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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

26
Out21

"Bhagavad Gita" de Edward Viljoen

Niel Tomodachi

Sobre o Livro:

Bhagavad Gita influenciou os grandes filósofos e pensadores, como Gandhi, que a considerou a sua enciclopédia espiritual.
Sendo ainda hoje a obra hindu mais lida em todo o mundo, Bhagavad Gita retrata o célebre diálogo entre o príncipe Arjuna e Krishna em pleno campo de batalha.
As lições que contém continuam tão valiosas como antes, oferecendo-nos a orientação necessária para ultrapassar tempos confusos e perturbadores.
Preservando a beleza de um dos maiores livros sagrados da Humanidade, esta edição dá-nos a conhecer a essência de uma das narrativas mais inspiradoras de sempre.
Fonte intemporal de sabedoria, Bhagavad Gita incentiva-nos à relação com o sagrado, à prática da devoção, à perseverança e ao compromisso com o dever da nossa alma.
Um guia para o autoconhecimento que nos ajuda a compreender a natureza humana e a sentirmo-nos mais perto do Divino.

 

Sobre o Autor:

Edward Viljoen formou-se em capelão do condado de Sonoma, tendo recebido também os diplomas de Doutor em Divindade e Doutor em Ciências Religiosas. É o diretor espiritual do Centro de Santa Rosa, na Califórnia.
Entre outras paixões, gosta de gatos, ficção científica, música e de organizar viagens para grupos a lugares do mundo onde possam experimentar novas culturas e novas maneiras de compreender o Divino.
Assim que leu a obra original Bhagavad Gita e se deparou com um vasto mistério de referências culturais, decidiu dedicar-se a esta versão simplificada de forma a tornar acessível a todos um dos maiores clássicos de espiritualidade do mundo.
Originalmente escrita em sânscrito, Bhagavad Gita foi já traduzida para todas as línguas do mundo.

 

«Acessível e envolvente, abriu-me os olhos não só para a riqueza e sabedoria de Krishna, mas também para o valor de expandir a nossa perspetiva do mundo. Uma leitura libertadora.»
Dave Edmonds

«Leia e releia este livro! Se estiver interessado no Gita, esta será uma ótima forma de começar a estudá-lo. Além disso, este livro é uma excelente forma de absorver conceitos espirituais fundamentais que transcendem todas as tradições espirituais. Viljoen escreveu na verdade uma grande cartilha espiritual para apoiar todos os caminhos.»
Rev. Mark Gilbert

«Este livro é um excelente ponto de partida para os leitores interessados num dos textos religiosos mais lidos do mundo.»
Publishers Weekly

 

26
Out21

"As Melhores Crónicas de Amor" de Miguel Esteves Cardoso

Niel Tomodachi

Crónicas dos primeiros amores, paixões, namoros, ciúmes, casamentos, os piropos, a tristeza, o ódio, as almas gémeas, ou, simplesmente, sobre o amor.

Wook.pt - As Melhores Crónicas de Amor

Sobre o Livro:

Miguel Esteves Cardoso escreveu num dos textos que compõem este livro que é comum dizer-se que não há amor como o primeiro. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros (quase todos), mas não há amor como o primeiro. Para MEC, é o primeiro amor o único que estraga o coração e o deixa estragado. Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «alto e pára o baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos que se discutem e debatem. Todos eles dão maior prazer do que o primeiro.

É nestas crónicas sobre os primeiros amores, as paixões, os namoros, os ciúmes, os casamentos, os piropos, a tristeza, o ódio, as almas gémeas, ou, simplesmente, sobre o amor - até porque, para MEC, tudo o que de bom por amor foi dito precisa de ser dito outra vez - que encontramos muitas das mais memoráveis páginas - daquelas que se enviam às pessoas de quem se gosta - de um dos maiores escritores de língua portuguesa.

 

Sobre o Autor:

Miguel Esteves Cardoso (MEC) nasceu em Lisboa, em 1955, e quis ser escritor desde que se lembra de ler. Tem duas filhas, Sara e Tristana Esteves Cardoso, e um casamento muito feliz com Maria João Esteves Cardoso. Autor de uma obra que abarca todos os géneros, MEC foi o primeiro influenciador do país, mesmo antes de se falar em influenciadores. Há quatro décadas que traça o mais original e belo retrato de um dos mais antigos países do mundo, chamado Portugal.

 

25
Out21

"A Noite dos Assassinos" de Howard Blum

A história não contada do plano de Hitler para matar Roosevelt, Churchill e Stalin

Niel Tomodachi

Uma história real repleta de suspense acerca de uma missão impossível e de um homem que enfrentou o desafio e evitou uma catástrofe mundial.

Novidades Livros (21 a 27 de outubro de 2021) - Notícias sobre Literatura e  Livros - Cardápio

Sobre o Livro:

1 de junho de 1943. O aeroporto da Portela, em Lisboa, fervilha de agitação. O espião alemão aguarda pacientemente para fazer a chamada. Quando o telefone finalmente toca na Embaixada da Alemanha em Lisboa é ditada uma sentença de morte. Mas, a operação fracassa. No avião que cai nos céus de Lisboa não está Winston Churchill, o alvo a abater, mas um sósia.

Nesse mesmo ano em novembro, os três líderes aliados Franklin D. Roosevelt, Winston Churchill e Joseph Stalin reúnem-se secretamente em Teerão. Mas os nazis descobrem o plano e Hitler vê aqui uma oportunidade. Embora a guerra esteja perdida acredita que, com novos líderes aliados, as negociações dos tratados de paz possam vir a ser mais benéficas para a Alemanha. Uma equipa de elite, altamente treinada e armada, liderada pelo capitão das SS Otto Skorzeny, conhecido como «O homem mais perigoso da Europa», é reunida e largada de paraquedas no Irão. Têm seis dias para completar a sua missão.

O agente dos serviços secretos norte-americano Mike Riley, um irlandês que se descreve como tendo «mais músculos que cérebro», responsável pela segurança pessoal de Roosevelt, terá de trabalhar com o agente soviético da NKVD, antecessora da KGB, para salvar os três líderes mundiais.

Em A Noite dos Assassinos, Howard Blum, autor best-seller do New York Times, revela a fascinante história secreta da conspiração nazi para matar os três homens mais importantes e fortemente protegidos do mundo. Um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, teria mudado o curso da História e o futuro do mundo ocidental.

 

Sobre o Autor:

Howard Blum é um escritor e jornalista norte-americano. Ex-repórter do The New York Times e do The Village Voice, é editor colaborador da Vanity Fair. É autor de vários livros de não ficção, best-sellers do The New York Times, como Dark Invasion ou American Lightning, vencedor do Edgar Award, bem como Wanted!The Gold ExodusGangland e The Floor of Heaven. Enquanto jornalista do The New York Times, foi nomeado duas vezes para o Prémio Pulitzer por reportagens de investigação. Vive no Connecticut e é pai de três filhos.

 

25
Out21

Imigrante lança livro para ajudar crianças lusófonas no Luxemburgo

Niel Tomodachi

Cíntia Ertel, uma imigrante brasileira a viver no Luxemburgo desde 2012, lançou em outubro um livro infantil para ajudar as crianças descendentes de famílias lusófonas a terem sucesso escolar no país.

Imigrante lança livro para ajudar crianças lusófonas no Luxemburgo

O livro 'O Papagaio Imigrante' surgiu para ajudar as crianças descendentes imigrantes oriundos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) a ter maior sucesso escolar conseguindo aprender "de forma mais lúdica" o alemão, que é a língua em que aprendem a ler a escrever, explicou Cíntia Ertel à Lusa. 

A autora tirou um doutoramento na Universidade do Luxemburgo, na área da Psicologia Educacional de crianças imigrantes, mais precisamente sobre dificuldades linguísticas das crianças portuguesas no ensino luxemburguês.

Durante quatro anos teve contacto direto com estas crianças, descendentes de portugueses, brasileiros e cabo-verdianos, e percebeu que a língua era difícil por ser a terceira que estavam a aprender, sendo o português a familiar, o luxemburguês a do quotidiano e a alemã a escolar, e porque as crianças não "praticavam a língua com as suas famílias". 

Ao terminar o doutoramento, foi trabalhar para uma 'maison relais' (um centro de estudos) e constatou que as crianças com ascendência portuguesa, no geral, estavam cada vez mais desmotivadas com a escola.

A autora disse à Lusa que sempre escreveu, mas a pandemia fez com que iniciasse este projeto de "um livro bilingue". 

O livro está também disponível em Portugal e tem um site próprio: http://opapagaioimigrante.com .

A estória do livro baseia-se num papagaio que se vai embora do Brasil, juntamente com a sua namorada, a arara, devido ao descontentamento que sente no país. Segundo a autora, é uma crítica à conjuntura atual no seu país natal, desde a desflorestação à inflação de preços. 

Segundo dados do instituto de estatísticas luxemburguês statec, de janeiro de 2021, vivem oficialmente no Luxemburgo 94.335 portugueses, 2.604 brasileiros, 2.557 cabo-verdianos, 394 guineenses, 62 angolanos, 30 são-tomenses e 05 moçambicanos.

Cerca de 5.319 brasileiros já obtiveram a nacionalidade luxemburguesa por descenderem de imigrantes luxemburgueses no Brasil.

Cíntia Ertel explicou à Lusa que está a surgir uma segunda vaga de imigração brasileira no Luxemburgo. A primeira, nas suas palavras, foi a sua, de pessoas que partiram do Brasil para Portugal e posteriormente para o Luxemburgo. A segunda vaga é a de brasileiros que vão diretamente para o país.

 

O Papagaio Imigrante | Der Einwandererpapage!

Wook.pt - O Papagaio Imigrante | Der Einwandererpapage!

O papagaio Porã já não vivia contente em sua floresta. O salário dele não era lá grande coisa e ele estava com muito medo de que as queimadas chegassem à sua linda bananeira. O papagaio Porã e sua namorada, a arara Nina, decidiram fazer então algo inesperado no mundo dos Psitaciformes: eles decidiram imigrar, porém não para outra floresta tropical. Eles decidiram ir morar no último frio Grão-ducado do mundo, o Luxemburgo.

Este livro é uma homenagem a todos os imigrantes.

 

25
Out21

"Homens em Tempos Sombrios" de Hannah Arendt

Niel Tomodachi

Sobre o Livro:

Nascida na Alemanha, em 1906, Hannah Arendt viveu os tempos sombrios das duas guerras mundiais. Aluna de Heidegger e Jaspers, formou-se em Heidelberg, mas teve de deixar o seu país após a chegada dos nazis ao poder, tendo-se fixado nos EUA, onde viria a falecer em 1975. Foi entretanto reconhecida como uma das figuras mais importantes do pensamento político contemporâneo e da filosofia do século XX.

Os textos aqui reunidos são análises biográficas de homens e mulheres tão diferentes como Lessing, Hermann Broch, João XXIII, Rosa Luxemburgo, Brecht, Karen Blixen e Walter Benjamin. No seu conjunto, são uma reflexão apaixonante sobre o comportamento e o papel desses homens e mulheres a quem foi dado viver em tempos sombrios.

 

Sobre a Autora:

Hannah Arendt nasceu em Hanôver, na Alemanha, em 1906. Estudou nas Universidades de Marburgo e Friburgo e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Heidelberg, onde foi aluna de Karl Jaspers. Mudou-se para França em 1933. Em 1941, deslocou- -se para os Estados Unidos da América, tornando-se cidadã norte-americana dez anos mais tarde.Foi professora convidada de várias universidades, incluindo Califórnia, Princeton, Columbia e Chicago, e professora catedrática na Graduate Faculty of the New School for Social Research. Recebeu a Guggen- heim Fellowship, em 1952, e a Arts and Letters Grant do National Institute of Arts and Letters, em 1954.Hannah Arendt morreu em dezembro de 1975.

 

24
Out21

"Suíte Tóquio" de Giovana Madalosso

Niel Tomodachi

A estreia em Portugal de um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea

Wook.pt - Suíte Tóquio

Sobre o Livro:

De um lado, temos Maju, uma babá, indistinta no seu dia-a-dia do «exército branco» de outras babás que cuidam dos filhos dos patrões de classe alta. Do outro, temos Fernanda, a mãe, a empresária de sucesso. E o meio, além de Cora, a menina que Maju decide raptar e que Fernanda demora a perceber que desapareceu, temos luta de classes, crises pessoais, ternura, medo, busca de redenção e duas vozes femininas que se confrontam e se completam num romance trágico-cómico sempre em movimento.

 

Sobre a Autora:

Giovana Madalosso nasceu em Curitiba, em 1975, e vive em São Paulo. É formada em Jornalismo pela UFPR. Durante quinze anos, trabalhou como redatora publicitária. Hoje escreve também roteiros para TV.

 

24
Out21

"O Livro da Saudade" de Sue Monk Kidd

Niel Tomodachi

«Sou a Ana. Fui a mulher de Jesus»

Sobre o Livro:

Criada numa família rica de Séforis, Ana é uma jovem rebelde com uma mente brilhante e um espírito ousado. Ela estuda em segredo e escreve histórias sobre as mulheres da sua época, negligenciadas e silenciadas. Até que um encontro casual com Jesus muda tudo: o pacifista que se opõe ao domínio de Roma e que ajuda os pobres e as prostitutas cativa Ana, que abandona tudo para viver com ele em Nazaré.

Contudo, os desejos reprimidos que Ana guarda dentro de si colocam-na em perigo. Durante a turbulenta resistência à ocupação de Israel por Roma, ela é forçada a fugir para Alexandria, onde revelações surpreendentes, perigos ainda maiores e um ambiente inesperado a aguardam. Ana determina o seu próprio destino durante uma excecional convergência de acontecimentos, decisivos para a História da Humanidade.

Com base em pesquisa meticulosa e escrito com uma abordagem reverente da vida de Jesus que realça a sua natureza humana, O Livro da Saudade é o relato da luta corajosa de uma mulher para seguir as suas paixões e fazer ouvir a sua voz num tempo, lugar e cultura projetados para a silenciar.

 

Sobre a Autora:

Sue Monk Kidd nasceu em 1948 e é natural do estado da Geórgia. Formou-se em Enfermagem, tendo exercido a profissão durante algum tempo antes de se dedicar à escrita. O seu primeiro romance, A Vida Secreta das Abelhas, tornou-se num verdadeiro fenómeno literário, mantendo-se na lista de bestsellers do The New York Times durante mais de dois anos e tendo sido traduzido para mais de 36 línguas. Coescreveu um livro de memórias com a filha, Ann Kidd Taylor, Traveling with Pomegranates: A Mother-Daughter Story, sendo também autora de outras biografias e livros de memórias, incluindo The Dance of the Dissident Daughter. Tem duas filhas e reside no sudoeste da Florida com o marido e um labrador retriever preto. Pode consultar a página da autora em https://suemonkkidd.com/.

 

«A intensidade, coragem e força de carácter de Ana, tal como imaginadas por Kidd, inspirará os leitores a viver de forma autêntica e a permanecer fiéis a si mesmos.»
Library Journal

 

24
Out21

Paixões, viagens e conspirações de rainhas e reis de Portugal: 4 novos romances históricos

Niel Tomodachi

O outono traz-nos quatro novos livros que são uma viagem pela História de Portugal. Rainhas e reis levam-nos pelos corredores do poder das suas épocas, recheados de paixões e conspirações.

D. Carlos, D. João VI, Inês de Castro e Mariana de Bourbon são os nomes que norteiam estes quatro títulos

“Inês de Castro”

Planeta, 21,90 euros

Isabel Stilwell traz-nos uma nova oportunidade de mergulhar na História de Portugal à boleia de uma das grandes figuras femininas da realeza nacional. A autora best-seller de romances históricos conta agora a história deInês de Castro, protagonista da que é, talvez, a história de amor mais conhecida da nação e que, reza a lenda, foi coroada rainha de Portugal já depois da sua morte. Ao longo de quase 500 páginas a vida de Inês de Castro é também o retrato de uma época em que Portugal e Castela viviam entre intrigas e trocavam traições e dos seus protagonistas. A vida de Inês inspirou muitos artistas e até Camões lhe dedica versos n’Os Lusíadas. Neste livro é retratada como ágil espia, influente no tabuleiro do poder, alvo da ira do rei Afonso IV, amante de D. Pedro e, por fim, rainha de Portugal.

Inês de Castro, Planeta.

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“D. Mariana de Bourbon, A força da rainha”

Clube do Autor, 16,50 euros

Mariana Vitória de Bourbon era espanhola e foi a rainha consorte de D. José I durante 27 anos, até à morte do rei. Mais do que uma biografia da rainha, este livro é um retrato de uma época da história de Portugal recheada de acontecimentos relevantes e contada da perspetiva privilegiada da casa real. Paula Veiga já tinha escrito um livro sobre D. Leonor de Lencastre (“A rainha perfeitíssima”, Saída de Emergência). Agora mostra-nos uma rainha Mariana de Bourbon que descreve como mulher ciumenta e que gostava de se envolver nos assuntos da governação. Foi durante o reinado de D. José I, no século XVIII, que Portugal sofreu o terramoto de 1755 e passou de anos dourados a um país focado na reconstrução de Lisboa. Foi também a época dos Távora, a famosa família da alta nobreza, tendo o rei eleito como como amante D. Teresa. Um romance histórico que, dada a história da nação, também promete suspense e intriga.

D. Mariana de Bourbon. A Força da Rainha, Clube do Autor.

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“O Primeiro Amor de Dom Carlos”

Bertrand Editora, 17,70 euros

Este romance histórico foca-se numa fase da vida de D. Carlos, muito antes deste se tornar rei, e acompanha-o durante o final do século XIX, a partir do momento em que conheceu Amapola de la Gran Torre Caminha de Castro, uma fidalga luso-galega. Conta o livro que Amapola tinha uma casa de férias no Monte Estoril, D. Carlos, quando estava em Cascais, instalava-se na Cidadela e os dois conheceram-se no verão de 1879. Partilhavam o gosto pela cultura, pelas artes e em especial pela pintura, mas tinham estatutos diferentes e enquanto ele ficou noivo de Amélia de Orleães (filha do Conde de Paris) com quem viria a casar a 22 de maio de 1886, ela casou-se com um antigo pretendente e assim cada um seguiu o seu caminho. Esta obra é um retrato de um amor de juventude, não só de um herdeiro do trono, como também de uma época passada.

O primeiro amor de D. Carlos, Bertrand Editora.

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“1821. O regresso do rei”

Planeta, 17,50 euros

Armando Seixas Ferreira é conhecido do público como grande repórter da RTP, mas desta vez conta-nos uma história em livro, a do regresso do rei D. João VI e da família real do Brasil para Portugal em 1821. A partida da corte em 1807 é muito conhecida, contudo a viagem de regresso a Lisboa nem tanto. Depois de quase 14 anos a viver no Brasil, o rei deixou lá o filho, D. Pedro, e partiu a 26 de abril de 1821 numa armada de 12 navios, com três a quatro mil pessoas a bordo, para uma viagem de travessia do Atlântico que durou 68 dias. O autor investigou documentos e os diários de bordo do arquivo histórico da marinha, redigidos a bordo de dois dos 12 navios, são o fio condutor desta história que descreve a vida a bordo num navio de guerra do século XIX, os momentos mais marcantes do reinado do rei e da vida no Brasil e as consequências políticas desta expedição, sendo uma delas a independência do Brasil em 1822.

1821. O regresso do rei, Planeta.

 
24
Out21

"A Arte da Guerra na Idade Média" de Charles Oman

Um clássico da Estratégia e da História Mundial

Niel Tomodachi

Sobre o Livro:

A arte da guerra tem sido definida, de uma forma muito sucinta, como a arte que permite a um comandante suplantar as forças que se lhe opõem. Desse modo, encontra-se diretamente relacionada com uma variedade de áreas de conhecimento, das quais a estratégia e a tática militar são apenas duas das mais importantes.
Além de lidar com a disciplina, a organização e o armamento, é uma arte que procura, por todos os meios e ferramentas à disposição, soluções que possam ser adaptadas com vista a aumentar a capacidade física ou moral de um exército.
Esta obra foi escrita por um dos grandes medievalistas de Oxford, sendo um dos melhores relatos da arte militar na Idade Média, desde a batalha de Adrianopla (378 d.C.) à de Marignano (1515 d.C.).

 

Sobre o Autor:

Charles William Chadwick Oman foi um historiador militar britânico do início do século XX. As suas reconstruções das batalhas medievais a partir de relatos fragmentários foram pioneiras, num estilo que é uma mistura revigorante de rigor histórico e tensão narrativa.
Nasceu na Índia em janeiro de 1860, filho de um fazendeiro britânico, e formou-se na Universidade de Oxford, onde estudou com William Stubbs. Em 1881 foi eleito para uma bolsa de estudos na All Souls College, onde permaneceria pelo resto da sua carreira.
Tornou-se membro honorário da New College em 1936 e recebeu os títulos honoríficos de Doctor of Civil Law (Oxford, 1926) e de Doctor of Law (Edimburgo, 1911, e Cambridge, 1927).
Morreu em Oxford, em junho de 1946.

 

«Um livro raro e uma investigação brilhante, escrito de forma sóbria e cativante.»
The New York Times

«Um dos melhores livros, senão o melhor, sobre história militar medieval já escritos. a desconstrução da ideia amplamente aceite de que os cavaleiros da europa eram apenas rapazes abastados a cavalo vale o preço do livro.»
Goodreads, 5 estrelas

 

24
Out21

"As Portas do Mundo" de John Darwin

As cidades portuárias e a globalização na era do vapor, 1830-1930

Niel Tomodachi

Wook.pt - As Portas do Mundo

Sobre o Livro:

A máquina a vapor transformou o mundo, dando início ao complexo sistema industrial, escorado num desproporcionado consumo de recursos, cujas consequências estamos hoje a sentir. Revolucionou o trabalho e a produção, mas também o conforto e o custo das deslocações por terra e por mar. O resultado foi a abertura de vastas áreas do mundo à impetuosa expansão dos Europeus e Americanos numa escala inimaginável até então. As Portas do Mundo conta a história das grandes cidades portuárias que emergiram como cabeças-de-ponte desta nova economia movida a vapor, reconfigurando não só o comércio e a indústria das regiões limítrofes, mas também a sua cultura e a sua política.

 

Sobre o Autor:

Reputado historiador britânico e professor em Oxford, de História Global e Imperial, no Nuffield College, onde dirige também o respetivo Centro de História Global. Os seus interesses académicos centram-se no papel dos impérios e nas relações que se estabelecem entre povos, bem como a circulação de bens e ideias pelas suas fronteiras. Em 2008, foi galardoado com o Prémio Wolfson de História por esta obra.

 

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