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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

18
Jul22

Sabia que existem quatro bibliotecas onde pode ler à beira-mar, em praias nacionais?

Niel Tomodachi

Uma ideia incrível. Já não é preciso andar carregado com um arsenal de livros e revistas.

Toalha, uma garrafa de água, uns snacks, protetor solar e um livro. Estes são os essenciais que não deve esquecer para que um dia na praia seja perfeito. Se por acaso passar as férias na zona de Esposende, não irá precisar de andar carregado para passar bons momentos a ler. Pode simplesmente escolher uma revista, um jornal ou um romance numa das bibliotecas que estão espalhadas pelos areais da região.

Com o objetivo de promover o livro e a leitura — e aproximar a Biblioteca Municipal da comunidade — o município de Esposende voltou a abrir ao público quatro bibliotecas de praia que disponibilizam vários livros e jornais. Estes locais de leitura à beira-mar vão estar nas praias de Cepães, Suave Mar, Ofir e Apúlia a partir desta segunda-feira, 18 de julho, até 2 de setembro, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

Esta é uma tradição que conta já com 26 anos e que foi interrompida durante os últimos dois anos devido à pandemia. “Nas praias de Esposende, à sombra da Bandeira Azul, pode descobrir-se o prazer da leitura e perceber o segredo de um projeto que, em 1996, era ousado, ao qual a forte adesão conferiu assertividade”, refere a autarquia.

Nestas bibliotecas de praia pode encontrar livros de vários géneros, jornais nacionais, regionais e locais, bem como uma variedade de revistas de informação, cultura, viagens, saúde e desporto. É possível ler na esplanada ou pedir para as levar para casa temporariamente. Também dispõem de obras em inglês, francês ou alemão.

Além dos livros, têm também um espaço onde os miúdos onde podem passar o dia a ler, desenhar ou a jogar jogos de tabuleiro com a família e amigos.

 

12
Mai21

Biblioteca Itinerante está a percorrer o interior do país

Niel Tomodachi

O projeto "Viagem ao Interior (dos livros, das pessoas e do país)", do jornalista e escritor João Ferreira Oliveira, está a levar histórias e livros ao Interior. A próxima paragem é a Terra Fria Transmontana.

R5JG0708-960x640.jpgDepois de ter passado pelas Aldeias do Xisto, a Biblioteca Itinerante, do jornalista e escritor João Ferreira de Oliveira, continua a percorrer o interior do país, chegando a Trás-os-Montes já esta quinta, dia 13 de maio. O projeto “Viagem ao Interior (dos livros, das pessoas e do país)” arrancou no dia 7 de maio, materializado numa carrinha branca carregada de livros, e prevê-se que vá continuar por cerca de 20 dias, passando também pelo Alentejo Interior e pela serra algarvia. A ideia é levar sessões de leitura aos mais novos, e a todos os que queiram ouvir João, que tenta assim fintar o isolamento destas regiões. Em troca, o jornalista espera regressar com a carrinha “cheia de histórias”.

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Para além de momentos de leitura planeados, em escolas, bibliotecas ou, simplesmente, na rua, João também distribui por onde passa os 500 livros doados por editoras portuguesas. Pelo meio, há abertura para a espontaneidade, permitindo que novos planos possam fazer parte desta viagem.

A visita à Terra Fria Transmontana começa em Mogadouro, com uma sessão de leitura na Biblioteca Municipal, e segue para os outros quatros municípios – Miranda do Douro, Bragança, Vimioso e Vinhais. De resto, a jornada pode ser acompanhada no Instagram @viagem_ao_interior, posteriormente lida na revista Fugas, e visualizada numa série documental.

 

23
Abr21

Grupo Penguin oferece pequenas bibliotecas às Casas Acreditar no dia do Livro

Niel Tomodachi

O grupo Penguin Random House Portugal vai oferecer “mini-bibliotecas” às casas da Acreditar, por ocasião do Dia Mundial do Livro, pretendendo com este gesto “partilhar o conforto que os livros proporcionam” com as crianças com cancro e seus familiares.

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De acordo com o grupo editorial, são conjuntos de 25 livros das suas várias chancelas, que vão ser entregues à Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, para rechear as suas casas de Lisboa, Coimbra, Porto e Funchal.

Entre as obras selecionadas para oferecer contam-se “A mulher que correu atras do vento”, de João Tordo, “Becoming”, de Michelle Obama, “Jesus Cristo bebia cerveja”, de Afonso Cruz, “ABC da Vida”, de Helena Sacadura Cabral, “A verdade sobre o caso de Harry Quebert”, de Joel Dicker, e “A Cor púrpura”, de Alice Walker.

Para os mais novos, serão doados “Historia de adormecer para raparigas rebeldes”, de Francesca Cavallo e Elena Favilli, “Elmer e minhas emoções”, de David McKee, “Diário de uma Miúda como tu”, de Maria Inês Almeida, “Big Nate e Companhia”, de Lincoln Pierce, e “O grande livro dos super tesouros”.

O grupo editorial, que detém chancelas como a Alfaguara e a Companhia das Letras, destaca que esta iniciativa tem presente que “a leitura pode ser também um refúgio, e um alento”.

“Como editores, acreditamos que os livros ajudam a tornar o mundo um lugar melhor, mais preenchido, com mais sentido. Com esta oferta de livros para as 4 Casas da Acreditar, em Coimbra, Lisboa, Porto e Funchal, pretendemos dar o nosso contributo para alegrar e preencher os dias das crianças com cancro, assim como dos pais e cuidadores que as acompanham neste momento difícil”, afirma Clara Capitão, diretora-geral do grupo.

A responsável editorial acredita que “estas crianças encontrarão nestes livros uma fonte de consolo e conforto, um lugar de refúgio e fantasia, tão necessários quando precisamos de vencer obstáculos”.

Para Ansfriede Zwaagstra, da Acreditar, “a companhia de um livro acalma as tempestades da vida”.

“Com uma biblioteca viva e atualizada, a estadia das famílias na Casa Acreditar fica mais rica”, considera a fundadora desta associação com mais de 25 anos.

 

29
Mar21

Biblioteca do Marquês reabriu sem livros mas ao som de uma rádio

Niel Tomodachi

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Os sons invadiram o Jardim do Marquês e, esta manhã, eram muitos os olhares curiosos direcionados para o pequeno edifício da Biblioteca Popular de Pedro Ivo que reabriu restaurada, agora sem livros mas com um programa-piloto que integra várias áreas disciplinares para testar que tipo de diferentes usos esta biblioteca pode ter, sempre em ligação com a memória que os portuenses têm do espaço.

Nela está a funcionar a Rádio Estação do Museu da Cidade, projeto nómada e que durante um período de um mês e meio vai ocupar este edifício em pleno jardim urbano, emitindo em FM, em 96.3, mas também em forma de pequena biblioteca sonora ao ar livre. "Resgatamos este espaço que estava sem utilização para fins culturais e decidimos após uma reflexão longa experimentar um modelo pluridisciplinar que apele à memória das pessoas", explica Nuno Faria, diretor artístico do Museu da Cidade.
E será através das três plataformas culturais da cidade que será ditada a ocupação futura da biblioteca do Marquês. O projeto inicia-se com uma ação do Museu da Cidade mas depois aquele pequeno espaço terá a residência das artes performativas do Teatro Municipal e mais tarde haverá interligação com o Cinema Batalha.

Para já recebe a Rádio Estação que transmite não apenas sons mas também música ligada à cidade. Entre as 17 e as 19 horas o destaque vai para as Confabulações, com curadoria de Marta Bernardes, responsável pelo projeto educativo do Museu da Cidade. "Trata-se da leitura de fábulas com som musical. Uma fábula para os filhos, outra para os pais. Em espelho", explica Nuno Faria. Textos que remetem o ouvinte para vários lugares, começando esta viagem com as fábulas do italiano Italo Calvino.

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A Biblioteca Popular Pedro Ivo, designada informalmente Biblioteca do Marquês por se encontrar implantada no jardim daquela emblemática praça, abriu ao público em 7 de janeiro de 1948 tendo como missão permitir o acesso aos livros e à leitura das classes mais necessitadas. O edifício foi projetado e executado pelo arquiteto Bernardino Basto Fabião (1912-1998), ao serviço da Câmara Porto e esteve desde o seu início na dependência direta da Biblioteca Pública Municipal do Porto. Em 1990-1991 foi adaptada para dar origem à Biblioteca Infantil que esteve em funcionamento, nesse mesmo local, até ao início de 2002.

O ponto de viragem acontece com as obras da estação de Metro do Marquês iniciaram-se em finais de 2001, tendo obrigado ao encerramento da biblioteca e à transferência do serviço através da realização de um protocolo com a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, para as instalações da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o que se concretizou nos primeiros meses de 2002.

O pequeno edifício serviu temporariamente de cafetaria e acabou por, já este ano, ser reabilitado pela Domus Social a partir do projeto arquitetónico original.

Artes performativas

O Teatro Municipal do Porto ocupa a biblioteca de 17 de maio a 10 de julho com um trabalho de artistas no âmbito do projeto europeu Moving Borders.

Feira do Livro

De 16 de julho a 12 de setembro o Marquês recebe uma extensão da Feira do Livro com uma mostra da obra do autor que dá nome ao espaço: Pedro Ivo.

Espaço cinema

Já mais para o final do ano a parceria será com o Batalha Centro de Cinema e a proposta do departamento de Cinema e Imagem em Movimento consiste na apresentação de uma obra fílmica comissariada a um projeto cooperativo de cinema do Porto.

Biblioteca no futuro

A programação futura resultará da vontade da comunidade local que será chamada a participar e a apresentar ideias para a programação sazonal/anual da Biblioteca, tendo em conta o seu carácter multidisciplinar mas, mais uma vez, não perdendo de vista a ligação à história do espaço.

 

31
Jan21

Bibliotecas de Matosinhos levam-lhe os livros a casa durante o confinamento

Niel Tomodachi

Mas fazem mais do que isso: também vão disponibilizar online jornais e revistas de todo o mundo.

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Ficámos sem restaurantes, sem cinemas e sem teatros. Mas durante o confinamento, a cultura não tem que morrer. Para nos ajudar a passar o tempo durante este período difícil a Câmara Municipal de Matosinhos encontrou uma solução para nos colocar livros nas mãos.

Apesar de fechadas, as bibliotecas do concelho têm registado mais de 100 requisições por dia. Isso levou à criação de um serviço de entrega de livros ao domicílio que permite que os empréstimos continuem mesmo durante o confinamento.

Para usar este serviço é necessário que os leitores estejam inscritos nas bibliotecas municipais. Depois, basta aceder ao catálogo online, verificar se os livros que pretende estão disponíveis e enviar um email (bmfe@cm-matosinhos.pt) ou telefonar (22 939 0950) para agendar a entrega em casa, que é feita em dias úteis entre as nove e as 19 horas. Todo este processo é simples e seguro, sendo que os livros ficam em quarentena durante 48 horas quando regressam da casa dos leitores.

“Estamos a salvaguardar todas as questões de higiene e segurança que se prendem com esta operação, incluindo a desinfeção periódica das viaturas de entrega dos livros. A autarquia entende que, em período de confinamento, a leitura e a companhia dos livros podem ser determinantes para a saúde mental e emocional de muitas pessoas, pelo que consideramos que o esforço que está a ser feito compensa largamente”, explicou o vice-presidente e vereador da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos, Fernando Rocha.

Além da entrega de livros ao domicílio, a autarquia aposta no combate à desinformação e disponibiliza aos seus leitores o acesso a mais de 7.700 jornais e revistas nacionais e internacionais através da plataforma digital PressReader. Durante o confinamento e de forma a que todos possam ter acesso à informação, a inscrição como leitor vai poder ser feita, excecionalmente, através de email.

 

28
Jan21

Bibliotecas de Lisboa contam uma história por dia

Niel Tomodachi

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A rede de Bibliotecas de Lisboa (BLX) trouxe as leituras de contos para o online e a quinta série da iniciativa “Uma história por dia não sabe o bem que lhe fazia” estreia já no dia 8 de fevereiro. O projeto de narração, que acontecia presencialmente em todas as bibliotecas da rede, virou-se para o digital com a pandemia e atualmente publica um vídeo por dia, de segunda-feira à sexta-feira.

Isabel Monteiro, do núcleo de promoção e mediação de leitura da BLX, afirma que esta é uma atividade para toda a família, pois “as histórias não têm público-alvo e são para todos, desde os mais pequenos aos mais adultos”.

A série cinco do projeto vai ter o tema de lendas portuguesas e em 60 episódios irá percorrer vários contos típicos do norte a sul do país, não esquecendo as ilhas. As narrações são realizadas pelas mediadoras de leitura das 18 bibliotecas da rede.

Isabel Monteiro afirma que tem sido positivo que pessoas que não conheciam o projeto antes da pandemia tenham passado a acompanhar as histórias. “Temos um público que nos segue desde o presencial, mas conseguimos chegar a pessoas de todo o país que não nos conheciam”, sublinhando ainda que já tiveram assistências de fora de Portugal.

Todos os contos e séries anteriores estão disponíveis no YouTube da rede e ainda vais a tempo de acompanhar a quarta série, a decorrer até dia 29 de janeiro.

 

09
Jan21

Bibliomóvel de Proença-a-Nova vence Prémio Boas Práticas em Bibliotecas

Niel Tomodachi

Proença-a-Nova, Castelo Branco, 08 jan 2021 (Lusa) - A biblioteca itinerante de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, venceu a 6.ª edição do Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais, foi hoje divulgado.

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A Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), numa nota publicada no seu 'site', refere que "o júri do Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais, na sua 6.ª edição, decidiu atribuir o Prémio de 2019 à candidatura 'Bibliomóvel de Proença-a-Nova'".

"A Bibliomóvel de Proença-a-Nova tem sido um exemplo de como os serviços de proximidade fazem a diferença em territórios com as nossas características e receber esta distinção, para além de nos sentirmos orgulhosos, reforça o compromisso de inovarmos naquilo que são as bibliotecas como espaços de cultura e de conhecimento e que, com a mobilidade e o contacto próximo com a nossa população, podem oferecer mais serviços que vão ao encontro das necessidades dos seus utilizadores", afirmou, à agência Lusa, o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Lobo.

O autarca realça ainda que, "como refere o bibliotecário Nuno Marçal [responsável pela biblioteca itinerante], o trabalho da Bibliomóvel está assente em valores como a proximidade, a periodicidade, a cumplicidade e a amizade, que constituem a sua imagem de marca".

Este prémio foi instituído pela DGLAB em 2014, com o objetivo de premiar anualmente serviços ou projetos inovadores e de grande impacto na comunidade, desenvolvidos por bibliotecas públicas municipais portuguesas, que contribuam também para uma melhor e mais eficiente gestão dos recursos disponíveis e que ultrapassem a atividade regular das bibliotecas.

"Considerou o júri que o projeto vencedor é um projeto diferenciador, da comunidade e para a comunidade. Destaca-se pelo serviço "fora de portas", em zonas de baixa densidade populacional, com uma população envelhecida e pouco alfabetizada, disponibilizando outras valências (com uma forte componente social), para além dos serviços tradicionais de biblioteca, o que contribui para o impacto que têm junto das comunidades servidas", lê-se na nota.

Adianta ainda que a Bibliomóvel de Proença-a-Nova tem conseguido aliar os serviços tradicionais de empréstimo domiciliário e consulta de documentos, com o acesso à Internet, a utilização de ferramentas de videoconferência e de impressão de documentos, o pagamento de serviços e a articulação com outros do município local, na área dos serviços 'online' ao cidadão e dos cuidados básicos de saúde.

Nesta 6.ª edição, o júri decidiu ainda atribuir uma menção honrosa ao projeto "Wiki Médio Tejo - Enciclopédia Digital Médio Tejo", apresentado pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas Públicas Municipais do Médio Tejo.

O júri considerou o projeto inovador ao nível de novas valências e serviços para a comunidade do Médio Tejo atendendo ao seu aspeto colaborativo.

A rede do Médio Tejo envolve bibliotecas públicas de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha, conforme a página da Comunidade Intermunicipal.

O Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais pretende contribuir para o reconhecimento e para a valorização do papel social das bibliotecas públicas, promovendo a divulgação, partilha e difusão das boas práticas.

Podem candidatar-se bibliotecas públicas municipais portuguesas, individualmente ou em associação, com projetos em desenvolvimento ou desenvolvidos no ano anterior ao da atribuição do prémio que tem o valor monetário de 4.500 euros, destinados à aquisição de recursos e serviços para melhoria da qualidade dos serviços de biblioteca.

 

02
Jan21

Bibliotecas online: 20 sites com livros grátis

Não precisas mais de pagar para ler livros.

Niel Tomodachi
A Era Digital chegou para ficar e tem revolucionado cada uma das áreas que conhecemos. Até na mais provável delas, como é o caso das bibliotecas, isso aconteceu - o que comprova que, a tendência, é para ficar. Conhece as bibliotecas online onde podes ler livros de forma gratuita.

15 Bibliotecas online para ler livros

Queres muito (re)começar a ler, mas não queres gastar mais do que podes? Não te preocupes, porque temos a solução para ti: com estes sites, vais poder encontrar livros digitais de todos os tipos, desde os policiais aos de ficção científica. É verdade que estas plataformas não substituem as centenas de bibliotecas que temos no nosso país, mas o seu fácil acesso é uma grande mais-valia.

1. Biblioteca Digital Camões
Esta é uma iniciativa do Governo português, que tem como principal objetivo facilitar ou, melhor dizendo, "democratizar" o acesso a livros que estão entre os maiores clássicos nacionais. Na plataforma, podes também encontrar obras por área, isto é, arquitetura, cinema, educação, história, geografia, entre (tantas) outras. 

2. Domínio Público
O Domínio Público é uma plataforma brasileira, que disponibiliza livros (em PDF) de todos os géneros de forma gratuita. Lá, podem ser encontradas obras de vários autores brasileiros, mas também conta com exemplos nacionais e internacionais, como é o caso de Fernando Pessoa, Oscar Wilde, Camões, Gil Vicente, José Saramago, William Shakespeare, entre tantos outros.

3. Google Books
O Google aloja milhões de obras escritas em centenas de línguas diferentes. Nem todos os livros que se encontram no Google Books são gratuitos, mas há uma grande parte que o é, pelo que podes, mais tarde, comprar aqueles que preferires.

4. Virtual Books
Apesar de ser um site brasileiro, o Virtual Books aloja milhares de livros nas mais variadas línguas, como é o caso do francês, alemão, inglês, espanhol e italiano. É através da língua na qual estão escritos que os livros estão organizados, pelo que não deverás ter dificuldade no acesso.

5. HotFreeBooks
Esta não é a biblioteca online indicada para consultar grandes clássicos da literatura, pelo que, neste site, encontras títulos mais "leves" - de entre um total de mais de 20.000 livros. A plataforma dispõe ainda de uma tecnologia que permite saber a definição imediata de cada palavra ao clicar na mesma - interessante, não é?

6. International Children's Digital Library
De todas as bibliotecas online mencionadas neste artigo, esta é a que melhor se adequa às crianças que estejam a aprender inglês. A maior parte dos livros é ilustrada e contada de forma mais acessível e de rápida compreensão.
 

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7. LER+ - Biblioteca de Livros Digitais
Trata-se de outra iniciativa do Governo português, que disponibiliza, de forma digital, livros muito específicos, que se direcionam a crianças e também aos mais jovens. As principais coleções são as seguintes:

  • Zero Desperdício;
  • Cidadania;
  • Livros do Oriente;
  • Concelhos de Portugal;
  • Catástrofes;
  • Alimentação Segura, Saudável e Sustentável.

8. BookBoon
Na BookBoon, encontras livros em inglês mais direcionados para o contexto profissional. Entre as principais áreas disponíveis encontram-se Economia, Finanças, Engenharia, Marketing e Ciências Naturais. Todos os eBooks podem ser descarregados de forma gratuita, ainda que existam outros, de acesso premium, que são pagos.

9. World Library of Science
World Library of Science é um projeto criado pela UNESCO direcionado para a consulta de livros científicos, muito procurados em contexto académico. Para além de livros, podes também encontrar artigos e vídeos elucidativos de determinado tema.

10. Biblioteca Nacional Digital
Neste site, encontras uma grande variedade de livros digitalizados que podes consultar a qualquer altura. O foco desta plataforma prende-se com os principais autores portugueses, pelo que, nesta plataforma, não encontras livros de outras áreas.

11. Europeana
Esta é uma das bibliotecas online mais tranversais desta lista, isto porque é mantida por várias instituições europeias, cujo contributo é fulcral para a constante atualização e manutenção do catálogo digital. O conteúdo está disponível em várias línguas e pode ser acedido consoante a área de interesse do utilizador.

12. Project Gutenberg
Neste "projeto", são mais de 100 mil os livros digitais que podem ser encontrados. De acordo com a categoria escolhida ( Romance, Política, Poesia, História, Teatro, entre outras), encontras milhares de obras em diferentes línguas.

13. Read Print
No Read Print, há mais de 8 mil livros digitais disponíveis. É uma biblioteca online muito completa e indicada para aqueles que procuram clássicos universais. Nomes como os de Jane Austen, Charles Dickens, William Shakespeare, Edgar Allan Poe e Agatha Christie podem ser encontrados no catálogo.

14. Open Library
Dos milhares, passamos para os milhões de livros grátis que podes encontrar na Open Library. Esta biblioteca online foi inicialmente criada para catalogar os livros de todo o mundo, tornando-se rapidamente famosa pelo seu catálogo extenso de obras em várias línguas.

15. Internet Archive
Esta é uma das plataformas na Internet à qual mais se recorre, não só para consultar livros, como também artigos ou outro tipo de obras. No catálogo digital, encontram-se também músicas, filmes, gravações, imagens, entre outros. Falamos, por isso, do "Arquivo da Internet", onde se pode encontrar (basicamente) tudo aquilo que está guardado na Web.
 
31
Dez20

Fundação Gulbenkian oferece livros à biblioteca de Proença-a-Nova

Niel Tomodachi

A Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova recebeu 256 novos livros oferecidos pela Fundação Calouste Gulbenkian, que vão a partir de agora integrar um acervo de mais de 38 mil publicações, foi hoje anunciado.

naom_5753d5dc33ea6.jpgEm comunicado enviado à agência Lusa, o município de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, explica que desde que a biblioteca abriu as portas ao público, há 25 anos, "tem contado com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, que já doou neste período mais de 1200 livros, um importante mecenato que tem contribuído para a diversidade de autores e de temáticas no seu espólio".

"Este é um importante reforço no acervo da nossa Biblioteca Municipal e que é o reflexo do prestigiado trabalho da Fundação Gulbenkian no apoio à cultura e principalmente no importante relacionamento que continua a manter com as bibliotecas públicas e com a disponibilização de diversas publicações a todos os portugueses e, neste caso, aos nossos munícipes", refere, no comunicado, o vice-presidente do município, João Manso.

A Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova tem atualmente mais de 39 mil livros disponíveis, dos quais cerca de 31 mil na secção de adultos e cerca de 9.000 na secção infantojuvenil.

Conta ainda com um total de 3.453 utilizadores registados (incluindo os polos) e 121 títulos de periódicos, jornais e revistas de âmbito local, regional e nacional.

Citada na nota, a diretora-adjunta da Fundação Calouste Gulbenkian, Maria João Botelho, refere que "foi preparada uma oferta de títulos editados nos últimos anos que inclui obras das coleções dos Textos Clássicos e da Cultura Portuguesa, catálogos de exposições temporárias e das coleções permanentes do Museu Gulbenkian, assim como textos de educação, de arte, de economia, de filosofia e ainda literatura diversa relacionada com a atividade desenvolvida pela Fundação".

Segundo esta responsável, a oferta da Fundação Calouste Gulbenkian, "procura dar continuidade à divulgação do conhecimento e da cultura e de forma a assegurar que as edições Gulbenkian possam ser consultadas em todo o país através da Rede de bibliotecas municipais".

A Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova tem, desde abril, em funcionamento a modalidade de entrega de livros ao domicílio, que pode ser solicitada pelos leitores de qualquer ponto do concelho.

Entre março e setembro deste ano foram requisitados 653 livros, face aos 874 registados em 2019, devolvidos 1.139 livros (1.035 no ano passado) e registadas 142 renovações (376 em 2019).

 

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