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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

12
Jul22

É um balão? Um drone? Um ET? Bem-vindo ao universo dos óvnis

Niel Tomodachi

Depois do Pentágono, também a NASA se vai dedicar a estudar fenómenos aéreos não identificados. O tema tem vindo a ganhar peso e seriedade, mas continua a haver mais dúvidas do que certezas. No limite, é a própria segurança dos países que está em causa.

Já te aconteceu começares a fazer perguntas sobre óvnis (objetos voadores não identificados) e deparares-te com alguém que desvaloriza o assunto e que até usa o argumento de que “essas coisas de extraterrestres” não existem? Podes avisá-los de que a própria NASA se vai dedicar a um estudo aprofundado sobre o tema. A agência espacial norte-americana anunciou, durante o mês passado, o lançamento de um novo projeto que recrutará cientistas de topo para examinar fenómenos aéreos não identificados.

“Ao longo de décadas, a NASA respondeu à chamada
para enfrentar alguns dos mistérios mais desconcertantes que conhecemos
e isto não é diferente”

Daniel Evans
Cientista da NASA

 

Responder à chamada:

 

A missão arranca no início do outono e tem uma duração prevista de nove meses. Nota que esta é a primeira vez que a agência se dedica oficialmente à investigação de fenómenos inexplicáveis no céu. “Ao longo de décadas, a NASA respondeu à chamada para enfrentar alguns dos mistérios mais desconcertantes que conhecemos e isto não é diferente”, explicou Daniel Evans, o cientista da NASA responsável pela coordenação do estudo.

O momento escolhido não é um acaso. Apesar de ter sido durante muito tempo um ramo de investigação malvisto – sendo que as várias investigações feitas ao longo das décadas não chegaram a conclusão nenhuma -, o estudo de óvnis tem vindo a ser progressivamente aceite pelas instituições governamentais. A prova é que, ainda recentemente, o Congresso americano (órgão legislativo do país) realizou uma audiência pública sobre o tema.

 

Extraterrestres, a eterna questão:

 

O próprio Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, já tinha criado um “Grupo de Sincronização de Gestão e Identificação de Objetos Aerotransportados” para estudar óvnis. Mais: no ano passado, um relatório dos serviços de inteligência americanos catalogou 144 avistamentos nos céus sem qualquer explicação racional. Em 18 deles, as testemunhas terão mesmo notado padrões “incomuns” de movimento ou características de voo. Os resultados reportaram-se a um período de 20 anos e tinham por base testemunhos de pilotos militares.

Quer isso dizer que os extraterrestres existem mesmo? Ainda não é desta que te vamos esclarecer. É que se por um lado as autoridades americanas ainda não encontraram vestígios de uma possível origem alienígena (pelo menos que se saiba), o tal relatório apresentado no ano passado também não excluiu completamente essa possibilidade. Dá que pensar, não é?

 

Dúvidas e espiões:

 

Certo é que o facto de um objeto não ser identificado não significa que seja alienígena. Estima-se que uma boa parte dos avistamentos relatados por pilotos tenham por base drones, balões meteorológicos ou até meros problemas em sensores. Já outros, bom, outros são mais difíceis de ser explicados.

O próprio Barack Obama, antigo presidente dos EUA, reconheceu numa entrevista que “há imagens e registos de objetos nos céus” que não se sabe exatamente o que são. “Não podemos explicar como se moveram ou a sua trajetória.” Depois, ainda entra aqui outra questão, relacionada com a segurança nacional. E que tem a ver com a possibilidade (até hoje não provada) de um rival estratégico, como a China ou a Rússia, realizar espionagem com tecnologia desconhecida. O que também poderia explicar a existência de alguns destes objetos inquietantes que circulam pelos céus. Daí que a pressão política para se obterem respostas cada vez mais concretas seja crescente. To be continued.

 

(S)

29
Out21

Homo bodoensis: Cientistas designam nova espécie humana ancestral

Niel Tomodachi

Os paleo-antropólogos dizem que o anúncio do Homo bodoensis, antepassado direto dos humanos, pode ajudar a compreender um capítulo da evolução humana que é ainda mal compreendido.

O Homo bodoensis viveu no período que foi a base para o surgimento do Neandertal (na foto) na Europa, e do Homo sapiens em África

Uma equipa internacional de investigadores anunciou esta quinta-feira a designação para uma nova espécie ancestral de humanos, o Homo bodoensis, considerando esta classificação determinante para o conhecimento da evolução humana há cerca de meio milhão de anos.

“Falar sobre a evolução humana durante este período era impossível devido à falta de uma terminologia adequada que reconhecesse a variação geográfica humana”, explicou a paleo-antropóloga Mirjana Roksandic, da Universidade de Winnipeg, Canadá, que liderou a equipa de investigação.

De acordo com as conclusões do estudo, anunciado em comunicado pela universidade canadiana, o Homo bodoensis viveu em África durante o período do Pleistoceno Médio, há cerca de meio milhão de anos, e pode ser considerado um antepassado direto dos humanos modernos.

O Pleistoceno Médio é considerado como estando na base do surgimento do Homo sapiens (a espécie humana atual) em África e do Homo neanderthalensis na Europa.

No entanto, o capítulo da evolução humana nesta época específica é ainda mal compreendido, um problema que os paleo-antropólogos chamam de “confusão do meio”, considerando que o anúncio do Homo bodoensis pode agora ajudar a clarificar.

A nova designação é baseada numa reavaliação dos fósseis desse período descobertos em África e na Eurásia.

O nome bodoensis deriva de um crânio encontrado em Bodo D’ar, na Etiópia, e deverá ser aplicada aos humanos do Pleistoceno Médio de África e a alguns do sudeste da Europa, enquanto muitos do continente europeu serão reclassificados como Neandertais.

“Nomear uma nova espécie é um grande avanço, já que a Comissão Internacional de Nomenclatura Zoológica permite mudanças de nome apenas perante regras muito estritamente definidas”, adiantou Mirjana Roksandic.

Para Christopher Bae, investigador da Universidade do Havai e um dos autores do estudo, a introdução desta nova designação vai “cortar este nó górdio, permitindo uma comunicação clara sobre este importante período da evolução humana”.

 

24
Out21

Uma descoberta revolucionária: o processo avançado de mumificação pode ter começado mil anos antes do que se acreditava

Niel Tomodachi

Um grupo de arqueólogos terá encontrado o corpo de um nobre do Reino Antigo egípcio, mumificado e preservado com técnicas que se julgava só terem começado a ser utilizadas mil anos depois.

A descoberta vai ser detalhada e explicada ao pormenor numa série documental da National Geographic, intitulada "Tesouros Perdidos do Egito"

É uma revelação que pode obrigar a rever todo o conhecimento histórico sobre a mumificação e o antigo Egito: de acordo com uma descoberta recente de arqueólogos, o processo de mumificação sofisticada dos mortos no Egito antigo pode ter começado mil anos antes do que até aqui se acreditava.

A descoberta em questão remonta a 2019: um grupo de investigadores terá encontrado um corpo preservado de um antigo nobre egípcio chamado Khuwy. O processo da mumificação do seu corpo aparenta ter um grau de sofisticação (entre outras coisas, também pela qualidade do material usado) que só se acreditava ter começado a verificar-se cerca de mil anos depois.

Khuwy viveu no período na V Dinastia egípcia, no período do Império Antigo (2686-2181 a.C.). A descoberta do seu corpo — e as conclusões que se podem tirar do processo de preservação do seu corpo — não indicariam apenas que se encontrou uma das múmias egípcias mais antigas já descobertas. Provaria, também, que as técnicas de mumificação já eram altamente avançadas naquele período, há quase quatro mil anos, como explica o jornal britânico The Guardian.

Esta descoberta vai ser detalhada e explicada ao pormenor numa série documental da National Geographic intitulada “Lost Treasures of Egypt”, em português “Tesouros Perdidos do Egito” — mais concretamente, no quarto episódio da série, que começará a ser transmitida em novembro.

Uma especialista no processo de mumificação, a académica e líder do departamento de Egiptologia da Universidade Americana do Cairo Salima Ikram, afirmou ao The Guardian que “caso se trate efetivamente de uma múmia do Reino Antigo, todos os livros sobre mumificação e a história do Reino Antigo terão de ser revistos”.

Para se perceber melhor o valor histórica da descoberta (a confirmar-se), Salima explicava que “até agora pensávamos que a mumificação era relativamente simples durante o Reino Antigo”, por exemplo “sem remoção do cérebro e apenas ocasionalmente com remoção dos órgãos internos”. Julgava-se que se dedicava mais atenção “à aparência exterior” da múmia do que ao interior. A descrição do estado do corpo encontrado e do seu método de preservação enquadra-se mais, explicava, “nas múmias encontradas mil anos depois”.

 

20
Out21

É possível estarmos felizes e tristes ao mesmo tempo? A ciência diz que sim

Niel Tomodachi

Parece um contra-senso, mas um dos maiores psicólogos mundiais garante que é uma realidade. E o filme “A Vida é Bela” tem dado uma ajuda.

Há coisas que são incomuns e ao mesmo tempo universais. É o que nos acontece naqueles momentos em que estamos felizes e, em simultâneo, não conseguimos evitar uma certa sensação de tristeza. O cérebro humano é profundamente complexo, sobretudo quando entramos no campo das emoções, que são cada vez mais estudadas. É isso que está a acontecer com este estado emocional específico, em que duas coisas tão antagónicas coincidem.

Pense, por exemplo, naquelas etapas marcantes da sua vida. Como o dia em que acabou o curso. Está a festejar uma conquista e ao mesmo tempo já sente uma certa nostalgia, ao dizer adeus a colegas que durante aqueles anos foram presença diária na sua vida. Pode acontecer quando mudamos de cidade ou para um novo emprego. Pode acontecer com aquele orgulho de pais que veem um filho partir para longe, atrás de algo pelo qual lutou. Sente-se a felicidade e o orgulho mas também aquela sensação estranha de ver alguém que cresceu e vai continuar o seu caminho noutro lugar.

“Os seres humanos têm as mentes mais sofisticadas da história do planeta e temos essas mentes complexas, em parte porque vivemos num mundo complexo”, explica à “Today”, Jeff Larsen, psicólogo da Universidade do Tennessee, nos EUA. “Por mais que gostemos que os estímulos e eventos venham até nós um de cada vez, não é assim que o mundo funciona. Podemos receber boas e más notícias no espaço de um minuto”. É a inevitabilidade da vida a acontecer e o nosso cérebro a reagir.

Para o psicólogo, é importante distinguir que este estado emocional não é o mesmo daquilo a que se chama de “depressão sorridente”. Este não é um diagnóstico médico, mas caracteriza pessoas que sofrem com sintomas de depressão e conseguem mascará-la num sorriso.

Ainda assim, Larsen explica que, dada a complexidade das emoções, as pessoas por vezes têm tendência a retrair-se. É um erro, já que este misto de emoções pode também ter algo importante para nos ensinar.

A pergunta que fazemos no título, sobre se é possível estarmos felizes e tristes ao mesmo tempo, começa a ter uma resposta já com certezas científicas: sim. “Normalmente, a paisagem emocional é definida de tal forma que estamos a sentir uma coisa ou outra, ou nenhuma. Existem momentos onde podemos sentir ambos, e esses momentos são poucos e distantes entre si, mas são interessantes”, acrescenta o especialista.

Nas duas décadas que leva a estudar a matéria, o conceituado psicólogo americano percebeu que grande parte de nós respondem facilmente que sim a esta pergunta. Ainda assim, não é fácil tentar discernir o momento exato em que tal acontece.

Há uma experiência em particular que Larsen tem repetido ao longo do tempo e para a qual conta com um aliado que já quase toda a gente viu (até mais do que uma vez). Falamos de “A Vida é Bela”, filme vencedor de três Óscares em 1999, incluindo melhor filme estrangeiro e melhor ator. A felicidade do ator e realizador Roberto Begnini foi bem visível naquela noite, numa caminhada para o palco em cima das cadeiras.

O filme é daquelas obras que se tornaram um clássico. No centro da história, está um pai, judeu, que é forçado a ir para Auschwitz com o filho. Perante o horror de um campo de concentração, ele tenta dar momentos de humor ao filho. Mais do que sobreviver, procura que seja a infância do filho a sobreviver.

Nas suas experiências, Larsen coloca pessoas a assistirem ao filme, com acesso a dois botões diferentes: um para assinalar momentos de tristeza, outro para os momentos em que se sentem felizes. Se dúvidas houvesse, o filme ajuda a esclarecer: metade dos participantes no estudo a dada altura carrega nos dois botões ao mesmo tempo. Acontece em poucos (e pontuais) momentos. Mas acontece. E todos nós nos identificamos com isso.

 

25
Jun21

Descoberta em Israel população de há mais de 100 mil que pode mudar história da evolução humana

Niel Tomodachi

Os fósseis pertencem a um grupo misterioso "de humanos extintos" e de "novo tipo de Homo". A origem dos neandertais passará assim pelo sudoeste asiático. Investigação foi publicada na revista Sicence.

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É uma descoberta que pode contribuir para tornar ainda mais complexo o entendimento generalizado sobre as origens e a história da evolução humana: um conjunto de fósseis desenterrados em escavações feitas em Israel, perto da cidade de Ramla, permitiu identificar que há perto de 120 mil a 140 mil anos vivia no sudoeste asiático uma população até hoje desconhecida de hominídeos arcaicos.

Foram encontrados ossos fossilizados que “muito possivelmente pertenceram a um grupo de humanos extintos que viveu no Levante há mais de 100 mil anos”, isto é, que viveu algures na região oriental que incluía pelo menos os atuais territórios da Síria, Jordânia, Israel, Palestina, Líbano e Chipre.

As escavações foram feitas na sequência de uma investigação agora publicada na revista Science. A investigação é liderada por Israel Heshkovitz, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, tendo participação de investigadores espanhóis. Esta população local de humanos agora identificada terá ocupado a região entre 120 mil a 420 mil anos.

As descobertas nas escavações, feitas no antigo local pré-histórico Nesher Ramla, terão surpreendido os arqueólogos, de acordo com os relatos nos meios de comunicação internacionais. A cerca de oito metros da superfície foram encontrados vestígios de ferramentas de pedra e de grandes quantidades de ossos de animais, como cavalos e gamos, mamíferos da família dos cervídeos, de pele mosqueada e cauda comprida.

A descoberta mais impressionante foi, porém, a dos ossos que indiciam a existência de uma população que continha características combinadas de neandertais e dos primeiros humanos — o que distinguia esses seres dos Homo sapiens que viveram naquela região no mesmo período de história.

Não sendo possível afirmar ainda que se trata de uma nova espécie, esta população de Nesher Ramla terá sempre um papel importante e novo para a história da evolução humana, que acrescenta que a anatomia dos ossos é mais primitiva do que a de neandartais, que viviam na mesma época na Eurásia, e do que a dos Homo sapiens, que viviam na região oriental do Levante.

A ideia que temos é que o que encontrámos aqui foram restos dos últimos sobreviventes de uma população que contribuiu para o desenvolvimento dos neandertais. Eles viviam ao lado dos Homo sapiens”, refere Yossi Zaidner, da Universidade Hebraica de Jerusalém, citado pelo The Guardian.

 

Quem também se pronunciou sobre o estudo foi José María Bermúdez de Castro, coordenador do programa de Paleobiologia do Centro Nacional de Investigação Sobre a Evolução Humana (CENIEH) em Espanha e um dos autores envolvidos.

José María Bermúdez defendeu: “A população de Nesher Ramla pode estar relacionada com a origem de alguma das vagas migratórias que chegaram à Europa durante o plistoceno médio, já com notáveis influências neandertais na morfologia. A conclusão mais importante é que a origem dos neandertais não está na Europa, mas nesta região do sudoeste asiático”.

Ou seja, a confimar-se esta descoberta, os livros de história vão ter de ser reescritos.

 

11
Mar21

Prémio Pessoa 2020 atribuído à cientista Elvira Fortunato

Niel Tomodachi

A investigadora é distinguida por um conjunto de invenções entre as quais a criação do primeiro ecrã transparente a partir de materiais sustentáveis.

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investigadora Elvira Fortunato venceu o Prémio Pessoa 2020, anunciou hoje o júri, numa transmissão online.

Cientista, professora catedrática e Vice-Reitora da Universidade NOVA de Lisboa, especialista em Microelectrónica e Optoelectrónica, Elvira Fortunato é  engenheira de formação e no seu currículo figura uma lista de invenções e inovações "onde se destaca o transístor de papel", refere a ata do Prémio Pessoa 2020.

"A ideia de usar o papel como um material eletrónico abriu portas, em 2016, para futuras aplicações em produtos farmacêuticos, embalagens inteligentes ou microchips recicláveis, ou até páginas de jornal ou revistas com imagens em movimento", sublinhou Francisco Pinto Balsemão, presidente do júri, na declaração do anúncio do vencedor. 

"A ciência e a inovação são sinónimos de Elvira Fortunato", referiu ainda o presidente, acrescentando que "o trabalho pioneiro na área da eletrónica transparente, usando materiais sustentáveis e com processamento completo à temperatura ambiente é de grande impacto na indústria eletrónica mundial. Tudo isso lhe valeu o prémio Horizont Impact Award 2020, atribuído pela Comissão Europeia".

Elvira Fortunato, sublinhe-se ainda, é a promotora de uma plataforma associada à eletrónica flexível que recorre a materiais eco-sustentáveis e facilmente recicláveis. Estes têm como objetivo promover as interfaces e sistemas de comunicação de baixo custo e mais ajustadas a um futuro duradouro.

"Graças a um percurso académico nacional e internacional de grande consistência, Elvira Fortunato tem revelado uma exemplar capacidade para enfrentar os problemas das relações entre o Estado e as empresas, assim como entre a investigação e a tecnologia, estimulando o trabalho de cooperação entre instituições", vincou Francisco Pinto Balsemão.

Com efeito, ao "atribuir-lhe o Prémio Pessoa 2020, o júri consagra uma carreira de excecional projeção, dentro e fora do nosso país, mas também reconhece um contributo notável para o desenvolvimento português científico, tecnológico e de inovação"

O Prémio Pessoa é uma iniciativa do semanário Expresso e da Caixa Geral de Depósitos, e visa "representar uma nova atitude, um novo gesto, no reconhecimento contemporâneo das intervenções culturais e científicas produzidas por portugueses".

O júri deste ano foi composto por Francisco Pinto Balsemão (presidente), Emílio Rui Vilar (vice-presidente), Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Eduardo Souto de Moura, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

O anúncio do Prémio Pessoa 2020 deveria ter acontecido em dezembro, mas foi adiado para hoje, por causa da pandemia da covid-19.

Entre os vários galardoados com este prémio, desde que foi instituído, em 1987, contam-se personalidades como José Mattoso, António Ramos Rosa, Maria João Pires, Menez, António e Hanna Damásio, Herberto Helder (que o recusou), Vasco Graça Moura, João Lobo Antunes, José Cardoso Pires, Eduardo Souto Moura, João Bénard da Costa, Sobrinho Simões, Mário Cláudio, Luís Miguel Cintra, Maria do Carmo Fonseca, Eduardo Lourenço, Maria Manuel Mota, Richard Zenith, Manuel Aires Mateus, Rui Chafes, Frederico Lourenço e Tiago Rodrigues.

Em reação, Elvira Fortunato sublinhou a importância desta distinção como um reconhecimento do seu trabalho e, sobretudo, da ciência, admitindo que tem um valor especial por carregar o nome de Fernando Pessoa.

(S)

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