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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

17
Nov22

WalkingPAD, a app para prescrever caminhadas e ajudar doentes

Niel Tomodachi

A tecnologia, dirigida à doença arterial periférica, permite aos médicos monitorizar os pacientes e lançar desafios. Já foi testada e os resultados são positivos.

A pergunta de partida é simples: como vamos convencer um doente a caminhar se quando caminha tem dor? Uma equipa do Hospital de Santo António, no Porto, juntou-se para criar uma app para telemóvel, a WalkingPAD, que quer ajudar pacientes com doença arterial periférica a fazer exercício físico, prescrevendo caminhadas – o número semanal e o limite mínimo de tempo – e monitorizando os doentes à distância. O projeto, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, já tem resultados. Mas comecemos pelo princípio. “Esta é uma doença das artérias dos membros inferiores que, estando parcial ou totalmente entupidas, fazem com que chegue menos sangue aos músculos das pernas e dos pés. Ou seja, o doente quando caminha sente dor”, explica Ivone Silva, cirurgiã vascular e coordenadora do projeto. A doença atinge cerca de 27 milhões de pessoas na Europa e nos Estados Unidos. Em Portugal a prevalência anda entre os 4% e os 8%. É a principal causa de amputação dos membros inferiores.

A dor, que pode começar por aparecer ao fim de 500 metros de caminhada, mais tarde surge ao fim de 300 metros até ao momento em que se torna incapacitante. Mas há esperança. Para lá da medicação, o exercício físico é a receita, porque permite que “se desenvolvam artérias paralelas, de circulação lateral, para ultrapassar a lesão”. Só que “a adesão é pequena”. “Os locais que podemos aconselhar são os escassos centros de reabilitação cardíaca, que não são dirigidos para esta doença e obrigam a que o doente falte ao trabalho.” Daí a WalkingPAD, disponível para telemóveis Android, criada em parceria com o INESC TEC e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. “Inclui um programa de caminhada que o doente pode fazer na área de residência. É ele que escolhe onde e quando fazer. E nós conseguimos monitorizar remotamente se caminha ou não, e saber se é o doente que está a caminhar, através da passada.”

Rafaela Oliveira, cardiopneumologista, Ivone Silva, cirurgiã vascular, e Susana Pedras, psicóloga, são três das promotoras do projeto

Mas a app, como tantas outras que existem, não caminha pelo paciente e o segredo do projeto, que já foi testado em dois grupos, está no programa de educação, motivação e mudança comportamental levado a cabo em sessões presenciais e por telefone pela psicóloga Susana Pedras. É a literacia sobre a doença, a intervenção psicológica que tem dado frutos. Isso e os desafios que os médicos têm lançado. “Um deles era percorrer a Estrada Nacional 2. De acordo com o número de quilómetros que caminham, a app mostra em que local estariam e qual o objetivo para a próxima consulta. O que gerou uma espécie de competição”, conta Ivone Silva. Ao fim de seis meses de teste, “houve uma melhoria da performance funcional e clínica de todos os doentes, que aumentaram a distância caminhada sem dor”. E mesmo com os mais velhos (distribuíram smartphones), a iliteracia digital não foi uma barreira, “porque a app é muito simples”.

Agora, o objetivo é alargar a escala, sair das portas do Santo António e tornar a app funcional para todos os cuidados de saúde primários e hospitais. “Estamos na fase de criar um avatar, a Matilde, que no fundo vai fazer o papel que a nossa psicóloga faria. Porque à escala nacional não há Susanas que cheguem.” A equipa já está em negociações com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

 

09
Nov22

Startup vai desenvolver aplicação para detetar doenças através de selfies

Niel Tomodachi

Um biocientista indiano apresentou hoje, na Startup de Santarém, uma aplicação que, com uma 'selfie', deteta potenciais doenças, a qual quer produzir e comercializar complementada por roupas inteligentes que permitem exercitar o corpo para que este se mantenha saudável.

Startup vai desenvolver aplicação para detetar doenças através de selfies

Aseem Gupta, fundador da MI.BO, apresentou hoje, na Startup Santarém as duas vertentes de um projeto que tem vindo a desenvolver nos últimos anos e que visa permitir que as pessoas vivam mais tempo de forma saudável.

"Hoje em dia a nossa vida é mais longa, mas há um hiato entre o tempo de vida e o período em que vivemos com saúde. Atualmente, este hiato é de 9,2 anos. Assim, nos últimos anos da nossa vida, apesar de vivermos mais, sofremos bastante e a maior parte deste sofrimento é completamente desnecessário", disse à Lusa.

O projeto, o primeiro ao abrigo do programa Startup Visa (programa de acolhimento de empreendedores estrangeiros que pretendam desenvolver um projeto de empreendedorismo e/ou inovação em Portugal) a instalar-se na incubadora dinamizada pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), foi um dos "20 produtos mais interessantes" criados por 'startups' selecionados para apresentação na Web Summit, que se realizou a semana passada em Lisboa.

Em entrevista à Lusa, Aseem Gupta afirmou que, após um episódio dramático na sua vida, foi a necessidade de "habilitar as pessoas a viverem mais tempo de forma saudável" que o motivou para a criação de uma aplicação que, através de uma foto, consegue detetar se a pessoa corre o risco de vir a sofrer uma das doenças atualmente responsáveis pela morte de 21 milhões de pessoas em todo o mundo, como ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou diabetes.

"A primeira coisa é o diagnóstico. Hoje temos de fazer exames, ir ao hospital para o médico poder dizer se se é diabético, ou se tem a tensão alta, etc", informação que a aplicação disponibiliza em minutos, disse.

Sabendo como está a saúde da pessoa, a MI.BO (que significa mente e corpo, numa abordagem da "pessoa como um todo") propõe-se disponibilizar um programa para melhorar a condição física e o bem-estar através de um sistema de eletroestimulação incorporado na roupa do dia-a-dia, que exercita o corpo durante as atividades diárias de acordo com a informação específica de cada pessoa.

Aseem Gupta afirmou que o investimento na Startup Santarém, instalada na antiga Escola Prática de Cavalaria, vem sendo trabalhado com a Nersant desde 2019, depois de ter visitado várias cidades do país, acabando por se render à forma como foi recebido, bem como à pacatez e proximidade da cidade a Lisboa.

A MO.BI assinou, em setembro, um protocolo com o Instituto Politécnico de Santarém, com cujas escolas de Saúde, Desporto e Tecnologia e Gestão quer continuar a desenvolver uma tecnologia que, segundo afirmou, foi já testada em 35.000 pessoas.

Atualmente em fase de aprovação, o projeto vai entrar em fase "piloto", estando a decorrer contactos com empresas e instituições que se queiram constituir como parceiras para lançar os produtos no mercado em 2023, disse.

Entre potenciais parceiros, apontou a saúde pública, os municípios, as seguradoras, os empregadores, salientando que "todos têm interesse em que as pessoas tenham melhor saúde".

"Se, por exemplo, o presidente da Câmara de Santarém quiser saber o estado de saúde da sua população, podemos dizer-lho em cinco dias, podemos dizer qual a percentagem da população em risco de sofrer ataque cardíaco nos próximos cinco a 10 anos, qual a percentagem em risco de diabetes. Também a saúde pública pode ter acesso a esta informação e usá-la", afirmou.

Uma das modalidades que a empresa quer comercializar é, através da aplicação descarregada nos telemóveis, disponibilizar um 'check-up' à saúde por mês, mediante uma subscrição anual de 12 euros, que pode ser adquirida individualmente ou por empresas e entidades que as cedem gratuitamente aos trabalhadores, aos clientes ou a grupos populacionais, acrescentou.

 

19
Out22

Paladar, a app que quer juntar à mesa pessoas de diferentes culturas

Niel Tomodachi

Quem não sentiu o desconforto de viajar sem, contudo, viver uma experiência local, “esmagado” pelo turismo de massas? Para reunir à mesa pessoas de diferentes culturas, dois empreendedores portugueses criaram uma app, a Paladar, que faz a ponte entre anfitriões (que convidam para uma refeição em sua casa) e visitantes. A aplicação está disponível desde 6 de outubro.

Paladar, a app que quer juntar à mesa pessoas de diferentes culturas

“Todos já sentimos, numa viagem, a sensação de não conhecer verdadeiramente o lugar. As cidades mais visitadas estão tão inundadas de turistas que é cada vez mais difícil comer tradicional e conhecer a população local e a sua cultura”. Gonçalo Sampaio e Jorge Santos olharam para esta realidade e pensaram um caminho capaz de contrariar esta tendência de afastamento da essência dos lugares. “Há uma solução para viajantes que não se conformam com esta forma massificada de viajar”, sublinham os dois empreendedores, que encontraram a resposta numa app, a Paladar, e um propósito para esta: “com a utilização desta aplicação nunca foi tão fácil conhecer a população local”.

A ideia fermentava há algum tempo no espírito de Gonçalo: “durante um Interrail na Europa, o pouco dinheiro que levava significou uma dieta pouco diversificada. Ao décimo dia, saturado, num comboio à hora do jantar, ocorreu-me uma ideia que me permitisse comer de forma barata, com qualidade e variedade, em alternativa ao fast food e juntar-lhe uma experiência de turismo mais autêntica”.

A experiência que Gonçalo almejou, tomou forma na Paladar, uma ponte entre o visitante e a população local através de um dos traços que mais une as pessoas, a cozinha: “não há melhor forma de conhecer uma cultura do que entrar pela sua casa e sentarmo-nos à mesa com ela”, afirmam os dois empreendedores na apresentação que fazem da Paladar.

Como funciona esta aplicação? Na prática trata-se de uma rede de partilha de refeições em casas particulares (designadas na aplicação por “paladares”), entre aqueles que têm disponibilidade para serem anfitriões e os turistas que procuram uma experiência que os aproxime da cultura que visitam.

De acordo com os promotores, a Paladar “foi pensada para dar total liberdade ao anfitrião para aceitar quando e quem quiser receber em sua casa. O pedido estará sempre sujeito a aceitação por parte do host”.

Desta forma, Gonçalo e Jorge (que, entretanto, se juntou ao projeto) aconselham que o utilizador “faça pedidos a vários 'paladares', sendo que o primeiro que o aceitar como convidado será automaticamente reservado e os outros eliminados”.

Todos quantos descarregarem a aplicação podem ter acesso a esta sem criarem uma conta. Porém, terão de o fazer se quiserem utilizar todas as funcionalidades. Acresce que todos os utilizadores que descarregarem a aplicação têm a possibilidade de se inscreverem como anfitriões, selecionando essa opção no seu perfil.

A partir do momento em que efetua o seu registo, o utilizador passa a visualizar todos os “paladares” disponíveis numa lista, ordenada por distância face à sua localização atual (com diferentes filtros de pesquisa por cidade/zonas/bairros). “O pedido por parte do utilizador não garante a reserva automática do ‘paladar’, estando sempre sujeitos a aceitação por parte do anfitrião. Assim, é aconselhado que se faça mais do que um pedido, para aumentar as hipóteses de garantir uma refeição”, lemos na apresentação da Paladar, aplicação que nos permite diferentes métodos de pagamento.

A app atribui certificados aos anfitriões de acordo com determinados pressupostos, nomeadamente o “Certificado Paladar”, para todos os que cumprirem uma lista de requisitos de higiene e qualidade; o “Crachá Vegetariano ou Vegan”, ou o “Crachá Étnico”.

Acresce que o utilizador recebe informação sobre o nome do “Paladar”, fotografias da casa do anfitrião, comida por ele preparada, número máximo de lugares, entre outros itens.

Caso a experiência agrade ao utilizador, este pode enviar um “cartão presente” a um amigo, tendo para o efeito três valores pré-determinados de oferta.

Para Gonçalo e Jorge a sua nova Paladar quer dar a oportunidade ao anfitrião e visitante de estreitar laços, aproximar culturas e fazer da experiência da viagem, mesmo quando em destinos massificados, um cara a cara entre pessoas de diferentes geografias. Uma app desenhada para “pessoas que têm o hábito de viajar, aventureiros que valorizam experiências autênticas, que querem descobrir novas culturas, conhecer pessoas e aumentar a sua rede de contactos”.

 

25
Ago22

As 5 melhores apps de meditação, segundo especialistas

Meditar não tem de ser complicado. Espreite estas 5 apps de meditação.

Niel Tomodachi

Se já tentou meditar e não conseguiu, saiba que não está sozinha. São vários os obstáculos que nos podem a levar a desistir de praticar esta técnica. No entanto, saiba que a meditação pode fazer maravilhas para a sua saúde física e mental, por isso vale a pena dar-lhe uma oportunidade.

Felizmente, nos dias que correm, já existem inúmeras aplicações que nos ajudam a meditar através de sessões guiadas e outras ferramentas que são úteis neste sentido. “As apps de meditação são um ótimo complemento para uma prática de atenção plena, pois ajudam-na a continuar, em qualquer hora e lugar, colocando o poder da atenção plena na palma da sua mão”, diz Pax Tandon, especialista nesta área e autora de Mindfluness Matters.

Quais são os principais benefícios da meditação? De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Complementar e Integrativa dos Estados Unidos, meditar pode a ajudar a reduzir o stress, as dores crónicas (como dores de cabeça) a controlar a tensão arterial, entre outros benefícios para a saúde mental.

Curiosa em relação às aplicações que os especialistas recomendam? Veja a lista abaixo.

5 apps de meditação

Se é nova na meditação: Headspace

O Headspace é uma das aplicações mais conhecidas do mercado nesta área. Se quer relaxar, precisa de ajuda para adormecer ou quer aumentar a produtividade no trabalho, esta é uma boa opção para si.

“Existem centenas de meditações guiadas, mini-meditações, sons para dormir, meditações SOS para emergências, meditações para crianças e animações para ajudá-la a entender melhor a meditação”, diz Lindsey Elmore, farmacêutica que se tornou especialista em bem-estar.

 

Se quer muitas opções: Calm

Esta app disponibiliza sessões guiadas que vão desde os 3 e os 25 minutos. Os tópicos a serem trabalhados são a ansiedade, a gratidão e a atenção plena no trabalho (tem ainda vários tipos de sons relaxantes que pode ouvir e exercícios respiratórios). “Há novas meditações todos os dias, rastreadores de progresso e programas de 7 e 21 dias para iniciantes”, diz Elmore.

 

Se procura os melhores profissionais: Insight Timer

De uma forma geral, os especialistas concordam que o Insight Timer é uma aplicação de meditação pro. “Esta app tem muitos professores experientes de mindfulness e oferece-lhe a liberdade de escolha dependendo de quanto tempo tem para praticar e do estilo que procura (por exemplo, reduzir o stress e a ansiedade)”, diz Pax Tandon.

Esta app também é uma das favoritas de Elmore, pois, além da variedade de meditações guiadas, possui um rastreador que permite traçar o seu progresso e ganhar emblemas, fazendo com que deseje regressar e não abandone a sua prática.

 

Se deseja combinar fitness e meditação: Glo

Tiffany Cruikshank, professora de yoga registrada e fundadora da Yoga Medicine, diz que adora o aplicativo Glo porque tem “uma grande variedade de meditações guiadas para escolher entre professores de renome”.

Além disso, pode personalizar o seu treino ao escolher a duração, o professor e o nível desejado, bem como uma variedade de tópicos que podem ajudá-la a concentrar-se em metas específicas de meditação, diz Cruikshank, acrescentando que a app é uma ótima opção para pessoas novas ou experientes nesta área. Bónus extra? Também terá acesso a aulas de yoga e pilates conduzidas por professores.

 

Se quer uma aplicação com base na ciência: Smiling Mind

A Smiling Mind foi desenvolvida por psicólogos e educadores para incentivar a prática da atenção plena como um pilar do bem-estar, assim como exercícios diários, bom sono e alimentação saudável. Pode escolher entre meditações simples diárias de 10 minutos, que são divididas em categorias e por idades. A melhor parte? Todos os recursos estão disponíveis gratuitamente.

 

26
Jul22

Vai poder conhecer as maiores grutas do País através de uma app gratuita

Niel Tomodachi

A plataforma é apresentada na quarta-feira, 27 de julho. Funciona como uma espécie de audioguia.

É no Parque Natural da Serra d’Aires e Candeeiros que encontra as Grutas de Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós. São as maiores do País — entre as que se podem visitar — e foram consideradas uma das sete maravilhas naturais de Portugal. A partir de quarta-feira, 27 de julho, visitar estas grutas com características muito especiais e raras vai ser ainda mais acessível. Isto porque vai ser lançada uma aplicação para telemóvel que funciona como audioguia de suporte a visitas, numa iniciativa que assinala 75 anos sobre a descoberta da formação subterrânea no concelho de Porto de Mós.

As grutas foram descobertas quase por acaso, em 1947, quando um grupo de homens que habitava na vila lançou cordas grossas para um buraco, com esperança de encontrar água lá dentro. À medida que os moradores iam descobrindo o monumento natural e desvendando alguns dos seus segredos, a vontade de mostrar esta maravilha de natureza ao público começava a crescer. Até que abriram finalmente ao público em 1974.

A nova aplicação foi desenvolvida com conteúdos originais produzidos em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Espeleologia (SPA) e dá a conhecer a história e os 26 pontos de interesse das Grutas de Mira de Aire. Estão disponíveis cinco idiomas áudio — português, inglês, espanhol, francês e alemão —, língua gestual portuguesa e uma versão infantil pensada para os mais novos.

O lançamento da app acontece na quarta-feira e vai estar disponível gratuitamente para Android e iOS. O personagem do audioguia é inspirado em Ernesto Morais, o primeiro explorador da gruta, que vai dar explicações e contar histórias e curiosidades aos visitantes.

Segundo os responsáveis pelas grutas, o novo recurso “torna a visita à gruta mais acessível (e inesquecível), até porque a informação é transmitida de forma plural e inclusiva”. Os visitantes podem descarregar a aplicação para o telemóvel, fazer a visita e ouvir as explicações sempre que quiserem. 

As Grutas de Mira de Aira têm 11 quilómetros de extensão, mas destes, os visitantes só podem percorrer 600 metros. A plataforma funciona offline e disponibiliza informações sobre a história e os pontos de interesse através de áudios, textos, imagens e vídeos, sempre com explicações simples e informais.

 

30
Jun22

A aplicação que o leva a descobrir as praias e tesouros escondidos da Costa Vicentina

Niel Tomodachi

O percurso começa em Sines e termina em Burgau. Inclui mais de 20 praias secretas e mais de 250 quilómetros de estrada.

Mesmo quem se orgulha de conhecer muito bem o território nacional, não poderá afirmar com absoluta certeza que já conhece todos os recantos de Portugal. Provavelmente ainda terá muito para descobrir pelo País. Embora seja pequeno, tem vários tesouros escondidos, e a nova rota da Letzgo Travel quer dar a conhecer uma região cheia de encantos: a Costa Vicentina.

É a experiência perfeita para quem deseja viajar ao seu próprio ritmo e ideal para todos que gostam de passear de carro com os amigos e família. Começa em Sines e termina no Burgau.

No total, inclui mais de 40 pontos de interesse, mais de 20 praias secretas e uns impressionantes 250 quilómetros de estrada. Todo o percurso é feito com recurso a um assistente virtual que lhe irá dizer por onde deve ir, o que está a ver e que lhe contará alguns dos segredos bem guardados desta zona.

A rota pela Costa Vicentina custa 25€ na aplicação, mas os primeiros 500 novos utilizadores a descarregarem a app recebem-na de graça. A Letzgo Travel é gratuita e está disponível para os sistemas operativos Android e iOS

 

26
Jun22

Sabia que pode ser pago para andar? Com estas apps é possível

Niel Tomodachi

Pode transformar passos em euros ou ainda doar o dinheiro a instituições de caridade. Saiba como ser pago para andar.

Pago para andar

Se está a despender energias, então merece ser pago. Este é o conceito destas aplicações, que tornam possível rentabilizar, financeiramente, uma caminhada ou qualquer atividade física. Ou seja, que seja pago para andar.

Num contexto em que os gadgets e os dispositivos móveis já se tornaram uma extensão do nosso próprio corpo, não é de estranhar que possamos lucrar com uma caminhada matinal, um passeio de bicicleta, umas braçadas na piscina ou um qualquer circuito de treino. Isto claro, desde que estejamos ligados à rede.

Tempo é, de facto, dinheiro e, por isso, não se esqueça de tomar nota destas apps que tornam possível que seja pago para andar. Se ainda precisava de motivação para começar a fazer algum exercício físico, porque não aproveitar esta oportunidade? Não vai ficar milionário, mas sempre é uma ajuda para pequenas despesas. E, se preferir, até o pode doar a instituições de caridade.

 

SER PAGO PARA ANDAR: 3 APPS A EXPERIMENTAR

1.Sweatcoin

Sweatcoin é uma aplicação móvel que recompensa a sua atividade física como uma moeda virtual da própria app.

A aplicação é gratuita, mas estabelece um limite de caminhada por dia, convertendo cada 1000 passos numa moeda própria. Posteriormente, pode utilizar o saldo para fazer compras no marketplace da app ou para doar a instituições de caridade. Esta app está disponível para  iOS e o Android.

 

2.WeWard
 

Lançada em 2019, a app WeWard também recompensa os seus utilizadores pelos quilómetros percorridos ou por metas alcançadas no seu plano de atividade física.

A recompensa varia conforme o nível de atividade física e é paga em Wards, o nome da moeda virtual da própria aplicação.

Estas moedas podem ser convertidas em descontos, brindes, presentes ou até mesmo em dinheiro, que é depositado na sua conta bancária. Está disponível para IOS e Android.

 
 

3.sMiles

A app sMiles recompensa a sua atividade física e outras atividades do seu dia-a-dia com frações de Bitcoin, denominadas de “sats” (diminutivo de “satoshis”). Para ter uma noção, existem 100 milhões de “sats” numa Bitcoin.

À medida que vai acumulando “sats” pode ir trocando por compras nas lojas associadas à aplicação. Está disponível para IOS e Android.

 

24
Jun22

Nutripal: a nova app portuguesa que descodifica os rótulos dos alimentos num segundo

Niel Tomodachi

É quase como ter acesso a um nutricionista 24 horas por dia, que compara, descodifica e identifica os produtos mais saudáveis.

Ir ao supermercado em busca dos alimentos processados mais saudáveis pode ser uma verdadeira aventura. Há mil e uma opções ditas fit e nem sempre a escolha menos calórica ou com os ingredientes na moda são as mais indicadas. Por isso, o melhor é decifrar os rótulos, os carimbos e os selos das embalagens. Porém, essa tarefa também não é simples. Se faz parte do grupo de pessoas que não consegue perceber os nomes esquisitos da listas dos ingredientes, a sua vida acabou de ficar facilitada com a nova app portuguesa de nutrição. 

Chama-se Nutripal e foi desenvolvida com o intuito de ajudar a analisar os rótulos dos alimentos e a conhecer os produtos mais saudáveis. Nuno Veloso e Manuel Pereira, programadores e estudantes do Mestrado em Engenharia são responsáveis pelo projeto que tornou um processo complexo em algo automático e muito fácil. Basta descarregar a app, apontar o decifrador de rótulos e num segundo tem as respostas que precisa para avaliar se um determinado produto faz sentido na sua alimentação. 

Nuno Veloso, natural da Madeira explica à NiT que a app nasceu desta necessidade de ter uma ferramenta que ajudasse a descodificar e identificar melhor os produtos que compramos e comemos. “Atualmente existe muita informação que muitas vezes se torna confusa e contraditória”, explica o programador de 24 anos.

A Nutripal tem uma tecnologia muito intuitiva e fácil de usar, que integra diferentes ferramentas. Esta aplicação permite, essencialmente, fazer scan a um produto (num supermercado, ou noutro lugar), ficar a conhecer o seu score nutricional e descobrir se é uma escolha saudável, sem necessitar de ler e analisar o rótulo. Permite também comparar vários produtos no supermercado e saber qual é a melhor escolha, ou, através da listagem, saber imediatamente quais são os produtos mais saudáveis que pode comprar.

O responsável adianta ainda que a aplicação está dividida em três grandes funcionalidades: “A listagem com mais de 2.000 produtos é para quando queremos consultar o score de cada produto, mas não o temos connosco. O comparador que permite comparar alimentos da mesma categoria para perceber qual o mais saudável. E o descodificador que permite, como o nome indica, descodificar a tabela nutricional. Este pode ser automático através da digitalização com a câmara do telefone, ou manual com a inserção dos valores de açúcar, lípidos e sal”.

O utilizador pode apenas fazer scan do código de barras do produto, e a aplicação atribui um score e indica se o mesmo é baixo, médio ou alto em açúcares, sal e gorduras. Além de ajudar quem está em processo de perda de peso ou reeducação alimentar, pode ser utilizada por pessoas hipertensas para encontrarem os alimentos com menos sal, ou, por exemplo, por pessoas diabéticas para encontrarem os produtos com menos açúcares.

Neste momento a app só está disponível na Play Store, para o sistema operativo Android, mas em breve chegará também à App Store, para os utilizadores Apple. 

 

09
Jun22

Puppr: Esta app vai ajudá-lo a treinar o seu cão

Niel Tomodachi

Dos mais básicos aos mais complexos, ensine ao seu cão todos os truques que conseguir e partilhe na app os resultados do treino

Se tem um cão, certamente já gastou muito do seu tempo a tentar ensiná-lo. Seja um simples “senta” ou um “fica”. A verdade é que nem sempre é tarefa fácil, seja porque nem todos os cães aprendem comandos com a mesma facilidade, seja porque nem todos somos especialistas em treino canino.

A Puppr, uma aplicação para telemóveis, existe para o ajudar nesta tarefa que tanta paciência requer. A ideia nasceu com a colaboração entre um casal de programadores, Michael e Alice, e uma das mais cobiçadas treinadoras de cães do mundo, Sara Carson.

Michael e Alice contam que, quando arranjaram o seu primeiro cão, procuraram online como o ensinar, e depararam-se com os vídeos virais de Sara Carson com os seus Border Collies a fazer todo o tipo de acrobacias. “O mais impressionante foi ver a capacidade da Sara de explicar os passos todos daqueles truques tão complexos e apenas usando técnicas de treino de reforço positivo”, explica Alice.

O casal entrou em contacto com a treinadora através do Instagram na tentativa de perceber se estaria interessada em criar uma app em conjunto e partilhar os seus treinos com todos os donos de cães pelo mundo fora. Assim nasceu a Puppr.

Na Puppr vai encontrar vídeos-aula com explicações passo a passo de mais de 100 truques diferentes, desde ensinar a fazer as necessidades no sítio certo até acrobacias complexas como o pino ou saltos 360º.

Em qualquer página vai encontrar um botão que, quando pressionado, emite o som de um clicker, um aparelho muito utilizado no treino de reforço positivo que habitua os cães a ouvir um som específico quando cumprem alguma tarefa que lhes é proposta. Habituando-os a ouvir esse som no momento em que recebem um biscoito acaba por se tornar numa recompensa, mesmo quando deixa de haver biscoito.

A aplicação é gratuita mas, aqueles que optarem pela subscrição mensal de 13,99€ ou a anual de 69,99€, têm direito a chat ao vivo com a equipa de treinadores certificados da Puppr.

Existe também a possibilidade de partilhar fotografias do seu cão a mostrar os truques que aprendeu com a comunidade Puppr, registar o progresso do patudo através de medalhas obtidas à medida que vai progredindo e ainda ativar alarmes para o relembrar de quando tem que ir à rua ou começar mais uma sessão de treino.

 

Treine com uma das melhores do mundo

Imediatamente após lançar a Puppr, Sara Carson participou no America’s Got Talent com um dos seus cães, o Hero. As incríveis exibições de ambos valeram-lhes o 5º lugar no maior concurso de talentos do mundo. Acrescentando ao palmarés desta equipa, está o recorde do Guinness para mais truques realizados em apenas 1 minuto, uns impressionantes 49.

 

09
Mai22

A nova app que facilita a vida aos turistas que visitam o norte do País

Niel Tomodachi

Explorar o mapa da região, pesquisar ofertas turísticas por categorias e consultar informações são algumas das funções da app.

Vivemos numa era digital na qual os telemóveis raramente ficam esquecidos em casa, uma realidade que permitiu a criação de múltiplas aplicações que salvam qualquer um em momentos de maior desespero. Como, por exemplo, visitar uma nova cidade e não saber por onde começar. 

A nova app portuguesa WeDoVisit, recentemente lançada e apresentada na BTL ‒ Bolsa de Turismo de Lisboa, ajuda precisamente os turistas ‒ nacionais e estrangeiros ‒ a conhecerem os pontos de referência do norte do País. A um clique de distância, podem definir o plano da visita e ter acesso a uma experiência mais personalizada. 

“A WeDoVisit foi pensada para dar resposta a uma nova forma de fazer turismo, tendo em conta as mais recentes tendências de mercado e o novo perfil de visitante que se começa a afirmar. Uma forma mais autónoma e pessoal de viajar onde cada um assume as rédeas da sua estadia e define os seus planos de passeio, propondo-se a conhecer o destino ao seu ritmo e privilegiando as ofertas que mais se adequam às suas motivações e interesses”, lê-se no comunicado.

Com esta aplicação os utilizadores podem explorar o mapa da região selecionada, consultar informações sobre os principais pontos de interesse, pesquisar ofertas turísticas por categorias e guardar os locais favoritos. O grande destaque da plataforma é a possibilidade de poder responder a um pequeno questionário para conhecer as preferências pessoais de cada um. Assim, o visitante consegue encontrar um conjunto de artigos e sugestões sobre o que pode fazer e visitar. 

Depois de instalar a WeDoVisit, o primeiro passo é escolher o destino que pretende visitar: Porto, Minho, Douro e Trás-os-Montes. De seguida, pode escolher as várias categorias disponíveis: alojamento, atividades ao ar livre, desportos, gastronomia e vinhos, património, saúde e bem estar, serviços, tours, transportes, vida noturna, arte e cultura e outras informações úteis. 

“O que o inspira nas suas viagens? Uma paisagem, uma história, um sabor ou um sentimento?” ou “o que mais gosta de fazer?”, são algumas das questões que a aplicação coloca aos seus utilizadores. Com base nas respostas, o utilizador recebe uma lista de opções que vão ao encontro às suas preferências. 

O projeto apresenta-se como a app oficial da região norte, que será promovida em toda a rede de postos de turismo da região, do Porto ao Minho, e do Douro a Trás-os-Montes. A ideia é “colocar a inovação digital ao serviço dos turistas” e dar a conhecer locais menos convencionais e tradicionalmente menos visitados, como as zonas do interior. 

“Sendo um setor que ainda está a dar os primeiros passos nesta área,o potencial de oportunidades que podem ser exploradas é enorme. Desde logo, a segmentação de ofertas e a dinâmica de apresentação de sugestões personalizadas, em função dos perfils e das características, são alguns dos benefícios mais evidentes que esta aplicação vem proporcionar, não apenas aos utilizadores, mas também aos parceiros deste projeto”, explica Ana Bessa, a responsável de marketing da WeDoVisit.

aplicação é gratuita e os conteúdos estão disponíveis em português e em inglês para os sistemas Android e iOS. 

 

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