Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Out21

OUTUBRO ROSA | 6 LIVROS ESSENCIAIS PARA (AJUDAR A) COMBATER O CANCRO DA MAMA

Texto by Bertrand

Niel Tomodachi

snews.png

Em outubro, enquanto as folhas das árvores se pintam de laranja, as redes sociais pintam-se de cor-de-rosa. Conhecido como "Outubro Rosa" (Pink October), este movimento importado dos Estados Unidos da América na década de 90, tem como objetivo "homenagear as mulheres com cancro da mama, sensibilizar para a prevenção e diagnóstico precoce e apoiar a investigação nesta área" (Liga Portuguesa Contra o Cancro). Ao longo do mês, é assinalado com três datas importantes - o Dia Mundial do Cancro da Mama Metastático a 13 de outubro, o Dia da Saúde da Mama a 15 de outubro e o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama a 30 de outubro. 

 

Porquê o cancro da mama?

Segundo os dados estatísticos mais recentes, o cancro da mama é o mais prevalente em Portugal, sendo diagnosticados mais de 6 mil novos casos por ano. Contudo, desde que diagnosticado e tratado precocemente, tem uma taxa de cura superior a 90%. Para isso poder acontecer, é fundamental que as mulheres estejam informadas acerca desta doença, e que saibam como a prevenir e detetar.

Sugerimos, por essa razão, seis livros que contribuem para uma maior sensibilização e conhecimento do cancro da mama.

1. Mama - Manual de instruções

Escrito pela cirurgiã Dra. Kristi Funk - uma das maiores especialistas mundiais nesta área -, Mama - Manual de instruções tem como foco a prevenção e desmistificação do cancro da mama (sabia que o fator hereditário conta pouco?). Oferecendo uma série de estratégias para prevenir o cancro e para escolher o melhor tratamento possível caso este seja diagnosticado, é o guia indispensável para mulheres, de todas as idades, se protegerem e lutarem contra uma doença que pode ser prevenida, controlada e vencida.

 

2. Vida Anticancro

Escrito em colaboração entre o neurocientista David Servan-Schreiber e o médico oncologista Dr. Lorenzo Cohen, Vida Anticancro é o resultado de um dos maiores estudos feitos até hoje sobre o efeito do estilo de vida na prevenção e combate ao cancro. Centra-se naquilo a que os autores chamam a mistura dos seis, isto é, as seis áreas de intervenção preponderantes -  nomeadamente, a alimentação (os alimentos anticancro), o meio ambiente (ou seja, a redução de toxinas), o exercício físico, o combate ao stresse, o apoio social e o sono.

 

3. As que não morrem

Vencedor do Prémio Pulitzer 2020 na categoria de não ficção, As que não morrem é um testemunho de sobrevivência da aclamada poeta norte-americana Anne Boyer. Uma semana depois de fazer 41 anos, vivendo como mãe solteira, e com rendimentos modestos, foi diagnosticada com um agressivo tipo de cancro da mama. Para ela, a tragédia da doença foi também o despertar para uma nova perspetiva sobre mortalidade, dor e políticas de saúde marcadas por interesses económicos e desigualdades de género. Neste livro, reflete sobre estes e vários outros temas, sempre sem meias palavras.

 

 

 

4. 5 mudanças - Antes, Durante e Depois do Cancro

Segundo a OMS, um quarto da população portuguesa está em risco de desenvolver cancro até aos 75 anos. As taxas de sobrevivência à doença aumentam ano após ano, mas o que pode cada um de nós fazer para se prevenir ou evitar recidivas?  Em 5 Mudanças - Antes, Durante e Depois do Cancro, a nutricionista Magda Roma, fornece respostas muito concretas para quem está ainda a tempo de evitar um diagnóstico oncológico, mas também para quem se encontra numa fase pós-doença. À semelhança do Dr. Lorenzo Cohen, embora partindo de uma perspetiva focada na nutrição, a autora identifica cinco pilares que, na sua visão, sustentam a verdadeira mudança para uma vida mais equilibrada, saudável e feliz.

 

5. O que faço? Tenho cancro da mama

«Porquê a mim? O que faço agora? Como vou contar à minha família? Tenho de fazer quimioterapia? O meu cabelo vai cair?». O que faço? Tenho cancro da mama responde, numa linguagem clara e simples, a estas e a muitas outras perguntas, esclarecendo inúmeras dúvidas com as quais uma mulher com cancro da mama se depara.

 

6. Reconstrução mamária 

São cada vez mais as mulheres que sobrevivem a um cancro da mama, mas esta é apenas a primeira paragem de um longo caminho que estas mulheres vão percorrer e que poderá ter na reconstrução mamária a fase final. Com a leitura de Reconstrução mamária, irá encontrar as respostas às dúvidas mais frequentes sobre estes processos, bem como esclarecimentos sobre os possíveis procedimentos disponíveis no sistema de saúde ou com que profissionais de saúde se podem aconselhar aquelas que vão passar por estes momentos.

 

09
Out21

Mango lançou uma coleção solidária para apoiar investigação contra o cancro da mama

Niel Tomodachi

No ano passado, a marca conseguiu angariar mais de 175 mil euros, que foram inteiramente destinados à investigação contra a doença.

Em outubro de 2021, a Mango e a Fundação FERO voltam a unir forças por mais um ano na luta contra o cancro da mama. A marca espanhola lançou uma coleção solidária de peças de vestuário e acessórios, cujos lucros serão doados integralmente à organização que investiga esta doença.

Este lançamento coincide com o Mês de Consciencialização e Prevenção do Cancro da Mama, mas também com o Dia Internacional do Cancro da Mama, que se assinala a 19 de outubro.

mango
Duas propostas da linha solidária.
 

A linha solidária da Mango está desde 4 de outubro disponível online e numa vasta seleção de lojas em 20 países. É composta por três T-shirts, duas carteiras e uma bolsa da linha Woman, mas também por peças de vestuário na linha Mango Man. Tanto a roupa como os acessórios transmitem mensagens de força e esperança.

A coleção solidária lançada pela Mango no ano passado conseguiu angariar mais de 175 mil euros, que foram inteiramente destinados à investigação contra o cancro. A colaboração entre a marca espanhola e a Funcação FERO começou em 2008, quando as irmãs Penélope e Mónica Cruz desenharam uma T-shirt para colaborar na luta contra o cancro da mama.

 

 
08
Out21

Os sinais a que deve estar atenta (e como fazer o auto-exame) para evitar o cancro da mama

Niel Tomodachi

A idade é um fator a ter em conta, mas é importante não desvalorizar. E há uma forma bem simples de ir estando atenta.

O percurso da medicina é contínuo: nunca pára. É esse avanço que tem permitido que hoje em dia já seja possível enfrentar doenças que noutros tempos eram autênticas sentenças. O cancro é um desses casos em particular. A simples palavra por si só já intimida. E no caso das mulheres, o cancro da mama é mesmo o tumor mais prevalente no sexo feminino. Todos já teremos vivido de forma mais ou menos próximas diagnósticos de cancro da mama.

Atualmente, a medicina dá-nos cada vez mais ferramentas, mas há um fator em particular que continua a poder fazer toda a diferença: descobrir o problema o quanto antes. É por isso que é importante não o desvalorizar. Pode ser o mais prevalente entre as mulheres. Mas o “prognostico é favorável quando diagnosticado precocemente”, como explica à NiT Inês Morujão, cirurgiã geral no Hospital CUF Descobertas e na Clínica CUF Alvalade.

Com a saúde, não há dúvida: o melhor é mesmo estar atento. Felizmente, este é um daqueles casos em que essa atenção é tão importante que anto acessível.

Antes de mais, a especialista realça que o cancro da mama “pode parecer em idades jovens, mas é mais frequente nas mulheres pós-menopáusicas”. Atenção: é possível também haver homens diagnosticados com cancro da mama. “É raro. Corresponde a cerca de 1 por cento das neoplasias masculinas”. Infelizmente, “tende a ser diagnosticado em fases mais avançadas, por desvalorização dos sintomas”.

Inês Morujão salienta que um diagnóstico precoce são necessários três fatores: ir fazendo a fazer um auto-exame mamário, reconhecer os sinais de alerta e realizar exames mamários.

“O auto-exame mamário deverá ser ensinado numa consulta médica ou de enfermagem a partir dos 18 anos”, defende. “O objetivo é aprender a conhecer a mama normal para poder identificar alterações, como, por exemplo, um nódulo que surja de novo”.

Nas mulheres em idade fértil, a melhor altura para realizar o autoexame é uma semana após terminar o período menstrual. Nas mulheres pós-menopáusicas pode ser realizado em qualquer altura do mês”, especifica.

Inês Morujão realça que existem várias formas de realizar o autoexame:

— Deve ser realizado em duas posições diferentes, em pé de frente para o espelho e deitada.
— Devemos utilizar as polpas dos dedos onde temos maior sensibilidade e percorrer toda a superfície da mama incluindo aréola e mamilo.
— Observe descontraída os seios ao espelho, primeiro com os braços para baixo e depois levantados.
— Procure alterações no contorno da mama, zonas de endurecimento, nódulos, “covinhas” na pele, mudanças de cor na pele e mamilo.
— Sinta. Este último passo deverá repetir também na posição deitada, para ajudar a definir alguma alteração que tenha notado em pé.

Se notar alguma alteração de novo, não é preciso entrar em pânico mas, e isto é muito importante, não desvalorize: “deverá contactar o seu médico de imediato”, alerta a médica.

Os “caroços”, as tais “covinhas” da pele ou alterações de cor são já sinais de alerta importantes. A especialista salienta que há outros a ter em conta, como invaginação (quando o mamilo está recolhido para dentro) ou retração (um desvio da posição normal do mamilo), uma assimetria mamária mais clara, um corrimento mamilar unilateral e hemático (seja de sangue claro ou escuro) ou até mesmo uma ferida na mama recente sem história de traumatismo prévio.

Este não é um daqueles casos em que um dos sinais isolados se possa desvalorizar. “Perante a descoberta de pelo menos um destes sinais devemos procurar ajuda médica para clarificar e orientar o diagnóstico”. Nunca é demais repetir: “devemos ter sempre presente que quanto mais cedo procurarmos ajuda, maior a taxa de sucesso para a resolução do nosso problema”.

Quando se devem realizar os primeiros exames mamários? A especialista dá algumas indicações: entre os 35 e 40 anos se assintomáticas e sem história familiar de cancro de mama; se tem história familiar, pode realizar o exame 10 anos antes do diagnóstico do familiar mais novo; no caso de mulheres que já tenham passado pela menopausa, é importante realizar exames anualmente.

Na sua experiência clínica, Inês Morujão sente que, atualmente, “as mulheres, especialmente as mais jovens, estão mais informadas e procuram ajuda especializada quando surgem as primeiras queixas mamárias”. É precisamente aqui que o auto-exame mamário tem feito a diferença.

“Em idades mais avançadas, tendencialmente, assistimos a uma desvalorização dos sinais de alerta”, lamenta. A idade não só é um fator a ter em conta. Ignorar ou desvalorizar pode levar a um diagnóstico tardio. E aqui o tempo é essencial: quanto mais cedo se identificar o problema, maior será a taxa de sucesso. “Não adie a procura de ajuda perante sintomas”, pede a médica. Por si e por quem lhe é próximo.

 

23
Out20

Marcas de beleza juntam-se para ajudar na luta contra o cancro da mama

Niel Tomodachi

A Estée Lauder Companies volta a focar-se no seu movimento global para angariar fundos, educar e sensibilizar as pessoas para a doença.

aa421d431ae219ab3721ee6eab3c2feb-754x394.jpg

Nunca se está à espera de ouvir que se tem um cancro — esta já é, sem dúvida, uma das palavras mais temidas deste século. Mas outubro é o mês de prevenção do cancro da mama, o que faz dele o momento ideal para ir finalmente àquela consulta que tem andado a adiar. Vivemos tempos difíceis, é verdade, e a pandemia é uma realidade que impacta todas as pessoas afetadas pela doença, que enfrentam maiores riscos e vulnerabilidades. 

Com o principal objetivo de reafirmar a importância do apoio e da entreajuda e reforçar a investigação médica e o acesso generalizado a cuidados de saúde, Estée Lauder Companies, que engloba várias marcas de beleza reconhecidas internacionalmente, volta a dedicar-se à sua grande Campanha Cancro da Mama. O objetivo, esse, é só um e está resumido na hashtag do movimento: #TimeToEndBreastCancer, ou seja, acabar de vez com a doença.

A Estée Lauder Companies pretende unir e inspirar pessoas na sua missão de criar um mundo sem cancro da mama — um propósito que Evelyn H. Lauder colocou pela primeira vez em prática em 1992, com a co-criação do Laço Rosa, um símbolo universal da luta contra esta doença.

Este ano, por ser ainda mais importante inspirar ações, angariar fundos, sensibilizar e educar todos para este problema, a campanha apresenta um novo e exclusivo Laço Rosa em negrito. A ideia é que ele represente muito mais do que um simples laço, mas que se torne no símbolo que nos une perante esta realidade.

Haverá, mais uma vez, várias ações que suportam o movimento por todo o mundo. Além de eventos e ativações digitais para impulsionar o envolvimento das pessoas, a Estée Lauder Companies vai lançar uma ação nas redes sociais para reunir apoios e participações com o objetivo de angariar fundos para apoiar a investigação médica desta doença.

Basicamente, só tem de partilhar uma fotografia onde apareça o seu laço rosa da campanha e explicar o que ele significa para si, utilizando as hashtags #TimeToEndBreastCancer e #ELCdonates. Por cada publicação pública, no Facebook ou Instagram, durante o mês de outubro, a Estée Lauder Companies doará 25 dólares à The Breast Cancer Research Foundation (BCRF).

Mas há mais: a campanha internacional vai também iluminar edifícios, monumentos e pontos de referência pelo mundo — como o Empire State Building, em Nova Iorque, e a Torre Eiffel, em Paris —com luzes cor de rosa brilhantes. O objetivo é aumentar a consciencialização sobre a saúde e o cancro da mama.

Vão também ser mobilizados colaboradores em todo o mundo para impactar positivamente as comunidades e apoiar mais de 60 organizações de cancro da mama a nível mundial. A Estée Lauder Companies compromete-se também a continuar a produzir e a distribuir materiais informativos e laços rosa; e a sensibilizar para a importância das doações para a BCRF.

Como pode ajudar em Portugal?

Este ano, 4 marcas da Estée Lauder Companies Portugal apoiarão a missão da campanha: Estée Lauder, Clinique, La Mer e Tommy Hilfiger. Cada marca terá os seus Produtos Rosa, disponíveis apenas no El Corte Inglês.

Do valor angariado com os Produtos Rosa, 80 por cento do valor das vendas de 1 a 31 de outubro será doado ao Movimento Vencer e Viver – Núcleo Regional Sul. Este movimento é promovido e financiado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, através dos seus núcleos regionais e está presente em todo o País (incluindo nas ilhas).

Tem como principais objetivos proporcionar entreajuda e apoio a todas as mulheres, familiares e amigos, que se encontrem a viver uma situação de particular vulnerabilidade relacionada com o cancro da mama; e promover a melhoria da qualidade de vida graças aos seus serviços, tendo em vista o bem-estar físico e emocional da mulher logo a partir do momento em que lhe é diagnosticado cancro da mama.

Para saber mais sobre a Campanha Cancro da Mama da Estée Lauder Companies visite o site oficial da marca. A seguir, carregue na galeria para conhecer os Produtos Rosa das várias marcas da Estée Lauder Companies. Se puder contribuir, não hesite. Qualquer ajuda, por mais simples que seja, pode fazer a diferença.

 

20
Set20

DCK lança edição especial de calções para ajudar a luta contra o cancro da mama

Niel Tomodachi

Os calções de banho "Wear it Pink" têm um tecido preto, com um padrão de seios desenhados a cor de rosa.

ad43be53d9423ffb57aa11135e0eb6aa-754x394.jpg

O novo modelo de edição limitada da DCK quer consciencializar para a prevenção e deteção do cancro da mama em estados precoces, ao mesmo tempo que mostra o “apoio masculino” a uma doença que, dizem os responsáveis, afeta 11 mulheres portuguesas por dia.

Os calções de banho “Wear it Pink” têm um tecido preto, com um padrão de seios desenhados a cor de rosa e a característica barra de cima no mesmo tom que simboliza a luta contra esta doença. Custam 44€ e estão disponíveis entre os tamanhos 28 e 32 nas lojas físicas e online da marca portuguesa.

Este modelo foi fabricado a partir de seis garrafas de plástico recolhidas no oceano e 30 por cento das vendas serão doadas para ajudar vítimas do cancro da mama.

“A mensagem principal é para que as mulheres tomem precauções, façam exames de rotina e estejam alertas para este tema. Queremos aproveitar a nossa plataforma para alertar para este facto tão importante, mas por muitas vezes tão esquecido”, sublinhou Fernando Costa, diretor de marketing da DCK.

A ideia, contam os sócios, surgiu depois da mulher de um deles ter sido diagnosticada com a doença, acabando por inspirar um modelo de homenagem a estas mulheres. Os seios no padrão têm diferentes tamanhos, feitios e formas para “representar as singularidades” de cada uma.

28
Fev20

“O que Faço? Tenho Cancro da Mama”

Niel Tomodachi

Sobre a Obra:

«Porquê a mim? O que faço agora? Como vou contar à minha família? Tenho de fazer quimioterapia? O meu cabelo vai cair?». Ao longo do livro, numa linguagem clara e simples, responde a estas e a muitas outras perguntas, esclarecendo as inúmeras dúvidas com as quais uma mulher com cancro da mama se depara. Perante um diagnóstico de cancro, não é possível escolher ter ou não ter a doença, mas sim optar entre viver para a doença ou viver com a doença. Que este livro torne a sua viagem menos angustiante e que permita perceber que é possível viver com o cancro, mas mantendo a sua vida, a sua família, os seus amigos e uma imensa esperança de que a sua viagem vai chegar a bom porto.

Sobre o Autor:

Emília Vieira, cirurgiã oncológica especialista em cancro da mama, ouviu inúmeras perguntas de mulheres que são confrontadas com este diagnóstico.

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

“How wonderful it is that nobody need wait a single moment before starting to improve the world.” ― Anne Frank

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2021 Reading Challenge

2021 Reading Challenge
Nelson has read 1 book toward his goal of 25 books.
hide

Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Afiliado Miniso

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub