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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

12
Dez22

Associação pede que se deixe o troco na farmácia para ajudar carenciados

Niel Tomodachi

A associação Dignitude, promotora do programa abem, convida os portugueses a doarem o troco das suas compras realizadas na farmácia ao Fundo Solidário abem, que usará o montante angariado para a aquisição de medicamentos prescritos para pessoas carenciadas apoiadas pelo programa abem: Rede Solidária do Medicamento. A campanha solidária "Dê Troco a Quem Precisa" arranca esta segunda-feira, dia 12 de dezembro, nas farmácias portuguesas aderentes, até do 21 de dezembro.

Associação pede que se deixe o troco na farmácia para ajudar carenciados

O Programa abem: Rede Solidária do Medicamento permite o acesso aos medicamentos prescritos a quem não tem capacidade financeira para os adquirir, tendo já ajudado 30 490 pessoas. Os beneficiários são referenciados por entidades parceiras locais, como câmaras municipais, juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social, Cáritas e misericórdias.

"Sabemos que os tempos atuais são difíceis. Vivemos dois anos de pandemia, em que muitos portugueses viram a sua situação económica deteriorar-se, com perdas significativas de rendimentos. Entretanto, teve início uma guerra na Europa, com forte impacto ao nível do aumento do custo de vida e da inflação. Nos dois anos de pandemia, registámos um elevado acréscimo do número de famílias que ajudamos e a tendência mantém-se", explica Maria João Toscano, diretora executiva da associação Dignitude, apelando ao contributo de todos para que seja possível ajudar mais pessoas a acederem aos medicamentos de que necessitam.

É também possível contribuir para a campanha "Dê Troco a Quem Precisa" através de transferência bancária ou MB WAY, estando os dados disponíveis no site da associação.

 

22
Ago22

Reflorestar: o cartão que vai ajudar a recuperar a paisagem da Serra da Estrela

Niel Tomodachi

A associação Estrela Geopark lançou uma iniciativa para promover ações de reflorestação após o incêndio.

Na madrugada de 6 de agosto, o fogo atingiu a maior área protegida do País. Um pesadelo que durou 11 dias e destruiu um quarto do Parque Natural da Serra da Estrela, o que corresponde a mais de 25 mil hectares em seis concelhos.

Para ajudar a reflorestar esta área protegida, que foi devastada pelas chamas, a associação Estrela Geopark lançou um cartão com o objetivo de gerar receitas para apoiar e promover ações de reflorestação. O lançamento do cartão Reflorestar foi anunciado na quinta-feira, 18 de agosto, na sequência do último incêndio que devastou grande parte da paisagem da Serra da Estrela.

“O mês de agosto ficou assinalado na história desta montanha, pelas marcas que o fogo deixou neste território classificado como Geopark Mundial da UNESCO”, começa por escrever a organização. Acrescentam ainda que esta iniciativa, “além de estar a contribuir para a regeneração da paisagem da Estrela”, traz vantagens para o utilizador, que poderá “usufruir de um conjunto de descontos nos mais diversos parceiros deste Geopark”.

A aquisição do cartão Reflorestar tem um custo de 10€ e pode ser feita através do email info@geoparkestrela.pt. As receitas serão usadas para apoiar e contribuir para futuras ações de reflorestação que venham a ser coordenadas pelas autoridades locais. Os utilizadores podem ter descontos em alojamentos, animação turística, museus, produtos locais, restauração e outros serviços.

 

08
Abr22

IRS. Estas associações ligadas aos animais precisam da sua ajuda

Niel Tomodachi

Sem qualquer custo para si, pode transferir 0,5%, do valor liquidado no IRS a uma associação ligada aos animais ou à natureza.

A entrega do IRS já está a decorrer e estende-se até junho. Como habitual, é possível consignar 0,5% do seu IRS a uma entidade que conste da lista oficial apresentada no Portal das Finanças — e sem qualquer custo associado.

Este ano, há 4.561 entidades inscritas para receberem essa parcela da coleta do IRS dos contribuintes, repartindo-se por instituições particulares de solidariedade social ou pessoas coletivas de utilidade pública, instituições culturais com estatuto de utilidade pública, pessoas coletivas de utilidade pública de fins ambientais, e instituições religiosas.

Entre elas, algumas estão ligadas aos animais e à proteção da natureza — e a maioria já colocou posts no Facebook a lembrar isso mesmo e a apelar à ajuda de todos.

 

Algumas associações:

ABAADV — Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual tem uma escola de cães-guia cedidos gratuitamente a deficientes visuais.

 

A Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA) é uma Associação de Utilidade Pública, sem fins lucrativos, de âmbito nacional, fundada em 1981.

 

Ânimas — Associação portuguesa para a intervenção com animais de ajuda social, cede de forma gratuita cães de assistência. Constituída em 2002, promove programas de intervenções assistidas por animais.

 

Senhores Bichinhos é uma associação de proteção dos animais que existe oficialmente desde 1996, tendo reconhecidos os estatutos de organização não governamental do ambiente e instituição privada de utilidade pública.

 

Eu Cãosigo  — Intervenções assistidas por animais é uma cooperativa de solidariedade social, que cria, promove e realiza intervenções assistidas com cães.

 

GEOTA — Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente é uma associação de defesa do ambiente de âmbito nacional e sem fins lucrativos, em atividade desde 1981.

 

Representante da Birdlife em Portugal, a SPEA desenvolve projetos de conservação da natureza, focados na proteção das aves.

 

Grupo Lobo defende que “o lobo em Portugal tem um passado, ainda está presente e merece um futuro”.

 

A Liga para a Proteção da Natureza (LPN) é a associação de defesa do ambiente mais antiga da Península Ibérica. “Somos a voz da natureza desde 1948”, diz.

 

Quercus é uma organização não governamental de ambiente (ONGA) portuguesa fundada a 31 de outubro de 1985. De âmbito nacional e sem fins lucrativos, é constituída por cidadãos que se juntaram em torno do mesmo interesse pela conservação da natureza e dos recursos naturais e na defesa do ambiente em geral.

 

Tagis — Centro de Conservação das Borboletas de Portugal é uma associação sem fins lucrativos, com estatuto de organização não governamental do ambiente e de instituição de utilidade pública.

 

 

09
Out21

UPPA: a associação que procura dar amor à vida dos cães que foram abandonados

Niel Tomodachi

No albergue estão, neste momento, à volta de 60 patudos à espera dos seus novos donos. Tudo o que precisam é de uma casa onde sejam bem-vindos.

Tudo começou quando duas primas, Sandra Vicente, de 43 anos, e Filipa Laginha, de 46, decidiram colocar em prática aquele que já era um sonho partilhado em miúdas: criar uma associação sem fins lucrativos que fosse capaz de intervir na defesa dos animais.

Unidas por uma paixão que as acompanha desde mais novas, fazem nascer, em 2007, a UPPA. Um centro sediado em São Pedro do Estoril e com um albergue em Sintra com todas as condições para dar uma vida digna a todos os patudos que passaram por momentos menos bons até lá chegarem.

“De momento temos uma parceria com o canil de Sintra, em que trazemos muitos animais do canil para a UPPA; e por vezes recolhemos também animais da rua ou de famílias que já não têm a possibilidade de os manter. Quando há oportunidade, também vamos a escolas para falar sobre o abandono, a responsabilidade de ter um animal e apelar à adoção”, começam por explicar à NiT as duas criadoras da iniciativa.

Até à data, foram mais de mil os animais que já foram resgatados pelas equipas da UPPA ao longo dos 13 anos de atividade. Diariamente, o centro acolhe, em média, cerca de 70 a 80 animais, mas neste momento estão na associação à volta de 60 cães. Todos eles à espera de um dono ou uma dona que lhes dê o carinho que, lá está, merecem. Pode conhecê-los no site online da UPPA assim como na página do Instagram.

No albergue estão também, mas não para a adoção, duas porcas, duas ovelhas, duas cabras e uma água. “Todas vindas de situações menos felizes”, conta à NiT Sandra Vicente, que em paralelo com a associação é, a nível profissional, jurista.

No que toca à adoção, para levar estes amigos de quatro patas, a UPPA pede para que seja assegurados todos os cuidados básicos de saúde e higiene, com idas regulares ao veterinário, e “muito amor”, realça a fundadora e arquiteta Filipa Laginha. 

“O processo de adoção começa por e-mail, com o preenchimento de um formulário, e após a análise do mesmo, marca-se a visita, em que a UPPA conhece os possíveis futuros adotantes, e estes conhecem a UPPA e os uppalianos. Posteriormente, na adoção, é assinado um termo de responsabilidade, e há sempre contacto entre a associação e os donos”, esclarecem à NiT.

 

No entanto, enquanto aparecem e não aparecem os futuros donos dos patudos acolhidos, a associação precisa de ter pernas para andar, o que, por vezes, não é fácil. As despesas com um centro desta dimensão são muitas e se muitas vezes não fossem os cerca de 30 a 40 voluntário que pela UPPA passam todas as semanas, a coisa não se fazia da mesma forma. “As pessoas ajudam-nos com os passeios dos uppalianos e noutras tarefas diversas no albergue; tudo na UPPA é gerido por voluntários, desde os e-mails às redes sociais.”

Além de toda a equipa que vive intensamente esta associação de intervenção no bem-estar de dezenas de animais, também existe um tratador, contratado a tempo inteiro, que alimenta os animais e trata da higienização de todas as boxes. Para cobrir isso, chegam à UPPA apoios de vários lados, mas sobretudo de donativos e apadrinhamentos de particulares (a partir de 1€ por mês). Mas as formas de ajudar não se ficam por aí.

Se, por um lado, as pessoas podem tornar-se sócias (20 euros ao ano), por outro é sempre bem vinda a entrega de um valor monetário para que entre uma ajuda nas despesas veterinárias. Nesse sentido, a UPPA aderiu recentemente à plataforma MBWAY, pelo que através do número 968 551 353 e com meia dúzia de cliques a partir de todo o lado pode ser feita uma contribuição.

Depois, claro, no topo — porque é exatamente essa a missão desta associação — espera-se que donos e donas por esse País fora se cheguem à frente para adotar um (ou vários) uppalianos. A ideia é sempre “ajudar cada vez mais animais”. 

Estão ainda há venda, também para dar uma preciosa ajuda, calendários e agendas para 2022, que são uma iniciativa já habitual todos os anos na UPPA. Pode encontrá-los à venda no site online por 5 e 6 euros, respetivamente.

 

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