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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

05
Mai21

"As Crianças Invisíveis" de Patrícia Reis

Niel Tomodachi

Um romance ímpar sobre adoção, maus-tratos e abandono. Surpreendente até ao final.

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Sobre o Livro:

M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente.

As Crianças Invisíveis é um romance que alia um exercício literário ímpar com um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade

 

Sobre a Autora:

Patrícia Reis nasceu em 1970, em Lisboa. Começou a sua carreira de jornalista n’O Independente, na revista Sábado e estagiou na revista norte-americana Time. Esteve no Expresso, fez a produção do programa de televisão Sexualidades, trabalhou na revista Marie Claire, na Elle e nos projetos especiais do diário Público. Desde 2000 que assume a edição da revista Egoísta.
Estreou-se na ficção em 2004, com a novela Cruz das Almas, a que se seguiram os romances Amor em Segunda Mão (2006), Morder-Te o Coração (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura, No Silêncio de Deus (2008), Antes de Ser Feliz (2009), Por Este Mundo Acima (2011), Contracorpo (2013), Gramática do Medo (2016), escrito a quatro mãos com Maria Manuel Viana, A Construção do Vazio (2017) e As Crianças Invisíveis (2019). É ainda autora de obras de cariz biográfico e de livros infantojuvenis, entre os quais a coleção Diário do Micas, que tem o selo do Plano Nacional de Leitura.
A novela O que nos separa dos outros por causa de um copo de whisky (2014) ganhou por unanimidade o Prémio Nacional de Literatura da Fundação Lions. Da Meia-Noite às Seis (2021) é o seu mais recente romance.

 

01
Mai21

"A Mão que Mata" de Lourenço Seruya

Niel Tomodachi

Alguém está disposto a tudo para esconder um terrível segredo

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Sobre o Livro:

Numa fria manhã de inverno, é encontrado um cadáver numa mansão na Serra de Sintra.
A família Ávila estava aí reunida para formalizar as partilhas patrimoniais, na sequência do falecimento do patriarca e jamais imaginava que o processo seria interrompido daquela forma.
O Inspetor Bruno Saraiva e a sua brigada da PJ são chamados a investigar, deparando-se com um caso peculiar: a vítima não era propriamente adorada pelos familiares, mas também ninguém tinha motivos para a querer morta. Terá o homicídio resultado de um assalto?

As opiniões dividem-se e a família Ávila não parece muito disposta a colaborar com a polícia.
Até que é encontrado um segundo cadáver na mansão…

Bruno Saraiva não tem dúvidas que o assassino está naquela casa, mas não tem ninguém que o apoie nesta teoria. Sem provas concretas que sustentem a sua crença, o Inspetor faz uma viagem-relâmpago a uma aldeia do Norte. Aí, toma conhecimento de uma informação que o põe no encalço do assassino: alguém que está disposto a tudo para esconder um terrível segredo.

 

Sobre o Autor:

Lourenço Seruya nasceu em Lisboa, no final do século xx. Depois de uma breve passagem pela área da Comunicação, concluiu em 2015 o Curso de Formação de Atores da ACT – Escola de Atores. Desde 2011 que representa em Teatro, Televisão e Cinema. Do seu currículo constam cinco espetáculos teatrais, mais de vinte filmes e outras tantas participações em séries e novelas. Paralelamente ao trabalho de ator, dá aulas de expressão dramática a crianças e adultos. Fã convicto de literatura policial, elege como principais referências Agatha Christie e Camilla Läckberg. Tem um irmão gémeo.

 

30
Abr21

"A Noite Passada" de Alice Brito

Niel Tomodachi

Um romance imperdível sobre um país cansado da censura e do respeitinho, que ousou sonhar a liberdade.

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Sobre o Livro:

Um romance de amor poderoso num Portugal que ansiava pela liberdade.

Tendo Lisboa como ponto de partida, a autora conta-nos a história de uma jovem, Amélia, de famílias respeitáveis, que põe o futuro e a honra a perder quando se deita com um agente da PIDE de modos delicados e linguagem sedutora, mas capaz das maiores crueldades.

Um livro imperdível, com uma escrita fluida, que lembra a aclamada série da RTP, Conta-me como Foi, cheio de histórias de heróis e vilões anónimos, preconceitos e modas arrojadas, e o grande sonho da liberdade.

 

Sobre a Autora:

Alice Brito é advogada, defensora da causa feminista e cronista em periódicos on-line . Tem artigos publicados em revistas e participações com outros autores em alguns livros. Nasceu em Setúbal, cidade em que vive desde sempre, e onde se passam os seus romances. Em 2012 publicou o seu primeiro livro As Mulheres da Fonte NovaO dia em que Estaline encontrou Picasso na biblioteca viu a luz do dia em 2015.

 

29
Abr21

"Breve História de Inglaterra" de Simon Jenkins

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Um livro curto, mas rigoroso, sobre os principais personagens e eventos da história da Inglaterra.

 

Sobre o Autor:

Simon Jenkins preside ao National Trust e é um dos mais proeminentes jornalistas do Reino Unido. Foi editor do Evening Standard e do jornal The Times, bem como colunista do jornal The Guardian. É autor dos bestsellers A Short History of England, Britains 100 Best Railway Stations, Englands Thousand Best Churches e Englands Thousand Best Houses.

 

«Jenkins fez um trabalho maravilhoso Chama-se a isto a melhor forma de contar histórias à moda antiga, cravejadas de episódios interessantes.»
Good Book Guide

29
Abr21

"A Importância de Dante" de John Took

Um Guia para Pessoas Inteligentes

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Em 2021 assinalam-se os 700 anos da morte de Dante Alighieri, um poeta que, nas palavras de T. S. Eliot, «divide o mundo com Shakespeare, não havendo um terceiro». Dante, tal como nós, viveu num mundo de violência política e incerteza moral, o que tornou o seu exílio uma agonia e lhe suscitou uma profunda meditação sobre a natureza da felicidade.

Em A Importância de Dante, John Took parte de três obras - Vita Nova, a obra inovadora da sua juventude; Convivio, trabalho maior da sua meia-idade; e a Commedia, o grande projeto da sua maturidade - como mapas para o desenvolvimento de Dante enquanto poeta e filósofo. Estas obras são ainda importantes testemunhos do papel ainda relevante de Dante como guia do nosso bem-estar e felicidade.

O pensamento de Dante, que refletiu a fundo sobre o bem-estar não só dos seus contemporâneos mas também dos que «pensarão nestes tempos como antigos», atravessa séculos e confirma o seu merecido estatuto não só como ícone cultural, mas como companheiro de viagem.

 

Sobre o Autor:

John Took é professor emérito em Estudos de Dante na University College London. Especializado em literatura italiana, em particular na obra de Dante, tem inúmeros artigos e livros publicados, incluindo a biografia Dante (Princeton University Press, 2020) e os títulos L'Etterno Piacer: Aesthetic Ideas in Dante (Oxford University Press) e Dante: Lyric Poet and Philosopher: An Introduction to the Minor Works (Clarendon Press).

 

29
Abr21

"Brincar à Maneira Dinamarquesa" de Iben Dissing Sandahl

Niel Tomodachi

O famoso modelo escandinavo que desperta a felicidade, confiança e espontaneidade das crianças

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Sobre o Livro:

Depois do grande sucesso alcançado pelo bestseller Pais à Maneira Dinamarquesa, a psicoterapeuta e professora Iben Dissing Sandahl aprofunda o que torna a Dinamarca tão especial, um dos pilares mais importantes para educar crianças saudáveis e felizes a brincadeira livre, não estruturada.

Sandhal defende uma sociedade onde prestemos mais atenção à educação de crianças equilibradas e com grande força interior, a fim de melhor as prepararmos para os desafios que as esperam no futuro.
Para tal, oferece aos pais e educadores em todo o mundo uma visão sobre como integrar a brincadeira livre na vida das crianças.

Um guia prático para brincadeiras livres, não estruturadas, que define claramente as etapas a ter em conta para criar filhos fortes e saudáveis.

Com tópicos práticos e exemplos inspiradores, Brincar à Maneira Dinamarquesa ajudará pais e educadores a tornar as crianças ainda mais felizes e mais bem integradas.

 

Sobre a Autora:

Iben Dissing Sandahl é coach certificada, oradora, autora e psicoterapeuta, com uma clínica privada às portas de Copenhaga. Especializou-se no aconselhamento de famílias e crianças. Professora de formação, trabalhou durante dez anos no sistema de ensino dinamarquês antes de se licenciar em Psicoterapia. Desde 2015, Iben Sandahl faz palestras, organiza workshops e presta aconselhamento a pais e famílias, organizações públicas e empresas privadas em todo o mundo. É muito apaixonada pelo seu trabalho e regularmente citada em revistas, jornais e na rádio nacional dinamarquesa pela sua opinião especializada. Internacionalmente os seus artigos foram publicados na The Vanity Fair, Huffington Post, The_Wall Street Journal, The Washington Post, Psychology Today, The Greater Good Science Center Berkley para citar apenas alguns.
O seu livro Pais à Maneira Dinamarquesa foi traduzido para 27 línguas. Iben também é autora de Brincar à Maneira Dinamarquesa (Arena, 2021) e Hold my hand. Os seus principais objetivos são inspirar, ajudar e apoiar pais e profissionais a fim de garantir que as novas gerações de crianças possam crescer com o máximo de saúde social e mental, oferecendo alternativas à violência e abusos de que as crianças têm sido alvo, tanto no passado como no presente. É casada e mãe de duas meninas, Ida e Julie.

 

«Brincar à Maneira Dinamarquesa é um guia bem escrito e de fácil leitura para criar crianças equilibradas, resilientes e saudáveis através da brincadeira. Este livro é uma excelente mistura de experiência e investigação científica. É um contributo inspirador para a atividade cognitiva na era moderna.»
Kjerd Fredens, médico e professor no Institute of Learning and Philosophy, Universidade de Aalborg

«Brincar à Maneira Dinamarquesa defende energicamente a brincadeira livre e dá sugestões práticas aos pais, educadores e médicos para a sua implementação. Concordo que a liberdade de resolver conflitos, medos, e exprimir criatividade só pode ajudar a reduzir o stress, a aumentar a autoconfiança, a diversão, as competências para resolver problemas e a resiliência.»
Barbara Lavine, conselheira profissional licenciada, Virginia, EUA

«Este livro torna fácil entender o tesouro escondido da brincadeira. Dá uma valiosa perspectiva de como a brincadeira das crianças as ajuda a desenvolver-se como seres humanos e diz a nós, pais, quando nos afastarmos e quando interferirmos.»
Nicole P., Mãe

 

29
Abr21

"Pais à Maneira Dinamarquesa" de Iben Dissing Sandahl e Jessica Joelle Alexander

Um guia indispensável para educar para a felicidade

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

O que faz da Dinamarca o país mais feliz do mundo? E quais são os segredos dos pais dinamarqueses para criarem crianças bem-sucedidas, confiantes e felizes? Este guia optimista e prático reúne as ideias de uma psicoterapeuta e de uma mãe — uma dinamarquesa e uma americana casada com um dinamarquês, respectivamente — sobre os hábitos das famílias mais felizes na Terra. O livro oferece conselhos sobre como:

- Incentivar jogos livres
- Potenciar a autenticidade e a confiança
- Fomentar a empatia
- Enfatizar o trabalho em equipa sobre as lutas de poder
- Celebrar a união

 

Sobre a Autora:

Iben Dissing Sandahl é coach certificada, oradora, autora e psicoterapeuta, com uma clínica privada às portas de Copenhaga. Especializou-se no aconselhamento de famílias e crianças. Professora de formação, trabalhou durante dez anos no sistema de ensino dinamarquês antes de se licenciar em Psicoterapia. Desde 2015, Iben Sandahl faz palestras, organiza workshops e presta aconselhamento a pais e famílias, organizações públicas e empresas privadas em todo o mundo. É muito apaixonada pelo seu trabalho e regularmente citada em revistas, jornais e na rádio nacional dinamarquesa pela sua opinião especializada. Internacionalmente os seus artigos foram publicados na The Vanity FairHuffington PostThe_Wall Street JournalThe Washington PostPsychology TodayThe Greater Good Science Center Berkley para citar apenas alguns.
O seu livro Pais à Maneira Dinamarquesa foi traduzido para 27 línguas. Iben também é autora de Brincar à Maneira Dinamarquesa (Arena, 2021) e Hold my hand. Os seus principais objetivos são inspirar, ajudar e apoiar pais e profissionais a fim de garantir que as novas gerações de crianças possam crescer com o máximo de saúde social e mental, oferecendo alternativas à violência e abusos de que as crianças têm sido alvo, tanto no passado como no presente. É casada e mãe de duas meninas, Ida e Julie.

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Jessica Joelle Alexander é norte-americana, cronista e mãe; vive com o marido, dinamarquês, e os filhos, na Europa.

 

28
Abr21

"Pense como um Gato" de Célia Palma

Um guia indispensável para compreender o seu gato e ajudá-lo a ser saudável e feliz

Niel Tomodachi

Este livro inclui dicas sobre: comportamento do gato, cuidados de saúde, prevenção de doenças, sinais de alerta e muito mais.

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Sobre o Livro:

Vamos lá ser honestos: nem sempre é fácil perceber os gatos.

Quem é que nunca recebeu uma dentada durante uma sessão de festas?
Ou foi acordado às seis da manhã por um miar intenso?
E nem nos façam falar dos estofos das cadeiras destruídos.

A trama adensa-se quando começamos a pensar no cardápio de vacinas ou nas possíveis doenças que podemos ser incapazes de detetar. Ai, gatos… era tudo muito mais fácil se vocês falassem!

Enquanto a ciência não evolui a esse ponto, podemos contar com a ajuda da médica veterinária Célia Palma, que nos apresenta um guia essencial para quem tem ou pretende vir a ter um gato. De uma forma simples e direta, irá descobrir tudo sobre esta espécie e tornar-se no tutor com que o seu gato sempre sonhou.

 

Sobre a Autora:

Célia Palma, nasceu em Setúbal, cidade onde estudou até ao 12.º ano. No secundário, destacou-se na área da escrita criativa, tendo recebido alguns prémios escolares, distritais e nacionais. Mudou-se para Lisboa quando iniciou os estudos no ensino superior, na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. Iniciou a carreira profissional em 1994, na clínica veterinária da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal, em Carcavelos, na área de medicina e cirurgia de cães e gatos.
É autora do livro Quando os Animais Vão o Médico (2015). É casada com um colega de profissão, mãe de duas meninas e tutora de gatos, cães, tartarugas e caturras. Vive em Azeitão.

 

28
Abr21

"Na Orquestra de Auschwitz - O Segredo da Minha Mãe" de Jean-Jacques Felstein

Uma história real sobre sobrevivência e o poder da música

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Enviada para Auschwitz em 1943, Elsa Miller sobreviveu ao campo de extermínio devido ao seu talento. Como violinista, teve a «oportunidade» de se juntar à orquestra feminina do campo, regida por Alma Rosé, sobrinha do famoso compositor Gustav Mahler.
É este o segredo que Jean-Jacques Felstein, o filho de Elsa, descobre muito tempo após a morte prematura da mãe, que nunca lhe revelara nada acerca do seu passado. Ao tentar preencher o vazio que sente, segue os passos de Elsa e encontra sobreviventes da orquestra em vários países: Alemanha, Bélgica, Polónia, Israel e Estados Unidos da América.

São as memórias de Hélène, Violette, Anita e outros músicos que o ajudam, finalmente, a compreender a sua mãe, que aos 20 anos passou pelo inferno e para sempre carregou esse fardo. Relatos que nos dão a conhecer a realidade incompreensível do campo: as audições das quais dependia a sobrevivência, os ensaios intermináveis, os destroços humanos que marchavam ao ritmo da banda a caminho dos trabalhos forçados, os concertos de domingo e as peças de música que Josef Mengele, o «Anjo da Morte», exigia ouvir quando não estava a decidir quem vivia e quem morria.

Uma história que desperta emoção, respeito e raiva, numa escrita marcante e intransigente. Uma bela homenagem a estas mulheres.
Um diálogo admirável além da morte, em que Jean-Jacques Felstein, ao seguir os passos de Elsa, tenta aliviar a mãe do peso do seu sofrimento e, assim, amenizar a sua própria devastação por ter crescido com uma mãe ausente.

 

Sobre o Autor:

Jean-Jacques Felstein é formado em Ciências da Linguagem e Comunicação e trabalha como consultor socioeducativo.
É também músico profissional de hard rock.

 

28
Abr21

"O diário de Renia" de Renia Spiegel

Uma vida na sombra do Holocausto

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Renia é uma jovem judia que que vive na Polónia em 1939 e sonha vir a ser poeta. Quando a Rússia e a Alemanha invadem o seu país, o mundo de Renia desvanece-se. Separada da mãe, a sua vida assume novos contornos quando ela foge de Przemysl para escapar dos bombardeamentos noturnos, observa o desaparecimento de outras famílias judias e, finalmente, testemunha a criação do gueto.
Mas, apesar da guerra, Renia encontra beleza nas coisas mais simples e partilha-o na sua poesia, começa a traçar o seu caminho como escritora e apaixona-se pela primeira vez, dando o seu primeiro beijo a Zygmunt, poucas horas antes dos nazis chegarem à sua terra natal.
Será Zygmunt a escrever o último e comovente texto no diário de Renia.
Recentemente redescoberto, setenta anos depois, o Diário de Renia é descrito como sendo um clássico da literatura do Holocausto. Escrito com a clareza e habilidade que lembra Anne Frank, é um testemunho extraordinário dos horrores da guerra e da vida que subsiste mesmo nos tempos mais sombrios.

 

Sobre a Autora:

RENIA SPIEGEL nasceu na parte oriental da Polónia em 1924. Em janeiro de 1939 começou a escrever um diário. Quando começou a guerra, ela e a irmã estavam a viver com os avós em Przemysl. A guerra separou-a da mãe e durante os anos seguintes viveria sob a ocupação soviética e depois nazi e assistiria à criação do ghetto. No versão de 1942, Renia foi forçada a esconder-se para tentar escapar à liquidação do ghetto. Uns dias depois, o seu esconderijo foi encontrado e ela foi executada. Renia tinha apenas dezoito anos.

 

“Surpreendente… uma nova contribuição inestimável para a literatura do Holocausto”

Smitshonian Magazine

 

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