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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Jun22

Tommy Hilfiger anuncia lançamento de coleção para cães

Niel Tomodachi

A marca norte-americana vai ter acessórios, roupas e produtos para casa, todos com o estilo que lhe é característico.

Depois da Hugo Boss, agora é a vez da Tommy Hilfiger apostar numa linha de roupa para animais. Tal como aquela marca alemã, a coleção da casa norte-americana será lançada em parceria com a Kanine.

A Tommy Hilfiger Pets pretende dar aos patudos o estilo que lhe é tão característico e pautado pelas cores vermelha, branca e azul. Além disso, terá produtos sazonais cor de rosa blush e verde jade.

Capas para a chuva e acessórios como bandanas, laços, trelas em couro e kits pensados para os passeios diários incluem a coleção da Tommy Hilfiger, que deverá chegar ao mercado no verão de 2023. 

A marca norte-americana terá ainda artigos camas, caixas de transporte e acessórios de viagem.

 

30
Mai22

Pet Vacuum — o aspirador que suga os pelos e massaja o seu cão e gato

Niel Tomodachi

Se recebe pessoas alergicas, tem um bebé que começa a gatinhar ou simplesmente não quer pelos em casa, tem de experimentar.

Quem tem animais cães e gatos em casa sabe que é difícil mantê-la sempre sem pelos. Já existem aspiradores próprios para quem os nossos amigos que largam pelo, como o Bissel Pet Hair Eraser, e até esfregonas que fazem maravilhas. Mas sabia que há aspiradores que funcionam no próprio animal?

É isso mesmo. Existe e com um preço muito em conta. O aspirador Pet Vacuum, à venda por 9,95€ na Insania, é ideal para manter o seu animal sempre impecável, impedindo assim a queda do pelo no chão. E vai ter a casa muito mais limpa.

A presença de pelos e ácaros pode provocar sintomas alérgicos em alguns dos seus familiares e amigos. Também pode ter um bebé em casa que começa a gatinhar, e vai querer o chão o mais asseado possível. Com o Pet Vacuum, resolve esses problemas — basta passar o aspirador sempre que necessário.

Este aspirador também melhora bastante o bem-estar do seu animal, sobretudo nas estações mais quentes do ano. Isto porque a remoção dos pelos mortos permite que o seu cão ou gato não tenha tanto calor – acabando por ser uma forma de os refrescar.

Com o Pet Vaccum, acabou o trabalho penoso de limpar o chão, a roupa e o sofá vezes sem conta durante o dia. Como o pelo morto é apanhado ainda quando se encontra agarrado ao pelo restante, tudo se torna mais fácil.

É ideal para cães e gatos, não devendo ser usado em animais mais pequenos, como hamsters.

Feito em ABS e borracha, é fácil de utilizar e a aspiração é suave, para não magoar o seu amigo peludo. A cabeça de borracha é macia e acaba, também, por ser uma forma de lhe fazer uma massagem.

Não possui fios, o que significa que pode usá-lo em qualquer lado. Funciona a pilhas, sendo necessárias três pilhas AA (que não vêm incluídas).

Além disso, este aspirador é muito fácil de limpar: tem um reservatório onde se acumulam os pelos aspirados, que pode ser esvaziado para o lixo diretamente. Simples e prático.

 

16
Abr22

Estudo indica que alimentos para cão vegan são mais saudáveis

Niel Tomodachi

A preocupação com os patudos é crescente, pois estes são considerados membros da família e não apenas um animal de estimação. Saber qual a melhor alimentação é uma dessas preocupações. Sendo assim descubra quais os benefícios da dieta vegana

cão

Quem tem animais de companhia sabe que o melhor alimento para os nossos amigos de quatro patas é a ração seca. No entanto, surgiu recentemente um estudo que indica que os animais com uma dieta vegana poderão ser mais saudáveis.

O estudo foi conduzido pelo professor Andrew Knight, da Universidade de Winchester, e a sua equipa e publicado na PLOS One, e debruçou-se sobre a correlação entre alimentação e bem-estar de 2.500 cães.

As conclusões indicam que as dietas veganas são mais saudáveis e menos perigosas que as convencionais ou à base de carne crua.

Andrew Knight e a sua equipa analisaram dados de pesquisas de tutores de 2.536 cães alimentados com carne e com uma dieta vegana. O estudo incluía questões sobre a saúde do animal, o número de consultas veterinárias e o uso de medicamentos e distúrbios.

O responsável pelo estudo explica que, em geral, os patudos com dietas convencionais são menos saudáveis que os que comem carne crua ou têm uma dieta vegana. Porém, os cães que consomem carne crua aparentavam ser mais saudáveis que os veganos.

No entanto, existem variantes como a idade dos animais. Os cães que tinham uma dieta à base de carne crua eram mais jovens que os veganos. Estes também eram menos propensos a ir ao veterinário. Mas a equipa alerta para o facto que pesquisas anteriores indicam que os donos de cães com dietas de carne crua têm menos tendência a procurar aconselhamento veterinário. Knight refere assim que é necessário realizar mais pesquisas para confirmar qual a melhor opção, a carne crua ou a dieta vegana

Pesquisas anteriores apontam ainda para ligações entre dietas de carne crua e o aumento de risco de patógenos e deficiências nutricionais. Tendo isso em conta e a as novas descobertas, a equipa sugere que a dieta vegana nutricionalmente saudável pode ser a melhor escolha e a menos perigosa para os cães.

 

05
Nov21

Ruff Dog: dieta natural para cães e gatos

Niel Tomodachi

Rita Nova é veterinária, Joana Carido é nutricionista, e juntas criaram a Ruff Dog, comida saudável para animais de companhia. Os alimentos são cozinhados a baixa temperatura e com o máximo aproveitamento de cada ingrediente.

Começou como um blogue, tornou-se marca de comida saudável para cães e gatos, ganhou forma com loja aberta em Queijas, Oeiras. Rita Nova, veterinária, e Joana Carido, nutricionista, conheceram-se, por acaso, num seminário de treino de cães. Tornaram-se amigas, perceberam que pensavam da mesma maneira sobre nutrição e saúde dos animais, juntaram ideias e construíram um espaço dedicado ao bem-estar físico e mental do cão e do gato.

Na Ruff Dog, as dietas são pensadas ao grama, sem farinhas ou açúcares, sem aditivos nem conservantes, feitas numa cozinha profissional. “É um alimento minimamente processado, passa apenas por um processo de congelação e cozedura (no caso da cozinhada), são utilizados alimentos aptos para consumo humano e não subprodutos, frescos e não desidratados (como as rações secas), podem ser adaptados às necessidades de cada cão”, adianta a nutricionista.

Os ingredientes são exclusivamente portugueses, de produtores locais, para uma alimentação equilibrada na proporção certa de proteínas, gorduras, hidratos de carbono, fibras, vitaminas e minerais. Orelha de ovelha, peixinhos, salsicha de borrego, patas de galinha, nariz de porco, rabo de vaca, pata de peru, peito de pato, entre outras opções e a partir de 50 cêntimos. Alimentos cozinhados a baixa temperatura, sem adição de água, congelamento rápido no abatedor. Tudo pensado para combater intolerâncias e alergias e desenvolver o sistema imunitário dos animais de companhia. E não só. Rita Nova descreve os benefícios. “Aumento da energia e vitalidade. Diminuição do mau hálito causado pelo tártaro. Aumento da massa muscular. Diminuição ou desaparecimento de intolerâncias alimentares, muitas vezes causadas pelo processamento das rações. Melhora a saúde articular através do controlo do excesso de peso. Pelo e pele mais saudáveis.” Joana Carido lembra ainda que “muitas doenças dos nossos animais (e nossas) surgem pelo consumo excessivo de alimentos altamente processados”.

A Ruff Dog não tem apenas snacks naturais, disponibiliza também objetos para interação com os donos, coisas para roer, jogos de enriquecimento e estimulação mental, artigos de treino e de desporto, além de suplementos alimentares. “Acreditamos que o conhecimento veterinário de cada patologia, de alguém que trabalhou ativamente em clínica, associado ao conhecimento mais profundo da nutrição e do benefício de cada alimento, torna a nossa abordagem única no mercado”, sublinha a veterinária.

As amigas têm ideias e têm sonhos. “Nada de concreto ainda, mas podemos garantir que o nosso foco se vai manter sempre na saúde dos animais dos nossos clientes, em proporcionar, através da alimentação, uma melhor qualidade de vida”, realça Joana Carido. Por agora, os planos passam por continuar a crescer, manter a qualidade, aumentar a variedade.

 

09
Out21

UPPA: a associação que procura dar amor à vida dos cães que foram abandonados

Niel Tomodachi

No albergue estão, neste momento, à volta de 60 patudos à espera dos seus novos donos. Tudo o que precisam é de uma casa onde sejam bem-vindos.

Tudo começou quando duas primas, Sandra Vicente, de 43 anos, e Filipa Laginha, de 46, decidiram colocar em prática aquele que já era um sonho partilhado em miúdas: criar uma associação sem fins lucrativos que fosse capaz de intervir na defesa dos animais.

Unidas por uma paixão que as acompanha desde mais novas, fazem nascer, em 2007, a UPPA. Um centro sediado em São Pedro do Estoril e com um albergue em Sintra com todas as condições para dar uma vida digna a todos os patudos que passaram por momentos menos bons até lá chegarem.

“De momento temos uma parceria com o canil de Sintra, em que trazemos muitos animais do canil para a UPPA; e por vezes recolhemos também animais da rua ou de famílias que já não têm a possibilidade de os manter. Quando há oportunidade, também vamos a escolas para falar sobre o abandono, a responsabilidade de ter um animal e apelar à adoção”, começam por explicar à NiT as duas criadoras da iniciativa.

Até à data, foram mais de mil os animais que já foram resgatados pelas equipas da UPPA ao longo dos 13 anos de atividade. Diariamente, o centro acolhe, em média, cerca de 70 a 80 animais, mas neste momento estão na associação à volta de 60 cães. Todos eles à espera de um dono ou uma dona que lhes dê o carinho que, lá está, merecem. Pode conhecê-los no site online da UPPA assim como na página do Instagram.

No albergue estão também, mas não para a adoção, duas porcas, duas ovelhas, duas cabras e uma água. “Todas vindas de situações menos felizes”, conta à NiT Sandra Vicente, que em paralelo com a associação é, a nível profissional, jurista.

No que toca à adoção, para levar estes amigos de quatro patas, a UPPA pede para que seja assegurados todos os cuidados básicos de saúde e higiene, com idas regulares ao veterinário, e “muito amor”, realça a fundadora e arquiteta Filipa Laginha. 

“O processo de adoção começa por e-mail, com o preenchimento de um formulário, e após a análise do mesmo, marca-se a visita, em que a UPPA conhece os possíveis futuros adotantes, e estes conhecem a UPPA e os uppalianos. Posteriormente, na adoção, é assinado um termo de responsabilidade, e há sempre contacto entre a associação e os donos”, esclarecem à NiT.

 

No entanto, enquanto aparecem e não aparecem os futuros donos dos patudos acolhidos, a associação precisa de ter pernas para andar, o que, por vezes, não é fácil. As despesas com um centro desta dimensão são muitas e se muitas vezes não fossem os cerca de 30 a 40 voluntário que pela UPPA passam todas as semanas, a coisa não se fazia da mesma forma. “As pessoas ajudam-nos com os passeios dos uppalianos e noutras tarefas diversas no albergue; tudo na UPPA é gerido por voluntários, desde os e-mails às redes sociais.”

Além de toda a equipa que vive intensamente esta associação de intervenção no bem-estar de dezenas de animais, também existe um tratador, contratado a tempo inteiro, que alimenta os animais e trata da higienização de todas as boxes. Para cobrir isso, chegam à UPPA apoios de vários lados, mas sobretudo de donativos e apadrinhamentos de particulares (a partir de 1€ por mês). Mas as formas de ajudar não se ficam por aí.

Se, por um lado, as pessoas podem tornar-se sócias (20 euros ao ano), por outro é sempre bem vinda a entrega de um valor monetário para que entre uma ajuda nas despesas veterinárias. Nesse sentido, a UPPA aderiu recentemente à plataforma MBWAY, pelo que através do número 968 551 353 e com meia dúzia de cliques a partir de todo o lado pode ser feita uma contribuição.

Depois, claro, no topo — porque é exatamente essa a missão desta associação — espera-se que donos e donas por esse País fora se cheguem à frente para adotar um (ou vários) uppalianos. A ideia é sempre “ajudar cada vez mais animais”. 

Estão ainda há venda, também para dar uma preciosa ajuda, calendários e agendas para 2022, que são uma iniciativa já habitual todos os anos na UPPA. Pode encontrá-los à venda no site online por 5 e 6 euros, respetivamente.

 

26
Jul21

Parfois lançou uma linha giríssima para os cães em tons pastel

Niel Tomodachi

A marca portuguesa está a vender uma manta de viagem que se transforma num tote bag e uma trela com mosquetão dourado.

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A Zara já o tinha feito no último ano, a H&M lançou-se nesse mercado há vários anos e agora parece que a tendência chegou à Parfois. A ligação entre os consumidores e os seus animais de estimação é cada vez mais celebrada pelos media e as cadeias de fast fashion têm estado a prestar atenção — e a encontrar formas de o fazer rentabilizar.

O lançamento de linhas de acessórios e vestuário para cães e gatos é cada vez mais comum entre as marcas de retalho de moda. Este verão, a Parfois juntou-se ao movimento com a aposta em duas propostas desenvolvidas especialmente a pensar no “melhor amigo do homem”.

 

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Custam ambos 19,99€.
 

São elas uma trela de cordão com um mosquetão dourado (19,99€) e uma manta de viagem que pode ser dobrada e transformada numa tote bag com bolsos largos no exterior (19,99€). Ambos os acessórios estão à venda nos tons pastel tendência, uma mistura entre lilás, verde menta e cor-de-rosa.

Estão à venda na loja online da marca portuguesa, com entregas grátis em todo o País. 

 

07
Jul21

A Mutt Dog & Co tem sabonetes naturais para cães e artigos lindos para os donos

Niel Tomodachi

Há fitas para máquinas fotografias, alças de malas, fitas para chapéus, scrunchies e porta chaves. Tudo com os mesmos padrões.

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Rita Faria Valenti cresceu com a casa cheia de animais, mas sempre teve espaço para mais um. “Quando a minha cadela, a Vi, apareceu na minha vida, decidi começar a fazer por brincadeira algumas coleiras para ela, porque não encontrava coleiras diferentes e porque sempre gostei muito de padrões étnicos mas não encontrava em lado nenhum”, conta à NiT.

Sem saber costurar, Rita pedia à mãe que pusesse em prática as suas criações. Porém, em 2018, fez um curso de costura e duas semanas depois estava a fazer coleiras para os seus animais. Foi nessa altura que começou a planear abrir um negócio.

Assim, em abril de 2018, nasceu a Mutt Dog & Co, primeiro como um hobby de Rita, que continuava a trabalhar na área da hotelaria. Um ano depois, em março de 2019, decidiu dedicar-se a 100 por cento à sua marca. Foi “a melhor decisão que poderia ter tomado”.

“Sempre quis fazer alguma coisa ligada aos animais e sempre soube que esta é realmente a minha paixão. Adoro ver as minhas peças um pouco por todo o mundo. Às vezes, estou a passear e calha passar por um patudo com uma coleira da MuttDog e fico mesmo feliz.”

A criadora de 31 anos trabalha sozinha e trata de tudo, do site à sua gestão, da página de Instagram à confeção dos artigos, incluindo os pequenos sacos reutilizáveis que seguem com as encomendas. Tudo começou com as coleiras para cães, que ainda hoje são bestsellers, mas o catálogo foi crescendo.

“Depois de começar a fazer peças para cães, tinha pedidos para gatos também. Entretanto, tive a ideia de fazer cabeções para cavalos, que na altura ainda não existiam sem ser os básicos, e é uma peça que fica muito vistosa. A certa altura, comecei a receber pedidos de pessoas que adoravam os padrões e queriam usá-los e daí surgiu a ideia de fazer fitas para máquinas fotografias, alças de malas, fitas para chapéus, scrunchies e porta chaves, com os padrões iguais aos dos patudos.”

Além destes artigos que têm sido um verdadeiro sucesso, em junho surgiu a nova coleção, com mais padrões e um produto bem especial: os sabonetes naturais. Totalmente handmade, existem o sabonete de eucalipto e citronella, e o sabonete de lavanda e citronella.

Rita Valenti tem dois cães, a Vi (a estrela da MuttDog) e o Chico, três gatos, o Ronron, o Jamie e a Neguinha, e um ouriço pigmeu africano, o Sir Frank. Para ajudar outros animais que não têm um lar, por cada artigo vendido, a MuttDog doa 1€ a uma associação de animais abandonados que precise de ajuda.

Pode fazer as suas encomendas, que podem ser personalizadas, através da loja online, da página de Instagram ou ainda nas lojas físicas Store Spot Market, Boutik Lisboa, e na Rossi Pets Bakery. As entregas são feitas para todo o mundo, com portes a começar nos 2,70€.

 

03
Mai21

No Porto, os cães estão ajudar os idosos a regressar à vida ativa — de forma gratuita

Niel Tomodachi

Quem quiser receber formação como terapeuta também se pode inscrever.

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Depois de meses de confinamento e isolamento, o regresso à vida e à circulação será sempre progressivo — e nem sempre será fácil, sobretudo para os mais idosos. Mas uma associação decidiu ajudar.

A Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social (Ânimas) está a desenvolver um projeto para motivar os idosos a regressarem à vida ativa com o auxílio de cães. A participação no programa é gratuita e quem quiser receber formação como terapeuta também se pode inscrever, anuncia o portal de notícias da Câmara do Porto.

O Projeto Envolver é especialmente dirigido à população idosa, a mais afetada pela necessidade de isolamento causada pela pandemia da Covid-19, tendo sido a maior parte referenciada pelos serviços sociais e está, neste momento, a ser desenvolvido na freguesia de Paranhos.

“Com o confinamento [os idosos] perderam os grupos de amigos, as universidades seniores, os grupos corais, a própria igreja, que deixou de ter as celebrações, entre outras atividades, e o que pensámos foi em criar algo que os motivasse a saírem da ‘cabana’ deles”, explica Abílio Leite, presidente da Ânimas, à Lusa, citado pelo canal.

“O cão acalma a pessoa, reduz o nível de stress, reduz a tensão arterial, facilita a libertação de hormonas, como a oxitocina, o que faz com que as pessoas fiquem mais bem-dispostas”, adianta o responsável da associação, que, desde 2002, desenvolve projetos que potenciam a interação dos animais com os humanos, numa lógica de ajuda social. As inscrições podem ser feitas online.

 

15
Fev21

A Zara lançou uma maravilhosa e inesperada coleção de roupa para cães

Niel Tomodachi

A mais recente novidade da marca espanhola chama-se Pet Collection e tem casacos, coleiras, camas e camisolas.

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Quem leva os seus looks a sério, sabe que os detalhes são muito importantes. Desde a carteira aos sapatos (e até passando pelas meias), todos os pormenores têm influência sobre o resultado final. No entanto, quem não se contenta apenas com o que leva ao corpo e precisa de transportar esta noção a todos os aspetos da vida provavelmente também já teve vontade de vestir a preceito os seus animais de estimação.

Numa jogada sem precedentes, a Zara veio mais uma vez surpreender os clientes em tempos de pandemia. Desta vez, não falamos de artigos personalizáveis nem mochilas de rodinhas: a novidade da cadeia espanhola foi feita a pensar nos nossos animais de quatro patas favoritos.

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O editorial.
 

Na loja online, já vai encontrar a Pet Collection com casacos, sweatshirts, bodies, conjuntos, lenços, camas, bolsas e coleiras feitos a pensar nos cães. Todas as peças estão disponíveis entre os tamanhos XS e XL e têm preços entre os 7,95€ e os 35,95€.

O editorial adorável foi fotografado na neve e contou com cães-modelos de várias raças chamados Ned, Gypsy, Rosie, Minky e Pam. 

 

05
Fev21

Coleira deteta o que os cães sentem

A coleira diz aos donos dos animais que estes sentem, através de uma aplicação de smartphone

Niel Tomodachi

Invenção sul-coreana está à venda online por 82 euros.

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Uma startup sul-coreana desenvolveu uma coleira que promete detetar cinco emoções dos cães, ao monitorizar os latidos usando tecnologia de reconhecimento de voz. A coleira Petpuls pode dizer aos donos dos animais, através de uma aplicação de smartphone, se os cães estão felizes, relaxados, ansiosos, com raiva ou tristes. E também permite monitorizar a atividade física e o descanso dos animais.

Andrew Gil, diretor de marketing da Petpuls Lab, explicou que o “dispositivo dá ao cachorro uma voz para que os humanos o possam entender”. A empresa começou a reunir diferentes tipos de latidos para analisar as emoções dos cães em 2017. Três anos depois, desenvolveu um algoritmo com base num banco de dados de mais de dez mil amostras de 50 raças de cães.

A coleira, que está à venda online por 82 euros, tem uma taxa de precisão média de 90% de reconhecimento emocional, de acordo com a Universidade Nacional de Seul, que testou o dispositivo – o primeiro do género, segundo a empresa, a ser equipado com tecnologia de inteligência artificial para o reconhecimento de voz.

 
 

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