mais direta que consegue: escrevendo uma carta aos líderes mundiais.

Apesar de estar a dirigir-se aos mais altos dignitários, o tom não é meigo nem sequer complacente. Sem reservas ou falinhas mansas, lança-lhes um apelo claro: “Tirar o Planeta dos cuidados intensivos é urgente”.

Para convencê-los a agir, faz um retrato realista do estado do Mundo, ao enumerar sinais tão graves como o aumento da temperatura, as ilhas de plástico que ameaçam transformar-se em continentes ou a destruição de florestas. A hora, relembra a pequena ativista, é de agir sem demora.

Autoria: Maria Inês Almeida, Flávia Lins e Silva
Editora: Porto Editora
Preço: 12,90 euros

Texto: Sérgio Almeida

 

Tempo de haikus

O haiku é um género poético oriundo do Japão que faz da concisão extrema a sua principal característica. Ou seja, com apenas três versos e uma métrica precisa, consegue, todavia, abarcar uma realidade imensa. É o que sucede neste sedutor conjunto de poemas de J.N. Santaeulália dedicado às quatro estações do ano.

Autoria: J.N. Santaeulália, Luciano Lozano
Editora: Akiara Books
Preço: 15,30 euros

 

Os lápis que salvaram o unicórnio

Monica Sweeney e a ilustradora Feronia Parker Thomas contam a história de um unicórnio simpático que, ao chegar a uma nova cidade, procura fazer amizades. No entanto, perante a dificuldade em convencer os outros a brincarem com ele, acaba por encontrar uns aliados improváveis: um bando de lápis cheios de cor.

Autoria: Monica Sweeney, Feronia Parker Thomas
Editora: Presença
Preço: 12,90 euros

 

A minha mãe é a minha filha

O escritor Valter Hugo Mãe revela neste livro a sua dimensão de cuidador, ao partilhar histórias do quotidiano que demonstram como a “minha mãe é a minha filha”. Para a ver feliz, conta, não se poupa a esforços. Até mesmo “dançar e cantar para haver sempre alegria” ou cobri-la de presentes, de chocolates a pérolas redondas e cavalos-marinhos.

Autoria: Valter Hugo Mãe, Evelina Oliveira
Editora: Porto Editora
Preço: 15,50 euros

 

20
Set22

Está de volta ao Parque de Serralves a farra das famílias e das crianças

Niel Tomodachi

Dois anos depois da pandemia, a Festa do Outono regressa já este fim de semana aos prados do Museu de Serralves, no Porto, com cultura e natureza de mãos dadas. Há dezenas de atividades e é tudo gratuito.

Contacto com a natureza é o princípio elementar da Festa de Outono

A Fundação de Serralves convida o público para a Festa de Outono já no próximo sábado e domingo. Helena Freitas, diretora do Parque de Serralves, declarou que o evento pretende "unir família e amigos com os elementos naturais do espaço". Com uma programação vasta e diversificada, a entrada é gratuita.

A Festa que dá início à nova estação do ano num "regresso simbólico" - é, também, um regresso marcante: durante os anos pandémicos não houve Festa -, oferece um extenso cartaz, com atividades contínuas das 10 às 19 horas. O público-alvo é óbvio: as famílias e as crianças.

As raças autóctones, que fazem parte do património histórico e cultural, são versadas em três aulas nos dois dias. O burro de Miranda, raça em extinção, e as típicas manadas de garranos do Noroeste português e da Galiza são as raças escolhidas para este ano. Há ainda visitas aos estábulos do parque para conhecer os "animais na quinta".

O festival de cinema europeu Cinemini é na Casa do Cinema Manoel de Oliveira. Vocacionado para crianças entre os três e os seis anos, em sessão estarão um total de oito filmes, entre "Um dia na região de Barbagia", filme de 1958, e "Viajando através de pincel e tinta", de 2017.

 

Música e muito mais

A música também tem espaço na Festa, com concertos no sábado por José Valente, às 12 horas, o Grupo de Percussão da Banda Sinfónica Portuguesa, pelas 14 horas, e o cantor Bandua pelas 17.15 horas; e no domingo, espetáculos da banda folk portuguesa Diabo a Sete, pelas 14.30 horas, Sourdure às 17 horas e, a fechar, a dupla Maria Quê pelas 18 horas.

Durante o dia todo, o público pode encontrar o Mercado de Outono e a Feira de Design Urbano, para além de várias oficinas, teatros e marionetas, circo contemporâneo e exposições.

A entrada é feita pelos portões da Av. Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho.

 

13
Set22

Escravatura moderna: Em 2021, imagina quantas pessoas foram forçadas a trabalhar?

Niel Tomodachi

A escravatura moderna aumentou em todo o mundo nos últimos anos, impulsionada principalmente pela pandemia COVID-19, com quase 50 milhões de pessoas forçadas a trabalhar ou a casar no ano passado, revelou a ONU.

Estudo: 40,3 milhões vítimas de escravatura moderna

A informação consta no último relatório publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela Organização Internacional para as Migrações (IOM) – duas agências da ONU, com a organização não governamental Walk Free Foundation.

Segundo o documento, a ONU quer erradicar este flagelo até 2030, mas no ano passado havia mais 10 milhões de pessoas em situação de escravatura moderna do que as estimativas globais para 2016. Cerca de 27,6 milhões eram pessoas submetidas a trabalhos forçados e 22 milhões casadas contra sua vontade.

Mulheres e meninas representam mais de dois terços das pessoas forçadas ao casamento e quase quatro em cada cinco delas estavam em situação de exploração sexual comercial, segundo o relatório. No total, representam 54% dos casos de escravidão moderna.

A pandemia, que causou a deterioração das condições de trabalho e aumento do endividamento dos trabalhadores, fortaleceu as fontes da escravidão moderna em todas as suas formas.

Nos últimos anos, segundo o relatório, a multiplicação das crises, a pandemia, mas também os conflitos armados e as alterações climáticas, provocaram perturbações sem precedentes em termos de emprego e educação, o agravamento da pobreza extrema, o aumento de migrações forçadas e perigosas, a explosão de casos de violência de género.

Em todo o mundo, quase uma em cada 150 pessoas é considerada um escravo moderno.

Em comunicado de imprensa, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, considera «chocante que a situação da escravatura moderna não esteja a melhorar» e apela aos governos, mas também aos sindicatos, às organizações patronais, à sociedade civil e ao cidadão comum que combatam «esta violação fundamental dos direitos humanos».

No relatório propõem-se uma série de acções, incluindo melhorar e fazer cumprir as leis e inspecções laborais, acabar com o trabalho forçado imposto pelo Estado, expandir as proteções sociais e fortalecer as proteções legais, aumentando a idade legal do casamento para 18 anos sem excepção.

Segundo o relatório, mulheres e crianças permanecem desproporcionalmente vulneráveis. Assim, quase um em cada oito trabalhadores forçados é uma criança e mais da metade deles são vítimas de exploração sexual comercial.

Os trabalhadores migrantes são mais de três vezes mais probabilidades de serem submetidos a trabalho forçado do que os adultos não migrantes.

O director-geral da OIM, António Vitorino, apelou a que toda a migração «seja segura, ordenada e regular». «Reduzir a vulnerabilidade dos migrantes ao trabalho forçado e ao tráfico de pessoas depende, acima de tudo, de políticas nacionais e estruturas legais que respeitem, protejam e cumpram os direitos humanos e liberdades fundamentais de todos os migrantes», sublinhou.

A Ásia e o Pacífico têm mais de metade do total de trabalhadores forçados do mundo.

 

13
Set22

Crise alimentar agrava-se na Somália com 513 mil crianças em malnutrição

Niel Tomodachi

A crise alimentar está a agravar-se na Somália, onde a fome pode ser em breve declarada em zonas do centro e sul e onde mais de 513 mil crianças sofrem já de malnutrição severa, anunciou hoje a Unicef.

Crise alimentar agrava-se na Somália com 513 mil crianças em malnutrição

estimativa, apresentada pelo porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), James Elder, é 33% maior do que há uma semana, quando a agência da ONU advertiu que pelo menos 730 crianças morreram de malnutrição no país desde o início do ano, cifra que poderá disparar nos próximos meses.

Elder recordou que na fome de 2011 no mesmo país do Corno de África, que causou a morte de 260.000 pessoas (muitas delas crianças), os menores com malnutrição severa eram "apenas" 340.000, pelo que a magnitude da catástrofe nos próximos meses poderá ser enorme.

Também o Programa Alimentar Mundial (PAM), outra agência das Nações Unidas, alertou hoje que a crise atual poderá ser mais grave do que a fome de 2011, estimando que cerca de 6,7 milhões de pessoas no sul da Somália poderão sofrer de insegurança alimentar crítica entre outubro e dezembro, e cerca de 300.000 pessoas poderão ser vítimas de fome no sul do país.

"Não podemos esperar que seja declarada a fome para atuar, metade das pessoas que morreram em 2011 perderam a vida antes da declaração oficial", disse o representante do PAM na Somália, El-Khidir Dalum, em Genebra.

Já na semana passada a ONU avisou que a declaração de fome na região de Bay (sul do país) a partir do próximo mês é quase inevitável.

"Há crianças a morrer e muitos centros de assistência estão cheios, pelo que há menores em estado crítico que têm de ser tratados no terreno", disse o porta-voz da Unicef numa conferência de imprensa em Genebra.

James Elder acrescentou que as crianças com sintomas de malnutrição correm um risco 11 vezes maior de morrer de diarreia ou sarampo, doenças de que houve surtos no país já este ano.

Os casos suspeitos de cólera ou diarreia aguda em crianças na Somália entre janeiro e julho foram 8.400, e os de sarampo foram 13.000, dos quais quatro em cada cinco eram crianças menores de cinco anos.

"Mais de meio milhão de crianças correm o risco de sofrer uma morte que é evitável, um número de pesadelo que ainda não contabilizámos este século", afirmou o porta-voz, sublinhando que apenas 3% dos fundos solicitados pela Unicef para ajudar famílias no Corno de África foram entregues.

A Somália sofre atualmente a sua terceira seca em apenas uma década, e a atual, com quatro temporadas consecutivas sem chuvas e uma quinta a chegar, poderá ser pior do que as de 2011 e 2016, segundo estimativas da Oficina de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU.

À ausência de chuva acrescem décadas de conflito, deslocamentos populacionais massivos e, este ano, um forte aumento dos preços dos cereais e outros alimentos básicos devido à guerra na Ucrânia.

 

13
Set22

Crianças com Futuro é Boa Educação

Niel Tomodachi

Crianças com Futuro é Boa Educação

De 6 a 19 de setembro, compre vales educação Helpo nas lojas Pingo Doce e apoie a educação das crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Com um donativo de 1, 3 ou 5€, que representam um lanche escolar, um almoço ou uma inscrição na escola, respetivamente, garante boa educação a milhares de crianças.

Os vales podem ser adquiridos na caixa, nas lojas Pingo Doce de Portugal Continental e Madeira, e estarão também disponíveis na loja online do Pingo Doce em mercadao.pt.

A sua ajuda faz toda a diferença.

 

13
Set22

Ser voluntário Helpo é boa educação

Niel Tomodachi

Ser voluntário Helpo é boa educação

De 6 a 19 de setembro, ser voluntário Helpo nas lojas Pingo Doce é garantir boa educação a milhares de crianças em Moçambique e São Tomé e Príncipe.
A participação dos voluntários faz toda a diferença no sucesso desta campanha. Contamos consigo, sozinho ou em grupo, em qualquer loja Pingo Doce do país, para transmitir boa educação a quem mais precisa.
Faça a pré-inscrição no formulário.

Contamos consigo?

 

08
Set22

Preparar a 'carteira' no regresso às aulas: Este simulador pode ajudar

Niel Tomodachi

O orçamento familiar pode sofrer algumas oscilações neste mês de regresso às aulas. Para apoiar na organização das despesas e receitas, o portal Todos Contam disponibiliza um simulador do orçamento familiar.

Preparar a 'carteira' no regresso às aulas: Este simulador pode ajudar

regresso às aulas está à porta e, para muitos, este período representa um acréscimo de despesas, o que obriga a um ajuste no orçamento familiar. 

Nesta senda, o portal de literacia financeira Todos Contam disponibiliza um simulador do orçamento familiar - ao qual pode aceder aqui -, que pode ser útil, em particular, nesta fase.  

O simulador em questão "é uma ferramenta de apoio à elaboração do orçamento familiar", que "permite calcular a diferença entre rendimentos e despesas".

Além disso, "permite, também, avaliar o peso dos encargos financeiros no total dos rendimentos (taxa de esforço)".

"Para obter resultados corretos é importante que os valores inseridos em cada rubrica sejam o mais exatos possível. Quanto mais rigorosos os dados introduzidos, mais realistas e úteis serão os resultados obtidos. Os rendimentos ou despesas cujo valor exato não é conhecido devem ser estimados e considerados pelo valor que se admite mais se aproxima do real", pode ler-se no portal. 

 

16
Jul22

Crianças deslocadas de Cabo Delgado em livro infantil da Helpo

Niel Tomodachi

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” é o título do livro infantojuvenil, com texto de Maria João Venâncio e ilustrações de Luís Cardoso, que aborda o drama vivido pelas crianças deslocadas de Cabo Delgado, e que já pode ter em sua casa.

O livro conta a história de Suzi, uma menina de 10 anos que se viu obrigada a fugir de casa, em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, e caminhar centenas de quilómetros para escapar aos “monstros” que atacaram a sua aldeia, na esperança de chegar a um lugar seguro.

“Este livro traz-nos um olhar desassombrado, terno e solidário sobre as muitas provações enfrentadas pelas crianças moçambicanas”, refere o Secretário-Geral da ONU, Eng. António Guterres, que assina o prefácio.

Graças ao financiamento da GALP e apoio do Camões I.P., este livro reverte, na totalidade, para os projetos implementados pela Helpo e pode ser adquirido diretamente nos escritórios da Helpo em Cascais e em Ermesinde, com um donativo de 14,90€. 

Em alternativa, pode receber o livro por correio, fazendo uma transferência para o IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19, no valor de 14,90€ + portes de envio (3€ envio normal ou 5€ correio registado) ou através do MB Way (escolha a opção “Ser Solidário”, selecione a Associação Helpo e introduza o montante e o seu NIF). O comprovativo do pagamento deve ser enviado para paulofernandes@helpo.pt ou sofianobre@helpo.pt com indicação de nome, morada, NIF e, se possível, contacto telefónico. 

Nota: o custo de envio é para 1 livro, uma vez que o valor depende do peso; no caso de envio de mais do que 1 livro para a mesma morada, por favor contacte-nos através do telf. (+351) 211 537 687

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“A Aldeia que os Monstros Engoliram” foi apresentado a 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, da Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, que tutela a pasta das Migrações, Ana Catarina Mendes, do embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, do CEO da Galp, Andy Brown, da vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com o pelouro dos Direitos Humanos e Sociais, Laurinda Alves, entre muitas outras entidades e personalidades.

A festa foi ainda engrandecida com a performance de músicos refugiados afegãos, a presença de famílias refugiadas da Ucrânia apoiadas pela Helpo, a leitura do livro pela cantora Selma Uamusse e por dezenas de crianças, que tornaram este dia ainda mais especial.

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