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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

11
Fev21

OMS alerta que mortes em África "aumentaram 40%" em um mês

Niel Tomodachi

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que o número de mortes devido à covid-19 em África "aumentaram 40%" num mês, estando a agência das Nações Unidas preocupada com as novas e mais contagiosas variantes do novo coronavírus.

naom_5915d3db01804.jpg"Mais 22.300 mortes foram relatadas em África nos últimos 28 dias, em comparação com quase 16.000 nos 28 dias anteriores", afirmou o escritório da OMS para África, sediado em Brazzaville, na República do Congo, citado pela agência France-Presse.

Este balanço surge quando o continente "luta contra novas variantes mais contagiosas e se prepara para sua maior campanha de vacinação de sempre", escreveu a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) depois de uma conferência de imprensa virtual.

Os primeiros casos de covid-19 no continente foram diagnosticados em 14 de fevereiro de 2020. Desde então, o número total de casos ultrapassou os 3,7 milhões, incluindo 3,2 milhões de recuperações e 96.000 mortos, de acordo com os dados divulgados hoje pela OMS.

A agência da ONU acrescentou que o número total de mortes deverá atingir os 100.000 "nos próximos dias".

diretora regional da OMS para a ÁfricaMatshidiso Moeti, disse que o aumento de mortes devido à covid-19 representa "sinais preocupantes de aviso que os trabalhadores e os sistemas de saúde em África estão perigosamente sobrecarregados".

Durante a primeira vaga de covid-19, o continente africano foi o menos afetado pela pandemia. No entanto, na segunda onda de infeções, os casos "saltaram muito além do pico da primeira vaga e as instalações de saúde ficaram sobrecarregadas", disse a OMS.

A grande maioria dos países africanos ainda não iniciou as operações de vacinação, sendo este um assunto sensível em alguns Estados.

Além da dificuldade de acesso, há também uma forte desconfiança em relação à vacina, com várias teorias da conspiração a serem partilhadas, de forma regular, nos círculos locais nas redes sociais.

"Saia e vacine-se quando a vacina ficar disponível no seu país", apelou Moeti aos povos de África, assinalando que a pandemia está "longe de acabar e as vacinas são um instrumento essencial" na luta contra o vírus.

pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.355.410 mortos no mundo, resultantes de mais de 107,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

02
Fev21

Sete sinais de que já poderá ter estado infetado com o novo coronavírus

Niel Tomodachi

A pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, já destabilizou milhões de vida em todo o mundo.

naom_60190b7465878.jpgampla variedade de sintomas e complicações médicas associadas à doença não só afeta a saúde física e mental dos indivíduos, como tende a ter um impacto duradouro no bem-estar geral, de acordo com informações divulgadas pela prestigiada Mayo Clinic, nos Estados Unidos. 

Em termos médicos, pessoas que sofrem de efeitos prolongados da Covid-19 ou de 'Covid persistente' parecem nunca ter recuperado completamente do vírus, mesmo meses após a infeção

Por outro lado, e tendo em conta que por sua vez alguns pacientes contraem o vírus e recuperam rapidamente, eis, segundo a Mayo Clinic, alguns sinais de que já poderá ter sofrido de Covid-19 ou que está a sofrer de 'Covid persistente'. 

Falta de ar ou dispneia

Apesar de sofrer de falta de ar ser um sintoma comum de Covid-19, a Mayo Clinic aponta que pode ser também um sinal de 'Covid persistente'. A clínica sugere que o SARS-CoV-2 pode causar danos nos pequenos sacos de ar presentes nos pulmões, o que pode resultar em problemas respiratórios a longo prazo. 

Tosse seca persistente

A American Lung Association afirma que a Covid-19 pode causar danos graves nos pulmões, o que faz com que muitos indivíduos sofram de tosse seca persistente mesmo meses após terem tido a doença.

Fadiga

Exaustão em pacientes com Covid é muito diferente do cansaço habitual que sentimos no dia-a-dia. Não só a fadiga relacionada à Covid-19 impacta significativamente na realização de atividades físicas, como retira a capacidade de funcionar mentalmente. 

Dor no peito

Segundo a Mayo Clinic, os doentes a longo prazo podem experienciar uma pontada ou sensação de ardor na zona do peito. Tal ocorre devido à inflamação provocada nas paredes do peito pela infeção do SARS-CoV-2. 

Perda de olfato e de paladar

A perda de olfato e de paladar ou anosmia é um dos sintomas mais comuns da Covid-19. Adicionalmente, muitos indivíduos que recuperam da doença continuam a sofrer da condição. 

Palpitações no coração

De acordo com a Mayo Clinic, palpitações cardíacas equivalem à "sensação de batimento cardíaco acelerado e intenso". Um estudo publicado no JAMA Cardiology, apurou que 78% dos pacientes recuperados reportaram ter "uma impressão no coração", enquanto 60% apresentavam uma inflamação do miocárdio. 

Confusão/'nevoeiro' mental

Muitos pacientes com Covid-19 também reportam sintomas neurológicos. Segundo um estudo publicado no medRxiv, 58% dos indivíduos com 'Covid persistente' relataram sinais de 'nevoeiro' ou confusão mental. Além disso, foram reportadas outras condições neurológicas tais como perda de memória e privação do sono. 

 

16
Dez20

Livro do projeto fotográfico português 'Everyday covid' apresentado hoje

Niel Tomodachi

As imagens captadas por 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses num ano marcado pela pandemia da covid-19, no âmbito do projeto 'Everyday Covid', foram reunidas num livro, "um documento para memória futura", que é apresentado hoje em Lisboa.

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'Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência' é definido como "um documento para memória futura", é a materialização de um projeto que começou em março deste ano com uma página na rede social Instagrameverydaycovid, iniciada pelos fotojornalistas Gonçalo Borges Dias e Miguel A. Lopes.

A página funcionou, entre 16 de março e 13 de junho, como um diário visual. Ao longo de três meses, diariamente, iam sendo partilhadas imagens relacionadas com a pandemia da covid-19, "estruturadas em vários formatos: reportagem, documental, retrato de sociedade e diários caseiros", captadas por jornalistas e fotojornalistas, em Portugal e em Macau.

"O isolamento, o sentido de clausura, a nova realidade das máscaras, a dinâmica dentro dos hospitais, lares, desinfeções, momentos políticos e até funerais, são alguns dos temas retratados", lê-se no texto de apresentação do livro.

As imagens partilhadas na página de Instagram iam sendo selecionadas por um grupo de 'oito editores': André Dias Nobre, Angelo Lucas, Gonçalo Borges Dias, Gonçalo Delgado, João Pedro Almeida, Miguel A. Lopes, Rui Miguel Pedrosa e Rui Soares.

O grupo "reunia-se todas as noites, em videoconferência, para editar e escolher as fotografias a publicar, projetando também novas ideias para os dias seguintes".

Este projeto foi levado a cabo por profissionais que, "na sua maioria, estão em situações de trabalho bastante precárias, espelhando bem o cenário que se vive hoje em dia no jornalismo nacional --- um meio com futuro incerto e angustiante para quem faz dele profissão".

projeto Everyday Covid "foi levado a cabo sem qualquer incentivo financeiro, apenas motivado pela necessidade fulcral de informar e registar, para memória, a luta e as respostas dos portugueses face à pandemia, para que o futuro não esqueça".

O livro, que é apresentado às 18:30 no Palácio Nacional da Ajuda, inclui mais de 500 fotografias de 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses.

'Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência', uma edição de autor que tem "um primeiro caderno em Braille e contém um QR Code e um 'link' que permitem ouvir as legendas das fotografias", pode ser comprado 'online', através do site www.everydaycovid.pt.

 

14
Dez20

Apresentado livro que "troca Covid em miúdos" para crianças guineenses

Niel Tomodachi

A organização não-governamental para o desenvolvimento Afetos com Letras apresentou hoje em Bissau, no Centro Cultural Português, o livro 'Coronavírus, um livro para Crianças - Covid trocada em miúdos', para ajudar os mais pequenos a perceber a doença.

naom_530f2605af7a3.jpg"A'Covid trocada em miúdos' é um livro de autoria britânica que surgiu no início da pandemia e que tem como objetivo principal descomplicar o que entrou na nossa vida de uma forma irreversível e que atinge o nosso quotidiano de uma forma muito forte", afirmou Joana Benzinho, presidente da Afetos com Letras, numa mensagem virtual.

A editora britânica Nosy Crow cedeu os direitos em exclusividade à Afetos com Letras, com o "compromisso de o livro ser de acesso universal e gratuito", explicou Joana Benzinho.

Para já foram impressos 3.000 exemplares do livro, direcionado a crianças entre os 5 e os 10 anos, e a sua distribuição vai ser feito em escolas e bibliotecas na Guiné-Bissau.

O projeto obteve o apoio do Fundo de Pequenos Projetos da embaixada de Portugal na Guiné-Bissau, do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e está integrado na Quinzena dos Direitos Humanos, cujo dia foi assinalado no dia 10.

O embaixador de Portugal, José Caroço, destacou que "as crianças que são verdadeiras esponjas e absorvem tudo o que se passa em seu corredor, podem ser veículos multiplicadores e lembrar aos mais velhos, aos pais e familiares sobre os cuidados a ter".

"É absolutamente importante e fundamental que as crianças hoje, desde muito cedo, saibam, percebam, apreendam e assimilem no fundo como é que devemos lidar com uma pandemia como esta que estamos a enfrentar, precisamente para a superar e vencê-la com sucesso", disse.

O embaixador de Portugal destacou também o trabalho que o Alto Comissariado para a Covid-19 tem estado a fazer na Guiné-Bissau.

Presente na cerimónia esteve também o secretário-geral do Alto Comissariado para a Covid-19 na Guiné-Bissau, Plácido Cardoso, que considerou que o livro tem um "grande valor pedagógico".

"Este livro representa um esforço complementar aos esforços do alto comissariado para a resposta à covid-19 na Guiné-Bissau", afirmou.

Segundo os dados do Alto Comissariado para a Covid-19, o país registou desde o início da pandemia 2.444 casos positivos.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.612.297 mortos resultantes de mais de 72,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

25
Jul20

Portugal cria a primeira máscara no mundo que elimina o novo coronavírus

Niel Tomodachi

É uma inovação a nível global, fruto de meses de testes e estudos. Está já à venda online e em lojas.

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É uma verdadeira inovação mundial, made in Portugal. Empresários, cientistas e académicos portugueses uniram-se num projeto para desenvolver a primeira máscara a nível mundial com capacidade de eliminar o novo coronavírus.

Segundo explica a “SIC Notícias” numa reportagem, o projeto implicou mais de dois meses de testes, que acabaram por confirmar que as máscaras são de facto únicas no mundo.

Susana Serrano, CEO da Adalberto, explica ao canal que as máscaras têm um tratamento repelente, anti-gotas e ainda um tratamento anti-viral. Podem ser lavadas e têm um tempo de utilização de pelo menos um ano.

Segundo um comunicado divulgado já este sábado, 25 de julho, as empresas que se uniram neste projeto confirmam a novidade: a máscara MOxAdTech superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, que a tornam na primeira máscara com capacidade de inativar o vírus que causa a Covid-19. A máscara reutilizável de elevado desempenho já estava à venda e já tinha o comprovativo de proteção microbiana, acrescentando agora a capacidade do tecido de inativar o vírus SARS-CoV-2.

A MOxAd-Tech, que resultou inicialmente da cooperação entre a fabricante Adalberto, a retalhista de moda MO da Sonae Fashion, o iMM, o centro tecnológico CITEVE, e a Universidade do Minho assume-se, assim, como a primeira máscara que inativa o vírus. A máscara beneficia de um revestimento inovador que neutraliza o vírus SARS-CoV-2 quando este entra em contacto com o tecido, efeito que se mantém mesmo depois da realização de 50 lavagens. 

As máscaras estão à venda no site da Adalberto ou da MO, e começam nos 9,50€. Está também disponível em lojas Continente e Well’s.

12
Jun20

Estas máscaras levam-no numa viagem — e ainda o mantêm seguro

Niel Tomodachi

Tudo começou quando as fronteiras começaram a impor limites às viagens organizadas pela I Go Travel, mas a iniciativa solidária quebrou com todas as fronteiras para ajudar quem precisa.

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As crises têm tanto de mau como de surpreendente, e a capacidade de os portugueses se reinventarem já não é surpresa. E uma das empresas a mostrar essa capacidade de dar a volta é a I Go Travel, uma empresa de apoio e consultoria a viagens e eventos, que além de se confrontar com as necessidades de uma sociedade a precisar de mais proteção, não quis parar de trabalhar numa altura em que os aviões estavam em terra e muitas viagens foram canceladas.

Andreia Augusto, fundadora da I Go Travel decidiu converter o material de bolsas de documentação em máscaras solidárias. "Consciente de que as viagens iriam parar nos próximos meses, entendi no imediato que o tecido/material 100% algodão e feito em Portugal iria servir para ajudar parte de um nicho de pessoas que estavam a precisar", conta à MAGG.

Foi então que os tecidos onde antes se guardavam documentos para realizar os sonhos dos viajantes, passaram a ser máscaras cujas ilustrações, alusivas às viagens, não permitem esquecer que quando as restrições acabarem, o prazer de voar vai continuar. A transformação das bolsas para máscaras foi feita em conjunto com a Fiappo, marca portuguesa e de fabrico sustentável.

Mas afinal, o que significa isto de serem sustentáveis? O tecido original é feito com materiais produzidos em Portugal, o que já ajuda a diminuir a pegada de carbono, mas todo o processo torna estas máscaras solidárias mais sustentáveis: "Foi tudo reaproveitado e feito manualmente", refere a Ceo da I Go Travel, acrescentando que as máscaras são laváveis e reutilizáveis, incluindo ainda um filtro para seguir as instruções da DGS.

Máscaras para ajudar quem mais precisa

Depois de planeado este D.I.Y em modo profissional, estava na altura de decidir para quem, entre as várias entidades que poderiam precisar de um reforço de material, iria beneficiar da iniciativa solidárias.

Decidiram oferecer máscaras à Associação Portuguesa dos Tripulantes de Cabine (APTCA), por saber que estavam em falta e por transportarem 80% dos clientes da empresa. Mas distribuiram também por outras instituições, como é o caso da ERPI O Bom Samaritano (um lar pertencente à IPSS Monte Horebe) que, naturalmente, lida com um dos grupos mais vulneráveis à COVID-19

Para além da associação e do lar, também a Junta de freguesia de Arroios e a Associação de solidariedade social de Espadanedo receberam as máscaras solidárias.

No entanto, a procura não ficou pelas instituições. É que numa altura em que todos precisamos de máscaras e a corrida aos padrões mais originais está em marcha, vários foram os clientes que pediram uma "bolsa de documentação" em forma de máscara.

"Oferecemos as que tínhamos com todo o gosto", refere a Ceo Andreia Augusto. "Não queremos ter qualquer tipo de lucro com esta acção. O nosso objectivo foi exclusivamente reutilizar para ajudar. Podemos eventualmente produzir mais e vender mas com o objectivo de dar o lucro a quem precisar", esclarece Andreia Augusto, Ceo & Founder da I Go Travel.

07
Jun20

Vem aí um livro que responde às grandes perguntas sobre o novo coronavírus

Niel Tomodachi

Escrito pelo jornalista russo Igor Prokopenko, é publicado a 17 de junho, pela editora Marcador.

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O Grupo Editorial Presença e a Marcador voltam a publicar novidades a partir de 17 de junho, após terem interrompido a agenda e a logística de lançamentos devido à pandemia do novo coronavírus.

É precisamente esse o tema do trabalho com o qual regressam à atividade. “Coronavírus: um Vírus Assassino”, do jornalista russo Igor Prokopenko, será publicado no dia 17. Trata-se de uma abordagem completa sobre a pandemia que se vive atualmente em quase todo o mundo.

 

“Quero compreender e ajudar os leitores a compreenderem. Por isso, para que o livro seja útil e fidedigno ao máximo, organizei-o sob a forma de respostas às perguntas mais comuns que me enviam”, refere o autor, em comunicado.

Algumas perguntas são respondidas na obra, tais como: “O que dizem os participantes e as testemunhas oculares da tragédia de Wuhan?”; “Há alguma razão para dizer que o número real de vítimas do novo coronavírus é dez vezes maior e que cresce rapidamente?”.
 

“Estará a humanidade no limiar de uma pandemia letal?” ou “como se proteger de uma doença terrível?” são outras das questões respondidas. O livro irá custar 12,51€.

02
Jun20

5 truques para perder os quilos que ganhou durante o confinamento

Niel Tomodachi

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Nos últimos meses foram de várias mudanças para quase toda a gente e isso traz, muitas das vezes, uma carga enorme de stress. Para muita gente, o refúgio está na comida e a compulsão alimentar torna-se rotina, contribuindo para o aumento de peso. Tenha sido este o seu cenário ou outro, acabando por ganhar quilos extra, há forma de recuperar.

Atenção: não implica deixar de comer ou fazer dietas restritivas. Há pequenos hábitos que deve garantir que cumpre diariamente e, quando der por isso, já alcançou o peso normal — ou até mais —, garante a nutricionista Sónia Marcelo.

Um deles é algo tão simples como comer mais devagar. “Desde o momento em que o estômago está cheio até à sensação de saciedade chegar ao cérebro é necessário um período mínimo de 20 minutos. Portanto, se a refeição demorar menos que este tempo acabamos por ingerir mais alimentos”, revela a também autora do blogue “Dicas de Uma Dietista“.

Pode parecer simples, assim como os truques seguintes, mas vão fazer toda a diferença. E mais importante: vão tornar o processo natural e sem pressões. Tome nota.

1. Nunca saltar a refeição do pequeno-almoço

Pode parecer estranho este ser o primeiro truque para perder os quilos a mais, mas fará toda a diferença nesse objetivo. Se não fizer a primeira refeição do dia, vai ter ainda mais fome nas refeições seguintes e acaba por escolher alimentos menos saudáveis. Portanto. será um ciclo sem fim.

2. Privilegiar o consumo de alimentos saciantes

Segundo a nutricionista, o consumo de proteína (como carne, peixe, ovos, leite e derivados, feijão e grão, por exemplo) e fibras (como frutas, vegetais, leguminosas, sementes e cereais integrais) às refeições permite uma maior sensação de saciedade e atrasam o esvaziamento gástrico. Ou seja, ajuda a controlar o apetite durante mais tempo, o que é muito importante neste processo.

Privilegie os alimentos saciantes.

3. Estabelecer horários

“Definir horários é fundamental para criar uma rotina saudável”, diz à NiT a autora do blogue “Dicas de Uma Dietista”. Já o era antes do confinamento, mas agora ainda ganhou mais importância, já que foi algo que se perdeu durante o tempo em que esteve fechado em casa. Por isso, uma das primeiras coisas que deve fazer é comprometer-se a não ficar mais de três a quatro horas sem comer — pode recordar o artigo com sugestões de snacks. E não se esqueça: deve fazer entre cinco a seis refeições por dia.

4. Não comer durante atividades

Há vários estudos que confirmam que comer enquanto está a fazer alguma atividade, como um jogo, enquanto vê um filme, assiste a um programa de televisão ou lê um livro, pode contribuir para o aumento de peso. No fundo, a ingestão alimentar é superior ao que seriam as necessidades reais se estivesse a comer sem distrações pelo meio.

5. Dormir entre seis a oito horas

Quem pensa que emagrecer depende apenas dos alimentos que se dá ao corpo, está enganado. A especialista relembra que poucas horas de descanso aumentam o apetite por alimentos menos saudáveis, o que não ajuda em nada. Portanto, tente manter um horário estável para se levantar e ir dormir. Acredite ou não, fará a diferença.

“Mas ainda não sei exatamente que alimentos devo ter em casa”, argumenta o leitor. A primeira coisa que deve saber que não tem de colocar de lado todos os seus pratos e doces favoritos. Da carbonara à feijoada, passando por doritos e Nutella, existe sempre uma forma de criar uma versão saudável — a NiT já partilhou várias neste artigo.

Depois, existem, claro, alimentos-chave que deve ter na sua lista de compras. Tratam-se de alimentos versáteis que garantem conseguir manter uma alimentação saudável a longo prazo. Os flocos de aveia e a batata doce são dois deles.

25
Mai20

Japão vai comparticipar viagens a turistas que queiram visitar o País

Niel Tomodachi

A notícia surge depois de o país ter anunciado que o turismo no país caiu em 99,9% desde abril, altura em que foram fechadas as fronteiras à Europa e a outros países como os Estados Unidos e a China.

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Com o objetivo de voltar a potenciar o turismo no país após a pandemia, o Japão prepara-se agora para criar um plano especial que possa financiar uma parte das despesas de viagem do turistas. O anúncio foi feito esta segunda-feira, 25 de maio, numa altura em que o Japão revelou que o turismo no país caiu em 99,9% desde o início de abril — em grande parte, motivado pelo fecho de fronteiras a países como os Estados Unidos, a China, a Coreia do Sul e quase toda a Europa na tentativa de controlar o surto.

"O governo está a planear potenciar o turismo doméstico ao financiar uma parte das despesas referentes às viagens até ao Japão assim que o surto do novo coronavírus começar a ser controlado", anunciou um dos responsáveis do departamento de turismo do país, Hiroshi Tabata, citado pelo jornal "Japan Times".

Este novo programa, que deverá envolver um total de 12 mil milhões de dólares, deverá começar a ser aplicado já no início de julho se, à semelhança do que tem acontecido até agora, os casos de infeção por COVID-19 continuarem a decrescer.

Apesar do anúncio, não se sabe exatamente de que forma é que o plano irá ser aplicado, que tipo de despesas vai englobar e se todas as viagens, das várias partes do mundo, são elegíveis para o plano.

À data da publicação deste artigo, o Japão regista já 16.550 casos de infeção e 820 mortes pelo novo coronavírus.

24
Mai20

Covid-19: UNICEF Portugal lança inquérito para perceber impacto nas crianças e nos seus agregados familiares

Niel Tomodachi

Um inquérito dirigido a todos os pais e encarregados de educação que tenham, no seu agregado familiar, crianças e jovens dos 0 aos 17 anos.

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A UNICEF Portugal elaborou um inquérito, anónimo e confidencial, no âmbito da pandemia da Covid-19, dirigido a mães/pais e filhos com idades compreendidas entre os 0 e os 17 anos.

O inquérito, com uma versão dirigida aos menores de idade e outra aos pais e encarregados de educação responsáveis por estes menores, tem como objetivo:

- Conhecer o impacto da Covid-19 na rotina de crianças e jovens e na defesa dos seus direitos

- Perceber a resposta das famílias, face à pandemia, no que diz respeito ao acompanhamento escolar, ao acesso à alimentação, à gestão das relações familiares, entre outros.

Para contribuírem com a sua experiência e darem a sua opinião, as famílias podem aceder aos questionários através das redes sociais da UNICEF Portugal ou através dos links:

  • Inquérito para as crianças: Aqui
  • Inquérito para os pais e encarregados de educação: Aqui

 

A UNICEF Portugal apela à participação de todas as famílias, incluindo crianças e jovens entre os 0 e os 17 anos, para que seja possível identificar os problemas resultantes da Covid-19, recolhendo sugestões que possibilitem a sua resolução futura ou a minimização do seu impacto.

https://www.unicef.pt/actualidade/noticias/inqueritos-efeitos-covid-10/

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