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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

09
Jun22

Puppr: Esta app vai ajudá-lo a treinar o seu cão

Niel Tomodachi

Dos mais básicos aos mais complexos, ensine ao seu cão todos os truques que conseguir e partilhe na app os resultados do treino

Se tem um cão, certamente já gastou muito do seu tempo a tentar ensiná-lo. Seja um simples “senta” ou um “fica”. A verdade é que nem sempre é tarefa fácil, seja porque nem todos os cães aprendem comandos com a mesma facilidade, seja porque nem todos somos especialistas em treino canino.

A Puppr, uma aplicação para telemóveis, existe para o ajudar nesta tarefa que tanta paciência requer. A ideia nasceu com a colaboração entre um casal de programadores, Michael e Alice, e uma das mais cobiçadas treinadoras de cães do mundo, Sara Carson.

Michael e Alice contam que, quando arranjaram o seu primeiro cão, procuraram online como o ensinar, e depararam-se com os vídeos virais de Sara Carson com os seus Border Collies a fazer todo o tipo de acrobacias. “O mais impressionante foi ver a capacidade da Sara de explicar os passos todos daqueles truques tão complexos e apenas usando técnicas de treino de reforço positivo”, explica Alice.

O casal entrou em contacto com a treinadora através do Instagram na tentativa de perceber se estaria interessada em criar uma app em conjunto e partilhar os seus treinos com todos os donos de cães pelo mundo fora. Assim nasceu a Puppr.

Na Puppr vai encontrar vídeos-aula com explicações passo a passo de mais de 100 truques diferentes, desde ensinar a fazer as necessidades no sítio certo até acrobacias complexas como o pino ou saltos 360º.

Em qualquer página vai encontrar um botão que, quando pressionado, emite o som de um clicker, um aparelho muito utilizado no treino de reforço positivo que habitua os cães a ouvir um som específico quando cumprem alguma tarefa que lhes é proposta. Habituando-os a ouvir esse som no momento em que recebem um biscoito acaba por se tornar numa recompensa, mesmo quando deixa de haver biscoito.

A aplicação é gratuita mas, aqueles que optarem pela subscrição mensal de 13,99€ ou a anual de 69,99€, têm direito a chat ao vivo com a equipa de treinadores certificados da Puppr.

Existe também a possibilidade de partilhar fotografias do seu cão a mostrar os truques que aprendeu com a comunidade Puppr, registar o progresso do patudo através de medalhas obtidas à medida que vai progredindo e ainda ativar alarmes para o relembrar de quando tem que ir à rua ou começar mais uma sessão de treino.

 

Treine com uma das melhores do mundo

Imediatamente após lançar a Puppr, Sara Carson participou no America’s Got Talent com um dos seus cães, o Hero. As incríveis exibições de ambos valeram-lhes o 5º lugar no maior concurso de talentos do mundo. Acrescentando ao palmarés desta equipa, está o recorde do Guinness para mais truques realizados em apenas 1 minuto, uns impressionantes 49.

 

23
Mai22

Gosta de correr com o seu cão? Isso tem um nome

Niel Tomodachi

Chama-se canicross e é uma modalidade que está a registar um grande crescimento em Portugal.

Quem tem um cão, sabe que a hora do passeio é a loucura. Saltos entusiasmados com um ‘vamos à rua?’ e corridas até à porta quando se pega na trela são imagens que lhe devem ser familiares. Mas há cada vez mais adeptos de algo mais do que um simples passeio. Já ouviu falar do canicross? Talvez até já o pratique, mas não sabia o nome.

O canicross é uma modalidade que está a crescer em Portugal e que consiste em correr por trilhos e caminhos com o seu cão — o que traz imensos benefícios, para si e para ele, especialmente em três vertentes: comportamento, saúde e diversão. 

A nível comportamental, “as atividades ao ar livre com seus donos, como corrida (canicross), ciclismo (bikejoring) e trotinete (scootering) permitem que o seu cão gaste a energia que, de outra forma, poderia ser usada em comportamentos destrutivos/indesejados em casa e/ou no jardim”, sublinha a Espaço Animal, uma loja portuguesa que vende o material essencial para estes desportos.

Por outro lado, “estudos recentes estimam que até um terço dos cães em todo o país estão acima do peso e esse número tende a continuar aumentar. A obesidade está relacionada com diabetes, doenças ortopédicas, doenças cardíacas, problemas respiratórios, etc.. Assim, está a melhorar a sua vida e a dos seus cães devido ao facto de praticarem atividade física regularmente”, refere a Espaço Animal, que também tem apoiado a modalidade através de workshops e treinos.

A diversão também faz parte.
 
 

Também a diversão é notória. Ao praticarem desporto juntos, reforçam os vossos laços e podem juntar-se a outras pessoas adeptas das mesmas modalidades, o que tornará estas saídas ainda mais animadas.

 

De que preciso para fazer canicross?

Se ainda não pratica a modalidade, saiba que há um kit básico para o canicross. E a Espaço Animal explica qual é, sendo composto por três elementos principais: um arnês adequado e bem ajustado para o cão; uma linha de tração para absorver o choque de qualquer puxão; e um cinto de canicross para que tenha o máximo de conforto ao correr.

Além do canicross, há também a modalidade de mushing, um desporto ou meio de transporte de tracção canina, que implica o uso de um ou mais cães para puxar bicicletas, triciletas, trotinetes ou trenós.

Já existem em Portugal competições a este nível — a última das quais realizada a 13 de março em Torres Vedras, com organização da Espaço Animal, que envolveu canicross, mushing, scootering e bikejoring.

Se quiser saber mais sobre estas modalidades e encontrar praticantes em Portugal, pode começar por visitar algumas páginas no Facebook, como a Canicross Espaço Animal, a Canicross.pt, a Associação Portuguesa de Mantrailing e Canicross, a Canitrail Portugal, a BushiWay Mushing Team ou a Mushing Portugal, bem como aderir a grupos dedicados a estes desportos, como por exemplo o Canicross & Canitrail Portugal.

Mesmo que não queira ainda experimentar alguma destas modalidades, poder ter as mãos livres é útil quando está com o seu cão fora de casa e já existem muitas trelas especialmente concebidas para esse efeito.

 

12
Mai22

Cinco testes caseiros para medir o QI do seu cãopets

Niel Tomodachi

Há várias dimensões a ter em conta para saber qual o grau de inteligência do seu quatro patas.

A maioria das pessoas gosta de fazer testes de inteligência. São estimulantes e há uma grande curiosidade em sabermos qual é o nosso quociente de inteligência (QI). Mas também há para cães, sabia?

Stanley Coren, professor de psicologia canina na Universidade de British Columbia, escreveu um livro em 1994 (“The Intelligence of Dogs”) sobre a inteligência dos cães, onde explica as suas teorias acerca das diferenças de inteligência entre as várias raças de patudos. Foi depois publicada uma segunda edição em 2006 e o seu teste de QI é o mais usado a nível mundial.

Segundo o professor Coren, 51 por cento da inteligência de um cão provém dos seus genes, ao passo que os restantes 49 por cento se baseiam nas circunstâncias circundantes.

Por isso, define três grandes dimensões da inteligência canina: inteligência instintiva, inteligência adaptável, e trabalho e obediência.

A inteligência instintiva é a capacidade de um cão para desempenhar as tarefas para as quais a sua raça foi criada, como cão de pastoreio, de guarda, de caça ou simplesmente de companhia.

A inteligência adaptável refere-se à capacidade dos patudos para resolverem problemas sozinhos. Já a inteligência relacionada com o trabalho e obediência tem a ver com a sua capacidade para aprender com os humanos.

Questiona-se sobre a inteligência do seu cão? Quer fazer o teste? Então, antes de começar, vai precisar de biscoitos, uma toalha ou cobertor, três copos de plástico, papel cartonado, cronómetro e… criatividade.

Os cinco testes que se seguem são variações da série de testes padrão desenvolvidos por Coren. Com a ajuda da Outward Hound – marca norte-americana que desenvolve produtos para cão ou gato e cujo intuito, nas suas palavras, é pôr caudas a abanar, colocar sorrisos nos rostos e melhorar cada nova aventura com o seu pet –, é possível fazê-los em casa.

Um conselho: não faça os cinco testes todos no mesmo dia, pois o seu cão poderá não compreender as suas ações e ordens fora do habitual e poderá acabar por se sentir sobrecarregado.

Então comecemos.

 

Teste 1. O teste da toalha

Dê a cheirar ao seu cão uma toalha grande (ou um cobertor). Assim que o sinta confortável, coloque-a em cima da cabeça dele. Esta tarefa mostra-lhe a capacidade do seu cão para resolver problemas.

Pontuação: 3 pontos se ele perceber como se libertar sozinho em menos de 15 segundos, 2 pontos se demorar entre 15 e 60 segundos, e 1 ponto se precisar de mais de 60 segundos.

 

Teste 2. O teste do biscoito escondido

Coloque um biscoito no chão e coloque uma toalha por cima. Ponha o cronómetro a trabalhar e veja quanto tempo é que ele demora a chegar ao petisco.

Pontuação: 3 pontos se apanhar o biscoito em menos de 15 segundos, 2 pontos se demorar entre 15 e 60 segundos, e 1 ponto se precisar de mais de 60 segundos.

 

Teste 3. Qual é o copo?

Coloque três copos (ou baldes) virados para baixo, em fila. Enquanto o seu cão observa, coloque um biscoito debaixo de um dos recipientes. Distraia-o durante alguns segundos e depois deixe-o procurar a guloseima. Este exercício testará a memória do seu patudo e ajudará a determinar em que medida consegue reunir e reter informação.

Pontuação: 3 pontos se for diretamente ao recipiente onde está escondido o biscoito, 2 pontos se verificar um recipiente vazio antes de dar com o certo, e 1 ponto se só localizar a guloseima à terceira tentativa.

 

Teste 4. Resolução de problemas

Por debaixo de um móvel (com a base a uma distância do chão suficiente para caberem apenas as patas do seu cão) coloque uma guloseima ou a comida dele, acessível às suas patas. Esta tarefa testará o raciocínio do seu cão e as suas competências em matéria de resolução de problemas.

Pontuação: 3 pontos se demorar menos de um minuto a alcançar a guloseima, usando apenas as patas. Se tentar primeiro enfiar a cabeça nesse espaço, ou se usar o nariz e as patas, dê-lhe 2 pontos. Se ele desistir, atribua 1 ponto.

 

Teste 5. Além da barreira

Este vai exigir um pouco de criatividade do seu lado, mas é um bom teste para lhe fazer. Mostre-lhe um biscoito através de uma abertura numa grande barricada feita de cartão que seja demasiado alta para ele poder saltar – e em que a própria abertura seja demasiado estreita para ele caber.

A sua tarefa será incentivá-lo, durante 60 segundos, a chegar ao biscoito. Assim que atinja um minuto, pare. Vá usando o cronómetro para registar o tempo que ele demora e pontue de acordo com isso.

Pontuação: 3 pontos se demorar 30 segundos (ou menos) a perceber que tem de contornar a barreira para chegar ao biscoito. Se demorar mais de 30 segundos dê-lhe 2 pontos, e se ele tentar escalar a barreira ou desfazê-la dê-lhe 1 ponto.

 

Resultados

Agora, vamos a contas:

13—15 pontos: PAWsome! O seu cão é um génio.

9—12 pontos: Não é propriamente o Einstein, mas é bastante esperto.

5—8 pontos: Não seria admitido em Harvard mas tem potencial.

1—4 pontos: Talvez precise de alguma ajuda para perceber as coisas e ver como é que elas se fazem. Felizmente, precisa de ter uma mente brilhante para lhe dar mimos e beijinhos, e isso é que interessa, não é?

Se a pontuação ficou abaixo das suas expectativas, não seja negativo. A ideia é lidar com estes testes como se fossem jogos e torná-los divertidos para ele e para si. E independentemente da classificação final, não se esqueça de lhe dar muito amor e atenção positiva depois dos testes.

 

28
Abr22

O Six Senses Douro Valley já tem um spa para cães

Niel Tomodachi

Um dos tratamentos inclui massagem facial, massagem das patas e fragrância de corpo inteiro. Que luxo.

Infelizmente, vários hotéis e turismos rurais não permitem a entrada a cães durante as estadias, o que obriga as famílias a deixaram os animais em locais distantes — o que pode ser uma verdadeira chatice nas férias. O Six Senses Douro Valley não era um destes casos. No início de março, foi ainda mais longe e implementou um novo menu de opções de spa para cães.

“Decidimos fazer um menu/programa de spa para cães porque temos consciência do crescimento da importância dos animais de companhia depois do período da pandemia. Já aceitávamos cães no hotel e por essa razão foi uma extensão desse facto que agora toma forma na lista de tratamentos especiais para cães”, conta Joana van Zeller, a responsável pelo marketing do espaço, que fica em Samodães, Lamego,.

Para oferecer uma experiência mais premium e segura para os animais, apenas usam produtos naturais, como champôs, bálsamos e aromas. Atualmente, disponibilizam quatro tratamentos diferentes. A hidratação e massagem relaxante das patas dura 30 minutos e custa 45€. Primeiro, é feita uma limpeza das patas com Shampoo Suavizante para cão, seguido de massagem das patas para proteger e hidratar, usando um bálsamo de cura 100 por cento natural com sete óleos vegetais incluindo Manteiga de Karité Orgânica, Calêndula, Óleo de Cenoura, tudo para nutrir as patas. Este processo é indispensável, uma vez que muitos cães têm patas secas e rachadas por caminharem sobre pavimentos e por causa da exposição ao tempo quente ou frio.

A experiência Névoa Calmante pretende relaxar os caninos, usando uma fragrância com extratos de flores, camomila e baunilha, “com um cheiro fresco e deslumbrante.” Dura 15 minutos e custa 30€.

Fresco e Fofo tem o dobro do tempo e valor do tratamento anterior. Neste caso, os profissionais aplicam um champô no corpo inteiro. Segue-se uma secagem rápida e é complementada por um fragrância para os animais que não gostam de banho.

Por último, a Signature Luxury — Spaw Cabeça a Cauda é tudo aquilo que os cães querem: uma sessão completa de beleza que inclui massagem facial, massagem das patas e fragrância de corpo inteiro. Tem a duração de uma hora e custa 115€.

O empreendimento não tem um spa físico, por isso a experiência é feita no quarto dos donos, onde os cães também já se “sentem mais em casa”. Todos os tratamentos são realizados por uma terapeuta de spa.

Apesar de recente, a nova iniciativa do Six Senses Douro Valley — que pertence ao grupo tailandês Six Senses, sendo o primeiro espaço da marca na Europa — tem sido um sucesso. “Já tivemos muitos clientes que ao saberem deste programa vieram com os seus animais de estimação”, explicam-nos.

Em breve, os responsáveis do hotel pretendem expandir as atividades para os cães, com um treinador e dog sitter.

(S)

10
Abr22

Manna, o café vegan que promove o estilo de vida yogi e abre as portas ao seu cão

Niel Tomodachi

Localizado no Porto, o projeto, que é mais do que gastronomia, traz-lhe sessões de yoga e sugestões de livros.

Manna, mais que um café. O nome é inspirado na refeição que caiu dos céus para salvar Moisés e o seu povo da morte por fome no deserto, mas que no seu próprio twist significa “aquilo que nutre, numa alusão não só ao alimento físico, mas também espiritual e na crença”, conta Hélder Miranda, fundador, à PiT.

Após visitarem Bali, na Indonésia, pela segunda vez, Hélder e a sua mulher, Sara Sá, decidiram criar o Manna. Um café que idolatra o estilo de vida yogi e promove a alimentação sustentável.

No café pode encontrar expostos vários livros, que estão à venda, relacionados com o yoga, a sustentabilidade, a alimentação, a terapia e a saúde mental. A livraria, que também tem presença na web, conta com autores como Greta Thunberg ou Michael Poland, e com livros como “Bhagavad Gita” ou “The Roots of Yoga”, entre muitos outros.

 

Origem e Conceito

“Estávamos cansados da contradição entre a nossa profissão e a nossa forma de ser”, diz Hélder, falando de si e da sua mulher. O casal trabalhava na área do marketing e comunicação empresarial e as suas funções consistiam em promover o consumo em grande escala. No entanto, debatiam-se com a crença de que o consumo deve ser sustentável.

Depois de criarem o Manna, ainda não voltaram a Bali, mas planeiam regressar em breve. O conceito que tinham delineado inicialmente, baseado na presença física num espaço onde as pessoas se pudessem desligar de todo o stress das suas vidas, através de sessões de yoga, meditação ou respiração, ou apenas pela presença num lugar que promove o relaxamento, foi impossibilitado com o confinamento.

Com esse período terminado, Hélder e Sara pretendem voltar ao lugar onde tudo começou para iniciarem um novo ciclo.

O espaço é amplo e aberto. As paredes e teto, da sala principal são em vidro e garantem uma iluminação natural que, conjuntamente com a decoração simplista, composta por vasos com plantas e por mesas e cadeiras de madeira dão-lhe um ar natural e relaxante. Ideal para ler um livro ou desfrutar de uma das iguarias biológicas características do Manna, na companhia do seu patudo.

 

Gastronomia para todos. Cães incluídos

“As doses são pensadas para que a refeição não seja volumosa, nem pesada, mas para que, ao fim de algum tempo, sacie. Promovendo a sustentabilidade e evitando o desperdício”, explica Hélder.

O Manna faz questão de apenas servir pratos confecionados com produtos biológicos certificados, locais, sazonais e de pequenos produtores.

Além de refeições para os tutores, também oferecem petiscos para os patudos, que à chegada recebem uma tigela com água e, quando há em stock, também são presenteados com snacks da Barkyn. O café tem um espaço interior e uma esplanada e o seu companheiro é bem-vindo em ambos. Não têm limite de cães em nenhum dos dois, desde que caibam e se saibam comportar.

 

Estilo de vida yogi

A visão para o Manna baseia-se no estilo de vida yogi e procura atender aos oito pilares dessa filosofia. O Yama, que consiste no autocontrolo, o Niyama, ou compromisso, o Asana, que são os movimentos ligados ao yoga, o Pranayama, ou técnicas de respiração, o Pratayhara, que busca o controlo dos sentidos, o Dharana, ou o controlo da mente, o Dhyana, ou consciência e, por fim, o Samadhi, que contempla a autorrealização.

Hélder explicou à PiT como o Manna aplica estes pilares. “Apenas servimos pratos biológicos porque o autocontrolo (Yama), ou pacto de não-agressão, não se refere só a violência contra nós (humanos), mas também contra tudo o que nos rodeia”.

A saúde mental também é muito importante para Hélder e Sara. “Por isso, não permitimos que venham para cá trabalhar virtualmente, pois já houve clientes que nos disseram que ao verem outros a trabalhar, a sua cabeça levou-os imediatamente para o próprio trabalho”, conta o proprietário.

O Manna também oferece sessões de yoga, respiração e meditação, com professores que as concebem para que sejam fáceis para qualquer iniciante. Os participantes mais experientes também podem ficar descansados, porque haverá sempre alternativas mais avançadas para cada exercício.

 

05
Abr22

Com a Bake My Dog Happy é o cão que manda na cozinha

Niel Tomodachi

Empresa portuguesa vende pré-preparados de biscoitos para cão. Basta juntar ovo e água e ir ao forno, para alegria dos patudos.

Bake My Dog Happy é uma feliz coincidência e consequência da minha experiência enquanto utilizador do Instagram das minhas cadelinhas. Eu era, e sou, aquele pai ridículo que criou um Instagram para as cadelas e nos seus aniversários fazia sempre um bolo ou um cup cake com receitas adaptadas”, recorda Tiago Braga  mentor e fundador da marca de biscoitos caninos Bake My Dog Happy, à Pets in Town.

Quando começou a partilhar no Instagram, as receitas de biscoitos, bolos e cup cakes que fazia para as suas três cadelas, Tiago percebeu que havia muitas pessoas que repetiam essas receitas em casa. “Mas também percebi que muitas pessoas não cozinhavam porque não tinham o conhecimento ou porque não tinham tempo. E comecei a pensar de que forma podia fazer chegar algo rápido a casa das pessoas. Foi assim que surgiu a Bake My Dog Happy”, conta Tiago à PiT. Entre as primeiras ideias e testes, e a primeira venda, em Novembro de 2021, passaram quase dois anos.

E o que vende a Bake My Dog Happy? Pré-preparados para confeção de deliciosos biscoitos caninos. Cada preparado dá até 200 biscoitos e todas as embalagens incluem um molde cortador em forma de osso. “Na Bake My Dog Happy trabalhamos os ingredientes, fazemos uma secagem lenta e transformamos tudo em pó. Em casa, as pessoas só têm de adicionar ovo e água para conseguirem fazer os biscoitos”, explica.

Neste momento, a marca tem três preparados de sabores diferentes: o MARAF-8, feito, essencialmente, de alfarroba e cenoura e o HEMP-I, produzido à base de cânhamo, ervilha e espinafres. Recentemente, foi lançado o ALMARIADO, com batata-doce de Aljezur, curcuma e hortelã. Já no forno está um novo preparado, a ser lançado em breve, que é uma versão grain free do MARAF-8.

Tiago espera, em breve, poder dedicar-se a 100% à Bake My Dog Happy, até porque já tem novas ideias de produtos e de sabores. “Queremos ter linhas antioxidantes; linhas do mar, onde vamos usar matérias vegetais do mar que são muito boas como cicatrizantes ou anti-inflamatórias. No futuro, vamos querer ter produtos prontos a consumir e outros produtos além dos biscoitos, como bolos de aniversário ou cupcakes”, antecipa o fundador da Bake My Dog Happy, acrescentando que estão também numa “fase muito inicial algumas ideias na área da cosmética”.

Este projeto é possível pela paixão que Tiago e Luísa Custódio têm aos animais, mas também à investigação. Ambos têm formação em biologia e especialização em biotecnologia.

“A minha investigação consiste em descobrir se os produtos naturais podem vir a ser usados, por exemplo, como alimentos, suplementos alimentares ou ingredientes de cosmética. Depressa me apercebi que existem muitos produtos naturais que apresentam inúmeros benefícios para a saúde humana, e que isso também se verificava para a saúde animal. Então, porque não estudá-los também para ajudar a manter, ou melhorar, a saúde dos nossos melhores amigos?”, conta Luísa no Instagram da Bake My Dog Happy.

 

04
Abr22

Get D’Box, a caixinha de surpresas para o seu cão e gato

Niel Tomodachi

A Get D'Box é uma das empresas a atuar no País no segmento das caixas-surpresa por subscrição para os animais de estimação.

As caixas-surpresa por subscrição têm vindo a ganhar popularidade no País, especialmente as dedicadas aos animais de estimação. Atualmente, existem em Portugal mais de uma dezena de lojas de animais e empresas exclusivamente dedicadas a este segmento que enviam caixas que fazem as delícias de cães, gatos e até coelhos.

Esta é uma área de negócio que está a crescer significativamente e os novos projetos que vão surgindo comprovam-no.

As vantagens são muitas, para ambos os lados. Quem disponibiliza estas caixas acaba por ter clientes fixos, caso gostem e se fidelizem, e quem as recebe tem a alegria de fazer o seu patudo feliz sem ter de pensar em fazer a escolha. É que chega tudo a casa pensado ao pormenor.

Para aderir, o dono pode começar por uma caixa única, para ver se gosta. Se ficar satisfeito, pode depois subscrever planos mensais, bimensais, trimestrais, semestrais ou anuais, consoante os casos.

Todas estas propostas são encontradas online, evitando a deslocação a lojas físicas. Os preços dos planos de assinaturas variam, mas não muito. Na generalidade, por menos de 20€ por mês recebe uma box com variados produtos, desde brinquedos a guloseimas, passando por acessórios, roupas, artigos de higiene, saúde e beleza.

Na maioria dos casos, a solidariedade também é ponto de honra, já que parte do valor da venda reverte para ajudar associações de proteção animal.

 

Get D’Box: a surpresa ansiada todos os meses

Uma das empresas que atua neste mercado é a Get D’Box, que diz que, com esta subscrição personalizada para o seu cão ou gato, eles “nunca mais vão ser os mesmos”. Brinquedos, snacks, produtos de higiene e acessórios à distância de um clique. E uma percentagem de cada subscrição segue diretamente para uma instituição de apoio animal.

A Get D’Box comercializa uma caixa-surpresa que contém entre quatro a seis produtos variados, desde snacks, produtos de higiene, brinquedos e gadgets, de qualidade premium. Os produtos são previamente selecionados, consoante as necessidades básicas dos cães e gatos.

Todos os meses há novidades.
 
 

As caixas são surpresa, tanto para os donos como para os patudos. Por isso, o conteúdo só será revelado no dia em que a caixa chegar ao seu destino. “Todos os meses, a Get D´Box procura inovar ao lançar uma box surpresa e diferente, com produtos diversos, que promovem a saúde, bem-estar, atividade, e felicidade do seu patudo”, diz a equipa.

Uma das características inovadoras está no facto de também terem a caixa-surpresa mista, isto é, para cão e gato. Isto a pensar naquelas famílias onde felinos e caninos convivem alegremente. O preço fica em 27,99€/mês se escolher o plano semestral.

O serviço pode ser adquirido por um, três ou seis meses e, no caso da caixa para gatos, a subscrição começa nos 19,99€, com produtos avaliados em média em mais de 40€. E como conseguem baixar o preço, de modo a que seja mais vantajoso adquirir uma caixa do que comprar individualmente cada produto? É que “não há intermediários e trabalhamos diretamente com as principais marcas de produtos premium”, explicam.

Sobre o arranque do projeto, a equipa da Get d’Box adianta que a grande motivação veio do amor pelos animais. “Pensámos numa ideia de aproximar ainda mais os donos dos seus cães e gatos e… voilá: uma caixa mensal cheia de surpresas”.

“A inspiração para a criação da Get D’Box veio em grande parte dos nossos animais de estimação e também de alguns animais de amigos próximos: O Bono, a Meg e o Bowie foram a inspiração felina, enquanto a Bia e o Taxi as nossas mascotes caninas”, contam.

Além da Get D’Box, há vários outros projetos de caixas-surpresa no País. Uns são exclusivamente dedicados aos cães ou aos gatos, mas há igualmente os que apresentam propostas para ambos e também para coelhos.

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MORADA:
Rua Engº Ezequiel de Campos, nº 243 (sede)
4100-232  Porto

HORÁRIO:

Aberto 24 horas

 
27
Fev22

Truques que evitam que o cão peça comida na hora da refeição

Niel Tomodachi

Educar um cão não é tarefa fácil. Às vezes parece que, por muito que se tente, nada funciona. Um dos problemas comns passa por impedir que peça comida na hora da refeição. Sendo assim, ficam aqui algumas dicas que o podem ajudar a educar o seu fiel companheiro.

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Quem tem cães passa por um problema: chantagem à hora da refeição. Quem nunca se sentou à mesa e viu o seu amigo de quatro patas começar a fitar, com os olhos rasos de água, para pedir comida?

Para o cão pedir comida é algo normal e instintivo, mas a verdade é que sabemos que não é correto e que não é recomendável dar-lhe da nossa comida. Na mente canina, se a família está a comer ele também tem direito, mas a realidade não é bem assim.

Por muito que tentemos educar o nosso patudo, por vezes parece que nada resulta e que ele continua sempre no mesmo registo. Dessa forma, deixamos aqui algumas dicas para que o seu animal de estimação deixe de pedir comida durante as refeições.

 

Raiz do problema

Um dos maiores problemas quando se está a treinar um cão é o não ser rigoroso nas regras. É essencial manter as indicações, pois os cães são como esponjas que assimilam informação. A chave é ser constante e não abrir exceções, não dê comida ao seu patudo durante a hora da refeição.

 

Truques para reverter a situação

O sentar à mesa para comer é como um ritual para as famílias e os cães percebem isso, muitos até vão buscar a sua comida e arrastam para uma área perto da mesa para comer com os donos.

Por esse motivo, o seu patudo pede comida constantemente. Uma boa opção é oferecer um pouco de comida na sua tigela e colocá-la perto da mesa. O importante é que o cão se sinta saciado e a uma certa distância para assim começar o processo de ensinamento.

 

Reforço negativo

Apesar de muito falada, esta não é uma boa técnica. Mostrar raiva ou gritar e agredir o cão pode ter um efeito bastante negativo. Com este método está a mostrar ao seu animal que não faz parte do grupo, até porque a comida é uma questão de sobrevivência, e isso levará a que o seu patudo não confie em si, o que conduz a outros problemas bem imprevisíveis.

Tranca-lo também não é uma boa ideia já que não o está a treinar, mas sim a camuflar um problema.

 

20
Mai21

Eis o local do carro onde o seu cão se sente mais confortável

Niel Tomodachi

Dê um passeio de carro com o seu cão em segurança, garantido o conforto do patudo.

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Vai fazer uma viagem com o seu melhor amigo de quatro patas? Se é o caso, apostamos que quer fazê-la em segurança garantindo que tudo corra tudo bem.

Para os donos de cães, as viagens de carro podem ser uma experiência agradável ou uma que preferem não lembrar. O seu cão não deve mesmo andar à solta no automóvel. Porquê? Porque ter um animal solto no carro pode significar distrações e, portanto, provocar situações de perigo.

Mas, ao que parece, onde o seu cão se senta durante os passeios de carro desempenha um papel importante no seu nível de conforto. E a música que passa na rádio durante a viagem também é importante!

Ao usar monitores de batimentos cardíacos, a empresa Compare The Market realizou um estudo com quatro raças diferentes de cães de diferentes tamanhos (Jack Russel, Poochon, Cocker Spaniel e Red Fox Labrador) para determinar quais os locais do carro que fizeram com que os cães abanassem as suas caudas e quais as áreas que mais aumentaram as suas taxas cardíacas.

A pesquisa revelou que os cães se sentiram mais confortáveis quando o seu dono estava à vista, com os seus batimentos cardíacos a diminuir em -6,8% no banco da frente (sendo a raça Jack Russel a que fica mais relaxada neste local) e -9,5% no banco de trás (sendo a raça Poochon a que fica mais relaxada nesta área), quando comparados com a frequência cardíaca média.

Em contraste, os cães ficaram mais desconfortáveis quando o seu dono estava completamente fora de vista – sendo a raça Red Fox Labrador a que fica mais stressada nesta situação. O lugar atrás dos condutores também deve ser evitado, sendo a raça Cocker Spaniel a que fica mais ansiosa nesta área.

A opinião dos especialistas sugere que, para os nossos patudos, os seus seres humanos são muitas vezes a sua principal ligação social e, por isso, estar separado deles durante uma viagem de carro, especialmente na mala, pode resultar em sentimentos de ansiedade.

Stephen Zeller, diretor geral de seguros gerais da Compare The Market, disse em comunicado: “Se está a planear uma viagem de carro, não se esqueça de considerar a segurança e o bem-estar do seu cão, que se estende até onde estão seguros no seu carro, que tipo de música ouve e a que temperatura deve estar o interior do veículo“.

Se o seu cão tende a sentir-se desconfortável nos veículos, o estudo sugere que a música com 50 ou 60 batimentos por minuto é melhor para manter o seu cão relaxado. A Compare The Market criou uma playlist – ‘Pooch Perfect Cars’ no Spotify – com canções como Ronan de Taylor Swift e Hallelujah de Leonard Cohen para ajudar o seu cão a sentir-se à vontade na sua próxima viagem.

Para fazer download da playlist visite: https://www.comparethemarket.com.au/car-insurance/pooch-perfect-cars/.

 

20
Nov20

H&M tem o fato de Pai Natal mais amoroso para vestir ao seu cão

Niel Tomodachi

A marca lançou algumas peças especiais do XS ao L, para que o seu cão possa entrar no clima de celebração natalício.

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Para todos aqueles que veem os animais de estimação como membros da família, a H&M preparou uma coleção cápsula de roupas bem natalícias para vestir o seu cão a rigor nesta época festiva. Alguns dos modelos já são um sucesso e estão a esgotar nas lojas da marca sueca, mas ainda vai a tempo de encontrar muitas opções.

Por lá, vai encontrar, por exemplo, uma camisola de malha estampada com renas em tom cinzento mesclado por 17,99€; e uma outra versão deste modelo com desenhos de presentes e árvores de Natal, com um fundo branco e cru (12,99€). Se preferir, há ainda a proposta composta por um tecido polar em xadrez na cor vermelho e preto, por apenas 9,99€. 

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Além das camisolas mais tradicionais, também vai encontrar modelos mais criativos, como o fato de Pai Natal — que custa 19,99€ — e um casaco quente em tom castanho com hastes, orelhas e nariz pelo custo de 19,99€. As peças são todas de compra exclusiva pela loja online da H&M, com tamanhos que vão desde o XS (que equivale a 25 centímetros) ao L de 50 centímetros. Para saber o tamanho ideal, pode consultar o guia de tamanhos disponível no site da marca, para o ajudar a fazer a escolha mais acertada. 

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